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Maioria dos pastores acha que a igreja híbrida veio para ficar, segundo estudo

Culto on-line
Culto on-line

Como as igrejas já reabriram suas portas após a pandemia do COVID-19, apenas uma minoria delas vê os cultos presenciais como o modelo de igreja do futuro. A maioria vê um modelo híbrido utilizando várias tecnologias online como o novo normal, de acordo com um novo estudo da Pushpay .

Em seu relatório State of Church Technology de 2023, a Pushpay, fornecedora líder de soluções de pagamentos e engajamento para setores religiosos e sem fins lucrativos, disse que quando seus pesquisadores perguntaram aos líderes da igreja como seria o futuro de sua igreja em 12 meses, apenas 28% dos entrevistados indicaram apenas pessoalmente, enquanto muitos tinham múltiplas perspectivas.

“Surpreendentemente, em vez de selecionar uma única resposta, centenas de entrevistados selecionaram duas ou mais opções. Isso indica uma incerteza significativa sobre como seus ministérios podem parecer daqui a um ano”, disseram os pesquisadores da Pushpay. “Esse nível de dúvida dificulta a capacidade de uma igreja de tomar decisões tecnológicas informadas. A adoção de novas ferramentas digitais deve ser fundamentada em uma visão do futuro – mas neste ponto de inflexão, isso pode ser difícil para muitos ministérios”.

Enquanto 28% dos entrevistados assistiram apenas a cultos presenciais nos próximos 12 meses, uma parcela quase igual, 25% acreditam que a igreja se reunirá no metaverso, que o Facebook descreve como “um conjunto de espaços virtuais onde você pode criar e explorar com outras pessoas que não estão no mesmo espaço físico que você.”

Outros 20% disseram que o culto será apenas online, enquanto impressionantes 81% dos entrevistados prevêem que os cultos abrangerão um modelo híbrido.

O estudo anual, que agora está em seu segundo ano, examina as tendências digitais na Igreja. Os dados para o estudo foram coletados por meio de uma pesquisa realizada entre setembro e outubro de 2022. Mais de 2.200 líderes de igrejas de todos os ramos do cristianismo nos Estados Unidos participaram e cerca de dois terços deles representavam igrejas com um orçamento anual de menos de US$ 1 milhão.

O relatório observou que, em 2022, 89% das igrejas usaram um modelo híbrido e apenas 10% disseram que estavam adorando apenas pessoalmente.

Agora, diz Pushpay, os novos dados refletem uma expectativa entre os líderes da igreja de crescimento em cultos de adoração somente online ou metaversos.

“Curiosamente, quando solicitado a especular sobre como sua igreja pode operar daqui a um ano, esse número híbrido cai para 81% – mas apenas online e o metaverso aumenta significativamente. Portanto, o número híbrido mais baixo não significa necessariamente que as igrejas estão abandonando o digital, mas sim que estão considerando novas oportunidades voltadas para a tecnologia”, explicaram os pesquisadores. “O espírito da igreja híbrida está alavancando a tecnologia para aumentar a flexibilidade, adaptabilidade e inclusão no ministério.”

A CEO da Pushpay, Molly Matthews, disse em um comunicado ao The Christian Post: “Estamos vendo uma mudança empolgante no setor da fé, à medida que os líderes da igreja estão se tornando mais experientes em tecnologia e ansiosos para explorar novas abordagens para o envolvimento na era digital”.

Um forte percentual de 94% das igrejas afirma que a tecnologia é importante para sua missão, e 53% definem seu ministério como “progressivo” quando se trata de tecnologia. Muitos, no entanto, veem o custo como o maior obstáculo para investir nos produtos de que precisam.

