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Padre tira a batina e abandona a missa após discussão política em igreja

Padre durante celebração de missa
Padre durante celebração de missa

Um padre tirou a batina e abandonou a missa que ministrava no último domingo (6) na cidade Nerópolis, região metropolitana de Goiânia, após se irritar com manifestações de fieis em apoio ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Um vídeo registrado por uma testemunha mostra o padre pedindo silêncio. “É? Então, beleza. Vocês não precisam de padre? Então, estou deixando a paróquia”, emenda.

Na sequência, o padre tira a própria batina, joga na direção dos fieis e deixa a missa por uma porta.

De acordo com o g1, o religioso foi identificado como Danilo Neto e ministrava a missa na Igreja Matriz Imaculado Coração de Maria. A Diocese de Anápolis, que responde pela paróquia de Nerópolis, confirmou ao portal que o episódio foi o desdobramento de uma discussão sobre política.

De acordo com testemunhas que presenciaram o entrevero, o padre se irritou depois que fieis fizeram o sinal de “L”, comum a apoiadores de Lula, com as mãos.

Danilo, então, teria pedido que quem fosse a favor do presidente eleito deixasse a igreja, momento no qual uma fiel se levantou e começou a discutir com ele.

Irritado com a permanência dos apoiadores petistas, o padre, então, decidiu deixar a missa.

Fonte: Yahoo Notícias

Missionária prega em vários países da África após resistir à ditadura em Uganda

Dora Cristina Rubombora faz parte da Equipe Missionária, Ministério LIFE Uganda. (Foto: Reprodução/UGCN)
Dora Cristina Rubombora faz parte da Equipe Missionária, Ministério LIFE Uganda. (Foto: Reprodução/UGCN)

A história de Dora Cristina Rubombora descreve a dedicação de uma mulher que, ainda jovem, decidiu servir a Jesus colocando a obra de Deus acima de suas vontades.

Em seu testemunho, Dora diz que embora tenha nascido em uma família cristã e estivesse envolvida com a igreja desde pequena, só quando foi para a faculdade teve um despertamento para servir ministerialmente.

Primogênita de sete irmãos, Dora acompanhava seus pais, que eram membros ativos na igreja, crescendo nesse tipo de ambiente. Seu pai era tesoureiro da igreja local e sua mãe foi trabalhadora da União das Mães.

“Por isso, cresci conhecendo Deus, lendo a Bíblia, orando e frequentando os cultos dominicais regularmente. Eu costumava acreditar que era uma boa menina porque era moralmente correta e bem-comportada”, lembrou ela em um comunicado publicado pelo Ministério LIFE Uganda.

Ao ingressar no Trinity College Nabbingo para sua educação de nível avançado, Dora conta que começou a sentir um vazio em sua vida que se manteve.

“Eu não sabia a que atribuir aquilo. Quando entrei na Makerere University em 1969, fiz Biologia e gostei muito. Foi a fase da minha formação que mais gostei. No entanto, esse sentimento de vazio ainda permanecia”, explicou.

Ela conta que costumava frequentar as reuniões da União Cristã (UC) na Universidade Makerere. Durante um dos encontros, o pregador desafiou aqueles que não nasceram de novo a convidar Cristo para suas vidas.

“Não avancei, mas as palavras dele ficaram ecoando na minha cabeça até o dia seguinte, quando fui participar de mais uma bolsa da UC. O pregador naquele dia era um pastor do Quênia e após sua ministração, ele também deu uma oportunidade para as pessoas orarem e receberem a Cristo. Eu disse a mim mesmo: ‘Talvez seja isso que me falta na minha vida’. Então, dei um passo de fé e convidei Jesus Cristo para minha vida. Foi em 10 de julho de 1971”, lembra.

Dora revela que imediatamente após receber a Cristo, ela se sentiu como se houvesse “uma peça que faltava em minha vida”.

“Eu costumava me perguntar o que era a vida. Mas quando recebi Jesus, essas perguntas foram respondidas. Comecei a entender que Deus tinha um propósito e uma razão para minha existência”, disse ela.

Dedicação ministerial

Dora conta que decidiu nem se casar para melhor servir no ministério. Ela diz que se conectou a amigos que desempenharam um grande papel em nutri-la espiritualmente. Logo, a jovem se juntou ao trabalho cristão de tempo integral.

“Mais tarde, um amigo me conectou à Sra. Kathy Hurlburt e ela desempenhou um grande papel em nutrir minha fé. Ela e o marido Winston (Win) eram missionários batistas em Uganda. Ela me mostrou como usar o livreto das ‘Quatro Leis Espirituais’ para compartilhar o Evangelho e eu frequentemente a acompanhava para dar testemunho no campus”, relatou.

