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Pastores são condenados a 21 anos de prisão por morte de adolescente

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Os pastores Fernando Aparecido da Silva e Joel Macedo foram condenados a 21 anos de prisão pelo assassinato de Lucas Vargas Terra, adolescente que foi estuprado, morto e teve o corpo carbonizado há 22 anos em Salvador.

O julgamento começou na terça-feira (25) no Fórum Ruy Barbosa, no centro da capital baiana, e durou três dias. Na noite de quinta-feira (27), foi divulgado o veredito do tribunal do Júri que considerou culpados os dois pastores, que pertencem à Igreja Universal do Reino de Deus.

Fernando Aparecido da Silva e Joel Macedo foram condenados por homicídio qualificado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima.

Procurados na quinta e sexta, os advogados dos pastores, Nestor Nerton Fernandes Távora Neto e Nelson da Costa Barreto Neto, ainda não se manifestaram sobre a condenação. Os pastores condenados ainda podem recorrer da decisão e seguem em liberdade.

Durante o processo, os dois acusados negaram os crimes.

Nos últimos três dias, testemunhas e réus foram ouvidos durante o julgamento conduzido pela juíza Andrea Teixeira Lima Sarmento Netto. Sete jurados acompanharam as oitivas e foram os responsáveis pelo veredito nesta quinta-feira.

Este é a segunda vez que os dois pastores são julgados pelo caso. O primeiro julgamento aconteceu em novembro de 2013 e ambos foram inocentados em decisão monocrática.

A família de Lucas Terra recorreu da sentença e, dois anos depois, o Tribunal de Justiça da Bahia decidiu que eles deveriam ir a júri popular.

Lucas Terra tinha 14 anos e era frequentador da Igreja Universal do Reino de Deus quando crime aconteceu, em março de 2001.

Na época, as investigações apontaram que o estudante tinha sido visto pela última vez em um templo da Igreja Universal do Reino de Deus, no bairro do Rio Vermelho, conversando com um pastor.

A acusação aponta que o adolescente teria sido abusado sexualmente após ter flagrado os então pastores Joel e Fernando tendo relações sexuais. Após o estupro, ele teria sido colocado em um caixa de madeira e queimado vivo em um terreno baldio na avenida Vasco da Gama com o auxílio do também pastor Sílvio Galiza.

Lucas Terra, vítima dos pastores Foto: Reprodução

Galiza foi o primeiro suspeito por participação no crime a ser identificado. Ele foi julgado em 2004 e condenado a 23 anos de prisão. Depois, a pena foi reduzida para 18 anos -dos quais ele cumpriu 7 em regime fechado.

Já na prisão, em 2007, Galiza afirmou que os pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva tiveram envolvimento no crime.

Fernando Aparecido da Silva chegou a ser preso em 2008 pela Polícia Civil de Pernambuco em uma operação em parceria com a polícia baiana. Meses depois, foi liberado para responder à acusação em liberdade.

Em nota divulgada antes do veredito, a Igreja Universal do Reino de Deus destacou o “comportamento irretocável” dos pastores e informou que “está completamente convicta” quanto à inocência de ambos.

“A Universal reforça que continua acreditando na Justiça brasileira e tem a convicção de que será restabelecida a justa decisão à época da juíza de 1ª instância, de não os levarem a júri popular, por absoluta ausência de provas contra os mesmos”, informou.

Até a realização do julgamento, Fernando Aparecido da Silva e Joel Macedo seguiam atuando como pastores da Universal nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Fonte: MSN

Cristãos realizam culto em igreja sem teto e queimada, na Nigéria

Culto na igreja queimada por militares Fulani. (Foto: Reprodução/International Christian Concern)
Culto na igreja queimada por militares Fulani. (Foto: Reprodução/International Christian Concern)

Uma comunidade agrícola cristã esteve reunida em oração, na Semana Santa, após ter sido atacada por militantes na Páscoa em 2021 e 2022, na Nigéria. A comunidade de fé está localizada no estado de Plateau, no centro-norte do país, que ocupa a 6ª posição na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2023, que elenca os 50 países onde é mais difícil para o seguidor de Jesus viver.

Entre adultos, crianças e idosos, cerca de 300 pessoas participaram do culto de celebração, que aconteceu em uma igreja queimada e sem teto. Este ano, os militantes não atacaram a aldeia. “Os militantes Fulani queimaram nossa igreja e nossas casas, incluindo a casa do pastor”, relembrou um líder da igreja após o culto.

Em 2021, os agressores queimaram mais de 500 casas em um vilarejo, onde morava cerca de dois mil cristãos. Eles foram deslocados para a cidade de Jos, como também para a área principal de Miango.

