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Jornalista cristã que noticiou pandemia é condenada a mais 4 anos de prisão na China

Zhang Zhan dias antes de sua detenção em agosto de 2024. (Foto: Free Zhang Zhan campaign group)
Zhang Zhan dias antes de sua detenção em agosto de 2024. (Foto: Free Zhang Zhan campaign group)

A jornalista cristã Zhang Zhan, que passou quatro anos na prisão por noticiar o início da pandemia em Wuhan, na China, foi condenada novamente pelo governo comunista.

Segundo a Christian Solidarity Worldwide (CSW), que defende a liberdade religiosa, a defensora dos direitos humanos foi condenada a quatro anos de prisão pelo Tribunal Popular da Nova Área de Pudong, em Xangai, no dia 19 de setembro.

É provável que os promotores tenham baseado as novas acusações de “provocar brigas e problemas” no conteúdo que Zhang postou no YouTube e no X, incluindo comentários sobre violações dos direitos humanos.

Ela já havia recebido uma sentença semelhante pela mesma acusação em dezembro de 2020, por noticiar sobre o início da pandemia de COVID-19 em Wuhan.

Depois de cumprir sua sentença, a mulher de 42 anos foi libertada em 13 de maio de 2024, porém continuou sendo vigiada e assediada pelas autoridades, segundo a Anistia Internacional.

Suas publicações na web também eram monitoradas. Zhang chegou a ser levada diversas vezes pela polícia para ser interrogada durante o mês de agosto do ano passado, com alguns dos interrogatórios durando mais de 10 horas.

No final de agosto de 2024, a jornalista viajou para a província de Gansu, para mostrar solidariedade a outros defensores dos direitos humanos. Mais tarde, Zhang visitou sua cidade natal em Shaanxi e logo depois ficou incomunicável.

Apenas após três meses de sua libertação, a cristã foi novamente presa pela polícia de Xangai, que viajou cerca de 1.000 quilômetros para pegá-la.

Perseguição

Em 25 de janeiro de 2025, a jornalista iniciou uma greve de fome em protesto contra a sua segunda detenção e foi alimentada à força no Centro de Detenção do Novo Distrito de Pudong, em Xangai.

O porta-voz do Escritório de Direitos Humanos da ONU, Jeremy Laurence, descreveu a última condenação de Zhang Zhan como “profundamente perturbadora” e pediu sua libertação imediata, levantando preocupações “sobre a condução do seu julgamento, uma vez que observadores independentes não foram autorizados a comparecer à sua audiência”.

A organização Repórteres Sem Fronteiras classificou o caso como perseguição e não como processo criminal.

O presidente da CSW, Mervyn Thomas, também condenou a prisão da jornalista cristã.

“Mais uma vez, Zhang Zhan foi condenada a quatro anos de prisão, depois de mais de um ano de detenção, por acusações completamente infundadas que são rotineiramente usadas para silenciar os defensores dos direitos humanos na China”, afirmou.

“A CSW ecoa os apelos por sua libertação imediata e incondicional, e instamos a comunidade internacional a responsabilizar o governo chinês pelas contínuas injustiças a que sujeitou esta corajosa defensora dos direitos humanos”.

Greve de fome na prisão

Quando Zhang foi condenada a 4 anos de prisão pelo Tribunal Popular do Distrito de Pudong, em dezembro de 2020, ela iniciou uma greve de fome.

Em uma reunião com seu advogado na época, a jornalista declarou que a greve de fome era uma forma dela lutar pela liberdade de maneira cristã.

A mulher chegou a pesar 35 quilos e precisou ser internada no hospital da Prisão Feminina de Xangai por doenças digestivas devido à desnutrição. Em 2021, ela ficou à beira da morte.

Zhang chegou a ser alimentada à força por oficiais, ao fazer greve de fome na prisão. Ela também foi acorrentada e teve as mãos amarradas durante 24 horas por mais de três meses.

Natural da província de Shaanxi, ela se converteu ao cristianismo em 2015 e começou a falar publicamente sobre direitos humanos logo depois.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post e CSW

Eli Soares celebra sua 8ª indicação ao Grammy Latino

Eli Soares (Foto: Reprodução)
Eli Soares (Foto: Reprodução)

Com mais de uma década de carreira, Eli Soares se consolidou como uma das vozes mais marcantes e criativas do gospel nacional. Sua capacidade de unir tradição e modernidade, aliada a uma entrega sincera e apaixonada, faz dele um artista completo e dono de conquistas importantes.

