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Conselho de Ministros Evangélicos emite nota de repúdio contra Lula

Lula durante coletiva na Etiópia (Foto: PR/Ricardo Stuckert)
Lula durante coletiva na Etiópia (Foto: PR/Ricardo Stuckert)

O Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB) emitiu uma nota repúdio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por conta da declaração dada neste domingo (18) que comparou as ações militares em Gaza com o Holocausto judeu.

A entidade, que representa cerca de 10 mil pastores de diversas denominações, diz que a fala do petista foi “inconsequente” e “absurda”, por comprar “o massacre de mais de 6 milhões de judeus inocentes com qualquer guerra no mundo”.

– O que não podemos perder em mente é que Israel é uma nação soberana, que tem direito a autodefesa, segundo as leis internacionais, por ter sido atacada em seu território pelo grupo terrorista Hamas – diz a nota.

Os pastores dizem ainda que não são favoráveis à guerra, nem a morte de inocentes, mas que “não há provas de que Israel cometeu genocídio”.

– Lamentamos profundamente que a palavra do presidente Lula envergonhe o Brasil diante das nações do mundo. A declaração de Lula não representa a opinião da maioria do povo brasileiro – concluiu.

Assinam a nota nomes como Silas Malafaia, César Augusto, Estevam Hernandes, Renê Terra Nova, Aber Huber, Victor Hugo, Galdino Junior e Luiz Hermínio.

Leia a nota na íntegra:

“NOTA DE REPÚDIO

O Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil, que congrega mais de 10 mil pastores de diversas denominações evangélicas, vem a público repudiar a fala m consequente do Presidente Lula Nunca na historia das nações democráticas vimos um presidente ou primeiro-ministro declarar tal absurdo, no comparar o massacre cruel de mais de 6 milhões de judeus inocentes com qualquer guerra no mundo.

O que não podemos perder em mente é que Israel é uma nação soberana, que tem direito a autodefesa, segundo as leis internacionais, por ter sido atacada ein seu território pelo grupo de terroristas Hamas Não somos a favor de guerra nem da morte de nenhum inocente, mas até agora não há uma prova de que Israel cometen genocidio.

Lamentamos profundamente que a palavra do Presidente Lula envergonhe o Brasil diante das nações do mundo. A declaração de Lula não representa a opinião da maioria do povo brasileiro.

Rio de Janeiro, 19 de Fevereiro de 2024

Silas Malafaia
Cesar Augusto
Estevam Hernandes
Rene Terra Nova
Aber Huber
Victor Hugo
Galdino Junior
Luiz Herminio”

Íntegra da declaração de Lula

A declaração dada pelo presidente Lula (PT) na qual o petista comparou a resposta de Israel aos ataques do Hamas com o massacre de judeus promovido por Adolf Hitler durante a 2ª Guerra Mundial gerou uma enorme repercussão negativa contra o chefe de Estado. A fala em questão foi feita durante uma entrevista coletiva realizada em Adis Abeba, na Etiópia, neste domingo (18).

A manifestação de Lula foi criticada por diversas personalidades não só no Brasil, mas até mesmo em Israel, onde o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu classificou a declaração como “vergonhosa” e disse que convocará o embaixador brasileiro em Tel Aviv para uma “dura repreensão”.

A comparação feita pelo presidente brasileiro aconteceu após ele ser questionado pela jornalista Lúcia Müzell, da Rádio França Internacional para o Brasil, sobre o porquê de o Brasil continuar a enviar recursos para a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) diante de suspeitas de uma possível ligação de funcionários do órgão com o Hamas.

Ao responder ao questionamento, Lula disse: “O que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus”. Diante da fala, parlamentares da oposição assinaram neste domingo um pedido de impeachment contra o petista.

Confira em vídeo e em texto a íntegra da fala de Lula:

É muito engraçado. Quando eu vejo o mundo rico anunciar que está parando de dar contribuição para a questão humanitária aos palestinos, eu fico imaginando qual é o tamanho da consciência política dessa gente e qual é o tamanho do coração solidário dessa gente que não está vendo que na Faixa de Gaza não está acontecendo uma guerra, mas um genocídio.

De que não é uma guerra entre soldados e soldados, é uma guerra entre soldados altamente preparados e mulheres e crianças. Olha, se houve algum erro nessa instituição que apura dinheiro, que se apure quem errou. Mas não suspenda a ajuda humanitária a um povo que está há quantas décadas tentando construir o seu Estado.

O Brasil não apenas afirmou que vai dar contribuição –eu não posso dizer quanto porque não é o presidente quem define. É preciso ver quem é que cuida disso no governo para ver quanto é que vai dar. O Brasil disse que vai defender na ONU [Organização das Nações Unidas] a definição de o Estado palestino ser reconhecido definitivamente como Estado pleno e soberano.