“Dos cinco principais fatores considerados ‘extremamente importantes’ ao considerar uma nova tecnologia, apenas o preço foi considerado mais importante em relação ao ano passado. Notavelmente, mais abaixo nessa lista, também houve um grande aumento na importância do preço baseado no uso. Uma possível explicação para essa tendência é a economia em geral”, disseram os pesquisadores. “Na época da pesquisa, as igrejas estavam apenas emergindo de uma pandemia que provavelmente prejudicou seus balanços, e podem estar se preparando para uma recessão antecipada no futuro próximo”.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Perseguição às mulheres cristãs: de violência sexual ao controle digital

Mulheres e crianças são vítimas constantes de violência, agressão e discriminação ao redor do mundo (Foto: Portas Abertas)
Mulheres e crianças são vítimas constantes de violência, agressão e discriminação ao redor do mundo (Foto: Portas Abertas)

Uma mulher ou menina enfrenta perseguição dupla, quando decide seguir a Jesus em algum dos 50 países da Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2023. É comum que mulheres já sofram com a desigualdade em seus direitos por ser mulher, como a falta de educação e dependência econômica, mas isso piora se elas deixam a fé majoritária para se tornarem cristãs.

O objetivo de empregar pressão e violência sobre as cristãs é para que elas retornem à antiga fé ou se convertam à religião imposta pela sociedade. Vale tudo para que essas mulheres e meninas se mantenham no padrão do que a família e comunidade esperam delas, inclusive agressões físicas, verbais e até morte.

Conheça algumas formas de perseguição as meninas e mulheres cristãs.

Violência sexual

De acordo com o relatório da Portas Abertas referente a perseguição específica de mulheres, a violência sexual acontece com 85% das cristãs perseguidas nos países da LMP 2023. No entanto, os dados não são exatos, já que muitas não denunciam esses crimes por medo da vergonha e desvalorização que resultam.

Em Bangladesh, por exemplo, uma mulher abusada é uma desonra para sua família e comunidade. Ela pode até ser processada por cometer um ato “antiético”, mesmo sendo a vítima. Por isso, é comum que as mulheres violentadas se mantenham em silêncio e isso reforça a ação dos homens, que sabem que ficarão impunes se cometerem o abuso novamente.

Na Nigéria, as mulheres sequestradas por grupos extremistas são vítimas de agressão sexual. Mesmo quando conseguem fugir, elas precisam lidar com o preconceito da família e da comunidade, já que perderam sua “pureza” e costumam ter filhos dos radicais islâmicos.

Os contextos social e jurídico podem prolongar as consequências da violência sexual. No Iraque, o abuso sexual só é um crime se o homem não se casar com a vítima. “Para restaurar a honra da família, as mulheres, incluindo as cristãs, podem ser forçadas a se casar com o agressor. As crianças nascidas de estupro (e/ou desse casamento) serão oficialmente registradas como muçulmanas”, explica um colaborador da Portas Abertas.

Controle digital

Em países onde as mulheres têm acesso a computadores e internet, a perseguição também pode ser digital. Muitas são vigiadas e monitoradas tanto pelas famílias quanto pelo governo. Enquanto os agentes do Estado procuram impor a adesão às políticas governamentais, o monitoramento familiar visa manter as expectativas familiares e reforçar o status por meio da prevenção de associações indesejadas com pessoas de outra fé.

Caso essas mulheres não se submetam às ordens da família, terão o acesso à internet negado, e celulares e computadores confiscados. Quando desobedecem ao governo, costumam ser interrogadas, agredidas e presas.

Em culturas onde mulheres e meninas têm pouca privacidade e os homens têm autoridade máxima em casa, o mundo digital é outra esfera de controle e abuso doméstico. Em países de maioria islâmica, como o Catar, as práticas de tutela masculina facilitam e até encorajam o controle digital.

Sequestro e casamento forçado

O sequestro e o casamento forçado também são maneiras de enfraquecer a fé das meninas e mulheres cristãs. Enquanto o sequestro não tem aval da família, o casamento forçado pode ser um interesse dos parentes em manter a mulher longe da fé cristã e garantir um benefício econômico.

As meninas e mulheres sequestradas por grupos radicais islâmicos fazem parte de um plano para a geração de próximos combatentes. Além disso, as cristãs são utilizadas como escudos humanos. Na República Democrática do Congo, mulheres grávidas e meninas pequenas são colocadas à frente dos jihadistas, para que as forças do governo não os fuzilem facilmente.

O casamento forçado pode ser usado como arma contra cristãs de origem muçulmana. Elas são obrigadas a se casarem com muçulmanos devotos como maneira de retornar à antiga fé. Caso se neguem, podem enfrentar agressões físicas e sexuais dos maridos, amparados pela lei.

