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Igreja Batista nos EUA encobriu casos de abuso sexual, revela relatório interno

Reunião do comitê executivo da Convenção Batista do Sul EUA
Reunião do comitê executivo da Convenção Batista do Sul EUA

Durante décadas, queixas de abuso sexual cometido por pastores e funcionários da Convenção Batista do Sul (Southern Baptist Convention ou SBC) foram ignoradas ou encobertas, segundo um relatório interno divulgado neste domingo (22). A igreja é a maior denominação protestante dos EUA.

O documento de quase 300 páginas detalha de que maneira as denúncias eram mantidas como segredos bem guardados dentro da igreja para evitar responsabilização.

“A fim de cumprir esse objetivo, sobreviventes e outros que relataram abusos foram ignorados e desacreditados”, diz o relatório.

O documento também sustenta que líderes da igreja encobriram as denúncias e permitiram que membros do clero apontados como abusadores continuassem como pastores ou em outras funções de autoridade.

Ações judiciais contra a igreja foram desqualificadas como oportunistas e desprovidas de mérito, acrescenta o relatório conduzido durante quase um ano por uma empresa de investigação. A reportagem da agência Reuters não conseguiu contato com um representante da SBC para comentar a denúncia.

O trabalho foi iniciado pela Convenção Batista do Sul em junho de 2021, quando diversas reclamações surgiram na sua reunião anual.

As queixas se concentravam justamente em casos de abuso sexual cometidos por pastores e voluntários e na ausência de resposta por parte do comitê executivo da igreja, que diz ter 13 milhões de membros nos EUA e mais de 40 milhões em todo o mundo.

Em 2019, os jornais Houston Chronicle e San Antonio Express-News haviam publicado reportagem dizendo que mais de 700 pessoas tinham sido abusadas por pastores, líderes e voluntários de congregações Batistas do Sul.

O escândalo ecoa o enfrentado pela Igreja Católica, que foi abalada quando o jornal Boston Globe revelou, em 2002, que a igreja encobriu por décadas casos de abuso sexual envolvendo o clero.

Nos últimos meses, comissões formadas pela própria instituição produziram relatórios sobre o tema em Portugal e na França.

Com informações de Folha de S. Paulo, Reuters e Brasil 247

Lista Mundial da Perseguição: Cerca de 6 mil cristãos foram mortos por causa da fé em Jesus

Entre 1 de outubro de 2020 e 30 de setembro de 2021, o número de cristãos mortos foi de 5.898 cristãos, 24% maior do que na edição passada da Lista Mundial da Perseguição. E o local mais mortal para os seguidores de Jesus é a Nigéria, com 79% do total dos óbitos.

A Portas Abertas classifica os incidentes violentos em categorias como números de cristãos mortos, presos e atacados e também pela quantidade de igrejas, casas e lojas de cristãos atacadas.

Entretanto, nem toda a violência a cristãos acaba em morte. Muitos sobrevivem aos abusos mentais e físicos. De acordo com os dados da LMP 2022 e da Lista de Países em Observação (LPO), foram registrados 24.678 casos de agressões físicas e psicológicas. Boa parte delas aconteceram na Nigéria, na Índia e na Eritreia. Porém, há relatos desse tipo de abuso em todos os 76 países onde há perseguição (incluindo os 26 países em observação).

Três mil edifícios cristãos foram atacados na China

Outro dado importante é o número de igrejas e edifícios cristãos — escolas, hospitais e cemitérios — atacados, que chegou a 5.110, 14% maior do que na LMP 2021. Nesses dados estão inclusos ataques, bombardeios, saques, destruição, incêndios, fechamento e confisco de prédios usados por cristãos para adoração e apoio da comunidade. O país número um nesse tipo de ação é a China, com 3 mil locais atacados, 59% da contagem geral. Os demais colocados são Nigéria, Bangladesh, Paquistão e Catar.

Mianmar tem 200 mil cristãos deslocados internos

O crescimento da violência contra os cristãos resultou na fuga de milhares de irmãos e irmãs de casa. Apenas nesta edição da LMP, 218.709 seguidores de Jesus estão deslocados dentro do próprio país. Mianmar lidera o ranking, com 200 mil cristãos deslocados; o restante aconteceu na Nigéria, Paquistão, Níger e República Democrática do Congo. Porém, alguns cristãos precisaram fugir da terra natal, tornando-se refugiados em outros países — esse número chegou a 25.038, sendo 80% de fugas de Mianmar e o restante da Eritreia, Nigéria, Irã e Líbia.