É importante lembrar que em 2010 o Brasil foi o primeiro país a reconhecer o Estado palestino. É preciso parar de ser pequeno quando a gente tem que ser grande. O que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus.

Então não é possível que a gente possa colocar um tema tão pequeno, sabe, você deixar de ter ajuda humanitária. Quem vai ajudar a reconstruir aquelas casas que foram destruídas? Quem vai retribuir a vida de 30 mil pessoas que já morreram, 70 mil que estão feridos? Quem vai devolver a vida das crianças que morreram sem saber por que estavam morrendo?

Isso é pouco para mexer com o senso humanitário dos dirigentes políticos do planeta? Então, sinceramente, ou os dirigentes políticos mudam seu comportamento com relação ao ser humano, ou o ser humano vai terminar mudando a classe política.

O que está acontecendo no mundo hoje é falta de instância de deliberação. Nós não temos governança. Eu digo todo dia: a invasão do Iraque [pelos EUA em 2003] não passou pelo Conselho de Segurança da ONU, a invasão da Líbia [pelas forças da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em 2011] não passou pelo Conselho de Segurança da ONU, a invasão da Ucrânia [pela Rússia em 2022] não passou pelo Conselho de Segurança da ONU e a chacina de Gaza não passou pelo Conselho de Segurança da ONU –aliás, as decisões do Conselho não foram cumpridas. E tampouco foi cumprida a decisão penal tomada agora no processo da África do Sul.

O que é que estamos esperando para humanizar o ser humano? É isso que está faltando no mundo. Então o Brasil continua solidário ao povo palestino. O Brasil condenou o Hamas, mas o Brasil não pode deixar de condenar o que o exército de Israel está fazendo na Faixa de Gaza.

Persona non grata

Nesta segunda-feira (19), o ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, afirmou que o presidente do Brasil é considerado persona non grata em Israel até que ele se desculpe pelas declarações.

O assessor especial de assuntos internacionais da Presidência, Celso Amorim, afirmou que Lula não pedirá desculpas por comparar a resposta de Israel ao ataque do grupo terrorista Hamas com o massacre de judeus promovido por Adolf Hitler. A declaração foi dada por Amorim à CNN Brasil.

– Sempre tratamos de maneira muito respeitosa e defendemos a solução de dois Estados, mas não tem nada do que se desculpar. Israel é que se coloca numa condição de crescente isolamento – disse o assessor.

Fonte: Pleno.News

China tenta afastar as crianças da fé cristã

Bandeira da China em Shanghai (Foto: Canva Pro)
Bandeira da China em Shanghai (Foto: Canva Pro)

As famílias chinesas estão sob pressão para manter a fé cristã longe dos seus filhos.

Os parceiros chineses da Release International, uma organização que apoia os cristãos perseguidos em todo o mundo, disseram que as crianças em idade escolar estão sendo obrigadas a declarar se são cristãs. Aqueles que afirmam que sim devem então assinar uma declaração prometendo renunciar ao Cristianismo.

As crianças na China já foram oficialmente proibidas de frequentar os cultos religiosos. A China também já proibiu crianças e jovens de se tornem cristãos antes dos 18 anos.

O parceiro chinês da Release International, Bob Fu, disse que há consequências se as famílias encorajarem os seus filhos a seguirem a fé cristã.

“Se os pais e avós se recusam a cooperar para fazer com que os seus filhos denunciem a sua fé, então a sua segurança no emprego fica comprometida”, disse ele.

“Os casos mostram que os avós podem perder a saúde pública e o bem-estar se os pais não conseguirem dissuadir os seus filhos de acreditarem no Cristianismo”.

Fu disse que conhecia uma mãe que foi presa pela polícia depois de ser pega ensinando religião aos cinco filhos em casa. Aparentemente foi seu próprio marido quem a denunciou.

“Você só pode imaginar o tipo de trauma que isso está causando dentro da família”, disse ele.

Outros parceiros na China dizem que o Partido Comunista está “reprimindo a Igreja de forma generalizada” e “declarou guerra ao Cristianismo”.

O relatório da Release International coincide com as celebrações do Ano Novo Chinês, quando muitas famílias se reúnem para marcar o início do ano lunar do dragão.

A China é um dos países preocupantes destacados no relatório Tendências de Perseguição de 2024 da Release International. O relatório diz que a perseguição está se aprofundando na China e que muitas igrejas, tanto oficiais como não oficiais, fecharam devido ao nível de interferência estatal.