Em 2022, o cantor recebeu o tão sonhado Grammy Latino com o álbum “Laboratório do Groove”, na categoria Melhor Álbum Cristão em Língua Portuguesa. Agora, pela oitava vez em sua carreira, vê suas canções indicadas a um dos prêmios mais prestigiados da música mundial. Neste ano, Eli concorre na categoria Álbum de Música Cristã com o projeto “Memóri4s”. Lançado em 2025, o álbum presta homenagem à história da música gospel brasileira e também à própria trajetória do artista, recebendo elogios da crítica por equilibrar tradição e inovação.

Ao lado de Eli Soares, outros quatro nomes de destaque do gospel nacional disputam a premiação: Ton Carfi, com “Ton Carfi 20 Anos”; Paloma Possi, com “Razão da Esperança”; Resgate, com “Onde Guardamos As Flores?”; e Julliany Souza, com “A Maior Honra”.

A cerimônia do Grammy acontece no dia 13 de novembro, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Os vencedores serão escolhidos por votação entre os membros da Academia.

ALCANCE

Além do talento, os números de Eli Soares confirmam sua relevância e alcance. No YouTube, seu canal oficial soma quase 800 milhões de visualizações e conta com 1,7 milhão de inscritos. Nas plataformas de música, ultrapassa a marca de 300 milhões de plays e, só no Spotify, reúne mais de 2 milhões de ouvintes mensais. Já nas redes sociais, o cantor mineiro dialoga diariamente com mais de 1,6 milhão de seguidores.

TRAJETÓRIA

Nascido em Belo Horizonte (MG), Eli Soares iniciou sua jornada musical ainda na igreja local, onde desenvolveu sua paixão pela música e aprendeu a tocar violão e teclado. Sua carreira profissional ganhou força em 2013 com o álbum Casa de Deus, que apresentou o hit “Me Ajude a Melhorar”, hoje considerado um clássico das igrejas brasileiras e um de seus maiores sucessos.

Nos anos seguintes, consolidou seu espaço com projetos de grande impacto. Suas produções transitam entre louvor congregacional, soul, groove, samba e releituras criativas de clássicos da música cristã.

Entre seus principais sucessos estão, além de “Me Ajude a Melhorar”, canções como “Aonde Está Deus?”, “Crente Que Ora”, “Tudo Que Eu Sou” e versões que resgatam a memória musical de diferentes gerações.

Nos últimos anos, o cantor lançou projetos de grande repercussão. Em 2023, gravou no icônico Palácio das Artes, em Belo Horizonte, o DVD “Vida”, que rapidamente ultrapassou a marca de 1 milhão de streams. Em seguida, apresentou o intimista “Nós”, com uma proposta mais acústica, e, em 2025, emocionou o público com a série de EPs “Memóri4s”, revisitando hinos e canções que marcaram a história da música cristã que agora concorre ao Grammy Latino.

Manual bíblico contra a ansiedade propõe reencontro com a verdadeira paz

Livro "Jesus para Ansiosos" (Foto: Reprodução)
Livro "Jesus para Ansiosos" (Foto: Reprodução)

Em uma cultura marcada pela pressa, problemas emocionais generalizados e pressão por alto desempenho, o pastor Tiago Chagas se volta aos estudos bíblicos para responder a uma das dores mais urgentes do século XXI: a saúde mental. Em Jesus para ansiosos: um manual bíblico contra a ansiedade, lançamento da Editora Vida, o autor compartilha a própria história com crises de pânico e exaustão psíquica para convidar o leitor a uma jornada de cura baseada na fé.

Este livro parte da premissa de que este transtorno não é causado apenas por traumas ao longo da vida ou sofrimentos imediatos, mas também por uma ruptura espiritual mais profunda. Embora reconheça a importância de tratamentos médicos e terapêuticos, o autor propõe analisar os sintomas sob as lentes da doutrina do pecado: defende que Jesus Cristo é o caminho para a verdadeira paz e, por isso, as pessoas precisam de redenção divina, além da terapia psicológica.

O Evangelho não apenas nos salva do pecado, como também nos liberta do peso de carregar o mundo nas costas. Jesus disse: “Não se preocupem com sua própria vida” (Mateus 6.25). A teologia do descanso ensina que Cristo é suficiente.  
(Jesus para ansiosos, p.44) 

Cada capítulo é embasado em trechos das Escrituras, como o Sermão do Monte, e traz reflexões sobre enfrentar pensamentos acelerados e a melhor forma lidar com o medo do futuro. Por meio de tom pastoral e íntimo, Tiago escreve um testemunho com a autoridade de quem já viveu noites em claro e até fobia de voar, quando chegou a acreditar que o avião em que estava poderia explodir. Também sentiu o peso do ministério sobre seus ombros enquanto tentava manter a estabilidade. Em meio ao caos, ele redescobriu a segurança de descansar no colo do Pai. 
 