Tempos depois, Dora ingressou em uma organização chamada “Campus Crusade for Christ”, e foi convidada pelo casal Sam e Lynn Owen para um treinamento em Nairóbi, capital do Quênia, em abril de 1972.

“Foi durante esse treinamento que Deus me mostrou claramente o que Ele queria que eu fizesse. Ele queria que eu O servisse do jeito que eu estava (solteira) com esta organização. Eu compartilhei com meus pais sobre minha decisão de ingressar no trabalho cristão em tempo integral e eles deram seu consentimento.”

Dora também participou da conferência Explo 72, que aconteceu em Dallas, no Texas, junto com outros delegados de Uganda. “A conferência teve como objetivo equipar os participantes (cerca de 80.000 pessoas) com habilidades de evangelismo e discipulado”, explicou.

Forte na fé durante ditadura

Dora explica que como o ministério estava começando a criar raízes, as coisas tomaram um rumo drástico em 1973, por causa da perseguição do ditador Idi Amin ao cristianismo em Uganda.

“Ele aboliu algumas organizações cristãs e, infelizmente, a Campus Crusade for Christ foi uma delas. Como organização, ficamos sob a proteção da Igreja de Uganda e também mudamos o nome para Ministério LIFE Uganda. O treinamento foi transferido para Nairóbi”, relata.

Após seu treinamento, Dora foi convidada a permanecer no Quênia como instrutora.

“Deus falou comigo através de Mateus 9:37-39 e eu aceitei ficar. Entendi o fato de que Ele é o Senhor da colheita, e eu uma mera serva de Deus. A partir daquele momento, eu estava pronta para ser usada por Ele e ser enviada para onde Ele quisesse que eu fosse”, disse ela.

Do Quênia, Dora viajou para Kinshasa em 1980, onde o Centro de Treinamento da Grande Comissão foi estabelecido para as regiões de língua francesa na África. Seis anos depois, ela voltou para Nairóbi para continuar seus estudos até 1988.

Mais tarde, Dora mudou-se para o Mali e depois para o Zimbabué, principalmente envolvida na formação do pessoal.

Em seguida, Dora retornou a Uganda, após receber a orientação de Deus em 2003.

“O Senhor me falou sobre meu próximo destino. Fiquei muito animada porque não era uma transferência para outro país, mas para casa. Voltei para Uganda em junho de 2004 e fiquei muito feliz por estar de volta em casa”, contou.

Ainda dando frutos

De outubro de 2009 a 2017, Dora se dedicou a cuidar dos seus pais, idosos e frágeis. “Este foi um presente para meus pais e para mim. Eles me entregaram ao Senhor e eu os deixei por mais de 30 anos, então Deus me deu a oportunidade de voltar e cuidar deles”.

“Papai faleceu em 2012 e mamãe em 2017. Depois disso, aos poucos comecei a voltar ao ministério de campo. Em maio de 2018, tivemos um treinamento básico para líderes da Igreja Anglicana (Igreja de Uganda na Diocese de Rwenzori) no Bishop Balya Bible College em Fort Portal”, contou.

Apesar da idade, Dora voltou ao ministério de campo como parte do departamento do Movimento Global da Igreja (GCM) do Ministério LIFE, em 2019.

“O que posso dizer depois de 49 anos na equipe? O Senhor tem sido fiel. Ele me trouxe a Si mesmo em 1971, quando entreguei minha vida a Jesus e Ele nunca me deixou sozinho ou me abandonou. Ele me chamou como uma jovem solteira para servi-lo em 1972 e, quando olho para trás, o que é inquestionável sobre Deus é Sua fidelidade”, testemunha.

Dora disse ainda que “em tempos difíceis, Ele esteve comigo e me viu em todos eles. Ele supriu todas as minhas necessidades além da minha imaginação”.

“Devo dizer que a colheita ainda é abundante e Deus ainda está procurando trabalhadores para enviar para Sua colheita. Portanto, se o chamado para o ministério vier, lembre-se disso: Deus é fiel. Aquele que fez isso por mim e inúmeros outros missionários certamente fará isso por você”, lembra.

“Ele é o mesmo Deus que é suficiente. Ele também é o mesmo Deus que deseja nossa submissão e total obediência. Ele conhece os planos que Ele tem para nós que Lhe trarão glória. Portanto, levante-se quando Deus o chamar e seja contado entre os trabalhadores na colheita do Rei”, disse a missionária.

Nos últimos 49 anos, Dora conectou pessoas a Jesus Cristo e mobilizou missionários em vários países africanos por meio do Ministério LIFE Uganda.

