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Justiça nega pedido de Edir Macedo para retirar sua imagem de documentário da Netflix sobre possessão

Edir Macedo é líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (Foto: Reprodução)
Edir Macedo é líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (Foto: Reprodução)

A juíza de Direito Paula da Rocha e Silva, da 36ª vara Cível de São Paulo/SP, negou o pedido do bispo Edir Macedo para que a Netflix Brasil removesse suas imagens do documentário sobre possessão demoníaca.

A magistrada considerou que não há dano grave ou de difícil reparação e determinou o prosseguimento do processo.

Edir Macedo e seu sobrinho, o pastor Renato Costa Cardoso, ajuizaram ação contra a Netflix Brasil devido à veiculação de suas imagens no documentário “O Diabo no Tribunal”.

A produção aborda um julgamento ocorrido nos Estados Unidos, no qual a defesa do réu alegou “possessão demoníaca” como justificativa para um homicídio, tese rejeitada pela Justiça americana.

Os bispos afirmam que a exposição compromete sua reputação e viola seu direito de imagem, alegando que a produção tem um caráter “sensacionalista” e os associa indevidamente a práticas de exorcismo, descontextualizando suas atuações religiosas.

A defesa da Netflix sustentou que as imagens são de domínio público e foram utilizadas de forma exemplificativa, sem desvirtuar a realidade dos fatos retratados. Alegou ainda que a aparição dos autores ocorre por poucos segundos, sendo difícil a identificação devido à baixa qualidade e antiguidade das gravações.

Além disso, ressaltou que o próprio Edir Macedo já havia divulgado vídeos semelhantes em seu canal oficial, nos quais aparece realizando sessões de libertação espiritual conhecidas como “Sessões de Descarrego”.

Decisão judicial

Ao analisar o pedido, a juíza destacou que os bispos aparecem por um tempo reduzido e que “não se vislumbra, no momento, existência de dano grave”.

Ressaltou que as imagens são antigas e de baixa qualidade, o que dificulta a identificação dos autores, já que seus rostos não são visíveis.

A magistrada mencionou ainda que as cenas exibidas no documentário são utilizadas de forma exemplificativa, retratando a prática de “libertação (exorcismo) de uma pessoa ‘possuída'”, atividade amplamente divulgada pela própria Igreja Universal na internet.

Ainda na decisão, a juíza considerou o impacto econômico da remoção das cenas, que exigiria a reedição do documentário e representaria um ônus desproporcional à plataforma de streaming.

Por fim, concluiu que o prosseguimento do processo se faz necessário para melhor análise dos fatos, evitando uma possível “configuração de censura ou impedimento do uso da liberdade de expressão”.

Assim, negou o pedido dos bispos e determinou que a Netflix apresente sua contestação no prazo de 15 dias úteis, sob pena de revelia e reconhecimento da veracidade das alegações dos autores.

Processo: 1166991-03.2024.8.26.0100

Fonte: Migalhas (https://www.migalhas.com.br/quentes/423321/netflix-pode-manter-imagm-de-edir-macedo-em-documentario-de-possessao)

Justiça anula lei que permite ruídos excessivos em templos religiosos em SP

Pessoas louvando durante culto em igreja (Foto: Canva Pro)
Pessoas louvando durante culto em igreja (Foto: Canva Pro)

O Órgão Especial do TJ/SP declarou inconstitucional a lei municipal 3.355/90, de Araçatuba/SP, que autorizava templos religiosos a emitir ruídos acima dos limites definidos em âmbito Federal. Decisão foi baseada na competência exclusiva da União para legislar sobre proteção ambiental.

O desembargador Renato Rangel Desinano, relator do acórdão, destacou que a competência para legislar sobre a proteção ao meio ambiente é da União, dos Estados e do Distrito Federal.

Segundo ele, “não cabe ao município contrariar legislação federal ou estadual, mesmo sob o pretexto de observar o interesse local”.

O magistrado ainda apontou que “a disposição normativa impugnada, ao permitir que templos religiosos produzam pressão sonora de até 85 decibéis, limite muito superior ao estabelecido nas NBRs 10.151 e 10.152, desrespeitou a disciplina federal sobre a matéria, vulnerando a proteção ao meio ambiente ecologicamente equilibrado”.

Ele também citou o julgamento da ADPF 567 pelo STF, afirmando que, “ao suplementar a legislação federal e estadual, os Municípios podem editar normas mais protetivas ao meio ambiente, em atenção às peculiaridades regionais e na preponderância de seu interesse”.