Além dos relatos pessoais e fundamentação teológica, o autor traz conselhos e perguntas para aprofundamento sobre cada tema, conduzindo o leitor a entender que é possível viver o hoje sendo uma pessoa menos ansiosa ao confiar o amanhã a Deus. Ele sugere fortalecer a saúde mental e espiritual com a prática diária, por exemplo, da gratidão, meditação, oração e aceitação das incertezas. 

Jesus para ansiosos oferece, sobretudo, um abraço para quem já tentou ser forte sozinho, mas se viu exausto e lutando com um coração cansado. É um chamado para restaurar a confiança na paternidade de Deus: um lembrete de que a fé cristã não ignora o sofrimento emocional, mas ajuda a trocar o fardo pesado da inquietação pela leveza da graça.  

Ficha técnica: 
Título: Jesus para ansiosos 
Subtítulo: Um manual bíblico contra a ansiedade 
Autor: Tiago Chagas 
Editora: Vida 
Gênero: Vida cristã 
Onde encontrar: Amazon (clique aqui para comprar) 

Sobre o autor: Tiago Chagas, casado com Susan e pai das pequenas Júlia e Helena, é pastor sênior da Doxa Global Church, uma comunidade cristã comprometida com a expansão do Reino de Deus e a formação de líderes. Com mais de vinte anos de ministério, sendo dez deles dedicados à plantação de igrejas, o autor se destaca como uma voz pastoral influente em sua geração, integrando fé, formação teológica e engajamento missionário. É fundador da Lucas School, um movimento missionário que reúne médicos e acadêmicos da Medicina com o propósito de proclamar o Evangelho e promover a cosmovisão cristã nas universidades e na prática profissional da saúde. É bacharel em Teologia pelo Instituto Bíblico das Assembleias de Deus (IBAD) e pela Universidade Metodista de São Paulo. 

Instagram: @tiagochagasofc 

Câmara Municipal de Salvador aprova projeto de lei contra “cristofobia”

Câmara Municipal de Salvador (Foto: Reprodução)
Câmara Municipal de Salvador (Foto: Reprodução)

A Câmara Municipal de Salvador aprovou, na última quarta-feira (24), um projeto de lei inédito no Brasil que busca coibir a chamada “cristofobia” na capital baiana. A iniciativa é de autoria do vereador Cezar Leite (PL) e agora segue para análise do prefeito Bruno Reis (União Brasil), que poderá sancionar ou vetar a proposta.

Segundo o texto, a legislação pretende garantir respeito aos cristãos — tanto evangélicos quanto católicos — e promover uma convivência pacífica entre diferentes religiões. A norma, se sancionada, terá aplicação permanente em espaços públicos e privados do município.

Medidas e proibições

O projeto proíbe o uso de símbolos cristãos de maneira considerada ofensiva, sensual ou pejorativa em eventos culturais, como fantasias de Carnaval e apresentações artísticas. Também veta campanhas publicitárias que desrespeitem a imagem de Jesus Cristo ou demais referências à fé cristã.

“Fica permanentemente proibido o ataque à fé cristã, em suas diferentes formas, nos espaços públicos e privados de Salvador, contra os cristãos, configurando assim cristofobia. Fica permanentemente proibido ataques, de forma direta e indireta, implícito ou explícito, de forma verbal, escrita ou física aos símbolos religiosos cristãos no âmbito do município de Salvador”, afirma o texto.

Além disso, artistas e produtores condenados por intolerância religiosa não poderão ser contratados com verbas públicas municipais.

Penalidades e fiscalização

Quem descumprir a lei estará sujeito a multa administrativa equivalente a três salários mínimos, valor que será dobrado em caso de reincidência. As penalidades poderão atingir tanto pessoas físicas quanto empresas, blocos de Carnaval, camarotes e organizadores de eventos.

“Agora, vai pagar multa se botar roupa de Cristo, se colocar roupa de freira para ficar sambando no Carnaval. E artistas também que fizerem isso não serão contratados em eventos promovidos pela Prefeitura. Nós defendemos a fé cristã”, explicou o vereador Cezar Leite.

Educação e diálogo inter-religioso

A proposta também determina campanhas educativas, capacitação de profissionais de áreas como saúde, segurança e educação, além da promoção de eventos inter-religiosos para estimular o diálogo e o respeito entre crenças diferentes.

Outro ponto é a criação de canais de denúncia e de um banco de dados para monitorar e analisar casos de cristofobia em Salvador, bem como oferecer suporte especializado às vítimas.

