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A importância de celebrar o Natal mesmo em meio à guerra e perseguição

Famílias sírias comemoram o Natal. (Foto: Divulgação)
Famílias sírias comemoram o Natal. (Foto: Divulgação)

Na Síria, todas as crianças com menos de 11 anos só conhecem a realidade da guerra, não imaginando como era o país antes da crise atual. Apo é uma dessas crianças. Ele vive em Alepo e perdeu o pai há nove anos, quando tinha apenas um ano de idade. O pai foi sequestrado por extremistas por ser cristão enquanto viajava a trabalho. Apesar do corpo dele nunca ter sido encontrado, Jina, mãe de Apo, é considerada viúva pela lei.

Mesmo em meio a dificuldades enfrentadas pelas consequências da guerra e da perseguição por amor a Cristo, famílias cristãs, como a de Apo, entendem a importância de celebrar o nascimento de Jesus. Ao ser questionado sobre o que se lembra do último Natal, Apo, como qualquer outra criança, fala sobre seu presente. “Eu ganhei um carrinho de controle remoto e um avião”. Mas ele também compartilha sobre ter ido com a mãe à casa dos avós para juntos irem à igreja.

Quando a data se aproxima, eles decoram a casa. “Minha mãe e eu colocamos um presépio e uma árvore de Natal com luzes, estrelas e sinos”. Ele parou por um momento e disse: “Estou esperando o Natal chegar. Eu amo o Natal porque eles dão muitos presentes”. Hoje, em sua inocência, Apo espera a comemoração por conta dos presentes. Mas quanto mais comemorar a data, mais entenderá que o melhor presente já recebido foi o filho de Deus ser enviado à Terra por amor.

A Síria está em 15ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2022, que classifica os 50 países que mais perseguem cristãos no mundo.

Abrigo para crianças

A pressão e a violência contra muitos cristãos começam na escola, onde as crianças são insultadas e agredidas pelos colegas e discriminadas pelos professores. Porém, filhos de cristãos perseguidos estão seguros para estudar e viver o propósito de Deus para eles em um abrigo cristão. Sua doação permite que uma criança tenha moradia, alimentação, educação formal e religiosa em Bangladesh. Neste Natal, doe esperança!

Fonte: Portas Abertas

Kleber Lucas compara Assembleia de Deus a terreiro de Candomblé

Kleber Lucas é pastor cantor gospel
Kleber Lucas é pastor cantor gospel

O pastor e cantor gospel Kleber Lucas comparou a Igreja Assembleia de Deus a religiões de matriz africana. A declaração ocorreu durante sua participação no Mídia Ninja, onde foi entrevistado pelo cantor Caetano Veloso. Foi a mesma entrevista em que ele criticou o hino “Alvo Mais Que a Neve”.

Para Kleber Lucas, pastor da Batista Soul, a Assembleia de Deus tem muito em comum com as religiões afro-brasileiras, pois tem em sua grande maioria negros e manifestações análogas às experiências dos terreiros de Candomblé.

“Então a Assembleia de Deus do Brasil é um movimento de resistência dentro dos cristianismos, porque é uma igreja que tem em sua maioria pretos, que tem o Espírito Santo, que tem a glossolalia, que tem a dança, que tem uma coisa… Se você tem aquilo que o Brown vai falar sobre, o cristianismo como a religião da mente, a Assembleia de Deus vai mostrar uma outra coisa, que é uma coisa… Dessa coisa corpórea.”, disse Kleber Lucas. “Eu gosto dessa do Muniz Sodré quando ele fala sobre a espiritualidade negra. É uma espiritualidade afrodiaspórica, ela é do corpo, ela é um corpo que se movimenta, um corpo que fica suado, que canta, que cai no chão. São manifestações análogas até mesmo às experiências religiosas de matriz africana, afrodiaspóricas. Isso é lindo.”, continuou.

Por conta de suas declarações, o cantor vem sofrendo duras críticas do movimento evangélico e de muitos pastores e famosos do segmento.

Antes da polêmica sobre o hino “Alvo Mais Que a Neve”, Kleber Lucas foi criticado por dizer, durante entrevista no programa da Rede Globo, “Conversa com Bial”, que o o Brasil não é do Senhor Jesus.

Por causa de suas declarações polêmicas e, principalmente, por suas críticas aos líderes evangélicos e ao atual chefe do executivo federal, Jair Bolsonaro, alguns pastores decidiram proibir suas músicas dentro das igrejas.

