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Capelão diz que foi considerado um “risco para crianças” por sermão contra casamento gay

Reverendo anglicano Bernard Randall
Reverendo anglicano Bernard Randall

O capelão Bernard Randall, 49 anos, que vive em Derbyshire, na Inglaterra, foi forçado a deixar seu emprego após ter pregado contra o casamento gay. Ele foi denunciado pelo Trent College — uma escola da CofE — ao órgão de vigilância antiterrorista do governo.

A CofE (Church of England) é a Igreja na Inglaterra representada pela Comunhão Anglicana Internacional.

As questões abordadas por Randall sobre identidade o colocaram na mira das autoridades eclesiásticas, que o consideraram “um risco para as crianças”, conforme a equipe da Diocese de Derby.

Houve uma audiência no Tribunal de Trabalho, onde o capelão cristão foi informado que deveria deixar o cargo. Ele está sendo representado legalmente pelo Christian Legal Centre — organização que apoia cristãos em questões judiciais no Reino Unido.

De acordo com o Christian Concern, o sermão do capelão tratou cuidadosamente sobre o ponto de vista cristão quanto às questões de identidade — homem e mulher — conforme as Escrituras.

“Não acredito que um sermão possa representar algum perigo. Eu não acho que o que disse estava errado. Eu certamente não fiz ataques pessoais”, disse o capelão.

Randall, que é ex-capelão da Universidade de Cambridge, já havia falado sobre suas preocupações quanto à militância de grupos LGBT, que incentivam funcionários da faculdade a “gritar contra a heteronormatividade”.

O termo aponta para o pensamento comum de que só existem dois gêneros: masculino e feminino. Aqueles que vão contra esse pensamento costumam dizer que é uma “imposição social” para que as pessoas se comportem de acordo com seus papéis, ou seja, como homem ou mulher.

Enquanto Randall estava sendo investigado sobre seu sermão “considerado ofensivo”, ele se defendeu repetidas vezes apontando que suas crenças sobre casamento e sexualidade humana eram baseados na liturgia pública do CofE e na Bíblia.

Ele lembrou também que na Lei Canônica, onde os cristãos da Igreja Anglicana se debruçam com relação à fé, está escrito que “a união permanente e vitalícia, na alegria e na tristeza, até que a morte os separe” se refere à união de um homem com uma mulher.

Depois das investigações, os relatórios finais descobriram que Randall não havia feito nada de errado. Porém, e-mails trocados internamente entre o Trent College e a Diocese de Derby, revelaram que ambos estavam colaborando para que Randall não pudesse mais atuar na região.

“Infelizmente, o CofE parece se importar mais com sua reputação no mundo secular do que com sua liderança espiritual”, lamentou o capelão.

Os advogados de Randall vão argumentar que os eventos que se seguiram revelaram uma campanha de assédio contra ele, envolvendo suposições estereotipadas de que “um líder religioso mantendo suas crenças era um risco para crianças”.

Até o momento, o capelão não foi readmitido ao seu antigo cargo no Trent College. Enquanto isso, advogados estão levantando outros episódios, como por exemplo, quando Randall foi informado, em julho de 2021, que deveria passar por um psicólogo para avaliação.

A psicóloga escolhida especializou-se na avaliação de “agressores sexuais”. Ele se recusou a passar pela consulta, pois o processo exigiria que ele aceitasse irregularidades.

Vale citar também que, ao longo da investigação da Diocese de Derby, houve a ausência de qualquer evidência de que Randall tenha se comportado de forma inadequada em suas relações com alguém.

A autoridade local indicou que não havia motivo para preocupação e não havia evidência de comportamento inadequado em relação ao seu ministério pastoral durante seu tempo no Trent College ou anteriormente.