No Nordeste do Chade, por exemplo, as mulheres estão sujeitas a pagar uma multa de até 39 dólares por rejeitarem uma proposta de casamento. O valor é caro em vista da pobreza em que vivem os cristãos locais, já marginalizados economicamente por seguirem a Jesus.

Apoie uma cristã perseguida

Mulheres e meninas cristãs enfrentam pressão e violência por seguir a Jesus? Doe e ajude cristãs no Oriente Médio e Norte da África com discipulado.

Fonte: Portas Abertas

Israel afirma que fragmento do rei Dario “não é autêntico”

Inscrição do rei Dario diz ‘Ano 24 de Dario’. (Foto: Yoli Schwartz/Autoridade de Antiguidades de Israel)
Inscrição do rei Dario diz ‘Ano 24 de Dario’. (Foto: Yoli Schwartz/Autoridade de Antiguidades de Israel)

A Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) disse na sexta-feira (03) que o fragmento antigo com o nome do rei persa Dario, o Grande, “não é autêntico”.

A suposta descoberta foi divulgada com grande alarde, mas tudo não passou de um equívoco. O fragmento encontrado por um alpinista na região das planícies da Judéia, em Israel, pertencia a um especialista que participou de uma expedição no local.

Ele admitiu que havia criado o material para demonstrar aos seus alunos como eram os inscritos da antiguidade, mas acabou deixando o “fragmento” no local. O especialista foi questionado se fez isso sem querer ou se tinha outras intenções.

Após a divulgação, o próprio especialista entrou em contato com a Autoridade de Antiguidades de Israel para explicar o ocorrido. Ele é um dos poucos profissionais da Arqueologia especializado em antigas inscrições aramaicas.

“Assumimos total responsabilidade pelo infeliz evento”, disse o professor Gideon Avni, que é cientista-chefe da IAA.

O tal fragmento foi examinado pelo Dr. Haggai Misgav, um dos principais pesquisadores sobre o antigo alfabeto aramaico e Sa’ar Ganor, um arqueólogo que estuda o local de Tell Lachish e sua região.

A Instituição disse que luta pela verdade científica e que todos estão empenhados em corrigir o erro que foi cometido, tornando-o conhecido pelo público.

“Em termos de práticas éticas e científicas, vemos isto como uma ocorrência muito grave. Deixar um material recém-inscrito no local foi um descuido, e levou ao erro cometido pelos pesquisadores, distorcendo a verdade científica. Mas, estes casos em pesquisas arqueológicas são muito poucos em número”, justificou.

Como o material foi encontrado?

O achado aconteceu por acaso, quando o caminhante Eylon Levy, assessor de mídia internacional do presidente de Israel, Isaac Herzog, estava passeando em Tel Lachish, no centro de Israel, em dezembro passado.

Ele conta que pegou uma pedra que parecia ter marcas estranhas. Quando olhou mais de perto, viu que era um pedaço de cerâmica com arranhões que poderiam ser inscritos antigos.

“Quando peguei o ostracon [pequena lasca ou pedaço de cerâmica, madeira ou pedra que era usada no mundo antigo para escrever mensagens curtas ou notas] e vi a inscrição, minhas mãos tremeram. Olhei para a esquerda e para a direita em busca das câmeras porque tinha certeza de que alguém estava pregando uma peça em mim”, disse Levy.

“Pensei que aquilo era bom demais para ser verdade”, ele ainda comentou. Ao ser analisada, porém, os profissionais da Autoridade de Antiguidades de Israel se mostraram céticos de que fosse verdadeiro.

Levy diz que algumas semanas depois recebeu um telefonema de Saar Ganor, da IAA, que disse estar vindo dos laboratórios dos Manuscritos do Mar Morto.

“Passamos por três scanners. Isso é autêntico”, disse ao afirmar que o material era de dois mil e quinhentos anos atrás, antes da história de Purim. Mas, como já foi esclarecido, tudo não passou de um grande equívoco.

Como resultado da “infeliz ocorrência”, a IAA disse que vai atualizar os procedimentos e políticas adequados com todas as expedições estrangeiras que trabalham no país.

