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Daniela Lima, da CNN, é criticada após dizer que defender trechos da Bíblia pode incorrer em crime

Daniela Lima é jornalista da CNN (Foto: Reprodução)
Daniela Lima é jornalista da CNN (Foto: Reprodução)

O Projeto de Lei 2630/2020, denominado Lei das Fake News, tem causado uma grande polêmica na sociedade brasileira, além de ser classificado pelos contrários à sua aprovação como censura.

Em um desses embates, a jornalista Daniela Lima citou a Bíblia durante a apresentação de seu programa jornalístico, para justificar sua posição.

Daniela disse que a Bancada Evangélica alardeou mentiras e citou um integrante do grupo, que teria declarado que “trechos da Bíblia seriam proibidos de circular pois podem ser interpretados como discurso de ódio”

E continuou: “Trechos que falam contra a população LGBTQIA+ e se você repetir na rua o que ele está querendo que você possa dizer na internet, você pode ser indiciado por homofobia, que prega a submissão da mulher ao seu marido, oi!, no século 21”.

Diante da possível retirada do projeto da pauta (antes que isso de fato acontecesse), a jornalista colocou o peso sobre a Bancada Evangélica, que segundo ela decidiu “entrar com tudo” na questão.

“Por conta de uma interpretação bizarra e falsa de que haveria veto a trechos da Bíblia”, mas que segundo a jornalista “não é”, Daniela explicou que se esses textos bíblicos forem defendidos na rua podem levar as pessoas à prisão por racismo, homofobia, além de serem acusadas de assédio ou tratamento misógino.

Repercussão negativa

O vídeo teve grande repercussão nas redes sociais e comentários em sua grande maioria negativos. Um dos críticos, o deputado federal Carlos Jordy escreveu:

“Em defesa do PL da censura, Jornalista da CNN Brasil afirma que, se você defender determinados trechos da Bíblia, poderá ser preso por racismo, homofobia e misoginia. Entendem porque não podemos deixar esse absurdo ser aprovado? PL 2630 não!”.

Após repercussão da opinião que emitiu, Daniela escreveu no Twitter, ao lado de partes do livro de Êxodo:

“E o que faz a extrema direita quando algo q eles não querem ganha proporção? Recorta um trecho, tira o contexto, e joga pra turba do ódio. Sim, se vc defender ao pé da letra ALGUNS trechos da Bíblia no meio da rua, pode incorrer em crime. Exemplos abaixo. Tudo do livro de Êxodo”.

Posteriormente, Daniela voltou ao Twitter, usando palavras como “sacana” para denominar os que segundo ela interpretam a Bíblia literalmente de forma errada. Revelando que foi criada na Igreja Presbiteriana, escreveu:

“E aos sacanas que estão explorando isso. Pq eu conheço esses trechos? Pq fui criada na igreja presbiteriana (evangélica), tenho profissão de fé, e, bom, irmãos, bons pastores que ensinam a INTERPRETAR a Bíblia. Que os odientos venham aqui, ao menos, e encontrem a verdade.”

‘Desrespeito’

O pastor Renato Vargens, em seu Instagram, escreveu sobre as falas da jornalista:

“Em tom absurdo de desrespeito, a jornalista Daniela Lima cita trechos bíblicos que segundo ela incitariam a crimes de homofobia, apologia à escravidão etc.”

Contrário ao PL, o pastor escreveu, em outra publicação:

“Se for aprovado o PL 2630 eles censurarão as redes sociais. Depois censurarão livros, filmes, novelas, músicas, teatro, séries e jogos. Por fim censurarão as igrejas não permitindo assim opiniões contrárias às deles e daí será tarde demais.”

“Cretina”

O pastor Silas Malafaia criticou duramente a jornalista. O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo chamou a jornalista da CNN de “cretina” e disse que ela não entende nada sobre a Bíblia.

Malafaia também disse que “a CNN ofende a fé de milhões de cristãos” e disse que “querem censurar as redes sociais” e que “eles tem a liberdade de caluniar, difamar e produzir a fake news”.