Violação da liberdade religiosa no Irã

Conforme os dados coletados na pesquisa da Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2022, 4.765 cristãos foram detidos sem julgamento, condenados e presos. Os casos de prisão de pastores e de cristãos no Irã têm sido recorrentes nos últimos meses, considerando as leis rígidas contra a liberdade religiosa do país, entre outros.

Abusos e ataques violentos no Oeste Africano

Um total de 3.828 cristãos foram sequestrados ou estão desaparecidos. A maioria dos casos aconteceu na Nigéria, onde a violência aumentou consideravelmente no último ano.

Na Nigéria, cristãos permanecem reféns como, Leah Sharibu e as meninas de Chibok. Muitas das jovens mantidas em cativeiro são abusadas sexualmente e acabam engravidando. Nigéria e Oeste Africano serão o foco das nossas orações no DIP 2022. O tema deste ano é “A Igreja sob ataque”, o DIP acontecerá no dia 12 de junho.

Para conhecer outros índices de violência que nossos irmãos e irmãs enfrentaram, acesse o artigo Violência.

Entenda a Lista Mundial da Perseguição 2022

A Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2022 já saiu e você pode ficar por dentro de como é a vida de nossos irmãos e irmãs que vivem nos 50 países mais perigosos para os cristãos. Faça o download do e-book LMP 2022 e confira o perfil de cada nação onde seguir a Jesus pode custar a vida. Baixe agora!

Fonte: Portas Abertas

Silas Malafaia defende Felippe Valadão e critica a TV Globo

Pastor Silas Malafaia
Pastor Silas Malafaia

O pastor Silas Malafaia publicou um vídeo neste sábado (21), em suas redes sociais, em defesa dos pastores Jeter Josepetti, acusado de homofobia por não ter batizado um homossexual, e Felippe Valadão, acusado de intolerância religiosa por ter reagido a despachos que foram postos diante do palco onde ele fazia um culto.

Ao falar do caso do pastor Jeter, da Igreja Presbiteriana Renovada de Aracaju, no Sergipe, Malafaia destacou que o líder religioso está protegido pelo inciso VIII do artigo 5° da Constituição Federal, que estabelece que “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”.

“Se você quiser entrar em um partido político, em um clube ou em qualquer religião tem um estatuto. Se você não estiver de acordo com o que o estatuto diz, você não pode fazer parte, não pode ser membro. As igrejas evangélicas têm como base a palavra de Deus e nós não batizamos quem vive na prática da prostituição, do adultério e do homossexualismo”, disse Malafaia.

Já no caso de Felippe Valadão, da Igreja Lagoinha de Niterói, no Rio de Janeiro, Malafaia criticou a Rede Globo por, segundo ele, fazer um jornalismo “bandido, parcial e que não quer saber da verdade” ao acusar Valadão de intolerância religiosa. Para Malafaia, o pastor da Lagoinha está protegido pelo inciso VI do artigo 5° da Constituição.

“Religiões afros colocaram despachos na frente do palco, isso é intolerância religiosa. O que o Felippe Valadão fez foi uma reação da sua indignação. E eu perguntei a ele: “A Globo foi te entrevistar?”. Não, a Globo não entrevista nada, ela odeia os evangélicos e tem o jornalismo mais bandido desse país”, completou.

Sobre os casos

O fotógrafo João Pedro Pedroso acusou a Igreja Presbiteriana Renovada de Aracaju de ter praticado homofobia contra ele por tê-lo impedido de se batizar no último domingo (15). Ao portal G1, João Pedro Pedroso afirmou que a justificativa apresentada pelo pastor da igreja seria de que ele não poderia ser batizado por ser homossexual.

Sobre o ocorrido, a Igreja Presbiteriana Renovada de Aracaju (IPRA) informou que um candidato ao batismo que não estiver apto a ser batizado, de acordo com as normas da igreja, não pode participar do ato batismal.

Já o caso relacionado ao pastor Felippe Valadão, da Igreja Lagoinha de Niterói, aconteceu durante um evento em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio, na última quinta-feira (19). Na ocasião, ele reagiu a despachos que foram postos diante do altar. Desde então, ele passou a ser alvo de críticas de veículos de imprensa.