Ela acredita que até hoje, a colheita ainda é abundante e Deus ainda está procurando trabalhadores para enviar para Sua colheita.

Fonte: Guia-me com informações de Life Ministry Uganda

Seminário batista é bombardeado pelo exército e deixa feridos em Mianmar

Seminário teológico batista foi bombardeado pelo exército em Mianmar
Seminário teológico batista foi bombardeado pelo exército em Mianmar

Um Seminário Teológico Batista em Mianmar foi bombardeado pelo exército birmanês na quinta-feira (3), deixando quatro estudantes feridos.

De acordo com o International Christian Concern (ICC), o ataque aconteceu no estado de Shan, enquanto os alunos dormiam no dormitório da escola, fundada pela Convenção Batista Kachin.

Quatro estudantes, com idades entre 21 e 27 anos, foram atingidos por estilhaços e tiveram ferimentos sem risco de vida.

Um vídeo gravado pelos alunos e divulgado nas redes sociais mostrou os danos do bombardeio.

O ataque deixou buracos nas paredes, janelas e roupas dos seminaristas. Outro vídeo mostrou um aluno sendo levado para receber atendimento médico.

“O ataque contra esta escola bíblica Kachin certamente não foi um acidente”, afirmou Gina Goh, gerente regional da ICC para o Sudeste Asiático.

“Em vez disso, o Tatmadaw alvejou deliberadamente uma instalação cristã, sabendo o quão importante é a fé para o povo Kachin. Este regime de junta desprezível não deve ser mais tolerado pela comunidade internacional e precisa ser removido imediatamente”.

Cristãos atingidos

Desde o golpe militar de fevereiro de 2021 no Mianmar, o exército birmanês governa o país com violência, atacando civis e aterrorizando cidadãos. Os cristãos foram particularmente atingidos: mais de 1.200 casas e 11 igrejas foram incendiadas apenas em Thantlang.

“A guerra civil não está melhorando; todos os dias ocorrem batalhas em todos os estados e em todas as regiões”, relatou um líder de um ministério local, ao Christian Aid Mission.

“Não há segurança em nenhum lugar – assassinatos, bombardeios, tiros e prisões acontecem em todos os lugares”.

De acordo com a organização missionária Aid Mission, muitos birmaneses fugiram para as selvas para escapar do conflito, outros se refugiaram em outras nações.

O Mianmar ocupa o 12° lugar na Lista Mundial da Perseguição 2022 da Missão Portas Abertas, de países mais difíceis para ser um cristão.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Filme Jesus é o mais traduzido da história, disponível em 2.000 idiomas

Jesus Film Project é um ministério que produz filmes para apresentar Jesus ao mundo.
Jesus Film Project é um ministério que produz filmes para apresentar Jesus ao mundo.

O filme mais traduzido de todos os tempos já está disponível em 2.000 idiomas. Sua mais recente tradução foi feita para a língua Zo, falada por aproximadamente 65.000 pessoas.

A língua Zo é falada principalmente em Mianmar, um país de maioria budista que tem sofrido crises sociais e econômicas. Por causa da discriminação por crenças religiosas e acesso limitado a oportunidades econômicas, muitas pessoas que falam Zo estão agora espalhadas pelo mundo.

O Jesus Film Project marcou a estreia do filme “Jesus” ​​em Zo nos Estados Unidos, onde refugiados e imigrantes Zo estão espalhados por 29 cidades. Eventos de exibição foram realizados em Dallas-Fort Worth, no Texas; Atlanta, na Geórgia; e Fort Wayne, em Indiana.

Embora a tradução Zo da Bíblia tenha sido concluída em 2019, ela ainda não foi impressa em Mianmar, e muitos dos Zo não conseguem ler. A tradução do filme “Jesus” oferece uma forma de apresentar a história do Evangelho no idioma.

“Conseguir lançar Jesus ​​em Zo é a recompensa de anos de inovação e dedicação”, diz Josh Newell, diretor executivo do Jesus Film Project. “A coisa mais digna que podemos fazer é compartilhar a história de Jesus de uma forma que as pessoas possam entender e de uma forma que não precise de tradução. Estamos empolgados com o que o futuro reserva enquanto continuamos traduzindo essa história de mudança de vida.”

Lançado pela primeira vez em 1979, “Jesus” mostra um retrato autêntico de uma das figuras mais influentes da história. Desde então, o Jesus Film Project fez parceria com milhares de tradutores, equipes de gravação, dubladores e parceiros para disponibilizar “Jesus” ​​e outros vídeos sobre Cristo para todos, em todos os lugares e em todos os idiomas.

“Jesus” já ​​foi visto por mais de 10 milhões de pessoas em todo o mundo e continua sendo o único filme a ser dublado em mais de 2.000 idiomas.