Repercussão

Durante a aprovação, o vereador Cezar Leite celebrou a medida como um marco para a fé cristã no país. “Este é o primeiro projeto de lei contra a cristofobia aprovado no país”, declarou.

Folha Gospel com informações de Comunhão e Guia-me

Relatório destaca discriminação contra prisioneiros cristãos no Paquistão

Preso lendo a Bíblia na cadeia (Foto: reprodução)
Preso lendo a Bíblia na cadeia (Foto: reprodução)

Um novo relatório sugere que prisioneiros cristãos e hindus em prisões podem enfrentar discriminação no Paquistão.

“Esperança atrás das grades” foi o resultado de um estudo de três anos realizado pela Comissão Nacional de Justiça e Paz (NCJP, sigla em inglês) da Conferência Episcopal do Paquistão.

Alguns presos disseram que não sofreram discriminação durante o tempo em que estiveram na prisão, porém outros alegaram que os prisioneiros cristãos eram frequentemente tratados como “intocáveis” tanto pelos funcionários da prisão quanto pelos outros presos.

Muitas vezes, eles recebiam tarefas degradantes e eram privados de provisões básicas como sabão, cobertores e utensílios adequados para comer e beber.

Zakria John, um ex-prisioneiro, disse que em uma ocasião 100 prisioneiros cristãos não receberam copos para beber, mas recipientes usados ​​em banheiros.

“Foram fornecidos apenas seis pratos para cem detentos. Nos revezávamos para comer com esses utensílios limitados… Inicialmente, estávamos confinados em um quarto anteriormente usado para pacientes com tuberculose, com seringas usadas espalhadas por todo lado.”

Ele continuou: “Um funcionário ocasionalmente nos fornecia fragmentos de sabão, embora ele tenha sido interrogado quando descoberto. Depois de usar o banheiro, muitas vezes tínhamos que limpar as mãos esfregando-as na parede…”

Segundo o relatório, prisioneiros muçulmanos podem ter suas penas reduzidas se memorizarem o Alcorão ou observarem o Ramadã. Não muçulmanos não têm opções equivalentes.

Entre 2022 e 2025, quase 2.000 prisioneiros muçulmanos nas províncias de Punjab e Khyber Pakhtunkhwa conseguiram obter liberdade antecipada por meio desses programas. Nenhum prisioneiro pertencente a uma minoria religiosa conseguiu.

O NCJP disse que as autoridades paquistanesas frequentemente se recusavam a cooperar com suas investigações, acrescentando que as informações fornecidas pelos presos estavam significativamente em desacordo com os números oficiais.

Por exemplo, um prisioneiro cristão afirmou que havia mais de 500 cristãos em apenas uma prisão na província de Punjab. Autoridades da província, no entanto, alegaram que há apenas 1.180 não muçulmanos em todas as suas prisões.

Thomas Mueller, analista da organização antiperseguição Portas Abertas, disse: “O estudo levanta questões graves sobre o que está escondido da vista do público.

Os pesquisadores descrevem uma luta de três anos para acessar informações básicas, incluindo limitações legais e processuais e falta de cooperação das autoridades. Isso por si só é extremamente preocupante.

A Portas Abertas classifica o Paquistão como o 8º pior país do mundo em perseguição anticristã na sua Lista Mundial da Perseguição 2025. Cristãos são frequentemente alvos de acusações de blasfêmia contra o islamismo, que podem resultar em prisão ou até mesmo linchamento. Mulheres cristãs já sofreram estupro, conversão forçada e casamento forçado com muçulmanos.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Ataque a tiros em templo mórmon termina com mortes, feridos e incêndio criminoso

Igreja mórmon pegou fogo com a colisão do veículo que vinha sendo conduzido pelo atirador (Foto: Reprodução/X)
Igreja mórmon pegou fogo com a colisão do veículo que vinha sendo conduzido pelo atirador (Foto: Reprodução/X)

Atualização: Subiu para quatro o número de mortos no ataque a uma igreja no estado Michigan, nos Estados Unidos, na manhã deste domingo (28). A informação foi divulgada pelo chefe de polícia do município de Grand Blanc, William Renye, em uma entrevista coletiva. À noite, as autoridades confirmaram que “alguns corpos adicionais” foram descobertos na capela, à qual o suspeito ateou fogo depois dos disparos.

Notícia original

Um culto dominical na cidade de Grand Blanc, em Michigan (EUA), terminou em tragédia neste domingo (28/9) após um homem armado invadir uma igreja mórmon, disparar contra os fiéis e provocar um incêndio no local. Pelo menos duas pessoas morreram e várias ficaram feridas.

