O pastor da Igreja Pentecostal Evangélica Deus é Vida, João Rodrigues, foi assassinado em Viana, no Maranhão. Segundo a polícia, o crime foi cometido pelo próprio neto, de 17 anos.
O homicídio aconteceu por volta das 19h desta terça-feira (27), na residência do pastor, que fica atrás da igreja. Após matar o avô a facadas durante um ‘surto’, o neto fugiu do local, mas foi rapidamente encontrado.
“O pai [do assassino] informou que o jovem usou drogas quando tinha 14, 15 anos, e passou a fazer tratamento, que culminou em uma depressão. Também haviam alguns furtos na casa, inclusive eles tinham que viver escondendo coisas na residência. Ontem, ele [assassino] surtou, mas já estava com a faca na camisa, e partiu pra cima do avô, sem motivo algum. Não teve discussão, nem nada”, informou o delegado em Viana, Marcelo Magno.
Após receber três golpes de faca na região do peito e da barriga, o pastor João ainda foi socorrido por moradores e levado a um hospital, mas não resistiu.
O neto do pastor João tentou se esconder em um terreno abandonado próximo a MA-014, mas foi apreendido e levado à delegacia. Ele já foi ouvido e poderá ser encaminhado à internação, já que é menor de idade.
“Ele [assassino] realmente não sabe o que fala. Está totalmente desnorteado. Aparentemente apresenta problemas mentais. Diz que não sabe porque fez. Uma hora diz que o avô era uma pessoa boa, depois que diz que era uma pessoa má. Diz que viu imagens e ouviu vozes”, contou o delegado Marcelo, que disse que irá encaminhar o caso ao Ministério Público.
Deputados na União Europeia (Foto: Portas Abertas)
Os dados da Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2024 foram apresentados no parlamento da União Europeia (UE). Deputados representantes do Parlamento Europeu, da Comissão e do Serviço Europeu para a Ação Externa participaram da reunião e conheceram melhor a realidade dos cristãos perseguidos no mundo.
Os representantes da Portas Abertas explicaram a situação dos cristãos de origem muçulmana do Iêmen e do Sudão e contexto geral da região do Oriente Médio e Norte da África. Para isso utilizaram dados e testemunhos de seguidores de Jesus nos territórios.
Um deputado da Eslováquia foi tocado pela causa da Igreja Perseguida e testemunhou: “Pensei que vim aqui hoje para cumprir o meu mandato político, mas não esperava que isso aprofundaria a minha fé”.
O que é a União Europeia?
Após a Segunda Guerra Mundial, políticos europeus entenderam que a união entre eles seria a solução para por fim aos conflitos frequentes, que resultaram na guerra. A partir da fundação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço em 1951, surgiu uma cooperação econômica e política entre os países da Europa. Em 19 de março de 1958, ocorreu a primeira reunião da Assembleia Parlamentar Europeia, a antecessora do Parlamento Europeu.
De acordo com a União Europeia, seu objetivo é contribuir para a paz e segurança, a solidariedade e o respeito entre os povos. Além disso, visa favorecer o comércio livre e equitativo, a erradicação da pobreza e a proteção dos direitos humanos.
Apresentar os dados da LMP 2024 na UE deu voz aos cristãos perseguidos, que muitas vezes são negligenciados e calados em seus próprios países. Outro fator importante é que a UE tem força política e econômica para pressionar governos ditatoriais no que diz respeito a direitos humanos e liberdade religiosa.
Igreja destruída na Índia (Foto: Morning Star News)
No dia 13 de fevereiro, aproximadamente, 14 pessoas foram feridas em um ataque a igreja no estado de Telangana, Índia. A imprensa local relatou que um grupo de 200 pessoas fez o atentado depois que membros da igreja participaram de protestos contra a ampliação de uma rua.
“Os moradores do vilarejo queriam a ampliação da rua, mas os cristãos protestaram porque a obra invadiria o terreno da igreja. A discussão cresceu a ponto de uma grande multidão se juntar e atacar a igreja com pedras, tijolos de concreto e pedaços de pau até quebrarem as portas do templo. Uma menina ficou com o rosto ferido durante o ataque”, disse um investigador da polícia ao portal de notícias The Hindu.
