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André Valadão se defende após acusação de ser homossexual

André Valadão é cantor, empresário e pastor da Igreja Lagoinha em Orlando, nos EUA
André Valadão é cantor, empresário e pastor da Igreja Lagoinha em Orlando, nos EUA

O pastor André Valadão fez uma live na tarde desta terça-feira (11) para comentar sobre as acusações que tem recebido de que seria homossexual.

Diversos posts da jornalista Patrícia Lélis começaram a viralizar no Twitter nesta segunda-feira, 10, quando ela disse que o pastor da Igreja Batista da Lagoinha, André Valadão é homossexual. Segundo ela, sem apresentar provas, ele teria ameaçado pessoas que sabiam de sua suposta real condição.

“Andre Valadão, eu queria te perguntar quando é que vamos falar sobre todas as pessoas que você ameaçava e silenciava, quando expunham seus casos homoafetivos? O que não falta é histórias em BH com isso, né?! Sua irmã homofóbica, a Ana Paula deve ficar desesperada”, escreveu em um tuíte.

“Aliás, queria tornar público o apelido ‘André Viadão’, carinhosamente colocado por nossos queridos mineirinhos de BH. André deve morrer de saúde dos congressos da Lagoinha, né?!”, disse Lélis em outro post.

A jornalista ainda falou, sem provas, de supostas relações de Valadão e diz que ele chegava a fazer “surubas gays” com outro pastor: “O mesmo que é frequentador noturno da lagoa da Pampulha, que faz suruba gay com o pastor Lucinho, que finge ser homem de Deus mas está sempre pregando o ódio contra o próximo?”

Por fim, ela postou um vídeo com um rapaz que diz ser ex-membro da Igreja Batista da Lagoinha e que já foi assediado pelo pastor André Valadão:

O pastor da Lagoinha Orlando Church reagiu com perplexidade sobre essas acusações e disse que os ativistas precisam decidir se ele é homofóbico, como o acusaram há dois anos, ou se ele é homossexual.

“Estão falando que eu sou gay, que eu já tive casos. Isso é mentira. São caluniadores, mentirosos. Inventam mentira atrás de mentira. Estão impulsionando histórias mentirosas sobre mim. Olha o nível desse povo! Há dois anos estavam me tratando como homofóbico e agora começam a dizer que eu tinha uma vida gay? Eles são terríveis, caluniosos!”, afirmou.

André Janones

O deputado federal Janones (Avante-MG) também atacou Valadão no Twitter.

O parlamentar criticou o pastor da Igreja Batista da Lagoinha por defender Jair Bolsonaro (PL) e ameaçou pedir que a denominação exclua Valadão.

“Vou pedir que ‘pastor’ André Valadão seja desligado da Igreja Batista da Lagoinha! Ninguém na Igreja suporta esse maldito, só que ninguém tem coragem de falar em respeito ao pastor Márcio Valadão que é muito amado e respeitado! Óbvio que o pedido não será aceito, mas é simbólico! – escreveu Janones no Twitter.

André Valadão, em sua defesa, disse que Janones não é membro da Igreja Batista da Lagoinha e que as críticas contra ele são de desespero da esquerda com a possibilidade de Bolsonaro se reeleger.

“Têm pessoas querendo usar a minha pessoa e a minha história. Essas acusações contra a minha vida mostram pra vocês a intenção da esquerda. Todo esse movimento que eles carregam de destruição, de tentar calar a voz de pastores e líderes”, afirmou.

“Têm petistas desesperados que mentem que são membros da Lagoinha, mas não são membros. Ir ao culto não faz de você um membro”.

“O nível de mentiras e surtos dos petistas e esquerdistas comigo cada vez mais mostra o podre que são. Mentirosos. Caluniadores. Falsos. O Brasil nunca será vermelho”, atacou Valadão.

Folha Gospel com informações de Twitter, The Política e Terra Brasil Notícias

Apoiadores de Bolsonaro hostilizam imprensa e vaiam arcebispo durante missa

Bolsonaro na Basílica de Aparecida
Bolsonaro na Basílica de Aparecida

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) agrediram jornalistas e vaiaram o padre que celebrava a missa durante a passagem do candidato à reeleição pelo Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo, na tarde desta quarta-feira (12/10).