Fonte: Guia-me com informações de IAA e Times of Israel

Mulheres que são esposas de pastores arriscam a vida por amor a Jesus

Mulheres que são esposas de pastores arriscam a vida e a família por amor a Jesus (Foto: Portas Abertas)
Mulheres que são esposas de pastores arriscam a vida e a família por amor a Jesus (Foto: Portas Abertas)

Domingo, dia 5, primeiro domingo de março, foi celebrado o Dia da Esposa de Pastor no Brasil, e hoje é o Dia Internacional da Mulher. As esposas de pastores são mulheres que auxiliam seus esposos não apenas em questões relacionados à família, mas também à igreja.

São elas que acolhem as lágrimas secretas dos líderes cristãos e os suportam quando estão mais vulneráveis, já que muitas vezes não é possível expor seus temores e dores para não afetar o desenvolvimento espiritual dos membros da comunidade de fé.

Em países onde há perseguição aos cristãos, as esposas de pastores costumam liderar as igrejas locais quando o marido é agredido, preso e até morto. Elas são as primeiras a apoiá-los, mesmo quando a decisão de seguir e pregar sobre Jesus é sinônimo de colocar a família em risco. Conheça abaixo algumas esposas de pastor da Igreja Perseguida.

Asha – Índia

Asha* e o pastor Krishna* pagam um preço alto por seguirem a Jesus na Índia. Desde que abriram uma pequena igreja e começaram a compartilhar o amor de Deus, viram muitas pessoas se converterem e a perseguição aumentar.

Durante um culto de domingo, extremistas invadiram a igreja e acusaram o pastor de forçar a conversão das pessoas. Então, o levaram para a rua e começaram a agredi-lo.

Asha tentou salvar o marido do linchamento, mas também foi atacada pelos radicais hindus. “Não fazia muito tempo que havia feito uma cirurgia no estômago e os pontos não estavam completamente cicatrizados. Os extremistas me empurraram e me chutaram perto da área da cirurgia e eu comecei a sangrar. Mas eu podia ver meus filhos chorando e gritando e tive que deixar de lado minha dor e cuidar deles e de meu marido”, testemunha.

Anahita – Irã

Durante um culto de Natal em 2022, Anahita foi detida juntamente com seu marido, o pastor Abdolreza Matthias, no Norte do Irã. Além de ter a casa invadida, o casal teve computadores e materiais cristãos confiscados, e a cristã foi interrogada e encarcerada na prisão de Lakan.

A prisão é parte da vida de Anahita desde que ela decidiu deixar o islã para seguir a Jesus. Além disso, ela poderia ser sentenciada à morte caso as acusações de apostasia fossem formalizadas.

A esposa de pastor foi libertada em janeiro após o pagamento da fiança de quatro mil dólares. Porém, ainda é acusada de fazer “propaganda contra o sistema” e “perturbar a ordem pública”. Enquanto isso, o marido dela conitnua detido.

Dama – República Centro-Africana

Em 2021, Dama perdeu o marido e pastor Jean Ramadan durante um ataque de extremistas na vila de Tiri, na República Centro-Africana. A cristão tornou-se responsável pela sobrevivência dos nove filhos, mas essa pressão não foi capaz de impedir que toda a família visse e experimentasse a provisão de Deus.

Dama e os filhos fugiram para Ndele e lá ela recebeu ajuda emergencial da Portas Abertas. Com esse apoio, a cristã construiu uma pequena casa e passou a cultivar e vender alimentos, como feijão e mandioca.

Os corações de Dama e seus filhos estão cheios de gratidão pelo socorro dos irmãos na fé: “Agradeço a todos os meus irmãos e irmãs cristãos que nunca me viram. Após a perseguição que sofri quando meu marido foi assassinado, vocês me apoiaram financeiramente. Que o Senhor conceda três vezes mais a graça que recebi”.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Mulheres cristãs no Oriente Médio e Norte da África enfrentam perseguição

Por serem mais vulneráveis perante a sociedade, as mulheres e meninas cristãs estão mais propícias à perseguição (Foto: Portas Abertas)
Por serem mais vulneráveis perante a sociedade, as mulheres e meninas cristãs estão mais propícias à perseguição (Foto: Portas Abertas)

O nascimento de uma menina não costuma ser tão celebrado quanto o de um menino em países de maioria islâmica, como no Norte da África e no Oriente Médio. Essa discriminação acompanha as garotas por toda a vida e as torna sujeitas às ordens e desejos dos homens da família. São eles que decidem com quem vão se casar, se podem estudar, trabalhar, sair de casa, viajar e como devem se vestir e se comportar.