“Foi uma experiência hostil, traumática e profundamente estressante. Sempre fui tão leal à Igreja, mas infelizmente isso não foi correspondido. Jesus não prometeu uma vida fácil”, concluiu o capelão.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Concern

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Pai e filho cristãos são mortos pelo Estado Islâmico no Egito

Um pai e um filho cristãos foram assassinados por terroristas do Estado Islâmico da Peninsula do Sinai (EI), no Egito, na semana passada.

De acordo com a Christian Solidarity Worldwide (CSW), organização que trabalha pela liberdade de religião, Salama Waheeb Moussa e seu filho Hani Waheeb Moussa foram mortos a tiros, enquanto trabalhavam na fazenda da família, na terça-feira (30).

Depois da família perder o contato com eles, a polícia foi chamada e os corpos dos cristãos coptas foram descobertos no local, na vila de Jilbana, na província de Ismailia.

Segundo a CSW, muitos terroristas do Estado Islâmico se mudaram para a região vizinha do norte do Sinai nas últimas semanas, para escapar de um ofensiva militar do Egito.

Desde agosto, um grupo de agentes do Estado Islâmico entrou em Jilbana e está lutando contra a polícia e os militares.

Conforme o jornalista copta Nader Shukri, recentemente, o exército egípcio neutralizou um grande número de terroristas, com a ajuda de tribos da região.

Entre os mortos estão comandantes importantes do EI, Basel Khaled Sheikh e Hamza Adel Alzamli.

A Península do Sinai é o reduto do Estado Islâmico no Egito, uma ramificação do EI que prometeu fidelidade ao grupo em 2014. Desde lá, vem realizando ataques terroristas no território egípcio.

Onda de ataques a cristãos

Uma onda de ataques a cristãos no Egito — um dos primeiros e mais importantes centros do cristianismo, antes da ampla islamização — tem deixado muitos mortos e feridos.

No final de julho, um pai e um filho cristãos coptas foram esfaqueados por um muçulmano na cidade de Gizé.

Em fevereiro, um líder cristão foi morto diante dos jovens que discipulava durante uma excursão do grupo à praia.

No mesmo mês, o jovem diácono de uma igreja em Alexandria, Magdy Awad Allah, foi esfaqueado sete vezes pelo próprio vizinho. Ele foi levado ao hospital e sobreviveu, mas ficou muito traumatizado.

Em abril, o cristão Rani Ra’fat foi morto na entrada do trabalho e, em junho o cristão Megali também foi atacado enquanto voltava para casa em sua motocicleta. Ele foi empurrado, esfaqueado e morreu após sofrer ferimentos graves.

A cristã Mona, de 35 anos, foi atacada na área rural do Egito por um extremista islâmico com uma foice, mas sobreviveu.

Os ataques a cristãos costumam ficar impunes no Egito, porque autoridades policiais e judiciais classificam os autores como “doentes mentais”.

Como resultado, os jihadistas logo retornam ao convívio social e cometem os mesmos crimes contra outros seguidores de Jesus. O país está na Lista Mundial da Perseguição 2022, ocupando o 20º lugar entre os países que mais hostilizam cristãos.

Conforme a Portas Abertas, entre os egípcios se tornou comum ver cristãos sendo insultados e atacados enquanto andam pelas ruas. Eles também costumam ser sequestrados e expulsos de suas próprias casas.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Solidarity Worldwide

Pesquisa mostra que 78% não acreditam no boato de “fechamento de templos”

Bolsonaro e Lula
Bolsonaro e Lula

A Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (Abrapel) lançou, junto com o Ipespe, a primeira rodada do Termômetro da Campanha, série que fará pesquisas telefônicas nacionais repercutindo a comunicação das candidaturas à Presidência. Uma das perguntas analisou o impacto da notícia falsa de que políticos fechariam igrejas.

O ataque foi feito por pastores evangélicos especialmente contra o candidato do PT a presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo a pesquisa, 78% dos eleitores brasileiros não acreditaram na possibilidade do fechamento de templos por “algum candidato”.