Segundo as autoridades, o suspeito foi identificado como Thomas Jacob Sanford, de 40 anos. Ele teria dirigido o carro contra a porta principal da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, saído do veículo com um fuzil em mãos e aberto fogo contra os presentes. “Centenas de pessoas” participavam do culto no momento do ataque.

Após a troca de tiros com policiais, Sanford foi morto no local. O incêndio causado pela colisão deliberada foi rapidamente controlado pelo corpo de bombeiros. Ainda de acordo com as autoridades, sete feridos estão em condição estável e um em estado crítico.

O caso mobilizou mais de cem agentes do FBI, que auxiliarão nas investigações junto às forças policiais locais. A cidade de Grand Blanc, que fica a cerca de 100 km de Detroit e próxima à região de Flint, tem pouco mais de 39 mil habitantes.

O presidente Donald Trump afirmou ter sido informado sobre o ataque, classificando-o como “horrendo”. Em publicação nas redes sociais, declarou: “O suspeito está morto, mas ainda há muito a descobrir. Este parece ser mais um ataque direcionado a cristãos nos Estados Unidos da América”. Trump acrescentou ainda: “ESTA EPIDEMIA DE VIOLÊNCIA EM NOSSO PAÍS DEVE ACABAR, IMEDIATAMENTE!”

O episódio ocorre menos de um mês após outro ataque contra uma igreja em Minneapolis, quando um atirador identificado como Robin Westman matou duas crianças e feriu outras 18 durante uma oração. Assim como agora, o motivo definitivo do atentado permanece incerto.

Em comunicado oficial, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias lamentou o ocorrido. “Durante o culto de domingo, um atirador abriu fogo, e os primeiros relatos indicam que várias pessoas ficaram feridas”, declarou o porta-voz Doug Andersen. Ele também agradeceu pelas orações e afirmou: “Os locais de culto devem ser santuários de pacificação, oração e conexão. Oramos pela paz e cura para todos os envolvidos”.

Folah Gospel com informações de The Christian Post, BBC Brasil e Band News

Templo da Assembleia de Deus é alvo de ataque criminoso

Templo da Assembleia de Deus AD Viva, localizado no bairro Ypê, em Sumaré (SP) incendiado (Foto: Reprodução)
Templo da Assembleia de Deus AD Viva, localizado no bairro Ypê, em Sumaré (SP) incendiado (Foto: Reprodução)

Uma igreja Assembleia de Deus – AD Viva, localizada no bairro Ypê, em Sumaré (SP), foi alvo de um ataque criminoso na madrugada de quinta-feira (25). Criminosos quebraram uma janela de vidro e jogaram fogo para dentro do templo, atingindo principalmente o palco e os instrumentos musicais.

As chamas se espalharam rapidamente, deixando cadeiras queimadas, paredes escurecidas e diversos equipamentos destruídos. A cena deixou a comunidade evangélica local abalada, já que o espaço é usado para cultos semanais, atividades sociais e ensaios de louvor.

O que se sabe sobre o ataque

Segundo informações preliminares, o ataque ocorreu durante a madrugada, quando o templo estava vazio. Não houve feridos. O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter o fogo, mas os danos internos já estavam consumados quando a equipe chegou.

Um detalhe chamou atenção: a Bíblia que estava sobre o altar permaneceu intacta, mesmo com as chamas destruindo grande parte do espaço ao redor. Para os membros, o episódio foi visto como um sinal de esperança em meio à tragédia.

Investigação e repercussão

A Polícia Civil abriu inquérito para identificar os responsáveis pelo ataque e pede que moradores da região colaborem com denúncias anônimas pelo 190. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou motivação do crime.

Nas redes sociais, a comunidade evangélica expressou solidariedade e indignação. Fiéis lembraram a importância da igreja no bairro Ypê e pediram justiça. A direção da AD Viva informou que, apesar dos danos, pretende retomar os cultos o mais breve possível, utilizando espaços provisórios até a recuperação do templo.

Fonte: Fuxico Gospel

Igreja de Gaza se recusam a evacuar apesar do alerta de “genocídio” da ONU

Escombros de um prédio em Gaza derrubado por míssil israelense (Foto: Reprodução)
Escombros de um prédio em Gaza derrubado por míssil israelense (Foto: Reprodução)

A única igreja católica em Gaza se recusou a evacuar, depois que a ONU declarou que a situação na região era um genocídio.

Muitos cristãos estão permanecendo para cuidar dos feridos e doentes, apesar de terem sido bombardeados.

