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Relatório revela que se converter do islã ao cristianismo na Europa é perigoso

Cristãos enfrentam perseguição religiosa em diversos países
Cristãos enfrentam perseguição religiosa em diversos países

Um novo relatório do Centro Europeu para a Lei e a Justiça (ECLJ, na sigla em inglês) revela o perigo que correm os muçulmanos que se convertem ao cristianismo na Europa.

O relatório, apresentado no início de julho e intitulado “A perseguição de cristãos ex-muçulmanos na França e na Europa”, diz que “hoje na França é pelo menos difícil e geralmente mais perigoso para um muçulmano deixar sua religião”.

“A grande maioria das pessoas que deixam o islamismo para se juntar ao cristianismo sofrem perseguição familiar e comunitária que varia muito em intensidade, do desprezo à violência”, diz o documento. “Antes de tudo, a perseguição é dentro da família (pais, cônjuge, irmãos, primos, etc.); depois, é comunitária. Acontece na vida real, mas também nas redes sociais onde os islâmicos estão muito presentes e ativos”.

“Alguns islâmicos fazem campanhas de intimidação e inteligência para buscar e reprimir os convertidos”, diz o relatório. “Portanto, pode acontecer que um convertido seja descoberto e ameaçado, agredido ou até morto por um islamista que ele nem conhecia”.

Embora não exista a Sharia, lei islâmica, na França, continua o relatório, “certas disposições da sharia podem ser aplicadas na prática se uma comunidade muçulmana local for suficientemente grande e radicalizada”.

“Além disso, se os pais do convertido são cidadãos de um país do norte da África ou do Oriente Médio onde a lei Sharia se aplica, o convertido pode ser privado de sua parte da herança.”

“No Marrocos, por exemplo, quando se abre a sucessão, basta que um familiar denuncie que o filho herdeiro não é mais muçulmano para que ele perca sua parte da herança”, diz o documento.

Os atos de violência vão desde “desprezo e agressão verbal” ao convertido “quando anuncia a conversão” e expulsão da família, a casos de casamento forçado de menores, linchamentos públicos e até assassinatos.

“Há uma gradação na reação. A maioria dos muçulmanos geralmente reage com uma punição de ‘morte social'”, segundo o relatório.

“Mais raramente, islamistas como os salafistas ou a Irmandade Muçulmana vão querer ‘limpar’ o escândalo causado pelo convertido aplicando uma perseguição mais radical”.

O documento diz que esse nível de violência está relacionado ao fato de que “a conversão, que implica apostasia (ridda), é condenada no Alcorão e violentamente condenada no hadith”, palavras e atos do profeta Maomé.

Isso “justifica para muitos muçulmanos uma perseguição física e moral aos convertidos”.

Segundo o relatório, a situação é semelhante em outros países europeus, como Alemanha, Inglaterra, Bélgica, Holanda e Áustria.

O documento alerta que esta situação de perseguição pode afetar atualmente até 30 mil pessoas só na França, observando que “cerca de 300 pessoas de origem muçulmana recebem o batismo na Igreja Católica a cada ano”.

Para ver o relatório completo, você pode clicar AQUI.

Folha Gospel com informações de ACI Digital

Vídeo em que homem agride padre, relacionado a uma ascensão da esquerda na França, foi gravado na Guiana

Fake News
Fake News (notícia falsa)

O vídeo que mostra um homem agredindo um padre e roubando itens de uma igreja não foi gravado na França, como dizem publicações enganosas nas redes sociais. Visualizado mais de 400 mil vezes em redes sociais só neste mês de julho de 2022, o vídeo foi gravado na Catedral da Imaculada Conceição, em Georgetown, na Guiana, em 7 de novembro de 2020.

A missa em questão foi transmitida pelo Facebook e o bispo que realizava a cerimônia confirmou o caso à AFP. Segundo a imprensa local, o agressor tinha problemas psiquiátricos, levou um anel do sacerdote, o bispo Francis Alleyne, e um exemplar da Bíblia, e foi preso logo depois.

página do Facebook “Catholic Media Guyana” transmitiu ao vivo a celebração em que ocorreu o fato, registrado neste vídeo a partir do minuto 23:30.

Para sugerir que a ação estaria relacionada a uma suposta ascensão da esquerda na França, e que poderia ser replicado no Brasil, vários perfis e páginas ligadas a direita fizeram publicações enganosas nas redes sociais.

Enquanto isso na França…quanto mais disso vai ser tolerado? Até quando?”, diz uma das publicações que compartilham as imagens no Facebook e Twitter.

O vídeo, que mostra um homem agredindo um padre e roubando artefatos religiosos, também foi difundido pelo senador e filho do presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro (PL). “Foi na França, mas, pela postura de militantes de esquerda que trabalham por Lula, pode ser aqui muito em breve… Pelo bem do Brasil: Bolsonaro!”, escreveu.

“Aconteceu em uma igreja da França Absurdo!!”, diz uma publicação no Facebook.