Folha Gospel com informações de Fuxico Gospel e Youtube

Professor cristão que se recusou a usar pronome ‘trans’ continua preso

O professor Enoch Burke foi preso na Irlanda por se recusar a usar pronome ‘trans’. (Foto: Reprodução/Twitter/Enoch Burke)
O professor Enoch Burke foi preso na Irlanda por se recusar a usar pronome ‘trans’. (Foto: Reprodução/Twitter/Enoch Burke)

Preso após se recusar a usar pronomes neutros em termos de gênero, o professor cristão Enoch Burke foi informado de que permanecerá atrás das grades no Natal, depois de dizer ao tribunal que não deveria ser punido por suas opiniões sobre o “transgenerismo”.

Burke foi preso em setembro depois de se recusar a obedecer a uma ordem judicial para ficar longe da Wilson’s Hospital School, no condado de Westmeath, na Irlanda, uma escola em que ele trabalha.

A escola pediu para Burke permanecer afastado, em agosto, depois que ele foi suspenso com pagamento integral por se recusar a se dirigir a um aluno em transição como ‘elu’ em vez de ‘ele’, citando suas devotas crenças cristãs, que ele afirma serem contra o “transgenerismo”.

Segundo informa o Daily Mail, Burke ignorou a ordem e continuou a frequentar a escola, o que o levou à prisão.

Burke implorou ao juiz por vídeo feito na Prisão Mountjoy, em Dublin, para deixá-lo sair durante as festas natalinas.

Ele disse ao juiz Conor Digham que ‘não era um ladrão, um assassino ou um traficante de drogas’ e que estava sendo preso por causa de suas crenças cristãs.

Família cristã

O juiz se recusou a liberar Burke, pois ele não estava disposto a cumprir a ordem judicial. No entanto, o professor pode ser libertado a qualquer momento, desde que expurgue seu desacato perante o tribunal.

Ele disse ao tribunal que não faria isso, pois isso seria renegar seu dever para com Deus e suas principais crenças cristãs.

Burke novamente alegou ao tribunal que “não era um criminoso” e pediu que eles “me libertassem no Natal”.

“Estou na prisão por minhas crenças religiosas”, disse no tribunal.

Os pais de Burke, Sean e Martina, ficaram furiosos com a prisão do filho.

Presente no tribunal, Sean Burke disse que seu filho não era um criminoso, mas simplesmente foi criado em uma família cristã.

Ele acrescentou que seu filho estava sendo perseguido injustamente por causa de sua objeção ao “transgenerismo” que foi fundamentado na Bíblia “do livro de Gênesis a Apocalipse”.

Sua mãe, Martina, disse ao tribunal “que vergonha” e que eles enfrentarão o julgamento do “Deus Todo-Poderoso”.

Direito constitucional negado

Martina Burke também disse ao tribunal que o caso era “todo sobre transgenerismo” e que seu filho estava tendo o direito constitucional de expressar suas crenças cristãs negado.

O juiz disse que se recusou a entrar em um debate com os pais do professor Burke.

Enoch Burke também disse que foi proibido de falar com sua irmã Ammi Burke, sua conselheira legal. Ele também quis saber por que o tribunal se recusou a vê-lo pessoalmente, sendo forçado a enviar um vídeo.

Audiência e liberdade religiosa

Burke está atrás das grades desde setembro deste ano, após não cumprir a liminar do Supremo Tribunal da Irlanda. Ele enfrentará uma audiência no Tribunal Superior em uma data que ainda não foi confirmada.

Enquanto isso, Burke permanecerá sob custódia, a menos que concorde em cumprir a ordem de ficar longe da escola. Em sua aparição anterior perante o tribunal em setembro, Burk relembrou sua crítica ao edital de sua escola sobre o uso do pronome ‘elu’.

Ele disse que levantou sua questão durante um culto religioso em junho de 2022: “Eu disse que isso era contrário às Escrituras e aos ensinamentos de todas as igrejas. Minhas opiniões sobre o transgenerismo são baseadas em minhas crenças religiosas”.

“A suspensão e a ação movida contra mim pela escola não são razoáveis, são injustas e ilegais. A liberdade de consciência e a liberdade de religião estão consagradas na constituição irlandesa”, afirmou.

‘Transgenerismo’

Rosemary Mallon, que representou a escola perante o tribunal em setembro, disse ao tribunal que o professor Burke só podia culpar a si mesmo por estar na prisão e que se ele tivesse conseguido anular sua suspensão, ele “voltaria para a sala de aula”.

