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Em busca de apoio dos evangélicos, governadores beneficiam igrejas

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Foto: Divulgação/Governo de SP)
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Foto: Divulgação/Governo de SP)

Apesar da constituição prever imunidade tributária para templos religiosos, diversos governadores tem promovido ações para beneficiar as igrejas evangélicas, a fim de obter apoio.

Segundo O Globo, os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do Rio, Cláudio Castro (PL) e do Pará, Helder Barbalho (MDB) isentaram o ICMS das igrejas, sendo que os dois últimos também promoveram isenções nas contas de gás e luz dos templos.

A imunidade tributária para os templos religiosos está prevista na Constituição Federal, mas o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) é de que a medida se aplica somente aos tributos diretos — tais como IPTU do imóvel da igreja ou Imposto de Renda.

Pastores têm se articulado junto aos parlamentares que compõem a bancada evangélica para que a imunidade também recaia sobre os tributos indiretos, a exemplo do ICMS isentado por Tarcísio.

O governador de São Paulo, autorizou que entidades religiosas em todo o Estado deixem de pagar ICMS sobre bens importados. A isenção consta em decreto publicado na segunda-feira, 3, no Diário Oficial.

No Rio e no Pará, Cláudio Castro e Helder Barbalho também promoveram isenções neste tributo, mas nas contas de gás e luz dos templos.

“Talvez aqueles que não professem nenhuma fé ou tenham uma visão econômica achem e tenham a triste visão de que é uma lei ruim, que tira recurso. E, para esses, digo que talvez falte entrar num trabalho social de uma igreja, de qualquer templo religioso, ou de um terreiro, e entender o quanto essas pessoas se devotam para fazer que o outro tenha uma vida melhor”, disse Castro durante o anúncio.

Influência política nas igrejas

Em março deste ano, Ibaneis Rocha assinou um decreto que regularizou os terrenos de 400 igrejas, templos e entidades de assistência social no DF. A iniciativa faz parte do programa “Igreja Legal”, implementado em 2019, que pretende regularizar, sem custo e com o perdão de tributos retroativos, templos de pequeno porte.

Segundo especialistas, tais medidas tem o objetivo de expandir a influência política entre os cristãos e fazer com que os líderes, que possuem poder, influenciem nos rumos das eleições. No entanto, o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, discorda desta suspeita. “A minha opinião é de que não fazem mais que a obrigação. As entidades religiosas, não só a Igreja Evangélica, têm imunidade tributária para qualquer bem da instituição”, disse.

Os benefícios para as igrejas teve início em 2019, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro liberou as igrejas do pagamento do ICMS por até 15 anos, além de ter perdoado a dívida de R$ 1,4 bilhão da contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), imposto da União que incide sobre o lucro líquido dos templos. O benefício, no entanto, foi cancelado pela Receita Federal em janeiro deste ano.

Imunidade total

A pauta da imunidade tributária é uma das principais da bancada evangélica neste ano. Atualmente, na Câmara, tramita uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de autoria do deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos), que busca expandir a imunidade para todos os tributos.

“A nossa intenção é que as igrejas possam usar as doações para comprar mantimentos, equipamentos, sem ter que pagar imposto. É a luz para fazer o culto, o ar-condicionado do casamento, a reforma dos templos…”, afirmou Crivella.

Em 2023, na tramitação da Reforma Tributária, o governo fez seu maior aceno ao grupo ao incluir um trecho na proposta que expande a isenção fiscal para todas as organizações filantrópicas e associações ligadas às igrejas. O acordo foi costurado pelo deputado federal Cezinha de Madureira (PSD-SP), junto aos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais).

Fonte: O Globo

Projeto de lei sobre discriminação religiosa aumenta as tensões na Austrália

Bandeira da Austrália (Foto: canva)
Bandeira da Austrália (Foto: canva)

Enquanto os políticos australianos se preparam para o debate sobre as novas leis de discriminação religiosa propostas, líderes religiosos seniores alertaram que, da forma como a legislação proposta se encontra atualmente, os grupos religiosos na Austrália podem sofrer um “grande retrocesso”.

A legislação proposta inclui a aceitação das recomendações do relatório da Australian Law Reform Commission (ALRC) sobre instituições educacionais religiosas e leis antidiscriminação e a remoção da seção 38 da Lei de Discriminação Sexual, que oferece proteção para escolas e outras instituições que levam em conta crenças religiosas ao contratar e demitir funcionários.

O primeiro-ministro Anthony Albanese propôs dar às instituições religiosas a capacidade de preferir professores com base em sua fé por meio da criação de uma nova Lei de Discriminação Religiosa, uma medida que atraiu críticas ferozes de organizações religiosas e igrejas, bem como da Oposição Federal.

