Através do canal ‘Dois Dedos de Teologia’, o escritor, teólogo e pastor Yago Martins respondeu vários questionamentos dos internautas.
Uma das perguntas mais polêmicas foi sobre a questão do batismo nas águas. Segundo Yago, o batismo é uma demonstração pública de compromisso com a fé cristã.
Durante a sua fala, Yago também declarou que rejeitar o batismo de homossexuais que vivem em união com pessoas do mesmo sexo é o correto a se fazer.
Uma pessoa é casada com alguém do mesmo sexo. É correto impedir o batismo dela?”, perguntou um internauta, que não foi identificado.
Em resposta, Yago disparou e causou polêmica entre os internautas: “Com certeza! Alguém que está casado com uma pessoa do mesmo sexo está indo contra um padrão cristão de vida, e você impede o batismo de alguém que não está disposto a se comprometer com o cristianismo”.
O pastor cearense acrescentou que essa postura é embasada pelas premissas de fé.
“Ser batizado é se comprometer com o cristianismo. Estar casado com alguém do mesmo sexo é não estar comprometido com o cristianismo, então obviamente a Igreja não batiza pessoas casadas com alguém do mesmo sexo”.
Caso da Igreja Presbiteriana de Aracaju
Recentemente, a Igreja Presbiteriana Renovada de Aracaju (SE), foi acusada de homofobia por rejeitar batismo para um homossexual que vive em uma união com outro homem.
O pastor Jeter Josepetti Andrade, um dos líderes da igreja, fez um vídeo nesta segunda-feira lembrando que a Constituição Federal nos garante uma liberdade de crença, de consciência e uma liberdade religiosa. Ele ainda destacou: “Todos são muito bem-vindos à Família Renovada, mas nós não abrimos mão dos princípios e valores que a Palavra de Deus nos diz.”
O fato causou polêmica e vem repercutindo nas redes sociais.
A nova Barbie de meditação “Breathe With Me” recebeu críticas de um influenciador cristão que diz que o brinquedo está coagindo crianças a práticas satânicas ligadas à ioga.
Fabricada pela Mattel, a boneca, que no Brasil se chama “Barbie Medita Comigo”, é vendida por cerca de R$ 190,00 e a embalagem mostra a Barbie em uma pose de ioga sentada com as pernas cruzadas e as palmas das mãos voltadas para cima. As crianças são encorajadas a pressionar um botão no colar de lua crescente da boneca para ouvir os sons de “cinco meditações guiadas”. O produto foi desenvolvido para crianças a partir de 3 anos de idade.
De acordo com a Mattel: “Esta boneca com tema de meditação celebra uma de suas maneiras favoritas de recarregar usando luzes e sons – a meditação da atenção plena. O conjunto vem com uma boneca Barbie, um cachorrinho e quatro emojis de nuvens. As crianças simplesmente pressionam o botão no colar da boneca Barbie para ativar um dos cinco exercícios de meditação guiada que usam efeitos de luz e som para inspirar sua própria prática.
“Seu filhote a ajuda a visualizar – insira um dos emojis de nuvem em sua cabeça para representar um balão de pensamento meditativo e, em seguida, troque-o para uma nova inspiração de meditação. O cachorrinho ajuda a boneca Barbie a se concentrar com visualização: coloque um dos quatro emojis de nuvem – Love Rainbow, Sad Rain, Happy Sunshine ou Grumpy Red – em sua cabeça para expressar uma emoção; troque-os para expressar um novo sentimento.”
Yasmeen Suri, palestrante cristã e autora dos livros Beautiful Deception (“Bela Decepção”) e The Fake God Reference Guide (“O Guia de Referência do Deus Falso”), foi ao Facebook no início deste mês para alertar os pais de que, sob o pretexto de autocuidado, os métodos da ioga são um convite para um reino espiritual implacável. Suri se deparou com o produto enquanto fazia compras na Target e compartilhou uma foto da boneca que viu nas prateleiras.