Para se ter uma ideia, os filmes de animação de Hollywood costumam ser traduzidos para 35 a 40 territórios, enquanto os filmes de sucesso de ação são geralmente traduzidos para 12 a 15 idiomas.

Mais de 30 milhões aceitaram Jesus através do filme

Mesmo na turbulência global de 2020, mais de 700 milhões de pessoas ouviram a mensagem do Evangelho por meio do Jesus Film Project.

Em 2020, 742.164.408 pessoas assistiram à mídia do Jesus Film Project — incluindo visualizações online, transmissões de mídia e exibições de filmes presenciais.

Dentre estes, 224.452.394 de visualizações foram dos recursos online e 312.089.525 visualizações foram das transmissões de mídia.

O Jesus Film Project trabalha não apenas com a produção e exibição de filmes, mas também equipa igrejas, organizações e indivíduos com treinamento e recursos, para que levem o Evangelho até os confins da terra.

Por meio disso, em 2020, 30.121.304 pessoas indicaram decisões para Cristo e 278.052 novas igrejas e grupos nasceram, indica o relatório de 2020.

Fonte: Guia-me com informações de Religion News Service

Cristãos veem perseguição aumentar na Índia

Bandeira da Índia (Pixabay)
Bandeira da Índia (Pixabay)

O mês de outubro foi de diversos ataques a cristãos na Índia, mas na última semana os relatos de incidentes aumentaram. Casas de seguidores de Jesus foram incendiadas, discursos de ódio tornaram-se virais em redes sociais e mentiras sobre pessoas recebendo dinheiro para se converter resultaram em prisões.

Em uma comunidade local, mais de oito famílias cristãs foram ao culto e suas casas perderam suas casas durante um incêndio. Vários cilindros de gás explodiram e queimaram tudo o que estavam dentro das casas. De acordo com a polícia, o fogo foi causado pelo manuseio de bombinhas de artifício durante uma festividade. No entanto, os seguidores de Jesus acreditam que seja resultado de intolerância religiosa.

Desde que várias famílias decidiram seguir a Jesus, as comunidades da região se posicionaram contra os cristãos e ameaçaram: “Retornem ao hinduísmo ou enfrentarão as consequências terríveis um dia”. Por isso, os cristãos afetados acreditam que foram vítimas de um ataque com motivo religioso.

Outro ponto que levanta suspeitas é que o incêndio queimou apenas as propriedades dos cristãos. Caso o fogo surgisse do manuseio de fogos de artifício, teria que queimar primeiro os locais onde havia mais substâncias inflamáveis e não diretamente a casa dos seguidores de Jesus.

Prisão de seguidores de Jesus

Em outro incidente, nove cristãos foram presos sob a acusação de converter 400 pessoas à força. Além disso, foram expulsos da comunidade onde vivem por um grupo criminoso local, mas não obedeceram à ordem dos extremistas. Então foram denunciados à polícia e detidos, os cristãos também foram maltratados e agredidos. Seis deles foram encaminhados para a prisão e três jovens com seus bebês ficaram presas na delegacia, contrariando uma lei que proíbe que fiquem detidas até as 18h.

Estrangeiros também foram acusados falsamente de converter indianos. Três suecos foram até o local participar de uma oração e acabaram acusados de forçar a conversão dos habitantes locais. Eles foram deportados, mesmo a embaixada da Suécia provando que as acusações eram falsas.

Um dia depois, sete alemães foram interrogados pelas autoridades. Eles visitaram uma igreja como turistas, mas não participaram de nenhuma atividade religiosa. Entretanto, as autoridades os culparam de converter indianos. O grupo só foi liberado quando pagou milhares de dólares para as autoridades. Além disso, dois cristãos locais que os convidaram para ir à igreja foram presos.

Fonte: Portas Abertas

Líderes de igreja são presos no Vietnã

Família cristã no Vietnã (Foto: Reprodução)
Família cristã no Vietnã (Foto: Reprodução)

Os líderes cristãos e irmãos Hung, Long e Viet*, da tribo hmong, foram presos pela polícia na semana passada no Centro do Vietnã. De acordo com as autoridades, os três cristãos foram acusados de roubar arroz de outras famílias no vilarejo. Eles cuidam das próprias famílias que totalizam 16 pessoas.

“Quando alguém crê em Deus é agredido, as casas são demolidas e as famílias expulsas pelas autoridades locais do vilarejo. Elas fizeram um anúncio na delegacia dizendo que não permitem que os membros da comunidade sigam outras religiões que não sejam o animismo ou o budismo”, contou Isaac *, um parceiro local da Portas Abertas.