Equipes da TV Vanguarda, afiliada da TV Globo, e da TV Aparecida, emissora da Igreja Católica, foram hostilizadas no pátio da Basílica. Durante a cobertura do evento religioso, os apoiadores gritaram com os funcionários da TV Aparecida, ao mesmo tempo que colocavam o dedo no rosto do jornalista e cinegrafista. Enquanto alguns bolsonaristas hostilizavam a imprensa, outros entoavam o coro “É Bolsonaro!”.

De acordo com a repórter Daniela Lopes, da TV Vanguarda, ouvida pelo UOL, os bolsonaristas tentaram agredir fisicamente a imprensa, que ficou acuada em meio ao grupo de pessoas vestindo verde e amarelo e carregando a bandeira do Brasil. A tentativa de agressão foi impedida por um segurança que acompanhava os jornalistas.

A confusão se estendeu para dentro do Santuário, onde o padre Eduardo Ribeiro celebrava a missa das 14h. Seguidores do presidente interromperam o momento com vaias, palavras de ordem e tentaram puxar o coro de “mito”, que não teve adesão. O padre pediu silêncio e rogou aos fiéis que preparassem o “coração, viemos aqui para rezar”.

Arcebispo vaiado

Durante a homilia na principal missa celebrada no Santuário de Aparecida nesta quarta-feira (12), pela manhã, o arcebispo da Arquidiocese, Dom Orlando Brandes, falou no sermão que o Brasil precisa “vencer muitos dragões”. “Temos o dragão do ódio, que faz tanto mal. E o dragão da mentira, e a mentira não é de Deus, é do malígno. O dragão do desemprego, o dragão da fome. O dragão da incredulidade”, declarou.

O arcebispo defendeu o direito ao voto e disse aos cristãos que é “necessário exercer esse direito e poder do povo”. Logo em seguida, o católico voltou a falar sobre a fome e ressaltou que o Brasil precisa de “paz e fraternidade”. “Escutar Deus, mas escutar também o clamor do povo. Porque ela escutou muito bem no Evangelho. Eles não têm mais vinho. No nosso caso, faltando pão, faltando paz, faltando fraternidade. Esses são os vinhos que todos nós precisamos nos dias de hoje”, aconselhou.

Nas redes sociais, internautas afirmam que os apoiadores do presidente vaiaram o arcebispo por suas falas sobre a fome. Usuários do Twitter também registraram que os causadores dos alvoroços estavam com canecas de bebida alcoólica dentro do templo. “O mais absurdo foi ver os apoiadores do B [Bolsonaro] com canecas de chopp na mão, em frente à igreja, xingando padre e tentando agredir repórter da TV Aparecida, a Tv da basílica”, escreveu Pastor Fellipe na rede.

Bolsonaro na Basílica

A ida de Bolsonaro ao Santuário estava prevista dentro do cronograma eleitoral dele, que vem priorizando eventos em busca do voto dos religiosos. O presidente, que se declara católico, foi à missa acompanhado do candidato ao Governo de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), do senador eleito por SP, Marcos Pontes, do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e da deputada federal Bia Kicis (PL-DF). A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que é evangélica, não esteve presente.

Mesmo se dizendo católico, Bolsonaro não cumpriu os protocolos da religião durante a missa. Como apontou o portal UOL, o presidenciável não comungou, ao contrário dos políticos que o acompanhavam, não rezou o Pai Nosso e permaneceu calado a maior parte da cerimônia religiosa, sem completar as orações.

Na programação do chefe do Executivo estava ainda um encontro com católicos conservadores para rezar o terço, o que não foi cumprido. Logo após a missa, o presidente visitou uma tenda de peregrinos, em frente à Basílica, e foi embora do local sem falar com a imprensa.