“Satanás sempre aparece como inocente. Ele nunca virá com chifres e um forcado. Esta Barbie tem cinco meditações guiadas. Lembre-se, Yoga é hinduísmo”, escreveu Suri no post de 3 de maio no Facebook. “Você não pode separar as poses da religião. Cada pose é projetada para invocar uma divindade hindu no reino espiritual. Já vi crianças serem possuídas por demônios.”
As meditações guiadas também são problemáticas por vários motivos, de acordo com Suri.
“Esta Barbie também ensina respiração profunda (pranayama). Seu animal de estimação também está envolvido. Satanás está atrás das crianças. Ele quer usá-los e doutriná-los para sua glória. Então, quando ele terminar, ele vai destruí-los”, declarou ela.
“À medida que seus filhos crescem, eles ficarão rebeldes, deprimidos e muitos serão suicidas”, acrescentou Suri. “Você não vai entender o que está acontecendo como pai.”
Suri, que vem da Índia, onde o hinduísmo é a religião majoritária, acrescentou que “Deus proíbe todas as práticas de [falsas religiões]. Ela aconselhou os pais a “remover todos os brinquedos e limpar o quarto de seus filhos de todos os anexos demoníacos. Deuteronômio 18:10-12 .”
A postagem de Suri no Facebook acumulou mais de 70.000 reações e quase 50.000 comentários até a tarde da última sexta-feira.
De acordo com seu site, Suri tem experiência pessoal com o reino espiritual porque depois de vir a Cristo, “ela foi liberta de muitas crenças da Nova Era e falsas doutrinas religiosas” nas quais ela cresceu acreditando quando criança criada na Índia. Suri, que agora vive nos Estados Unidos, teve seu testemunho apresentado no programa de televisão cristão “The 700 Club”.
Yoga é desencorajado em muitos círculos cristãos por causa de sua origem espiritual.
“Existem alguns cristãos professos que não têm problemas com os ensinamentos por trás do yoga e alguns têm. Eu sou um que faz”, disse Suri à Newsweek. “Eu acredito que quando nos abrimos para práticas baseadas no ocultismo, há perigos de atividade demoníaca.”
Folha Gospel com informações de The Christian Post
Nesta segunda-feira (23), a Igreja da Escócia aprovou o casamento gay durante sua Assembleia Geral. A denominação protestante, de orientação reformada e afiliada ao presbiterianismo, sancionou uma nova lei, permitindo que seus ministros celebrem casamentos de pessoas do mesmo sexo.
A mudança também retirou as palavras “marido” e “esposa” da Lei de Reconhecimento de Serviços de Casamento, de 1977. Agora, a legislação afirma que:
“A solenização do casamento na Igreja da Escócia é realizada por um ministro ou diácono ordenado em uma cerimônia religiosa em que, diante de Deus, e na presença do ministro ou diácono e pelo menos duas testemunhas competentes, as partes se comprometem a tomar um ao outro em casamento enquanto ambos viverem, e o ministro ou diácono declara que as partes estão casadas”.
O casamento gay na denominação protestante recebeu 274 votos a favor e 136 contra. Segundo o relatório da Assembleia, 29 presbitérios apoiaram a mudança e catorze se opuseram, declarando que “o que está sendo proposto é contrário ao ensino das Escrituras e causaria mais divisão dentro da Igreja da Escócia”.
Durante o debate, os defensores do casamento homoafetivo argumentaram que a denominação estava prejudicando os “cristãos LGBT” ao impedir que se casassem na igreja, “tornando as pessoas indesejadas”.
O reverendo Scott Rennie, que está em uma relação homossexual e que luta pela aceitação de ministros gays na igreja há 13 anos, afirmou que estava animado com a aprovação da maioria.
“Meu casamento com meu marido, Dave, nutre minha vida e meu ministério e, francamente, não acho que poderia ser um ministro desta igreja sem seu amor e apoio”, ressaltou Rennie.
Outro ministro, Craig Dobney, revelou que mudou de posição, antes contrária ao casamento homoafetivo, após ser rejeitado por sua comunidade local ao se recusar a ordenar um clérigo gay.
“Eu me preocupo que nossas igrejas tenham se tornado irrelevantes para nossas comunidades”, disse.