Processo:  206668-32.2024.8.26.0000

Fonte: Migalhas (https://www.migalhas.com.br/quentes/423161/tj-sp-anula-lei-que-permite-ruidos-excessivos-em-templos-religiosos)

Bola de Neve: Pastora Denise Seixas faz nova acusação de fraude; igreja se manifesta

Pastora Denise Seixas, viúva do Apóstolo Rina, da Igreja Bola de Neve (Foto: instagram @deniseseixas)
Pastora Denise Seixas, viúva do Apóstolo Rina, da Igreja Bola de Neve (Foto: instagram @deniseseixas)

Em mais um desdobramento sobre a disputa pela liderança da Igreja Bola de Neve, a defesa de Denise Seixas, viúva do apóstolo Rina, ingressou com ação no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), alegando fraude por parte do antigo conselho administrativo na gestão financeira da instituição.

A acusação da presidente em exercício da Bola de Neve menciona o antigo conselho, incluindo Everton César Ribeiro “vêm agindo ilegalmente em seu nome, através de redes sociais, outorgando procurações, além de movimentar contas bancárias”.

O documento aponta que os desvios ilegais dos lucros da instituição foram feitos por meio de uma conta bancária paralela.

“E é através da instituição financeira BMP Money Plus que os Requeridos [antigo conselho] tem recebido as receitas de titularidade da Igreja, mediante a emissão de notas fiscais das quais a requerente [Denise Seixas] teve acesso”, diz um trecho do documento.

O processo judicial revela que Denise, além de detalhar as movimentações financeiras, autorizou o acesso integral às contas da Bola de Neve por meio do Bradesco, banco onde a igreja mantém sua conta oficial.

Igreja responde

A Igreja Bola de Neve se manifestou publicamente após as novas denúncias feitas pela pastora Denise Seixas, viúva do apóstolo Rina, contra a ex-diretoria da igreja.

Em nota, a Bola de Neve informou que não há quaisquer indícios de fraude, e que há mais de uma década as contas da organização são auditadas anualmente e aprovadas.

O documento também afirma que todos os contratos eram de conhecimento da pastora Denise Seixas, quando era vice-presidente.

Leia a nota na íntegra

A Igreja Bola de Neve reafirma sua gestão está totalmente de acordo com a legislação e boas práticas de conformidade. Não há, aliás, qualquer indício da prática de fraude, como tem afirmado advogados da pastora Denise a veículos de imprensa.

Há mais de uma década as contas da organização são auditadas anualmente e aprovadas sem restrições por empresa multinacional cuja expertise e seriedade são reconhecidas pela qualidade e regularidade dos serviços prestados.

Os contratos questionados, aliás, eram de conhecimento da pastora Denise Seixas, quando era vice-presidente. Divulgações ou imputações falaciosas sobre valores ou práticas serão alvo de providências judiciais cabíveis, para reparação de eventuais danos morais e materiais.

A Igreja Bola de Neve reitera, nos recursos judiciais que têm movido, que continua válida a renúncia assinada pela pastora Denise Seixas em 27 de agosto, um ato jurídico perfeito que a própria Denise o reconheceu como válido ao receber as importâncias financeiras devidas e previstas pelo acordo firmado naquela ocasião — o acordo previa a renúncia e pagamentos mensais que já ultrapassaram R$ 330 mil à pastora.

Disputa judicial

Após a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que anulou o divórcio entre Denise Seixas e o apóstolo Rina, líderes da igreja evangélica Bola de Neve alegaram que a pastora continuou recebendo valores acordados em contrato. Segundo o colegiado, Denise teria embolsado cerca de R$ 340 mil desde agosto, mesmo após a morte de Rina. O caso é parte de uma disputa judicial que envolve o comando da igreja e acusações de desvio de recursos.

A 9ª Câmara de Direito Privado do TJSP manteve uma decisão de primeira instância que considera Denise, perante a Justiça, viúva de Rina, anulando acordos feitos durante o processo de separação não homologado. O colegiado argumentou que a pastora assinou um acordo em 27 de agosto de 2024, no qual renunciava ao cargo de vice-presidente da instituição. Apesar disso, a direção da Bola de Neve afirma que Denise continuou a receber benefícios, mesmo após contestar publicamente o acordo. A defesa da pastora, no entanto, nega que ela tenha recebido tais valores.

A disputa judicial se intensificou nos últimos meses, com reviravoltas envolvendo decisões de diferentes varas judiciais. Após ser retirada da sede da igreja por um mandado de reintegração de posse, Denise conseguiu uma decisão judicial que invalidou o acordo de separação, sustentando que ela ainda é a vice-presidente da Bola de Neve e, portanto, sucessora legítima de Rina no comando da organização religiosa.

Desvio de dinheiro

Denúncias de desvio de dinheiro também foram apresentadas pela pastora contra membros da direção da igreja, incluindo Everton César Ribeiro. A acusação aponta movimentações financeiras suspeitas em contas da igreja e empresas vinculadas a líderes da instituição, como a SIAF Solutions e a Green Grid Energy. Essas empresas teriam gerido dízimos e taxas arrecadadas em templos da Bola de Neve, que possui aproximadamente 560 unidades e uma receita anual estimada em R$ 250 milhões. Denise afirma que contratos foram firmados sem transparência, beneficiando pessoas próximas à direção da igreja.