Em uma carta assinada pelo Arcebispo de Melbourne, Peter A Comensoli, pelo Arcebispo de Sydney, Anthony Fisher OP, e pela diretora executiva da Comissão Nacional de Educação Católica, Jacinta Collins, os autores afirmaram que qualquer remoção da seção 38 da Lei de Discriminação Sexual exigiria que ela fosse substituída por uma legislação que oferecesse proteções mais precisas para escolas e corporações religiosas.

“Se as emendas (do governo) à SDA e a proposta de Lei de Discriminação Religiosa fossem promulgadas conforme a redação atual, haveria uma redução muito real e substancial nas liberdades legais e operacionais existentes para as instituições de educação religiosa”, disseram os arcebispos e a Sra. Collins.

“Em essência, retrocederíamos muito. As propostas atuais não forneceriam liberdade legal e operacional suficiente para que as instituições educacionais religiosas mantivessem seu ethos religioso e sua fidelidade às crenças e práticas religiosas.”

Na carta, os líderes católicos também apresentaram uma série de emendas que, segundo eles, garantiriam que as escolas religiosas mantivessem a capacidade de “gerenciar adequadamente” a conduta dos alunos quando necessário “para preservar o espírito religioso das instituições”.

O Arcebispo Fisher, um dos líderes católicos mais graduados da Austrália, advertiu que a Igreja poderia ter que recorrer a medidas mais radicais em resposta a uma violação das liberdades religiosas, levantando a possibilidade de retirar seus serviços educacionais, como aconteceu durante a greve da escola de Goulburn em 1962.

Em entrevista ao The Weekend Australian, ele disse que o fechamento de escolas católicas deve ser considerado “se nos for dito que não podemos levar a religião em consideração em quem empregamos ou no ethos de nossas escolas, o que está sendo bastante pressionado no momento”.

Ele acrescentou: “Portanto, há um exemplo, creio eu, de um ponto crítico que nos forçaria a considerar a retirada de um ministério”.

De acordo com o jornal nacional australiano The Australian, que obteve uma cópia da carta, a Igreja Anglicana apresentou propostas semelhantes, somando-se às objeções que já foram levantadas por vários grupos religiosos desde o início da discussão sobre a nova legislação.

As emendas propostas também se tornaram objeto de debate político, com a oposição exigindo que o Partido Trabalhista, que está no poder, leve em consideração as preocupações dos grupos religiosos ao elaborar as novas leis, e o partido minoritário dos Verdes e os grupos LGBT pressionando o governo a implementar as recomendações do ALRC.

O primeiro-ministro já sinalizou que não tentaria introduzir uma nova Lei de Discriminação Religiosa a menos que ela tivesse apoio bipartidário, mas até agora os dois principais partidos não conseguiram chegar a um consenso. No final do mês passado, surgiram alegações de que as negociações entre o Procurador-Geral Mark Dreyfus e sua colega da Coalizão, Michaelia Cash, haviam fracassado, depois que a Senadora Cash alegou que o Procurador-Geral foi “agressivo e humilhante” com ela durante uma reunião realizada para discutir a legislação.

A senadora Cash disse que o Sr. Dreyfus “precisa parar de brincar com sua legislação sobre discriminação religiosa”.

“Como eu disse ao Sr. Dreyfus, ele precisa levar em consideração o feedback que recebeu das comunidades religiosas e divulgar publicamente sua legislação”, disse ela.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Cristão perdem acesso a alimentos por não negarem Jesus na Índia

Cristãos na Índia (Foto: Portas Abertas)
Cristãos na Índia (Foto: Portas Abertas)

Cerca de 15 famílias cristãs em uma aldeia na Índia tiveram necessidades básicas negadas por três meses devido a uma ordem de restrição de serviços essenciais emitida pela autoridade do conselho da aldeia local no distrito de Bastar, estado de Chhattisgarh.

Quase 15 pessoas assinaram uma carta escrita ao chefe de polícia, alegando inúmeras atrocidades e discriminação.

Segundo o International Christian Concern, a carta contém uma queixa escrita contra o Gram Panchayat (conselheiro da aldeia) de Naspal, onde os cristãos são residentes.

O documento afirma que os cristãos são constantemente forçados a negar Jesus com as ameaças de boicotes socioeconômicos.

Além disso, a carta destaca que o Gram Panchayat está negando aos cristãos água potável, acesso a mercados e mercearias, e emprego para expulsá-los da aldeia e assumir o controle de suas casas e do gado.

Negar aos cristãos esses direitos se tornou um ciclo de ameaças e intimidação das mesmas autoridades que deveriam proteger os direitos de todos os aldeões, em muitos distritos de Chhattisgarh.

