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Governo Lula publica resolução que orienta escolas a aderir banheiros por orientação sexual

Placas indicativas dos banheiros masculino e feminino
Placas indicativas dos banheiros masculino e feminino

No Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (22), o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, por meio do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Trans., Queers e Intersexos, publicou uma resolução que garante direitos a pessoas trans em instituições de ensino.

A resolução nº 2, de 19 de setembro de 2023, “estabelece parâmetros para a garantia das condições de acesso e permanência de pessoas travestis, mulheres e homens transexuais, e pessoas transmasculinas e não binárias – e todas aquelas que tenham sua identidade de gênero não reconhecida em diferentes espaços sociais – nos sistemas e instituições de ensino”.

O documento tem 12 artigos com orientações e providências que garantem desde o direito do uso do nome social para estudantes, até a questão do uso do banheiro de acordo com a identidade do estudante, não de acordo com o sexo biológico.

O texto chega a conceituar o que é expressão de gênero, explicando que se trata da “forma em que cada pessoa apresenta o seu gênero através da sua aparência física – incluindo a forma de vestir, o penteado, os acessórios, a maquiagem – o gestual, a fala, o comportamento, os nomes e as referências pessoais”.

Em outra parte, a resolução vai orientar que as instituições de ensino – que não possuem um banheiro unitário – terão que permitir o uso do banheiro masculino e feminino para pessoas biologicamente do sexo oposto, porque se assumem, naquele momento, como pessoas trans ou não binárias.

– Deve ser garantido o uso de banheiros, vestiários e demais espaços segregados por gênero, quando houver, de acordo com a identidade e/ou expressão de gênero de cada estudante – diz o artigo 5º da resolução.

O artigo seguinte vai propor formas de evitar a discriminação e violência contra esse grupo:

– Devem, ainda, ser implementadas as seguintes ações no sentido de minimizar os riscos de violências e/ou discriminações: I – sempre que possível, instalação de banheiros de uso individual, independente de gênero, para além dos já existentes masculinos e femininos nos espaços públicos; II – realização de campanhas de conscientização sobre o direito à autodeterminação de gênero das pessoas trans e suas garantias; e III – fixação de cartazes informando se tratar de espaços seguros e inclusivos para todas as pessoas.

Deputados criticam resolução

Nas redes sociais, os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Filipe Barros (PL-PR) acusaram o governo federal de querer instituir banheiros unissex nas escolas. Em um vídeo publicado nesta sexta-feira, Nikolas afirmou que protocolou um projeto de lei para barrar a resolução. “Já não bastasse a legalização das drogas e do aborto, agora também o ministro do Lula de Direitos Humanos instituiu o banheiro unissex. É isso mesmo. Instituiu esse banheiro para todas as escolas do Brasil, incluindo para menores de idade”, disse o deputado na gravação. “Não aceitaremos esta imposição.”

Filipe Barros também publicou um vídeo, no qual afirma que o governo Lula “acaba de instituir banheiros unissex”, o que classificou como um “estelionato eleitoral”.

O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, acionou a AGU contra os parlamentares por espalharem informações deliberadamente falsas. Ele também prometeu “providências” contra o ex-deputado estadual Arthur do Val (SP) e o senador Sergio Moro (União-PR), a quem chamou de “propagadores de fake news”.”Quem usa a mentira como meio de fazer política, incentiva o ódio contra minorias e não se comporta de modo republicano tem que ser tratado com os rigores da lei. É assim que vai ser”, comentou o ministro nas redes sociais.

Já o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), Paulo Pimenta, garantiu que “todas as medidas legais serão tomadas contra os deputados Nikolas Ferreira e Filipe Barros e outros parlamentares, que usam suas redes para mentir que o governo federal irá obrigar a criar banheiros unissex em escolas”. “Os divulgadores serão punidos de acordo com a lei”, acrescentou.

Leia a resolução na íntegra aqui.

Fonte: Pleno News, R7 e O Tempo

Perseguição na Índia aumentou dramaticamente desde o ano passado

Igreja destruída na Índia (Foto: Morning Star News)
Igreja destruída na Índia (Foto: Morning Star News)

Desde janeiro deste ano, 525 incidentes violentos contra cristãos foram documentados em 23 estados diferentes da Índia, segundo o Fórum Cristão Unido (UCF).

Comparado com o total de 505 ocorrências do ano anterior, o número de 2023 é muito maior.

De acordo com uma declaração emitida em 7 de setembro pela UCF, junho teve o maior número de incidentes – 89 – contra cristãos.

