Anualmente, um relatório sobre o estado da liberdade religiosa internacional é publicado pela Comissão Internacional dos Estados Unidos para Liberdade Religiosa (USCIRF, da sigla em inglês), um corpo de aconselhamento do Departamento de Estado e do Congresso americano.
Em seu relatório de 2022, lançado em 25 de abril, a USCIRF disse que os direitos humanos foram os mais afetados no Afeganistão após o retorno do Talibã ao poder em 2021, especialmente para as minorias religiosas. Segundo o relatório, elas “enfrentaram assédios, detenções e até mesmo a morte por causa da fé e crenças”. Os cristãos de origem muçulmana têm sido forçados a praticar a fé escondidos por causa do medo da repressão e das ameaças do Talibã.
A situação regrediu tanto que o país deve ser novamente incluído na lista de “Países de Particular Preocupação” descritos como engajados em “sistemática, ativa e ofensivas violações da liberdade religiosa”, disse a USCIRF. A comissão também recomenda que o Talibã deveria ser redesignado como uma “entidade de preocupação particular”. Se o governo norte-americano decidir seguir esse conselho, a designação dá autoridade legal para impor sanções.
A última vez que a USCIRF advertiu o Departamento de Estado dos Estados Unidos para incluir o Afeganistão nessa lista de países foi em 2001, pouco antes de o Talibã ser expulso do poder. A recomendação está alinhada com a pesquisa da Lista Mundial da Perseguição 2022, que coloca o Afeganistão acima da Coreia do Norte, em primeiro lugar no ranking dos 50 países onde é mais difícil ser cristão.
Você pode ajudar
Devido às pressões do Talibã no Afeganistão, muitos irmãos em Cristo precisaram fugir e hoje são refugiados em países vizinhos. Com sua doação, eles recebem o sustento de que precisam e o apoio que pode fortalecê-los.
As pesquisas sobre a compreensão dos jovens cristãos que integram a chamada “geração Y” a respeito do cristianismo, missões e sociedade vêm revelando formas de pensar que se distanciam do que foi abraçado como adequado pelos cristãos nas últimas décadas e até séculos.
Um novo levantamento realizado pelo Barna Group revelou que quase metade dos jovens cristãos acredita ser “errado” evangelizar. O relatório da pesquisa, intitulado “Reviving Evangelism” (“revivendo o evangelismo”, em tradução livre) expõe os dados levantados nas entrevistas com 1.000 cristãos praticantes e outros 1.001 adultos que se descreveram como cristãos não praticantes.
Com foco nos jovens da “geração Y” (também tratada como millennials), nascidos ao longo da década de 1990, a pesquisa apurou que 47% dos entrevistados afirmou que se sentem “preparados para compartilhar sua fé com outras pessoas”, com quase três quartos respondendo que “sabem responder” quando alguém faz perguntas relacionadas à fé.
A demonstração de confiança sobre esses pontos é apontada pelo relatório da pesquisa como consideravelmente maior do que o constatado em levantamentos feitos com gerações anteriores. E o documento destaca que quase todo cristão praticante concorda que faz parte de sua fé ser uma testemunha sobre Jesus, e que a melhor coisa que poderia ocorrer a uma pessoa é receber a Cristo.
Por outro lado, um número igualmente significativo dos jovens da “geração Y” não têm evangelizado pois considera essa ação um pouco “errada”: “Quase metade (47%) deles concorda, pelo menos em parte, que é errado compartilhar suas crenças pessoais com alguém de uma fé diferente, na esperança de que um dia eles compartilhem a mesma fé. Em comparação, entre a geração X – dos pais deles – o índice cai para 27% e chega a 19% entre os nascidos após a Segunda Guerra”, diz o relatório do Barna Group.
Parte desse acanhamento provavelmente é fruto da guerra cultural encampada contra o Evangelho por conceitos como o secularismo, humanismo e progressismo, que dialogam entre si e têm presença em diversas áreas da sociedade e são muito fortes em países desenvolvidos, como no caso dos Estados Unidos, onde a pesquisa foi realizada.
Na visão dos pesquisadores, falta convicção a muitos dos jovens da “geração Y” a respeito do Evangelho: “Para começar, devemos transmitir uma fé resiliente aos jovens cristãos (isso também é uma forma de evangelismo), planejando especialmente para o período que cursam o Ensino Médio e a faculdade”, comentou David Kinnaman, presidente do Barna Group, instituto de pesquisa que se dedica a realizar estudos voltados à fé.