Em 2022, quando houve novo ataque dos militantes, destruíram mais casas e plantações na aldeia. “Perdemos tudo na comunidade e o governo se recusou a ajudar porque somos cristãos”, revelou o líder da igreja.

Desafios enfrentados

O pastor contraiu hepatite e não conseguiu arcar com as despesas do hospital, mesmo recebendo ajuda de amigos e familiares. “Ainda estou em tratamento médico, mas sou apaixonado por pregar o Evangelho de Cristo”. Anteriormente, ele teve pneumonia devido ao frio.

Na pregação, o pastor leu o texto da passagem bíblica de Marcos 15. Ele encorajou os membros da congregação a perdoar os agressores por causa do sacrifício de Cristo por seus pecados.

A igreja precisa de ajuda para fazer reparos no telhado, reconstruir a casa do pastor. É necessário ainda capacitar as mulheres da aldeia. Muitas delas consideram difícil ajudar a igreja, porque os meios de subsistência foram destruídos. Após os ataques, o número de membros diminuiu a as contribuições financeiras foram afetadas.

“Enfrentamos constantes ameaças às nossas vidas, mesmo enquanto o gado Fulani pasta em nossas fazendas e destrói nossas plantações”, compartilhou uma líder da igreja, referindo-se à tensão entre a comunidade agrícola local e os criadores de gado da área.

Nos últimos anos, militantes atacaram mais de 45 comunidades cristãs agrícolas na Rigwe, em Plateau. Eles destruíram muitos edifícios, incluindo 13 igrejas do condado de Miango.

Comunhão com informações de International Christian Concern

Eli Soares gravará o DVD “Vida” durante show em BH

Eli Soares (Foto Reprodução)
Eli Soares (Foto Reprodução)

Eli Soares se apresentará, no dia 13 de maio, sábado, no Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, MG. Durante o show, o cantor e compositor gravará o seu novo DVD, chamado “Vida”.

O evento terá participação especial de quatro convidados: Alexandre Pires, Mumuzinho, Ed Motta e Felipe Vilela. “Estou realizando um grande sonho em gravar com quatro grandes cantores que eu admiro e respeito muito. A qualidade e excelência musical de cada um é inexplicável. Será emocionante ter a presença deles nesse dia louvando a Deus ao meu lado”, diz Eli Soares.

A escolha do local não foi em vão e é explicada pelo artista mineiro. “O Palácio das Artes faz parte da minha história. Na época que eu era office boy, sempre passava em frente a ele. Nunca imaginei que eu gravaria o projeto da minha vida nesse lugar tão especial, ainda mais aqui em Belo Horizonte, na minha cidade natal. Estou muito feliz e com o coração cheio de expectativas para esse projeto e tudo o que Deus vai fazer através dele”, afirma o cantor.

Projeto Vida

O projeto Vida terá seu início logo após a conclusão o projeto “Nós“, cujo último lançamento estreou nesta sexta-feira (28): a regravação do seu sucesso “Minha oração”, pela gravadora Universal Music.

O DVD “Vida” agrega músicas inéditas e sucessos consagrados dos seus mais de 12 anos de carreira, como “Me Ajude a Melhorar”, “Aonde Está Deus?”, “Promessa”, “Veraneio”, entre outros.

O show na capital mineira acontecerá às 20h do sábado, 13 de maio. Para participar, é necessário adquirir ingresso. Clique aqui para acessar!

Endereço: Av. Afonso Pena, 1537 – Centro, Belo Horizonte – MG, 30130-004.

Assista ao clipe de “Minha Oração”:

Fonte: Comunhão

PL das Fake News: relator nega censura de versículos da Bíblia

Deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), é o relator do PL das Fake News (Foto: Câmara dos Deputados)
Deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), é o relator do PL das Fake News (Foto: Câmara dos Deputados)

O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), relator do PL das Fake News (PL 2630/20), decidiu deixar explícito no texto que as medidas não atingirão a liberdade religiosa.

O objetivo do relator é buscar consenso para aprovar o projeto que regulamenta a atividade de redes sociais do país.

Mesmo não tendo qualquer previsão de restrição religiosa, Orlando Silva frisou que não haverá interferência após parlamentares contrários à proposta disseminarem a informação falsa sobre a possibilidade de vedação a versículos bíblicos.

Em um vídeo gravado ao lado do deputado Cezinha da Madureira (PSD-SP), ex-coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, conhecida como bancada evangélica, Orlando afirmou que “a Bíblia é intocável”. Segundo o relator, a ideia é alterar trechos do projeto que falam de discurso de ódio. O objetivo é evitar qualquer interpretação que possa dificultar a livre prática religiosa. O texto deve ser votado pelo plenário da Câmara na próxima semana.