De acordo com a parceira local da Portas Abertas, Priya Sharma, as notícias chocaram a comunidade cristã no estado de Telangana. “O ataque a cristãos é um indício da perseguição. Há muitos outros locais de adoração na rua e eles não são demolidos. Por que uma igreja deveria ser vandalizada e demolida para a ampliação da via? A igreja está há décadas naquele local. Se a igreja protestou contra a ampliação da rua, as autoridades poderiam ter intervido para resolver a situação amigavelmente”, conta Priya.
Intolerância religiosa
O parente de uma das vítimas disse ao portal de notícias TNIE: “Meu povo, que pertence à comunidade de dalits, foi abusado verbalmente e agredido fisicamente com barras de ferro e pedaços de pau. Eles atiraram pedras na igreja e destruíram a cruz”. Um dos líderes políticos que visitou o local depois do incidente acusou os partidos da oposição como responsáveis pelo ataque.
“Eles afirmam que a causa do conflito foi a ampliação da rua, mas, na verdade, é pura intolerância”, disse o político. O comissário de polícia impôs a seção 144 da lei – uma ordem que proíbe a reunião de quatro pessoas ou mais –, para evitar perigo iminente ou perturbações na região. A polícia garantiu a restauração da paz e começou a agir contra os agressores. Onze pessoas foram presas.
Paulson (pseudônimo), outro parceiro local que atua no Sul da Índia, disse que a comunidade cristã está revoltada com o incidente. “Considerávamos esse estado seguro para cristãos comparado a outras partes do país. Mais uma vez fica provado que não há um lugar seguro para os cristãos no nosso país, onde os seguidores de Jesus são [frequentemente] espancados e gravemente feridos.”
Paulson acrescenta que “com isso, nossa responsabilidade de orar e pregar o evangelho da paz para com todos aumenta. Como parceiros da Portas Abertas precisamos de forças para alcançarmos e capacitarmos cristãos locais a permanecerem firmes em meio à perseguição”.
Você pode ajudar cristãos vítimas de violência na Índia. Sua doaçãopermite que eles recebam alimentos, cuidados pós-trauma e outros itens de necessidade básica.
A série "The Chosen", baseada na Bíblia, acompanha a história de Jesus e seus discípulos (Foto: Reprodução)
Novos dados que demonstram o alcance e o impacto da série cristã “The Chosen”, destacaram que mais da metade dos espectadores da produção não são cristãos.
A vice-presidente de conteúdo original de The Chosen, Katherine Warnock, compartilhou detalhes da nova pesquisa:
“Recentemente, recebemos alguns dados que mostraram que cerca de metade [dos telespectadores] eram cristãos praticantes ou cristãos culturais”, disse ela ao Christian Headlines.
“A outra metade estava curiosa sobre o cristianismo ou simplesmente não tinha fé cristã. E ficamos profundamente surpresos com isso”, acrescentou.
Segundo Katherine, a pesquisa também relatou outros dados surpreendentes.
“Também ficamos surpresos com a quantidade de jovens da Geração Z e mais novos que estavam assistindo nosso programa. Nosso público principal é definitivamente da geração Y e mais velhos”, explicou ela.
E continuou: “Há um equilíbrio entre mulheres e homens assistindo ao nosso programa, o que é maravilhoso — porque a igreja definitivamente não é tão equilibrada às vezes — e depois ver a geração mais jovem, mas também o público não cristão, vir à mesa foi uma alegria”.
Para todos os públicos
Katherine disse que Dallas Jenkins, criador da série, e sua equipe de redatores, têm o objetivo de atingir todos os públicos.
“Quando Dallas e os escritores dizem: ‘Queremos que o mundo seja apresentado ao Jesus autêntico’, eles estão falando sério”, afirmou ela.
“O Jesus da Bíblia atraiu todos os tipos de pessoas e cosmovisões”, acrescentou.
Recentemente, Katherine e sua equipe ouviram um fã da série que é agnóstico [pessoas que afirmam que Deus pode ou não existir] e disse que muitas vezes chora assistindo os episódios.
Durante a entrevista, Katherine confirmou que a 5ª temporada de The Chosen irá abordar a entrada de Jesus em Jerusalém para a Semana Santa.