Bolsonaro, antes de ir à Aparecida, em São Paulo, esteve, pela manhã, na inauguração de um templo da igreja evangélica Mundial do Poder de Deus, em Belo Horizonte — igreja liderada por Valdemiro Santiago. Além disso, nas últimas semanas, o presidente participou de cultos da igreja evangélica Assembleia de Deus e compareceu à manifestação religiosa Círio de Nazaré, uma das mais populares celebrações católicas do país, realizada em Belém, no Pará.

“Ou somos evangélicos ou somos católicos”

A maratona de Bolsonaro em busca do voto dos cristãos e o uso da religião na disputa eleitoral tem sido alvo de críticas na Igreja Católica. Em coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira (12), o arcebispo Dom Orlando Brandes criticou a presença do presidente em cultos evangélicos e em missas católicas e frisou que é necessário ter uma “identidade religiosa”.

“Não podemos julgar, mas nós precisamos ter uma identidade religiosa. Ou somos evangélicos ou somos católicos. Precisamos ser fiéis à nossa identidade católica, mas seja qual for a intenção (do presidente Bolsonaro) vai ser bem recebido, porque é nosso presidente e é por isso que nós o acolhemos”, garantiu o arcebispo ao responder uma pergunta sobre o uso político da ida de Bolsonaro ao Santuário dedicado à padroeira do Brasil.

Fonte: Correio Braziliense

Pastor batista e esposa são sequestrados na Ucrânia

Bandeira da Ucrânia
Bandeira da Ucrânia

Um pastor batista e sua esposa continuam desaparecidos após serem sequestrados em 21 de setembro de sua igreja em Mariupol ocupada pela Rússia, informou o Forum 18 News Service em 6 de outubro.

Homens mascarados armados em uniformes militares russos levaram o pastor batista do Conselho de Igrejas Leonid Ponomaryov e sua esposa Tatyana de sua casa no distrito de Kalmiusky, no norte de Mariupol, disseram vizinhos ao Fórum 18. Autoridades supostamente revistaram a casa por cerca de duas horas e meia.

Os militares russos também revistaram e selaram a igreja de Ponomaryov, identificada como Igreja Batista da Rua Kurchatov, e apreenderam literatura religiosa lá, disse o Fórum 18, atribuindo relatórios aos batistas de Mariupol.

“Os vizinhos ouviram gemidos e gritos distintamente” enquanto os Ponomaryovs eram levados “em uma direção desconhecida”, disse os batistas de Mariupol ao Fórum 18. Os membros da Igreja começaram a buscar respostas no dia seguinte. “Mas nem então nem nos dias subsequentes eles conseguiram respostas”, disseram os batistas locais ao Fórum 18.

Autoridades russas inicialmente alegaram que o casal estava envolvido em “atividades extremistas”, mas não está claro se eles foram acusados ​​de algum crime. Os filhos, amigos e colegas pastores dos Ponomaryovs não conseguiram determinar o motivo do sequestro ou o paradeiro do casal.

Os filhos do casal emitiram um comunicado em 1º de outubro agradecendo à comunidade batista por suas orações, pois várias igrejas estavam orando e jejuando pelo retorno do casal.

“Há 10 dias já não sabemos nada sobre eles”, o Forum 18 citou o comunicado. “Um grupo de membros da igreja de Mariupol e Rostov percorreu todas as agências e instituições, não apenas em Mariupol, mas no centro regional [Donetsk], e não foram informados sobre nossos pais em nenhum lugar.”

Embora as autoridades russas não tenham respondido aos pedidos de informações do Fórum 18, um oficial do Ministério do Interior russo disse a parentes que o casal seria libertado após os referendos controlados pela Rússia de 27 de setembro para anexar Donetsk e três outras regiões ocupadas pelos russos na Ucrânia. Os referendos de 27 de setembro foram ilegais sob a lei ucraniana e internacional e não foram oficialmente reconhecidos pelos EUA e pela comunidade internacional.

A Rússia ocupou oficialmente Mariupol desde maio na guerra que a Rússia lançou contra a Ucrânia em fevereiro. A Rússia selou muitas igrejas e confiscou equipamentos.