Decisão antibíblica
Muitos membros da Assembleia Geral se manifestaram contra a aprovação, lembrando que a nova legislação não era bíblica.
O reverendo Phil Gunn, ministro da Igreja Paroquial de Rosskeen, afirmou que a Igreja da Escócia estava “afirmando em alto e bom som que a Bíblia, a Palavra de Deus, não é mais nossa autoridade, que não há problema em escolhermos o que gostamos e ignorar o resto, que não há problema em reescrever as Escrituras para que pareçam boas aos olhos de uma sociedade que já pensa que somos hipócritas”.
O reverendo Alistair Cook também protestou contra a medida, declarando que continuará se referindo ao casamento como a união entre um homem e uma mulher. Para ele, a questão não é uma escolha individual dos ministros, mas se trata de um posicionamento da denominação.
“Essa é uma mudança teológica profunda para a igreja”, lamentou ele.
Já o reverendo Ben Thorp chamou atenção para a divisão e tensão que a mudança vai causar na igreja. E lembrou que os ministros e presbitérios que são contrários poderão se tornar alvos de ativistas LGBT.
“Não será o fim da jornada. Isso não vai parar o declínio da igreja. Não nos tornará subitamente mais atraentes para os mais jovens. Continuaremos divididos”, avaliou Ben.
A votação da Assembleia Geral acontece em um contexto de queda no número de casamentos e de membros da instituição.
A Igreja da Escócia é a segunda demonimação protestante no país a aprovar o casamento gay. A primeira foi Igreja Episcopal Escocesa, que é anglicana, que aprovou a união homoafetiva em 2017, contrariando a posição bíblica de sua irmã, a Igreja da Inglaterra.
De acordo com o The Guardian, a Igreja do País Gales indicou que pode seguir o mesmo caminho nos próximos anos. Os Metodistas, Quakers e a Igreja Reformada Unida já realizam cerimônias de casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Fonte: Guia-me com informações de The Christian Today e The Guardian
Através de um vídeo divulgado em suas redes sociais, a cantora gospel Elaine Martins, de 40 anos, falou publicamente pela primeira vez após o grave acidente de carro envolvendo sua família.
A cantora disse que, quando soube do ocorrido, fez uma chamada de vídeo com o marido. Além de Oséias Chagas, estavam no carro os dois filhos de Elaine: Joabe e Josué.
No post, a cantora gospel agradeceu a Deus o livramento e também celebrou o fato de a família não ter tido nenhuma consequência mais grave em decorrência do acidente.
“Eu conheço a fúria do inimigo, mas não tenho absolutamente nenhuma dúvida, de que o MEU Deus é MAIOR e fará tudo no tempo certo!!!”, disse Elaine Martins.
A Justiça condenou a TV e Rádio das emissoras Record e Bandeirantes, do Rio de Janeiro, a reduzirem o período comercializado da grade para 25% do tempo diário, incluindo os espaços comercializados a entidades religiosas ou sem fins lucrativos. A União foi condenada a fiscalizar o cumprimento do limite legal pelas emissoras.
As empresas devem reduzir o período comercializado para o equivalente a seis horas da sua programação. As ações públicas foram movidas pelo Ministério Público Federal (MPF).
“Dada a importância social do setor de radiofusão, a ultrapassagem do limite de publicidade comercial configura desvio de finalidade das concessões e permissões de radiodifusão e o enriquecimento ilícito dos que comercializam os horários acima dos limites legais”, detalhou uma das sentenças.
“Ainda que os programas religiosos comercializados pela emissora de TV não se refiram a publicidade de marca, produto, ou ideia, há verdadeira comercialização de grade mediante contratos de caráter sinalagmático e de inegável intuito lucrativo, já que recebe a mesma contraprestação financeira pela cessão do tempo de sua programação”, concluiu.
Ações civis públicas
Em dezembro de 2019, a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão no Rio de Janeiro ajuizou as ações civis públicas contra as emissoras TV Record e Band Rio, apontando o descumprimento da Lei Geral de Radiodifusão.