O CEO da Release, Paul Robinson, explicou: “O Partido Comunista retrata o Cristianismo como antipatriótico e pró-Ocidente e, portanto, uma ameaça. Ele quer controlar a Igreja e o que não pode controlar, procura eliminar.”

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Malafaia diz que não convidou nenhum líder evangélico para ato de Bolsonaro

Pastor Silas Malafaia (Foto: Reprodução)
Pastor Silas Malafaia (Foto: Reprodução)

O pastor Silas Malafaia disse que não convidou nenhum líder evangélico para o ato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em São Paulo. “Quem quiser vai. O convite é geral, é para todo mundo”, afirmou ao UOL.

Malafaia afirmou que os anúncios de confirmações feitos por deputados e governador até agora são voluntários. Para evitar “aquele negócio de subir em trio”, ele disse que não enviou convite para ninguém.

O pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo é responsável pela organização e financiamento do ato. Um trio elétrico terá o slogan em defesa do Estado Democrático de Direito — mote da manifestação.

Bolsonaro convocou o ato quatro dias após ser alvo de uma operação da PF por suspeita de planejar um golpe de Estado. O ex-presidente nega, diz que joga “dentro das quatro linhas da Constituição” e que vai se defender no dia 25, na avenida Paulista.

Apesar da falta de convite oficial, fiéis e lideranças evangélicas participarão do ato. O apóstolo Estevam Hernandes e sua esposa, a bispa Sônia, da igreja Renascer em Cristo, estarão fora do país na data, mas um líder da denominação vai representá-los.

“Não estamos fazendo convite [à igreja]. Teremos sim representantes, mas os deixamos livres, quem puder ou quiser participar”, disse o apóstolo. Hernandes e outras lideranças evangélicas apoiaram Bolsonaro nas eleições de 2022 — foram realizados eventos em igrejas pelo país.

Nas redes sociais de Malafaia, há fiéis elogiando a iniciativa e internautas criticando o ato e o pastor. “De Jesus o senhor não fala mais não, pastor?”, perguntou uma pessoa.

O pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, disse que não vai participar. Por meio de sua assessoria, ele respondeu que não é bolsonarista — “nem o sigo nas redes sociais”. “A eleição já passou e já teve seu candidato eleito. Vida que segue. Não sou apegado a absolutamente nenhuma pessoa”, afirmou.

“Você já viu aquele ditado que quem convida tem que dar festa? Então, quem convida dá festa. Então, para evitar problema que vai ser uma lenha com o negócio de subir em trio, então, nós não estamos convidando ninguém”, disse Silas Malafaia, pastor e organizador do ato.

A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro vai fazer uma oração logo no começo da manifestação. Ela é evangélica, sempre participou de cultos e eventos com apelo religioso. Durante as eleições em 2022, dialogava com esse público, por exemplo.

Os gastos com o ato seriam pagos, inicialmente, pela Associação Vitória em Cristo — mas Malafaia afirmou na sexta (16) que vai usar próprio dinheiro. Segundo ele, “a turma da esquerda” disse que o líder religioso iria usar dinheiro do dízimo. A associação, entretanto, é diferente da igreja, que leva o mesmo nome.

“Vou pagar e acabo com qualquer tentativa de levarem para um lado, porque a covardia é grande”, afirmou o pastor. A expectativa é que, além de Bolsonaro, Malafaia e outros apoiadores discursem.

O pastor bancou o ato em 7 de Setembro de 2022. Na época, durante a corrida eleitoral, Bolsonaro subiu num trio elétrico no Rio de Janeiro. O slogan à época questionava o sistema eleitoral: “Eleições limpas e transparentes”.

Além de se defender, o ex-presidente esperar reunir uma multidão na Paulista. “Mais do que discurso, uma fotografia de todos vocês, porque vocês são as pessoas mais importantes deste evento”, disse Bolsonaro. A expectativa dos organizadores é que 300 mil pessoas participem do ato.

“Para evitar qualquer tipo de questionamento de que uma entidade religiosa está bancando evento político, eu falei: eu assumo e acabo com essa história”, afirmou Malafaia.

Fonte: UOL

Mais de 8.000 cristãos foram mortos na Nigéria em 2023

Enterro de cristãos em uma aldeia na Nigéria. (Foto: Reprodução/Facebook/Morning Star News)
Enterro de cristãos em uma aldeia na Nigéria. (Foto: Reprodução/Facebook/Morning Star News)

Mais de 8.000 cristãos foram alegadamente mortos na Nigéria em 2023, no meio de um aumento de ataques, sequestros e assassinatos nos últimos anos, de acordo com estimativas incluídas num relatório divulgado esta semana por uma organização da sociedade civil.