“O problema do abandono da evangelização é real e tem um efeito negativo sobre o impacto de cristãos sobre os não-cristãos. Cultivar uma convicção cristã profunda, firme e resiliente é difícil em uma sociedade onde o discurso do ‘não critique as escolhas de vida de ninguém’ e os sentimentos alheios tornaram-se a prioridade. Afinal, o evangelismo não é apenas para salvar os incrédulos, mas lembrar a nós mesmos, que essas coisas importam, que a Bíblia é confiável e que Jesus muda tudo”, finalizou Kinnaman.
O presidente da Convenção das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), pastor José Wellington Bezerra da Costa Júnior, disse que o pré-candidato à Presidência do Brasil pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Luiz Inácio Lula da Silva, está proibido de entrar nos templos da Assembleia de Deus para promover sua campanha.
A informação é do site Fuxico Gospel.
A orientação teria sido informada aos líderes da denominação durante a última Reunião de Obreiros do Ministério do Belém, em São Paulo, mas supostamente poderá se estender para os demais estados do país.
De acordo com um vídeo que circula nas redes sociais, o líder da CGADB afirma que alguns pastores insistem para que ele permita a visita do petista no templo sede da AD Belém.
“Não cabe, irmão, o inferno não tem como entrar no lugar santo”, destacou o pastor Wellington Júnior.
“A nossa igreja tem o seu perfil. A nossa igreja tem o seu posicionamento. Não adianta ficar em cima do muro não, ou é ou não é. Ou somos pelos preceitos morais, ou somos contra o aborto, ou somos contra a ideologia de gênero. A igreja quer vê a nossa posição! A igreja não quer vê Pastor em cima do muro!”, completou o pastor José Wellington.
Segundo informações que circulam nos bastidores, os pastores de todo o campo eclesiástico também foram orientados a não receber Lula em suas igrejas ou algum político aliado do petista.
Valdemiro Santiago é líder e fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus
A Justiça de São Paulo determinou o despejo de dois templos da Igreja Mundial do Poder de Deus por dívidas no pagamento de aluguéis. As decisões, tomadas em processos abertos por diferentes locadores, atingiram templos localizados nas cidades de Guarulhos e Osasco.
As informações são de Rogério Gentili, colunista do portal UOL.
Fundada em 1998 pelo apóstolo Valdemiro Santiago, a Mundial passa por uma grave crise financeira, que foi agravada pela pandemia do coronavírus. Na Justiça paulista há centenas de ações de cobrança em curso.
Uma das ordens de despejo foi determinada na 6ª Vara Cível de Guarulhos em um processo movido por um aposentado que cobra uma dívida de R$ 20.365 pelo aluguel de um imóvel situado no município de Guarulhos.
“O locador é pessoa física e humilde, um senhor de idade que depende de sua modesta aposentadoria e do dinheiro do aluguel para sobreviver”, afirmou a defesa do proprietário no processo. “A falta do pagamento dos aluguéis há mais de um ano e três meses está causando graves prejuízos a sua subsistência”.
A Igreja Mundial se defendeu no processo questionando o cálculo da dívida. Disse que valores foram indevidamente acrescentados, bem como declarou que o montante pago a título de caução deveria ser descontado. Afirmou ainda que vem passando por dificuldades financeiras, citou a pandemia e disse ter o direito, pela lei, como entidade religiosa, de desocupar o imóvel em apenas um ano.
A Justiça condenou a igreja a fazer o pagamento, descontando apenas o valor da caução e estabeleceu um prazo de 15 dias para a Mundial desocupar o imóvel. Caso isso não aconteça, autorizou o uso de força policial para o cumprimento da ordem de despejo.
Uma segunda decisão foi tomada contra a Mundial em processo aberto por em empresário que alugou um imóvel em Osasco para a Igreja. De acordo com o proprietário, desde março de 2021 não houve mais pagamento. A dívida seria de cerca de R$ 57 mil, incluindo multa e juros.
Em documento encaminhado à Justiça, a Mundial também discordou do cálculo dos valores cobrados, bem como argumentou que, pela legislação, tem direito de desocupar o imóvel em um ano.
Na sentença em que condenou a igreja, a 3ª Vara Cível de Osasco determinou o despejo e estabeleceu um prazo de 15 dias para que a Mundial desocupe o imóvel. Neste caso, não houve autorização expressa para o uso de força policial.