O padre Gabriel Romanelli, pároco da Igreja da Sagrada Família, foi vítima de um ataque quando ela foi bombardeada neste verão.

“Diante da realidade dos idosos, dos doentes, dos exaustos, dos deprimidos e das crianças, parece-nos que o Senhor nos pede para ficar e continuar a servir aqueles que sofrem”, disse ele. “Esta é simplesmente uma constatação humana e espiritual.”

John Pontifex, chefe de relações públicas da Ajuda à Igreja que Sofre, tem mantido contato próximo com o Padre Gabriel e o Patriarcado Latino de Jerusalém, George Akroush.

“Esta comunidade é o último bastião da presença cristã significativa naquela parte específica da Terra Santa”, disse Pontifex ao Premier Christian News , “é por isso que eles estão fazendo uma última resistência para manter sua presença e não serem forçados a sair”.

Atualmente, a igreja está apoiando cerca de 450 pessoas deslocadas internamente (IDPs).

Apesar de Israel exigir que as pessoas na área sejam evacuadas, o Patriarcado Latino insiste que “nenhum lugar em Gaza pode ser verdadeiramente considerado seguro” e que permanecer em seu complexo é a única “decisão sábia”.

“Aqueles que partiram estão enfrentando algumas das piores situações de suas vidas”, disse Akroush. “Tendas estão erguidas no meio das ruas, as condições de higiene são extremamente precárias e há uma grave escassez de tudo. Acima de tudo, a morte está por toda parte.”

Na terça-feira, 16 de setembro, a Comissão Independente de Inquérito da ONU concluiu que as forças israelenses realizaram quatro dos cinco atos definidos na Convenção sobre Genocídio de 1948 na Faixa de Gaza. As conclusões foram rejeitadas pelo governo israelense.

Folha Gospel com informações de Premier Christian News

Mulher é estuprada por se tornar cristã e mãe é espancada até ficar inconsciente na Índia

Jovem cristã de 20 anos foi vítima de abuso sexual. (Foto: Morning Star News)
Jovem cristã de 20 anos foi vítima de abuso sexual. (Foto: Morning Star News)

Parentes hindus de uma mulher cristã de 20 anos no centro da Índia a estupraram e quase mataram sua mãe por sua fé em Cristo, disseram fontes.

“Desde que começamos a frequentar a igreja, há seis anos, o irmão mais velho do meu pai e sua família começaram a nos perseguir de todas as maneiras possíveis”, disse a mulher, cujo nome não foi revelado por ser vítima de estupro, ao Morning Star News.

Ela disse que estava semeando milho no distrito de Kondagaon, no estado de Chhattisgarh, na manhã de 15 de julho, quando o irmão de seu pai, Chinta Naag, que mora perto, veio ao campo com seus três filhos e disse a ela, sua irmã de 18 anos e sua mãe para pararem de cultivar a terra.

A família depende da terra para sobreviver em uma aldeia não revelada por motivos de segurança. Sua mãe disse a Naag que a terra pertencia ao seu falecido marido, que ela a possuía por direito e que ele não poderia impedi-la de trabalhar nela, disse ela. Na discussão acalorada que se seguiu, os homens ameaçaram matá-los.

Os três filhos de Naag – Mukesh Dugga, Suresh Dugga e Lokesh Dugga – então agarraram a mulher de 20 anos pelos cabelos e começaram a arrastá-la em direção à casa deles, disse ela. Sua mãe tentou impedi-los, mas Mukesh Dugga a atacou com uma pá, disse a vítima.

“Um primo bateu na cabeça da minha mãe com o machado, e o segundo a atingiu com uma pá no peito”, disse ela. “Eles a bateram repetidamente, até que ela desabou em uma poça do próprio sangue.”

Os três hindus arrastaram a mulher de 20 anos para sua casa próxima enquanto os vizinhos apenas observavam, apesar de seus apelos por ajuda, disse ela.

“Ninguém veio me resgatar, pois me arrastaram pelos cabelos e minha irmã ficou chorando perto do corpo da minha mãe”, disse ela.

Os homens a levaram para dentro de um cômodo da casa, ela disse.

“Lokesh ficou em pé com o machado, ameaçando-me para ficar abaixada e cooperar, caso contrário, ele me mataria”, disse ela, com a voz trêmula. “Suresh Dugga agarrou meu pescoço, pressionando minha cabeça contra o chão, enquanto Mukesh Dugga arrancava minha calça e me estuprava.”

Após o estupro, quando os homens se distraíram um pouco, a mulher encontrou uma oportunidade de fugir. Ela foi direto para a mata próxima, disse ela.

