O pastor Luciano Fernandes de Jesus, de 28 anos, foi preso na madrugada desta quinta-feira após tentar vender cocaína para duas moças. O caso ocorreu nas imediações de um carrinho de lanches, na região central de Araras.
De acordo com informações de um policial civil, o pastor estava no local quando teria oferecido o entorpecente para duas mulheres. Estas se negaram a comprar a droga, mas acionaram a polícia militar.
Os PM`s foram até o local, momento em que o pastor fugiu e se abrigou em um hotel da cidade. A polícia foi até lá e o deteve. Com ele havia um papelote de cocaína. O pastor negou o crime, mas foi levado para a delegacia e depois preso na cadeia da cidade.
As testemunhas disseram que o pastor ofereceu à elas 10 papelotes de cocaína, ao custo unitário de R$ 10. A Polícia não soube informar se o pastor tinha passagens por outros delitos.
A Arquidiocese de Vitória, no Espírito Santo, criou um comitê para fiscalizar as campanhas eleitorais dos candidatos às eleições deste ano.
A Comissão de Justiça e Paz vai colocar à disposição da população uma estrutura para receber denúncias de crime eleitoral que serão, depois, encaminhadas ao Ministério Público Estadual e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Todas as denúncias deverão, porém, ser comprovadas. As provas poderão ser testemunhais ou documentais, como fotos, folhetos, impressos ou gravações de comícios e pronunciamentos públicos.
As determinações da Justiça Eleitoral para as eleições deste ano proíbem a realização de showmícios para a promoção de candidatos e também a apresentação de artistas em eventos políticos.
Está proibida também a distribuição de chaveiros, bonés, canetas, material de construção, dinheiro, oferta de emprego, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor.
A Polícia chinesa deteve o bispo católico Yao Liang, auxiliar da diocese de Xiwanzi (na província de Hebei), um sacerdote da mesma diocese e 90 fiéis que pediam sua libertação, denunciou ontem a agência missionária vaticana “AsiaNews”.
Segundo a agência, que cita fontes da Fundação Kung – organização religiosa com base nos EUA -, o sacerdote, de 82 anos, está detido desde 30 de julho na cidade de Zhangjiakou.
Dois dias depois da detenção do bispo, a Polícia chinesa deteve o padre Li Huisheng, de Xiwanzi e com 33 anos, que, segundo a “AsiaNews”, encontra-se em local desconhecido.
As detenções levaram a comunidade de católicos não oficiais de Xiwanzi a se mobilizar e apresentar, na terça-feira, um pedido para reivindicar a libertação imediata do bispo e do padre.
A Polícia respondeu de madrugada “mobilizando cerca de 500 agentes e fazendo por volta de 90 detenções”, acrescenta a agência vaticana, que afirma que 70 dos detidos já foram libertados.
A “AsiaNews” afirma que a operação teve confrontos, nos quais “uma mulher sofreu um aborto e outros dois católicos sofreram ferimentos sérios e foram hospitalizados”.
A agência lembra que Hebei é a região chinesa com maior número de católicos, cerca de 1,5 milhão, onde são maioria os fiéis da Igreja Católica de Roma.
Vaticano e China romperam relações em 1957, depois de o Papa Pio XII ter excomungado dois bispos designados pelo Governo chinês, e um ano após Mao tsé-tung criar a Igreja Patriótica, subordinada ao Estado.
A “AsiaNews” ressalta que a detenção do bispo Yao amplia a lista de sacerdotes católicos que estão ou estiveram sob detenção na província de Hebei, entre eles o monsenhor Giulio Jia Zhiguo, bispo de Zhengding, que, segundo a agência, é detido por agentes de segurança pública “continuamente”.
A agência cita também o bispo de Yongnian, Han Dingxian, “desaparecido desde o final de 2005”; o bispo de Baoding, Giacomo Su Zhimin, “detido em 1996 e desde então desaparecido”; e seu auxiliar Francesco An Shuxin, “que teve o mesmo fim um ano depois”.