Mas, apesar do referendo e do fechamento forçado de algumas igrejas cristãs, outras congregações, incluindo pelo menos duas congregações batistas do Conselho de Igrejas, ainda podem realizar cultos de domingo.

O Fórum 18 descreveu as congregações batistas do Conselho de Igrejas como igrejas não registradas na Ucrânia que se reúnem em propriedades pertencentes a um ou dois membros da igreja.

Folha Gospel com informações de Baptist Press

Evangelistas são esfaqueados após levarem muçulmanos a Jesus em Uganda

Culto em um campo de refugiados do Sudão do Sul, na Uganda
Culto em um campo de refugiados do Sudão do Sul, na Uganda

Os evangelistas Andrew Dikusooka, 35 anos, e Ronald Musasizi, de 26, participavam de debates sobre islamismo e cristianismo no leste de Uganda, quando foram atacados pelos estudiosos muçulmanos em 24 de setembro.

A série de debates aconteceu entre os dias 20 a 24 de setembro em uma aldeia predominantemente muçulmana de Nampirika, segundo informou um líder do ministério do qual Dikusooka e Musasizi pertenciam.

Ambos os cristãos sofreram ferimentos profundos a faca depois de levar vários muçulmanos a Cristo.

“Os dois evangelistas estão cuidando de feridas terríveis em seus leitos na cidade de Iganga depois de serem atacados e espancados por muçulmanos radicais”, disse o líder ao Morning Star News.

Dikusooka disse que no último dia do debate, alguns muçulmanos conhecidos estavam entre os que depositaram sua fé em Jesus.

“Muitas pessoas entregaram suas vidas a Cristo, incluindo muçulmanos, feiticeiros e vendedores ambulantes”, disse Dikusooka ao Morning Star News.

“A conversão dessas pessoas irritou os muçulmanos que começaram a gritar para atrapalhar a ocasião. Quando a reunião terminou, levamos os novos convertidos de lado e tivemos alguns minutos explicando o significado da nova vida em Cristo e o compromisso de seguir Jesus Cristo.”

Eles estavam no meio do caminho para casa por volta das 19h30 quando um grupo de muçulmanos os bloqueou perto de um cruzamento da ferrovia gritando: “Batam neles, batam neles”, lembra-se Dikusooka.

“Eles então começaram a nos bater com objetos contundentes, e um chamado Shafiki Mugendawala de Nasuuti, em Iganga, me acertou com uma faca afiada bem na minha cabeça”, disse o evangelista. “Outro chamado Musiitwa Manisuuli de Kigulu Iganga, atingiu meu amigo na barriga e nas mãos.”

Os agressores eram conhecidos pois haviam debatido com os evangelistas em várias ocasiões, contou.

“Nós dois caímos quando uma luz brilhante brilhou de um veículo vindo da direção oposta”, disse ele. “Daquele momento em diante, não sabíamos o que havia acontecido. Só nos encontramos no hospital na cidade de Iganga com feridas profundas.”

Eles foram resgatados pelo motorista do veículo, que os levou ao hospital, segundo souberam mais tarde.

Os dois evangelistas permanecem se recuperando no hospital.

“Já que conhecemos os agressores, após a nossa alta do hospital, devemos abrir um processo contra eles”, disse Dikusooka. “Por favor, orem por nós para uma cura rápida.”

Perseguição

O ataque foi o mais recente de muitos casos de perseguição de cristãos em Uganda que o Morning Star News documentou.

A constituição de Uganda e outras leis preveem a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e converter de uma fé para outra.

Os muçulmanos não representam mais de 12% da população de Uganda, com altas concentrações em regiões orientais do país.

Fonte: Guia-me com informações de Morning Star News

Milhares de crianças têm seus direitos violados porque creem em Jesus

Crianças orando
Crianças orando

Hoje é comemorado o Dia das Crianças no Brasil, uma data que permite celebrar a infância e pensar em formas de proteger, educar e amar a nova geração. No entanto, a realidade de muitas crianças cristãs não pode ser celebrada.

Elas enfrentam diversas formas de perseguição, desde a proibição de ir à escola até agressões físicas e sequestros. Diariamente, precisam lidar com grandes desafios apenas porque escolheram seguir a Jesus, e a comunidade onde vivem não aceita essa escolha.