Fonte: Guia-me e Portal do Trono

Pesquisa mostra que 3 em cada 5 trabalhadores dos EUA temem compartilhar opiniões religiosas no local de trabalho

Evangelizando no trabalho (imagem ilustrativa)
Evangelizando no trabalho (imagem ilustrativa)

Quase dois terços dos adultos empregados nos Estados Unidos acreditam que explicar respeitosamente suas crenças políticas ou religiosas no trabalho pode ter repercussões negativas, de acordo com uma nova pesquisa.

A pesquisa da Ipsos foi encomendada como parte da iniciativa Viewpoint Diversity Score da Alliance Defending Freedom (ADF). A pesquisa “Freedom at Work” entrevistou aproximadamente 3.000 adultos americanos empregados de 7 de outubro a 16 de novembro de 2022, com um intervalo de credibilidade de +/- 2,5 pontos para toda a amostra.

Entre os resultados publicados, os pesquisadores descobriram que três em cada cinco entrevistados disseram que era “provável ou um pouco provável” que “expressar respeitosamente opiniões religiosas ou políticas” resultaria em “consequências negativas no trabalho”.

Além disso, um em cada quatro entrevistados disse conhecer “alguém que sofreu consequências negativas por expressar respeitosamente suas opiniões religiosas e políticas”.

O advogado sênior e vice-presidente sênior de engajamento corporativo da ADF, Jeremy Tedesco, disse que “os resultados desta pesquisa mostram que um número significativo de funcionários” temem que “suas opiniões religiosas ou políticas possam custar-lhes o emprego”.

“Criamos o Índice de Pontuação de Diversidade de Ponto de Vista Empresarial para ajudar as empresas a medir e melhorar seu respeito pela diversidade religiosa e de ponto de vista”, disse Tedesco.

“As empresas podem dar grandes passos para reconquistar a confiança de seus funcionários e melhorar suas pontuações no Índice de Negócios fazendo quatro coisas: (1) adotando nossa política modelo sobre acomodações religiosas, (2) adotando nossa política modelo protegendo o exercício dos direitos civis dos funcionários fora do trabalho, (3) incluir instituições de caridade religiosas em programas de doação de caridade para funcionários e (4) participar da parte do Índice de Negócios da pesquisa, que pede às empresas que divulguem políticas e práticas internas envolvendo liberdades civis”.

Outras descobertas do relatório incluíram que 54% dos entrevistados disseram acreditar que compartilhar conteúdo político em suas próprias contas de mídia social pode ter consequências negativas no trabalho, e 42% dos potenciais candidatos a emprego disseram que eram menos propensos a se candidatar a uma empresa que tinha uma cultura de trabalho que era hostil às suas visões religiosas ou políticas.

Caso do carteiro

A pesquisa ocorre enquanto uma batalha legal continua sobre a demissão de um carteiro americano cristão que se recusou a entregar pacotes aos domingos.

O First Liberty Institute, Baker Botts LLP, o Church State Council e o Independence Law Center entraram com uma apelação na Suprema Corte dos EUA em nome de Gerald Groff em agosto passado.

O recurso buscava que o tribunal superior anulasse uma decisão do tribunal inferior contra Groff e argumentasse que demitir o carteiro violava o Título VII da Lei dos Direitos Civis de 1964, que proíbe os empregadores de discriminar com base em crenças religiosas.

Em maio de 2022, um painel de três juízes do Tribunal de Apelações do Terceiro Circuito dos Estados Unidos decidiu por 2 a 1 contra Groff, concluindo que o Serviço Postal dos Estados Unidos poderia forçá-lo a trabalhar aos domingos.

A juíza Patty Shwartz, indicada por Obama, foi a autora da opinião da maioria, concluindo que isentar Groff do trabalho de domingo “causaria dificuldades indevidas” para o serviço postal.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Tesoureiro de Igreja Adventista é acusado de desviar quase R$ 500 mil em dízimos e ofertas

Dízimos e ofertas (Foto Canva Pro)
Dízimos e ofertas (Foto Canva Pro)

A Igreja Adventista do Sétimo Dia em Mato Grosso do Sul (MS), teve um membro de uma congregação que também é tesoureiro voluntário acusado de desviar ofertas e dízimos de fiéis durante 1 ano em um total de R$ 467,9 mil.

Um dos frequentadores desconfiou dos desvios por não receber os recibos das ofertas feitas por ele e relatou o fato ao assistente financeiro em abril de 2019.