A Sociedade Internacional para as Liberdades Civis e o Estado de Direito (Intersociety), com sede em Anambra, uma organização liderada pela criminologista cristã Emeka Umeagbalasi que tem sido muito crítica ao governo nigeriano, relata que pelo menos 8.222 cristãos foram mortos em toda a Nigéria, de janeiro de 2023 a janeiro de 2024.

A organização baseia-se no que considera serem relatórios credíveis dos meios de comunicação social, contas governamentais, relatórios de grupos internacionais de direitos humanos e relatos de testemunhas oculares para compilar dados estatísticos.

A Intersociety atribui as mortes a vários grupos extremistas, incluindo pastores radicalizados Fulani, Boko Haram e outros, com um número notável de vítimas também resultantes de ações das forças de segurança nigerianas.

Estados como Benue, Plateau, Kaduna e Níger suportaram o peso destes ataques, com milhares de cristãos sequestrados e centenas de igrejas destruídas ou atacadas, afirma a Intersociety.

“Através de ‘operações militares internas’ enganosas e camufladas, os jihadistas Fulani foram militarmente protegidos para invadir terras agrícolas, arbustos e florestas do cinturão sul e médio”, acusa a ONG. “Isto ocorre na medida em que, hoje, a maior concentração das atividades terroristas jihadistas dos pastores Fulani no Sul e no Cinturão Médio e outras áreas controladas por cristãos no Norte são encontradas perto de formações militares ou outras formações de segurança.”

A Intersociety relata que o estado de Benue sofreu o maior número de mortes de cristãos, com 1.450 mortes, seguido de perto pelo estado de Plateau, com 1.400. Os estados de Kaduna e Níger também registaram perdas significativas, com 822 e 730 cristãos mortos, respectivamente. Além da perda de vidas, o relatório destaca o sequestro de mais de 8.400 cristãos em todo o país, sendo que um número preocupante destes indivíduos nunca regressou com vida.

A violência levou a ataques a 500 igrejas só em 2023, contribuindo para um total de 18.500 igrejas atacadas desde 2009.

O relatório também regista o sequestro de 70 clérigos cristãos durante o ano, com pelo menos 25 mortos. Estes ataques não visaram apenas indivíduos, mas também devastaram comunidades, com mais de 300 comunidades cristãs alegadamente saqueadas em 2023.

A escala da deslocação é alarmante, com milhões de pessoas deslocadas internamente geradas, especialmente em estados como Benue.

O número de mortes fornecido pela Intersociety é o dobro do número sugerido por outros organismos de vigilância que também levantam a bandeira de alerta sobre as condições de liberdade religiosa na Nigéria, que utilizam estimativas mais conservadoras. Ainda assim, os números mais conservadores sugerem uma taxa alarmante de violência na Nigéria.

No seu relatório da Lista Mundial da Perseguição de 2024 , a Portas Abertas afirma que pelo menos 4.998 cristãos foram mortos pela sua fé em 2023 em todo o mundo. Desse número, a Portas Abertas relata que cerca de 90% deles estavam na Nigéria, onde mais de 4.000 foram mortos. A Portas Abertas classifica a Nigéria como o sexto pior país do mundo quando se trata de perseguição cristã.

“A violência por parte de grupos extremistas islâmicos, como militantes Fulani, Boko Haram e ISWAP (Estado Islâmico na Província da África Ocidental) aumentou durante a presidência de Muhammadu Buhari, colocando a Nigéria no epicentro da violência direcionada contra a Igreja”, afirma Portas Abertas. “O fracasso do governo em proteger os cristãos e punir os perpetradores apenas fortaleceu a influência dos militantes”.

De 23 de dezembro até o Natal, terroristas considerados extremistas entre pastores muçulmanos Fulani mataram quase 200 pessoas e feriram 300 num ataque coordenado a várias aldeias em áreas predominantemente cristãs no Estado de Plateau, de acordo com esse relatório.

A Intersociety, no seu relatório, apela à atenção e ação internacionais, apelando à nomeação de um enviado especial de emergência do secretário-geral das Nações Unidas para a Nigéria e a uma resolução do Conselho de Segurança da ONU para autorizar uma investigação abrangente sobre os ataques sistemáticos contra os cristãos.

O relatório revela que só em Janeiro de 2024, pelo menos 200 cristãos foram mortos em toda a Nigéria, incluindo mais de 50 mortes registadas no Estado de Plateau.

O grupo enfatiza a necessidade de uma resposta global para abordar o que descreve como um “Genocídio Jihadista de Cristãos” na Nigéria.