“De ontem [18] para hoje [19] tinha quatro despachos aqui na frente do palco. Avisa aí para esses endemoniados de Itaboraí: o tempo da bagunça espiritual acabou, meu filho. A igreja está na rua! A igreja está de pé! E ainda digo mais: prepara para ver muito centro de umbanda sendo fechado na cidade!”, disse ele, no evento.

Após ser acusado de intolerância, o pastor Felippe Valadão usou as redes sociais para dizer que ele não é o que os jornais ou as mídias estão falando a seu respeito. Ele convidou as pessoas que têm acessado o seu Instagram para criticá-lo a irem até a sua igreja, a Lagoinha de Niterói, e o conhecerem “de coração aberto”.

“Você que acha que eu sou isso aí que o jornal fala ou as mídias estão falando né, normal, o papel deles [da mídia] é esse mesmo, eles têm que vender matéria, eles têm que gerar engajamento, é isso aí, eles estão no papel deles. Então, você quer saber quem sou eu? Quer saber o que as pessoas que me seguem pensam a meu respeito? Vem na Lagoinha Niterói”, convidou.

Fonte: Pleno.News

Karina Bacchi nega ler a Bíblia 10 horas por dia

Karina Bacchi segura uma Bíblia personalizada. (Foto: Instagram)
Karina Bacchi segura uma Bíblia personalizada. (Foto: Instagram)

A apresentadora Karina Bacchi se pronunciou, neste sábado (21), sobre o tempo que se dedica à leitura bíblica e fez reflexões sobre a caminhada cristã. A influenciadora detalhou que faz seus devocionais antes do Sol raiar e negou que passe dez horas diárias lendo a Palavra, destacando que possui afazeres do cotidiano. “Quem dera ter tempo para ler a bússola da vida 10 horas por dia”, escreveu.

– Essa não é minha rotina, mesmo acordando antes do sol nascer para fazer meu devocional antes de acordar meu filho, arrumá-lo, dar café, levá-lo e buscá-lo na escola, almoçar em família, gravar meus vídeos, administrar a casa , trabalhar fora, etc – enumerou.

Ela expressou sua visão de que mais importa o quanto uma pessoa pratica a Palavra ao longo do dia do que o tempo que passa lendo-a.

– Ser cristã não é sobre o “tempo de Bíblia” que dedicamos e sim o quanto a compreendemos e colocamos em prática em nosso cotidiano. (…) Não importa se você lê a Bíblia 10 minutos ou 10 horas por dia. Importa sim o quanto a vivencia. 24 horas seria o ideal. Que tal? – assinalou a influenciadora.

A postagem de Karina ocorre dias após a divulgação da notícia de que seu casamento com Amaury Fernandes chegou ao fim. De acordo com fontes próximas ao casal relataram ao colunista Lucas Pasin, do portal UOL, o motivo seria a dedicação de Karina à fé cristã e divergências do cônjuge em relação a esse tema. De acordo com as fontes, a influenciadora gastava de 8 a 10 horas lendo a Bíblia.

Nunes chegou a se converter, tentando se envolver no núcleo cristão para acompanhar a esposa, mas a visão de ambos quanto à religião seria muito distinta e discussões teriam passado a fazer cada vez mais parte do cotidiano.

Fonte: Pleno.News

Pastor Felippe Valadão é denunciado por intolerância contra religiões de matriz africana

Pastor Felippe Valadão
Pastor Felippe Valadão

Um grupo de religiosos de matrizes africanas foi até a 71ª DP (Itaboraí), nesta sexta-feira 20, registrar um boletim de ocorrência contra o pastor evangélico Felippe Valadão, após falas consideradas de intolerância religiosa durante um evento oficial da Prefeitura de Itaboraí, na noite de quinta-feira (19).

A delegacia os orientou também a registrar o caso na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).

O pastor, líder da Igreja Batista da Lagoinha de Niterói, foi convidado pela prefeitura para abrir uma série de shows que acontecem na cidade em comemoração aos 189 anos do município.

O evento contou com apresentações e com uma pregação do pastor da igreja Lagoinha, em Niterói, que usou o termo “endemoniados” para se referir aos pais de santo e disse que os terreiros de umbanda do município iriam fechar.

“Avisa aí para esses endemoniados de Itaboraí que o tempo da bagunça espiritual acabou. A igreja está na rua! A igreja está de pé! Pode matar galinha, pode fazer farofa, pode fazer o que quiser. E ainda digo mais: prepara para ver muito centro de umbanda fechado na cidade (…) Deus vai começar a salvar esses pais de santo que tem aqui na cidade”, disse o pastor durante a explanação.