A Mundial, que diz em seu site possuir cerca de 6.000 templos em diversos países, ainda pode recorrer das decisões.
O Parlamento Europeu (PE) foi questionado sobre um novo relatório sobre a perseguição de minorias religiosas que critica a religião como “um importante fator de conflito em todo o mundo”.
O relatório foi aprovado pelo Parlamento Europeu na terça-feira após um debate.
Ele “sublinha que a instrumentalização da religião e da crença constitui um importante motor de conflito em todo o mundo”.
O relatório foi criticado em vários pontos, incluindo o fato de não mencionar a situação dos cristãos na África e no Oriente Médio, apesar das advertências de que eles correm o risco de serem exterminados em algumas áreas .
Os críticos também levantaram preocupações de que o relatório condena as religiões por suas crenças sobre o casamento e a proteção da vida desde a concepção até a morte natural.
O relatório lamenta que “a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos, incluindo o aborto, estejam sendo proibidos em nome da religião por atores estatais e não estatais”.
“Profunda preocupação” é expressa sobre “o uso indevido e instrumentalização de crença ou religião para impor políticas discriminatórias” e leis ou restrições “que contradizem e prejudicam os direitos das pessoas LGBTIQ”, “restringem o acesso a serviços básicos, como educação e saúde, incluindo os direitos sexuais e reprodutivos”, e que “criminalizam o aborto em todos os casos”.
O relatório “pede a revogação das políticas, leis ou restrições relevantes que muitas vezes são traduzidas na legislação nacional como restrições seculares”.
Falando durante o debate em Estrasburgo, a deputada eslovaca Miriam Lexmann disse que o relatório foi “sequestrado” e que o Parlamento Europeu deveria defender as minorias religiosas perseguidas em vez de tomar “posições ideológicas antirreligiosas”.
“Senhor presidente, da Nigéria à China, o estado da liberdade religiosa continua a se deteriorar. Do genocídio às restrições legais, centenas de milhões de crentes – sejam eles cristãos, muçulmanos, budistas ou outros grupos – enfrentam um sofrimento terrível todos os dias”, ela disse.
“Embora eu acolha o relatório do PE sobre a perseguição à liberdade religiosa, não posso deixar de expressar minha consternação pela forma como este relatório foi sequestrado para estigmatizar a própria religião.
“Hoje, a perseguição religiosa é um dos principais motores de muitos dos desafios que o mundo enfrenta. A liberdade de religião, apoiada com os instrumentos adequados, deve ser a prioridade.”
Os críticos expressaram mais frustração com a remoção de todas as referências ao cristianismo, exceto uma, do rascunho final, apesar dos cristãos sofrerem perseguição generalizada, enquanto as preocupações foram expressas repetidamente pelo bem-estar de ateus, humanistas e outras pessoas não religiosas.
Sobre o papel do Enviado Especial para a promoção da liberdade de religião ou crença fora da União Europeia – um cargo que está vago há mais de um ano – o relatório disse que o próximo titular também deve se concentrar na promoção “dos direitos à não-crença, a apostasia e a adoção de visões ateístas, ao mesmo tempo em que presta atenção à situação de não-crentes em risco”.
Em outros lugares, o relatório “observa que o ateísmo e os grupos não religiosos estão crescendo rapidamente e devem ser tratados de forma igualitária no âmbito da política da União Europeia”.
Comentando o relatório, Jean-Paul Van De Walle, consultor jurídico do grupo de direitos humanos ADF International, disse: “Ninguém deve ser perseguido por causa de sua fé. É inaceitável que este relatório, que pretende ser solidário com aqueles sofrendo perseguição por causa de sua fé, é abertamente hostil à religião.
“Ao adotar a redação deste relatório, o Parlamento Europeu minou sua credibilidade de querer enfrentar os desafios que as minorias religiosas enfrentam em todo o mundo”.
A Igreja Católica na União Europeia (COMECE) disse que o relatório não ajudaria os milhões de pessoas perseguidas por sua religião.
“Qualquer tentativa de minar o direito à liberdade de pensamento, consciência e religião e o direito à vida por meio de interpretações abusivas que restringem indevidamente seu escopo legítimo ou para sujeitá-los aos ‘chamados direitos humanos’ recém-criados e não consensuais, incluindo o aborto, constituem uma grave violação do direito internacional que desacredita a União Europeia perante a comunidade internacional e perante milhões de cidadãos europeus”, disse o secretário-geral do COMECE, padre Manuel Barrios Prieto.