“A Bíblia é um livro intocável, não se pode mexer com esse assunto que tem a ver com a fé, a crença e a cultura brasileira. É do brasileiro o respeito à Bíblia. É fake news imaginar que se possa mexer com o texto sagrado”, declarou o deputado do PCdoB.

O relator do projeto de lei afirmou ainda que a liberdade religiosa já é garantida pela Constituição e que o texto que regulamenta as redes não vai alterar isso.

Além disso, logo em seu primeiro artigo da versão mais recente do relatório, Orlando inclui que as vedações e condicionantes previstos na lei não irão restringir o ” livre desenvolvimento da personalidade individual, à livre expressão e à manifestação artística, intelectual, de conteúdo satírico, religioso, político, ficcional, literário ou qualquer outra forma de manifestação cultural”.

Mudanças no texto

Reforçando que a “Bíblia é intocável”, Orlando anunciou que vai mudar o texto do relatório para deixar isso ainda mais explícito.

“A reunião (com a bancada evangélica) indicou que temos que trabalhar um texto que deixe explícito, não apenas o óbvio, que é a liberdade religiosa, mas que nós tenhamos cuidado com algumas palavras chave. Às vezes quando você fala de discurso de ódio, alguns interpretam que teria restrição a textos históricos, textos dogmáticos, textos religiosos e passagens da Bíblia. Não, não pode. A Bíblia é intocável”, explicou.

Após conversar com Orlando Silva, parte dos opositores adotaram outro tom em relação ao texto. Cezinha da Madureira aparece no vídeo com o deputado dizendo que o projeto vai garantir a “liberdade de expressão”.

“Inclusive a liberdade de expressão de fato está sendo garantida nesse projeto de lei, justamente nesse texto para não termos ativismo judicial”, declarou o deputado do PSD.

Cezinha disse ainda que trabalha para que o texto saia do Congresso de uma “forma que seja positiva para todos”.

Liberdade religiosa

Novo presidente da bancada evangélica, o deputado Eli Borges (PL-TO) afirmou que não houve acordo para votação. Borges foi ao Plenário nesta quinta-feira (27) criticar a proposta, que chamou de “PL da Censura”.

“A igreja, que não é partido político, diga-se de passagem, mas que tem a bandeira da família, tem a bandeira da vida, tem a bandeira da liberdade religiosa, não pode permitir que um PL seja mais forte no sentido de criminalizar a livre opinião”, disse.

Ele afirmou ainda que a bancada não está negociando votos, já que cada parlamentar tem autonomia no voto. “Não existe essa história que estão dizendo por aí de que a Frente Parlamentar Evangélica está negociando voto. A frente trabalha, luta e defende a sua base com todas as forças que tem, mas voto é uma questão individual. Nós queremos apenas que respeitem a nossa liberdade religiosa”, disse.

Esse grupo é contrário à criação de uma entidade autônoma para fiscalizar a aplicação da lei, que, entre outros pontos, obriga redes sociais, sites de busca e aplicativos de mensagem a sinalizar, eliminar ou diminuir o alcance de conteúdo denunciado como ilegal por usuários.

O deputado Pastor Marco Feliciano afirmou ainda que os deputados devem ficar mobilizados até o final da tramitação do projeto, inclusive no Senado. “Caso haja a modificação que nós queremos aqui nesta Casa, sabemos que o PL não termina aqui, porque ele nasce no Senado, então ele vai voltar para o Senado, e lá o texto pode voltar a ser como era”, disse.

Defesa

Nas redes sociais, o relator do projeto de lei das fake news destacou que mais de 100 entidades da sociedade civil já manifestaram apoio ao projeto. “Temos a necessidade de mudar o regime de responsabilidade das plataformas para combater as fake news e o discurso de ódio nas redes”, disse.

A aprovação da proposta foi defendida pelos deputados governistas. O deputado Welter (PT-PR) afirmou que as notícias falsas precisam ser combatidas em razão do custo social. “Isso não ajuda o povo brasileiro, isso dividiu as famílias brasileiras, isso dividiu o Parlamento brasileiro, isso dividiu a sociedade brasileira. A sociedade não suporta mais isso”, disse.

