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Missionárias relatam conversões e batismos na Ásia

Mulher cristã lendo uma Bíblia. (Foto representativa: Portas Abertas)
Mulher cristã lendo uma Bíblia. (Foto representativa: Portas Abertas)

Missionárias no Sudeste Asiático testemunham que Deus está trabalhando à medida que se conectam com a população para suprir as necessidades físicas e espirituais.

“Eles são tão pobres que não têm água potável e saneamento”, disse Nita Kilkenny ao International Mission Board (IMB).

Como missionária do IMB, Nita trabalha com cidadãos que se dedicam a levar o Evangelho a áreas remotas.

A equipe do ministério tem acesso às comunidades através da perfuração de poços de água, fornecimento de filtros de água e ajuda às famílias a instalar banheiros em suas casas.

Quatro voluntárias da equipe iniciaram um estudo bíblico com outras mulheres nas comunidades montanhosas.

Através desse trabalho, elas conheceram Fátima* e a convidaram para participar do estudo: “No começo, Fátima era meio tímida, mas depois ela veio e ficou muito impactada pela Palavra”, contou Kilkenny.

Lá, ela recebeu um livreto do Novo Testamento traduzido em seu idioma, e quando começou a ler as Escrituras, se tornou uma nova pessoa.

“Você pode dizer que ouvir as Sagradas Escrituras em sua língua está tocando seu coração”, relatou Kilkenny.

Tempo depois, Fátima aceitou Jesus e foi batizada. Assim, as cristãs continuaram o estudo bíblico para fortalecer sua fé.

Fé inabalável

No entanto, a conversão de Fátima irritou seu marido, que a fez jogar a Bíblia fora.

“Ele a puxou e disse que ela não poderia participar do estudo bíblico. Ela estava sendo perseguida pela família e pelos vizinhos”, disse Kilkenny.

Segundo o IMB, Fátima precisou sair de casa para manter seu relacionamento com Cristo e a comunhão com as irmãs de fé.

Apesar de ficarem felizes pelo retorno de Fátima ao grupo, as mulheres a encorajaram a conversar com seu marido sobre sua participação nos estudos bíblicos.

Infelizmente, ele continuou dizendo a ela para não participar. Então, Kilkenny e a equipe começaram a orar por Fátima e seu marido.

Membros da “União Missionária da Mulher” na região também estavam orando por meses para que Deus intervisse.

Tempo depois, Fátima começou a voltar a estudar a Bíblia, e seu marido permitiu que ela abrisse sua casa para receber o grupo.

“Eles começaram a se encontrar na casa dela, e isso amoleceu o marido dela. Embora ele ainda não seja um crente, o marido de Fátima permite que ela participe do estudo da Bíblia”, explicou Kilkenny.

“Fátima não está mais escondendo sua fé. Ela está encorajando outras mulheres de origem muçulmana a virem ao estudo bíblico e se reunirem para adorar a Deus”, acrescentou.

Sustento físico

O IMB informou que as mulheres nesta comunidade não têm recursos para fornecer almoços para as crianças na escola. 

Por isso, as missionárias que lideravam o estudo bíblico decidiram ensiná-las a fazer crochê para fazer bolsas que pudessem ser vendidas.

“Nossas meninas levaram as bolsas que fizeram para nossa convenção batista local e as venderam. Isso fez com elas sentissem que podem fazer algo de valor”, disse Kilkenny. 

A relação com os cristãos fez com que as mulheres nesta região continuassem dando frutos. Hoje, Fátima se tornou uma líder entre essas mulheres, e Deus está abençoando seu trabalho.

“Tudo começou com a oração”, declarou Kilkenny. E continuou: “Então, Deus liderou a equipe para esta comunidade. Eles viram necessidades de água potável, banheiros, filtros de água em suas casas, de modo que isso deu à equipe acesso a essas pessoas. Deus usou tudo isso”.

Os novos convertidos que foram batizados estão crescendo na fé e continuando alcançando os outros.