O bispo dom Mauro Morelli anunciou nesta quinta-feira seu desligamento do diretório paulista do Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar), onde ele ocupou a Presidência nos últimos dois anos.
Ele acusa o atual governador, Cláudio Lembo (PFL), de interromper um processo acordado com seu antecessor, Geraldo Alckmin (PSDB).
O estopim da crise foi a decisão de Lembo de incorporar o Consea-SP à Seads (Secretaria Estadual de Assistência de Desenvolvimento Social), conforme decreto publicado no mês passado.
“Retornei à minha nova base de vida atônito com o desenlace da parceria desfeita pelo decreto nº 50.978 de 20/07/2006”, começa a carta de Morelli endereçada ao atual governador.
Na opinião de Morelli, a decisão representa, na prática, a impossibilidade de o conselho atingir seus objetivos.
“Com dez anos de convivência e trato com a burocracia, ouso afirmar que a decisão do governo estadual inviabiliza definitivamente o Consea-SP, impedindo-nos de atingir as metas propostas e acordadas com o governador [Geraldo] Alckmin e com vossa excelência na audiência que me concedeu em 20 de fevereiro”, diz o documento.
Lembo, no entanto, recebeu a notícia com tranqüilidade. Ele disse que não foi pego de surpresa com o afastamento porque, em conversas telefônicas, Morelli já havia manifestado sua insatisfação, mas admitiu que não esperava um documento tão ríspido.
“Pela carta sim, mas não pela situação”, disse em entrevista à Folha Online. Mas ressaltou que acha “normal que ele coloque o pensamento dele”.
Na carta, o bispo comunica sua decisão de abandonar o cargo e diz que a decisão de Lembo desrespeita as leis brasileiras. “O governo ao publicar o decreto em questão contraria a Constituição do Brasil e acordos internacionais que reconhecem o acesso ao alimento como um direito humano básico inerente à condição humana e não uma questão de assistência social.”
Sem querer polemizar, Lembo respondeu à acusação dizendo simplesmente que a Seads “é a área própria [para abrigar o Consea-SP]”. O governador explicou ainda que a Casa Civil, “que é uma pasta mais administrativa”, havia solicitado a retirada do conselho de sua lista de tarefas.
Ainda segundo Lembo, o novo presidente do Consea-SP será escolhido pelo secretário de Assistência de Desenvolvimento Social do Estado, Rogério Amato. Ele não soube informar a data, mas garantiu que isso será feito de modo a não prejudicar ou interromper os projetos do conselho.
Depois da ex-Alemanha Oriental, Hungria e República Tcheca, a Polônia é o último país do antigo bloco do Leste Europeu a confrontar-se com revelações de que parte do clero local colaborou com os comunistas.
Na Polônia as igrejas costumam lotar, milhões de pessoas demonstraram luto pela morte do papa João Paulo 2º no ano passado e ministros do atual governo fizeram repetidos apelos por moralidade nas escolas e por referências a Deus na Constituição da União Européia.
No momento em que as primeiras revelações deram conta de que alguns membros do clero da Igreja Católica na Polônia colaboraram com a ditadura comunista, muitos habitantes desse país extremamente católico custaram a acreditar.
Inicialmente, Michal Czajkowski, um líder católico conhecido pelo trabalho em prol das relações entre católicos e judeus, rejeitou as acusações. Mas em julho ele voltou atrás e admitiu ter espionado colegas por 24 anos, desde 1960. Pouco tempo após a confissão, o religioso renunciou ao posto de presidente do Conselho Cristão-Judeu da Polônia.
Envolvimento da Igreja é golpe duro para a Polônia
“Quero desculpar-me e pedir perdão, especialmente àqueles que prejudiquei. Eu demonstrei fraqueza de caráter,” afirmou Czajkowski em declaração publicada por jornais poloneses. “Já expressei meu arrependimento diante de Deus. Agora o faço diante do povo.”