A UCF descobriu que o número de ocorrências violentas atingiu o pico em julho, com 80, e atingiu o seu nível mais baixo em maio, com 47.

Existem 13 áreas em todo o país onde agora não é seguro praticar o cristianismo, diz o UCF. Bastar e Kondagaon, em Chhattisgarh, onde ocorreram 51 e 14 atos de violência contra cristãos, respectivamente, estão no topo da lista. Na maioria das vezes, os cristãos são alvo da lei anticonversão do estado.

Cerca de 520 cristãos foram detidos em todo o país com base no estatuto anticonversão até agora este ano, observou a declaração do UCF.

Com 211 ataques, Uttar Pradesh registrou o maior número de ataques, seguido por Chhattisgarh e Haryana.

Em Chhattisgarh e Jharkhand, foi negado aos cristãos o acesso a fontes de água em mais de 54 casos de exclusão social. Ocasionalmente, eram até impedidos de colher as suas próprias colheitas.

Além disso, ocorreram atos de violência contra cristãos em Nova Deli, a capital do país, onde quatro reuniões de oração foram perturbadas por grupos extremistas.

Relatórios sobre a violência em vários locais de Manipur permaneceram inacessíveis desde que os distúrbios começaram em 3 de maio. A UCF observou que está aguardando um relatório formal sobre esta questão por parte de funcionários do governo.

Folha Gospel com informações de The Christian Today e The Christian Today Índia

Cristãs perseguidas são vítimas de uma rede de opressão

Mulheres e crianças são vítimas constantes de violência, agressão e discriminação ao redor do mundo (Foto: Portas Abertas)
Mulheres e crianças são vítimas constantes de violência, agressão e discriminação ao redor do mundo (Foto: Portas Abertas)

O Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças foi celebrado neste sábado, 23 de setembro. A data volta os olhos da sociedade para as violações que mulheres e crianças enfrentam em diversos países e essa realidade atinge particularmente a Igreja Perseguida.

Em 22% dos países da Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2023, meninas cristãs são entregues para casamentos infantis. Mulheres cristãs, solteiras ou casadas, são vítimas de abusos sexuais, tráfico humano e outros tipos de violência que compõem uma verdadeira rede de opressão.

Estigma social

Os grupos da religião predominante ou de gangues criminosas procuram as jovens cristãs para humilhá-las ou para tomá-las de suas famílias. Ao afastar as jovens dos pais, eles garantem que elas percam a herança da fé cristã que receberiam e retiram a primeira base emocional e de formação social delas, a família.

Todas essas violações geram profunda vergonha para essas meninas e também as marcam com o estigma social, especialmente quando ficam grávidas do abusador, o que torna difícil, ou quase impossível, para muitas delas formar uma família, concluir os estudos ou conseguir o sustento de que precisam.

Sequestro e casamentos forçados

Em 84% dos países da LMP 2023 os filhos de cristãos estão em risco de serem separados dos pais. O perigo é ainda maior para refugiados ou para famílias que abandonam a religião majoritária para seguir a Jesus. Algumas vezes, são os próprios parentes que não concordam com a conversão ao cristianismo tomam as crianças.

Boa parte dessa violência é perpetuada por causa da impunidade. Nem a lei, nem a sociedade, se preocupa com essas jovens. Muitos enxergam nos abusos um tipo de “disciplina” pelo “crime” de seguirem a Jesus e são bem-vistos socialmente.

Conversão forçada

A Coalisão pela Equidade Religiosa e Desenvolvimento Inclusivo (CREID, da sigla em inglês) explica que “o intento não é apenas o ataque sexual – como a maioria dos casos –, mas mostrar a “conquista” de uma mulher que faz parte da minoria religiosa e, assim, forçá-la à conversão para a religião predominante”.

Ou seja, funciona como uma forma de controlar a longo prazo a identidade religiosa da comunidade, forçando o nascimento de filhos que sejam criados na religião majoritária e vejam que o cristianismo gera punição. A Malásia é um exemplo de região em que essa prática é comum.

Outra forma de predação de mulheres cristãs é o tráfico de pessoas, especialmente no México e na Coreia do Norte, e a violência sexual. Em Bangladesh, “o abuso sexual é a principal forma de perseguição a mulheres e meninas cristãs. Elas são marginalizadas e podem ser acusadas de ‘atos antiéticos’ pelo crime do qual foram vítimas, por isso, muitas não denunciam os abusos”, conta um especialista regional.