A região de Bastar é uma área dominada por tribos que consistem em centenas de aldeias, cujos residentes são normalmente conhecidos como Adivasis, que significa “habitantes originais”. Depois que muitos Adivasis aceitaram Jesus, o local se tornou um ponto de conflito nas aldeias.

‘Não negaram a fé’

Neste último caso, as 15 famílias teriam sido forçadas a doar dinheiro para a feira da deusa da aldeia e a comer alimentos pagãos oferecidos à ela. Se não o fizessem, seriam banidos da aldeia.

O conselho da aldeia aprovou uma declaração negando essas reivindicações. A declaração também afirmava que os cristãos não podiam realizar construções, comprar e vender terrenos ou realizar qualquer negócio de subsistência.

Eles também foram impedidos de cultivar suas terras agrícolas para se prepararem para a colheita de arroz na próxima estação. Além disso, aqueles que interagem com os crentes locais podem ser multados em cerca de três dias de salário.

O Gram Panchayat também decidiu proibir qualquer enterro de cristãos falecidos, mesmo que houvesse um cemitério cristão.

Na carta, os assinantes expressaram preocupação e medo por suas suas vidas. Porque apesar da perseguição, eles continuam servindo a Deus e pediram ao chefe da polícia que fornecesse segurança às suas famílias.

A Índia ficou em 11º lugar na Lista Mundial da Perseguição da Missão Portas Abertas de 2024 dos lugares mais difíceis para ser cristão.

Fonte: Guia-me com informações de International Christian Concern

Cristãos no Brasil celebram o Dia do Pastor

Pastor pregando (foto: reprodução)
Pastor pregando (foto: reprodução)

Em todo segundo domingo de junho, comemora-se o Dia do Pastor Evangélico no Brasil. O líder cristão tem um grande desafio nas mãos, que é discipular, ensinar, aconselhar e até mesmo advertir os fiéis que estão sob a responsabilidade espiritual dele. No salmo 23, Davi compara-se a uma ovelha e Deus a um pastor, função que ele desempenhou desde jovem. O futuro rei de Israel sabia que, assim como as ovelhas, ele também era indefeso, tinha medo de muitas coisas, vivia melhor coletivamente e precisava de uma direção para viver.

Qual é a origem do Dia do Pastor?

Em 5 de maio de 1955, o Jornal Batista publicou um artigo falando sobre o assunto, no qual também pedia uma oferta para líderes cristãos aposentados que precisavam da complementação da renda. Porém, o pedido de auxílio aconteceu para celebrar o Dia da Junta da Beneficência e não foi bem atendido. Então surgiu a mudança do nome da data para Dia do Pastor, já que a maioria dos que receberiam a assistência era ministro do evangelho. No entando, no segundo domingo de maio já acontecia o Dia das Mães, logo entenderam a necessidade de alterar também o mês da celebração, e por isso ficou decidido que no segundo domingo de junho seria comemorado o Dia do Pastor Evangélico.

Como é o trabalho de um pastor da Igreja Perseguida?

O trabalho de um pastor na Igreja Perseguida é repleto de desafios e riscos. Em Efésios 4.11, a Bíblia afirma que Deus deu dom aos homens e um dos listados é o de pastorear. Por isso, ser pastor não é um atributo conquistado por esforços humanos, mas sim um chamado para edificar a igreja de Jesus por meio do serviço e da liderança.

O pastor sírio George Moushi, da Alliance Church, em Qamishli, sabe que o lugar dele é onde as ovelhas estão. Por isso, apesar da guerra na Síria e os bombardeios na cidade onde mora, ele permaneceu no local apoiando os cristãos nas mais diversas necessidades. “Nós vemos pessoas remexendo lixeiras em busca de algo para comer. Coisa que nunca tínhamos visto antes”, contou em entrevista à Portas Abertas.

Diante de tanta necessidade, a igreja do pastor George tem funcionado como um Centro de Esperança. Não importa se a pessoa é cristã ou não, ela recebe comida, roupas, combustível e até moradia, e isso tem servido como testemunho do amor de Deus por ela. Nem mesmo a pandemia de COVID-19 impediu que o líder cristão e a igreja continuassem a amparar as pessoas que mais precisavam de socorro.

Quais os riscos de ser um pastor da Igreja Perseguida?

Os riscos enfrentados pelos pastores incluem pressão, violência e podem até perder a própria vida por amor a Jesus. É comum que muitos deles sejam presos e torturados até que prometam não falar mais do amor de Cristo e nem se reunir com outros cristãos.

Inthy* é um pastor do Laos que ficou isolado em uma cela escura com as mãos e os pés algemados por 49 dias. O “crime” cometido por ele foi “interromper a unidade da comunidade e reunir pessoas para adoração sem permissão prévia”.