Ela também insistiu que Burke não foi preso por causa de suas opiniões sobre o “transgenerismo”, mas porque ele violou uma ordem judicial.

“O fato de que ele está na prisão é um assunto do Sr. Burke”, disse Mallon.

“O Sr. Burke decidiu não obedecer às ordens deste honorável tribunal. O Sr. Burke decidiu não expurgar seu desprezo. Se essa ordem for atendida, ele voltará para a sala de aula. Isso é o que o Sr. Burke quer”.

“Isso seria uma grande preocupação para a escola e causaria transtornos para os alunos. Não deve haver mais interrupções”, disse ainda.

Depois de se recusar a cumprir a ordem dado pelo tribunal em setembro, Burke disse: “Se este tribunal assim determinar, nunca deixarei a prisão de Mountjoy se, ao sair da prisão, violar minha consciência bem-informada e crença religiosa e negar meu Deus”.

“Parece-me que posso ser um cristão na prisão de Mountjoy ou ser um pagão e respeitador do transgenerismo fora dela. Eu sei onde eu pertenço”, declarou.

Ajuda de Deus

“Minha fé me levou a esse lugar e vai me manter lá, com Deus me ajudando”.

Burke disse ao tribunal que se essa escolha fosse feita a ele “a cada hora de cada dia pelos próximos 100 anos”, ele responderia à pergunta da mesma forma.

E acrescentou: “Este tribunal está tentando me privar de minhas crenças religiosas.”

O professor também alegou que houve uma “tentativa ilegal” de persegui-lo por declarar sua oposição ao “transgenerismo” e que o tribunal o estava privando de sua liberdade e dignidade.

“Tive muito tempo para considerar minhas ações e comportamento que me levaram a esse lugar e, longe de encontrar qualquer caso de má conduta, muito menos má conduta grosseira, apenas achei minhas ações louváveis ​​e que tive a coragem de responder à diretora dizendo a ela que transgênero era um abuso de crianças e uma violação dos meus direitos constitucionais de livre expressão de crenças religiosas”, finalizou.

Fonte: Guia-me com informações de Daily Mail

Senado Federal aprova criação da Frente Parlamentar Evangélica

Senado Federal (foto: Reprodução)
Senado Federal (foto: Reprodução)

O Senado Federal aprovou o projeto de resolução (PRS 65/2022) que cria a Frente Parlamentar Evangélica. De autoria do senador Carlos Viana (PL-MG), a matéria teve voto favorável do relator, o senador Zequinha Marinho (PL-PA). O projeto vai à promulgação.

— Boa parte da legislação que nós temos no mundo ocidental vem da reforma protestante (…) um princípio cristão muito mais ampliado que entende cada ser humano como um indivíduo do amor de Deus que tem que ser respeitado na sua essência — disse Carlos Viana.

– No próximo ano teremos cerca de 150 parlamentares evangélicos, entre os quais 14 senadores. É natural que com o aumento de participantes nós desdobremos os trabalhos nas duas Casas – disse Viana, o primeiro senador evangélico eleito por Minas Gerais.

O grupo terá como objetivo propor medidas legislativas e alterações na legislação para a construção de um arcabouço legal específico para garantir a liberdade religiosa e acompanhar os resultados de ações assistenciais promovidas pelo Poder Executivo, além de discutir propostas que possam ampliar os limites de abrangência e atuação dos benefícios assistenciais, assegurando fontes de recursos para pessoas em situação de vulnerabilidade, explicaram Carlos Viana e Zequinha Marinho.

— A Frente Parlamentar Evangélica visa reunir lideranças e parlamentares que comungam dos mesmos princípios basilares para o desenvolvimento do país, a fim de impulsionar e acompanhar os trabalhos assistencialistas governamentais, dando-lhe a atenção e a relevância necessárias para o desenvolvimento econômico e social do nosso povo, a exemplo do que já acontece em vários outros países. A nação evangélica brasileira enfrenta limitações estruturais de acesso aos serviços públicos, devido à discriminação, preconceito e demais barreiras de acesso à vida cidadã digna e fiel — afirmou Zequinha Marinho.

Fonte: Agência Senado

Ucrânia: cresce a busca por conforto na Palavra de Deus, em meio à guerra

Bíblia sendo doada durante evangelização (Foto representativa)
Bíblia sendo doada durante evangelização (Foto representativa)

A demanda por Bíblias mais do que dobrou na Ucrânia desde a invasão da Rússia, diz a Sociedade Bíblica Ucraniana, justificando esse crescimento na busca pelas pessoas por orientação ou proteção divina.