Outros 22%, no entanto, disseram que confiaram na notícia. Esses entrevistados são principalmente eleitores do presidente e candidato à reeleição pelo PL, Jair Bolsonaro. Mesmo assim, até entre eles a maioria não acredita (59%), contra 41% que afirmam crer na notícia falsa. Na base lulista, 89% rechaçam a fake news contra 11% que aderiram ao boato.

Fake news

No mês passado, o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PL-SP) afirmou, em mensagem enviada à coluna da jornalista Mônica Bérgamo, da Folha de S. Paulo, que a comunidade evangélica tem “muito receio” de um eventual governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e que o partido do ex-presidente é a “expressão viva do mal” no Brasil.

“Existem muitas formas de se fechar uma Igreja. Uma delas é calando os pastores ou obrigando religiosos a terem condutas anti bíblicas. A igreja fisicamente estará aberta, mas na prática estará fechada”, diz ele.

Também no mês passado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou as redes sociais para responder ao presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a fake news que diz que o petista vai fechar igrejas se for eleito.

Lula afirmou que o atual governante mente para os evangélicos e que é um “fariseu” que tenta manipular a fé dos religiosos.

“Bolsonaro mente para os evangélicos. Ele é um fariseu, tenta manipular a fé de homens e mulheres evangélicas que vão à igreja pela sua religiosidade”, escreveu Lula.

Segundo o candidato petista, Bolsonaro “conta mentiras todos os dias” e manda um recado ao adversário: “não haverá mentiras ou fake news que nos impeçam de mudar o Brasil”.

Mais da pesquisa

A pesquisa também investigou o impacto da possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas: 60% não acreditam contra 40%, que estão reunidos principalmente entre eleitores de Bolsonaro (62%). No entanto, há 27% dos eleitores de Lula que também acham possível uma fraude nas urnas.

A pesquisa Abrapel/Ipespe também fez perguntas sobre intenções de voto para presidente, o cenário permanece estável: Lula tem 44% contra 35% de Bolsonaro, 9% de Ciro Gomes (PDT) e 5% de Simone Tebet (MDB). Embora com amostras diferentes, a pesquisa estima exatamente os mesmos níveis da mais recente pesquisa Ipespe.

Presidente da Abrapel, Mara Telles explica as prioridades da nova série de pesquisas feitas pelo Ipespe:

“Num momento de eleições extremamente polarizadas, com farta distribuição de desinformação nas campanhas, uma pesquisa nacional que avalie os sentimentos da opinião pública, participação da sociedade nas campanhas, o conteúdo das mensagens veiculadas e a avaliação dos candidatos é, além de sumamente importante, inédito no período eleitoral. Assim, o Termômetro oferecerá ao público informações relevantes para que ele acompanhe de uma forma inovadora uma das eleições mais fundamentais para o futuro do Brasil.”

O levantamento foi feito entre 30 de agosto e 1º de setembro com uma amostra nacional de 1.100 entrevistados. A margem de erro total é de três pontos percentuais para mais ou menos dentro de um intervalo de confiança de 95,45%. A pesquisa Abrapel/Ipespe está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 09344/2022.

Folha Gospel com informações de O Globo, UOL, Yahoo e Folha de S. Paulo

Silas Malafaia diz que está orando para travar as urnas por oito horas na eleição

Pastor Silas Malafaia pregando na sua igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo
Pastor Silas Malafaia pregando na sua igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo e aliado do presidente Jair Bolsonaro (PL), disse, em um culto, que está orando para que as urnas eletrônicas fiquem paralisadas por oito horas no dia das eleições caso haja o que ele chamou de “fraude eleitoral”.

O líder religioso voltou a dizer que se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vencer as eleições irá fechar igrejas —o que já foi negado pelo PT, que entrou na Justiça contra o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PL-SP) por causa da disseminação deste boato.