Para o deputado Ivan Valente (Psol-SP), a aprovação da proposta é fundamental para o Parlamento. “Nós precisamos acabar com a ideia de distorcer a verdade e de inverter a narrativa com base em mentiras produzidas por impulsionamento em massa nas redes sociais, o que foi denunciado em 2018”, disse. Ele afirmou ainda que é preciso coibir crimes realizados por meio da internet. “Ninguém quer limitar a opinião de qualquer pessoa que seja, mas não pode haver a liberdade de praticar crimes”, disse.

Para o deputado Rogério Correia (PT-MG), a organização de ataques às escolas por redes sociais impulsionou a necessidade de legislação específica. “Querem permitir que continue nas redes esta barbárie, inclusive com neofascistas fazendo ataque e implantando o terror nas redes sociais? Isso não pode”, destacou.

Entre os principais pontos previstos estão a responsabilização das plataformas por conteúdo ilegal disseminado em seus meios, a determinação de que relatórios de transparência sejam divulgados semestralmente e a criação de um entidade autônoma para fiscalizar o cumprimento das determinações. O PL também estabelece o “dever de cuidado”, que determina que as plataformas, antes mesmo de serem notificadas, fiscalizem os conteúdos veiculados em suas redes para impedir propagação de conteúdo ilegal.

Fonte: O Globo e Agência Câmara de Notícias

Mais de 80 cristãos são mortos em 10 dias de terror no Congo

Os esforços de grupos terroristas para islamizar a República Democrática do Congo têm levado cristãos à morte no país. (Foto: World Watch Monitor)
Os esforços de grupos terroristas para islamizar a República Democrática do Congo têm levado cristãos à morte no país. (Foto: World Watch Monitor)

A Igreja na República Democrática Oriental do Congo (RDC) está enfrentando uma batalha contínua do terrorismo perpetrado pelas Forças Democráticas Aliadas (ADF), um dos vários grupos armados operando em toda a região, que se comprometeu a matar mais cristãos em nome de Alá.

Nos últimos dez dias, mais de 80 pessoas foram mortas e centenas foram sequestradas pelo grupo extremista ADF, que alega ter aliança com o Estado Islâmico, na província de Kivu do Norte.

Durante décadas, o ADF tem promovido assassinatos, mutilações, sequestros e forçado deslocamentos de milhões de pessoas em Kivu do Norte, apesar da presença de forças de paz, bem como tropas locais e regionais na região conturbada.

Em um comunicado, o vigário da paróquia de Babwisi, onde dezenas de cristãos foram mortos, relatou:

“Abril acabou sendo um mês de derramamento de sangue, irônico da expectativa de paz depois de celebrar a morte e a ressurreição de Cristo Jesus. De 7 a 18, foram numerosos os assassinatos de cristãos nas seguintes entidades: Mavete, Musandaba, Katere e Mamungelesi, todas na Oicha Oeste.”

“Na sexta-feira, 7 de abril, e no sábado, 8 de abril de 2023, 26 pessoas foram mortas pelos rebeldes das ADF nas aldeias de Mavete e Musandaba, território do Beni. Entre eles estavam membros da paróquia de Babwisi, que é a diocese de Beni, onde oito homens foram mortos deixando viúvas e filhos”, explicou.

“Na terça-feira, 18 de abril de 2023, 45 pessoas foram mortas por esses mesmos rebeldes do ADF, desta vez em Katere e Mamungelesi, em uma noite de horror insondável, onde homens, mulheres e crianças foram massacrados como galinhas. Durante seu ataque, perdemos um de nossos evangelistas junto com sua esposa. O nome dele é Emmanuel Kambale. A freguesia está devastada. Além disso, mais de 30 pessoas foram sequestradas e seu paradeiro é desconhecido.”

Ele acrescentou: “Dois dias após o ataque de Katere e Mamungelesi, nove corpos foram descobertos a vários quilômetros de Katere e foi estabelecido que eles foram vítimas dos sequestros de terça-feira pelo ADF. Isso elevou o total de cristãos mortos em Katere e Mamungelesi para 54.”

De acordo com um sobrevivente do ataque em Katere, durante estes últimos dez dias de abril, oitenta pessoas foram mortas e várias outras foram sequestradas. Além disso, há suspeitas de que algumas das vítimas tenham sido jogadas no rio Samboko e ainda estejam desaparecidas.

Os ataques de abril forçaram milhares de pessoas a fugir de suas aldeias e entrar nas cidades mais seguras de Oicha, Mbau e Beni como refugiados. O líder paroquial pediu às pessoas de bem que ajudassem as muitas viúvas e órfãos que vivem como refugiados em Oicha.