Meninas cristãs são escolhidas para casamentos forçados, violência sexual e vendidas como mercadoria para puni-las pela fé em Jesus. Já os meninos são recrutados para milícias ou grupos extremistas.

Os extremistas costumam ter os jovens como alvos para impedir a formação de uma nova geração de cristãos. Eles acreditam que assassinando ou sequestrando as crianças conseguirão enfraquecer e até mesmo extinguir a igreja cristã nos locais que dominam.

Em mais de 60 países, a Portas Abertas atua para socorrer os cristãos perseguidos, e os pequeninos não ficam fora dessa assistência.

Apesar dos desafios, eles não deixam de seguir o salvador e com coragem e amor testemunham a graça de Jesus, até mesmo aos seus perseguidores.

Os xingamentos e pressão psicológica afetam a identidade e a saúde emocional deles e o futuro parece oferecer poucas opções que não sejam seguir a religião da maioria ou participar de grupos criminosos, no entanto, a presença de Cristo na vida das crianças e de suas famílias é ainda maior do que o medo e as incertezas.

Baixe seu passaporte de oração

Você pode ajudar a transformar a realidade dessas crianças. O passaporte de oração é um material feito com muito carinho para ajudar as crianças a lembrarem dos cristãos perseguidos em oração. O material contribui tanto para fortalecer a igreja nos 50 países mais perigosos para os cristãos, quanto para despertar a nova geração de cristãos e líderes brasileiros a crescerem firmes em Cristo, cumprindo a Grande Comissão.

Para baixar o material infantil, clique aqui acesse o link.

Fonte: Portas Abertas

Cristãos pedem oração após nova onda de ataques na Ucrânia

Uma das explosões no centro da cidade de Kiev em 10 de outubro de 2022. / Foto via Twitter .
Uma das explosões no centro da cidade de Kiev em 10 de outubro de 2022. / Foto via Twitter .

O exército russo iniciou uma nova onda de ataques em todo o território ucraniano, lançando quase uma centena de mísseis que atingiram áreas residenciais, infraestrutura de energia, saneamento de água e outros alvos estratégicos.

Na capital Kyiv, as sirenes antimísseis soaram e a população precisou se refugiar. Muitas áreas centrais de várias cidades foram atingidas. Este é o pior ataque desde a invasão russa.

Há relatos de explosões que ocasionaram mortes em Odessa, Dnipro, Zaporizhia e Lviv. Só em Zaporizhia, o ataque de domingo deixou 14 mortos.

A atual onda de novos ataques, com 83 mísseis, foi o mais intenso desde as primeiras semanas da invasão, em março deste ano.

O presidente russo, Vladimir Putin, continua negando sua culpa. Ele apontou a Ucrânia como responsável pela explosão na icônica ponte de Kerch, a única que liga o território russo à península da Crimeia, que foi anexada ilegalmente, em 2014.

Cristãos pedem orações

Os cristãos na Ucrânia denunciaram o horror dos ataques e pediram oração. Mariana Laskava, missionária do ministério evangélico Palavra da Vida, em Kiev, disse que “o perigo aumentou muito”.

“Por enquanto, somos cuidados por Deus. Por favor, orem por nós”, ela pediu conforme o Evangelical Focus.

O pastor Sergei Nakul, da Igreja da Cidade Grande em Kiev, escreveu em seu Facebook: “A besta está em fúria. E novamente atinge a capital e outras cidades do nosso país. Mas ponho minha esperança em Ti, Senhor, e digo: Tu és meu Deus. Nosso destino está em Tua mão. Livra-nos dos nossos inimigos”, citou parte do Salmo 31.

Outro pastor em Kyiv citou o capítulo 5 do livro de Daniel, onde o rei Belsazar celebra pouco antes de morrer. “O Senhor derrubará a Babilônia — Mene, Mene, Tekel, Parsin”, escreveu ao mencionar a famosa frase aramaica escrita pela própria mão de Deus.