A devoção dele a Jesus já o levou para a cadeia três vezes, mas a vida do pastor Inthy é testemunho para todos. “Para mim, meu pai é meu herói. Ele trabalhava arduamente todos os dias para garantir que fôssemos alimentados física e espiritualmente. Ele também é como o apóstolo Paulo da Bíblia. Está sempre preocupado em satisfazer a vontade e agradar a Deus, independentemente da perseguição que enfrentará”, afirma o filho do pastor, Kikeo*.

Quais as consequências de ser um pastor da Igreja Perseguida?

As consequências para os pastores muitas vezes afetam suas famílias e comunidades. O pastor Leopoldo do México sabe quanto custa ser líder de uma igreja em uma região onde há perseguição. Ele e a família foram expulsos da comunidade onde viviam porque decidiram compartilhar o evangelho com amigos e vizinhos e deixar de seguir os rituais e costumes religiosos do vilarejo.

Antes de serem expulsos, os cristãos foram proibidos de comprar alimentos e remédios nos comércios locais. Também tinham os cultos interrompidos frequentemente e os filhos do pastor Leopoldo eram hostilizados na escola. Além disso, o líder cristão foi agredido por uma multidão e ficou quatro dias preso.

Em 2017, ele veio ao Brasil e contou o testemunho dele em diversas igrejas espalhadas pelo país. “Estou grato ao Senhor, porque esse testemunho nos mostrou a vontade dele e hoje podemos dizer que há gratidão em nós, porque Deus nos permitiu viver tal situação para que o nome dele fosse glorificado e proclamado por cada um daqueles que passam pela perseguição”, reconhece o pastor.

Quais desafios os pastores da Igreja Perseguida enfrentam?

Os pastores da Igreja Perseguida enfrentam uma variedade de desafios, como risco de ser preso e até perder a vida por causa da fé em Jesus. Por exemplo, o pastor Zachariah teve sua fé abalada após perder esposa e filho em um ataque de extremistas fulanis a seu vilarejo na Nigéria. Mas, após receber cuidados pós-trauma, ele continua a liderar e encorajar sua congregação, lembrando que Deus não abandona aqueles que confiam nele. O Domingo da Igreja Perseguida (DIP 2024) uniu mais de 17 mil igrejas em oração pela África Subsaariana, destacando a importância de apoio espiritual para esses líderes.

Qual o privilégio de ser um pastor da Igreja Perseguida?

O maior privilégio de ser um pastor da Igreja Perseguida é poder ver e participar ativamente da obra de Deus em todo o mundo. Na Nigéria, o pastor Jeremiah viu a vila onde mora ser atacada por militantes fulanis. A igreja onde ele e outros cristãos se reuniam também foi incendiada, mas pela graça de Deus não ficou completamente destruída.

Apesar das mortes e da destruição, o pastor Jeremiah crê no poder do Deus que livrou outras pessoas e ele no incidente. Por isso crê na conversão dos agressores: “Oramos para que os extremistas entre os fulanis mudem os maus caminhos, porque alguns deles foram forçados a isso, enquanto outros endureceram os corações para fazer isso, mas nada é difícil para Deus”.

O pastor Jeremiah continua liderando os cristãos locais em direção à esperança. Ele lembra cada sobrevivente da graça de Deus e de que o Senhor tem planos para a vida deles. “Devemos dar glória a Deus. Ele está vivo e nos ajudará”, completa.

Assim como há o Dia do Pastor, muitas igrejas comemoram o Dia da Esposa do Pastor. Boa parte do trabalho do líder cristão é influenciada pelo relacionamento que ele tem com a família. Junto com os problemas familiares há os desafios de ser esposa de pastor.

  • Nomes alteados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Ministérios querem distribuir 90.000 Bíblias nas prisões de 70 países

Preso lendo a Bíblia na cadeia (Foto: canva)
Preso lendo a Bíblia na cadeia (Foto: canva)

Os ministérios “Prison Fellowship International” (PFI) e “Faith Comes By Hearing” (FCBH) assinaram recentemente uma parceria para alcançar 700 mil prisioneiros em 70 países nos próximos cinco anos.

O novo acordo tem o objetivo de compartilhar o Evangelho com milhares de prisioneiros e famílias, incluindo a distribuição de 90.000 Bíblias em áudio e vídeo em dezenas de idiomas para países que executam os programas “The Listener’s Way” (TLW) e “PromisePath” (PrP).

As organizações formaram cerca de 34.000 prisioneiros de TLW desde 2021 e expandiram sua parceria para compartilhar a Palavra de Deus com famílias de prisioneiros após observarem a fome e o desejo de conhecer mais as Escrituras.

“A expansão da nossa parceria para abranger mais cursos TLW e aumentar o nosso alcance às crianças e aos seus cuidadores através do PromisePath destaca o nosso compromisso conjunto de garantir que todas as pessoas afetadas pelo crime tenham acesso à mensagem do Evangelho”, disse Andy Corley, presidente e diretor executivo da Prison Fellowship International.