*Nomes alterados por motivo de segurança

Fonte: Guia-me com informações de IMB

Nikolas Ferreira aciona PGR após erotização em universidade federal

Deputado federal Nikolas Ferreira (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)
Deputado federal Nikolas Ferreira (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)

O presidente da Comissão de Educação na Câmara, deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), acionou a Procuradoria-Geral da República para investigar uma apresentação realizada na Universidade Federal do Maranhão em que uma cantora traavesti mostrou os glúteos.

A performance erótica foi realizada durante o I Encontro de Gênero do Grupo de Pesquisa Epistemologia da Antropologia, Etnologia e Política (Gaep) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

“Acompanhei atentamente, ao longo do dia de ontem, os acontecimentos na UFMA. Durante o I Encontro de Gênero, uma palestrante realizou uma dança de cunho erótico com músicas inapropriadas dentro do campus da universidade. Ainda não sabemos se havia menores de idade presentes no local”, disse Nikolas à coluna de Paulo Cappelli, do Metrópoles.

O deputado também solicitou informações à UFMA sobre o grupo de pesquisas responsável pela realização do encontro. Nikolas afirma que eles podem ser exonerados dos cargos caso sejam flagrados em conivência com o incidente. “Diante desses fatos, solicitarei informações dos professores responsáveis pelo grupo de pesquisa que realizou o encontro. Se as apurações demonstrarem ciência e leniência quanto ao fato, solicitarei a exoneração de todos”, alertou.

Nikolas também cobrou explicações da universidade e disse que irá discutir o tema na Comissão de Educação. “Também protocolarei uma indicação ao Procurador-Geral de Justiça, sugerindo a abertura de investigação para apurar possíveis crimes ocorridos. Discutiremos todas essas medidas na Comissão de Educação e aguardaremos as apurações e as providências que serão tomadas pela PGR”, afirmou.

O caso

A historiadora e cantora Tertuliana Lustosa protagonizou performance erótica durante palestra na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), nesta quinta-feira (17/10). Em vídeo, é possível vê-la subindo em uma cadeira, levantando o vestido e expondo suas partes íntimas enquanto canta frases como “educando com o c*” e “dando aula na sua p***”..

Público que estava presente gritou e aplaudiu a performance. O vídeo da apresentação circulou pelas redes sociais. Alguns internautas repudiaram a palestra em uma universidade pública e pediram, inclusive, a prisão da artista.

O encontro seguiu até a sexta-feira (18/10) e teve como título “Gênero para além das fronteiras: tendências contemporâneas na América Latina e no Sul global”

O que diz a UFMA

Após repercussão, a UFMA se manifestou por meio de comunicado. “A Universidade é um espaço plural e de diálogos, dedicado ao conhecimento, à diversidade de ideias e ao respeito mútuo. Por isso, entendemos que a liberdade de expressão é um pilar fundamental da academia, mas também ressaltamos a importância de se manter um ambiente harmônico e respeitoso para todos os membros da nossa comunidade.”

A UFMA informou, na sexta-feira (18), que abriu um processo interno para apurar a palestra da travesti Tertuliana Lustosa.

No comunicado, a instituição de ensino se compromete a averiguar o ocorrido “e tomará as providências cabíveis, após o comprometimento de ouvir todas as vozes, reafirmando seu compromisso com um ambiente acadêmico inclusivo, respeitoso e transparente”.

Leia a nota na íntegra:
Nesta quinta-feira, 17, a historiadora Tertuliana Lustosa, na condição de palestrante convidada pelo Grupo de Pesquisa Epistemologia da Antropologia, Etnologia e Política – GAEP, apresentou a sua pesquisa durante a Mesa-Redonda “Dissidências de gênero e sexualidades”, em que reproduziu e performou uma de suas canções, considerada inapropriada para o momento e a construção do debate acadêmico-científico em que se encontrava.