Segundo o MPF, em inquérito civil instaurado em 2016, as emissoras descumprem o limite legal ao comercializar, além do tempo destinado à publicidade de produtos e serviços, até 9 horas e 30 minutos diários para divulgação de prosélitos religiosos.
O MPF apurou que a emissora TV Record comercializa 28,19% do tempo, destinando 20,83% semanais para programas de responsabilidade da Igreja Universal do Reino de Deus e a Band Rio disponibiliza 25,98%, em média, para fins comerciais, burlando, também, o limite legal. Na Band, o tempo destinado a programas religiosos contratados é de 20,38%.
As ações do MPF estão baseadas no tempo de programação religiosa produzida por terceiros constante da grade das emissoras, bem como no tempo de publicidade comercial informado pelas próprias concessionárias de radiodifusão.
Uma vigília de oração acontecia em um monte na madrugada de sábado (21) em Porto do Mangue, no litoral da Costa Branca do Rio Grande do Norte, quando quatro participantes foram baleados, após serem confundidos com membros de uma facção criminosa, segundo relatou a PM.
O pescador Alderir de Melo Lopes, 47 anos de idade, não resistiu aos ferimentos e faleceu. Outros dois homens, de 36 e 25 anos, e uma adolescente de 17 anos estão entre os feridos. Todos foram socorridos em uma ambulância para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró.
O caso aconteceu por volta das 1h30, em uma área de matagal, onde o grupo formado por cinco pessoas estava reunido em oração. Segundo relataram à polícia, homens armados apareceram perguntando por outras pessoas. Em seguida, começaram a atirar.
Segundo informações colhidas pela polícia local, os indivíduos só pararam de atirar após uma das vítimas gritar informando que eram todos evangélicos e estavam ali para orar.
Alderir de Melo Lopes, vítima fatal de ação criminosa durante vigília. (Foto: Reprodução / O Câmera)
Depois dos disparos, os atiradores fugiram do local, deixando as quatro vítimas. A visão prejudicada pela escuridão impossibilitou que elas dessem mais características dos criminosos aos policiais.
A polícia relata que as vítimas estavam próximas a um matagal em uma localidade chamada de Rua da Areia, que fica por trás da quadra de esportes do município. Segundo a PM, o local é bastante perigoso, com registro de vários homicídios.
De acordo com o hospital, a adolescente recebeu alta, um dos homens está na ala de repouso em observação e outros dois tiveram que passar por cirurgia.
A PM realizou buscar na região, mas nenhum dos suspeitos foi localizado. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Integrantes do Talibã comemorando ao lado da bandeira do grupo terrorista. (Foto: Montagem - Folha Gospel)
Com a retomada do Talibã ao governo do Afeganistão, a preocupação com as minorias religiosas no país, incluindo cristãos, cresceu entre as organizações que monitoram a perseguição religiosa no mundo.
A Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos EUA (USCIRF) pediu, no mês passado, que o governo americano classifique o Afeganistão como um “país de particular preocupação”. A designação resultaria em sanções financeiras, pressionando o governo do Talibã.
“Relatos indicam que o Talibã continua perseguindo minorias religiosas e punindo moradores em áreas sob seu controle de acordo com sua interpretação extrema da lei islâmica”, denunciou a USCIRF em um relatório.
Mais de 85% da população do Afeganistão são muçulmanos sunitas, cerca de 12% são muçulmanos xiitas, e um pequeno número são de outras minorias religiosas como sikhs, hindus e outros, segundo a Voice of America.
Não existem dados sobre quantos cristãos existem no país dominado pelo Talibã, mas de acordo com estimativas da International Christian Concern (ICC), organização cristã que monitora a perseguição, há cerca de 10 mil a 20 mil seguidores de Cristo no Afeganistão.
“A ICC está em comunicação direta com várias famílias atualmente escondidas do Talibã. Alguns estão em uma situação bastante séria, com o Talibã realizando varreduras em bairros ou distritos inteiros”, afirmou Claire Evans, gerente do programa do Oriente Médio da organização, à Voice of America.