Fonte: Guia-me com informações de International Christian Concern

Fé em Deus aumentou entre os jovens após a pandemia, diz pesquisa

Jovens adorando a Deus (Foto: Reprodução)
Jovens adorando a Deus (Foto: Reprodução)

De acordo com uma pesquisa recente realizada com jovens americanos entre 18 e 25 anos, há um aumento no número de pessoas que acreditam em Deus ou em um poder superior.

Realizada em dezembro pelo Springtide Research Institute e anotada no domingo pelo Wall Street Journal, a pesquisa descobriu que cerca de um terço dos entrevistados acredita em um poder superior, apontando um aumento de um quarto no número de pessoas que afirmaram isso em 2021.

Em entrevista ao Wall Street Journal, vários jovens adultos, líderes da igreja e teólogos atribuíram o aparente aumento dos problemas advindos da pandemia de Covid-19.

Alguns dos jovens que foram entrevistados pelo Springtide Research indicaram que a crença em um poder superior não está necessariamente associada a uma religião organizada.

“Estamos vendo uma abertura para a transcendência entre os jovens que não víamos há algum tempo”, disse Abigail Visco Ruusert, reitora associada do Seminário Teológico de Princeton.

O Wall Street Journal observou que outras pesquisas, como a realizada pela Gallup em 2022, apontam para um declínio na crença em Deus.

Embora a grande maioria dos entrevistados ainda acredite em Deus, a pesquisa da Gallup mostrou que esse número caiu de 87% em 2017 para 81% em 2021. Segundo a Gallup, mais de 90% dos americanos acreditavam em Deus entre 1944 e 2011.

Em março, uma pesquisa do Wall Street Journal-NORC descobriu que apenas 31% dos americanos com idades entre 18 e 29 anos afirmaram que a religião era muito importante para eles, o que representa a porcentagem mais baixa entre todas as faixas etárias adultas, de acordo com o veículo.

Um relatório publicado em setembro pelo Pew Research Center e pelo General Social Survey descobriu que há uma tendência de adultos deixando o cristianismo e se tornando ateus, agnósticos ou não afiliados a nenhuma religião específica.

O relatório previu que se o ritmo atual de cristãos com menos de 30 anos abandonando sua fé acelerar, os adeptos da religião historicamente dominante nos EUA podem se tornar uma minoria até 2045.

A pesquisa do Springtide Research Institute foi realizada em um momento em que movimentos de reavivamento têm ocorrido em alguns campi universitários, como na Asbury University em Wilmore, Kentucky, que atraiu a atenção nacional em fevereiro, quando os alunos realizaram cultos na capela por 24 horas por dia, durante vários dias consecutivos.

Movimentos semelhantes se espalharam para outras faculdades cristãs em todo o país.

“Se você olhar para o mundo e observar o que está acontecendo e o que a Geração Z está enfrentando, acho que eles estão absolutamente desesperados por algo diferente do que o mundo está dando a eles agora”, disse Abby Laub, diretora de comunicações da Asbury University, à Fox News Digital na época, acrescentando que a Geração Z sofreu muito nos últimos anos.

Fonte: Guia-me com informações de Fox News

Mais de 100 estudantes universitários cristãos foram presos na Eritreia

Preso lendo a Bíblia na cadeia
Preso lendo a Bíblia na cadeia

No início deste mês, a polícia da Eritreia invadiu um local onde estava um grupo de estudantes universitários cristãos que se reuniram para adorar e gravar videoclipes para as redes sociais.

A Release International informou que 103 cristãos, principalmente estudantes, foram presos na repressão que ocorreu na capital, Asmara, e os detidos foram levados para a prisão de Mai Serwa.

Existem agora mais de 1000 prisioneiros cristãos detidos indefinidamente sem julgamento na Eritreia. A prisão para onde os estudantes foram levados, Mai Serwa, é conhecida por suas duras condições, superlotação e mau tratamento aos internos. Muitos prisioneiros foram presos por motivos políticos.

Conhecido como o pior violador governamental da liberdade religiosa na África, a Eritreia há muito opera como um estado pária por seu flagrante desrespeito aos direitos humanos. Embora ocasionalmente liberte prisioneiros, sabe-se que mantém muitos cristãos e outras minorias religiosas em condições abismais. Sobreviventes de vários campos de prisioneiros da Eritreia relatam os piores abusos imagináveis, incluindo tortura severa e alojamentos grosseiramente desumanos.

Em 2021, a União Europeia sancionou a Eritreia por suas “ graves violações dos direitos humanos, em particular prisões arbitrárias, execuções extrajudiciais, desaparecimentos forçados de pessoas e tortura cometida por seus agentes”.