Enquanto a direção da Bola de Neve assegura que as finanças da instituição são auditadas e regulares, Denise alega irregularidades e comunicou o caso ao Ministério Público de São Paulo. Em nota, a direção da igreja declarou que todos os contratos foram aprovados por auditorias externas e que as acusações da pastora são infundadas.

Disputa pelos bens de Rina

A situação envolvendo os bens do apóstolo Rina também se tornou alvo de disputa. A Justiça de São Paulo negou o pedido de Denise para ser inventariante dos bens do ex-marido, nomeando o filho mais velho do casal, Rinaldo Neto, como responsável pelo inventário.

Denise havia afirmado, em e-mail enviado após a morte de Rina, que retomaria a presidência da instituição conforme previsto no estatuto social da Bola de Neve. A pastora segue argumentando que é a legítima sucessora de Rina na liderança da organização religiosa.

Fonte: Fuxico Gospel e Metrópoles

Fiéis da Assembleia de Deus confeccionam Bíblia gigante transcrita à mão, em Goiânia

Fiéis da Assembleia de Deus transcrevem à mão bíblia gigante, em Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Fiéis da Assembleia de Deus transcrevem à mão bíblia gigante, em Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Fiéis de uma unidade da igreja Assembleia de Deus transcreveram à mão os livros do Novo e Velho Testamento da Bíblia Sagrada em uma versão “gigante”, em Goiânia. Pesando 11kg e com 60 centímetros de altura, o exemplar foi escrito por 39 membros da entidade.

Com 888 páginas, os fiéis levaram quase 8 meses para preencher as folhas em branco, de abril a dezembro de 2024. Exposto durante os cultos religiosos, o livro ganhou admiração dos integrantes da igreja.

Maura Jorge, membro da igreja de 90 anos, contou à TV Anhanguera sobre a experiência e o “arrependimento” de ter escolhido um livro menor para transcrever.

“Hoje eu me arrependo de ter escolhido o menorzinho livro da Bíblia. Deu vontade de escrever mais, a experiência foi boa”, disse a fiel.

Com extremo cuidado aos mínimos detalhes, as 80 canetas usadas para confeccionar o artefato religioso eram da mesma cor e lote, para evitar diferenças nas tonalidades. Reconhecidos pela Sociedade Bíblica do Brasil, os membros agora pretendem que o livro transcrito entre para o Livro dos Recordes.

Eliezer de Jesus, pastor da igreja, disse ser um privilégio ter participado da confecção da versão “gigante” do livro mais vendido do mundo.

“O livro mais lido e vendido até hoje do mundo é a Bíblia Sagrada. Então, a gente teve o privilégio de uma Bíblia, um livro que não é estudado só por teólogos, mas por cientistas, por antropólogos. É um livro que você lê e o autor está junto. Quem é o autor? A inspiração, que é o Espírito Santo, foi o que a gente sentiu escrevendo a palavra de Deus”, disse o pastor.

A ideia surgiu com Elza Soares, que é membro missionária da igreja, durante um encontro de orações. Ela conta que o livro os ajuda a memorizar as palavras de Deus.

“É uma forma de nós, além de lermos a palavra, memorizarmos mais, né? E estarmos gravando a palavra do Senhor em nosso coração”, disse Elza.

Fonte: G1

Missionários são libertos após pagamento de fiança, na Índia

Bandeira da Índia (Foto: Canva)
Bandeira da Índia (Foto: Canva)

Nesta terça-feira (21), a justiça indiana concedeu liberdade sob fiança a dois missionários da Junta de Missões Mundiais (JMM) e a um cristão convertido. A liberação de mais um missionário e um crente ainda está pendente.

“Louvamos a Deus pela libertação dos três e continuamos a orar pela libertação dos outros”, escreveu o pastor João Marcos Barreto Soares, diretor de Missões Mundiais, em rede social.

O líder religioso pediu que os cristãos agradeçam a Deus pelo cuidado com os cristãos até o momento e que orem pela libertação de Gabriel e Silas (nomes fictícios por questões de segurança). “Clamem pela recuperação emocional de todos e pela cessação da perseguição.”

“Louvamos a Deus e nos alegramos pela libertação dos nossos três irmãos. Continuemos a orar pela libertação de Gabriel e Silas”, postou o pastor João Marcos.

“Louvado seja Deus pela libertação dos missionários Miguel e Samuel e do irmão Lucas (nomes fictícios por questões de segurança) nesta noite. Nós os trouxemos para nossa igreja e passamos quase quatro horas ouvindo seus testemunhos”, relatou o coordenador da JMM na Índia.