“A 6ª e a 7ª temporada incluirão a crucificação e a ressurreição, respectivamente”, disse ela.
The Chosen foi lançado em 2017, mas viralizou durante a pandemia da Covid-19 em 2020. Hoje, a série teve mais de 770 milhões de visualizações em seus episódios.
Com mais de 200 milhões de espectadores, “The Chosen” é um dos programas mais assistidos do mundo e acumula mais de 12 milhões de seguidores nas redes sociais oficiais da produção.
Atualmente, a 4ª temporada da série está sendo transmitida nos cinemas dos EUA.
No Brasil, a produção chegará às telonas no dia 21 de março. Após o término dos dois primeiros episódios nos cinemas, The Chosen divulgará a estreia da temporada completa em plataformas de streaming, incluindo o aplicativo “The Chosen” e outros apps móveis como Netflix e Prime.
Fonte: Guia-me com informações de Christian Headlines
Famílias cristãs iraquianas voltam ao lar depois de 10 anos. (Foto: Portas Abertas)
No início de fevereiro, 22 famílias cristãs deslocadas internas retornaram da área administrativa de Dohuk para suas cidades natais, na planície de Nínive. A maioria das famílias são residentes do distrito de Qaraqosh. Elas estavam deslocadas desde 2014, quando extremistas do Estado Islâmico tomaram o controle da planície de Nínive.
Seguranças acompanharam o retorno das famílias às áreas residenciais. Elas contam com nossas orações para que o processo seja concluído com segurança e estabilidade e por força para todos que precisam recomeçar a vida depois de terem passado tanto tempo longe de casa.
Algumas semanas antes, os cristãos locais receberam outra boa notícia. Uma igreja local em Bagdá celebrou a ordenação de 12 diáconos. A cerimônia foi conduzida por Basilius Yaldo com o apoio do líder cristão Mar Shalemon Wardoni. A igreja está muito feliz pelos novos servos dispostos a trabalhar na igreja e conta com nossas orações para que eles tenham sabedoria e forças para cumprir o ministério ao ajudar a igreja e a comunidade cristã na capital do Iraque.
Outro motivo de gratidão para as pessoas no Iraque são as chuvas deste ano. No inverno, as precipitações caíram na quantidade que eles precisavam. O reservatório de água de Dohuk Dam, no Norte do Iraque, está cheio. É dali que o abastecimento da cidade de Dohuk e vilarejos no entorno vem. No ano passado, durante o inverno, as chuvas foram tão poucas que muitas plantações foram perdidas. A comunidade está muito grata a Deus por essa bênção.
Forças para permanecer
No entanto, a igreja no Iraque ainda enfrenta desafios. Os cristãos de origem muçulmana precisam de forças para permanecerem na fé, especialmente nos dias mais difíceis. Além disso, em janeiro deste ano, outro ataque de mísseis atingiu o país. A situação se tornou incerta e deixou muitas pessoas ansiosas e apreensivas.
Por isso, é importante que líderes e cidadãos do Iraque encontrem forças e sabedoria para resistir a esses tempos desafiadores com esperança. Além disso, a restauração da paz é essencial para o vislumbre de um futuro melhor para a comunidade cristã local, cansada dos ataques e da pressão. Ao mesmo tempo, líderes cristãos reconhecem o impacto de nossas orações pela região, que demonstram nosso amor e cuidado por eles e que não estão sozinhos.
O cristão Odai, que vive na cidade de Qaraqosh, é casado e tem quatro filhos (dois meninos e duas meninas) e foi socorrido com o nosso projeto de geração de renda. Com a ajuda, ele começou uma pequena gráfica em sua cidade natal. Outro cristão local, Khalid, também conseguiu os recursos, como máquina de costura, de que precisava para abrir uma pequena loja de costura. Ele também é casado, tem um filho e uma filha, e por meio do apoio do projeto de geração de renda está conseguindo sustentar sua família.
Um dos líderes cristãos no Sul do Iraque expressou o desejo de que toda comunidade cristã que permaneceu na região seja testemunha do amor de Deus e luz para as pessoas, ao demonstrar compaixão, respeito e graça que os aproximem de Cristo. Reserve alguns minutos para orar por esse pedido hoje.