“Minha irmã também se juntou a mim, pois eu fugi apenas com minha roupa de cima”, disse a mulher, “deixando o corpo da minha mãe exposto”.

Enquanto as duas mulheres fugiam, os três homens gritaram com elas, dizendo para não denunciarem os crimes à polícia, ela disse, acrescentando que Mukesh Dugga as perseguiu até a selva com o machado.

“Corremos com todas as nossas forças – sem olhar para trás”, disse ela. “Não sei até onde corremos, mas só paramos quando chegamos à delegacia de Dhanora.”

Pouco depois das 10h, enquanto eles relatavam os crimes à polícia, Mukesh Dugga chegou à delegacia, ela disse.

“Ele rapidamente admitiu que, como nos tornamos cristãos, eles não querem que tenhamos uma parte da propriedade do meu pai, pois ele não era cristão quando morreu, e só começamos a crer depois da morte dele”, disse ela. “Mukesh admitiu ter batido na minha mãe, mas negou que tenha me estuprado.”

A polícia registrou uma queixa formal no Bharatiya Nyaya Sanhita (BNS), 2023 – Primeiro Relatório de Informações nº 13 por “sequestro”, “relação sexual ilícita”, “estupro coletivo”, “causar dano voluntariamente”, “intimidação criminosa”, “tentativa de homicídio” e “intenção comum”.

A polícia prendeu Mukesh Dugga e, como o médico de um hospital local não estava disponível para realizar exames médicos para uma vítima de estupro, a polícia pediu que a vítima retornasse no dia seguinte para ser examinada. A polícia então foi verificar o estado da mãe ferida, disse ela.

“Não tínhamos ideia se nossa mãe estava morta ou ainda viva”, ela disse ao Morning Star News.

A polícia encontrou a mãe inconsciente e confiscou a arma usada pelos agressores, de acordo com o Relatório de Informações (FIR). Os policiais encaminharam a mulher gravemente ferida para um hospital local próximo, que se recusou a interná-la devido à gravidade dos ferimentos. A família a levou às pressas para o hospital de Kondagaon e de lá para Raipur.

“Os médicos de Raipur disseram: ‘Leve sua mãe para casa, não perca seu tempo e dinheiro com ela, ela não sobreviverá’, e depois de ouvir isso, perdemos todas as esperanças”, disse sua filha de 20 anos.

Os médicos realizaram várias cirurgias em sua mãe. O ataque fraturou sua caixa torácica.

“O corte da pá foi tão profundo que atingiu o fígado e o danificou”, disse a mulher. “Sempre que os médicos encontravam coágulos, eles colocavam um tubo e os removiam.”

No dia seguinte, a polícia prendeu Naag e os outros dois filhos.

Demanda por Justiça

Narendra Bhavani, fundador do Chhattisgarh Yuva Manch e líder do partido Congresso Nacional Indiano, exigiu justiça para os cristãos em uma coletiva de imprensa em 6 de agosto em Kondagaon.

Bhavani disse ao Morning Star News que “a disputa pela terra surgiu apenas por causa da fé cristã da família” e que ele exigiu “compensação para a família, direitos incontestáveis ​​de cultivar suas terras e segurança para as vítimas da administração distrital”.

Uma carta da polícia à família Christian, datada de 29 de agosto, os instrui a apresentar documentos de propriedade da terra na delegacia.

Mais de dois meses após o incidente, a mãe ferida não consegue sair da cama sozinha.

“Graças às orações de muitas pessoas, minha mãe começou a se alimentar por via oral”, disse sua filha, que se mudou por motivos de segurança e cuida da mãe 24 horas por dia.

A família, que depositou sua fé em Cristo há seis anos, frequenta uma igreja não revelada por razões de segurança, a vários quilômetros de sua aldeia.

“Todos na família ficavam doentes o ano todo”, disse a mulher. “Quando começamos a crer em Jesus, todos começamos a nos curar.”

Desde que a família começou a frequentar a igreja e todos os parentes ficaram sabendo deles, eles “começaram a nos perseguir de todas as maneiras, pequenas e grandes”, disse ela.

Os tios começaram a impedi-los de cultivar o pedaço de terra que pertencia ao pai.

“Nós nos recusamos a abandonar nossa fé, e agora eles chegaram ao ponto de atacar minha mãe, matá-la e me estuprar”, disse a mulher. “Embora sejam meus primos de primeiro grau, infelizmente, não me veem como irmã.”

A organização de apoio cristão Portas Abertas classificou a Índia em 11º lugar em sua Lista Mundial de Perseguição de 2025, que reúne os países onde os cristãos enfrentam a perseguição mais severa. A Índia ocupava a 31ª posição em 2013, mas tem caído constantemente no ranking desde que Narendra Modi assumiu o poder como primeiro-ministro.