O governo nigeriano há muito que rejeita as alegações de que a violência que ocorre nos estados do Cinturão Médio entre pastores e agricultores constitui violência religiosa. Os defensores cristãos dos direitos humanos acusaram o governo de ignorar os elementos religiosos e de não fazer o suficiente para proteger os cidadãos nigerianos.

O Departamento de Estado dos EUA deixou a Nigéria fora da sua lista de “países de particular preocupação” para 2024, apesar da recomendação da Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional para o fazer. O Secretário de Estado Antony Blinken retirou a Nigéria da lista do PCC em 2021, depois de a Nigéria ter sido adicionada à lista pelo então Secretário de Estado Mike Pompeo durante a administração Trump em dezembro de 2020.

Em janeiro, o Presidente do USCRIRF, Abraham Cooper, e o Vice-Presidente, Frederick Davie, convocaram uma audiência no Congresso sobre o fracasso do Departamento de Estado em designar a Nigéria e a Índia como PCCs.

Os líderes da USCIRF argumentam que “não há justificação para o fato de o Departamento de Estado não ter designado a Nigéria como um país de particular preocupação, apesar dos seus próprios relatórios e declarações”.

Folha Gospel com informações de The Christian Today e The Christian Post

Casal de ex-muçulmanos é morto por causa da sua fé cristã

Bandeira de Uganda (Foto: Canva Pro)
Bandeira de Uganda (Foto: Canva Pro)

Um casal de cristãos ex-muçulmanos no leste do Uganda, pais de quatro crianças pequenas, foi morto a tiros no dia 2 de fevereiro, dois meses depois de depositarem a sua fé em Cristo, disseram fontes.

Twaha Namwoyo, de 38 anos, e a sua esposa de 27 anos, Nadiimu Katooko, foram assassinados por causa da sua fé, fora da sua casa, na aldeia de Bulalaka, paróquia de Saala, subcondado de Kibuku, distrito de Kibuku, disse um vizinho.

“Ouvi pessoas falando e conversando em voz alta em árabe e na língua Lugwere, dizendo que Twaha colherá os frutos de deixar o Islã”, disse o vizinho sob condição de anonimato. “Depois de alguns minutos, ouvi um lamento alto vindo da casa de Twaha.”

O vizinho, um cristão, disse que sua família trancou as portas de sua casa, “sem saber o nosso destino. Ficamos acordados a noite toda com muito medo. Mas graças a Deus os agressores não vieram à nossa casa.”

Agentes da esquadra central de polícia de Kibuku chegaram e encontraram os corpos com cortes profundos e o de Namwoyo com o pescoço inchado, possivelmente indicando estrangulamento. Seus corpos mutilados foram encontrados do lado de fora e as crianças – de 7, 5, 3 e 2 anos – foram trancadas dentro de casa, disseram as fontes.

A polícia encontrou várias espadas longas somalis, facas e um machado no local, provavelmente deixados como um aviso a outros muçulmanos que consideram a conversão ao cristianismo, disse o vizinho. A polícia central de Kibuku registrou o caso nº CRB/10/2024 como homicídio.

O vizinho não reconheceu os agressores devido à escuridão e disse que poderiam ser residentes locais ou estranhos. Muitos muçulmanos em Uganda falam árabe.

O casal converteu-se num centro cristão na aldeia de Nampido, disse um amigo que os conduziu à fé.

“Depois de visitar e orar com a família de Namwoyo por cerca de seis meses, mais tarde meu trabalho em Cristo se tornou um ponto de mudança para eles receberem Jesus Cristo em 5 de dezembro de 2023”, disse o amigo. “Continuei a discipulá-los nas doutrinas cristãs, mas avisei-os a permanecerem em segredo na sua recém-fundada fé cristã.”

O ataque foi o mais recente de muitos casos de perseguição aos cristãos em Uganda.

A constituição do Uganda e outras leis preveem a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e converter-se de uma fé para outra. Os muçulmanos representam não mais de 12 por cento da população do Uganda, com elevadas concentrações nas zonas orientais do país.

Folha Gospel com informações de Morning Star News

Pesquisadores criticam comparação de número de igrejas, hospitais e escolas revelado pelo IBGE

Sala de aula, igreja e hospital (Foto: Montagem/Canva/FolhaGospel)
Sala de aula, igreja e hospital (Foto: Montagem/Canva/FolhaGospel)

Pesquisadores consideram relativo o fato de o Brasil ter mais estabelecimentos religiosos que escolas e hospitais e questionam comparações feitas com base nesses dados, que foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no início deste mês.

O levantamento, que faz parte do Censo 2022, apresenta um mapeamento de 111,1 milhões de estabelecimentos no território brasileiro. Destes, 579,8 mil são relativos a finalidades religiosas, independentemente de qual seja a crença. Isso inclui igrejas, sinagogas, templos, centros espíritas e terreiros, por exemplo.