A justificativa para esse controle é de proteção às mulheres, mas quando uma delas decide ir contra essas imposições, a punição pode ser severa, como expulsão de casa, agressão física e sexual, prisão domiciliar, tortura, casamento forçado e até morte. Esses crimes acontecem com frequência quando uma menina ou mulher decide deixar o islã para seguir a Jesus.

O resultado de tanta opressão às mulheres é a amargura contra os homens que causaram o sofrimento e contra um deus que as vê como seres incapazes e sem valor. Essas irmãs precisam descobrir o que Deus pensa sobre elas e o que Ele espera que cada uma faça em Seu reino de amor.

Conheça Azizah

Azizah (pseudônimo) é uma cristã de origem muçulmana do Irã, onde as mulheres costumam ser discriminadas em todos os âmbitos da sociedade. “No caso de herança, o direito da mulher é metade do direito do homem. Ela só pode obter um passaporte e viajar se tiver uma permissão oficial do marido. No tribunal, o testemunho de duas mulheres é igual ao de um homem”, explica.

Em sua caminhada de fé, Azizah viveu muitos conflitos em relação a sua identidade em Deus e seu valor cultural. “Apesar do que você lê na palavra, você ouve o dia inteiro outras mensagens que ainda fazem você se sentir inútil. Isso cria um grande conflito interior. A maioria das mulheres com quem trabalho tem os mesmos problemas”, relata a cristã.

Mesmo enfrentando perseguição, Azizah passou a agir com essa nova identidade em Cristo e hoje lidera outras mulheres que decidiram seguir a Jesus. “Algumas mulheres estão cansadas ou com raiva de Alá. Leva tempo para conhecerem o Deus da Bíblia e se comunicarem com ele. Mas quando descobrem quem ele é e seu poder, resistem a muitas dificuldades e sofrimentos. Muitas mulheres permanecem fortes”, finaliza.

O Senhor tem chamado mais mulheres do Norte da África e Oriente Médio para segui-lo. Ele deseja curá-las e revesti-las de uma nova identidade em Cristo. Ajude a transformar tanto a vida dessas irmãs na fé com treinamento bíblico, como as comunidades onde elas vivem.

Fonte: Portas Abertas

Adhemar de Campos e Paulo César Baruk cantam “Amigo de Deus”

Adhemar de Campos e Paulo César Baruk cantam “Amigo de Deus”
Adhemar de Campos e Paulo César Baruk cantam “Amigo de Deus”

A canção “Amigo de Deus”, um clássico da música cristã, de autoria de Adhemar de Campos e Kleber Ferraz, volta a ser destaque no cenário musical em uma nova versão que conta com a participação primorosa do amigo Paulo César Baruk. 

A canção, que sai pela gravadora Uni Records, integra o projeto especial, intitulado “70 Anos de Adhemar de Campos”. 

Adhemar explica que esse trabalho é a celebração da vida que recebeu de Cristo, transformada em música e poesia: “Além de ter minha família, que me completa totalmente, pude contar com a participação mais que especial de Paulo César Baruk, Nívea Soares, Eli Soares, dos meus filhos Rodrigo e Mariana e do time de músicos e vocalistas que enriqueceram em muito o projeto.”

Adhemar de Campos é pastor, cantor, músico e compositor, um dos mais notórios ministros de louvor e adoração do Brasil, cuja história se confunde com a da música evangélica brasileira. Com mais de 50 anos de vida com Cristo, suas obras ajudam milhares de pessoas a vivenciarem a presença de Deus de modo íntimo e profundo. Seu primeiro trabalho, “Mil Razões”, foi gravado em 1985; em 1987, foi pioneiro na gravação ao vivo de músicas cristãs com o álbum “Testemunho de Louvor”.

Ele conta que a canção “Amigo de Deus” nasceu em 1995 no coração dele e do Kleber Ferraz em uma experiência marcante e inesquecível durante um ensaio e que, “ao longo dos anos, tornou-se conhecida e cantada nas igrejas. Ela segue abençoando milhares de pessoas. Agora, todos podem ouvi-la nesse lindo projeto, no qual tive o privilégio da participação do meu amigo Paulo César Baruk”.