Durante a detenção, os missionários testemunharam para os outros presos. “Até o carcereiro disse: ‘Sentiremos falta de vocês na prisão, estavam muito felizes, apesar das falsas acusações’. O nome do Senhor foi glorificado”, contou o coordenador indiano.

O grupo fundamentalista hindu ofereceu uma grande quantia em dinheiro a Lucas e Silas, além de uma fiança imediata, para que testemunhassem contra os três missionários, alegando que eles os haviam forçado a aceitar Cristo. “Louvado seja Deus pela firme fé desses homens, que recusaram a oferta. Todos os crentes da vila estão prontos para ir para a prisão por causa de Cristo. Aleluia!”, escreveu o coordenador da JMM na Índia.

Após a liberação, o grupo jantou na igreja, onde passará a noite. Os três missionários expressaram o desejo de retornar para casa junto aos outros dois cristãos ainda detidos. “Obrigado pelas suas orações poderosas e palavras de encorajamento”, agradeceu o coordenador indiano.

Fonte: Comunhão

Grupos cristãos consideram fugir da Síria

Igreja atacada na Síria (Foto: Reprodução)
Igreja atacada na Síria (Foto: Reprodução)

À medida que as novas autoridades na Síria consolidam seu poder desde que o ex-presidente Bashar al-Assad deixou o país em 8 de dezembro de 2024, ninguém sabe ainda em que direção o país está indo. No contexto de mudanças, quatro cristãos, três mulheres e um homem, que permanecem anônimos por segurança, contam suas impressões sobre o novo regime.

Apesar da necessidade de cautela, evitando as ruas vazias e horários com pouco movimento, escolas, lojas e bancos agora estão abertos e a vida parece voltar ao normal. Segundo uma das jovens sírias, alguns pais estão mantendo os filhos em casa, pois estão preocupados com a ausência de polícia nas ruas. Além disso, os bancos impuseram fortes restrições quanto ao saque de dinheiro.

“Todos estão com falta de dinheiro. O governo está com dificuldades para pagar os salários e, especialmente, as pensões para os idosos. Ouvimos que cristãos e pessoas de outras minorias estão sendo demitidos em alguns lugares por motivos irracionais. Até recebemos essa confirmação de pessoas que conhecemos”, acrescenta a jovem.

Entre partir e permanecer

Os sentimentos para a comunidade cristã são mistos e, em meio à incerteza, a igreja se coloca em fuga. “Acredito que os cristãos agora tendem mais a deixar o país do que antes, mas para onde podemos ir?”, compartilha a cristã síria. Até agora, o discurso das novas autoridades é bom, segundo os quatro cristãos. “Mas eles vão cumprir? Agora, quando há incidentes no país, eles sempre dizem que não são eles que estão fazendo”, afirma o cristão.

Um dos medos de muitos sírios, incluindo os cristãos, é que as diferentes facções comecem a lutar entre si e levem a uma nova guerra civil no país que já foi tão duramente atingido por conflitos desde 2011. Quando perguntados o que os mantém em pé, um dos quatro apenas sorri e diz: “Minha fé, sem isso não estaríamos mais vivos. Minha fé está me carregando também nesta fase”.

Desde a tomada de poder, houve reuniões entre líderes da igreja e as novas autoridades no país. Os líderes da igreja expressaram sua disposição de se envolver na construção da nova Síria. Após uma grande reunião em Damasco, duas semanas atrás, eles expressaram estar “cautelosamente otimistas”. Os três patriarcas das maiores denominações cristãs na Síria disseram: “Estamos à beira de uma nova era que exige de todos nós humildade, coragem e determinação para construir a Síria do futuro. Essa nova fase exige um compromisso com uma cultura de diálogo e abertura aos outros”.

Os patriarcas querem que a igreja esteja envolvida no processo de construção de um futuro com “igualdade de oportunidades para todos os seus cidadãos, sem qualquer discriminação”. Além das igrejas tradicionais, a Síria também tem cristãos de origem muçulmana. Eles estão, no período de transição atual, com medo de que grupos radicais possam aproveitar a nova situação e atacar os que deixaram o islã para seguir a Jesus.

Fonte: Portas Abertas

Franklin Graham pede a bênção de Deus durante oração na posse de Donald Trump

Franklin Graham orando por Donald Trump durante sua posse como presidente dos EUA (Foto: Redes Sociais)
Franklin Graham orando por Donald Trump durante sua posse como presidente dos EUA (Foto: Redes Sociais)

O evangelista americano Franklin Graham usou sua oração de invocação durante a posse de Donald Trump nesta segunda-feira, 20, para orar pela bênção de Deus sobre o presidente dos EUA e seus próximos quatro anos no cargo.

Em sua oração, Graham abordou a tentativa de assassinato que quase tirou a vida de Trump em julho passado e disse que somente Deus o salvou.

“Pai, quando os inimigos de Donald Trump pensaram que ele estava derrotado, Você e somente Você salvou sua vida e o levantou com força e poder por Sua mão poderosa”, disse ele.