O grupo islâmico Al-Shabaab atacou 14 igrejas em Moçambique. (Foto: Instagram/William Hart).
A missionária Heidi Baker voltou a pedir oração pelos cristãos em Moçambique, após uma onda de ataques do grupo islâmico Al-Shabaab à igrejas.
Nas últimas semanas, na província de Cabo Delgado, 14 igrejas foram totalmente queimadas, pastores foram mortos e outros líderes estão desaparecidos, de acordo com a missão Iris Global.
Em uma das últimas atualizações sobre a situação na última sexta-feira (23), o evangelista local Antonio relatou que os extremistas continuam realizando ataques na região e afirmaram que o alvo são os cristãos.
“Eu tenho uma família que, recentemente, foi atacada, eu perdi duas crianças da minha família nesses ataques. Crianças que nem sabem de nada, eles não merecem todos esses problemas que estão acontecendo. Al-Shabaab continua atacando e, agora, eles dizem que querem matar os cristãos verdadeiros”, disse Antonio, ao lado de Heidi, em vídeo no Instagram.
Em outro vídeo, publicado na segunda-feira (26), o evangelista ainda contou que alguns de seus familiares fugiram de suas casas e se esconderam no mato por cerca de 5 dias, sem poder se alimentar.
Antonio suplicou que cristãos de outras partes do mundo intercedam pela Igreja em Moçambique.
“Como você consegue ficar firme em um tempo difícil como esse? Quando você ouve que sua família em Cristo que você ama está sendo perseguida todos os dias pelo Al Shabab. Continue orando por eles”, pediu o evangelista.
Segundo a Missão Portas Abertas, aldeias e igrejas foram atacados por extremistas ligados ao Estado Islâmico desde o dia 9 de fevereiro, deixando um número ainda desconhecido de mortos e feridos.
A violência de grupos islâmicos levou muitas pessoas a fugirem de suas casas e agora estão deslocados.
Conforme a missão, a violência se tornou um problema comum que os cristãos moçambicanos têm enfrentado.
“Esta é a situação da Igreja em Moçambique, especialmente aqui no Norte. Em Moçambique, nós cristãos somos alvo de muitas perseguições, muitos cristãos são violentados, mortos e várias igrejas e casas destruídas”, explicou o pastor local Mario Artur.
Comissão especial analisa a PEC que amplia a imunidade tributária para igrejas (Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados)
A comissão especial destinada a analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 5/23, que amplia a imunidade tributária para templos de qualquer culto, aprovou nesta terça-feira (27) o texto do relator, deputado Dr. Fernando Máximo (União-RO). O texto original da medida também previa benefícios aos partidos políticos, mas o substitutivo do relator retirou essa parte da proposta.
A versão aprovada proíbe a cobrança de tributos sobre bens ou serviços necessários à formação do patrimônio, à geração de renda e à prestação de serviços de todas as religiões. O texto ainda prevê expressamente que também não podem ser tributadas as organizações assistenciais e beneficentes ligadas a confissões religiosas, como creches, asilos e comunidades terapêuticas, entre outras.
Atualmente, a Constituição já proíbe o poder público de cobrar impostos de igrejas. No entanto, a imunidade tributária vale somente para o patrimônio, a renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades. Não podem ser isentos, por exemplo, os salários dos pastores.
Na opinião do deputado Dr. Fernando Máximo, o aumento da receita das igrejas com o não pagamento de impostos vai permitir que elas ampliem a prestação de serviços à comunidade. “Igrejas estão tirando pessoas do crime, triando pessoas das drogas, do álcool, da depressão e do suicídio, estão trazendo paz para o nosso País”, ressaltou.
Máximo defende que a atuação dessas instituições representa economia para o Estado. “Elas conseguem resgatar esses cidadãos, trazendo para a sociedade de volta, trazendo para o trabalho, evitando crime, fortalecendo a família, dando mais anos de vida”, completou.
Fernando Máximo explica que a imunidade tributária de igrejas existe no Brasil desde a Constituição de 1946. Daquele período até a promulgação da Constituição atual, o benefício era integral, não apenas para atividades relacionadas com finalidades essenciais dos templos. Foi a Constituição de 1988 que fez essa restrição, que a PEC aprovada revoga mais uma vez.