E continuou: “Observar a profunda vontade desses indivíduos em se envolver com as Escrituras reforça o potencial transformador que elas possuem em cada vida”.

Proclamação do Evangelho

O plano estima que 700 mil prisioneiros em 70 países terão a oportunidade de se formar no TLW.

O programa, que foi projetado para combater as frequentes barreiras do analfabetismo e a falta de acesso à eletricidade, conduz os presos através do Evangelho de Lucas e das Bíblias em áudio e vídeo, chamadas “Proclamadores e Aclamadores”, criados a partir de produções de alta qualidade na língua do coração de cada prisioneiro.

Os dispositivos podem ser carregados através de energia solar, tornando a Bíblia acessível em prisões e em países de difícil acesso.

A Palavra de Deus também será vista e ouvida por cerca de 90.000 filhos de prisioneiros e quase 40.000 profissionais de saúde em 30 países através do PrP — um programa comunitário onde voluntários fornecem uma rede de apoio para cada família.

O programa se baseia em intervenções como assistência educativa, orientação e fornecimento de recursos espirituais para ajudar crianças — que correm alto risco de exploração, abuso, negligência, trabalho infantil e comportamento criminoso — a quebrar o ciclo do crime e ter um futuro melhor.

“Nossa parceria estratégica para alcançar os menos favorecidos e perdidos do mundo com a Palavra de Deus já teve um impacto profundo, tocando a vida de milhares de indivíduos e famílias afetadas pelo encarceramento”, disse Jonathan Huguenin, diretor do ministério Faith Comes By Hearing.

“À medida que nos esforçamos para ampliar o nosso alcance, permanecemos firmes no nosso compromisso de fornecer esperança e nutrição espiritual através da Palavra de Deus a todos os que a procuram, promovendo o crescimento e a renovação nas comunidades em todo o mundo”, acrescentou.

Segundo o Christian Newswire, a parceria entre estas duas organizações missionárias representa um avanço significativo na difusão do Evangelho a nível mundial.

Com foco na expansão do acesso à Bíblia através do TLW e do PrP, esta colaboração visa continuar promovendo esperança e transformação nas prisões e comunidades em todo o mundo.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Newswire

Pastor que disse orar pela morte do ator Paulo Gustavo é absolvido pela Justiça

O pastor José Olímpio (esquerda), da Assembleia de Deus de Alagoas, disse orar pela morte do ator Paulo Gustavo (direita).
O pastor José Olímpio (esquerda), da Assembleia de Deus de Alagoas, disse orar pela morte do ator Paulo Gustavo (direita).

O pastor José Olímpio, que fez uma declaração polêmica sobre o humorista Paulo Gustavo, conseguiu sua absolvição em segunda instância.

A falta de provas para classificar a fala polêmica do pastor foi avaliada pela Justiça como decisiva para absolvição de José Olímpio. À época, o pastor comentou o estado grave de saúde que Paulo Gustavo enfrentava, como consequência da covid-19, dizendo que orava para que o humorista partisse para estar com seu “dono”:

“Esse é o ator Paulo Gustavo que alguns estão pedindo oração e reza. E você vai orar ou rezar? Eu oro para que o dono dele o leve para junto de si”, escreveu Olímpio, na ocasião.

O caso foi denunciado à Justiça, e a família de Paulo Gustavo apresentou prints da postagem feita pelo pastor. Há pouco mais de dois anos, a Justiça decidiu contra Olímpio, condenando-o a 2 anos e 9 meses de detenção, mas a pena foi convertida a prestação de serviços à comunidade.

A defesa do pastor da Assembleia de Deus em Alagoas recorreu da condenação, e agora o juiz que analisou o caso apontou não ter encontrado uma “prova plena” de que a fala de José Olímpio teria cunho preconceituoso contra homossexuais.

O juiz Alberto Jorge Correia de Barros Lima aceitou o questionamento da defesa do pastor se a condenação não poderia ser vista como uma “interpretação desfavorável” ao réu, sem base legal.

O magistrado destacou que as provas apresentadas pela família do humorista permitiam uma interpretação divergente da acusação feita, pois poderia evidenciar um desejo de que Paulo Gustavo recebesse alívio de seu sofrimento na internação, pois a expressão “dono dele” não indicava uma entidade maligna ou Deus.

Ao final, o juiz Barros Lima concluiu que na falta de provas mais concretas para condenar o pastor assembleiano, não poderia manter a sentença baseado em suposições. O caso ainda cabe recurso à instância superior.

Paulo Gustavo faleceu em 4 de maio de 2021, de complicações de COVID-19 que resultaram em morte cerebral.