Após uma averiguação nos dados contábeis da igreja não foram encontrados documentos dos dízimos e ofertas feitas pelos fiéis.

O pastor da igreja foi procurado e foi relatado para ele toda a situação. Ainda foi descoberto que o tesoureiro emitia recibos falsificados de fiéis que não estavam na planilha.

Após uma busca, foram encontrados envelopes não devolvidos e cheques desviados. Pressionado, o tesoureiro acabou confessando ter desviado o dinheiro da igreja em um montante de R$ 80 mil, mas depois descobriu-se que o rombo era de mais de R$ 467 mil.

O tesoureiro voluntário contou que parte do dinheiro desviado ele usou na igreja, mesmo sem aprovação. O acusado também chegou a falar que cometeu o crime após ver facilidades para burlar o sistema. O período em que houve os desvios foi de setembro de 2018 a abril de 2019.

Procurado pela administração da Igreja, o homem disse que poderia devolver o valor de pouco mais de R$ 241 mil em 285 parcelas, ou seja, pouco mais de 23 anos para quitar parcialmente o dinheiro.

Em junho de 2021, o MPMS (Ministério Público Estadual do Mato Grosso do Sul) recebeu a denúncia, e foi marcada uma audiência para o dia 16 de maio.

Fonte: Portal de Prefeitura com informações de Fuxico Gospel

Adolescentes morrem afogados após batismo de igreja evangélica em MG

Pessoa se afogando (imagem ilustrativa)
Pessoa se afogando (imagem ilustrativa)

Dois adolescentes, de 12 e 13 anos, morreram afogados após uma cerimônia de “batismo” de uma igreja evangélica na represa Machado Mineiro, na zona rural de Ninheira, no Norte de Minas Gerais. O incidente ocorreu no domingo, 30 de abril, e os corpos foram enterrados na segunda-feira, 1º de maio, sob forte comoção.

O duplo afogamento aconteceu no lago da represa construída no Rio Pardo, na comunidade de Nogueira, a 35 quilômetros da sede de Ninheira, um município com cerca de 10.350 habitantes, localizado a 787 quilômetros de Belo Horizonte.

Renan e Isabella morreram afogados após batismo em represa em MG

Segundo uma testemunha, outras duas pessoas também se afogaram, mas sobreviveram. Uma delas, a menina Isabella, chegou a ser socorrida e levada para o Centro Municipal de Saúde de Ninheira, mas não resistiu.

O grupo da igreja evangélica foi até o lago de Machado Mineiro para realizar o “batismo” dos fiéis em um local raso do reservatório. Após a cerimônia, os presentes participavam de um churrasco quando algumas pessoas entraram na barragem. Os dois adolescentes se deslocaram para a parte mais funda do lago e acabaram se afogando.

Outras pessoas tentaram socorrer os adolescentes, mas não conseguiram salvá-los. Os corpos de Renan e Isabella foram velados em uma igreja evangélica de Ninheira. A morte dos dois adolescentes causou grande comoção na pequena cidade, e vários estudantes, colegas das vítimas, ficaram chocados e precisaram de atendimento médico durante o velório.

Fonte: Estado de Minas

Terroristas matam 12 cristãos no estado de Nasarawa, na Nigéria central

Mapa da Nigéria (Foto: Canva Pro)
Mapa da Nigéria (Foto: Canva Pro)

Extremistas Fulani e outros terroristas mataram 12 pessoas em 16 de abril em ataques a aldeias predominantemente cristãs da Nigéria central que continuaram até 19 de abril, disseram fontes.

Os agressores incendiaram a casa de um pastor e outras casas pertencentes a cristãos nos ataques a Tattara Mada, Migini, Angwan Barau e outras aldeias no condado de Kokona, estado de Nasarawa, disseram moradores da área.

“A casa do pastor da congregação local da ECWA [Igreja Evangélica Ganhando Todos] no vilarejo de Tattara Mada foi incendiada, e dezenas de outras casas pertencentes a cristãos também foram destruídas pelos pastores”, disse o Rev. Danladi Ndoh, morador do vilarejo e presidente do distrito de ECWA Angwan Takwa, disse ao Morning Star News por telefone. “Centenas de membros de nossa igreja foram deslocados, e isso sem contar os 12 cristãos mortos.”