“Eu tô orando, e eu quero que você concorde. Eu disse lá na Apoteose, diante do presidente da República: se tentarem roubar essa eleição e fraudar, em nome de Jesus, esse sistema vai ser travado. Vai ficar travado por pelo menos oito horas, que ninguém vai conseguir destravar. Aí vai ter que ter uma outra eleição. Essa é a minha oração”, disse.

A declaração do pastor foi um dos assuntos mais comentados na internet e dividiu a opinião dos internautas.

Malafaia também criticou evangélicos que, segundo ele, agem com “paixão” na eleição.

“Eu fico vendo o povo de Deus, por paixão, como se fosse time de futebol… Por paixão… Que paixão porcaria nenhuma. Eu tenho princípios e valores e tô de olho. E tô de olho nessa questão com qualquer candidatura”, declarou.

UOL Confere já mostrou que nunca houve fraude comprovada nas eleições brasileiras desde a adoção das urnas eletrônicas. Tanto Bolsonaro como seus apoiadores falam que o modelo não é seguro, mas não citam provas ou quaisquer indícios de problemas no sistema eleitoral.

Depois de falar sobre a paralisação das urnas aos fiéis, Malafaia fez uma oração, pediu que Deus “tenha misericórdia” do Brasil e “pelo menos oito horas para que a verdade se estabeleça”. O trecho do culto foi publicado no YouTube do pastor ontem.

No discurso aos fiéis, Malafaia afirma que não fala de fraude envolvendo autoridades, mas sim hackers. “Os caras invadem o sistema do Pentágono, mais seguro do mundo, não vão invadir a urna eletrônica?”, questiona.

As urnas eletrônicas passam por uma série de procedimentos de auditoria e fiscalização antes das eleições, para garantir a segurança do sistema.

Fake news de igreja

Ao longo do discurso, Malafaia também criticou Lula e disse, sem citar o petista, disse que há governos que, se eleitos, vão fechar igrejas. Ele, no entanto, não explicou quais governos são esses.

“Ficamos chocados quando comunistas ímpios rasgam a bíblia e tacam fogo nela. E quando os crentes rasgam a bíblia de seus corações, que apoiam gente que nos odeiam e odeiam nossos fundamentos e princípios? Estão queimando bíblia, estão fechando igreja, mas estamos votando em gente que apoia governos que fecham igrejas”, disse o pastor.

O boato sobre fechamento de igrejas tem sido propagado por diferentes apoiadores de Bolsonaro. A campanha do PT nega a informação e lançou um texto rebatendo as notícias falsas.

“Lula é cristão, nunca fechou nem vai fechar igrejas”, diz o título do texto, que também destaca medidas tomadas pelo governo petista em favor da comunidade evangélica. Uma delas foi a criação do dia da Marcha para Jesus.

Malafaia disse ainda que já votou em Lula, mas que, à época, o petista não tinha acusação por corrupção. O pastor, no entanto, não citou que os processos contra o ex-presidente foram anulados.

Por que votei? Vem do Nordeste, é pobre, pode resgatar no nosso povo. E o que eu vi? A diferença entre o discurso e a prática. Estou fora, há 20 anos dei crédito, mas o crédito que eu dei não correspondeu.”. disse Silas Malafaia sobre Lula.

Malafaia também voltou a afirmar que família é formada por “homem, mulher e sua prole, o resto é qualquer porcaria, menos família”.