O autor da proposta, deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), comemorou a aprovação. Para ele, a proposta corrige uma injustiça. “As igrejas não podem sofrer esse prejuízo porque quem as sustenta são seus membros, são os fieis, que já pagamos impostos sobre a nossa renda, sobre tudo o que consumimos e sobre o patrimônio.”
Tramitação A proposta ainda terá de ser votada em dois turnos pelo Plenário da Câmara. Para ser aprovada, precisa do voto favorável de pelo menos 308 deputados em cada votação.
Atualmente, a Ásia é o continente onde o Cristianismo mais avança. A informação está no relatório divulgado, recentemente, pelo The Center for the Study of Global Christianity, centro de pesquisa que monitora os dados sobre missões ao redor do mundo.
Há mais de 415 milhões de cristãos no continente asiático, conforme aponta o levantamento. Na região, a partir de 2020, a fé cristã avançou a uma taxa de 2,11%. Outra informação é que, mesmo com a perseguição religiosa e os desafios dos trabalhos evangelísticos, a Igreja asiática continua crescendo.
Cabe destacar que o continente asiático é uma das regiões com maior incidência de perseguição extrema e severa contra cristãos. É grande a pressão de extremistas islâmicos, hinduístas e budistas.
Isso está evidenciado na Lista Mundial da Perseguição 2024, elaborada por Portas Abertas. Dos 50 países, que formam o documento, 18 são nações asiáticas. Em primeiro lugar, inclusive, está a Coreia do Norte.
Onda de violência O fechado regime governamental de Kim Jong-un enxerga o Cristianismo como uma ferramenta utilizada pelas potências ocidentais para colonizar outros países. Por isso, divulga para a população os “perigos” do clero, dos missionários e das Sagradas Escrituras.
Já na China, o Partido Comunista Chinês (PCC) reprime o Cristianismo ao fechar igrejas e prender líderes cristãos, além de proibir a venda de Bíblias. E na Índia, ocorrem frequentes ataques contra pastores e missionários. Eles são realizados pelos nacionalistas hindus. Isso vem ocorrendo com frequência desde 2014, quando o Partido Bhartiya Janata (BJP) chegou ao poder.
Os cristãos também são atacados e ameados com frequência no Paquistão. Eles sofrem acusações de blasfêmia, e locais de culto são destruídos. Ocorrem assassinatos, sem contar a violência de multidões enfurecidas e pressão para conversões forçadas.
Sem acesso à Bíblia Um dos continentes menos alcançados pelo Evangelho é Ásia. O dado é da Joshua Project, organização cristã que realiza estudos sobre os povos não alcançados.
A região mais crítica é a do Sul Asiático: Afeganistão, Bangladesh, Butão, Índia, Maldivas, Nepal, Paquistão e Sri Lanka. A seguir está o Sudeste da Ásia: Mianmar, Brunei, Camboja, Laos, Malásia, Singapura, Tailândia, Timor-Leste, Vietnã e Indonésia.
No continente asiático, Há grupos de povos não alcançados, na Ásia. No continente, há pessoas sem acesso à Palavra de Deus, missionários ou igrejas. Isso ocorre devido a questões geográficas ou culturais.
Tradução da Palavra de Deus Diante desse contexto, cristãos locais na se esforçam para traduzir a Palavra de Deus para diversas línguas da região asiática. O objetivo é, justamente alcançar o maior número de pessoas.
Assim, um grupo de missionários tradutores concluiu as traduções do Novo Testamento em 15 idiomas, em 2022. Eles são falados por nove milhões de pessoas, no Sul da Ásia.
A realização desse trabalho “não teve a participação de missionários ocidentais. Foi desenvolvido pelas pessoas que irão usar”, revelou David Reeves, CEO da unfoldingWord, organização que atua na tradução das Sagradas Escrituras.
Segundo Reeves, “em meio a alguns obstáculos difíceis, surtos de Covid, lockdown, dificuldades econômicas sérias, perseguição, os tradutores continuaram trabalhando, porque queriam os textos. Eles estavam cansados de esperar que alguém aparecesse [para realizar o trabalho].”