Como sabido, a Universidade é um espaço plural e de diálogos, dedicado ao conhecimento, à diversidade de ideias e ao respeito mútuo. Por isso entendemos que a liberdade de expressão é um pilar fundamental da academia, mas também ressaltamos a importância de se manter um ambiente harmônico e respeitoso para todos os membros da nossa comunidade.

Por ser um lugar de múltiplas formas de conhecimento, os cursos, de graduação e de pós-graduação, possuem autonomia para discutir os variados temas que permeiam a nossa sociedade e que se apresentam com base em diversas teorias científicas. Ressalta-se, contudo, que a UFMA não compactua com quaisquer tipos de ações que possam desrespeitar os valores e princípios basilares da instituição.

Nesse sentido, a UFMA informa que está averiguando o ocorrido e tomará as providências cabíveis, após o comprometimento de ouvir todas as vozes, reafirmando seu compromisso com um ambiente acadêmico inclusivo, respeitoso e transparente.

Reafirma-se, por fim, que todos os esforços da Universidade buscam a melhoria de uma sociedade mais justa, inclusiva e comprometida com a pluralidade de vozes e saberes em defesa do ensino público, gratuito e de qualidade.

Fonte: Metrópoles, Pleno.News e UOL

Arquidiocese de Los Angeles chega a acordo de US$ 880 milhões com sobreviventes de abuso sexual

Padre durante celebração de missa
Padre durante celebração de missa

A Arquidiocese de Los Angeles, a maior dos Estados Unidos, concordou em pagar US$ 880 milhões – o equivalente a R$ 4,9 bilhões – a 1.353 pessoas que dizem ter sido abusadas sexualmente quando crianças por clérigos católicos.

O acordo foi anunciado nesta quarta-feira (16) em uma declaração conjunta dos advogados dos demandantes e da arquidiocese.

“Sinto muito por cada um desses incidentes, do fundo do meu coração. Minha esperança é que este acordo forneça alguma medida de cura para o que esses homens e mulheres sofreram”, disse o Arcebispo José H. Gomez em uma declaração.

O valor do acordo é o maior já pago por uma diocese, segundo especialistas ouvidos pelo jornal “The New York Times” e eleva o total gasto em indenizações de processos de abuso sexual para mais de US$ 1,5 bilhão.

Se o valor for aprovado pela maioria dos requerentes, a arquidiocese fará os pagamentos em 2025 e 2026.

O acordo representa a quase conclusão de décadas de litígio, com apenas alguns processos restantes. Ao longo dos anos, a arquidiocese vendeu imóveis, liquidou investimentos e fez empréstimos para cobrir os custos estonteantes do litígio.

Em comunicado oficial, a Arquidiocese de Los Angeles afirma que “nenhuma das reivindicações resolvidas envolveu alegações contra padres atualmente no ministério” e que “a maioria das alegações cobertas pelo acordo ocorreram há mais de 50 anos”.

Fonte: G1

Dia Nacional da Música Gospel: especialista explica se há benefícios e artistas se manifestam

Ministério de louvor
Ministério de louvor

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou nessa terça (15) a Lei 14.998, de 2024, que institui 9 de junho o Dia Nacional da Música Gospel.

Para Atilano Muradas, dar um dia no calendário do país a música gospel, é uma devolução mínima a tudo aquilo que os evangélicos fazem pela sociedade.

“Evangélicos são acionistas da maioria das casas de recuperação de dependentes químicos e são os que mais acolhem pessoas com problemas de toda a ordem”, afirma o músico.

Muradas enumerou alguns benefícios que a possível Lei, vai trazer para o segmento do gospel. “O primeiro é que recursos legais serão destinados a custear apresentações de música gospel. Sem a regulamentação, isso não seria possível”, inicia.

Em segundo lugar, a música gospel vai ganhar uma visibilidade que já era merecida há muito tempo. “O gospel tem sua importância para a economia como um todo. Há muito tempo o segmento movimenta o mercado de instrumentos, de equipamentos, de shows, de transportes, sem contar milhares de shows que movimentam a economia”, completa.