Esse foi o caso de Andriy e sua esposa Yana, que estavam na fila para comprar mantimentos quando se voltaram para Deus. O jovem casal estava procurando por comida em sua cidade natal, Mariupol, durante uma pausa no bombardeio russo quando foram surpreendidos por mais ataques de mísseis.

“As explosões ainda foram ouvidas, mas estavam distantes”, disse Yana, 33 anos. “Ficamos na enorme fila de cerca de 150 a 200 pessoas. Quando estávamos quase dentro, os mísseis começaram a cair cada vez mais perto. Um deles atingiu cerca de 10 metros de distância de nós. Felizmente, acertou atrás da curva – isso nos salvou.”

Eles contaram ao The Telegraph, que sentiram medo de deixar órfãos os dois filhos, que ficaram em casa em um abrigo antiaéreo, por isso eles correram para dentro da loja e começaram a orar.

“Aquele foi o momento em que nossa fé foi testada: eu estava orando por proteção o tempo todo. E esse foi o momento que nos empurrou para a fé”, disse Yana. “A verdadeira fé começou naquele momento em que vimos que Deus poupou a todos nós.”

A guerra e suas consequências estão levando centenas de milhares de ucranianos a se voltarem para a religião em busca de consolo. De acordo com a Sociedade Bíblica Ucraniana, o desejo das pessoas por Bíblias mais do que dobrou após a invasão em fevereiro.

Em 2020, a instituição distribuiu 136.767 Bíblias, mas nos primeiros nove meses deste ano esse número foi para 359.000. Os cristãos britânicos doaram cerca de 168.000 Bíblias, além de livros baseados nas Escrituras.

Viver cercado pela morte fez com que as pessoas fizessem perguntas sobre a vida, disse Anatoliy Raychynets, vice-secretário geral da Sociedade Bíblica Ucraniana.

“Acho que a Bíblia é um ponto de esperança para as pessoas que estão vivendo a guerra”, disse ele ao The Telegraph.

Andriy, de 37 anos, descreve como sua nova fé cresceu nos meses que se seguiram à sua fuga do supermercado. O eletricista, que sofre de uma forma rara de osteoporose, disse que era como se “Deus estivesse guiando-nos de novo e de novo”.

Quando receberam suas primeiras Bíblias no verão, Andriy e Yana passaram a amar a história do Antigo Testamento sobre o patriarca Abraão, a quem Deus prometeu abençoar como “pai de muitas nações”.

“Houve tantas situações em que Deus interveio e o ajudou. Ele não abandonou Seu povo”, explicou Andriy.

“Olhando para a nossa situação, é muito semelhante – éramos descrentes, digamos assim. Mas Ele ainda estava nos empurrando para o que era certo. Assim como com Abraão”, acrescentou.

A família vive atualmente em uma igreja em Lviv, tentando encontrar o melhor tratamento para a condição de Andriy.

“Parece que [Deus] esteve conosco desde Mariupol e nos conduziu pela mão, direto para esta igreja, para uma grande comunidade”, disse ele.

Entregando Bíblias

A história do casal é familiar para Raychynets e seus voluntários, que ziguezaguearam por estradas repletas de minas terrestres e tiveram os pneus de seus veículos furados enquanto entregavam Bíblias e ajuda humanitária a moradores de zonas de conflito ativo.

“Por um lado, temos o pão e, por outro lado, o pão espiritual”, disse ele.

“As pessoas costumam perguntar ‘se Deus ama o mundo, por que Ele permitiu que isso acontecesse?’ Muitos deles viram muito comportamento brutal dos russos, torturando outras pessoas, matando civis”, contou.

“Eu esperava que eles culpassem a Deus ou não quisessem receber Bíblias, mas é totalmente o contrário. Eles têm perguntas difíceis, mas querem estar perto de Deus”.

Durante os tempos mais difíceis da Ucrânia este ano, Raychynets disse ter visto pessoas escondidas em abrigos antiaéreos lendo a Bíblia juntas à luz de tochas ou velas.

“As pessoas sentem conforto, as pessoas choram quando as recebem. Tenho lido a Bíblia com soldados muitas vezes. Salmos, o Novo Testamento, onde Jesus está falando com os discípulos. Vi muitas lágrimas nos olhos dos soldados”, disse.

Raychynets conta que muitas pessoas que nunca pisaram em uma igreja ou abriram uma Bíblia agora encontram palavras com as quais podem se relacionar, como o Salmo 31 – uma passagem sobre sofrimento e refúgio em Deus.