Enquanto isso na França… quanto mais isso vai ser tolerado? Até quando?“, diz uma publicação no Twitter.

Esse mesmo vídeo circulou de forma descontextualizada nas redes sociais das Ilhas Canárias em uma onda de desinformação xenófoba. Segundo o El País, a gravação estava sendo compartilhada para sugerir que se tratava de uma consequência da imigração ilegal ao local, um arquipélago espanhol situado ao oeste da costa do Marrocos.

Testemunho do bispo

O próprio bispo Francis Alleyne confirmou à AFP o ocorrido em um e-mail enviado em 15 de novembro de 2020: “Foi um incidente que ocorreu durante a missa das 6 da manhã, no sábado, 7 de novembro de 2020, na Catedral da Imaculada Conceição, localizada em Brickdam, Georgetown, Guiana, América do Sul”, indicou. E ele explicou que a missa foi celebrada “na Capela do Sagrado Coração, localizada junto ao santuário principal da catedral”.

“O padre sou eu mesmo”, disse Alleyne, “e meu agressor é um cidadão da Guiana, com uma enfermidade mental, um dos muitos que vêm em nossas igrejas, e que na maioria não são violentos”. O ocorrido, acrescentou o bispo, “mostra a infeliz realidade dos doentes mentais, o desproporcional número de pessoas que estão nesta situação e a limitada capacidade do Estado e de outros agentes para tratá-los adequadamente”.

Folha Gospel com informações de AFP e Terra

Cristãos se reúnem em evento para louvar a Deus apesar da perseguição, na Nigéria

Cristãos durante culto de avivamento na Nigéria
Cristãos durante culto de avivamento na Nigéria

Mesmo enfrentando perseguição constante e vivendo sob o risco de novos ataques, cristãos na Nigéria se reuniram recentemente para louvar a Deus, em uma conferência, no estado de Plateau.

A International Christian Concern (ICC), organização cristã que monitora a perseguição no mundo, recebeu um vídeo, que mostra os crentes nigerianos adorando no evento de oração (Vídeo no final da matéria).

“Esses crentes têm uma alegria profunda que não pode ser roubada. Isso traz à mente uma passagem de Habacuque em que o profeta expressa seus louvores ao Senhor, apesar da destruição que se desenrola ao seu redor”, afirmou a organização.

As comunidades cristãs na Nigéria se tornaram alvos constantes de ataques de radicais Fulani, devido a sua fé.

O país africano foi o lugar onde mais cristãos morreram em 2021, registrando 4.650 mortes, segundo o relatório da Portas Abertas. O número de cristãos sequestrados também foi maior na Nigéria, com mais de 2.500.

A Nigéria ficou atrás apenas da China no número de igrejas atacadas, com 470 casos, segundo a Portas Abertas.

Ataques de fulanis

Com milhões na Nigéria, os Fulani predominantemente muçulmanos compreendem centenas de clãs de muitas linhagens diferentes, alguns aderem à ideologia islâmica radical, observou o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos do Reino Unido para a Liberdade Internacional ou Crença (APPG), em um relatório recente.

“Eles adotam uma estratégia comparável ao Boko Haram e ISWAP [Província do Estado Islâmico da África Ocidental] e demonstram uma clara intenção de atingir os cristãos e símbolos potentes da identidade cristã”, afirma o relatório da APPG.

Líderes cristãos na Nigéria disseram acreditar que os ataques de pastores às comunidades cristãs no Cinturão Médio da Nigéria são inspirados por seu desejo de tomar à força as terras dos cristãos e impor o Islã, pois a desertificação tornou difícil para eles sustentar seus rebanhos.

Cristã morta por uma mensagem de Whatsapp

Em maio deste ano, o assassianto brutal da estudante cristã Deborah Samuel em Sokoto chocou o mundo. A jovem de 25 anos foi espancada e queimada até a morte por seus colegas muçulmanos, sob a acusação de blasfemar contra Maomé.

Uma simples mensagem de Whatsapp, dizendo “Jesus Cristo é o maior. Ele me ajudou a passar nos exames” a levou à morte.

“A situação na Nigéria continua a se deteriorar. O fracasso total do governo nigeriano em reinar no extremismo criou um ambiente em que os extremistas se sentem justificados para atacar os cristãos”, declarou David Curry, CEO da Portas Abertas.

Na Lista Mundial da Perseguição de 2022 dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria saltou para o sétimo lugar, sua classificação mais alta de todos os tempos, do 9º lugar no ano anterior.

Folha Gospel com informações de Guia-me International Christian Concern

Médico deixa carreira nos EUA para servir como missionário na África

O Dr. Allan Sawyer serve como médico missionário na Samaritan’s Purse. (Foto: Cortesia de Allan Sawyer/The Christian Post).
O Dr. Allan Sawyer serve como médico missionário na Samaritan’s Purse. (Foto: Cortesia de Allan Sawyer/The Christian Post).