Evans alertou para o risco de morte eminente que os crentes correm no país muçulmano. “Eles estão profundamente amedrontados e fortemente visados pelo Talibã. Se forem pegos, suas vidas e de seus entes queridos correm risco imediato”, disse ela.
Apesar dos diversos relatos, o Talibã recentemente negou que persegue os seguidores de Jesus, afirmando que não existem cristãos no país.
“Não há cristãos no Afeganistão. A minoria cristã nunca foi conhecida ou registrada aqui”, disse o porta-voz do Talibã, Inamullah Samangani, à Voice of America.
“Existem apenas minorias religiosas sikhs e hindus no Afeganistão que são completamente livres e seguras para praticar sua religião”, acrescentou.
O porta-voz não detalhou o que o Talibã fará se encontrar afegãos convertidos ao cristianismo, mas abandonar o islã é considerado crime e passível de punição no país.
Em 2006, o afegão Abdul Rahman foi condenado à pena de morte por um tribunal em Cabul, por se converter a fé cristã. Felizmente, ele conseguiu se exilar na Itália, após uma forte pressão diplomática dos EUA.
A Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos EUA pediu ao governo americano que crie um programa de assentamento para minorias religiosas que sofrem risco extremo de perseguição pelo Talibã.
Porém, resgatar os afegãos perseguidos é muito arriscado. “Na prática, é difícil evacuar pessoas que, por qualquer motivo, devem ficar escondidas. Superar esse desafio é difícil nas melhores circunstâncias, e o Afeganistão desafiou todos os protocolos existentes”, explicou Claire Evans.
“Esperamos que as lições aprendidas possam ajudar os atores globais a melhorar a forma como ajudam os cristãos em circunstâncias tão difíceis”.
Fonte: Guia-me com informações de Voice Of America
O cantor gospel e pastor João Praxedes faleceu no último sábado (21), aos 63 anos. Ele participou ativamente da fundação da banda Actos 2, cedendo cinco músicas para o disco de estreia.
Atualmente, João Praxedes era pastor e líder da Igreja Evangélica Templo do Calvário, ministério de São Paulo. A causa da morte não foi revelada pela família.
O cantor gospel deixou uma grande contribuição para a música cristã, e vários famosos lamentaram a sua morte.
Silas Furtado, da Kadoshi, foi um dos que lamentaram a morte do ex-colega de grupo. Neste domingo (22/05), o músico prestou homenagem a João Carlos Praxedes:
Deus recolheu essa voz de trovão que conheci nos anos 80 cantando uma composição linda que gravamos no nosso primeiro disco ‘Mundo Perdido’. Fica aqui meus sentimentos a todos. Que o céu o receba com muito louvor. Vai ficar um legado e uma grande história. Vai com Deus meu amigo pastor e cantor João Carlos Praxedes. Até breve!”, comentou o vocalista da Kadoshi.
A filha do pastor, Tais Praxedes, usou as redes sociais para fazer um desabafo.
“A dor é tanta que poderia resumir em “NADA A DECLARAR”! Mas como me omitir diante da importância que ele tem pra mim!? O papai foi pro céu! Te amarei até a eternidade!”, disse.
O velório do cantor e compositor aconteceu neste domingo (22), na sede da igreja, na Vila Prudente.
Um novo estudo do Centro de Pesquisa Cultural da Arizona Christian University descobriu que apenas 37% dos pastores cristãos nos Estados Unidos têm uma cosmovisão bíblica, demonstrando que o despertar espiritual é “necessário tão desesperadamente em nossos púlpitos quanto nos bancos”, segundo o pesquisador.
O estudo nacional de cerca de 1.000 pastores cristãos descobriu que apenas um pouco mais de um terço (37%) dos pastores dos EUA têm uma cosmovisão bíblica. A maioria (62%) possui uma visão de mundo híbrida conhecida como Sincretismo.
O estudo, divulgado na semana passada, mostrou que 41% dos pastores seniores – em comparação com 28% dos pastores associados – têm uma visão de mundo bíblica. Além disso, apenas 13% dos pastores de ensino e 12% dos pastores de crianças e jovens têm uma cosmovisão bíblica.