Adhemar é o idealizador do seminário Reciclando a Visão, fundador da Associação dos Músicos Cristãos do Brasil (AMC) e autor de vários livros, como “O poder da música a serviço da adoração”, “Adoração, um estilo de vida” e “O que a Igreja deve cantar”.

Atuante na igreja-sede da Comunidade da Graça, em Vila Carrão, São Paulo (SP), Adhemar é autor de aproximadamente 1.000 canções e versionista de mais de 100 músicas de origem norte-americanas e línguas hispânicas de cantores como Don Moen, Ron Kenoly, Bob Fitts, Paul Wilbur (Estados Unidos), Marcos Witt (México/Estados Unidos) e Jorge Lozano (Argentina). 

Assista “Amigo de Deus” clicando aqui:

André e Felipe lançam EP “No Secreto”

André e Felipe lançam "No Secreto"
André e Felipe lançam "No Secreto"

É com o lançamento da canção “No Secreto”, pela Uni Records, que a dupla André e Felipe finaliza o EP de mesmo nome.

O projeto reúne as faixas “E Se”, André e Felipe collab Leandro Borges; “Minha Essência”, André e Felipe collab Jessé Aguiar; “Meu Barquinho”, André e Felipe collab Preto no Branco, “A Resposta” e “No Secreto”.

O EP foi gravado no espaço “A Casa de Babette”, em São Paulo (SP), com a direção de vídeo de Bruno Fioravanti. A produção musical, violão e piano tem a assinatura de Ed Oliver. O EP ainda contou com a participação especial do coral One Service.

André conta o que esse trabalho significou para a dupla: “Esse projeto foi um mix de emoção para nós, pensado nos mínimos detalhes com o nosso coração, colocando canções que já faziam parte da nossa vida há muito tempo, como ‘Meu Barquinho’, ‘Minha Essência’ e ‘E Se’. Nós as ouvíamos em nossos devocionais, em oração, nos momentos em secreto com Deus. As canções foram se encaixando como em um quebra-cabeça. Quando recebemos a canção ‘No Secreto’, sabíamos que ela fecharia o projeto.”

Ele explica que a canção “No Secreto”, composição de Jonatas Fonseca, veio para resumir o real sentido proposto para esse projeto: “Desde o início, nosso objetivo era transmitir às pessoas que o segredo de tudo é a comunhão com Deus, assim como está escrito em Mateus 6.6. Entrar no quarto, fechar a porta, dobrar os joelhos e falar com Deus com liberdade e intimidade. Independentemente da situação, do problema, Jesus sempre é a resposta.”

André e Felipe, atualmente considerados a melhor dupla gospel do sertanejo universitário do Brasil, revelam que depois do lançamento de “No Secreto”, o público pode esperar mais novidades de André e Felipe para 2023.

“Está chegando muita coisa boa para este ano! Nosso segundo DVD está vindo aí. Depois de 23 anos de ministério, Deus tem colocado em nosso coração o projeto deste DVD. Podemos afirmar que vai ser incrível, com muitas participações, algumas regravações e canções inéditas”, a dupla adianta.

Assista “No Secreto” clicando aqui

Leo Stronda se converte e anuncia saída do Bonde da Stronda

Leo Stronda (Foto: Reprodução/YouTube)
Leo Stronda (Foto: Reprodução/YouTube)

O cantor de rap e influenciador Leo Stronda usou as redes sociais para informar aos fãs que está saindo do Bonde da Stronda. O motivo não poderia ser mais nobre: Leo aceitou a Jesus e escreveu que “não faz mais sentido cantar e se portar como antes se hoje acredita na verdade e defende outra doutrina”.

– Hoje é um marco importante na minha caminhada com Cristo rumo ao alvo. Um dia, Ele me salvou e recentemente Ele me resgatou, e por isso não posso mais ser negligente com minha salvação. Como é indicado na Sua palavra, “arrependei-vos, negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me…”. Eu venho a público como forma de compaixão e satisfação aos fãs, amigos e seguidores informar minha saída do grupo Bonde Da Stronda – anunciou o influenciador.