Fonte: Guia-me com informações de Evangelical Focus

André Valadão é acusado de espalhar fake news contra Lula e a esquerda

André Valadão é cantor, empresário e pastor da Igreja Lagoinha em Orlando, nos EUA
André Valadão é cantor, empresário e pastor da Igreja Lagoinha em Orlando, nos EUA

O pastor e cantor gospel André Valadão tem aproveitado as suas redes sociais para falar de política nas últimas semanas.

Segundo o site Fuxico Gospel, oito em cada dez publicações do religioso falam sobre o tema. Apenas no Instagram, André tem mais de 5 milhões de seguidores, que acompanham diariamente suas críticas ao ex-presidente Lula e aos partidos de esquerda.

Muitas de suas publicações são rebatidas e o pastor da Igreja Batista da Lagoinha está sendo acusado de espalhar fake news contra a esquerda e o candidato Lula.

O youtuber Felipe Neto publicou um vídeo nas redes sociais, nesta segunda-feira (10/10), para rebater acusações do pastor André Valadão sobre partidos de esquerda.

O influencer o chamou de mentiroso e disse que a disseminação de fake news contra a esquerda tem como objetivo a manutenção do poder dessas lideranças.

“Pastor de extrema direita mentindo de forma descarada e se recusando a apagar o post… É cristão?”, afirmou Neto.

O post em questão foi publicado no domingo (9/10), quando André Valadão compartilhou nas redes sociais uma notícia de que a Colômbia havia aprovado a união de adultos com menores a partir de 14 anos. Na legenda ele escreveu: “Alguém aí tem filha? Irmã? Sobrinha? Gente! Votar nesta esquerda é agredir, invadir, destruir… O nosso pais não será vermelho”.

No vídeo, o youtuber rebate o pastor e explica que a matéria é verdadeira. Porém, a autorização do casamento de adultos com menores foi feita quando a Colômbia estava sendo governada por um partido de direita e não de esquerda.

O atual presidente Gustavo Petro – o primeiro de esquerda a governar o país – foi eleito em junho deste ano. Já a notícia compartilhada por Valadão é de agosto de 2021, quando o presidente era Iván Duque.

Após explicar a questão, Felipe Neto acusa o pastor de estar espalhando fake news. “Vocês não aprendem na igreja que é pecado mentir?”, questiona.

Segundo o youtuber, a estratégia é fazer com que as pessoas acreditem que os partidos de esquerda são perigosos. “Só assim, eles conseguem se manter no poder”, disse.

Pedido de exclusão da Lagoinha

O deputado federal André Janones (Avante) afirmou, nesta segunda feira (10), que vai pedir o desligamento do pastor André Valadão da Igreja Batista da Lagoinha. A igreja é comandada pelo pai de André, o também pastor Marcio Valadão.

O deputado afirmou que o pedido será simbólico, pois sabe que ele não será aceito.

Janones, que diz ser membro da Igreja desde 2016, entrou em atrito com André Valadão no Twitter após o primeiro turno das eleições 2022. O deputado é apoiador de Lula (PT), enquanto Valadão trabalha pela reeleição de Jair Bolsonaro (PL).

Logo após os resultados do primeiro turno eleitoral, Valadão intensificou a campanha para a reeleição de Bolsonaro. O pastor chegou a questionar o resultado das urnas e divulgar informações falsas, um dia após os resultados do primeiro turno, no último dia 03.

Na dia seguinte, após a divulgação de um vídeo antigo com Jair Bolsonaro discursando na maçonaria, Janones divulgou um vídeo de Valadão declarando que evangélicos, no seu entender, não deveriam frequentar a sociedade secreta. Na legenda, o deputado provocava o pastor, insinuando que ele havia abandonado o apoio à candidatura de Bolsonaro.

“Como cristão, faço questão de parabenizar ao querido irmão de fé, pastor @andrevaladao por vir a público se manifestar contra o envolvimento de nós, evangélicos, com a maçonaria!”, escreveu. “Errar é humano, porém reconhecer o erro é sublime! Você foi gigante agora pastor!!!”.

Desde então, a troca de farpas entre Janones e Valadão se intensificou.