Em outros países do antigo bloco comunista, ainda lidando com problemas do passado, confissões desse tipo podem ser uma surpresa. Mas não têm o poder de chocar como na Polônia, onde durante as quatro décadas de domínio comunista a Igreja Católica permaneceu mais forte que em qualquer outro país socialista e era vista como foco de resistência passiva e oposição ao regime.
Na antiga Tchecoslováquia, por exemplo, a religião desempenhou um papel de menor importância na sociedade e, mesmo atualmente, os tchecos estão entre as nações menos devotas da Europa. Na Hungria a Igreja Católica também admitiu que dezenas de padres espionaram colegas, mas a revelação não despertou a mesma comoção vista na Polônia.
Alemanha ainda investigando o passado
Assim como em outros países da Cortina de Ferro, as Igrejas na antiga Alemanha Oriental também tiveram que lidar com acusações de que o clero, especialmente da Igreja Luterana, apoiou o governo comunista.
Michael Zöller, professor de Sociologia e Religião na Universidade de Bayreuth, afirmou que a colaboração com os comunistas era mais comum na Igreja Protestante da antiga Alemanha Oriental
“A Igreja Católica estava mais protegida porque a RDA [República Democrática Alemã] queria manter boas relações com o Vaticano”, disse Zöller. “Protestantes eram forçados a cooperar, especialmente para conseguir um pouco de liberdade para suas ações.
A abertura dos arquivos da Stasi, a polícia secreta da RDA, gerou acusações contra membros da Igreja. Um dos casos mais famosos é o do ex-governador do Estado de Brandemburgo Manfred Stolpe, que também foi ministro alemão de Transportes até 2005. Stolpe, que negou as acusações, era um alto funcionário da Igreja Luterana na antiga Alemanha Oriental.
Zöller acredita que a colaboração do clero com o regime comunista é um assunto que continuará a emergir na medida em que historiadores seguirem investigando os arquivos da Stasi. “A análise dos documentos continua”, disse. “Ninguém sabe ao certo que tipo de informação eles contêm.”
Mais de 10% dos padres poloneses colaboraram
O padre polonês Czajkowski era um espião voluntário, de acordo com o Instituto Nacional da Memória, sediado em Varsóvia, que gerencia arquivos comunistas e investiga crimes dos tempos do regime. O instituto informa que ele reportava sobre as atividades da Igreja e do clero em prol da democracia e que apenas suspendeu a ação depois que agentes do regime assassinaram o capelão do sindicato Solidariedade, Jerzy Popieluszko, que teria sido espionado por Czajkowski.
O crescimento do sindicato Solidariedade é creditado por muitos à Igreja Católica na Polônia, assim como ao ex-papa João Paulo 2º. O movimento, que assumiu o controle político do país em 1989, foi fundamental para derrubar o regime comunista. Apesar do claro apoio da Igreja ao Solidariedade, o Instituto Nacional da Memória afirma que entre 10% e 15% do clero colaboraram com os comunistas.
Até recentemente, a Igreja recusou-se a cooperar com as investigações ou a fornecer nomes que possam ter colaborado com o regime. Mas no ano passado, após o surgimento de acusações contra um assessor do ex-papa João Paulo 2º, Konrad Hejmo, a Igreja decidiu suspendê-lo. Hejmo negou as afirmações, que incluíam até mesmo espionagem contra o ex-papa.
Acertando contas com o passado
A Igreja Católica polonesa está agora trabalhando para resolver as contradições com seu passado durante os tempos do comunismo. No começo deste ano, líderes católicos afirmaram que começariam a investigar membros do clero por colaborações com os comunistas. Pouco tempo depois, a Conferência Nacional dos Bispos Católicos da Polônia divulgou desculpas oficiais ao público.
“Padres e outros vinculados à Igreja que colaboraram com serviços secretos do Estado comunista lançam uma sombra sobre a história heróica da Igreja Católica durante o regime comunista”, escreveram os bispos, adicionando que a iniciativa de publicar a completa lista de colaboradores está em andamento.