A Eritreia tem uma história bem documentada de tratamento desumano de seus prisioneiros e de direcionar tratamentos particularmente severos para minorias religiosas. Os Estados Unidos não aderiram à União Europeia em suas sanções à Eritreia, de acordo com sua política de conciliação de anos, em vez de confronto, embora designassem a Eritreia como um país de preocupação particular por violações particularmente graves da liberdade religiosa em um anúncio de novembro de 2021.

Prisões e novos desafios

Relatórios internacionais indicam que milhares de cristãos foram presos arbitrariamente nos últimos dez anos por causa da fé em Jesus na Eritreia, ou seja, não tiveram direito a defesa e a um julgamento adequado. Em muitos casos, o preço para a liberdade é renunciar a Cristo. Aqueles que permanecem firmes em Jesus enfrentam tortura, fome e escassez de medicação nos presídios, pois são considerados cidadãos de segunda classe.

A opressão islâmica é outro tipo de perseguição aos cristãos. A comunidade islâmica começou a crescer por volta do século 7 d.C. e hoje corresponde à metade da população eritreia. Muitos muçulmanos buscam uma convivência pacífica, no entanto, entre eles há extremistas que acreditam que aqueles que não seguem o islã devem ser eliminados, o que levou os cristãos a viverem no interior do país.

A Eritreia ocupa o 4° lugar na Lista Mundial da Perseguição 2023.

Apesar das dificuldades, a igreja continua crescendo na Eritreia com cristãos que enfrentam a oposição com coragem e amor em Cristo.

Folha Gospel com informações de International Christian Concern e Portas Abertas

Nigéria: pastor e mais 134 cristãos foram mortos por extremistas islâmicos

Um enterro de cristãos na Nigéria (Foto: Release International)
Um enterro de cristãos na Nigéria (Foto: Release International)

Extremistas islâmicos mataram um pastor no nordeste da Nigéria, e terroristas no estado de Benue, no centro do país, mataram 134 cristãos na primeira semana de abril, disseram fontes.

O reverendo Yakubu Shuaibu da Igreja dos Irmãos na Nigéria (EYN) foi morto no estado de Borno por terroristas da Província do Estado Islâmico da África Ocidental (ISWAP) que na noite de 4 de abril invadiram sua casa em Madlau, condado de Biu, disse O líder do EYN, Salamatu Billi.

Eles também atiraram e feriram sua esposa grávida, que estava recebendo tratamento no Hospital Geral de Biu, na cidade de Biu, disse Billi. O pastor também deixa outro filho.

O corpo do pastor Shuaibu foi enterrado em sua cidade natal, Dzangwala, condado de Gombi, estado de Adamawa, disse Billi. O casal começou a trabalhar na área com a igreja EYN há quatro anos.

“Por favor, vamos todos orar pela recuperação de sua esposa, para que Deus conforte toda a sua família e pela igreja de Deus e ministros da igreja que trabalham nas zonas de perigo dos estados de Borno e Adamawa”, disse Billi.

“A caça aos cristãos, especialmente ministros que servem na igreja, por terroristas no nordeste da Nigéria continua. Este é o terceiro pastor da EYN a ser morto a sangue frio em pouco tempo por esses terroristas.”

O ISWAP também atacou as aldeias predominantemente cristãs de Njimtilo, Pulka e Ajiri Mafa ao mesmo tempo em que o pastor foi morto, disse a moradora da área, Josephine Joseph.

“Durante os ataques, os terroristas destruíram casas de cristãos e saquearam alimentos”, disse Joseph.

No estado de Benue, no cinturão central da Nigéria, pastores Fulani mataram 134 cristãos de 2 a 10 de abril, disse o governador de Benue, Samuel Ortom, em um comunicado à imprensa.

“Dentro de uma semana, 134 cristãos foram mortos por pastores”, disse ele. “Isso além do fato de que das 23 áreas do governo local do estado, 18 delas foram devastadas por ataques de pastores, e a maioria dos cristãos nessas áreas do conselho foram deslocados.”

Os pastores atacaram as áreas do governo local de Makurdi, Guma, Otukpo, Apa e Logo, disseram moradores. Eles também atacaram o condado de Kwande, disse o residente da área, Dominic Anza, presidente da Igreja Cristã Reformada Universal (NKST).

“Os terroristas Fulani armados atacam nossas comunidades cristãs há anos, mas recentemente esses ataques se tornaram tão intensos que dificilmente passa um dia sem que uma comunidade seja atacada”, disse o pastor Anza. “Minha aldeia de Turan, na área do governo local de Kwande, também foi atacada por esses pastores Fulani, e muitos cristãos em minha aldeia foram mortos.”