“Tem misericórdia de mim, ó Senhor”, diz o Salmo, “porque estou angustiado; meus olhos enfraquecem de tristeza, minha alma e meu corpo de dor.”

“Minha vida é consumida pela angústia e meus anos pelo gemido; desfalecem-me as forças por causa da minha aflição, e os meus ossos enfraquecem”.

O ressurgimento da fé entre a população em dificuldades foi confirmado por sacerdotes na capital Kyiv. Vários deles disseram ao The Telegraph que as congregações não diminuíram apesar do êxodo de fiéis regulares no exterior.

Diácono do Mosteiro de Cúpula Dourada de São Miguel em Kyiv, o abade Lavrentiy disse que agora estava vendo pessoas de um tipo que nunca havia encontrado em 23 anos de serviço.

“Eles abordam precisamente essas questões espirituais: como lidar com tudo isso agora?”, ele disse, acrescentando que os novos participantes buscavam orientação ou proteção divina durante a guerra ou decidiram virar as costas para a Igreja Ortodoxa Russa após a invasão.

Pessoas que não eram crentes “perceberam que o poder humano não é suficiente para resolver problemas urgentes”, disse ele.

Fonte: Guia-me com informações de The Telegraph

Líderes cristãos são presos na Eritreia

Cristão orando na Eritreia (Foto representativa)
Cristão orando na Eritreia (Foto representativa)

O líder cristão Fikremariam Hagos Tsalim foi preso no aeroporto internacional de Asmara, capital da Eritreia, no dia 15 de outubro deste ano. Ele estava retornando de uma viagem à Europa quando foi detido. Segundo a organização norte-americana USCIRF, o cristão Fikeremariam era um alvo do governo, pois denunciou as violações de direitos humanos na Eritreia.

Acredita-se que ele está detido na conhecida prisão Adi Abeto, nos arredores da capital. Outros portais de notícias confirmaram que outros dois líderes cristãos, cujos nomes não foram revelados, foram presos no mesmo dia e também estão detidos no presídio.

Prisão e restrições

A prisão de Fikremariam demonstra que nem os membros das igrejas registradas na Eritreia estão protegidos da pressão e interferência do governo. As autoridades rapidamente silenciam qualquer crítica feita pelos líderes cristãos, tanto das igrejas católicas, como as ortodoxas e evangélicas, que são autorizadas pelo governo. As medidas vão desde o fechamento das igrejas até prisões arbitrárias.

Em 2019, o governo fechou hospitais administrados por igrejas cristãs na Eritreia e depois transferiu a posse e administração deles para o Estado. O mesmo aconteceu com escolas cristãs depois que diversos líderes cristãos, incluindo o próprio Fikremariam, escreveram uma carta pastoral pedindo a garantia dos direitos humanos e a liberdade de religião.

A igreja permanece servindo

O líder cristão Mussie Zerai, que nasceu na Eritreia, mas está vivendo em exílio na Suíça, disse em uma entrevista: “O regime oprime as igrejas cristãs constantemente na Eritreia para atender sua agenda política e ideológica; além disso, o governo difama a comunidade cristã para enfraquecer o nosso papel na sociedade. Líderes cristãos em todo a Eritreia estão levantando a voz contra o confisco ilegal da propriedade da igreja e têm se esforçado para manter a missão da igreja, que é servir as pessoas”.

Ele acrescentou: “Fikremariam é uma das poucas pessoas no país que defendem a verdade. Ele vive a vocação de fé para a qual foi chamado”. Além de manter proeminentes líderes cristãos presos durante quase duas décadas, o governo da Eritreia continua perseguindo todos os que participam dos cultos organizados fora das quatro denominações religiosas autorizadas no país.

Fonte: Portas Abertas

“Descanso merecido”, diz Ana Paula Valadão sobre seu pai e pastor Márcio Valadão

Ana Paula Valadão e o seu pai, o pastor Márcio Valadão (Foto: Reprodução)
Ana Paula Valadão e o seu pai, o pastor Márcio Valadão (Foto: Reprodução)

A líder do Diante do Trono, Ana Paula Valadão, usou as redes sociais para homenagear o seu pai, pastor Márcio Valadão, e ressaltar que é inaugurada uma “nova estação para colher os frutos e cumprir outras atividades”, além de comentar a decisão do líder religioso de entregar a liderança global da Igreja Batista da Lagoinha.

André Valadão assumiu o cargo. Já o pastor Flavinho Marques está à frente da matriz da denominação em Belo Horizonte (MG).