O Dr. Allan Sawyer, dos Estados Unidos, escolheu cursar medicina depois de ouvir um testemunho de um médico que servia em viagens missionárias no exterior.

Allan a recém tinha entregado sua vida a Cristo e sentiu que Deus estava o chamando para servir como médico em lugares com acesso precário à saúde. Na época, o jovem cursava Engenharia Industrial na Universidade de Stanford.

“Eu ouvi o Senhor dizer: ‘Allan, se você mudar de curso, você pode fazer o que ele está fazendo!’”, contou Sawyer, ao The Christian Post.

“Saí da igreja e imediatamente mudei meu curso na semana seguinte para biologia, o que imediatamente pareceu a decisão certa. Foi tudo devido a esse testemunho e Deus falando através dele para mim!”.

Após se formar em Biologia, Allan foi para a Universidade Oral Roberts para cursar medicina e se especializou em ginecologia e obstetrícia. Logo, o cristão abriu sua própria clínica em Phoenix, no Arizona.

Em 2003, à convite de um colega que fazia missões, Allan fez sua primeira viagem missionária da Samaritan’s Purse, para Papua Nova Guiné.

“Vimos centenas de pessoas com todos os tipos de doenças. Eu sabia que havia encontrado uma organização onde eu poderia usar minhas habilidades para a glória de Deus de uma nova maneira”, disse ele.

Nos anos seguintes, o médico viajou para países da África para levar alívio e cuidados para pacientes em vulnerabilidade.

“Há simplesmente uma escassez de médicos treinados na África Subsaariana. Há muitos países onde há um cirurgião geral para cada 2,5 milhões de pessoas e um ginecologista para cada 4,5 milhões de pessoas. Além disso, a maioria dos hospitais de lá quer ser pago antecipadamente, então os pacientes morrerão nas escadas porque não podem pagar. Muitas vezes eles têm que viver com sua dor”, relatou Allan.

Sendo as mãos e os pés de Jesus

O médico passou a fazer viagens missionárias várias vezes ao ano e em 2017, decidiu vender sua clínica para servir em equipes de missões em tempo integral.

Desde lá, o Dr. Sawyer já viajou para Papua Nova Guiné, Quênia, Togo, Zâmbia, Camarões e Uganda.

“Muitas vezes estou lidando com pessoas que perderam toda a esperança. Nós lhes damos a esperança de Jesus. Ao dar um excelente atendimento médico, sendo as mãos e os pés de Jesus, aos pacientes que não podem pagar pelo atendimento, aos olhos deles, você ganhou o direito de compartilhar o Evangelho. É o ministério da medicina que abre a porta do Evangelho com esses pacientes”, testemunhou ele.

Quando perguntado o que o motiva seguir viajando com equipes missionárias em países distantes, Allan responde que é a satisfação em cumprir o propósito de Deus para sua vida.

“Acho que Deus me deu habilidades e aptidão para este trabalho, e quando vou servir em missões onde cuido de pessoas e o parto de seus bebês, sinto o prazer de Deus. Dar essa esperança às pessoas que a perderam e fazê-lo em nome de Jesus é um privilégio”, declarou.

Folha Gospel com informações de Guia-me e The Christian Post

“Não devemos ‘reescrever a Bíblia’ para ‘acomodar’ o mundo”, afirma pastor

Pastor e autor Alistair Begg
Pastor e autor Alistair Begg

O pastor e autor Alistair Begg pediu que os cristãos nos EUA mantenham uma visão de mundo bíblica, pois vivem em uma cultura que “rejeitou” suas crenças, dizendo que a igreja de hoje está sob constante pressão para afirmar o pecado e o secularismo.

Begg, a voz por trás das transmissões de rádio Truth for Life e pastor da Parkside Church em Cleveland, Ohio, fez os comentários nove dias depois que a Suprema Corte dos EUA anulou Roe v. Wade, a decisão de 1973 que legalizou o aborto em todo o país.

A decisão do tribunal superior e a reação contra ela, disse ele, destacou um grande choque de visões de mundo. Begg citou um artigo da BBC que dizia que os Estados Unidos são habitados por “duas tribos que têm valores, crenças e objetivos completamente diferentes”.

“Estamos cada vez mais conscientes da realidade de que estamos vivendo como estrangeiros e exilados … em um mundo que já foi muito, muito familiar para nós, e no qual nos sentimos cada vez mais em casa”, disse Begg, referindo-se aos cristãos.

Os crentes de hoje, disse ele, estão cada vez mais se perguntando: “Como é viver em um país cristão que não gosta do que os cristãos acreditam?”

Begg baseou seu sermão em 1 Pedro 2:11-12 , observando que o apóstolo Pedro chamou os cristãos de seus dias de “peregrinos e exilados”.

“Não há nenhum benefício social agora em ser cristão na América do Norte”, disse Begg. “… Há uma hostilidade predominante contra o ensino da Bíblia e, portanto, contra aqueles que afirmam o ensino da Bíblia”, disse Begg. “… Estamos vivendo em uma cultura que realmente rejeitou o cristianismo bíblico.”