Folha Gospel com informações de UOL e Fuxico Gospel

O Impacto Eleitoral das Guerras Culturais

A Bíblia a bandeira do Brasil
A Bíblia a bandeira do Brasil

O Século XXI tem sido denominado pelos estudiosos como o ‘Tempo dos Embates Ideológicos’, sobretudo os ligados a Valores Morais, os quais foram Consenso na Sociedade, à luz do Legado Judaico-Cristão, que Norteou a Humanidade durante 20 Séculos, que foi relativizado no “Século das Luzes’, resistiu a ‘Revolução Francesa’, tendo passado a ser questionado, à partir dos Anos 60 do Século Passado, (Pilula Anticoncepcional)’, e, ainda mais Enfaticamente nas Últimas Duas Décadas, por Movimentos Progressistas, que não só Pretendem o ‘Tratamento Igualitário’, mas Objetivam a Desconstrução Social destes Valores Éticos; por isso, é entendível quando um Jornal de Expressão Nacional como ‘O Globo”, publica, exatamente na Semana Anterior ao Início da Propaganda Eleitoral Televisiva, deste Ano de 2022, uma Série de Matérias enfocando as “Guerras Culturais’, embasado na obra do Historiador, Norte-Americano, Andrew Hartman, autor de “Uma Guerra pela Alma da América”; Polarização Política, que, Após a Conquista de Espaços de Expressão, (Negado na Grande Mídia Nacional), Mas Amplificado pelas Redes Sociais, Destacadamente, Por Representantes de Cidadãos-Conservadores, (Em Que Pese a Expressiva Maioria da População, Até Então Silenciosa), se Intensificou no Brasil, e, no Mundo, como se Percebe o Exemplo da Democracia Chilena, Que Ecoou Forte na América Latina, Quando os Eleitores, Oriundos de Uma Sociedade Conservadora, Rejeitaram, Num Referendo Popular de Ampla Maioria, Uma Constituição Considerada Exacerbadamente Progressista, Porque Continha Pautas Ideológicas de Movimentos Sociais.

Continue lendo o novo artigo do Advogado Dr. Gilberto Garcia na sua coluna “DIREITO NOSSO”. Clique Aqui.

Sancionada lei que autoriza uso da religião para recuperar dependentes químicos em Goiás

Usuário de drogas (imagem ilustrativa)
Usuário de drogas (imagem ilustrativa)

O governador Ronaldo Caiado (União Brasil) sancionou uma lei que inclui a religiosidade como política pública na abordagem, recepção, recolhimento, encaminhamento, tratamento, recuperação e ressocialização de dependentes químicos. O projeto do deputado estadual Henrique César (PSC) também autoriza o Poder Executivo a criar a Central Ecumênica em Goiás.

Em relação a esta Central, ela será destinada à recepção, avaliação e encaminhamento de dependentes químicos. “Para implementação desta Lei, o Poder Executivo poderá firmar parceria com entidades religiosas sem fins lucrativos, cadastradas junto à Central Ecumênica, em consonância com o que dispõe o inciso I, do Artigo 19 da Constituição Federal”, diz trecho da proposição.

Já o parágrafo único da matéria aponta: “O paciente deverá ser consultado com qual religião ele se identifica e, caso manifeste interesse em ser assistido, será contatada uma das entidades religiosas cadastradas para que promova o acompanhamento religioso.”

Segundo a justificativa de Henrique César, “alguns estudiosos afirmam que a religiosidade, independentemente da religião professada, facilita a recuperação da dependência de drogas e diminui os índices de recaída de pacientes”.

Ele ainda aponta que “a religiosidade pode auxiliar no processo de recuperação devido à melhora no otimismo, suporte social, melhora na resistência ao estresse e diminuição dos níveis de ansiedade”.

A matéria foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) em abril deste ano.

Fonte: Mais Goiás

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Cristãos no estado de Punjab, na Índia, são alvo de ataques

Bandeira da Índia nas mãos de uma mulher (Foto: Reprodução/Portas Abertas)
Bandeira da Índia nas mãos de uma mulher (Foto: Reprodução/Portas Abertas)

O estado de Punjab, na Índia, está sob massivos ataques contra as comunidades cristãs. O cristianismo está crescendo bastante, o que tem irritado extremistas religiosos no estado. Em 31 de agosto de 2022, após ter mantido guardas sob a mira de armas, um grupo não identificado vandalizou uma igreja no distrito de Taran Taran, em Punjab.