Portanto, quando as famílias dos três cristãos deixou as religiões tradicionais para seguir a Jesus começaram a enfrentar oposição, mesmo que fizessem os cultos nas próprias casas com discrição. “É muito triste. Há poucos dias, a família estava colhendo arroz e milho na própria terra quando a polícia local e o chefe do vilarejo vieram e confiscaram a colheita. Depois a casa deles foi destruída também”, acrescentou Isaac.

Excluídos

“Eles sofreram muito. Primeiro, foram agredidos, depois, a eletricidade e a água foram cortadas. A plantação de arroz e os pouco animais que tinham foram confiscados. O chefe do vilarejo e outros vizinhos também tomaram o trator das famílias cristãs que elas haviam recebido há pouco graças a um auxílio do governo para pequenos produtores rurais”, acrescentou Isaac.

Além disso, o chefe do vilarejo não permite que as famílias cristãs vendam ou comprem produtos nem que tenham contato com membros da comunidade. As autoridades locais também proibiram as crianças cristãs de retornarem à escola.

Apesar da pressão, nenhum dos cristãos renunciou à fé em Jesus. “Não fazemos mal a ninguém, apenas cremos em Jesus. Que mal há nisso? Por que nos perseguem?”, disseram os irmãos. Parceiros locais têm enviado roupas, alimentos e outros itens básicos para a família enquanto os cristãos estão presos. Os recursos são poucos, por isso muitas vezes não há o suficiente para alimentar todos.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Morre Guilherme de Pádua, assassino de Daniella Perez, aos 53 anos, diz igreja

Guilherme de Pádua Foto: Reprodução/YouTube
Guilherme de Pádua Foto: Reprodução/YouTube

Morreu, na noite deste domingo (6), o ex-ator Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, em 1992. Guilherme estava com 53 anos e teria sofrido um infarto. A informação foi divulgada pelo pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, onde Guilherme se consagrou pastor.

Localizada em Belo Horizonte, cidade natal de Pádua, a congregação foi quem acolheu o ex-ator após sua saída da prisão e o ordenou pastor em 2017. A morte foi confirmada pela assessoria de imprensa da Igreja Batista de Lagoinha, que informou que um comunicado será divulgado em breve.

“É um moço que a sociedade não compreende, porque praticou aquele crime da Daniella Perez. Mas ele se converteu. Era uma lagarta que virou borboleta. Ele dentro de casa agora caiu e morreu. Caiu e morreu”, disse Valadão durante transmissão ao vivo em suas redes sociais.

Pádua ganhou projeção nacional na novela “De Corpo e Alma”, exibida pela Globo na década de 1990. Nela, fazia par romântico com Daniella, filha da autora, Gloria Perez. Em 28 de dezembro de 1992, no entanto, o corpo da mocinha do folhetim foi encontrado num matagal na Barra da Tijuca, com 18 perfurações, a maioria concentradas na região do coração.

O relato de uma testemunha levou a polícia a Pádua e à então mulher dele, Paula Thomaz. Cada um dos dois foi condenado por homicídio qualificado a uma pena de quase 20 anos de prisão, após o júri popular acatar a tese da acusação de que o casal premeditou o crime –Thomaz, por ciúmes do marido; Pádua, por vingança contra a autora da novela, já que seu papel na trama vinha sendo reduzido.

Os dois apresentaram, nos últimos anos, versões diferentes para o crime. Thomaz nega que tenha participado. Pádua, que, em depoimentos à polícia, assumira a culpa, depois passou a sustentar a tese de que a sua então mulher, tomada de ciúmes pela relação dos dois parceiros de cena, é quem teria se atracado com Daniella Perez no matagal.

O caso recentemente veio à tona por causa dos 30 anos da morte da atriz e da série documental “Pacto Brutal”, da HBO Max, que se debruçou sobre o crime.

Mineiro de Belo Horizonte, Pádua nasceu em 1969 e chegou ao Rio de Janeiro no final dos anos 1980, disposto a tentar uma carreira no meio artístico. Quando do crime, ele estava no ar na novela “De Corpo e Alma” interpretando Bira, um motorista de ônibus que fazia par amoroso com Yasmin, que por sua vez era interpretada por Daniella Perez.

Com a novela, que estreou em agosto de 1992, Gloria Perez assumia a sua primeira trama das oito em voo solo. O enredo principal girava em torno de Paloma, papel de Cristiana Oliveira, que recebia o coração transplantado de outra mulher, Betina, grande amor de Diogo, papel de Tarcísio Meira. Yasmin, por sua vez, era irmã de Paloma, a protagonista da história.