Os estabelecimentos de ensino somam 264,4 mil localizações, e os de saúde, 247,5 mil endereços. O consolidado desses dados forma o Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (Cnefe).

O detalhamento considera a destinação final do imóvel, e não a administração do estabelecimento. Por exemplo, uma escola católica é registrada como uma unidade de educação, e não como localização religiosa. O mesmo vale para um hospital mantido por santa casa, que é contabilizado como endereço com atividade de saúde.

Comparação
O professor Matheus Cavalcanti Pestana, da Escola de Comunicação, Mídia e Informação da Fundação Getulio Vargas (FGV), considera “alarmante” haver comparação apenas numérica. “São coisas incomparáveis justamente por atenderem públicos com focos diferentes, terem estruturas distintas. O indivíduo que vai à igreja também é atendido no hospital, estudou na escola.”

Pestana acrescenta que, mesmo se os dados fossem comparáveis, a conclusão não acrescentaria muita coisa. “Imagine uma comparação: no município X, temos mais escolas particulares que públicas. Mas quantos alunos são atendidos pelas particulares? Quantos pelas públicas? A dimensão da pública é muito maior”, justifica.

Preconceito
Pesquisador associado no Instituto de Estudos da Religião (Iser), Pestana diz que comparações que levem ao entendimento de que há muitas igrejas no país revelam algum grau de preconceito religioso.

“Foi perceptível, entre diversos comentaristas, que houve uma associação do ‘alto número de estabelecimentos religiosos’ com o fato de ‘a maioria desses locais ser composta por templos evangélicos’. Isso nunca foi dito”, critica o professor. Ele reconhece que outras pesquisas mostram, por exemplo, crescimento no número de igrejas evangélicas e ressalta que esta não é uma constatação do Censo.

Além disso, o professor observa que o IBGE não identifica a vinculação religiosa dos estabelecimentos. “Pode ser uma catedral católica que atende a milhares de fiéis, ou uma igreja evangélica que recebe dez pessoas, ou um terreiro de candomblé que está ali presente há gerações, ou um centro espírita”.

Pestana destaca que o Brasil é um país religioso, com formação religiosa plural e coexistência de diversos credos, o que deve ser um combustível para tolerância religiosa. “A tolerância é algo que deve vir não só entre as religiões, mas também dos segmentos não religiosos”, afirma.

Por fim, o professor acrescenta que também não cabe fazer comparações com outros países. “Cada local tem sua forma de desenvolvimento. Mas é absolutamente normal o Brasil ter mais igrejas do que escolas e hospitais.”

Estereótipo
O especialista do Iser Ronilso Pacheco também critica a comparação dos dados. Admitindo a possibilidade de o número de estabelecimentos religiosos ter crescido no Brasil, ele usou a rede social X (antigo Twitter) para criticar comparações. “A gente pode discutir esse crescimento. Mas alguém teve a brilhante ideia de comparar isso com o número de escolas e hospitais, como [se] as três coisas tivessem o mesmo processo de construção, instituições afins. Equivocado.”

“Resultado: analistas políticos e comentaristas passaram o dia comentando isso como se fosse razoável achar que para cada templo (não apenas de igreja) que se abre, uma escola e um hospital deixam de ser construídos ou perdem investimento ou relevância”, completou.

Ronilso compartilha da opinião de que críticas à quantidade de estabelecimentos no país recebem contornos de preconceito. “Além disso, claro, o reforço do estereótipo de que as igrejas crescem porque o Estado é ausente. Mais uma vez, vitória da ideia elitista de que as pessoas na periferia só são crentes porque são pobres e não têm assistência do Estado, não é mesmo?”, escreveu.

Fonte: Agência Brasil

Apresentação de cantora cristã viraliza na internet

Cantora Aymeê Rocha (Foto: Reprodução)
Cantora Aymeê Rocha (Foto: Reprodução)

Viralizou neste sábado (17) o vídeo do Dom Reality, reality show musical promovido pelo empresário Paulo Alberto, onde a cantora Aymeê Rocha apresenta uma canção que leva os evangélicos brasileiros a repensarem suas ações e focarem no que a sociedade precisa.

– Fazemos campanhas para nós mesmos/ eventos para nós mesmos/ estocamos o maná para nós/ oramos por nós e pelos nossos/ o Reino virou negócio/ o dízimo importa mais que os corações – diz trecho da canção Evangelho de Fariseus.

Os jurados do programa, entre eles Alex Passos e Marcos Freire, elogiaram a jovem pelo posicionamento, mas deixaram claro que ela terá dificuldades em ampliar sua canção.