Atilano propõe que outro benefício é o respeito da classe musical. “Há de se notar que nem todos os músicos têm o seu olhar voltado para músicos evangélicos, simplesmente porque têm preconceito quanto aos evangélicos. Mas dificilmente encontramos um grupo musical que não tenha evangélicos’”, assegura.

Em conclusão, a música gospel privilegia a teologia. “A teologia que nos ensina a moral, os valores da família e que assim poderemos fazer o principal: difundir os princípios e valores”, finaliza Atilano.

Artistas se manifestam

Alguns artistas gospel usaram as redes sociais para manifestarem seu posicionamento sobre o Dia da Música Gospel. Asaph Borba, com 50 anos de ministério, expressou no Instagram (@asaphborba) sua opinião, em um post: “Em meu último post (…) expressei com certo humor e sarcasmo pois achei um absurdo a notícia que li sobre o ‘Dia Nacional da Música Gospel’ instituído pelo atual presidente”.

“Como cristão, sinto a responsabilidade de me posicionar diante de algumas ações que influenciam o Corpo de Cristo em nossa nação”, continua.

“Precisamos buscar coerência e lutar em defesa uma sociedade que respeite a vida, a família e a moral de acordo com os princípios bíblicos. Isso sim é mais importante que instituir um ‘Dia Nacional da Música Gospel’”, completa Asaph, enfatizando que existem coisas mais importantes, a seu ver, do que propriamente a instituição da data.

O cantor Nani Azevedo também comentou na publicação. “Isso ai meu nobre amigo. Não tem que se desculpar não. Nós não podemos ser engodado por essa pessoa que só engana o povo. Se posicione sempre e sem medo de cancelamentos. Nada compra nossos posicionamentos. Parabéns amado. Conte comigo nessa guerra”, escreveu.

Igualmente, Israel Salazar reiterou o posicionamento de Asaph. “Entendi seu post, não achei partidário, não achei desnecessário”. André Valadão também repercutiu a notícia em seu Instagram e escreveu: “Só não vê quem não quer”.

Data e homenagem 

A data escolhida para o Dia da Música Gospel, 9 de junho, é uma homenagem à missionária sueca Frida Maria Strandberg Vingren (1891-1940), que se dedicou à evangelização, em Belém do Pará, no início do século passado.

Frida Vingren foi enfermeira, jornalista, poetisa, articulista e tradutora. Era casada com Gunnar Vingren (1879-1933), co-fundador, ao lado de Daniel Berg (1884-1963), da igreja evangélica Assembleia de Deus no Brasil. Multi-instrumentista, cantora e compositora, Frida Vingren criou mais de 20 hinos da Harpa Cristã, como o Hino 126 – Bem Aventurança do Crente. 

Fonte: Comunhão

Otoni de Paula: “A Igreja não pertence ao bolsonarismo, nem ao petismo”

Deputado e pastor Otoni de Paula (Foto: Myke Sena/Câmara dos Deputados)
Deputado e pastor Otoni de Paula (Foto: Myke Sena/Câmara dos Deputados)

Uma das lideranças da bancada evangélica, o deputado Otoni de Paula (MDB-RJ), foi figura central durante participação em uma cerimônia na última terça (15) no Palácio do Planalto com o presidente Lula, quando foi sancionado o projeto de lei que cria o Dia Nacional da Música Gospel.

Durante o encontro com líderes evangélicos, o ex-bolsonarista —que no ano passado se tornou réu no STF por chamar Alexandre de Moraes de “cabeça de ovo”, “lixo”, “esgoto” e “latrina”— chamou Lula de “meu presidente” e afirmou que orava por ele, além de ressaltar os acenos do petista aos evangélicos, como a criação do Dia Nacional da Liberdade Religiosa em seu primeiro mandato.