Chorio Musa, morador da área, identificou os agressores como terroristas Fulani.

“As vítimas foram assassinadas como animais, enquanto alguns habitantes dessas comunidades ainda estão desaparecidos”, disse Musa. “Valores no valor de milhões de nairas foram perdidos. Mais de 50 casas foram reduzidas a cinzas, e alimentos e colheitas também foram reduzidos a cinzas.

Os sobreviventes ficaram presos sem qualquer assistência do governo do estado de Nasarawa, disse ele.

O pastor Elisha Tangwai disse que toda a aldeia de Tattara Mada estava confusa após os assassinatos de 16 de abril.

“Vamos orar pela intervenção de Deus, para que a paz seja restaurada e para que a sanidade prevaleça nesta comunidade”, disse o pastor Tagwai.

Pius Kyubeh, da Mada Development Association, disse que 86 casas foram destruídas nas comunidades da área.

“Tattara Mada é um assentamento que predominantemente tem uma coleção de milhares de cristãos Mada adjacentes a outras aldeias como Kama Yanda, Kama Madaki, Ngah Habu, Angwan Barrau, Angwan Takpa, etc.”, disse Kyubeh. “Esses ataques realizados por Fulani armados contra cristãos Mada desarmados de Tattara Mada e arredores são o auge do terrorismo desenfreado, como foi perpetrado em outras partes da Nigéria central”.

Kyubeh disse que nas visitas de sua equipe à área, os aldeões disseram que nada menos que 12 cristãos foram mortos por pastores/milícias Fulani bem armados.

“Muitos cristãos ficaram desabrigados e, em alguns casos, os cristãos foram forçados a fugir de suas casas”, disse ele.

Nanham Nansel, porta-voz do Comando de Polícia do Estado de Nasarawa, disse em um comunicado à imprensa que o pessoal de segurança foi enviado para a área.

O governador de Nasarawa, Abdullahi Sule, divulgou um comunicado afirmando: “Não é apenas a comunidade Tattara que é afetada. Há também outras comunidades, Angwan Takpa, Angwan Ayaba e outras comunidades vizinhas, que foram deslocadas.”

A Nigéria liderou o mundo em cristãos mortos por sua fé em 2022, com 5.014 óbitos, de acordo com o relatório da Lista Mundial da Perseguição de 2023 da Portas Abertas. Também liderou o mundo em cristãos sequestrados (4.726), agredidos ou assediados sexualmente, casados ​​à força ou abusados ​​física ou mentalmente, e teve o maior número de casas e empresas atacadas por motivos religiosos. Como no ano anterior, a Nigéria teve o segundo maior número de ataques a igrejas e pessoas deslocadas internamente.

Na Lista Mundial da Perseguição de 2023 dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria saltou de 7º para o sexto lugar, sua classificação mais alta de todos os tempos.

“Militantes do Fulani, Boko Haram, Província do Estado Islâmico da África Ocidental (ISWAP) e outros conduzem ataques a comunidades cristãs, matando, mutilando, estuprando e sequestrando para resgate ou escravidão sexual”, observou o relatório WWL. “Este ano também viu essa violência se espalhar para a maioria cristã ao sul da nação… O governo da Nigéria continua a negar que isso seja perseguição religiosa, então as violações dos direitos dos cristãos são realizadas com impunidade.”

Contando com milhões na Nigéria e no Sahel, os Fulani predominantemente muçulmanos compreendem centenas de clãs de muitas linhagens diferentes que não possuem visões extremistas, mas alguns Fulani aderem à ideologia islâmica radical, o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos do Reino Unido para a Liberdade Internacional ou Crença (APPG) observou em um relatório recente .

“Eles adotam uma estratégia comparável ao Boko Haram e ISWAP e demonstram uma clara intenção de atingir os cristãos e símbolos poderosos da identidade cristã”, afirma o relatório do APPG.