“Qualquer tratamento desses direitos humanos como direitos de segunda classe contradiz a Declaração e o Programa de Ação da Conferência Mundial de Direitos Humanos de Viena de 1993, que conclama a comunidade internacional a considerar todos os direitos humanos ‘de maneira justa e igualitária, no mesmo pé, e com a mesma ênfase’.
“Além disso, esta proposta de resolução, em sua redação atual, não ajudará milhões de crentes religiosos que são vítimas de perseguição por causa de sua fé, em particular mulheres e meninas vulneráveis, pois sua situação será obscurecida e invisibilizada por priorizar outros interesses políticos.”
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Um grupo de cristãos presos em 12 de dezembro, na Argélia, recebeu uma redução em sua sentença por “culto não autorizado” na semana passada, disse um dos condenados.
Os 11 cristãos, incluindo o proprietário do local alugado para a ocasião, receberam uma sentença suspensa de seis meses de prisão e uma multa de 200.000 dinares (US$ 1.380) cada, e em recurso um tribunal na quinta-feira (28 de abril) manteve a suspensão da pena de prisão, mas reduziu a multa para 100.000 dinares (US$ 690), disse a fonte.
O decreto de 2006 da Argélia, Lei 06/03, estipula que todo culto não muçulmano deve ser realizado em prédios designados com permissão oficial, embora o governo não tenha considerado nenhum pedido de concessão de permissão, de acordo com a organização de defesa Middle East Concern (MEC).
A polícia de Tizi-Ouzou, em 4 de dezembro, invadiu o local da reunião dos 12 cristãos, incluindo três mulheres e um orador convidado francês, e os prendeu por culto não-muçulmano sem autorização. Eles passaram 48 horas na prisão policial antes de comparecer perante um juiz em 6 de dezembro, disse a fonte.
Cada um deles foi condenado a seis meses de pena suspensa e uma multa de 200.000 dinares. Enquanto os argelinos apelaram, o visitante francês pagou a multa e foi condenado a deixar o país.
Em recurso, os 11 restantes compareceram ao tribunal em 14 de abril e, no veredicto de 28 de abril, receberam uma redução de sua multa para 100.000 dinares (US$ 690), disse a fonte.
CASO KABYLIA
Em Aïn El Hamam, 45 quilômetros, no sudeste de Tizi Ouzou em Djurdjura, na região de Kabylia, as autoridades em janeiro acusaram um pastor de adoração não autorizada em sua casa e transmissão não autorizada nas redes sociais.
O pastor, não identificado por razões de segurança, realizou tais práticas sem problemas por anos, disse ele. Um juiz o absolveu no início deste ano e, quando a promotoria recorreu, o juiz novamente absolveu o pastor em 24 de março.
Autoridades argelinas lançaram uma campanha sistemática contra cristãos e igrejas nos últimos quatro anos, com 16 igrejas protestantes fechadas e várias outras ordenadas a fechar, segundo o MEC. Vários cristãos, incluindo líderes da igreja, foram processados por diferentes acusações, incluindo blasfêmia e proselitismo.
Três cristãos estão cumprindo penas de prisão que variam de dois a cinco anos.
A EPA, a única associação reconhecida para igrejas protestantes na Argélia, tem 47 membros. Oficialmente reconhecida como associação religiosa em 1974, ela foi obrigada a se registrar novamente sob uma mudança na lei em 2012, mas até agora as autoridades não aprovaram sua aplicação.
O islamismo é a religião oficial na Argélia, onde 99% da população de 40 milhões são muçulmanos. Desde 2000, milhares de muçulmanos argelinos depositaram sua fé em Cristo. Autoridades argelinas estimam o número de cristãos em 50.000, mas outros dizem que pode ser o dobro desse número.
A Argélia ficou em 22º lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2022 da organização de apoio cristão Portas Abertas dos países onde é mais difícil ser cristão, acima do 42º lugar em 2018.
Folha Gospel com informações de Christian Headlines
O ator Chris Pratt enfrenta críticas por causa da sua fé cristã
A estrela de Hollywood Chris Pratt voltou a ser alvo de ataques nas redes sociais por causa de sua fé cristã.
Durante o lançamento do trailer do novo filme da Marvel “Thor: Love and Thunder”, fãs criticaram a escolha de Pratt para o papel do protagonista Peter Quill, ou Senhor das Estrelas, e pediram que fosse substituído pelo fato dele ser cristão.