“Presidente, se aproxime sem reserva. Se aconchegue. Tem lugar na mesa do Pai para termos comunhão. Gostando ou não politicamente de Vossa Excelência, não temos outra opção pela Bíblia a não ser orar por Vossa Excelência”, afirmou Otoni. “Quis o destino que eu, um dos mais combatentes defensores do antigo governo e seu crítico político, estivesse aqui hoje”, acrescentou.

O ex-vice-líder do governo de Jair Bolsonaro declarou ainda que, embora a maioria dos evangélicos não tenha votado em Lula, eles estão “entre os brasileiros mais beneficiados pelos programas sociais de seu governo”. Ele citou o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida como exemplos de políticas que ajudam “essa gente humilde e temente a Deus”.

Ele diz que o PT foi “consumido por uma pauta identitária” e que precisaria “se reinventar” para reduzir o “abismo imenso com a maioria dos evangélicos”. Ele reconhece, porém, ter errado no passado ao associar a esquerda a pautas como a pedofilia, e critica o ex-presidente Jair Bolsonaro pelo que chama de “arrogância” no trato às igrejas.

Em entrevista ao jornal O Globo, o emedebista declarou que a igreja deve se posicionar acima das divisões políticas entre PT e bolsonarismo.

“Eu apenas quis mostrar que a igreja não pertence ao bolsonarismo nem ao petismo, está acima disso, embora pareça desde 2018 que fomos arrebatados pela política. O fato de eu ter antagonismo político com o PT não muda o papel da igreja de orar pelas autoridades. Mas ficaria incoerente levantar uma bandeira pró-Lula.”

O deputado também afirmou que seus votos “não vêm do bolsominion” e que as eleições de 2022 ensinaram a necessidade de “mais humildade e diálogo” com lideranças religiosas.

“Acharam que Bolsonaro falar ‘vote em Fulano’ bastava. Isso é arrogância, a igreja evangélica não vai a reboque. O eleitor vota em quem faz políticas públicas que chegam até ele, e o evangélico não é diferente”, disse Otoni.

Fonte: O Sul

Livro encoraja cristãs a cumprirem o propósito de Deus em unidade

Camila Barros, Midian Lima, Raquel Lima e Gabriela Lopes (Foto: Instagram)
Camila Barros, Midian Lima, Raquel Lima e Gabriela Lopes (Foto: Instagram)

As pastoras Camila Barros, Midian Lima, Raquel Lima e Gabriela Lopes, conhecidas pelo projeto “Juntas”, abordam a comunhão de mulheres cristãs no livro que leva o mesmo nome do projeto, publicado pela Editora Vida. 

“Cada um tem a sua vida, mas quem disse que ela deve ser trilhada sozinha?”, refletiram as autoras.

As quatro autoras acreditam no poder da união e apoio mútuo entre mulheres cristãs para o cumprimento do propósito divino. Neste lançamento, elas reúnem as próprias experiências de fé com o objetivo de mostrar a importância da comunhão feminina na jornada espiritual.

Conectadas por Cristo, as escritoras têm a missão de levar adiante a mensagem do Senhor sobre coletividade. Cada uma delas escreveu um capítulo, inspirado pelas Escrituras, para edificar outras mulheres que também desejam abraçar os princípios cristãos. 

A partir de testemunhos, ensinamentos, atividades práticas e declarações proféticas, elas encorajam as leitoras a encontrarem força na comunidade para romper com o passado, superar desafios, receber o futuro e exercitar os planos de Deus.

“Juntas, desfrutamos de uma comunhão libertadora e poderosa! Libertadora porque usufruímos da liberdade de expressar nossas dores e vulnerabilidades, sem nos preocuparmos com julgamentos; e poderosa porque fortalecemos umas às outras, reconhecendo e elevando a força das nossas qualidades. […] É possível caminharmos juntas; sabendo que, unidas, a jornada fica bem melhor e muito mais leve”.

Em edição especial de capa dura e com miolo colorido, esta obra aborda temas como pertencimento, amizades, relacionamentos, família e crescimento pessoal, além de enfatizar o valor de oferecer ajuda às companheiras ao longo da rota — mesmo que você também esteja passando por dificuldades individuais.