Deputado aciona Ministério Público

O deputado Átila Nunes (MDB), relator da CPI da Intolerância Religiosa, na Alerj, vai acionar o Ministério Público para investigar o uso de dinheiro público de Itaboraí para financiar o evento no qual o pastor evangélico Felippe Valadão fez ofensas de caráter racista religioso contra líderes espirituais da região.

De acordo com o deputado Átila Nunes (MDB), o Ministério Público e a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) devem investigar o caso, por contar com apoio da Prefeitura de Itaboraí, e punir os responsáveis.

“O ódio religioso promovido e financiado por Itaboraí precisa ser investigado. Preparamos uma representação ao Ministério Público contra o autointitulado pastor e contra o prefeito de Itaboraí, que patrocinou o show de horrores com dinheiro público. Também vamos pedir que a Decradi entre no caso para que ameaças contra a liberdade de toda a diversidade não sejam banalizadas. Não vamos permitir que a violência volte a silenciar os cultos afro-brasileiros no Rio”, relata o deputado.

Vice-presidente da Comissão de Combate às Discriminações e Preconceitos de Raça, Cor, Etnia, Religião e Procedência Nacional da Alerj, a deputada estadual Mônica Francisco propôs ao colegiado o envio de um ofício à prefeitura de Itaboraí, para que deem explicações sobre as declarações do pastor. O documento foi enviado nesta sexta-feira (20).

“Essa atitude nos causa muita tristeza e indignação. Desejo que a gente não venha mais a tolerar esse tipo de postura por parte de quem quer que seja. A narrativa bíblica não orienta a violência contra quem quer que seja, muito pelo contrário. Na própria orientação da figura histórica de Jesus, enquanto profeta e mestre, ele dizia que era necessário amar ao próximo como a si mesmo e que não devemos fazer diferenças entre as pessoas”, diz Mônica, que também é pastora evangélica.

Fonte: Extra e Meia Hora

Globo fará novela com protagonista evangélica

Logo da Rede Globo
Logo da Rede Globo

Atenta ao aumento de evangélicos no Brasil, a TV Globo está preparando uma produção que atraia o público cristão, informou uma coluna do Splash UOL nesta quinta-feira (19).

O diretor da TV Globo e Afiliadas, Amauri Soares, reconheceu que o Brasil caminha para ser um país de maioria evangélica e deixou claro que a emissora acompanharia essa mudança, durante sua participação na Rio2C – Rio Criative Conference, em abril.

“Vai Na Fé” será a novela das sete e tem estreia prevista para novembro, segundo a coluna do Fefito.

O UOL informa que a protagonista da novela será Solange, uma vendedora de marmita que é evangélica. Com o marido desempregado e as dívidas acumulando, ela acaba se tornando backing vocal de um cantor de funk, para ajudar a pagar as contas.

“Com isso, será discutida a maneira como ela concilia sua fé com o novo momento de vida”, diz a coluna.

De acordo com a sinopse, Solange será mãe de duas adolescentes e também sustenta sua mãe. Ela é descrita como uma “mulher cristã, muito apegada à fé e aos ensinamentos do pastor”.

A trama é escrita por Rosane Svartman, autora de “Totalmente Demais”.

Globo quer conquistar evangélicos

O site Na Telinha informa que entrou em contato com uma pessoa que leu a sinopse da novela. Ela revelou que haverá uma mudança de perfil em relação ao estereótipo evangélico mostrado pela novela “Duas Caras”, de Aguinaldo Silva, em 2008.

“Nada de evangélicos expulsando demônios no meio da rua ou tendo premonições, nem muito menos charlatões. Dessa vez, a trama irá mostrar que os protestantes brasileiros estão em toda parte da sociedade e a religião virou uma espécie de catolicismo contemporâneo, e não é um impeditivo ou fator para dar medo em alguém”, diz o site.

Depois de consultar um produtor da Globo, o Na Telinha reportou ainda que a diretoria da emissora viu a necessidade de alcançar os evangélicos, que migraram para as novelas bíblicas da Record.

A emissora também pretende romper a resistência com a audiência cristã e mudar a narrativa de que “as novelas da Globo são contra a família”.