Fonte: Comunhão com informações Internacional Christian Concern
Acidente de trânsito que matou 11 missionários da JOCUM, na Tanzânia, África. (Foto: YouTube Wasafi Media)
O ministério cristão JOCUM (Jovens Com Uma Missão), que serve pessoas em ilhas isoladas, perdeu 11 dos seus membros num acidente de trânsito na Tanzânia, África, no sábado, 24 de Novembro.
“Líderes e estudantes” participando de um programa de mestrado de JOCUM estavam “em uma viagem de campo com outros JOCUMeiros locais” perto da cidade de Arusha. “Um micro-ônibus foi atingido e atropelado por um caminhão grande com problemas nos freios”, disse JOCUM Ships Kona em seu site.
“Cinco feridos ainda estão hospitalizados e mais duas pessoas em estado crítico serão reunidas em oração”, dizia uma atualização no dia seguinte ao incidente.
O acidente também causou a morte de pelo menos outras 4 pessoas não relacionadas com a organização da missão, incluindo o motorista do micro-ônibus.
Os líderes locais e internacionais da JOCUM estavam tentando responder à tragédia local com detalhes de repatriação, evacuação médica, apoio familiar e preparativos para o funeral.
JOCUM abriu um link para doações para ajudar a pagar despesas que devem chegar a 350.000 dólares. Para ajudar, clique aqui.
Mulher chinesa com um smartphone (Foto ilustração)
Um aplicativo de oração foi removido pelo governo na China, em mais uma medida para reprimir o cristianismo no país
Segundo a própria plataforma, o “Pray.com” foi retirado da Apple Store app. A remoção afeta o acesso dos chineses a orações diárias, histórias bíblicas e a eventos cristãos, como o Dia Nacional de Oração com líderes nos Estados Unidos.
A proibição mostrou uma mudança do governo chinês em relação ao aplicativo de oração de mais de 16 milhões de usuários. Quando a China encerrou outros aplicativos da Bíblia em 2021, o “Pray.com” foi poupado e funcionava com um pouco mais de liberdade.
“Desde que iniciamos o Pray.com, nos acostumamos a relações positivas com a China”, afirmou o cofundador da plataforma Michael Lynn, em comunicado.
“O presidente Xi permitiu a impressão de quase 150 milhões de Bíblias por ano, e o presidente Trump garantiu que as Bíblias estivessem isentas das tarifas chinesas”.
Agora, o aplicativo está buscando outras formas de servir ao seu público chinês. Conforme a empresa, o CEO Steve Gatena convidará o Presidente Xi para o evento do Dia Nacional de Oração em Washington, em maio deste ano.
“Estamos empenhados em superar estas barreiras para garantir que a nossa comunidade global permaneça ligada e apoiada, especialmente durante momentos espirituais significativos, como o Dia Nacional de Oração”, declarou o cofundador Matthew Potter.
Repressão da fé cristã na internet
Em 2022, uma nova lei chinesa entrou em vigor, tornando ilegal a criação ou compartilhamento de qualquer conteúdo religioso online.
Dessa forma, todo tipo de encontro online de cunho religioso, desde uma simples reunião até uma pregação são atos considerados “fora da lei”.
Para postar ou compartilhar qualquer conteúdo online é necessário uma ‘Permissão de Serviço de Informação Religiosa da Internet’. Na prática, estes só serão disponibilizados para as igrejas já ‘legalmente estabelecidas’.
Mesmo assim o conteúdo será examinado de perto, para garantir que a mensagem esteja de acordo com os ensinamentos do Partido Comunista Chinês. Todas as outras igrejas clandestinas estão efetivamente sendo expulsas da internet.
Em maio de 2021, aplicativos da Bíblia e sites cristãos foram fechados na China. As autoridades também retiraram as contas públicas do Christian WeChat.
Enquanto os aplicativos bíblicos foram removidos da App Store, as Bíblias impressas não estão mais disponíveis para venda online.
A perseguição aos cristãos na China está crescendo em ritmo acelerado. O país ocupa a 19ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2024, da Portas Abertas.
O regime de Xi Jinping é responsável pela detenção arbitrária de vários pastores. Há relatos de torturas e maus tratos contra cristãos, o que fere o direito à liberdade religiosa no país.
Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post