O debate moderno sobre pronomes e termos como “casamento”, disse Begg, é outro exemplo do choque de visões de mundo. A visão de mundo moderna, segundo ele, é baseada em crenças relativistas que priorizam o que o indivíduo sente.

“O eu, o você, o eu… está na verdade no centro do universo moral [moderno]”, disse Begg. “… Os jovens estão crescendo ouvindo [que] como você pensa, como você se sente e o que você deseja é a chave para toda a sua existência.

“… Ou estamos operando a partir de uma visão de mundo que é moldada pelas formas-pensamento da época ou por uma visão de mundo fundamentada na vontade de Deus – sem possibilidade de compromisso”, disse Begg.

É essencial, disse Begg, que os cristãos amem os indivíduos que promovem crenças antibíblicas. Fazendo referência a indivíduos dentro da comunidade LGBT, Begg disse: “Nós não odiamos, mas não afirmamos”.

“Não podemos odiar por causa da Palavra de Deus. E não podemos afirmar por causa da Palavra de Deus. E temos que estar preparados para dizer que não estamos preparados para reescrever a Bíblia para acomodar uma sociedade que precisa da Bíblia – e que precisa do Jesus que é o foco da Bíblia.”

Begg também enfrentou um choque de visões de mundo.

“Nosso foco não é um reino nesta Terra – não um reino britânico, um reino americano, um reino chinês… mas o reino dos céus”, disse Begg. “Nosso inimigo não é um tirano, nem um imperador, nem um presidente. Nosso inimigo é o grande dragão, Satanás, o maligno.

“Vamos nos certificar de que entendemos nossa identidade, povo de Deus, pessoas que são servos livres de Deus, peregrinos e exilados. Vamos nos certificar de que nos engajamos na atividade para a qual somos chamados a nos engajar – abstendo-nos daquilo que pode fortalecer nossa auto-estima e destruir nossas almas. E, em vez disso, vamos nos certificar de que somos um anúncio do evangelho.”

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

Rússia usa a guerra para justificar novas restrições à liberdade religiosa

Presidente da Rússia, Vladimir Putin
Presidente da Rússia, Vladimir Putin

O Conselho de Segurança da Federação Russa, órgão composto pelo Presidente do país e outros altos ministros e funcionários, recomendou novas medidas contra associações religiosas nacionais ou estrangeiras cujas ideias tenham “impacto negativo na defesa e segurança do país”.

Em uma reunião do Conselho em 12 de julho, foram apresentadas “evidências da influência negativa na situação no país de algumas organizações estrangeiras e russas”, disse um comunicado de imprensa. Segundo o Conselho de Segurança, esses grupos estão “realizando suas atividades destrutivas sob o pretexto de projetos humanitários, educacionais, culturais, nacionais e religiosos”.

Esta influente instituição liderada pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, e pelo vice-presidente do Conselho, Dmitri Medvedev, diz ser um dever das instituições russas “neutralizar as ameaças internas à segurança nacional”.

Qualquer tipo de “permissividade” com “o uso de dogmas religiosos para fins negativos, gerando extremismo religioso” deve acabar, concordou o Conselho de Segurança na reunião.

Seus membros “consideraram uma série de medidas destinadas a combater o radicalismo religioso” na Rússia. Uma das prioridades, disseram, é “intensificar o trabalho de identificação de mecanismos para que os Estados estrangeiros utilizem as atividades das associações religiosas para interferir nos assuntos internos do nosso país”, afirmou o Conselho.

Mais pressão para grupos minoritários

Grupos de direitos humanos têm alertado que a liberdade religiosa e a liberdade de culto foram restringidas pelas autoridades russas no ano passado.

As conhecidas como Leis Yarovaya em 2016 foram um ponto de virada que proibiu atividades de grupos religiosos minoritários, como igrejas evangélicas.

Outros grupos, como as Testemunhas de Jeová, foram ilegalizados após serem rotulados como “extremistas”. Mórmons também foram detidos e deportados.

Presidente da Rússia, Vladimir Putin, em imagem distribuída pelo Conselho de Segurança da Federação Russa.

Evangélicos e outros contra a guerra

Em março, alguns líderes evangélicos como o chefe da Aliança Evangélica Russa, Vitaly Vlasenko, estavam entre os muitos representantes religiosos (incluindo padres ortodoxos) que se opuseram à invasão da Rússia e estão pedindo a Vladimir Putin que pare a guerra.

Milhares de cidadãos foram presos na Rússia por expressarem sua oposição à invasão da Ucrânia. Os líderes internacionais estão pedindo à Rússia que respeite a liberdade de expressão.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Igrejas aumentam segurança após onda de tiroteios em massa nos EUA

A onda de tiroteios nos EUA já atingiu escolas, shoppings, hospitais, eventos públicos, como corridas de rua, além de igrejas, lugares onde não seria imaginável esse tipo de ação violenta e mortal.