Fonte: Guia-me com informações do UOL

Amanda Wanessa: Marido revela quando a cantora deve receber alta

Cantora gospel Amanda Wanessa
Cantora gospel Amanda Wanessa

O marido da cantora gospel Amanda Wanessa, Dobson Santos, revelou quando a esposa receberá alta. A artista está internada desde janeiro do ano passado no Real Hospital Português, em Recife, após sofrer um acidente de carro em Barreiros, Pernambuco.

Dobson conversou com o NE10 nessa quarta-feira (18) e falou sobre o estado de saúde de Amanda, além de agradecer o apoio e as orações de amigos, familiares e fãs.

Segundo ele, a esposa continua passando por tratamentos de fisioterapia e fonoaudiologia. “Está tudo na paz. Amandinha tá bem graças a Deus, aguardando um último procedimento pra ela ter alta. Deus no controle de tudo!”, disse ele.

Ainda de acordo com Dobson, Amanda deve receber alta do hospital em breve. “Até julho”, contou. O marido da artista disse que está animado para que todos da família fiquem reunidos.

No dia 20 de abril, data em que Amanda completou 35 anos, a gravadora MK Music lançou a música inédita da adoradora “Me Refazer”. (Veja o clipe aqui)

A canção, que já estava pronta junto com o clipe antes do acidente, ganhou um significado especial para a família de Amanda. “O milagre na vida de Amandinha vai chegar”, declarou Dobson.

Sobre o acidente

Amanda sofreu um grave acidente de carro no dia 4 de janeiro do ano passado na PE-060, em Barreiros. Ela estava dirigindo um carro que colidiu com um caminhão.

No dia do acidente, além da cantora, estavam também no carro o pai de Amanda, que não precisou ser internado; sua filha, Mel, de 6 anos, que passou por cirurgia; e sua amiga, Jussara Pimentel, que também se recuperou.

De acordo com a polícia, foi constatado na perícia que Amanda dirigia o carro a 130 quilômetros por hora. O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) arquivou o inquérito sem apontar culpados. O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) entendeu que o acidente ocorreu “por culpa exclusiva da vítima”.

Enquanto a família enfrenta a aflição pela recuperação da cantora, Dobson Santos tem cuidado de perto da filha. “Tenho me dedicado e me esforçado com toda atenção necessária. Conversamos e brincamos, sempre passando para ela confiança, sendo presente e dando muito amor e carinho”, disse.

O marido de Amanda afirmou que acompanha todas as manifestações de apoio e agradeceu todas as mensagens “de carinho, amor, fé e esperança”.

Folha Gospel com informações de NE10 e Guia-me

Disney lança linha de roupas LGBT para crianças e é criticada por promover ‘confusão sexual’

Alguns itens da linha LGBT da Disney
Alguns itens da linha LGBT da Disney

A Disney lançou uma nova linha de roupas “Pride Collection” para crianças em meio à controvérsia em torno da reação da corporação à nova lei de direitos dos pais na educação da Flórida e relatou esforços para incluir a defesa LGBT na programação infantil.

A empresa de entretenimento familiar lançou a nova linha de moda na segunda-feira, com mercadorias como suéteres, camisetas, roupas de bebê e outros itens, todos com a bandeira do orgulho do arco-íris que simboliza o movimento LGBT. O lançamento da coleção ocorre duas semanas antes do início do chamado mês do orgulho, que os ativistas LGBT reconhecem todo mês de junho.

Muitos dos produtos também incluem imagens com temas LGBT do icônico personagem da Disney Mickey Mouse e as franquias Star Wars, Marvel e Pixar da empresa. A empresa está vendendo os itens por meio de sua loja online “shopDisney”, lojas de varejo da Disney e parques temáticos.

“A Disney Pride Collection foi criada por funcionários e aliados LGBTQIA+ da The Walt Disney Company e é um reflexo de suas incríveis contribuições e lugar no coração da empresa”, escreveu a corporação em um comunicado anunciando a linha de roupas. “Somos solidários com nossa comunidade LGBTQIA+ em todos os lugares”.

Em um artigo de opinião publicado pelo The Daily Citizen , Zachary Mettler, redator da equipe e contato de comunicação da organização cristã Focus on the Family, afirmou que a Disney está “focando” crianças com uma agenda LGBT.

“A nova linha de roupas é apenas uma parte do esforço contínuo da Disney para promover a confusão sexual em crianças”, disse Mettler ao The Christian Post. “As crianças não foram projetadas para carregar o peso da sexualidade adulta.”