“Oramos pelo Presidente Trump, para que o Senhor o vigie, proteja, guie e o direcione. Dê a ele Sua sabedoria do Seu trono no alto. Pedimos que o abençoe e que nossa nação seja abençoada por meio dele.”

Graham então agradeceu a Deus pela primeira-dama Melania Trump, a quem ele elogiou por sua “beleza, cordialidade e graça”, e orou pelo vice-presidente JD Vance e pela segunda-dama Usha Vance.

Antes de concluir, ele orou para que os americanos sejam fiéis a Deus.

“Lembramos de manter nossos olhos fixos em Ti e que nossos corações estejam inclinados à Tua voz”, disse ele.

“Sabemos que a América nunca mais poderá ser grande se virarmos as costas para Você. Pedimos Sua ajuda.”

Graham, filho do falecido evangelista Billy Graham, foi um forte apoiador das políticas de Trump durante sua última administração. Em 2019, ele disse que seu pai votou em Trump e “acreditava que Donald J Trump era o homem para esta hora na história de nossa nação”.

Escrevendo nas redes sociais após a posse, Graham pediu aos seus 10 milhões de seguidores que orassem pelo presidente Trump.

Durante a posse, orações também foram oferecidas pelo rabino Ari Berman, pelo pastor Lorenzo Sewell e pelo reverendo Frank Mann.

Sewell orou: “Pai Celestial, somos muito gratos por ter dado ao nosso 45º e agora 47º presidente, um milagre milimétrico. Somos gratos por ter sido você quem o chamou para um momento como este, para que a América começasse a sonhar novamente.”

Trump não perdeu tempo para começar a cumprir suas promessas de campanha, assinando uma sucessão de ordens presidenciais em uma série de questões. No primeiro dia, ele removeu os EUA do Acordo Climático de Paris, iniciou o processo de retirada da Organização Mundial da Saúde e declarou uma “emergência nacional” na fronteira sul. Ele também se moveu para acabar com a cidadania por direito de nascença e perdoou mais de 1.500 manifestantes do Capitólio em 6 de janeiro.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Donald Trump não colocou a mão na Bíblia durante juramento de posse

Juramento de posse de Donald Trump (Foto: X/@bastidoresdanet)
Juramento de posse de Donald Trump (Foto: X/@bastidoresdanet)

O presidente Donald Trump não colocou a mão nas duas Bíblias seguradas por sua esposa, Melania Trump, quando fez seu segundo juramento de posse para se tornar o 47º presidente dos Estados Unidos nesta segunda-feira, 20.

Alguns usuários nas redes sociais especularam que Trump não viu as Bíblias ao lado dele porque o presidente do Supremo Tribunal John Roberts começou o juramento de posse antes que todos os membros da família Trump estivessem presentes. Quando Melania chegou até Trump, sua mão já estava levantada e ele estava fazendo o juramento.

O juramento, que tradicionalmente acontece exatamente ao meio-dia, começou com um minuto de atraso.

Roberts errou no primeiro juramento de posse do ex-presidente Barack Obama em 2009 ao recitá-lo incorretamente, o que levou Obama a fazer o juramento uma segunda vez em uma cerimônia privada na Casa Branca.

O comitê inaugural anunciou em um comunicado na sexta-feira passada que as Bíblias na cerimônia incluíam a usada pelo ex-presidente Abraham Lincoln para fazer seu juramento de posse em 1861, na véspera da Guerra Civil, bem como a própria Bíblia da família de Trump, ambas usadas por ele quando foi empossado para seu primeiro mandato em 2017.

A Bíblia pessoal de Trump foi dada a ele por sua mãe, Mary Anne MacLeod Trump, em 1955, quando ele tinha 9 anos.

O vice-presidente JD Vance foi empossado pelo juiz associado Brett Kavanaugh em uma Bíblia King James que pertencia a sua bisavó materna e que lhe foi dada por sua “Mamaw” em 2003, quando ele se juntou aos fuzileiros navais dos EUA.

A cerimônia de posse, que foi transferida para um local fechado no final da semana passada por causa do tempo frio, sofreu outro contratempo quando a música de acompanhamento da cantora Carrie Underwood não foi tocada , o que causou alguns momentos estranhos até que Underwood decidiu cantar “America the Beautiful” a cappella enquanto o público se juntava a ela.

Vários presidentes dos EUA fizeram seu juramento de posse em mais de uma Bíblia, incluindo os ex-presidentes Harry S. Truman e Richard Nixon.

Muitas vezes, as diferentes Bíblias têm significado histórico e pessoal, como quando o ex-presidente Dwight D. Eisenhower usou sua Bíblia pessoal e a usada por George Washington em 1789.

A Bíblia de Lincoln também foi usada na posse de Obama em suas duas posses, em 2009 e 2013.