O nível mais baixo de cosmovisão bíblica estava entre os pastores executivos, com apenas 4% deles mantendo consistentemente crenças e comportamentos bíblicos.
A pesquisa incluiu 54 questões relacionadas à cosmovisão e descobriu que apenas 47% dos pastores têm uma cosmovisão bíblica em relação à família e ao valor da vida; 44% sobre questões relacionadas a Deus, criação e história; 43% em relação às práticas pessoais de fé; 43% quando se trata de questões de pecado, salvação e relacionamento com Deus; 40% referentes ao caráter humano e à natureza humana; e 40% quando se trata de medidas de estilo de vida, comportamento pessoal e relacionamentos.
O estudo, no entanto, observou que não ter uma cosmovisão bíblica não significa adesão a uma cosmovisão concorrente, como o humanismo secular ou o marxismo.
“Na verdade, menos de 1% dos pastores incorporam uma cosmovisão diferente do teísmo bíblico (ou seja, a cosmovisão bíblica)”, disseram os pesquisadores. “Em vez disso, sua visão de mundo predominante é melhor descrita como sincretismo, a mistura de idéias e aplicações de uma variedade de visões de mundo holísticas em uma combinação única, mas inconsistente, que representa suas preferências pessoais. visão de mundo sincrética.”
George Barna, diretor de pesquisa do Centro de Pesquisa Cultural da Arizona Christian University, disse que a visão de mundo de uma pessoa se desenvolve principalmente antes dos 13 anos, depois passa por um período de refinamento durante a adolescência e os vinte anos.
“De uma perspectiva de visão de mundo, os ministros mais importantes de uma igreja são o pastor de crianças e o pastor de jovens”, disse ele. “Descobrir que sete de cada oito desses pastores não têm uma cosmovisão bíblica ajuda a explicar por que tão poucas pessoas nas gerações mais jovens do país estão desenvolvendo um coração e uma mente para os princípios e modos de vida bíblicos, e por que nossa sociedade parece ter corrido descontroladamente na última década, em particular.”
Concluindo, Barna disse: “Deus está no negócio da transformação. Pastores que estão dispostos a permitir que Ele transforme seu pensamento e comportamento podem emergir desse processo como um exemplo poderoso do que pode acontecer quando o coração, mente e alma são entregues Deus. Certamente parece que se a América vai experimentar um reavivamento espiritual, esse despertar é necessário tão desesperadamente em nossos púlpitos quanto nos bancos.”
Outro estudo divulgado pelo Barna Group no mês passado mostrou que mais pastores agora dizem que consideraram deixar seus empregos em comparação com um ano atrás, levados ao desespero pelo estresse, solidão, divisões políticas e outras preocupações, como sua igreja estar em declínio.
A parcela de pastores que consideraram seriamente deixar de estar no ministério em tempo integral no ano passado aumentou de 29% em 2021 para 42% em março deste ano.
Michael Youssef, pastor da Igreja dos Apóstolos em Atlanta, Geórgia, recentemente exortou os pastores a permanecerem firmes na verdade bíblica, já que muitas igrejas estão capitulando à teologia desperta em um esforço para parecerem inclusivas e “amigáveis aos buscadores”.
“O apóstolo Paulo nos diz que veremos os jovens cair no esquecimento, mas não desista do Evangelho, não comprometa a verdade”, disse o pastor egípcio-americano de 73 anos.
“Estamos vendo desconstrução, pastores diluindo o Evangelho e outras coisas acontecendo. Percebi que este é um momento para mim, aos 73 anos, deixar um legado para a geração mais jovem de pastores; é a Palavra de Deus, é o legado do apóstolo Paulo”.
Para discernir quando um pastor é um falso mestre que promove uma teologia diluída versus um biblicamente sólido que se apega às antigas verdades encontradas nas Escrituras, Youssef exortou os fiéis a perguntarem: “Eles levantam Jesus e a cruz de Cristo como a única esperança de salvação, vida eterna e chamar os homens ao arrependimento e as mulheres ao arrependimento de seus pecados e se voltarem para o Senhor? Ou eles simplesmente pregam afirmações?”