Ele sugeriu ainda que a Disney está tentando plantar a ideia nas cabeças das crianças de que o casamento de casais do mesmo sexo é moralmente o mesmo que um casamento entre um homem e uma mulher. Ele disse que a empresa de entretenimento familiar está tentando ensinar às crianças que o gênero é maleável, algo que ele imagina que irá “confundir” e impactá-las negativamente quando se tornarem jovens adultos.

Em seu anúncio da linha de roupas, a Disney prometeu doar a totalidade dos lucros da coleção até 30 de junho para várias organizações ativistas LGBT, incluindo: Ali Forney Center, GLSEN, LGBTQ Center OC, Los Angeles LGBT Center, PFLAG National, SF LGBT Center, The Trevor Project e a Zebra Coalition.

Mettler vê isso como um sinal de que a corporação se tornou mais aberta sobre sua posição sobre questões LGBT do que em anos anteriores.

De acordo com a Fox Business, a corporação produz roupas com tema de orgulho para crianças todos os anos desde 2018, mas anteriormente doava apenas uma pequena porcentagem dos lucros. Este ano, a empresa também renomeou a linha de moda de Rainbow Disney Collection para Disney Pride Collection.

“Acho que os pais precisam estar especialmente atentos ao conteúdo que seus filhos estão consumindo e, idealmente, discutir proativamente essas questões com eles. Particularmente tópicos sobre sexualidade e identidade de gênero, para que seus filhos saibam como navegar no conteúdo que essas organizações promover”, disse Mettler.

Em 11 de março, o CEO da Walt Disney Company, Bob Chapek, pediu desculpas aos funcionários por meio de uma carta por não ter uma posição mais firme contra o projeto de lei HB 1557 da Flórida . A lei proíbe orientação sexual e instrução de identidade de gênero para alunos do jardim de infância até a terceira série e exige que as escolas notifiquem os pais sobre os serviços de saúde de seus filhos no campus.

A Disney inicialmente permaneceu neutra sobre a legislação que os críticos ridicularizaram como um projeto de lei “Não diga gay”, mudando sua postura após críticas de funcionários e apoiadores LGBT. A empresa condenou o projeto de lei em um comunicado de 28 de março, declarando que “nunca deveria ter sido aprovado e nunca deveria ter sido assinado em lei”.

Algumas semanas depois que a empresa criticou publicamente o projeto de lei, vazaram imagens de vídeo obtidas por Christopher Rufo, do Manhattan Institute, mostrando funcionários da Disney discutindo seus esforços para promover uma mensagem LGBT na programação infantil da empresa.

Durante a reunião, Latoya Raveneau, produtora executiva da Disney, elogiou os showrunners do reboot de “Proud Family” da empresa por aderirem à sua “agenda gay nada secreta”. O spinoff da série animada infantil apresenta novos personagens, incluindo um casal do mesmo sexo.

Franklin Graham, CEO da Samaritan’s Purse e da Billy Graham Evangelistic Association, disse que a Disney “foi longe demais” em um post no Facebook no mês passado.

“O que aconteceu na Disney é um fracasso moral”, insistiu Graham. “Walt Disney tinha uma visão de entretenimento familiar saudável. Ele estava comprometido com a família. A moral da liderança corporativa da Disney hoje está na sarjeta, e eles querem redefinir a família contra o projeto original de Deus e ostentar o pecado.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Edição espanhola da Bíblia Católica Romana muda texto ‘pescadores de homens’ para ‘pescadores de pessoas’

A Bíblia católica e um terço
A Bíblia católica e um terço

Uma nova versão em espanhol da Bíblia Católica Romana está trocando a palavra “homem” por “pessoa”.

A Bíblia de Jerusalém da editora Desclée de Brouwer atualizou a palavra usada para “homem” (“hombre”) para “pessoa” (“persona”) em sua última edição em espanhol.

O movimento muda o chamado icônico de Jesus aos Seus discípulos para se tornarem “pescadores de homens” em Mateus 4:19 para os “pescadores de pessoas” mais neutros em termos de gênero.

Em grego, a palavra para “homem” é “antropos”, que é usada mais de 500 vezes no Novo Testamento, incluindo vários casos em que Jesus se refere a Si mesmo como o “Filho do Homem”.

Publicada em 1966, a Bíblia de Jerusalém é uma tradução inglesa da Bíblia católica. Além dos 66 livros da Bíblia Protestante, inclui sete livros adicionais considerados livros extrabíblicos fora da Igreja Católica.