– O que você quer falar, as pessoas não querem ouvir (…) O mercado não quer isso, a igreja não quer isso. As pessoas do mal não querem, mas as pessoas do bem precisam ouvir isso – disse Alex Passos.

Marcos Freire, que lidera a ONG Baluarte, contou sobre os trabalhos que desenvolve com crianças na África. Chorando, ele expõe a dificuldade de encontrar pessoas que deem suporte para este tipo de projeto.

– Minha irmã, não pare de cantar essas verdades, não pare de alertar ao povo que está apático, pensando só em seus interesses, que está trabalhando para prosperar, mas não para tirar as pessoas da pobreza – disse o cantor bastante emocionado.

Várias personalidades evangélicas publicaram o vídeo do programa, destacando a importância da mensagem da canção e também o alerta dado por Marcos Freire. Entre eles a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), o pastor Luiz Hermínio e o pastor Thiago Santana.

Assista:

Fonte: Pleno News

Ateus se convertem após ouvirem palestra de Jordan Peterson sobre a existência de Deus

Jordan Peterson (Foto: Gage Skidmore / Flickr)
Jordan Peterson (Foto: Gage Skidmore / Flickr)

Ateus acabaram se convertendo à fé cristã após ouvirem palestras sobre a existência de Deus e a defesa da fé do famoso psicólogo Jordan Peterson.

O testemunho foi revelado por Christopher Kaczor – coautor cristão do livro “Jordan Peterson, Deus e Cristianismo”, que pesquisou sobre a influência de Peterson – em entrevista recente ao Religion News Service.

O psicólogo canadense, que tem como principal área de estudo a psicologia analítica, tem palestrado sobre psicologia da religião e a importância da fé cristã para a humanidade.

Segundo Christopher, muitos ateus aceitaram Cristo e procuraram uma igreja para congregar, após serem impactados pelas falas de Peterson.

“Li comentários online de muitos ateus que disseram que antes de ouvirem suas palestras no YouTube sobre o significado psicológico das histórias bíblicas, pensavam que a Bíblia era um livro antigo e ridículo que não tinha nada a ensinar à mente moderna”, disse o autor.

“Mas depois de ouvirem as suas palestras, concluíram que o livro do Gênesis, na verdade a Bíblia como um todo, é um depósito imensamente rico e profundo de sabedoria para viver hoje”.

Jordan Peterson se tornou viral na web com seus vídeos falando sobre Gênesis no YouTube em 2017. Desde então, o psicólogo tem criticado o ateísmo e incentivado os jovens a frequentarem a igreja.

Ele chegou a ser “cancelado” por se posicionar contra a ideologia de gênero e defender ideias conservadoras e a liberdade de expressão.

Peterson ainda costuma destacar a relevância das Escrituras para a civilização ocidental. “A Bíblia é, para o bem ou para o mal, o documento fundamental da civilização ocidental, dos valores ocidentais, da moralidade ocidental e das concepções ocidentais do bem e do mal”, afirmou ele, anteriormente.

Neste mês, o autor iniciou uma turnê de palestras pelos Estados Unidos sobre seu novo livro “Nós que lutamos com Deus”.

Fonte: Guia-me com informações de Religion News Service

Pastor e esposa sequestrados são encontrados mortos no Congo

Cruz em uma igreja
Cruz em uma igreja

Os corpos do pastor principal da igreja Eglise Message du Temps e de sua esposa, sequestrado por extremistas do grupo Forças Democráticas Aliadas na República Democrática do Congo no dia 30 de janeiro, foram encontrados já sepultados perto da igreja, de acordo com informações de parceiros locais da Portas Abertas.

“Estamos em luto junto à igreja no Leste da República Democrática do Congo e a comunidade de Bayeti onde uma tragédia ceifou a vida de mais um pastor”, disse Jo Newhouse, porta-voz da Portas Abertas na África Subsaariana.

Jo Newhouse também pediu que oremos pela igreja na República Democrática do Congo. “Imploramos ao governo que cumpra seu dever de proteger a sociedade civil. Alertamos a comunidade internacional sobre a escala do problema e a urgência de ações para lidar com as fontes desses incidentes.”

Os dois filhos do pastor estavam entre as cinco vítimas que foram mortas durante o ataque dos extremistas em meio ao culto em Bayeti, na província de Ituri, que fica no Nordeste do país, no dia 30 de janeiro, que resultou no sequestro do pastor e sua esposa.

Foco do fogo cruzado

Parceiros locais da Portas Abertas explicaram que a região de Bayeti está em um dos focos de fogo cruzado dos ataques das Forças Democráticas Aliadas. Em muitas partes, as igrejas e vilarejos ficaram vazios por causa da violência. Já outras comunidades locais persistem em tentar reabrir as igrejas, mas são atacadas de novo a ponto de quase todos os cristãos locais partirem.