A líder do Diante do Trono elogiou os 50 anos de trabalho e dedicação ao ministério pastoral do pai e pastor à frente da igreja. A cantora é pastora da Before The Throne Church, nos Estados Unidos.

“Meu pai se despede dos púlpitos e das funções administrativas à frente da nossa igreja mãe. Foram mais de 50 anos ali, mas na verdade, ele trabalha desde os 7 aninhos de idade. Acabou de celebrar 74 anos de vida, com muito trabalho, diligência e responsabilidade”, postou.

Ana Paula ressaltou o merecido descanso. Ela também enfatizou que ele agora poderá cumprir outras atividades, como esposo, pai, avô e sogro. “Agora inaugura uma nova estação, de desfrutar do descanso merecido, dos frutos colhidos, e receber a gratidão de inúmeras pessoas, mas principalmente o nosso, sua família”.

Pastor Márcio Valadão foi “retirado” da Lagoinha?

Esta semana, o youtuber Paulo Souza, do canal No Entanto, publicou um vídeo no qual revela o que ele chamou de “a verdade por trás do afastamento do pastor Márcio Valadão”, que entregou o comando da Igreja Batista da Lagoinha.

De acordo com um áudio de um suposto ex-obreiro da Lagoinha, a denominação já vinha trabalhando para mudar a imagem da igreja há alguns anos, com a finalidade de deixá-la mais jovem.

O ex-obreiro ressalta que o pastor estava ”desatualizado” para a igreja, e que, agora, pastores e componentes do louvor da denominação têm que ser jovens. Por esse motivo, Márcio Valadão foi “retirado”, porque não tem mais a cara da igreja.

Fonte: Comunhão e Fuxico Gospel

Ministério Público recomenda fim do Pai Nosso em escola após queixa de professora

Crianças orando
Crianças orando

O Ministério Público recomendou que uma escola municipal de Rifaina (SP) deixe de realizar atividades religiosas após uma queixa apresentada por uma professora.

Em uma representação, a docente relata que os alunos da EMEB João Etchebehere, de 5 a 10 anos, são chamados a orar o Pai Nosso com as professoras antes do início das aulas.

A autora da representação alegou que a escola se trata de um espaço público, que deve ser laico.

O MP acatou a queixa e recomendou o fim das orações na escola, sob a justificativa de que, embora ela seja alegadamente facultativa, é realizada com crianças, ou seja, sem plena capacidade de discernimento, informa o g1.

“É vedado aos entes federativos e seus órgãos estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança”, argumentou o promotor de Justiça Alex Facciolo Pires.

A docente enviou um vídeo à Promotoria mostrando estudantes com as mãos em sinal de devoção e orando com as professoras.

Ela alegou ainda que houve constrangimento entre alunos de outras religiões. “Presenciei dois alunos serem expostos perante os demais por seus docentes justamente por expressarem que não compartilham da mesma fé”, diz.

A professora também alega que apresentou sua queixa aos gestores da escola, mas foi informada de que esta tem sido uma prática da escola há muitos anos.

“Busquei expor a situação quanto à laicidade do espaço público para a secretária da educação, e como resposta recebi a informação que essa prática ocorre há muitos anos e não mudariam, e caso necessário fariam uma intervenção com os pais (abaixo assinado ou autorização).”

Promotoria recomenda o fim das orações

Com a denúncia da professora, o Ministério Público enviou um ofício à escola.

Por sua vez, a instituição de ensino confirmou que a oração do Pai Nosso com os alunos acontece desde sua fundação, há mais de 25 anos, mas sempre de forma facultativa. Além disso, nenhum pai reclamou da prática.

No entanto, a Promotoria reforçou que “as instituições públicas devem adotar uma posição neutra no campo religioso, buscar a imparcialidade nesses assuntos e não apoiar ou discriminar qualquer religião.”

“O fato de nenhum pai ou mãe de aluno ter reclamado do posicionamento da escola é irrelevante”, disse o promotor, em despacho emitido em 8 de dezembro.

A promotoria deu prazo de 15 dias para a escola se manifestar e recomendou o fim de todas as atividades ou elementos religiosos entre os alunos da rede municipal.

Fonte: Guia-me com informações de G1

Amy Grant é criticada por planejar casamento lésbico de sobrinha

Amy Grant
Amy Grant é uma cantora cristã de renome mundial

O reverendo Franklin Graham criticou a estrela da música cristã contemporânea Amy Grant depois que ela e seu marido anunciaram seus planos de realizar um casamento homossexual para sua sobrinha em sua fazenda, denunciando a homossexualidade como um pecado.