Ao contrário da Vulgata Latina, a Bíblia de Jerusalém foi baseada nos textos originais em hebraico e grego quando sua primeira edição foi publicada em francês em 1956 e continua a fazê-lo.

Javier Gogeaskoetxea, diretor administrativo da editora Desclée De Brouwer, disse à Catholic News Agency que a mudança foi precipitada pela “fidelidade ao texto original” e não por qualquer pressão ou tendência social.

De acordo com Gogeaskoetxea, a decisão veio da Escola Bíblica e Arqueológica de Jerusalém e não da editora. A escola está ligada aos dominicanos, uma ordem da Igreja Católica.

“Se eu colocasse ‘homem'”, disse ele, “faltaria de fidelidade ao texto original porque a palavra grega não é homem nem mulher.

“Entendo que há uma tentativa de ‘polemizar’ atribuindo uma linguagem ‘inclusiva’ à tradução. Mas nada está mais longe da realidade, o motivo é a fidelidade ao texto original”, acrescentou.

Gogeaskoetxea disse que o texto original grego não inclui gênero para “antropos”, então a tradução também deve refletir a falta de gênero com “pessoa ou ser humano”.

Um padre espanhol foi ao Twitter para refutar a nova tradução.

O padre Jesús Silva, cuja biografia diz “escritor padre” e graduado em Teologia Patrística, disse que a “tradução como ‘povo’ tem seus problemas”.

“A que pessoas Jesus estava se referindo: humano, angelical ou divino? Bem, no texto assim traduzido, não está excluído que Jesus esteja chamando os discípulos para evangelizar os anjos ou o próprio Deus”, escreveu Silva.

Silva disse que já que “pessoas humanas” é um termo relativamente vago. Assim, para “evitar mal-entendidos que ocorrem com palavras como ‘pessoa’, ‘ser humano’ ou ‘homem terráqueo’, e adotando o princípio da economia da linguagem, poderíamos traduzir a palavra ‘antropos’ por ‘homem’, que inclui todas as dos anteriores.”

Outro padre, Pe. Antonio Maria Domenech Guillén, da Diocese de Cuenca, pareceu concordar com a avaliação de Silva.

Guillén escreveu: “Não me parece certo, mas acho que tem a importância que damos. Se lermos a Sagrada Escritura todos os dias, teríamos percebido há muito tempo que a tradução da Bíblia de Jerusalém não é a melhor opção.”

Depois que sua tradução em inglês foi completamente atualizada em 1985, a Bíblia de Jerusalém – agora conhecida como a Nova Bíblia de Jerusalém – tornou-se a Bíblia católica romana mais usada fora dos EUA.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Projeto que veda ridicularização de religiões avança em Santa Catarina

Assembleia Legislativa de Santa Catarina
Assembleia Legislativa de Santa Catarina

Foi aprovado, nesta terça (17), pela Comissão de Educação de Santa Catarina, o Projeto de Lei que proíbe o desprezo de dogmas e crenças relativas a qualquer religião. O estado pode ser o primeiro a vedar a ridicularização religiosa no país. O PL é de autoria da deputada Ana Campagnolo e prevê uma multa de até R$ 500 mil por descumprimento da Lei.

O projeto veda qualquer desrespeito praticado sob a forma de sátira, ridicularização e menosprezo. O PL original também proíbe a liberação de verbas públicas para a contratação ou financiamento de eventos como desfiles carnavalescos, espetáculos, passeatas e marchas que praticam a intolerância religiosa.

Originalmente o documento se referia somente à religião cristã, porém a emenda apresentada pelo deputado Dr. Vicente Caropreso proíbe a satirização de qualquer religião existente no Estado. De acordo com o parlamentar, a ideia é que o substitutivo englobe não apenas a fé cristã, mas todas as correntes religiosas, como forma de combater o fanatismo religioso.

“Estamos vivendo um momento em que há uma falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças ou crenças religiosas de terceiros. Não se pode tolerar que a fé seja desrespeitada sem sofrer qualquer punição”, diz.

A iniciativa prevê uma multa de R$ 5 mil a R$ 500 mil para quem descumprir a norma, bem como a impossibilidade de realizar eventos que dependam de autorização do poder público Estadual ou de seus órgãos, pelo prazo de cinco anos.

O texto segue para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e ainda deve ser analisado pela Comissão de Direitos Humanos antes de ir ao plenário.

Fonte: Sul inFoco

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