Ao final, há o espaço chamado de “Diário de Oração” para anotar pedidos, reflexões e sentimentos.

Recomendado a cristãs de todas as idades, especialmente àquelas que buscam fortalecer a devoção, o livro “Juntas” prova que as mulheres podem alcançar o potencial máximo da própria existência ao percorrer o caminho da fé de forma coletiva e colaborativa — ao lado de pessoas que compartilham os mesmos sonhos e crenças.

“Não é sobre chegar primeiro, mas sobre mais mulheres descobrirem o propósito delas enquanto você cumpre o seu”, destacam as autoras.

Sobre as autoras: Camila Barros, Midian Lima, Raquel Lima e Gabriela Lopes são mulheres de Deus que se dedicam à vida ministerial, ao trabalho pastoral e à pregação da Palavra, ao impactar a nação brasileira com seus dons, testemunhos e ensinamentos. Elas alcançam milhões de pessoas por meio da grande influência nas redes sociais, contribuindo para a propagação do Evangelho ao redor do mundo. Juntas, capacitam mulheres a se tornarem fiéis seguidoras de Cristo e a cumprirem com o chamado do Senhor nas suas vidas.

Sobre a editora: A Editora Vida oferece títulos nas áreas infantil, jovem, relacionamentos, espiritualidade, vida cristã, ficção, acadêmicos e bíblias. Com enfoque contemporâneo e respeito a obras clássicas, promove o crescimento espiritual do leitor. Com mais de 60 anos de destaque na publicação e venda de literatura cristã, também se firma como relevante distribuidora de Bíblias, em diversas versões, edições especiais e traduções inéditas. 

Detalhes do produto
Editora
‏ : ‎ Editora Vida; 1ª edição (13 setembro 2024)
Idioma ‏ : ‎ Português
Onde comprar ‏ : ‎ Amazon (clique aqui)

Justiça do Trabalho não reconhece vínculo de pastor com a Igreja Universal em Goiás

Justiça do Trabalho
Justiça do Trabalho

Um pastor não conseguiu comprovar vínculo empregatício com a Igreja Universal em Goiânia. A 1ª Turma do TRT-GO considerou que as provas no processo não comprovaram o desvirtuamento da instituição, ou seja, o desvio da finalidade religiosa. O entendimento é que a relação entre as partes se deu na esfera religiosa, nos termos do art. 442 da CLT, o que não gera vínculo empregatício. A decisão do segundo grau manteve a sentença da 8ª Vara do Trabalho de Goiânia nesse aspecto, mas reformou a parte da sentença que havia condenado a igreja a indenizar o pastor por danos morais. O colegiado entendeu que o caso deve ser analisado pela Justiça Comum.

Na inicial, o pastor alegou que sofreu dano moral pela imposição de procedimento cirúrgico para sua esterilização (vasectomia) como condição para fazer parte dos quadros da igreja. Segundo ele, a cirurgia foi feita dentro da própria igreja quando tinha 20 anos e era casado. O Juízo de 1º grau havia entendido que, embora não tenha havido relação de emprego entre as partes, a prestação dos serviços religiosos é espécie de relação de trabalho, e assim havia condenado a instituição a indenizar o pastor.

Competência da Justiça Comum

A igreja recorreu ao segundo grau alegando a incompetência da Justiça do Trabalho para julgar o caso. Sustentou que não se trata de relação de emprego nem de relação de trabalho, mas de vínculo vocacional. Ao analisar o recurso, o relator do caso, desembargador Mário Bottazzo, ressalvou seu entendimento pessoal para acompanhar a divergência apresentada pelo desembargador Gentil Pio, no sentido de que, se a ação proposta objetiva o pagamento de danos morais decorrentes de uma relação não empregatícia, em razão de vínculo vocacional (pastor de igreja), a competência para processar e julgar a causa é da Justiça Comum Estadual.