O grupo declarava: “Nós somos calistanis”, ou seja, membros da Força de Libertação do Calistão. Esse é um grupo banido na Índia por ser uma associação ilícita que promove campanhas para a independência de Punjab como forma de obter um lar para os sikhs. Além disso, o carro de um líder da igreja também foi incendiado.

O incidente ocorreu um dia após o Akal Takht, principal centro da autoridade religiosa dos sikhs, emitir uma declaração contra as supostas conversões realizadas por missionários cristãos. O Akal Takht também pediu que o ministro chefe de Punjab, Bhagwant Mann, banisse conversões religiosas no estado. “Os denominados missionários cristãos converteram à força sikhs por meios de práticas fraudulentas. Sikhs e hindus de Punjab são enganados e convertidos. Isso acontece bem às vistas do governo”, disse o chefe do Akal Takht.

O mesmo grupo exigiu a retirada do primeiro relatório de informação preenchido contra o líder nihang, Baba Major Singh, e 150 assessores desconhecidos, que supostamente interromperam uma congregação cristã na vila de Daduana, distrito de Amritsar, no dia 28 de agosto.

Repressão aos cristãos

Na data, o grupo de cristãos se reuniu para cultuar e mais de 400 pessoas vieram das regiões próximas. Durante o culto, mais de 150 pessoas, membros de um movimento militante fundamentalista sikh, invadiram o local e começaram a bater nas pessoas e coisas ao redor, sem nenhuma explicação. Elas ameaçaram os cristãos e rasgaram a tenda. Não apenas vandalizaram todo o lugar, como também não pouparam mulheres e crianças, assustando a todos.

A comunidade cristã apresentou um primeiro relatório de informação contra eles e os ataques à igreja em Punjab. Como resposta, a comunidade nihang pediu a retirada do relatório de informação, caso contrário toda a comunidade sofreria as consequências do derramamento de sangue. Desde então, muitos incidentes ocorreram, com pastores e cristãos sendo ameaçados e acusados por conversão religiosa.

Fonte: Portas Abertas

Estudantes cristãos levam esperança em campanha contra suicídio: “Deus é maior que a tua provação”

Estudante entrega balão e conversa com passageira no terminal de ônibus. Alunas posam para foto durante mobilização em semáforos. (Foto: Paulo Ribeiro)
Estudante entrega balão e conversa com passageira no terminal de ônibus. Alunas posam para foto durante mobilização em semáforos. (Foto: Paulo Ribeiro)

Estudantes estão se unindo para levar uma mensagem de esperança durante o Setembro Amarelo, campanha de prevenção ao suicídio.

Em Santa Catarina, alunos e servidores da Escola Adventista de Joinville fizeram uma ação na manhã de quinta-feira (1º), no Terminal Norte, em Joinville, entregando balões amarelos e frases inspiradoras.

Maria Aparecida Pereira, de 51 anos, aguardava um ônibus e foi impactada com as palavras da professora de ensino fundamental, Daniela Moraes. Há poucas semanas, ela sofreu dois infartos e estava retornando de uma consulta médica quando foi abordada.

“Eu não recebi uma notícia muito boa do médico, novamente terei que fazer um cateterismo, então só o motivo dela ter vindo falar uma palavra de aconchego pra mim foi muito importante. Ela [professora] foi muito carinhosa e atenciosa”, disse ela, sem conter as lágrimas.

De acordo com o site Notícias Adventistas, os alunos também foram aos semáforos, nas proximidades do terminal, segurando faixas com a frase: “Seja o sorriso que o outro precisa. Buzine e acene para o carro ao lado”.

Acredite em você

Nesta quinta-feira (1º), foi também publicado um vídeo produzido pelos alunos do colégio Adventista da Asa Sul – Brasília, com a canção “Acredite Em Você”, de Amanda Loyola.