O sequestro de um pastor é uma forma de intimidar e enfraquecer a igreja. Quando cristãos são raptados, é uma questão de horas para encontrar seus corpos mortos. E, enquanto ficam com os sequestradores, são vítimas de tortura psicológica, intimidação emocional e até mesmo outros membros da família ou da comunidade podem ser punidos e torturados por fazerem parte do convívio social do cristão.

Ser sequestrado pelas Forças Democráticas Aliadas significa estar morto. É inevitável, em alguns casos, apenas demora um pouco mais para acontecer. Nossos parceiros locais estão tentando descobrir se o pastor tinha outros filhos, além dos assassinados, e se a igreja em Bayeti continuará fechada. Ajude a levantar um clamor pela República Democrática do Congo e por toda a região.

Fonte: Portas Abertas

Grécia, país de maioria cristã, aprova casamento entre pessoas do mesmo sexo

Bandeira da Grécia (Foto: Canva)
Bandeira da Grécia

Na Grécia, a legalização do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo obteve aprovação, nesta quinta-feira (15), no parlamento. A influente Igreja Ortodoxa Grega não conseguiu impedir que a resolução fosse rejeitada pelos parlamentares. A proposta foi apresentada pelo partido de direita no poder, Nova Democracia, do primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis.

Entre os 300 deputados gregos, 176 votaram a favor da medida. Contrários foram 76 votaram, e dois se abstiveram. Os outros 46 parlamentares não compareceram à votação. A medida precisava de maioria simples para ser aprovada no parlamento.

Segundo pesquisas, a maioria dos gregos apoia o projeto de lei proposto pelo governo de centro-direita e endossado por quatro partidos de esquerda, incluindo o Syriza. Assim, a Grécia é o primeiro país de fé cristã ortodoxa a permitir legalização da união homoafetiva. No mundo, o país é 37º, e na União Europeia o 17º.

“Hoje é um dia de alegria porque, a partir de amanhã, mais uma barreira entre nós será removida para criar uma ponte de coexistência num Estado livre com cidadãos livres”, declarou o primeiro-ministro grego Kyriakos Mitsotakis, apoiador da medida.

O projeto de lei garante ainda aos casais homossexuais o direito à adoção de menores. No entanto, proíbe que eles utilizem barrigas de aluguer para terem filhos.

Conservadorismo grego

A Grécia é considerada um país dos mais conservadores da Europa, que adota o modelo familiar tradicional. A nação é bastante influenciada pela Igreja Ortodoxa, que não a aprova a homossexualidade.

Em carta, a autoridade máxima da Igreja Ortodoxa Grega, o Santo Sínodo, expressou aos parlamentares que o projeto de lei “coloca um fim à paternidade e à maternidade, neutraliza os sexos”, além de gerar um “ambiente de confusão” para as crianças.

Nas últimas semanas, os clérigos pregaram sobre o tema por todo o país, transmitindo a visão de desaprovação à proposta. Alguns bispos, inclusive, destacaram que se recusariam a batizar os filhos de casais do mesmo sexo.

Entre os gregos, a questão gerou divisões. A Igreja Ortodoxa desempenhou um papel importante nas manifestações contrárias ao projeto de lei. Opositores e defensores do projeto convocaram mobilizações separadas diante do parlamento grego. Cabe destacar que, desde 2015, a Grécia permitia a união civil entre casais do mesmo sexo, que não oferecia as mesmas garantias legais que o casamento.

Casamento entre pessoas do mesmo sexo na Europa

O casamento foi aberto para casais do mesmo sexo nos Países Baixos em 2001. Em primeiro lugar, isto foi visto como uma experiência social, da qual não havia certeza se outros países reconheceriam a legalidade desses laços. Mas especialmente a partir de 2010, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é visto como a ponta de lança da emancipação homossexual.

No continente europeu, no total, dezenove países abriram o casamento para homossexuais. Entre esses países estão os principais estados membros da União Europeia da Europa Ocidental, como Alemanha, França e Espanha.

Por outro lado, quinze países europeus incluíram o casamento tradicional na sua constituição. Entre estes estão a Ucrânia, a Hungria, a Letônia e a Polônia. Alguns desses países, no entanto, reconhecem as parcerias entre pessoas do mesmo sexo.

Alguns outros países estão no meio. A Turquia, a Bósnia e a Albânia, por exemplo, não abriram o casamento para gays, mas também não incluíram o casamento tradicional na Constituição.

Fonte: Comunhão com informações Globo, CNE e Euro News

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