Os cristãos afetados nas áreas são em sua maioria membros do NKST, da Igreja Católica Romana, da Igreja Metodista e das igrejas pentecostais, e agora não podem realizar cultos, disse ele.

“A casa da minha família foi incendiada pelos pastores e todos os meus parentes foram desalojados”, disse o pastor Anza. “É impossível para mim sequer tentar visitar minha aldeia, porque esses pastores tomaram conta das comunidades afetadas.”

A maioria dos cristãos mortos eram mulheres e crianças, e milhares de deslocados vivem em campos, disse ele.

“Eles nem mesmo estão seguros lá, pois neste período, esses acampamentos também foram atacados e muitos cristãos foram mortos”, disse o pastor Anza.

Pastores atacaram uma instalação que abrigava cristãos deslocados no vilarejo de Ngban, condado de Guma, em 7 de abril por volta das 22h, matando 38 cristãos e ferindo outros 36, disse o líder comunitário Dennis Shemberga. Catherine Anene, porta-voz do Comando do Estado de Benue, confirmou o ataque aos cristãos deslocados no acampamento da aldeia de Ngban.

Terroristas armados invadiram a vila predominantemente cristã de Umogidi, condado de Otukpo, em 5 de abril, matando 52 cristãos, disse um oficial do conselho.

“Os terroristas Fulani têm aterrorizado os cristãos nesta área ao longo dos anos; eles destroem fazendas pertencentes aos cristãos à vontade, e qualquer cristão que tente questionar suas ações é morto”, disse Bako Eje, presidente do Conselho de Governo Local de Otukpo.

No condado de Apa, pastores atacaram aldeias em 3 de abril, matando 47 cristãos, disseram moradores da área.

“Aldeias cristãs como Ikpobi, Odugbo, Akpanta, Ologba e Oyiji foram afetadas adversamente, pois muitos cristãos foram mortos e muitos mais deslocados”, disse o líder comunitário da área, John Antenyi. “Isso vem acontecendo ao longo dos anos, mas se tornou mais pronunciado neste mês de abril.”

Os terroristas Fulani atacaram um serviço religioso na vila de Akenawe, condado de Logo, em 2 de abril, mataram um cristão e levaram quatro outros cativos sob a mira de uma arma, disse o líder comunitário Hemen Terkimbi.

“Os cristãos estavam na igreja durante uma vigília noturna quando os terroristas os atacaram”, disse Terkimbi. “Um adorador cristão foi morto, cinco outros cristãos ficaram feridos e quatro adoradores cristãos, incluindo o pastor residente, o reverendo Gwadue Kwaghtyo, foram capturados e levados para um local desconhecido.”

Outro líder comunitário, Eche Akpoko, disse que em quatro meses, pastores mataram mais de 89 cristãos em 31 aldeias da área, incluindo Ope-Ikobi, Ochi-Ikobi, Ijaha-Ikobi, Imana-Ikobi, Oleoke-Ikobi, Ebugodo-Edikwu, Ankpali – Edikwu, Olegijamu-Edikwu, Olekele-Edikwu, Ukpogo-Edikwu, Edikwu-Icho, Edikwu-Oladoga, Okwiji-Edikwu e Ojecho- Edikwu.

Situação dos cristãos na Nigéria

A Nigéria liderou o mundo em cristãos mortos por sua fé em 2022, com 5.014, de acordo com o relatório de 2023 da Portas Abertas. Também liderou o mundo em cristãos sequestrados (4.726), agredidos ou assediados sexualmente, casados ​​à força ou abusados ​​física ou mentalmente, e teve o maior número de casas e empresas atacadas por motivos religiosos. Como no ano anterior, a Nigéria teve o segundo maior número de ataques a igrejas e pessoas deslocadas internamente.

Na Lista Mundial da Perseguição de 2023 dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria saltou do 7º lugar no ano anterior para o sexto lugar, sua classificação mais alta de todos os tempos.

“Militantes do Fulani, Boko Haram, Província do Estado Islâmico da África Ocidental (ISWAP) e outros conduzem ataques a comunidades cristãs, matando, mutilando, estuprando e sequestrando para resgate ou escravidão sexual”, observou o relatório WWL. “Este ano também viu essa violência se espalhar para a maioria cristã ao sul da nação… O governo da Nigéria continua negando que isso seja perseguição religiosa, então as violações dos direitos dos cristãos são realizadas com impunidade.”

Contando com milhões na Nigéria e no Sahel, os Fulani predominantemente muçulmanos compreendem centenas de clãs de muitas linhagens diferentes que não possuem visões extremistas, mas alguns Fulani aderem à ideologia islâmica radical, o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos do Reino Unido para a Liberdade Internacional ou Crença (APPG) observou em um relatório recente .