Líderes cristãos na Nigéria disseram acreditar que os ataques de pastores às comunidades cristãs no Cinturão Médio da Nigéria são inspirados por seu desejo de tomar à força as terras dos cristãos e impor o Islã, já que a desertificação tornou difícil para eles sustentar seus rebanhos.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

Pesquisa revela importância da presença paterna no desenvolvimento infantil

Pai e filho (Foto: reprodução)
Pai e filho (Foto: reprodução)

Uma pesquisa realizado pelo Institute for Family Studies (Instituto de Estudos da Família) demonstrou a importância da figura dos pais biológicos para o desenvolvimento infantil.

De acordo com o resultado da pesquisa realizada nos Estados Unidos, crianças que crescem na ausência de pais biológicos tem uma probabilidade menor em realizar uma formação na faculdade em decorrência daqueles que convivem com os pais biológicos.

Quando o estudo equiparou raça, renda familiar, QI (Quociente de Inteligência) e outros fatores, nenhum foi tão decisivo quanto a base familiar. Os dados levantados pelo intituto analisou que o fator de ausência paterna gera duas vezes mais propensões em “ociosidade” – sem vínculo empregatício – em meninos da faixa de 20 anos de idade.

Do mesmo modo, outro indicativo foram problemas com autorisades ou leis em geral no período em que esses jovens adultos completam 35 anos. Segundo apresentação dos dados, a “ausência do pai” é uma das crises enfrentadas no Brasil e no mundo.

A pesquisa apresentou que 32% dos meninos dos Estados Unidos estão crescendo em lares sem seus pais biológicos.

Abandono paterno

De acordo com John Stonstreet, autor e palestrante que atua como presidente do Colson Center for Christian Worldview (Centro de Aconselhamento Bíblico), uma das causas para o abandono paterno é a revolução sexual e novas ideologias que infiltraram-se no mundo.

Segundo ele, a onda de divórcios e o aumento do casamento de pessoas do mesmo sexo, entre outros fatores contribuiu para a diminuição de crianças e o contato com os pais biológicos. Para John Stonstreet o crescimento social, emocional e espiritual de maneira saudável depende da presença dos pais, por comportamentos saudáveis e não saudáveis.

Stonstreet concluiu seu apelo destacando a importância do posicionamento da igreja, e que os cristãos devem desafiar os homens e mulheres assumirem o seu lugar na paternidade. Assim, assumindo suas responsabilidades como pais e mães independente da pressão cultural que possam enfrentar.

Comunhão com informações de The Christian Post.

Pastores vão na Câmara dos Deputados, divergem da bancada evangélica e apoiam PL das Fake News

Logos do Facebook e Instagram
Logos do Facebook e Instagram

Um grupo de lideranças evangélicas e católicas favoráveis ao PL 2630, que visa a regular a atividade das plataformas das redes sociais, esteve na Câmara dos Deputados, nesta terça, 2 de maio, para tentar convencer parlamentares a endossarem o projeto previsto para ser votado ainda hoje. Eles vão na contramão da maioria da Bancada Evangélica, que é contra o chamado PL das Fake News.

“Nós, como cristãos, estamos aqui para dizer que é da maior importância pessoas que se identificam com a mensagem de Jesus não deixarem que as redes sejam uma terra selvagem. Uma terra em que predadores, pedófilos e nazistas tenham franca liberdade para dizer e fazer o que quiserem”, afirma à coluna o pastor Ricardo Gondim, presidente da Igreja Betesda, considerado referência entre teólogos evangélicos.

O grupo se encontrou com o pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), da Igreja Batista do Caminho, e outros deputados federais.

Para Gondim, a presença do grupo no parlamento mostra que os deputados que se opõem ao PL 2630 não têm voz unânime entre esse segmento cristão no país. Lideranças da bancada evangélica na Câmara têm criticado o PL e afirmado que, mesmo com as mudanças feitas no texto pelo relator Orlando Silva (PC do B-SP), o projeto ainda não conta com o seu apoio.

“Estamos aqui para mostrar que há um segmento religioso cristão, evangélico e católico, que vê esse projeto de lei como uma defesa das crianças, dos mais vulneráveis e de pessoas menos informadas, mas também da soberania nacional”, diz o pastor.

Nos últimos dias, uma campanha de desinformação, promovida inclusive por parlamentares e que encontrou tração nas próprias plataformas, difundiu mentiras como a que diz que o PL permitirá que sejam censuradas postagens com trechos da Bíblia que tratam da homossexualidade. O projeto não altera a liberdade religiosa, garantida pela principal lei do país, a Constituição.