Em entrevista à AP News, o Pr. Steven Marsh diz que nunca pensou que veria o dia em que sua igreja em Laguna Woods, na Califórnia – uma cidade de 16.500 habitantes habitada em grande parte por aposentados – gastaria US$ 20.000 por mês em segurança.

A precaução do pastor tem razão de ser, uma vez que sua congregação foi alvo deste tipo de tragédia, em 15 de maio passado. Um atirador abriu fogo durante um almoço na Igreja Presbiteriana de Genebra, onde Marsh é pastor sênior, matando uma pessoa e ferindo outros cinco membros de uma congregação de Taiwan que se reunia lá.

Segundo as autoridades, o homem, motivado pelo ódio político contra Taiwan, acorrentou as portas da igreja e escondeu bombas incendiárias dentro antes de atirar na reunião de membros idosos da igreja.

Essa tragédia faz parte da série de tiroteios em massa em território americano, motivando líderes religiosos a aumentar a segurança de suas igrejas.

Na Presbiteriana de Genebra, por exemplo, guardas de segurança armados passaram a vigiar todos os dias da semana e durante os cultos de domingo.

A igreja também instalou mais câmeras de segurança, desenvolvendo um plano de tiro ativo e solicitando financiamento do Departamento de Segurança Interna.

“Não estamos tentando militarizar a igreja”, disse Marsh. “Oramos sobre isso e tomamos a decisão de ter segurança armada como um ato de fé”.

O pastor acredita que sem essas medidas de segurança haveria um êxodo em massa da congregação e das escolas do campus da igreja após o tiroteio.

Sinagoga

As sinagogas também têm sido alvo de violência, principalmente pelo antissemitismo, o que também motivou a colocação de segurança em muitas delas.

Para o rabino Charlie Cytron-Walker, ex-líder espiritual da Congregação Beth Israel em Colleyville, Texas, criar um espaço seguro e acolhedor é possível.

Em janeiro, ele e três outros foram feitos reféns por um homem armado com uma pistola durante um serviço de Shabat.

O rabino jogou uma cadeira no atirador – um ato corajoso que os ajudou a escapar com segurança – após um impasse de quase 11 horas. Ele credita as várias rodadas de treinamento de atirador ativo que ele fez, contou à AP News.

“Quando você não consegue fugir ou encontrar um esconderijo, precisa encontrar uma maneira de agir e revidar”, disse Cytron-Walker. “Quando estávamos com mais medo de que ele nos matasse, vi um momento que estava procurando o dia todo.”

Cytron-Walker agora lidera Temple Emanuel em Winston-Salem, Carolina do Norte. Enquanto trabalha em um plano de segurança com sua nova congregação, ele está atento a como uma sinagoga acolhedora pode aumentar a segurança “porque alguém que quer fazer mal pode ver que não poderá se manter anônimo”.

Vulnerabilidades

Historicamente, os santuários têm sido vulneráveis ​​a ataques violentos – desde bombardeios em igrejas negras durante a era dos Direitos Civis até tiroteios mais recentes nos EUA em mesquitas e gurdwaras sikhs.

Segundo informa a AP, nos EUA as estatísticas de crimes de ódio do FBI mostram que os incidentes em igrejas, sinagogas, templos e mesquitas aumentaram 34,8% entre 2014 e 2018.

“Todas as religiões estão sendo atacadas nos Estados Unidos por radicais e extremistas”, disse Alon Stivi, consultor de segurança para sinagogas, centros comunitários judaicos e escolas diurnas.

Essa realidade tem afastado as pessoas de estarem nos locais de culto. “Eles estão fazendo muito mais perguntas: ‘Devo vir aos cultos semanais ou apenas nos feriados? E se eu for, devo trazer meus filhos?’”

Nas mãos de Deus

Até os líderes religiosos, que antes preferiam deixar a segurança nas mãos de Deus, estão tomando precauções que pareciam impensáveis ​​anos antes, disse Stivi. Mais congregados também estão levando armas escondidas para os cultos, expôs.

Para garantir essas ações de segurança, o governo americano tem aumentado constantemente o montante de financiamento que reserva para ajudar a comunidade religiosa, disse Stivi. Mas nem todos os líderes religiosos estão cientes de que podem usar esses recursos, disse.

Rebanhos seguros

A frequência dos ataques anteriores a locais de culto e outros espaços públicos têm levado os líderes religiosos a avaliar – às vezes pela primeira vez – se há mais coisas que podem ser feitas para manter seus rebanhos seguros.

Os cultos de domingo na Igreja Episcopal Metodista Africana Mt. Zion em Charleston, Carolina do Sul, já conta com um policial armado vigiando o local contou o Rev. Kylon Middleton, que lidera a congregação.

Quando um oficial não pode estar no campus para eventos da igreja, os membros que carregam armas escondidas ficam de guarda.