“Levanta esse olhar e vá sorrir pro mundo / Pra que se machucar, se trancar, se calar / Se tem um Deus ali em cima que pode te escutar”, diz um trecho da música.

A diretora da Escola Adventista em Joinville, Marina Schwants, destaca a importância do envolvimento em campanhas como a do Setembro Amarelo e levar adiante a esperança encontrada em Deus. 

“A Educação Adventista acredita que Deus nos criou e por isso todos são essenciais. Essa ação visa estimular a interação entre as pessoas e demonstrar que sempre é possível encontrar uma solução em meio aos problemas da vida. É gratificante ver adolescentes agindo com empatia e ajudando o próximo”, enfatiza a diretora.

Setembro Amarelo é uma campanha brasileira de prevenção ao suicídio, iniciada em 2015. O mês de setembro foi escolhido para a campanha porque, desde 2003, o dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.

Fonte: Guia-me com informações de Notícias Adventistas

Justiça manda apagar canais do Youtube por intolerância religiosa

Agentes da Polícia Federal prendem o pastor Tupirani da Hora Lores
Agentes da Polícia Federal prendem o pastor Tupirani da Hora Lores

A 29ª Vara Federal do Rio de Janeiro determinou que o Google retire do ar quatro canais evangélicos do Youtube por promoverem discurso de ódio e intolerância religiosa.

A determinação saiu nesta segunda-feira, 5, após ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra os perfis Geração Jesus Cristo, Geração ao Vivo, Geração de Mártires e Geração de Mártires ao Vivo.

Todos os canais são ligados à mesma instituição religiosa: a Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo, liderada pelo polêmico pastor Tupirani da Hora Lores.

Tupirani já chegou a ser condenado pela Justiça Federal a 18 anos e 6 meses de prisão por crimes de racismo e ódio contra judeus.

Em culto transmitido pela internet, ele afirmou que “judeus deveriam ser envergonhados como foram na 2ª Guerra Mundial”. Em outras ocasiões, ele discursou contra religiões de matriz africana, pessoas LGBTQIA+ e negros.

“Em um Estado laico como o Brasil, devem ser reprimidas as condutas que tendem à intolerância religiosa”, afirma a decisão proferida pela juíza federal Sandra Meirim Chalu Barbosa de Campos.

O Google tem até de cinco dias para excluir os perfis, sob pena de multa diária a ser definida.

Fonte: Veja

TSE ordena que Eduardo Bolsonaro exclua vídeos que ligam Lula a invasão de igrejas

Deputado Federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro
Deputado Federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro

Nesta segunda-feira (5), a ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que sejam excluídos das redes sociais vídeos divulgados pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) que associam o ex-presidente e candidato Lula (PT) a invasões de igrejas e perseguição a cristãos.

A decisão, assinada pela ministra Cármen Lúcia, ainda estipula uma multa diária de R$ 50 mil caso o deputado faça novas postagens com conteúdo falso.

“Não são críticas políticas ou legítima manifestação de pensamento. O que se tem é mensagem ofensiva à honra e imagem de pré-candidato à presidência da República, com divulgação de informação sabidamente inverídica”, escreveu a ministra na decisão.

A ação foi movida pela Coligação Brasil da Esperança, que tem o ex-presidente Lula como candidato, contra Eduardo Bolsonaro. Segundo a coligação, houve prática de propaganda eleitoral irregular negativa e veiculação de desinformação na internet.

“Lula nunca fechou nem vai fechar igrejas. O ex-presidente sempre respeitou todas as religiões e acredita que a liberdade religiosa é fundamental para a democracia, assim como sabe que a liberdade de crença e culto é um direito assegurado a todos os brasileiros”, afirma a defesa de Lula.

A ministra afirma ainda que a mensagem mancha a honra e imagem do candidato e culpando Lula falsamente de apoio a invasão de igrejas e perseguição de cristãos.

Folha Gospel com informações de Metrópoles

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