Em um vídeo de quase 30 minutos, ele explicou aos fãs a sua decisão. O Bonde da Stronda foi criado por Leo e por Diego Thug quando os dois ainda eram adolescentes. Nos anos 2000, a dupla estourou e virou febre, principalmente entre os adolescentes. As letras de suas músicas falavam sempre de muito ostentação, dinheiro, mulheres e sexo, exaltando quase sempre a libertinagem.

Com o passar dos anos, Leo passou a ser também uma referência no mundo fitness. Ele começou a gravar vídeos sobre musculação e falar sobre corpo, além de cantar, e acumulou mais fãs ainda. Atualmente, Leo tem mais de 7 milhões de seguidores nas redes sociais.

– Já conversado sobre a situação com meu amigo/irmão Diego e tendo seu total apoio e respeito. Não faz mais sentido cantar e me portar como antes se hoje acredito na verdade e defendo outra doutrina. Não consigo mais comer na mesa do mundo após ser vivificado no Espírito Santo – declarou o artista.

Leo contou que, após passar por crises existenciais, teve uma revelação espiritual sobre o que realmente vale a pena. Ele prosseguiu dizendo que teve um encontro real com Jesus após sofrer um acidente envolvendo uma explosão de gás, no qual teve quase 40% do corpo queimado. O cantor contou que tentou tirar a própria vida enquanto estava no hospital.

Ainda enquanto estava no hospital, Leo contou que sentiu Deus cuidando dele ao receber a notícia do médico de que sua mão, que era o membro que estava com as feridas mais graves, em carne viva, estava sendo cicatrizada de forma inexplicável.

Leo Stronda já frequentava a igreja e sempre se considerou cristão. O cantor contou que fez cursos de teologia e de maturidade espiritual logo após receber alta e que ia até o santuário para estudar, mesmo com a pele frágil ainda, porque não queria perder “nem mais um minuto” da presença de Deus, pois estava com fome e sede de Jesus Cristo.

No vídeo, o cantor continuou contando como foi seu encontro verdadeiro com Cristo. Leo foi a um retiro espiritual também no qual disse ter sofrido um grande “impacto”.

– Eu precisava abandonar o velho homem e precisava mudar o meu estilo de vida, mudar meus hábitos e seguir a Bíblia o máximo que eu posso. Me afastei de muitas pessoas (…), parei de beber (…), e até o relacionamento que eu tinha, a gente decidiu terminar. A gente começou a entender que a gente precisava ter uma maturidade espiritual com Deus – relatou.

Leo Stronda contou que decidiu ter uma mudança radical para seguir os passos de Jesus. Foi aí que tomou a decisão de sair do Bonde da Stronda.

Fonte: Pleno.News

Igreja Batista em Olinda ordena pastora lésbica

Ordenação de pastora lésbica na Primeira Igreja Batista em Bultrins, Olinda. (Foto: Reprodução)
Ordenação de pastora lésbica na Primeira Igreja Batista em Bultrins, Olinda. (Foto: Reprodução)

A Primeira Igreja Batista no bairro de Bultrins, em Olinda, Região Metropolitana do Recife, ordenou Adriana Carla Alves e Silva, como sua primeira pastora lésbica, no último dia 25 de Fevereiro de 2023.

A Primeira Igreja Batista em Bultrins, é dirigida pelo pastor Paulo Cesar Pereira, que tem ligação com o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) e outras entidades de abrangência nacional. Ele foi um dos que acompanharam o concílio de ordenação da pastora lésbica Adriana Carla, que foi anunciado no Instagram da congregação com o uso de linguagem neutra.

Outros pastores que participaram do concílio foram Benedito Bezerra, ex-professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil (STBNB) e atualmente docente da Universidade de Pernambuco (UPE), e Bruno Montarroyos, que já foi integrante do colegiado de pastores da PIB Bultrins.

Segundo o site Gospel Mais, uma das muitas facetas do liberalismo teológico é o movimento chamado “teologia inclusiva”, que vem cavando seus espaços no meio evangélico a partir de igrejas tradicionais, que se articulam através de entidades como o CONIC e a própria Aliança de Batistas do Brasil (ABB) – essa segunda sendo uma organização antagônica ao rigor doutrinário da Convenção Batista do Brasil (CBB), a maior entidade batista do país.