Valadão afirmou, nesta segunda, 10, que votar em Lula era dizer “sim aos furtos” e “incentivar a ideologia de gênero”.

André Janones, por sua vez, respondeu a Valadão acusando o pastor de mentir e de assediar mulheres de sua congregação. Após, viria a declaração de Janones de que pediria a expulsão do pastor da Lagoinha.

Folha Gospel com informações de UOL, Estado de Minas, Fuxico Gospel e BHAZ

É falso que Bolsonaro fez post dizendo que acabará com feriado católico de 12 de outubro

Celular com fake news
Celular com fake news

É falsa uma publicação atribuída ao candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PL) em que ele diz que pretende acabar com o feriado de 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida.

O print, que circula nas redes sociais, é uma montagem de um post do Facebook. Não há qualquer publicação com o termo “Aparecida” nas redes sociais de Jair Bolsonaro na última semana. A partir da busca avançada do Twitter e da plataforma CrowdTangle, é possível verificar que as menções mais recentes a “Aparecida” no Twitter e no Facebook de Bolsonaro foram em outubro de 2021, quando ele celebrou o feriado.

O que diz o post falso?

  • Reconheço e respeito a fé católica, da qual, inclusive, fiz parte durante boa parte de minha vida, assim como respeito todos credos.
  • Mas o Brasil tem se tornado um país cada vez mais evangélico e isto é um fato.
  • Como presidente de todos os brasileiros, devo agir de forma imparcial e ser um democrata. Com a nova composição do Congresso Nacional, teremos maioria para prosseguir com uma antiga demanda do povo cristão que o PT sempre foi contra e rever o título da Santa Aparecida. Assim, vamos retirar a alcunha “Nossa Senhora Aparecida Rainha do Brasil”, que passará a ser oficialmente denominada “Santa Aparecida, Rainha dos Católicos”.
  • Já está em discussão a formação de um grupo de trabalho para a elaboração do projeto de lei que deve também acabar com o feriado do dia 12 de outubro, a partir de 2023.
  • Nossa missão é unir e não dividir nosso povo, como a esquerda sempre fez. Tampouco beneficiar A ou B.
Print do falso post atribuído a Bolsonaro.

O feriado

O feriado de Nossa Senhora Aparecida foi criado em junho de 1980 por lei sancionada pelo presidente da ditadura militar João Figueiredo. A sanção aconteceu no dia em que o Papa João Paulo II visitou o Brasil. Nossa Senhora Aparecida foi declarada padroeira do país em 1930 em decreto assinado pelo Papa Pio XI.

Fonte: UOL

Ministério Público solicita fim da oração do “Pai Nosso” em escola do Paraná

Crianças orando
Crianças orando

O Brasil é um Estado laico desde 1890; o que significa ter como princípio a imparcialidade em assuntos religiosos, sem apoiar ou discriminar nenhuma religião. Desta forma, a liberdade religiosa a todos os seus cidadãos é garantida, e a interferência de correntes religiosas em matérias sociopolíticas e culturais não é permitida.

Mas, apesar do laicismo, os símbolos da igreja católica como crucifixos, ainda são encontrados comumente em edifícios públicos e, em anos recentes, têm sido questionados (e retirados), uma vez que o país é, na teoria, laico.

A oração do ‘Pai Nosso’ é um dos ritos presentes em igrejas cristãs. A oração, ou reza, foi alvo de denúncia recebida pelo Ministério Público do Paraná, por meio da 1ª Promotoria de Justiça, em Matinhos, pois, segundo documento a que o JB Litoral teve acesso, alunos estariam sendo obrigados a rezarem quando estavam em fila.

Reincidente

No ofício assinado pela promotora de justiça Cláudia Luíza da Rosa Tomelin, destinado ao secretário de Educação do município, Mário Braga, são citadas a Constituição Federal e três leis que versam sobre o assunto (7347/1985, 625/1993, 85/1999), que embasam a solicitação para a suspensão de qualquer tipo de oração ou reza no ambiente escolar. A promotora relata que não acata a justificativa da secretaria municipal de Educação e Cultura, de que a oração ‘Pai Nosso’ é realizada pelos alunos na formação das filas.