Se na televisão ele dava os seus primeiros passos, no teatro já tinha somado mais papéis. Na peça “Pasolini”, por exemplo, ele interpretou o garoto de programa responsável pela morte do célebre diretor italiano. Voltaria a interpretar um michê no musical “Blue Jeans”, que causou um estouro na virada dos anos 1980 para os 1990.

Wolf Maya, diretor do espetáculo, fala em “Pacto Brutal” de como conheceu o jovem vindo de Belo Horizonte numa moto. Fábio Assunção, que estava no elenco, assim como Alexandre Frota e Maurício Mattar, se recorda de um soco cênico que Guilherme de Pádua acabou desferindo de verdade.

Por fim, o ator também voltou a interpretar um garoto de programa em “Via Appia”, filme erótico alemão rodado no universo das saunas de prostituição masculina de Copacabana.

Na época ele também participou do show de strip-tease que a travesti Eloína dos Leopardos mantinha na Galeria Alaska, conhecido point gay no bairro da zona sul carioca, e que terminava com todos os rapazes ficando completamente nus.

Há cinco anos, o ex-ator se tornou pastor da Igreja Batista da Lagoinha. Pádua concedeu poucas entrevistas sobre o caso, mas seu nome sempre reaparece por aí, como quando criou um canal no YouTube para falar de sua conversão religiosa. Numa de suas últimas aparições públicas, em 2020, foi às ruas num protesto pró-Bolsonaro.

Guilherme de Pádua era pastor batista em Belo Horizonte e havia se casado com a maquiadora Juliana Lacerda em 2017.

Fonte: Folhapress, Pleno News e Notícias Ao Minuto

Pastor que pregou contra nordestinos e disse que “petista é inimigo da igreja” pede perdão

Pastor Luiz Antônio Rodrigues Vieira, da PIB em Piabetá, em Magé (RJ) pede perdão após polêmica com nordestinos e eleitores do PT
Pastor Luiz Antônio Rodrigues Vieira, da PIB em Piabetá, em Magé (RJ) pede perdão após polêmica com nordestinos e eleitores do PT

O pastor Luiz Antônio Rodrigues Vieira, líder da Primeira Igreja Batista em Piabetá, em Magé (RJ), leu uma retração com pedido de perdão, neste domingo, durante a Escola Bíblica Dominical.

Vieira se viu envolvido em uma polêmica, após atacar nordestinos e dizer que “petista é inimigo da igreja” durante um culto na quinta-feira, 3 de novembro.

Ao lado do pastor Marcos Siqueira, vice-presidente da Primeira Igreja Batista em Piabetá, o pastor Vieira leu sua retração.

Logo no início, ele pediu perdão “ aos que são petistas, eleitores de Lula e aos nordestinos” e que a sua igreja não tinha nenhuma responsabilidade sobre a sua “infeliz fala”.

“De maneira completamente humilde e na dependência de Deus, venho aqui, no mesmo lugar, fazer publicamente, a minha retratação e pedido de perdão aos que são petistas, eleitores de Lula e aos nordestinos. A Primeira Igreja Batista em Piabetá, igreja plantada e respeitada em Piabetá há 77 anos, não tem nenhuma responsabilidade com o ocorrido em minha infeliz fala. Venho por meio deste, formalizar minha retratação e pedido de perdão pelo ocorrido no dia 3 de novembro de 2022, no culto da noite.”, disse o pastor Vieira.

Em seguida, ele disse que foi acometido de um grande desgaste físico, psicológico e emocional e que um psicanalista clínico havia detectado no pastor um transtorno explosivo intermitente que teria causado um comportamento agressivo.

“Eu, pastor Luiz Antônio Rodrigues Vieira, em decorrência do transtornado momento político que estamos passando, fui acometido de um grande desgaste físico, psicológico e emocional. Após uma análise psicanalítica com o Dr. Luiz Wagner dos Santos Silva, psicanalítico clínico, segundo ele, foi desencadeado em mim um transtorno explosivo intermitente, abreviado de TEI, que causa um transtorno psicológico que causa um comportamento agressivo recorrente”, explicou o pastor.

Na sua fala polêmica, o pastor Vieira disse que o nordestino é “preguiçoso” e que “gosta de viver da migalha”. Na sua retratação ele disse que tinha amigos nordestinos, pediu perdão e disse que o nordeste é uma região repleta de gente trabalhadora”.

“Tenho muitos amigos nordestinos, o qual respeito, amo e peço perdão. Ao contrário da minha fala mal expressada, o nordeste é uma região repleta de gente humilde, boa, honesta e trabalhadora. Pessoas preguiçosas estão presentes em todas as regiões do Brasil e do mundo”, afirmou.