Os críticos lembraram que o personagem interpretado por Chris Pratt foi retratado como bissexual em uma edição de 2020 da história em quadrinhos “Guardiões da Galáxia”.
Os pedidos de substituição do ator cristão na web começaram em 2019, depois que o ator de “Juno” Ellen Page – que agora se identifica como um homem transgênero e se chama Elliot – repreendeu Pratt por frequentar uma igreja, a Zoe Church em Los Angeles.
Page criticou Chris por frequentar uma igreja que ensina a visão bíblica da sexualidade, que ele descreveu como “infamemente anti-LGBTQ”.
Na época, Pratt apenas respondeu: “Vou a uma igreja que abre suas portas para absolutamente todos”.
O ator vem enfrentando uma tentativa de cancelamento, mesmo sem nunca ter comentado suas opiniões sobre sexualidade ou política. Ele apenas declarou que é cristão e vai à igreja.
Diretor defende Chris Pratt
Em meio a enxurrada de críticas nas mídias sociais, alguns usuários observaram que Pratt não fez ou falou nada publicamente para que fosse cancelado.
“Espere, por quê?”, escreveu o usuário do Twitter Steven Willcox, respondendo a um tweet pedindo a substituição do ator. “Estou tão perdido. Todo mundo o amava alguns anos atrás, então vocês descobriram que ele ia à igreja e é isso?”.
O editor de mídia social da NK News, Oliver Jia, twittou na semana passada, declarando que as pessoas “têm tentado cancelar Chris Pratt há anos com base em nada”.
“Não há evidências para sugerir que ele tenha qualquer tipo de visão homofóbica ou preconceituosa. Você está tentando cancelar alguém que não existe”, escreveu Oliver.
O diretor de “Guardiões da Galáxia”, James Gunn, respondeu aos pedidos de substituição, defendendo Chris.
“Para que? Por causa de suas crenças inventadas e totalmente falsas sobre ele? Para algo que outra pessoa lhe disse sobre ele que não é verdade? Chris Pratt nunca seria substituído como Senhor das Estrelas, mas, se ele fosse, todos nós iríamos com ele”, escreveu Gunn no Twitter.
O pastor Marcos Granconato, líder da Igreja Batista Redenção, de São Paulo, causou polêmica na internet após uma publicação onde ele diz que “a maioria dos mendigos têm o dever bíblico de passar fome, pois Paulo diz aos Tessalonicenses: ‘se alguém não trabalha, que também não coma’”. As informações são do site Fuxico Gospel.
A declaração foi publicada em seu perfil oficial do Facebook no último domingo, 1º de maio. Após o post, centenas de internautas criticaram o religioso.
“Então a maioria dos mendigos são vagabundos na sua visão? O senhor diz isso com base em quê?”, questionou um evangélico.
Outra pessoa escreveu: “E o que Jesus disse sobre, tive fome não me destes de comer, tive sede e não me destes de beber e etc… ?”
Marcos Granconato também usa a rede social para fazer duras críticas à esquerda, e mantém várias fotos com armas.
Em um post, ele divulgou a foto de um alvo de papel todo furado de balas, e algumas mensagens fora do contexto de um líder cristão.
“Preciso ajustar a mira”, diz o pastor na foto com o alvo perfurado fora da área central. “Cajado moderno”, escreveu ele segurando uma escopeta calibre 12.
O líder religioso também incentiva os seus seguidores a praticarem o tiro esportivo e possuírem uma arma em casa para sua proteção.
“Eu quero sim influenciar pessoas, instigando-as a praticar o tiro esportivo e ter armas em casa, desde que legalmente. Eu aprovo isso como cristão e creio que todos, após cumprir certas exigências, deviam ter armas em sua residência, em seu carro e em seu local de trabalho. Acredito que isso é sábio e bom. Se eu pudesse, pregaria armado, com um coldre sob o paletó, para proteger meu rebanho de loucos assassinos que atacam igrejas indefesas”, argumentou.
O último domingo,1º de maio, foi o dia do lançamento da Igreja Metodista Global, uma nova denominação conservadora que se separou da Igreja Metodista Unida, após décadas de debates sobre casamentos LGBTQ.
O lançamento da nova denominação metodista surge “sem alarde, mas cheio de esperança, fé e perseverança”, disse Rev. Keith Boyette, presidente do Conselho de Liderança Transitória da Igreja Metodista Global, em um comunicado publicado dias antes.