Fonte: G1, Correio Braziliense, Gospel Mais e Congresso em Foco

Joyce Meyer abre fábrica para produzir comida para 50 mil crianças por dia na África

A fábrica irá salvar muitas vidas na região. (Foto: Reprodução/Instagram/Joyce Meyer)
A fábrica irá salvar muitas vidas na região. (Foto: Reprodução/Instagram/Joyce Meyer)

Na última terça-feira (4), a autora cristã Joyce Meyer anunciou em suas redes sociais a abertura de uma fábrica de suprimentos no Zimbabwe, África.

Através da “Hope Factory” mais de 50.000 crianças receberão comida por dia.

“Acabámos de abrir a nossa nova fábrica de alimentos no Zimbabwe, África. Temos esperança de alimentar milhares e milhares de pessoas no futuro”, afirmou Joyce no Instagram.

Joyce também agradeceu aos doadores do projeto, que irão salvar vidas.

O projeto

Em um relatório anual do ministério de Joyce, a missão informou, que todos os dias, milhões de crianças e famílias vão para a cama com fome e acordam sem ter o que comer.

Outros não têm água potável e muitas vezes caminham quilômetros para conseguir uma água, que apesar de “limpa”, não é apropriada para beber e cozinhar, assim muitos adoecem.

“Mas pela graça de Deus, juntos, somos capazes de suprir milhões de refeições nutritivas para quem precisa e fornecer poços de água que melhoram a qualidade de vida de comunidades inteiras”, compartilhou a missão.

“Não há nada melhor do que salvar a vida de uma criança desnutrida, compartilhar alívio para uma família e ver a alegria retornar aos seus rostos”, acrescentaram.

Shelly Meyer, responsável pelas relações internacionais, testemunhou: “Já viajei por todo o mundo e não há sentimento maior do que testemunhar o alívio de uma família depois de termos ajudado a resgatar o seu filho subnutrido ou ver uma comunidade se alegrar por ter água potável”.

Conforme o relatório, mais de 494 milhões refeições foram servidas desde o início do ministério, sendo 29 milhões, em 2023.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma a cada 11 as pessoas enfrentam a fome diariamente no mundo. No Laos, Nang See, uma criança que foi ajudada pelo projeto, costumava ter problemas de estômago e dores de cabeça devido a desnutrição.

No entanto, desde que frequentou o programa de alimentação, ela é saudável e melhorou seu rendimento na escola. Além disso, a menina também aprendeu sobre Jesus, e toda a sua família chegou à fé.

A missão também instalou poços em alguns dos lugares mais remotos da terra.

Em 2023, foram construídos 310 poços de água potável em 15 nações. Até hoje, o projeto alcançou cerca de 41 países com um total de 2.427 poços.

Fonte: Guia-me

Mulher cristã é presa sob acusação de blasfêmia no Paquistão

Por serem mais vulneráveis perante a sociedade, as mulheres e meninas cristãs estão mais propícias à perseguição (Foto: Portas Abertas)
Por serem mais vulneráveis perante a sociedade, as mulheres e meninas cristãs estão mais propícias à perseguição (Foto: Portas Abertas)

Uma mulher cristã no Paquistão permanece na prisão sob acusações infundadas de blasfêmia depois que um juiz rejeitou seu pedido de fiança na segunda-feira (3 de junho), disseram fontes.

Stella Khawar, 28 anos, foi presa em 12 de maio em Kharota Syedan, na área de Kotli Loharan do distrito de Sialkot, província de Punjab, e foi acusada de ferir os sentimentos religiosos dos muçulmanos, disse seu marido, Khawar Shahzad.

“O advogado disse que agora pedirá fiança no tribunal de sessões”, disse Khawar Shahzad. “Não sei qual será o resultado devido à pressão exercida por grupos religiosos, mas minha prioridade no momento é manter meu filho a salvo de qualquer dano.”

Com os defensores dos direitos suspeitando de uma campanha organizada contra os cristãos após as tensões em Jaranwala em 16 de agosto, as acusações contra Stella Khawar remontam a supostos incidentes em agosto e janeiro.

“Depois dos ataques de 16 de agosto de 2023 a igrejas e casas de cristãos em Jaranwala, houve três ou quatro incidentes em nosso vilarejo em que conteúdo blasfemo foi encontrado escrito em cédulas de dinheiro e outros materiais, inclusive sacolas de compras”, disse Khawar Shahzad ao Christian Daily International-Morning Star News. “Isso causou muita tensão em nossa localidade, mas ninguém sabia quem estava por trás dessas ações.”

Há cerca de 300 a 350 famílias cristãs estabelecidas em Kotli Loharan. Membro de uma igreja pentecostal, Khawar Shahzad disse que o último incidente ocorreu no vilarejo em 10 de maio, quando alguém encontrou conteúdo blasfemo escrito em um papel. Em vez de registrar um novo Relatório de Primeiras Informações (FIR), a polícia nomeou Stella Khawar nos FIRs de agosto e janeiro que foram registrados anteriormente contra “pessoas desconhecidas”, disse ele.