As ações de poucos padres não podem diminuir o papel da Igreja na promoção da democracia, de acordo com Wojtec Muszynski, do Instituto Nacional da Memória. “A Igreja Católica na Polônia ainda assim foi um herói”, disse. “Independentemente do tanto que o serviço secreto tentou, eles não conseguiram convencer entre 85% e 90% dos padres”.
A união civil entre dois pastores anglicanos homossexuais, Jeffrey John e Grant Holmes, foi realizada há poucos dias em St Albans, Inglaterra. A informação foi divulgada pelo jornal “The Times”.
A união criou uma polêmica entre os membros mais conservadores da Igreja Anglicana, que se recusam a reconhecer os direitos reivindicados por alguns pastores gays nos últimos anos.
O reverendo Christopher Herbert, que celebrou privadamente a união, declarou: “Acredito que uma união civil confere os direitos legais e humanos, refletindo em uma sociedade de diferenças e mudanças”.
John foi o primeiro religioso anglicano a declarar publicamente sua opção sexual, há três anos, o que o levou a renunciar sua posição na diocese de Reading, depois de enfrentar protestos. Holmes é capelão em um hospital.
Na cerimônia estavam presentes cerca de 150 convidados. Os dois vestiam hábitos religiosos.
O cardeal mais antigo da Igreja católica, o holandês Johannes Willebrands, considerado um dos principais artífices do diálogo inter-religioso, morreu nesta quarta-feira, aos 96 anos, anunciou o arcebispado de Utrecht (centro).
Willenbrands foi, de 1976 a 1983, arcebispo de Utrecht, o mais importante da Holanda.
O religioso era membro desde 1960 do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, o qual presidiu de 1969 a 1989.
Nesse cargo desempenhou um papel importante no diálogo entre o Vaticano e as Igrejas ortodoxa, anglicana e luterana.
Willenbrands era considerado responsável pelos documentos do Concílio Vaticano II sobre as religiões não-cristãs, que também facilitaram o diálogo com a comunidade judaica.
Johannes Gerardus Maria Willebrands nasceu em 4 de setembro de 1909 em Frise Ocidental (noroeste da Holanda) e foi ordenado sacerdote em 1934.
O Papa Bento XVI lamentou a morte do religioso em uma mensagem enviada ao cardeal alemão Walter Kasper, sucessor de Willebrands no Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos. O Papa recordou seu papel ativo “como promotor fervoroso das relações ecumênicas depois do Concílio Vaticano II”.
Em mais um ataque contra o patrimônio histórico do Rio, bandidos invadiram a Igreja Nossa Senhora dos Remédios, na Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, e levaram quadros e dois castiçais de madeira folheados a ouro do século XVII.
Detetives da 32 DP (Taquara) investigam a participação de um falso pastor evangélico, ainda não identificado, que visitou a igreja dias antes do crime.
Este foi o segundo ataque ao templo, que é tombado e se encontra em péssimo estado de conservação, em menos de um ano: em 2005, um casal, com o homem vestido de padre, roubou uma imagem de Cristo. Segundo funcionários da igreja, a obra foi recuperada e está sob a guarda da matriz, a Igreja de Nossa Senhora da Saúde, em Curicica.
O furto, segundo voluntários que trabalham no local, ocorreu na madrugada do último dia 26. Os bandidos entraram e saíram por uma das janelas, que ficam sem trancas. Além das obras de arte que reproduzem imagens de Santo Antônio e São João Batista (autoria desconhecida) e dos castiçais, os bandidos levaram dois microfones e uma mesa de som. O crime foi descoberto pela manhã, por funcionários do templo.
— A gente lamenta, pois estamos lutando pela restauração da igreja, mas até agora nada foi feito. Os bandidos chegaram a deixar marcas de sapatos nos bancos logo abaixo da janela — contou Esmeralda Justino Gonçalves Afonso, que há dez anos trabalha como zeladora do templo.