“É triste, mas estamos em tempos em que devemos ter segurança armada para proteger nosso povo”, disse ele.

A igreja fica a dois quarteirões da Igreja Episcopal Metodista Africana Emmanuel. Em 2015, um autoproclamado supremacista branco abriu fogo durante o estudo bíblico e matou nove fiéis, incluindo o pastor sênior. Middleton disse que o falecido pastor era como um irmão para ele.

Olhos abertos

Após o massacre, as discussões sobre segurança na Mt. Zion inclui a necessidade de alguns sempre manterem os olhos abertos, especialmente quando a maioria está com os olhos fechados em oração, disse Middleton.

“Ninguém jamais pensou que tiroteios em massa aconteceriam em igrejas, que são santuários sagrados onde você pode escapar do mundo e buscar refúgio espiritual”, disse ele. “Quando esse espaço é violado, cria-se uma inquietação de espírito.”

Após o massacre de 2018 na sinagoga Tree of Life em Pittsburgh, o rabino Jon Leener se reuniu com a polícia local de Nova York para discutir a segurança da Base BKLYN, seu ministério doméstico que recebeu milhares de pessoas.

Junto com sua esposa, Faith, o rabino abriu a porta da frente logo antes dos jantares de Shabat, acreditando em um judaísmo onde nenhuma porta é fechada ou trancada.

Mas essa situação mudou, em decorrência do ataque antissemita mais mortal da história dos EUA. Leener também instalou uma câmera de segurança e um sistema de buzz-in para os visitantes. Ele contratou um guarda armado após a situação de reféns deste ano no Texas.

“É terrivelmente lamentável que vivamos em uma época em que precisamos comprometer nosso valor de abertura para a ameaça de violência, mas essa é apenas a realidade no momento”, disse Leener.

Igreja acolhedora

É um ato de equilíbrio para muitos. Marsh disse que o tiroteio em sua igreja aconteceu porque os membros da congregação taiwanesa foram bem-vindos ao atirador – uma pessoa que eles não conheciam.

“A igreja precisa ser acolhedora para todas as pessoas, e não podemos perder isso”, disse ele.

“Existem maneiras de um atirador ativo poder entrar em nosso campus novamente? Sim. Mas temos que estar dispostos a que isso aconteça novamente. Caso contrário, todos teríamos que passar por detectores de metal. Não seria mais uma igreja”.

Fonte: Guia-me com informações de AP News

Crise política e econômica afeta cristãos no Sri Lanka

Sri Lanka (Foto: Twitter)
Sri Lanka (Foto: Twitter)

Parceiros locais da Portas Abertas trabalham para encontrar e ajudar os cristãos perseguidos e as igrejas no Sri Lanka. O país vive uma grande instabilidade política, especialmente depois do dia 9 de julho, quando os protestos contra o presidente Gotabaya Rajapaksa na capital do país, Colombo, resultaram na fuga dele em um jato militar. O irmão de Gotabaya, Mahida Rajapaksa, que era o primeiro-ministro, foi deposto por protestos em maio deste ano.

Agora, os manifestantes exigem mais mudanças políticas. Apesar do presidente anunciar a renúncia no dia 13 de julho, ele fugiu para as Maldivas antes de cumprir a promessa. Durante o protesto, a casa de Gotabaya foi invadida e a residência do atual primeiro-ministro, Ranil Wickremesinghe, foi incendiada.

Grandes empresas e partidos políticos participaram dos protestos pedindo a saída do presidente e a mudança no sistema político do país. Muitos conflitos foram relatados entre policiais e protestantes nas manifestações.

A crise e os cristãos

Dois treinamentos oferecidos pela Portas Abertas estavam programados para acontecer no Sri Lanka. Um treinamento de jovens em 11 de julho, e um treinamento de discipulado no final de semana de 16 de julho. No entanto, pela segurança dos participantes, os dois eventos foram cancelados.

O gerente do hotel onde aconteceria o treinamento disse: “Não podemos garantir programações nesse momento tenso. É melhor cancelar o evento”. O hotel, como outros locais no Sri Lanka, pertence a políticos e as chances de ser atacado por isso ficam maiores, colocando em risco a vida dos funcionários do local e dos participantes do treinamento.

Os treinamentos puderam acontecer em outras partes do país sob muito esforço, mas os da capital estão suspensos e sem previsão de quando ocorrerão.

Marchas de oração

A igreja no Sri Lanka e os parceiros locais foram desafiados de muitas formas pela crise de combustíveis e pela instabilidade política. Há dificuldade de transporte por causa das estradas fechadas, do toque de recolher, de cortes de energia e de acidentes entre ônibus e trens.

Em Colombo, grupos de cristãos se organizaram em pequenas marchas de oração para interceder pela nação, buscando paz, sustento e esperança em Deus. Nesse momento, o papel da intercessão e dos parceiros da Portas Abertas é ainda mais necessário. Muitas famílias cristãs pediram ajuda, sobretudo com a alimentação.