Em uma postagem no Facebook, Graham, filho do lendário evangelista Billy Graham e chefe da Associação Evangelística Billy Graham, disse: “Deus define o que é pecado, não nós; e Sua Palavra é clara que a homossexualidade é pecado”.

Graham questionou o fato de Grant ter sido citado em um artigo do Washington Post dizendo: “Jesus, você apenas reduziu a duas coisas: amar a Deus e amar uns aos outros.” A artista contou à agência sobre os planos dela e de seu marido de hospedar o casamento de sua sobrinha em sua fazenda. O casamento será a “primeira noiva e noiva” da família, de acordo com o reportagem.

Graham, de 70 anos, concordou que Deus chama os cristãos para amarem uns aos outros, mas citou João 14:15 para enfatizar que amar o Senhor significa obedecê-lo.

“Todos nós pecamos, e para termos um relacionamento com Deus e passar a eternidade com Ele no Céu, devemos abandonar nossos pecados e colocar nossa fé em Seu Filho, Jesus Cristo, que veio à terra para morrer por nossos pecados, “Graham escreveu.

Citando Atos 3:19, Graham afirma que a Bíblia exorta as pessoas a se arrependerem de seus pecados a Deus para que seus pecados “sejam apagados”.

“Para mim, amar os outros também significa cuidar de suas almas e onde eles passarão a eternidade”, continuou ele. “Significa amar as pessoas o suficiente para dizer-lhes a verdade da Palavra de Deus. A autoridade da Palavra de Deus é algo que nunca podemos comprometer.”

Grant se tornou a primeira estrela da música cristã contemporânea a receber o Kennedy Center Honors no início deste mês, um prêmio pelo conjunto da obra dado a artistas performáticos por contribuírem para a cultura.

Ao saber que sua sobrinha declarou sua sexualidade, Grant disse abertamente que sua reação foi: “Que presente para toda a nossa família que apenas amplia a experiência de toda a nossa família.”

“Honestamente, do ponto de vista da fé, eu sempre digo: ‘Jesus, você acabou de reduzir a duas coisas: amar a Deus e amar uns aos outros'”, disse Grant. “Quero dizer, ei – isso é bem simples.”

Em 2013, Grant deu sua primeira entrevista para o PrideSource.com, um site de notícias LGBT, onde compartilhou suas opiniões sobre fé e questões LGBT.

“Sei que a comunidade religiosa não tem sido muito acolhedora, mas só quero enfatizar que a jornada de fé nos leva à comunidade, mas é realmente sobre um relacionamento. A jornada de fé é apenas estar disposto e aberto para ter um relacionamento com Deus. E todos são bem-vindos. Todos”, disse Grant.

A cantora cristã também disse ao apresentador da “Proud Radio” Hunter Kelly no ano passado sobre por que é importante para ela preparar uma “mesa de boas-vindas”. Grant afirmou que ela foi convidada para uma “mesa onde alguém disse: ‘Não tenha medo, você é amado.’ Gay. Hétero. Não importa.”

“[Não] importa como nos comportamos. Não importa como estamos conectados”, disse Grant, de acordo com os líderes da igreja. “Nós somos todos os nossos melhores eus quando acreditamos profundamente: ‘Eu sou amado’. E então nossa criatividade floresce. Nós pensamos: ‘Vou colocar flores na sua mesa e na minha mesa’. Quando somos amados, somos corajosos o suficiente para dizer sim a todos os bons impulsos que chegam até nós.”

Graham, que também atua como presidente da agência de ajuda humanitária evangélica Samaritan’s Purse, frequentemente comenta sobre os eventos atuais nas mídias sociais.

Graham respondeu recentemente no Facebook a um sermão de um estudante de pesquisa da Universidade de Cambridge, que afirmou que Jesus tinha um “corpo trans”. O sermão, proferido em 20 de novembro por Joshua Heath, comparou a ferida lateral de Jesus e o fluxo de sangue na virilha na obra Pietà de Jean Malouel, de 1400, com a aparência de uma vagina.

O evangelista afirmou que “insinuar que Jesus Cristo, o Santo Filho de Deus, é transgênero ou sexualizar de qualquer forma Sua morte sacrificial na Cruz pelos pecados da humanidade é uma heresia total”.

Graham escreveu que “a Bíblia nos adverte sobre falsos mestres”, argumentando que “este orador e o reitor da Universidade de Cambridge que o defendeu são falsos mestres, pregando heresia”.