A decisão foi baseada em precedentes do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e em decisões de outros tribunais trabalhistas que consideram essa matéria de cunho eminentemente civil. O relator também levou em conta o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que diz que, mesmo quando a ação é movida em um tribunal que não tem competência para julgá-la, o processo não é encerrado, mas enviado ao tribunal correto. “Declaro que este tribunal não tem competência para julgar o pedido de indenização por assédio moral e determino que o caso seja enviado à Justiça Estadual Comum”, concluiu o relator. A decisão não foi unânime.

Processo: 0011205-73.2023.5.18.0008

Fonte: TRT-GO

Pastor é preso após falar sobre islamismo e sexualidade à luz da Bíblia, na Inglaterra

Pastor Dia Moodley (Foto: ADF UK)
Pastor Dia Moodley (Foto: ADF UK)

Um pastor foi preso após comentar sobre o Islã e a sexualidade pela visão da Bíblia, enquanto pregava na rua, na Inglaterra, em março.

Dia Moodley estava compartilhando o Evangelho na cidade de Bristol, diante de um público em frente a Universidade de Bristol.

Em certo momento, um homem muçulmano fez uma pergunta e o pastor o respondeu, afirmando que havia diferenças entre os padrões morais do deus do islamismo e o Deus da Bíblia.

Durante sua pregação, Moodley também explicou a visão bíblica de que o gênero é apenas binário, ou seja, Deus criou homem e mulher.

Agressão

Mais tarde, uma pessoa empurrou o pastor de sua escada – que usa para falar aos pedestres – e outra arrancou uma placa de suas mãos. Então, três jovens pisotearam sua placa e se recusaram a devolvê-la.

Logo após, a polícia de Avon e Somerset chegou ao local e prendeu Moodley por suas opiniões. Um dos oficiais afirmou que ele comentou sobre o Islã durante o Ramadã.

As autoridades ainda ordenaram a funcionários da Universidade de Bristol que descartassem os cartazes evangelísticos do pregador.

O Pastor foi levado e ficou detido durante 13 horas. Após ser libertado, o líder entrou com uma queixa contra a polícia por ter ferido sua liberdade de expressão, com o apoio da ADF UK, uma organização de defesa jurídica da liberdade religiosa.

“Estamos felizes que a polícia de Somerset tenha abandonado sua investigação sobre o pastor Dia”, declarou o advogado da ADF UK, Jeremiah Igunnubole.

“O pastor Dia foi vítima de crime, incluindo agressão, assédio agressivo e danos criminais e, no entanto, foi ele quem foi tratado como criminoso por exercer pacificamente seus direitos fundamentais. Todos devem ser tratados igualmente perante a lei. A liberdade de expressão não pode ser reservada àqueles que expressam ideais socialmente progressistas. Em uma sociedade democrática, todos devem ter o direito de expressar pacificamente suas crenças fundamentais, mesmo quando essas crenças são consideradas controversas ou criticam outras religiões e sistemas de crenças”, defendeu.

Pregadores de rua perseguidos

Para Dia Moodley, a polícia tem tratado os evangelistas cristãos de forma diferenciada em relação a pessoas de outras religiões.

“É uma realidade que os cristãos no Reino Unido vêm experimentando há anos. Não deve caber ao Estado decidir quais religiões e ideologias não devem ser discutidas ou criticadas na via pública. O resultado é a normalização de uma sociedade de dois níveis, onde algumas crenças e ideologias são valorizadas e protegidas, enquanto outras são minadas e proibidas”, criticou ele.

E enfatizou: “O que aconteceu comigo reflete uma tendência mais ampla de aumento da censura estatal no Reino Unido e em todo o Ocidente”.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Pastor é esfaqueado e igreja é atacada no Sri Lanka

Bandeira do Sri Lanka (Foto: canva)
Bandeira do Sri Lanka (Foto: canva)

A perseguição aos cristãos no Sri Lanka tem se tornado violenta. O pastor Sudesh* foi vítima da intolerância religiosa ao ser esfaqueado no pescoço e na cabeça por um homem com problemas mentais, que frequentava a igreja do líder cristão.