“Considerando a denúncia recebida por esta Promotora, vem novamente solicitar que suspenda quaisquer tipos de orações ou rezas em ambiente escolar, bem como a prática de qualquer ato que possa constranger alunos a participarem de atos religiosos adversos das suas crenças, considerando que não faz parte do currículo escolar promover ‘orações’ e ‘rezas’ com os alunos”, diz trecho do ofício em que a promotora expõe que já foi solicitado anteriormente que a Prefeitura de Matinhos suspendesse as manifestações religiosas nas escolas.

Liberdade religiosa

A promotora ainda ressalta a importância de respeitar a liberdade religiosa e não atrelar orientações comportamentais dos alunos à religião.

“Frisa-se a necessidade de suspender tais atividades, considerando que a liberdade religiosa consiste em qualquer sujeito escolher a sua crença ou ausência de qualquer crença, bem como que momentos de ‘orientação e reflexão sobre condutas indesejadas’ não necessitam que sejam realizados com qualquer referência religiosa”, conclui o ofício.

Fonte: Comunhão com informações de JB Litoral

Agência Missionária de Evangelização inaugura dois templos no Sertão da Bahia

Inauguração de templo no sergão da Bahia. Foto: AMES
Inauguração de templo no sergão da Bahia. Foto: AMES

O povo sertanejo tem mais dois lugares para se reunirem para adorar a Deus, graças a inauguração dos templos de números 49 e 50 construídos nos povoados de Curralinho e Umbuzeirão. Eles ficam respectivamente nos municípios de São Gabriel e de Jussara, no Sertão da Bahia.

O 49º templo construído foi erguido na comunidade de Curralinho, com 120 metros quadrados de área construída, composta por um auditório, uma sala para crianças e dois banheiros com chuveiros, sanitários e pias. Em Umbuzeirão, no município de Jussara, foi inaugurado a 50ª igreja construída pela AMES, também com 120 quadrados e dotada de auditório, sala para aulas infantis e banheiros.

Inauguração

As duas inaugurações foram uma verdadeira festa, com a presença dos irmãos, dos moradores da comunidade, e dos pastores e missionários da AMES que atuam naquela região, além dos irmãos e pastores da Assembleia de Deus Ministério Geral Venda das Pedras, de Itaboraí, no Rio de Janeiro.

“Estamos nesse trabalho há 8 anos e aqui encontramos um grande desafio: o de ajudar as pessoas a encontrarem a Jesus e mudar suas vidas. Temos visto o agir de Deus nesse período com vidas transformadas e novos crentes sendo batizados, mas ainda não tínhamos um templo. Enfim, no meio desse ano de 2022, foram construídos dois templos e já estamos colhendo frutos desse novo tempo vivido pela a igreja”, destacou o pastor Bernardino Firmino da Silva.

O pastor Bernardino é o líder da base que abrange as comunidades de Curralinho e Umbuzeirão. Além dele e sua esposa Maria da Paixão, na região também atuam o pastor Lucas Bispo e sua esposa Fabiana, e o missionário Ian da Rocha Ramos e sua esposa Joseni.

A igreja enviadora, Assembleia de Deus em Venda das Pedras, em Itaboraí, Rio de Janeiro – que tem como pastor-presidente José Carlos Miranda e Gean Carlos Miranda como vice – faz quatro viagens por ano ao sertão nordestino, para dar apoio aos pastores que estão no campo missionário.

“A igreja tem nos apoiado e sempre esteve e com certeza vai continuar presente no sertão baiano levando a palavra de Deus junto à AMES, transformando vidas e levando esperança ao povo sertanejo”, concluiu o pastor Bernardino.

A AMES já construiu cinco modelos de templos, com capacidade para 100, 120, 150, 400 e 600 pessoas. O primeiro deles foi erguido na comunidade Baixa da Cisterna, na cidade de Bom Jesus da Lapa, na Bahia, inaugurado em janeiro de 2016.

Fonte: Comunhão

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