O deputado federal e ex-procurador da República Deltan Dallagnol (Podemos-PR), por exemplo, publicou que versículos serão banidos das redes sociais com aprovação do PL, sendo desmentido por agências de checagem.

A regulação da qual trata o projeto não afeta postagens individuais, nem regula o que é verdade ou mentira. Mas obriga as empresas donas de redes sociais a adotarem controles mais rigorosos para evitar conteúdos que promovam racismo e violência contra mulheres, que façam apologia a massacres em escolas e defendam golpes contra a democracia. Para implementar essas medidas, as redes sociais vão ter um aumento considerável em suas despesas.

As plataformas de redes sociais e grandes empresas de tecnologia que vêm pressionando o Congresso Nacional contra a aprovação do projeto. Nesta segunda (1), reportagem da Folha de S.Paulo traz elementos que indicam que o Google vem promovendo em suas plataformas críticas ao PL em detrimento à posição favorável.

“Não podemos permitir que empresas transnacionais, donas de segmentos da informação em escala mundial, pautem o que pode ou não acontecer dentro de um país”, afirma Ricardo Gondim.

O líder da igreja Betesda está acompanhado de Sérgio Dusilek, da Igreja Batista Marapendi, da bispa Marisa, da Igreja Metodista, da pastora Camila Oliver, da Igreja Batista Nazareth, mas também de religiosos católicos, como o frei Lorrane, da Ordem Franciscana dos Frades Menores, entre outros.

“A ideia é mostrar a cara se um segmento evangélico que não abraça um partido, mas sim questões caras à nossa humanidade e critérios éticos”, diz.

Fonte: UOL

Cantor Wanderson Motta sofre infarto e morre após culto no Maranhão

Wanderson fazia dupla com sua irmã Thallya. (Foto: Instagram/Wanderson e Tallya).
Wanderson fazia dupla com sua irmã Thallya. (Foto: Instagram/Wanderson e Tallya).

O cantor cristão Wanderson Mota, que fazia dupla com sua irmã Thallya, morreu no sábado (29), após sofrer um infarto.

Ele estava hospedado em um hotel na cidade de Estreito, no Maranhão, onde havia cantado em um evento de jovens da igreja Assembleia de Deus, segundo o Portal Pop Mais.

A morte repentina do jovem chocou fãs e amigos, que deixaram homenagens nas redes sociais e condolências à família.

O funeral aconteceu na segunda-feira (01) em uma congregação da Assembleia de Deus em Imperatriz, onde Wanderson congregava.

Durante o ato fúnebre, Thallya destacou a amizade com o irmão e o exemplo de fé que deu a ela, e relembrou da última agenda juntos, em Estreito.

“Antes da gente cantar, nós dobramos os joelhos, oramos e ele falou, toda a agenda ele falava: ‘Thallya, faz de conta que é a nossa última oportunidade que vamos ter, porque não sabemos o dia de amanhã, então dá o teu melhor para Jesus”.

E continuou: “Este ano tínhamos muitos projetos, em julho íamos lançar dois clipes, já tínhamos canções novas, tínhamos tantos projetos para esse ano, mas eram só os nossos projetos, não os de Deus”.

A cantora revelou que o irmão queria que ela continuasse cantando mesmo sem ele. “Quando ele pegou Covid, ele me disse: ‘Thallya, se eu morrer, não desiste de cantar, continua fazendo a obra do Senhor’”, contou.

E concluiu: “Ele morreu fazendo o que mais gostava de fazer: cantar. Ele gostava de viajar. Não tenho lembranças ruins com ele, ele sempre me dava conselhos, me incentivava”.

Um vídeo postado nas redes sociais mostra Wanderson cantando a música “Dependente” de Alisson e Neide, que fala sobre a chegada do cristão no Céu, em sua última escala, em Estreito.

“E quando eu chegar no Céu. O rosto do meu Deus eu quero ver. E quando eu chegar lá em Israel. Eu quero abraçar o Dono do Céu”, louvou ele.