As portas da igreja, por exemplo, sequer têm fechadura e são mantidas fechadas por um tronco de madeira. O reboco da fachada também caiu em vários pontos.
O supervisor de segurança da colônia, Fernando Coutinho, acredita que o furto foi praticado por alguém que conhecia bem obras de arte. O Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) fará hoje uma vistoria ao local.
Igreja foi inaugurada por Dom Pedro II em 1862
Com projeto de Theodoro Marx (arquiteto oficial do Império), a Igreja Nossa Senhora dos Remédios foi inaugurada em 19 de outubro de 1862, em cerimônia com a presença de D. Pedro II. O terreno escolhido era o mesmo onde escravos construíram uma capela, também em homenagem à santa, em meados do século XVII. A igreja é apontada como um dos poucos exemplos no Rio da fase neo-clássica da arquitetura brasileira. Desde então, o templo passou por duas grandes reformas: em 1953 e em 1972 — esta última depois de um incêndio.
O secretário geral da Federação Luterana Mundial (FLM), pastor Ishmael Noko, classificou a adesão do Conselho Mundial Metodista (CMM) à Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação, firmada por católicos romanos e luteranos em 1999, como um novo marco no ecumenismo.
A Igreja Metodista é a primeira grande família denominacional que reconhece o documento firmado pela FLM e a Igreja Católica, em Augsburgo, Alemanha, no dia 31 de outubro de 1999. Além de admitir a importância da justificação por graça e fé, um dos pilares da Reforma protestante de 1517, o documento relativiza as condenações mútuas entre católicos e luteranos estabelecidas na época, e diz que elas não se aplicam nem atingem a doutrina da outra igreja.
O artigo 41 da Declaração reza: “Com isso também as declarações doutrinais do século XVI, na medida em que dizem respeito à doutrina da justificação, aparecem a uma nova luz: a doutrina das igrejas luteranas apresentada nesta Declaração não é atingida pelas condenações do Concílio de Trento. As condenações contidas nos escritos confessionais luteranos não atingem a doutrina da Igreja Católica exposta nesta Declaração.”
A adesão dos metodistas à Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação foi oficialmente formalizada no encontro da Conferência Mundial Metodista, reunida em Seul, dias 20 a 24 de julho. As três igrejas se comprometem a aprofundar sua compreensão a respeito da justificação pela fé no estudo da Teologia, no ensino e na pregação, e se esforçar para o testemunho comum no mundo.
A Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação, informa o serviço de imprensa da FLM, é resultado de 30 anos do diálogo católico-luterano, superando controvérsias que levaram à cisão da Igreja, há mais de 450 anos.
O documento de adesão à Declaração Conjunta foi assinado pelo presidente do CMM, sua eminência Sunday Mbang, pelo secretário geral desse organismo, pastor George Freeman, pelo pastor Noko, pelo secretário adjunto da FLM para assuntos ecumênicos, pastor Sven Oppegaard, pelo presidente do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos, cardeal Walter Kasper, e o arcebispo emérito cardeal Sôo-Hwan Kim. O encontro da CMM enfocou o tema “Deus reconcilia em Cristo”.
A Câmara dos Deputados analisa o projeto de lei que prevê a regulamentação da profissão de capelania cristã. Segundo o documento, só poderá exercer a profissão as pessoas formadas pelo Conselho Federal de Capelania Cristã do Brasil (CFCB) e registradas em conselhos regionais, vinculados a um conselho federal.
“Entendemos ser urgente a regulamentação da profissão, a fim de disciplinar todos os ângulos do seu exercício, socialmente útil e legalmente fiscalizável, para a conservação do respeito mútuo citado entre católicos e evangélicos”, disse o autor da proposta.
Caso seja aprovada a proposição, as associações de capelania deverão apresentar ao CFCB, no prazo de 60 dias a contar da vigência da lei, seus estatutos, regimentos, etc, para que sejam habilitadas para formação de capelães.