“[Pessoas] não precisam de mensagens do púlpito que estão tentando interpretar a arte como este palestrante – as pessoas precisam da verdade da Palavra de Deus que tem o poder de Deus para mudar corações e vidas para a eternidade!” Graham afirmou.

Folha Gospel com informações de The Christian Today e The Christian Post

Arqueólogos decifram inscrição que prova a existência do rei Ezequias

Arqueólogo durante escavação (Foto: Canva Pro)
Arqueólogo durante escavação (Foto: Canva Pro)

Após uma década de pesquisas, arqueólogos israelenses decifraram uma inscrição do século 8 a.C, que faz referência ao rei bíblico Ezequias e suas realizações.

O artefato foi descoberto durante escavações na Cidade de Davi, em Jerusalém, em 2007, mas não foi oficialmente decifrado até recentemente.

Ao longo da Bíblia, o rei Ezequias é mencionado várias vezes pela construção de açudes e túneis que canalizaram água para Judá. A descoberta da pedra inscrita foi feita exatamente em um açude — na Fonte de Giom, que foi a principal fonte de água para Ofel, local original de Jerusalém.

O rei Ezequias também foi conhecido por fazer “o que o Senhor aprova, tal como tinha feito Davi, seu predecessor.” (2 Crônicas 29:2)

Descoberta mais importante

Para Gershon Galil, professor de estudos bíblicos e história antiga da Universidade de Haifa, esta é “uma das mais importantes descobertas arqueológicas em Israel de todos os tempos”.

De acordo com Galil, a inscrição decifrada menciona o nome de Ezequias e resume suas principais ações durante os primeiros 17 anos de seu reinado, incluindo os projetos de canalização de água, a conquista da Filístia e sua acumulação de bens.

Além disso, as inscrições indicam que o projeto do açude foi concluído em 709 a.C.

“Estas são as inscrições reais mais completas que temos e são mais uma evidência de que os reis de Israel e Judá escreveram inscrições reais que indicavam seus nomes e ações”, ele afirma, segundo o site Jerusalem Post.

O que diz a antiga inscrição bíblica?

Esta é uma citação literal da inscrição, que inclui 11 linhas, 64 palavras e 243 letras:

Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá,

fez o açude e o aqueduto

No décimo sétimo ano, no segundo [dia], no quarto [mês],

do rei Ezequias, o rei trouxe

a água na cidade por um túnel, o rei conduziu 

a água na piscina. Ele feriu os filisteus

de Ekron para Gaza e colocou lá a unidade OREB do 

Exército de Judá. Ele freou as imagens e freou em ‘pedaços’ o Nehu’sh’tan

e ele removeu os lugares altos e derrubou o poste-ídolo. Ezek’ia’h, o rei,

acumulou em todas as suas casas de tesouro e na casa de YHWH

muita prata e ouro, perfumes e bons unguentos.

A inscrição, explica Galil, “é organizada em ordem literária, não cronologicamente, e é dividida em cinco componentes: título, projeto de água, guerras contra a Filístia, reforma e acumulação de bens.

Inclui versículos que aparecem de forma literal ou com pequenas alterações na Bíblia, como: “Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá”, “Fez a piscina e o aqueduto”, “trouxe água para a cidade”, “feriu os filisteus… até Gaza,” “quebrou as imagens e quebrou em pedaços o… Nehushtan e removeu os lugares altos e derrubou Aserá”, “em todos os seus tesouros e na casa de YHWH, prata… e ouro, perfumes e bons unguentos” (veja 2 Reis 18:1,4 e 8; 20:13, 20).

Texto mais antigo da Bíblia já encontrado

O estudioso da Bíblia da Universidade de Haifa acrescentou que “esses são, na verdade, os primeiros manuscritos da Bíblia.” 

“Eles antecedem os amuletos de prata Ketef Hinnom por cerca de 100 anos, e os Manuscritos do Mar Morto por centenas de anos. Eles também sustentam o argumento de que as escrituras do Livro dos Reis são baseadas em textos originários de crônicas e inscrições reais, e que a Bíblia reflete a realidade histórica e não a imaginação”, destaca.

Os pergaminhos Ketef Hinnom foram descobertos perto da Cidade Velha de Jerusalém em 1979 e – até agora – eram considerados os textos mais antigos da Bíblia, datando de cerca de 600 a.C, o período do Primeiro Templo.

Fonte: Guia-me com informações de Jerusalem Post

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