O pastor da Primeira Igreja Batista em Piabetá falou de sua “preocupação” ao se referir aos eleitores do PT e prometeu ser mais “polido em suas expressões.

“Quando fiz referencia a quem votou no PT, foi tão somente preocupado e em defesa do que nós, os cristãos, não somos a favor. Temos muita preocupação com a legalização do aborto, das drogas ilícitas e da ideologia de gênero, por exemplo. Eu não sou inimigo de petistas. Mais uma vez peço perdão a todos e me comprometo com a Primeira Igreja Batista em Piabetá, igreja que amo e sou seu pastor há 33 anos, a ser mais polido em minhas expressões”.

Por fim, o pastor Vieira disse que depois de sua fala teria uma reunião com a diretoria da igreja onde compartilharia questões pessoais e que pediria uma antecipação das férias de janeiro para “cuidar desse meu momento emocional”

Assista a retração no vídeo abaixo:

Sobre o caso

Durante culto na Primeira Igreja Batista de Piabetá, em Magé (RJ), o pastor Luiz Antônio Rodrigues Vieira atacou nordestinos e disse que “petista é inimigo da igreja”. As declarações ocorreram na quinta-feira (03/11), mas só viralizaram neste final de semana.

“Quem votou em Lula no domingo se tornou meu inimigo. Petista é inimigo da igreja. Petista é inimigo de Deus. Petista é seu inimigo.”, disse Luiz Antônio contra eleitores do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na sequência, ele ataca os nordestinos em um forte discurso xenofóbico.

Vieira começa dizendo que “não tem nada contra os irmãos que nasceram no Nordeste”, citando inclusive o nome de uma mulher que seria do Recife (PE), sua fiel, para na sequência desfilar um repertório xenófobo e ofensivo ao povo da região.

“Nada contra nenhum irmão que nasceu no Nordeste, mas deixa eu dizer uma coisa para vocês aqui. Nunca mais eu gasto um centavo no Nordeste. Nunca vai eu vou ao Nordeste”, afirmou o pastor.

“No domingo eu falei aqui que eu iria na convenção da assembleia da ordem dos pastores pra falar. Eu vou esperar para quando a assembleia da ordem for em outro lugar. Não vou gastar um centavo em nenhum hotel do Nordeste, não vou comer em nenhum restaurante do Nordeste, não vou comprar nada no Nordeste”, disse o pastor.

“Não vou gastar nenhum centavo com nenhum hotel no Nordeste. Não vou comer em nenhum restaurante do Nordeste. Não vou comprar nada do Nordeste. É um povo, os que estão lá, preguiçosos. Porque, os que não são, vieram embora para cá, vieram trabalhar. Nordestino é preguiçoso. Gosta de viver da migalha. Não é para você sentir ódio. Não é nordestinofobia. Não tenho fobia de nordestino, mas a grande verdade é essa”, complementou.

Nas redes sociais, usuários demonstraram indignação com a fala do religioso, sendo que alguns nordestinos até agradeceram por ele ficar longe de região. O perfil da Procuradoria da República no Rio de Janeiro chegou a ser marcado, mas ainda não houve manifestação sobre o caso.

Nas eleições de 2022, o pastor Luiz Antônio concorreu a deputado federal pelo Republicanos. Porém, não conseguiu se reeleger. Essa foi a segunda vez em que esteve presente em um pleito. Em 2020, tentou ser vice-prefeito de Magé pelo PSD, também sem sucesso.

Em inúmeros registros em vídeo, o pastor Vieira aparece “pregando” com imagens de Jair Bolsonaro ao fundo, ou então com adereços que remetiam à candidatura do presidente derrotado de extrema direita. Na manhã deste domingo (6), os perfis de sua igreja no Facebook e no Instagram tinham sido tirados do ar.

Folha Gospel com informações de Diário de Goiás, Revista Fórum, YouTube da PIB Piabetá e Twitter

Treinador de futebol demitido por orar será reintegrado após decisão da Suprema Corte

Treinador Joe Kennedy no campo de futebol da Bremerton High School.
Treinador Joe Kennedy no campo de futebol da Bremerton High School.

Treinador de futebol do ensino médio em Washington, Joe Kennedy foi readmitido por uma decisão da Suprema Corte dos EUA, após sete anos de batalha judicial.

Desde 2015, Kennedy luta para revogar sua demissão feita após ser denunciado por fazer orações na quadra. Agora, a Suprema Corte americana decidiu a favor de Kennedy para que recupere seu antigo emprego até março de 2023, dizem documentos judiciais apresentados na terça-feira (25).

Kennedy foi afastado do cargo de treinador de futebol da Bremerton High School em 2015, por orar no meio-campo após os jogos.