“Estávamos na casa dos meus sogros em 12 de maio quando a polícia chegou e levou Stella sob custódia”, disse Khawar Shahzad. “Eles alegaram que tinham provas ‘concretas’ de que ela era responsável pelos incidentes de suposta blasfêmia. Ficamos atônitos com a alegação, mas não havia nada que pudéssemos fazer para impedir que a polícia levasse Stella com eles.”

O casal tem um filho de 4 anos. Khawar Shahzad disse que não pôde se encontrar com sua esposa desde que ela foi presa.

“Minha esposa é uma cristã devota e, como outros membros da comunidade, ela também ficou muito chateada após os ataques em Jaranwala”, disse ele. “No entanto, ela nunca disse ou fez nada na minha frente ou na frente de outros membros da família que mostrasse que ela poderia estar envolvida em qualquer atividade desse tipo.”

O autor da queixa nos casos contra sua esposa e outros muçulmanos estão exercendo forte pressão sobre ele para que se abstenha de buscar uma defesa para sua esposa, disse ele.

“A situação é tal que, até o momento, não consegui nem mesmo encontrar Stella e perguntar a ela sobre a veracidade da alegação”, disse ele. “Uma organização de ajuda cristã contratou um advogado para apresentar um pedido de fiança na semana passada, mas o magistrado o rejeitou em 3 de junho, segunda-feira.”

A polícia de Kotli Loharan prendeu Stella Khawar sob acusações de blasfêmia em um caso em 27 de agosto e outro em 7 de janeiro. Ambos os FIRs foram registrados por um líder de oração muçulmano local, Syed Jawad Ali, alegando que pessoas não identificadas haviam jogado conteúdo blasfemo em diferentes lugares da aldeia com a intenção de alimentar a tensão religiosa entre as comunidades muçulmana e cristã, disse Khawar Shahzad.

As acusações foram registradas de acordo com a Seção 295-A dos estatutos de blasfêmia, que prevê 10 anos de prisão para os condenados por ultrajar intencionalmente os sentimentos religiosos, e a Seção 505, que se refere a causar intencionalmente medo no público e prejudicar a tranquilidade pública. É punível com prisão de até sete anos.

Cristãos são alvos de ataques

Ativistas de direitos humanos disseram que os incidentes recentes em Kotli Loharan foram motivo de grande preocupação e indicam uma campanha maior contra os cristãos da região.

“Pelo menos 300 a 350 famílias cristãs estão instaladas em Kotli Loharan, e tem havido repetidas tentativas de provocar tensão religiosa nessa área desde o incidente de Jaranwala em 16 de agosto”, disse o ativista de direitos Shahzad Imran ao Christian Daily International-Morning Star News. “Parece que uma campanha organizada foi lançada contra os cristãos, a maioria dos quais são pessoas pobres da classe trabalhadora.”

Imran lembrou que, no início deste ano, uma gangue muçulmana em Kotli Loharan torturou dois irmãos cristãos para que recitassem o credo islâmico de conversão. Azam Masih, 28 anos, e seu irmão, Nadeem Masih, foram sequestrados, espancados com barras de ferro e pressionados a se converterem ao Islã em 22 de janeiro. Os suspeitos – Naseem Shah e Sunny Shah – também gravaram uma declaração em vídeo dos dois irmãos, na qual eles foram forçados a dizer que estavam se convertendo ao islamismo por vontade própria.

Os irmãos e sua família cristã empobrecida optaram por manter silêncio sobre a provação, pois os suspeitos os advertiram a não entrar em contato com a polícia. No entanto, com o apoio de ativistas cristãos, os irmãos registraram um FIR contra os muçulmanos, o que resultou na prisão deles.

Imran disse que a situação na área ficou tensa após a prisão de Stella Khawar, e ele e outros estavam em contato com líderes muçulmanos para acalmar a situação.

“Sinto que há uma trama mais sinistra por trás desses casos contra os cristãos”, disse ele. “Apelo ao governo para que realize uma investigação de alto nível sobre as alegações contra Stella. É bem possível que ela tenha sido alvo das mesmas pessoas que querem perturbar a paz e incutir medo nos cristãos de lá.”

O ativista de direitos Napolean Qayyum disse que o incidente recente em Sargodha, no qual uma multidão muçulmana linchou um cristão idoso sob falsas acusações de blasfêmia e queimou sua fábrica de calçados, mostrou como as leis controversas estavam sendo usadas indevidamente para resolver rivalidades pessoais.