De acordo com Boyette, o lançamento da nova igreja foi impulsionado pelo fato de muitas pessoas estarem “cansadas do conflito não ser abordado e resolvido pela Igreja Metodista Unida”, disse ele ao Religion News Service.
Os líderes metodista têm debatido questões sobre sexualidade em todas as reuniões da Conferência Geral da Igreja Metodista Unida desde 1972, quando o tema foi adicionado ao Livro de Disciplina da denominação, definindo que “a prática da homossexualidade é incompatível com o ensino cristão”.
Esse debate veio à tona em 2016, quando os bispos anunciaram uma sessão especial da Conferência Geral dedicada ao tema.
Em 2019, a igreja aprovou o chamado “Plano Tradicional”, que manteve a proibição da ordenação de ministros homossexuais e da realização de casamentos LGBTQ.
Na época, os Metodistas Unidos Progressistas se comprometeram a desconsiderar os resultados da sessão especial. Já os conservadores, frustrados com o debate contínuo, ameaçaram sair.
Finalmente, um grupo que representa todos os diferentes pontos de vista teológicos dentro da Metodista Unida negociou um acordo para criar uma denominação metodista “tradicional” separada, que receberia US$ 25 milhões nos próximos quatro anos.
Em janeiro de 2020, os líderes da Igreja Metodista Unida propuseram um plano que dividiria formalmente a denominação (após anos de impasse sobre clérigos LGBT não celibatários e casamento homossexual) com a formação de uma nova denominação para os metodistas que mantêm um entendimento bíblico do casamento e da sexualidade.
Uma Conferência Geral estava agendada para discutir a divisão da igreja em maio de 2020, mas a pandemia adiou a sessão. Desde então, a reunião foi cancelada três vezes e foi adiada para 2024.
O terceiro adiamento no início de 2022, no entanto, foi a gota d’água para os membros conservadores. Foi então que o Conselho de Liderança Transitória da Igreja Metodista Global decidiu lançar a nova denominação em 1º de maio.
Boyette informou que o Conselho de Liderança Transitória não sabe quantos clérigos, igrejas ou conferências se juntaram à denominação com o lançamento, mas ele acredita que centenas de igrejas nos EUA já começaram o processo de desfiliação da Igreja Metodista Unida, e a maioria vai desembarcar na Igreja Metodista Mundial.
Alguns podem esperar para ver o que a Conferência Geral Metodista Unida decidirá em 2024.
“Acho que ninguém está dançando de alegria por estarmos neste lugar no Metodismo. Acho que há uma tristeza por termos chegado a esse ponto”, confessa Boyette.
Fonte: Guia-me com informações de Religion News Service
Cristãos choram a morte dos entes queridos na Nigéria (foto representativa)
O Senado da Nigéria aprovou, em 28 de abril, uma lei que deve punir em 15 anos de prisão as pessoas que pagarem resgate em sequestros. Os criminosos também podem ser sentenciados à pena de morte, se a vítima morrer enquanto estiver em cativeiro. O projeto de lei precisa ser debatido na Câmara dos Deputados antes de ser assinado pelo presidente Muhammadu Buhari.
Em entrevista, Opeyemi Bamidele, presidente do Comitê Jurídico de Direitos Humanos do Senado disse que a nova lei tem o objetivo de “desencorajar o pagamento de resgate na crescente onda de sequestros e raptos na Nigéria, que está se espalhando rapidamente pelo país”.
Porém, os líderes de operação da Portas Abertas estão preocupados com a nova lei. “Nós não podemos imaginar a difícil posição das famílias dos reféns. Elas tentam de tudo para salvar seus entes queridos com os recursos que têm. Nós renovamos a recomendação de que o governo crie uma ligação com as famílias para manter um canal claro de comunicação, informando e assistindo aquelas traumatizadas pelos sequestros. Nós encorajamos o governo a andar próximo dessas famílias para descobrir todas as opções apropriadas para garantir um resgate segura dos seus entes queridos”, explica o líder de trabalho na África.
O sequestro de cristãos aumentou 124% no mundo, garantem os dados da Lista Mundial da Perseguição 2022. A Nigéria foi o local onde aconteceram 66% deles, com 2.510 casos. Em várias situações, as famílias precisaram se juntar para pagar o resgate aos sequestradores, já que o governo não tomou medidas eficazes e concretas para a libertação dos reféns.
A Nigéria é onde os cristãos mais são sequestrados e mortos por amor a Jesus.