O autor das facadas foi instigado pelos vizinhos a atacar o pastor Sudesh, sob a falsa acusação de que o líder cristão recebia dinheiro da esposa do agressor – trabalhadora em outro país – para construir uma casa e comprar carros.

Após acreditar nas acusações, o homem esperou uma ocasião oportuna para ferir o pastor Sudesh. Pela graça de Deus, o líder cristão está em recuperação e recebeu visita de parceiros locais da Portas Abertas.

Ataque à igreja

Um morador de outra comunidade danificou o portão de uma igreja, invadiu e tumultuou um culto por 30 minutos. O homem usou postes para bater no portão e gritava com os cristãos presentes: “Não permitirei uma igreja nesta vila”.

Há 17 anos, o pastor Vikran* enfrentou oposição quando plantou a igreja na região. Mas desde janeiro de 2024, a violência aumentou e a igreja tornou-se alvo de ataques contínuos. “Eu moro longe e nos dias de semana, os moradores perto da igreja danificam o portão e a cerca. Isso tem acontecido com frequência”, disse o pastor.

Embora o pastor Vikran tenha informado os policiais sobre os ataques, as autoridades justificam que a comunidade é hindu, e os problemas com intolerância religiosa às igrejas são inevitáveis.

Por consequência da violência, quatro famílias deixaram de comparecer aos cultos. No entanto, parceiros locais da Portas Abertas ministraram o treinamento Permanecendo Firmes Através da Tempestade (PFAT) ao pastor e aos seguidores de Jesus que continuam a frequentar a igreja.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Conflito entre Israel e aliados do Irã cumpre profecias, diz evangelista

Bandeira de Israel (Foto: Canva)
Bandeira de Israel (Foto: Canva)

As vitórias de Israel sobre grupos terroristas apoiados pelo governo iraniano estão, segundo Shariat Hormoz, fundador da organização Iran Alive, cumprindo profecias bíblicas. Hormoz afirma que os iranianos celebraram a destruição do Hezbollah, expressando um crescente descontentamento com o regime islâmico. Ele sugere que a população deseja ver o governo atual derrubado, tanto por Israel quanto pelos Estados Unidos.

“A primeira oportunidade que tiverem de derrubar o governo, o farão. É inédito que os cidadãos de um país perguntem a potências estrangeiras: ‘Vocês nos atacariam?’”, explica Hormoz. Ele acredita que a paz entre Israel e as nações árabes, mencionada na Bíblia, “não está distante”, à medida que o regime islâmico do Irã perde apoio popular.

Shariat Hormoz (Foto: Reprodução)
Shariat Hormoz (Foto: Reprodução)

Sobre a ausência dos vizinhos de Israel em Ezequiel 38, Hormoz comenta que isso se deve ao fato de Israel ter alcançado acordos de paz com alguns deles, como o Acordo de Abraão, ou ter destruído seus inimigos. “Assim, o que Israel está fazendo está se alinhando com as profecias bíblicas de Ezequiel 38”, diz, acrescentando que a destruição dos líderes do Hezbollah foi prevista em Jeremias 49.

Hormoz também observa que o descontentamento dos iranianos com a violência e a miséria provocadas pelo governo islâmico os tem aberto para o Evangelho. “Eles não apenas rejeitaram o governo, mas também o Islã”, afirma. Contudo, ele ressalta que “a maioria está se direcionando ao secularismo e se mostra muito receptiva a outras ideias, incluindo o cristianismo, o que explica o crescimento da população evangélica no Irã”.

Fundada em 2000, a Iran Alive criou a maior rede de igrejas clandestinas do país, e desde então, mais de 15 mil iranianos aceitaram a Cristo através das transmissões via satélite.

Fonte: Comunhão com informações de The Christian Post

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