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Flordelis e o pastor Anderson do Carmo (Foto: Reprodução)
Relatos de abusos sexuais que teriam sido cometidos pelo pastor Anderson do Carmo serão levados pela defesa de Flordelis dos Santos de Souza ao seu julgamento, marcado para 6 de junho. A pastora é acusada de ser a mandante da morte de Anderson, seu marido . Duas netas e uma filha da ex-deputada, que afirmam ter sido vítimas do pastor, darão seus relatos durante o júri.
Em entrevista exclusiva ao EXTRA , elas revelam detalhes dos episódios. As três foram convocadas a depor pelos advogados de Flordelis, que também defendem dois dos filhos da pastora, André Luiz e Marzy Teixeira, além da neta Rayane dos Santos.
As duas netas que acusam o pastor — Rafaela dos Santos Oliveira, de 21 anos, e Lorrane dos Santos Oliveira, de 26 — são filhas de André Luiz e de Simone dos Santos Rodrigues, que confessou ter planejado a morte de Anderson após o padrasto ter abusado dela. Ambos estão presos e vão a julgamento no próximo mês.
Rafaela afirma ter sido estuprada por Anderson há cerca de cinco anos, quando ainda era menor de idade, enquanto dormia na casa da família em Niterói. A jovem relata que acordou com o avô tocando suas partes íntimas, e afirma que ele introduziu o dedo em sua vagina. Rafaela diz que, por ter o sono muito pesado, não sabe ao certo tudo o que Anderson fez.
“Não sei o que ele fez comigo enquanto eu estava dormindo. Estava de short largo e lembro da mão dele nas minhas partes íntimas. Acordei e a cama estava meio molhada, mas não sei exatamente o que aconteceu.”
Ainda de acordo com Rafaela, Anderson foi surpreendido pela mãe dela, Simone, que não chegou a ver o que o padrasto fazia, mas o flagrou sentado na cama da filha. A jovem afirma que não teve coragem de contar para a mãe o que teria acontecido.
Rafaela conta que começou a sofrer retaliações de Anderson e que, a partir de então, passou a notar o comportamento do pastor com outras jovens da casa. Ela diz que não contou sobre o episódio para ninguém — incluindo os pais e a avó, Flordelis — até a morte do avô. Após o crime, revelou o que teria acontecido. Sobre o fato de não ter exposto o caso publicamente ou à polícia até hoje, Rafaela alega que não conseguia falar sobre o episódio.
“Sempre falei para minha avó que eu não queria que fosse exposto (o abuso). Mas começaram a criar uma imagem dele (Anderson), de que era um cara ótimo, protetor da família, que minha avó castigava todo mundo e ele era um herói”, afirma.
Filho levantou hipótese
Apesar de Rafaela afirmar só ter contado para a família sobre o episódio após a morte de Anderson, a hipótese de abusos na casa foi levantada pelo filho de Flordelis, Flávio dos Santos Rodrigues, ao confessar o crime. Em depoimento à Delegacia de Homicídios de Niterói três dias após o crime, ele disse ter ficado com ódio após saber por Simone que o pastor tinha passado a mão nela e em uma de suas sobrinhas — Rafaela ou Lorrane — enquanto dormiam.
Também em entrevista ao EXTRA , Lorrane, irmã de Rafaela, afirmou ter sido vítima do avô. Segundo a jovem, Anderson colocava a mão em sua perna quando ela andava de carro com o avô, fazia elogios que a constrangiam e chegou a presenciá-lo se masturbando enquanto assistia a um filme pornô:
“Ele (Anderson) colocava a mão na minha lombar, perto da minha bunda, e dizia que eu era branquinha linda. Também colocava a mão na minha perna quando estávamos indo para a igreja. Um domingo entrei no quarto dele, e ele estava se masturbando. O banheiro de cima não tinha água, só no dele. E entrei no banheiro dele para tomar banho. Quando saí, ele estava se masturbando e me chamando de minha branquinha.”