Defensores dos direitos religiosos culpam a retórica cada vez mais hostil do governo da Aliança Democrática Nacional, liderada pelo Partido Nacionalista Hindu Bharatiya Janata, que, segundo eles, tem encorajado extremistas hindus na Índia desde que Modi assumiu o poder em maio de 2014.

Folha Gospel com informações de Christian Daily

Cristão é morto um dia após se converter em Uganda

Cristãos durante culto em Uganda.
Cristãos durante culto em Uganda.

Um estudante muçulmano do ensino médio em Uganda esfaqueou seu irmão até a morte neste mês, um dia depois de ele se converter ao cristianismo, disseram fontes.

Akram Kairoki, um aluno do terceiro ano da Escola Secundária Mbale, na cidade de Mbale, esfaqueou seu irmão Shafiki Wasike duas vezes em 1º de setembro, pouco antes de chegarem à escola, segundo fontes. Wasike tinha 19 anos.

“Por que meu irmão me esfaquearia? Não fiz nada de errado com ele. É apenas uma mudança de fé e uma adesão à fé cristã”, disse Wasike, que sangrava, antes de sucumbir aos ferimentos, segundo o colega Jonathan Kabaale.

Wasike, da vila de Bujoloto, no bairro de Nkoma, na cidade de Mbale, depositou sua fé em Cristo após participar de um evento evangelístico ao ar livre em 31 de agosto, que incluiu um debate entre cristãos e islâmicos, disse o pastor David Wabomba, do Bible Evangelism Ministries.

O pastor Wabomba debateu com um muçulmano identificado como Sheik Abudallah no evento. Kairoki soube da conversão de seu irmão por meio de um vizinho muçulmano que havia participado do debate, disse o pastor.

“Passei algumas horas orientando Wasike no caminho da salvação e o convidando para ir à igreja no domingo seguinte”, contou o pastor Wabomba ao Morning Star News. “Wasike estava muito feliz antes de nos separarmos. Depois de três horas, Wasike me ligou e disse que seu irmão estava lhe enviando uma mensagem ameaçadora, dizendo que ele estava envergonhando a família e os fiéis muçulmanos, colocando sua vida em risco.”

Quando Wasiki voltou para casa naquela noite, seu irmão lhe disse com raiva que ele precisava entender que em sua casa eles não aceitavam a prática de duas religiões e que ele deveria denunciar o cristianismo imediatamente, segundo o pastor Wabomba soube por ele.

Enquanto Wasike e seu irmão Kairoki estavam a caminho da escola em 1º de setembro, pouco antes de chegarem, Kairoki tirou uma faca da mochila e esfaqueou Wasike no peito e novamente perto das costelas do lado esquerdo, disse o pastor. Os gritos de Wasike atraíram três alunos, que o encontraram gritando e pedindo socorro, disse o colega Kabaale.

Os três estudantes – Kabaale, Ronald Mukhwana e John Michael Musamali – imediatamente chamaram um transporte de motocicleta que o levou às pressas para um hospital.

Wasike não resistiu aos ferimentos no Hospital Regional de Referência de Mbale.

Kairoki se escondeu, mas a polícia da cidade de Mbale realizou uma busca intensiva e o prendeu em poucos dias; ele foi acusado de assassinato, disse o pastor.

“Nossa equipe o rastreou em várias áreas de Busoga e Buganda, mas finalmente o encontramos na cela de Nakwigalo, no Conselho Municipal de Busolwe, no distrito de Butaleja”, disse o porta-voz da polícia, Rogers Taitika, da região de Elgon, no leste de Uganda. “Ele está agora sob nossa custódia na delegacia de polícia da cidade de Mbale e será levado a julgamento em breve.”

Taitika agradeceu à comunidade por fornecer informações que levaram à prisão de Kairoki.

“Como polícia, queremos lembrar ao público que qualquer pessoa com mais de 15 anos pode ser levada ao tribunal para responder por acusações criminais”, disse ele.

Wasike foi sepultado na casa ancestral da família, no Conselho Municipal de Kabwagasi. O pastor Wabomba conduziu o funeral em 8 de setembro. Ele disse ao Morning Star News que a família e os membros do clã se recusaram a tocar no corpo, alegando que Wasike havia se tornado um infiel.

A Constituição de Uganda e outras leis preveem liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e de se converter. Os muçulmanos representam não mais que 12% da população de Uganda, com altas concentrações nas regiões orientais do país.

Folha Gospel com informações de Christian Daily

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