“Eles adotam uma estratégia comparável ao Boko Haram e ISWAP e demonstram uma clara intenção de atingir os cristãos e símbolos poderosos da identidade cristã”, afirma o relatório do APPG.

Líderes cristãos na Nigéria disseram acreditar que os ataques de pastores às comunidades cristãs no Cinturão Médio da Nigéria são inspirados por seu desejo de tomar à força as terras dos cristãos e impor o Islã, já que a desertificação tornou difícil para eles sustentar seus rebanhos.

Folha Gospel com informações de The Christian Today e Morning Star News

Bruna Karla canta na UTI para bebê que abre os olhos pela primeira vez

Bruna Karla cantando para o menino Benício que está na UTI com um tumor cerebral. (Foto: Reprodução/Instagram/Vitória Guinancio)
Bruna Karla cantando para o menino Benício que está na UTI com um tumor cerebral. (Foto: Reprodução/Instagram/Vitória Guinancio)

Na terça-feira (25), a cantora cristã Bruna Karla cantou para um bebê que está internado em estado grave na UTI.

Um vídeo no Instagram, postado pela mãe de Benício, mostra Bruna à beira do leito, cantando sua música “Não acabou”.

“Quem determina o começo e o fim é o meu Deus. E Ele me diz. Não acabou, não acabou. Abro os meus olhos e posso ver cadeias caindo”, louvou a cantora.

A mãe de Benício, Vitória Guinancio, testemunhou que durante o louvor, o bebê abriu os olhos pela primeira vez.

“Mamãe tentou me chamar várias vezes e eu não abria. Foi só ouvir a titia louvando e eu abri. Nem precisamos dizer que papai e mamãe choraram muito né?”, escreveu Vitória, na postagem.

“Tive que postar porque fiquei muito emocionada! Eu sei que não acabou!”, declarou ela. O vídeo de Bruna cantando para o menino viralizou na internet.

Benício está com um tumor cerebral e continua em estado grave no hospital. A família iniciou uma arrecadação online para pagar as despesas médicas e procedimentos.

“Continuem orando e declarando o milagre na vida do Benício. Nós cremos!”, escreveu Bruna Karla, em storie no seu Instagram.

A mãe também está pedindo oração por um milagre na vida do filho. “O que mais ele precisa agora é do poder da oração. Ore sem cessar, jejue, coloque o relógio para te lembrar. Meu bebê precisa da sua oração”, suplicou Vitória, em postagem.

Fonte: Guia-me

Paquistão, um dos países mais perigosos para os cristãos

Bandeira do Paquistão (Imagem: Canva Pro)
Bandeira do Paquistão (Imagem: Canva Pro)

No Paquistão, o 7º país da Lista Mundial da Perseguição 2023, mais de 90% dos paquistaneses são muçulmanos enquanto o restante da população se divide em hindus, cristãos e outras minorias religiosas. A Constituição determina que o Estado deve proteger os direitos das minorias, contudo, isso não acontece na prática.

A opressão islâmica atinge os cristãos desde a fase escolar. Desde 1972, as escolas cristãs foram nacionalizadas e o currículo escolar nacional passou a incluir conteúdos islâmicos obrigatórios. Dessa forma, as crianças crescem sob os princípios muçulmanos e envolvidas pela discriminação contra minorias religiosas no país.

Sequestros e casamentos forçados

As mulheres cristãs também são muito vulneráveis na região. A violência sexual é apenas uma das agressões que elas enfrentam. Aproximadamente mil meninas e mulheres entre cinco e 25 anos são sequestradas, vítimas de conversão forçada ao islã e são submetidas a casamentos forçados com muçulmanos a cada ano no Paquistão.

As famílias das vítimas denunciam essas violações, mas, enquanto o processo judicial não é concluído, elas ficam com o sequestrador. Os raptores as submetem a abusos, violência doméstica, muitas são usadas para prostituição e para o tráfico de pessoas também. O muçulmano sempre tem prioridade diante das minorias no Paquistão, mesmo que seja acusado de um crime, por isso as vítimas não são resgatadas. A lei está contra elas.

Há relatos de garotas entre 12 e 14 anos que foram forçadas a se converter ao islã e se casarem com os homens que as sequestraram. Os líderes religiosos que oficializam esses casamentos dizem que, segundo a sharia (conjunto de leis islâmicas), as meninas atingiram a puberdade e estão prontas para a união.

Fonte: Portas Abertas

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