Trump gerou polêmica no ano passado quando promoveu a Bíblia “God Bless the USA”, inspirada na música de Lee Greenwood de mesmo nome e custava US$ 69,99.

Uma edição especial do Dia da Posse da Bíblia “Deus abençoe os EUA” foi lançada no início deste mês, também com preço de US$ 69,99 mais frete.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Cristã sofre aborto espontâneo após ser espancada e estrangulada por orar, na Índia

Kunika Kashyap sofreu aberto espontâneo após ser espancada, na Índia (Foto: Morning Star News)
Kunika Kashyap sofreu aberto espontâneo após ser espancada, na Índia (Foto: Morning Star News)

Uma mulher cristã no centro da Índia sofreu um aborto espontâneo neste mês depois que parentes tribais que praticam a religião tradicional a espancaram e estrangularam, disseram fontes.

Kunika Kashyap estava grávida de mais de seis semanas quando foi internada em estado grave no Hospital Distrital do Governo-Maharani em Jagdalpur, Distrito de Bastar, estado de Chhattisgarh, em 2 de janeiro. O chefe da aldeia tribal Ganga Ram Kashyap, sua esposa e filha adulta a agrediram naquele dia depois que o chefe começou a gravá-la em vídeo na esperança de pegá-la orando por um parente em comum — também cristão — como evidência de algum crime percebido, disse seu marido, Mandu Ram Kashyap.

Kunika Kashyap, de 25 anos, da vila de Bade Bodal, tinha ido visitar a irmã de sua prima, uma cristã que estava doente, a cerca de 150 metros de sua casa. O chefe tribal Ganga Ram Kashyap, cunhado da mulher doente e primo do marido de Kunika Kashyap, a viu entrando na casa.

Enquanto Kunika Kashyap estava sentada ao lado da cama, Ganga Ram Kashyap começou a gravá-la em seu celular, disse Salim Hakku, um líder cristão de Jagdalpur.

“Ele suspeitou que Kunika pudesse orar com seu parente doente e queria capturar isso como prova em seu telefone celular”, disse Hakku ao Morning Star News .

Kunika Kashyap se opôs, mas Ganga Ram Kashyap se recusou a parar, ela disse.

“Quando ele continuou a filmar mesmo depois dos meus protestos, eu dei um tapa na mão dele”, disse Kunika Kashyap ao Morning Star News de sua cama de hospital.

Ela disse que Ganga Ram Kashyap imediatamente começou a agredi-la. Sua esposa e filha saíram correndo de casa na comoção e se juntaram ao ataque, disse Kunika Kashyap.

“Ganga Ram chutou minha barriga com o pé, me estrangulou e me bateu violentamente”, ela contou ao Morning Star News. “Sua esposa e filha se juntaram a ele para me bater com um bambu grosso, chutaram meu peito, meu estômago, minha cabeça e todo meu corpo brutalmente.”

Kunika Kashyap conseguiu escapar, disse seu marido.

“Foi somente a ação de Deus que permitiu que ela escapasse de três pessoas que a espancavam continuamente de todos os lados”, disse seu marido, que trabalha como pedreiro e diarista em Jagdalpur, a 26 quilômetros de sua aldeia.

Kunika Kashyap estava com muita dor quando seu marido a levou às pressas para o hospital do governo em Jagdalpur, onde o tratamento começou por volta das 17h, disse ele.

Os registros médicos afirmam que ela foi internada com “dor no pescoço, dor na perna direita, dor na região temporo-occipital e inchaço, dor abdominal e dor no peito, contusão na região do pescoço” e que ela estava grávida de seis semanas e seis dias.

“O ultrassom inicial mostrou que o feto estava vivo”, disse seu marido, “mas às 18h30 ela sofreu um aborto espontâneo”.

O casal está casado há dois anos e esta foi a primeira gravidez dela, disse ele.

Kunika Kashyap recebeu alta do hospital em 6 de janeiro e ainda estava em tratamento no momento em que este texto foi escrito.

O marido dela, que, junto com os anciãos da igreja, foi até a delegacia de polícia local e registrou uma queixa por escrito contra Ganga Ram Kashyap em 2 de janeiro, disse que suspeita que os policiais não tenham registrado um Boletim de Ocorrência (FIR), pois ele não recebeu nenhuma cópia dele.

“Embora a polícia tenha dito que registraria um FIR após a investigação inicial, a polícia nunca nos chamou para qualquer inquérito, nem registrou o depoimento da minha esposa”, disse Mandu Ram Kashyap.

A polícia visitou ele e sua esposa apenas uma vez, em 7 de janeiro, e perguntou a eles sobre a área exata da casa onde o ataque havia ocorrido, a qual eles mostraram, disse ele.