Apesar das turbulências, os cristãos têm mostrado compromisso e perseverança na caminhada com Cristo e contam com a igreja global em oração pelo Sri Lanka.

Fonte: Portas Abertas

Igrejas históricas ajudam cristãos a recomeçar a vida no Iraque

Cristãos em um Centro de Esperança em uma igreja histórica, no Iraque
Cristãos em um Centro de Esperança em uma igreja histórica, no Iraque

Em 2014, Sana implorou para saber para onde o marido e os dois filhos seriam levados durante ataque no Iraque. Com a arma apontada para sua cabeça, o agressor mandou que ela se calasse e fosse embora. Ela foi enviada pelo Estado Islâmico para Erbil, capital da parte norte do Iraque.

O cansaço da espera pelo reencontro com a família pesou sobre ela, além das memórias do ataque. Apesar de oito anos terem se passado, o marido e os filhos permanecem desaparecidos. Muitos cristãos viveram histórias parecidas, mas se mantêm em silêncio por causa da vergonha ou medo.

“Nosso povo não gosta de falar sobre suas dores e o que acontece dentro deles. Não gosta de lembrar o que aconteceu no ataque do Estado Islâmico”, conclui o líder cristão Ammar. Curar as feridas da perseguição demanda tempo, por isso continuamos a ajudar os cristãos iraquianos nos Centros de Esperança.

Centros de Esperança

Algumas igrejas históricas abrigam Centros de Esperança no Iraque e em outros países do Oriente Médio. O objetivo desses locais é ajudar cristãos a lidarem com os traumas, a reconstruir a vida, casas e igrejas destruídas nos ataques.

Ammar diz: “O Estado Islâmico destruiu mais do que os prédios, eles destruíram seres humanos”. No Iraque, não há locais adequados para cuidado da saúde mental. Nos Centros de Esperança os cristãos encontram recursos, orientações, ajuda prática e espiritual de que precisam para recomeçarem suas vidas.

Ammar acrescenta: “Pessoas como Sana precisam de apoio completo. Ter pessoas dispostas a ouvir e a estar por perto faz toda a diferença na vida desses cristãos. Eles precisam de alguém que aponte para um futuro de esperança”.

Fortaleça o que resta 

Igrejas históricas correm o risco de desaparecer do Oriente Médio, há uma necessidade urgente de que os irmãos ao redor do mundo as fortaleçam para que continuem a ser a presença cristã em países de maioria muçulmana. Ajude a espalhar o amor e a graça de Deus na região com uma doação.

Fonte: Portas Abertas

Visão Mundial quer levantar US$ 2 bilhões para combater a fome no mundo

Edgar Sandoval, presidente e CEO da World Vision USA visita a vila de Nakorio, Turkana, onde a World Vision está fazendo distribuições de alimentos. (Foto: Visão Mundial/Jon Warren)
Edgar Sandoval, presidente e CEO da World Vision USA visita a vila de Nakorio, Turkana, onde a World Vision está fazendo distribuições de alimentos. (Foto: Visão Mundial/Jon Warren)

A fome é uma condição que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo. Para socorrer esses necessitados e atenuar o sofrimento das vítimas dessa tragédia, a World Vision (Visão Mundial) busca US$ 2 bilhões para combater a insegurança alimentar.

Quando o Comitê Nobel norueguês concedeu o Prêmio Nobel da Paz ao Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas em 2020, quando os bloqueios em resposta à pandemia de Covid-19 começaram a perturbar as economias em todo o mundo, soou o alarme de uma iminente crise global de fome.

Segundo Edgar Sandoval Sr., presidente e CEO da World Vision USA, que esteve recentemente no Quênia, a pandemia, agravada pela guerra na Ucrânia, choques climáticos e inflação, transformou a iminente crise de fome em um perigo real para quase 4 milhões de pessoas naquela nação e milhões de outras em todo o mundo.

“Vou lhe dizer o que o chefe da aldeia que visitei [no Quênia me disse]”, disse ele ao The Christian Post na quarta-feira. “Ele disse: ‘A maioria das pessoas não está trabalhando. A chuva desapareceu… a seca e os preços altos têm sido muito difíceis para o casamento.’ Ele disse: ‘Eu posso ouvi-los (casais) brigando porque não há comida. Quando a comida se torna um desafio, a violência (vem).’ Isso é o que ele estava dizendo sobre a casa.”

Para a World Vision, uma organização cristã evangélica de ajuda humanitária, desenvolvimento e advocacia que também é o maior parceiro do Programa Alimentar Mundial da ONU na distribuição de alimentos, as famílias são uma prioridade.

Outros fatores contribuintes para a insegurança alimentar são os preços em disparada e alta taxa de desemprego.

“Se você ainda consegue ganhar US$ 1 por dia, se consegue ganhar US$ 1 por dia, agora está pagando… US$ 34 (ou mais de US$ 4.000 xelins quenianos) por um saco de milho. O triplo do preço que costumava ser”, explica Sandoval.