Ele começou fazer orações sozinho no final de cada partida, mas, depois os alunos começaram a se juntar a ele. Segundo documentos judiciais, isso evoluiu para discursos motivacionais que incluíam temas religiosos.

O comportamento de Kennedy fez incomodou treinador adversário, que chamou a atenção do diretor e do distrito escolar, que pediu para Kennedy não fazer mais as orações. Após parar temporariamente, depois notificou a escola que retomaria a prática.

A situação atraiu a atenção da mídia e, quando Kennedy anunciou que voltaria a orar em campo, levantou preocupações de segurança. Quando ele orou depois do jogo, várias pessoas invadiram o campo em apoio.

O distrito escolar ofereceu deixar Kennedy orar em outros locais antes e depois dos jogos, ou que ele orasse na linha de 50 jardas depois que todos os outros tivessem saído do local, mas ele recusou, insistindo que continuaria sua prática regular. Depois de continuar as orações em mais dois jogos, o distrito escolar colocou Kennedy em licença.

Batalha judicial

O caso de Kennedy chegou à Suprema Corte dos EUA, que em junho deste ano decidiu a favor de que o treinador recuperasse seu antigo emprego. Em agosto, os juízes disseram que as orações pós-jogo de Kennedy em campo estavam protegidas pela Primeira Emenda.

De acordo com os documentos judiciais apresentados na terça-feira, Kennedy deve ser reintegrado ao seu cargo anterior como assistente técnico do time de futebol da Bremerton High School até 15 de março de 2023.

O Distrito Escolar de Bremerton não pode retaliar Kennedy por “conduta que esteja em conformidade com os termos da a Ordem do Tribunal” nem interferir ou proibir Kennedy de oferecer oração, de acordo com a Suprema Corte.

O treinador cristão também tem direito a honorários advocatícios e custas, mas o distrito disse que esses honorários serão decididos pelo Tribunal Distrital dos EUA após um “processo rigoroso”.

“Neste momento, o Distrito Escolar não recebeu nenhuma documentação para qualquer quantia de honorários advocatícios”, disse o distrito na terça-feira em um comunicado.

“A extensão da cobertura de seguro para um possível julgamento de honorários advocatícios é assunto de discussões contínuas entre o Distrito Escolar e suas seguradoras.”

Kennedy e o distrito apresentarão uma proposta conjunta em 8 de novembro, detalhando a redação proposta de ambos os lados sobre as questões disputadas e o alívio concedido a Kennedy.

Fonte: Guia-me com informações de Fox News

É falso que Jean Wyllys disse que pretende banir a Bíblia do Brasil

Fake News
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Um post que circula nas redes sociais diz que Jean Wyllys, ex-deputado federal do PSOL-RJ, pretende banir a Bíblia “de todo território nacional”.

“Sim, estou voltando! Nossa primeira pauta, será mudar o conceito de laicidade no nosso país. Chega de dar poder a pastores, padres e diversos crentes para usar a Bíblia para ofender e criminalizar práticas naturais como uso de maconha, e relações homoafetivas. Só há um jeito, banir a Bíblia em todo território nacional”. Na assinatura, Jean Wyllys é creditado como “Provável ministro da Educação para 2023”, diz a publicação que usa uma imagem de Jean Wyllys ao lado da citação atribuída a ele.

Em nenhum dos principais portais de notícias do Brasil houve a veiculação das supostas aspas de Jean Wyllys. Em seus perfis oficiais do Twitter e Instagram não houve nenhuma publicação que coincida com a citação durante o período de campanha eleitoral ou após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva como presidente (PT).

O ex-deputado publicou em seu Twitter sua resposta a respeito da publicação falsa após ter sido procurado pela Agência Lupa. Na mensagem ele disse que “é óbvio que se trata de uma mentira”. Além de dizer que a extrema direita “tem mentido peremptoriamente” e vem “assassinando reputações impunemente”.

Não é a primeira vez que Jean Wyllys é alvo de desinformações. “A extrema-direita vem me usando em sua tentativa de criar pânico moral há anos”, afirma o ex-deputado.

Algumas das mentiras diziam que ele faria filme com Jesus Cristo gay e teria sido xingado por Ratinho e que ele teria transferido R$ 50 mil para Adélio Bispo, o homem que atacou o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL).

A publicação falsa cita o ex-deputado como “Provável Ministro da Educação para 2023”, o que também não é verdade. Antes de ser eleito, Lula já havia negado que indicaria o ex-parlamentar para ministro da Educação, como informou o Aos Fatos. No Twitter, o próprio Wyllys disse que não foi convidado nem pretende assumir a pasta.

Fonte: UOL, Aos Fatos e Agência Lupa

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