Mandu Ram Kashyap e sua esposa são uma das 50 famílias cristãs na vila de cerca de 120 famílias. Filhos de pais cristãos, cada um é cristão há mais de 20 anos e frequenta a Igreja Metodista Episcopal.

Outros incidentes

Outros cristãos na aldeia foram alvos, disse Mandu Ram Kashyap.

“Temos enfrentado forte oposição nos últimos anos do chefe da aldeia tribal e dos moradores”, disse ele.

Os cristãos não têm permissão para tirar água do mesmo local que outros moradores, ele disse, “nem temos permissão para enterrar nossos mortos em nossa propriedade privada”, ele acrescentou.

Quando Budai Kashyap, uma mulher cristã de 90 anos, morreu em 29 de dezembro de 2024, a comunidade cristã a enterrou em um terreno privado que eles haviam comprado. O chefe Ganga Ram Kashyap chegou ao local do enterro e perguntou se eles tinham permissão para o enterro. O confronto aumentou e se transformou em uma altercação física entre os cristãos, o chefe e seus homens, disse Manu Ram Kashyap.

Em 7 de janeiro, o filho do pastor Subhash Baghel não foi autorizado a enterrar seu pai na vila de Chhindawada, embora uma parte do vilarejo tenha sido designada para cristãos, disse Hakku.

“Embora sua tia e seu avô tenham sido enterrados anteriormente naquele cemitério, os moradores e o chefe se recusaram a deixá-lo enterrar seu pai”, disse ele.

O filho do pastor entrou com uma petição no Tribunal Superior de Chhattisgarh pedindo permissão para enterrar seu pai no cemitério da vila, o que foi rejeitado pelo tribunal em 12 de janeiro. Enquanto o corpo de seu pai aguarda o enterro no necrotério de Jagdalpur, ele está apelando ao Supremo Tribunal.

Hakku disse que os cristãos ficaram chocados que as autoridades apoiaram uma paralisação em protesto contra a suposta conversão forçada e o conflito da comunidade cristã com o chefe Ganga Ram Kashyap. O protesto foi organizado pela Sarva Adivasi Samaj (All Tribal Society) no distrito de Bastar para 7 de janeiro.

“Foi bastante chocante que as autoridades tenham dado permissão ao chefe para realizar o protesto, apesar das reclamações escritas contra o chefe pela comunidade cristã em dois incidentes diferentes”, disse Hakku. “Em vez de agir contra o chefe, a polícia apoiou o fechamento. Isso mostra o preconceito das autoridades.”

O tom hostil do governo da Aliança Democrática Nacional, liderado pelo partido nacionalista hindu Bharatiya Janata Party (BJP), contra os não hindus, encorajou extremistas hindus e outros a atacar cristãos desde que Narendra Modi assumiu o poder em maio de 2014, dizem defensores dos direitos religiosos.

A Índia ficou em 11º lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2025, da organização Portas Abertas, que mostra países onde é mais difícil ser cristão. O país estava em 31º em 2013, mas sua posição piorou depois que Modi chegou ao poder.

Folha Gospel com informações e The Christian Post e Morning Star News

Livros cristãos têm crescimento de vendas e conquistam espaço no mercado editorial

Imagem de uma livraria (Foto: Canva Pro)
Imagem de uma livraria (Foto: Canva Pro)

A maré de bons resultados parece ter alcançado o mercado literário cristão. A procura por livros religiosos está em alta. Esse gênero literário tem despertado a atenção de leitores que buscam algo mais, como conhecimento, esperança e fortalecimento da fé. Segundo um levantamento da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, de 2023, o subsetor de livros religiosos foi o que mais se destacou, com um crescimento de 4,5% nas vendas ao mercado em comparação a 2022.

O segmento de livros religiosos representa cerca de 17% do mercado editorial brasileiro e tem mostrado resiliência e crescimento contínuo. Dentro desse segmento, observa-se forte demanda por literatura cristã. De acordo com Elton Melo, presidente da Associação de Editores Cristãos (Asec), há otimismo no setor, que pode expandir sua participação de mercado nos próximos anos.

“O subsetor das editoras evangélicas representa uma parte do segmento das editoras religiosas. E levando em conta o movimento de crescimento das Igrejas evangélicas no país, a perspectiva é de aumento em 2024. Destaque-se que o público evangélico cristão lê em média oito livros por ano, quando comparado com outros segmentos, o que mostra a pujança desse mercado editorial”, conta Melo.

Segundo Renato Fleishner, gestor de Operações da Editora Mundo Cristão e diretor-tesoureiro do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, o segmento de obras cristãs conseguiu seu espaço nos canais de comercialização não-religiosos, físicos e digitais. Isso ampliou o acesso do público às publicações, ao lado do canal de vendas evangélico, que se mantém.