A crise de fome traz preocupação até mesmo para as famílias quenianas que possuem algo de valor, disse o CEO da World Vision. “Quando a comida é escassa, há ataques ao gado das pessoas”, explicou.

Nestes tempos desafiadores, os homens, em muitos casos, precisam deixar suas famílias para encontrar comida na cidade mais próxima, que pode estar a horas de carro.

“Então eles ficam lá por um mês e talvez três meses. Eles podem não voltar. As crianças ficam com pais solteiros. E assim, mais crianças desistem e continuam até que haja esse ciclo vicioso. Esse é o desafio”, disse Sandoval.

Desnutrição grave

Muitas crianças também estão “agudamente desnutridas”, disse.

“Os momentos de luto começaram no dispensário de uma das aldeias que visitei. Eu estava lá quando as mães estavam trazendo seus bebês. Eu vi muitos bebês que estavam gravemente desnutridos”, disse ele.

“Conversei com a nutricionista Martha, que faz isso há seis anos. E ela me disse que nunca viu isso tão ruim. Ela nunca viu o nível de desnutrição tão ruim em crianças”, acrescentou.

Cerca de 40% das crianças naquela localidade que Sandoval visitou estavam gravemente desnutridas.

“Há diferentes níveis de desnutrição. A desnutrição moderada também não é uma coisa boa, mas é melhor do que a desnutrição aguda. E assim os níveis estão aumentando e ficando mais altos, mais altos do que ela já viu”, explicou Sandoval. “As mães também, mães lactantes, também estão desnutridas.”

Apoio das igrejas

Por meio de seus profundos relacionamentos com igrejas e sua grande rede de distribuição de alimentos, Sandoval e sua equipe da World Vision têm trabalhado arduamente para alavancar sua experiência em ajudar famílias com insegurança alimentar por meio de programas baseados na Bíblia.

Um programa, diz ele, procura ajudar maridos e esposas em dificuldades a reavivar seu compromisso um com o outro, encontrando o plano de Deus para seu relacionamento.

“O resultado é tão animador. Falei com três casais, e o que eles me disseram foi: ‘Nós saímos do que o chefe descreveu – discutindo e brigando – e agora temos amor e união’”, explicou Sandoval. “Essa é uma parte importante da nossa intervenção.”

Para atender às crescentes necessidades da crescente insegurança alimentar em pelo menos 25 países, a Sandoval está buscando arrecadar US$ 2 bilhões para o esforço.

“Estamos colocando toda a força de nossa experiência de mais de 70 anos e todos os nossos recursos nesta resposta. Este é o trabalho número um. Estamos fazendo distribuição de alimentos; estamos fazendo transferências em dinheiro. Estamos possibilitando tratamentos para crianças desnutridas”, explicou o CEO da World Vision.

Ele acrescentou que “90 por cento de todas as crianças gravemente desnutridas que tratamos, recuperam-se totalmente … é uma das razões pelas quais somos o maior distribuidor do mundo”.

“Sabemos o que funciona; dizemos isso humildemente. E temos a infraestrutura e a equipe no local para causar um grande impacto”, disse ele, incentivando pessoas de fé e outros doadores a doarem à causa por meio do site da World Vision.

Estados Unidos

Na terça-feira, um grupo bipartidário de senadores instou o governo Biden a acelerar a entrega, já que a guerra na Ucrânia empurra mais países para mais perto da fome. Eles argumentaram que a ajuda alimentar dos EUA estava levando meses para chegar às nações carentes, apesar de uma crise alimentar global urgente, informou o Washington Post.

“A menos que os Estados Unidos traduzam a retórica bem-intencionada e os dólares apropriados em uma resposta humanitária rápida, os crimes da Rússia contra a humanidade e o armamento do suprimento global de alimentos ficarão impunes”, escreveram os senadores em uma carta à administradora da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional, Samantha Power.

“A proposta de ajuda humanitária mais significativa da história moderna dos EUA deve ser acompanhada por uma infraestrutura que assuma riscos mais prudentes e forneça apoio rapidamente.”

Fome sem precedentes

O Programa Mundial de Alimentos havia anunciado 2022 como “ Um ano de fome sem precedentes ”.

A agência internacional de ajuda alimentar diz que até 828 milhões de pessoas vão para a cama com fome todas as noites e, desde 2019, o número de pessoas que enfrentam insegurança alimentar aguda aumentou de 135 milhões para 345 milhões. Cerca de 50 milhões de pessoas em 45 países, diz a agência, “estão à beira da fome”.

“Estou pedindo a todos, estou implorando para que façam algo para nos ajudar a responder a essas pressões, especialmente para as crianças”, disse Sandoval.

Apontando que custa apenas US$ 4 por dia para alimentar uma família de seis pessoas no Quênia, ele disse: “Toda contribuição ajuda, não importa o tamanho”.

Folha Gospel com informações de Guia-me e The Christian Post

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