A homossexualidade é reprovada em textos bíblicos e, a despeito de atualizações propostas por pastores de renome, continua sendo denunciada como um pecado entre cristãos de todas as vertentes, sejam tradicionais/reformados, pentecostais, neopentecostais e católicos. E esse rigor doutrinário é o que explica o surgimento da chamada “teologia inclusiva”, que propõe uma narrativa que nega que as Escrituras reprovem esse tipo de sexualidade.

Fora do Brasil, a Igreja Metodista Unida vem enfrentando seu maior racha nos Estados Unidos devido à postura de setores progressistas que vêm ignorando o posicionamento oficial da denominação e têm ordenado homossexuais ao ministério e incentivado a celebração de união entre pessoas do mesmo sexo nos templos das igrejas.

Um cenário semelhante é notado na Igreja Anglicana, assim como na Igreja Luterana, a denominação nesse espectro de igrejas históricas que mais se aprofundou no liberalismo teológico.

Durante o concílio de ordenação da pastora lésbica Adriana Carla houve a defesa de pautas LGBT+, e estiveram presentes representantes da Igreja Batista do Pinheiro e também o reverendo anglicano Esdras Gusmão de Holanda Peixoto, dentre outros entusiastas do progressismo e liberalismo teológico.

Confira no vídeo abaixo a cerimônia de ordenação ministerial da pastora lésbica Adriana Carla Alves e Silva:

Folha Gospel com informações de Gospel Mais e Portal de Prefeitura

Filha de Gugu Liberato celebra batismo em igreja evangélica nos EUA

Marina Liberato, filha de Gugu Liberato, foi batizada na Igreja da Família, em Orlando. (Foto: Instagram/Marina Liberato).
Marina Liberato, filha de Gugu Liberato, foi batizada na Igreja da Família, em Orlando. (Foto: Instagram/Marina Liberato).

Mariana Liberato, uma das filhas do apresentador Gugu Liberato, se batizou nos Estados Unidos, no último sábado (4).

A jovem de 18 anos foi batizada pelo pastor Lecio Dornas, da Igreja da Família em Orlando, onde a viúva de Gugu, Rose Di Matteo, congrega.

Ela compartilhou nas redes o momento do batismo nas águas e testemunhou sobre a alegria do momento.

“No dia 04/03/2023 eu tomei a decisão mais importante da minha vida de ser batizada e seguir os passos de Jesus Cristo. Estou muito feliz em poder compartilhar esse momento com vocês e espero poder inspirar a todos para tomar a decisão certa e viver a vida eterna”, escreveu. “Vocês não estão sozinhos, Jesus disse: ‘E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século’ Mateus 28:20”.

Marina recebeu o carinho dos seguidores e palavras de incentivo da mãe, Rose Miriam, que comemorou o momento especial.

“Marina, minha amada filha, a alegria que eu senti ao vê-la aceitando Jesus como seu ÚNICO salvador, essa alegria dentro do meu coração , jamais sairá! Meus parabéns pela sua decisão”, disse.

Segundo ela, suas filhas, as gêmeas Mariana e Sofia, começaram a frequentar o culto de jovens da Igreja da Família em 2020, após a morte do pai.

Na época, a mãe declarou em uma postagem no Instagram: “Estou em oração permanente para que meus filhos venham a fazer parte do corpo de Cristo. Sei que Deus está preparando”.

Papel da igreja na família

Gugu morreu em novembro de 2019, aos 60 anos, depois de sofrer um acidente em sua casa na Flórida. 

Logo após a queda que provocou a morte do apresentador, uma das primeiras ligações de Rose foi para Lécio, pastor da Igreja da Família em Orlando, da qual ela é membro.

O pastor e toda a igreja foram um lugar de suporte para Rose, que frequenta os cultos regularmente.

O líder contou que Gugu não frequentava a igreja, já que era católico praticante. “Ele era muito respeitoso, mas preferia não frequentar. Ele era cristão, temente a Deus e estava sempre disposto a ouvir a Palavra”, afirmou, em uma entrevista anterior a à revista Quem.

Fonte: Guia-me e SBT

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