Fonte: Guia-me

Bíblia é rasgada durante conferência satânica nos EUA

Líder do Templo Satânico rasga uma Bíblia (Foto: Reprodução Instagram)
Líder do Templo Satânico rasga uma Bíblia (Foto: Reprodução Instagram)

Entre os dias 28 e 30 de abril aconteceu a SatanCon 2023, uma conferência satânica realizada pelo Templo Satânico (TST) na cidade de Boston, Massachusetts (EUA), atraindo centenas de pessoas.

No primeiro dia de evento, dois líderes do TST aparecem em vídeos rasgando dólares, uma Bíblia, uma bandeira e um teclado.

Nos vídeos compartilhados nas redes sociais, é possível ouvir eles dizendo: “Estamos destruindo os símbolos que causam o mal”.

Durante os três dias de eventos, vários assuntos foram tratados, sendo que o primeiro deles foi chamado de “pânico satânico no Brasil”, dando destaque para a onda de ataques em escolas.

Outros assuntos discutidos foram como o corpo trans, desconstrução da educação religiosa (cristã), reimaginando Lilith como um arquétipo para a justiça reprodutiva, entre outras.

Aproveitando a repercussão do evento nas redes sociais, o TST divulgou o lançamento de um livro infantil, um público bastante disputado pelo grupo que tem projetos em algumas escolas dos EUA.

Esta foi a segunda edição do SatanCon, a primeira foi realizada em 2021 e os organizadores a chamam de “maior evento satânico do mundo”.

Assista:

Fonte: Pleno.News

Estudante universitário cristão morto por falar de Cristo para muçulmanos, em Uganda

Bandeira de Uganda tendo ao fundo a cidade de Kampala (Foto: Montagem FolhaGospel/Canva Pro)
Bandeira de Uganda tendo ao fundo a cidade de Kampala (Foto: Montagem FolhaGospel/Canva Pro)

Um estudante universitário cristão foi morto no norte de Uganda em 14 de abril por compartilhar sobre Cristo com os muçulmanos, disse um colega.

Jeremiah Mwanga, um estudante do segundo ano da Escola Cristã de Profissionais de Uganda em Lira, Região Norte, foi morto em seu quarto na escola na cela de Gwangabara, distrito de Boroboro, Divisão Leste em Lira. Ele tinha 24 anos.

Mwanga era natural do distrito de Kapchorwa, no leste de Uganda, onde também morava o aluno muçulmano da escola acusada de matá-lo.

“Jeremiah reclamou de mensagens de um dos alunos ameaçando matá-lo por enganar os muçulmanos, pregando-lhes o evangelho de Cristo, bem como convertendo-os à fé cristã na escola”, disse um amigo do falecido ao Morning Star News. “Ele pediu orações à comunidade da União Cristã.”

O amigo, cujo nome não foi divulgado por questões de segurança, disse que no dia 14 de abril ouviu gritos vindos de uma sala da escola por volta das 22h.

“Depois de 30 minutos, corri para o local do incidente e descobri que era o quarto de Jeremiah”, disse ele. “Dentro da sala havia uma poça de sangue.”

Mwanga já havia sido levado às pressas para uma clínica médica perto da escola, disse ele.

“Chegando à clínica, fui informado pela equipe médica que ele havia sido encaminhado ao Hospital Regional de Lira, onde foi declarado morto ao chegar”, disse ele. “Eu o encontrei deitado na cama do hospital, morto.”

O amigo solicitou que ele recebesse os pertences pessoais de Mwanga, incluindo seu telefone celular.

“Pesquisando o telefone, descobri que a mensagem ameaçadora era de um estudante muçulmano que também veio de Kapchorwa”, disse ele. “Então levei o telefone para a administração da escola, que relatou o caso à polícia.”

O suspeito, identificado apenas como Chengalat, estava desaparecido da escola. A polícia em Lira contatou oficiais do posto policial da cidade de Kapchorwa, que prenderam Chengalat na cidade. Chengalat foi levado a Lira para enfrentar acusações de assassinato, disse o amigo do falecido.

O assassinato foi o último de muitos casos de perseguição de cristãos em Uganda.

A constituição de Uganda e outras leis preveem a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e converter-se de uma fé para outra. Os muçulmanos representam não mais do que 12% da população de Uganda, com altas concentrações nas áreas orientais do país.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

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