“As falsas alegações de blasfêmia se tornaram uma norma no Paquistão”, disse Qayyum. “Ninguém está seguro agora, nem mesmo os muçulmanos. Os recentes atos de violência mostram que os cristãos são particularmente vulneráveis na província de Punjab. O governo precisa levar muito a sério todos os incidentes envolvendo acusações de blasfêmia e deve garantir a proteção das minorias contra ataques de multidões.”

O Paquistão ficou em sétimo lugar na Lista Mundial da Perseguição 2024 da Portas Abertas, que mostra os lugares mais difíceis para ser cristão.

Folha Gospel com informações de Morning Star News

Igreja multada por organizar acampamento de verão na China

Bandeira da China (Foto: Canva pro)
Bandeira da China (Foto: Canva pro)

Uma congregação recebeu uma multa de 95 mil yuans (moeda chinesa) depois que um acampamento de verão organizado pelos cristãos locais foi descoberto pelas autoridades, na China. No entanto, eles não pagaram o valor por dificuldades financeiras.

Quando o acampamento foi descoberto, três membros da igreja foram interrogados, em busca de informações sobre outros cristãos. A comunidade cristã é considerada uma igreja de pequena escala, com aproximadamente 60 membros. Eles compartilharam que essa não foi a primeira vez que as autoridades os pressionaram.

“O líder da igreja costumava ser chamado para tomar chá – expressão idiomática que significa ser interrogado na delegacia –, pois descobriram que ele tinha conexão com outras igrejas. Ele é influente na região.” Pela segurança do próprio líder cristão e também de outros membros da igreja que estavam em risco, ele foi realocado temporariamente.

Na ausência do líder, outros membros se dispuseram para continuar o trabalho e estão unidos. “Esses irmãos e irmãs na fé ainda buscam perseverar e permanecerem juntos para enfrentar esse incidente”, afirmou Li. “Esperamos que por meio de nossa visita, eles vejam o cuidado de Deus e saibam que não estão sozinhos. Em breve eles devem comparecer novamente perante as autoridades para mais esclarecimentos”, conclui.

Fonte: Portas Abertas

Glorify abre inscrições para concurso musical gospel

Concurso musical Glorify + Julia Vitoria (Foto: Reprodução/Glorify)
Concurso musical Glorify + Julia Vitoria (Foto: Reprodução/Glorify)

O Glorify, maior aplicativo de devocional cristão do mundo, em parceria com a ministra, compositora e idealizadora da conferência “De Dentro Pra Fora”, Julia Vitoria, lançam o Concurso Musical 2024 voltado para talentos independentes do cenário gospel.

Os interessados devem enviar suas próprias produções musicais de louvor e adoração, ou músicas que estejam em domínio público em formato MP3 diretamente no site do aplicativo até o dia 17 de junho. Atenção: é importante preencher todos os campos do formulário disponibilizados pelos canais oficiais do Glorify como nome, email, telefone e perfil do Instagram para concorrer. Não é necessário ser assinante do aplicativo.

“Estamos buscando levitas, pessoas que louvam a Deus verdadeiramente por meio da música e desejam compartilhar essas canções através do nosso App. Para os interessados, ressaltamos que coesão teológica e qualidade técnica, além de originalidade e criatividade são pontos importantes da nossa avaliação. Portanto, a melodia e a letra da música são fundamentais”, reforça Bárbara Benevenuto, Gerente de Marketing Brasil do Glorify.

Os 10 nomes ganhadores terão acesso aos seguintes prêmios:

  • Terão suas músicas publicadas no Glorify App e serão usadas como fundo musical em conteúdos postados no Instagram oficial do Glorify.
  • Participarão de uma entrevista que gerará um post no Instagram do aplicativo.
  • Um release a ser divulgado para veículos de imprensa.
  • 1 hora de mentoria online em grupo com Julia Vitória e Paulo Alberto, Diretor executivo e artístico do Dom Reality e grandes artistas, em data a ser confirmada.

O resultado será divulgado no dia 27 de junho no Instagram oficial do Glorify App no Brasil. Clique aqui e confira a regulamentação completa do concurso.

Sobre o Glorify

Fundado em 2019 pelo empreendedor britânico Henry Costa, o Glorify é um aplicativo cristão de devocional diário que cria espaço e estrutura para que todas as pessoas se conectem com Deus todos os dias.

Projetado para ajudar a adquirir bons hábitos de adoração com conteúdo de qualidade, o Glorify oferece leituras diárias da Bíblia sobre temas relevantes, meditação guiada, música de adoração e espaço para reflexão e oração. Cristãos em todo o mundo são guiados por pequenas rotinas de adoração para fortalecer seu relacionamento com Deus e reabastecer seu espírito todos os dias.

O aplicativo está disponível para download na Google Play Store e Apple Store.

Com informações de Engaje! Comunicação

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