Lorrane afirma ainda que Rayane, que também é sua irmã, teria sido estuprada pelo pastor no apartamento funcional de Flordelis em Brasília. O relato deve ser dado pela acusada em seu interrogatório. Em seu último depoimento à Justiça, Rayane optou por ficar em silêncio.
Lorrane é investigada pela Delegacia de Homicídios de Niterói em São Gonçalo por suspeita de envolvimento na morte do pastor Anderson. Ela é um dos alvos do terceiro inquérito do caso, que ainda está em andamento. Segundo as investigações, Flávio disse a um dos irmãos, na delegacia, que Lorrane foi uma das pessoas que o incentivaram a matar Anderson.
Depoimento em 2019
Por causa da alegação de Flávio de que Anderson teria passado a mão em Rafaela ou Lorrane, ambas foram questionadas na DH se o avô teria abusado delas, o que foi negado por elas em seus depoimentos, em junho de 2019.
Rafaela afirmou aos investigadores que o avô nunca tinha tentado nenhum relacionamento “mais íntimo” com ela e que não tinha conhecimento de que ele tivesse tentado abusar de ninguém na casa. Já Lorrane disse que o pastor “nunca fez ou tentou fazer algo com intenções sexuais” com ela.
Simone admite ser mandante
Rafaela relatou ao EXTRA ainda que em determinada ocasião, antes do abuso que teria sofrido, flagrou o avô em cima de sua mãe, Simone, no quarto que a família dormia. Segundo a jovem, era comum a mãe ligar para ela, mesmo quando as duas estavam na mesma casa. Simone já tinha pedido que toda vez que Rafaela recebesse alguma ligação, fosse à sua procura na residência. Nesse dia, a jovem diz ter encontrado Anderson bem perto da mãe.
“Ela (Simone) estava com a perna pra cima, empurrando ele com o pé e mão. Ele virou as costas e abriu a porta do armário. Eu vi que ele estava com o pênis ereto. Fiquei assustada”, relata, acrescentando que a mãe não foi clara sobre o que estava acontecendo e disse apenas que Anderson a perturbava.
Simone afirmou em seu interrogatório à Justiça, em janeiro de 2021, que tinha sofrido “investidas sexuais” de Anderson e, com raiva, teria dado dinheiro à sua irmã Marzy pedindo ajuda para “acabar com seu sofrimento”, sem ser clara se havia planejado o crime. Já ao ser ouvida durante processo de cassação da mãe na Câmara dos Deputados, em abril do mesmo ano, Simone disse ter sido estuprada por Anderson e que deu a quantia para a irmã para que ela tramasse a morte do pastor. Marzy, no entanto, nunca confirmou a versão de Simone e afirmou ter planejado a morte do pastor Anderson por vontade própria.
Filha afetiva de Flordelis, Vânia da Conceição, de 28 anos, relata também ter sido vítima de assédio cometido por Anderson, seu pai de criação. Ela entrou para a família nos anos 90, ainda na favela do Jacarezinho e não chegou a ser formalmente adotada. Ao GLOBO, Vânia afirmou que o assédio de Anderson começou após ter emagrecido com a sua segunda gestação. Segundo ela, em determinada ocasião, seu pai começou a elogiá-la, cheirando seu pescoço. Depois disso, ela afirma que engordou para fugir do assédio:
“Ele (Anderson) chegou perto de mim e falou que eu estava muito bonita com aquele vestido. Ficou cheirando meu pescoço e dizendo: nossa, você emagreceu, está linda, maravilhosa. Fiquei com nojo. Depois disso, comi compulsivamente. Cheguei a pesar 90 quilos.”
Advogado rebate acusações
O advogado Ângelo Máximo, que representa a irmã de Anderson no processo, afirma que as acusações contra o pastor são absurdas e não foram comprovadas durante as investigações.
“Essa tese vai totalmente contra as provas do processo. Todos ouvidos na casa narraram que não houve qualquer abuso cometido pela vítima, à exceção do Flávio. Trata-se de uma atitude desesperada por parte da família de Flordelis e que só comprova que a mesma é mandante do crime. E como se esses abusos, que nunca ocorreram, fossem justificativa para matar alguém”, pontua Máximo.