“Na Editora Mundo Cristão experimentamos um crescimento de 46% nas vendas do primeiro semestre de 2024, quando comparadas a igual período de 2023. Mas não foi somente a Mundo Cristão que cresceu: outras editoras também têm alcançado expressivo aumento nas vendas, permitindo apontar que este ano será histórico para o segmento”, projeta Renato.

Essa ampliação fez com que até livrarias seculares alavancassem suas vendas por meio de livros de conteúdo cristão.

De acordo com Renan Menezes, que é diretor-executivo da Editora Vida, soma-se a esse cenário de expansão fato de que o público cristão está entre os que mais leem, dentre todos os outros segmentos.

“A leitura devocional cresceu muito e creio que as pessoas têm buscado um pouco mais de acesso a materiais nesse sentido. Então percebemos que quando um autor faz um devocional que facilite a leitura, isso tem funcionado muito bem”, revela Menezes.

Segredo do crescimento

A pandemia marcou um momento significativo na busca por livros religiosos, um dos motivos que alavancou o mercado editorial cristão. Outro fator foi a venda dos devocionais, que furou a “bolha” do segmento, juntamente com as obras de ficção cristã. Outra estratégia que vem alavancando as vendas está no campo do marketing editorial: é o incremento de complementos aos livros, como kits de canecas, camisetas, acessórios e outros que acompanham os livros em si.

Também houve um aumento na quantidade de livros publicados e dos nichos de alcance dentro do segmento, explica Marcela Passos, diretora da Editora Central Gospel. “O crescimento da ficção cristã trouxe um aumento das vendas significativo, trouxe o olhar da mídia para o público cristão, o crescimento dos materiais infantis de qualidade, e olhar para esses nichos é o caminho para a gente continuar crescendo”, revela.

Para Danielle Bonavita, diretora da Graça Editorial, a venda de livros religiosos apresentou uma curva de crescimento que nenhum outro segmento conquistou neste último ano. “Isso foi impulsionado pela venda de devocionais, que estão fazendo muito sucesso. E até editoras ditas seculares estão publicando livros de pastores e padres”, afirma Bonavita.

De acordo com Elton Melo, a venda de livros com itens complementares, como marcadores personalizados, devocionais e outros, tem atraído o público cristão, especialmente em datas comemorativas. “Essa tendência de marketing não apenas aumenta o valor percebido pelo consumidor, mas também cria uma experiência de compra mais envolvente e personalizada”, afirma.

Um fator importante que reforçou o desempenho dos livros físicos foi o aumento das vendas realizadas diretamente pelos sites das editoras e pelos marketplaces. Em 2023, esses canais de distribuição online cresceram 21,5% em participação no faturamento das editoras, mostrando-se como uma estratégia eficaz para impulsionar as vendas. Essa tendência indica que as editoras estão se adaptando às mudanças no comportamento de consumo, utilizando suas próprias plataformas e marketplaces para alcançar diretamente os consumidores”, completa o presidente da Associação de Editores Cristãos.

Expectativa de futuro

O Brasil é um país majoritariamente cristão. Entretanto, o poder de compra de livros tem relação direta com o poder econômico da população. Dessa forma, os editores projetam como serão os próximos anos do mercado editorial cristão.

Renato Fleishner destaca que é necessário realizar políticas públicas para o incentivo à leitura, assim como a criação de mais bibliotecas públicas no país. “São desafios enormes, mas a literatura cristã cumpre seu papel de disseminar a leitura no Brasil”, ele analisa.

Para Marcela Passos, da Central Gospel, há um otimismo sobre o futuro do mercado editorial cristão. “Acredito que o público cristão tem buscado se aprofundar nos assuntos, e esse público vai buscar esse aprofundamento na leitura. Então a gente tem espaço para continuar crescendo”, ela avalia.

Para Eduardo Proença, que é diretor da Fonte Editorial, a sociedade tem visivelmente buscado mais por livros religiosos, e a projeção para o futuro é que essa demanda permaneça. “Cada vez mais o interesse pelo livro religioso não é um fenômeno do leitor cristão, mas da sociedade, que se vê diante de um quadro sociológico onde a religião é um fator determinante para decisões e posturas”, projeta.

Considerando que os cristãos estão entre os brasileiros que mais leem, Renan Menezes faz uma análise positiva quanto ao futuro do mercado editorial evangélico. “Eu acho que [a demanda] vai continuar crescendo, mas é óbvio que depende do trabalho de cada editora e também das igrejas locais, pois é impossível construir uma editora sem servir à Igreja brasileira, e é difícil falar como vai performar daqui a cinco anos, mas a expectativa é boa”, finaliza.

Em resumo, o mercado editorial brasileiro, especialmente no segmento cristão, está em plena expansão, com tendências que apontam para um crescimento contínuo e uma adaptação às novas demandas dos consumidores. Em conclusão, a combinação de tradição e inovação deve guiar o setor nos próximos anos, consolidando-o como uma força significativa na cultura e na economia do país.

Fonte: Comunhão

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