Fonte: Portas Abertas

Estudantes são sequestradas na Nigéria

Adolescentes na Nigéria (Foto: Portas Abertas)
Adolescentes na Nigéria (Foto: Portas Abertas)

No início da manhã da sexta-feira, 22 de setembro, jovens estudantes foram sequestradas em meio a tiros em um ataque à Universidade Federal de Gusau. A escola fica no Norte da Nigéria, a região com maior número de ataques a cristãos do país.

Ainda não há confirmação quanto ao número de estudantes raptadas, nem se havia cristãs entre as vítimas. Acredita-se que os responsáveis pelo ataque sejam extremistas fulanis. A região em que a universidade fica, Zamfara, enfrenta há algum tempo a insegurança causada pelos extremistas.

Os radicais muçulmanos procuram especialmente as comunidades cristãs para os ataques. Apesar de ainda não haver a confirmação oficial, nossos parceiros locais afirmam ser muito provável que os responsáveis tenham sido de fato extremistas fulanis.

Veículos de mídia locais confirmaram que entre as jovens raptadas, seis foram resgatadas pelo exército nigeriano. Motocicletas, um rifle AK47 e outros pertences dos atiradores foram confiscados. Agências de segurança da Nigéria declararam que estão trabalhando para o resgate das outras vítimas.

Esse é o quarto sequestro de estudantes na Universidade Gusau em apenas nove meses, segundo o canal de notícias TVC News.

Leve cura para cristãos perseguidos na Nigéria 

Nossos irmãos e irmãs na Nigéria são vítimas de diversas formas de violência apenas por seguirem a Jesus. Com uma doação, você os socorre com cuidados pós-trauma e itens de sobrevivência. 

Fonte: Portas Abertas

Maioria dos brasileiros é contra a legalização do aborto, que está em julgamento no STF, aponta pesquisa

Médico realizando ultrassom em mulher grávida (Foto: Canva)
Médico realizando ultrassom em mulher grávida (Foto: Canva)

Uma pesquisa realizada pelo IPEC a pedido do jornal O Globo aponta que por 7 a cada 10 brasileiros reprovam a legalização do aborto, que está em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com os resultados da pesquisa, enquanto a maioria da população (70%) se opõe à interrupção da gravidez, aproximadamente 20% expressam apoio à descriminalização do aborto.

A pesquisa ouviu 2.512 pessoas entre 9 e 11 de setembro do ano passado, em 158 municípios. Deste total, 8% disseram não ser contra nem a favor da legalização do aborto e 2% não souberam responder.

No Brasil, o aborto é considerado crime, sendo permitido sem punição em situações de gravidez resultante de estupro, risco à vida da mulher ou anencefalia do feto.

Julgamento suspenso: de virtual para presencial

O julgamento do tema havia sido pautado no plenário virtual do STF, mas foi interrompido, nesta sexta-feira (22), depois que o ministro Luís Roberto Barroso fez um pedido de destaque para levar o julgamento ao plenário físico.

A ação está sob a relatoria da ministra Rosa Weber, que se aposentará compulsoriamente na próxima semana ao atingir a idade de 75 anos. O Ministro Barroso assumirá o cargo, com sua posse agendada para a quinta-feira (28).

Prestes a deixar o Tribunal, a ministra Rosa Weber votou favorável à descriminalização do aborto no plenário virtual, onde os ministros apenas enviam os votos para o sistema do STF sem discussão ou transmissão pela TV Justiça.

A decisão da ministra de transferir o julgamento para o plenário virtual, evitando assim a exposição à opinião pública, recebeu críticas contundentes de vários parlamentares, jornalistas, organizações pró-vida e juristas, como a ANAJURE (Associação Nacional de Juristas Evangélicos).

Posição dos juristas e parlamentares cristãos

A Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) e a Frente Parlamentar Evangélica (FPE) emitiram uma Nota Pública para manifestar sua oposição à inclusão da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental 442 (ADPF 442) e vice-versa sobre a descriminalização do aborto.

Segundo a ANAJURE, a inclusão da ADPF 442 entrou em pauta para julgamento em sessão virtual apenas 48 horas e 25 minutos antes do início da sessão de julgamento, o que viola norma da própria Corte.

“A medida viola o art. 83 do Regimento Interno da Corte (RISTF), que exige que a publicação da pauta da sessão de julgamento seja dada com pelo menos 48 horas de antecedência. Ainda assim, tal conduta impossibilita a participação dos representantes da sociedade civil admitidos como amicus curiae, não havendo prazo hábil para o encaminhamento de sustentação oral nos termos do art. 21-B do RISTF. Há, assim, evidente ofensa aos princípios de publicidade, não-surpresa e legalidade, que ocasionam o esvaziamento do debate democrático no processo”, diz a instituição.

Mandado de Segurança

A ANAJURE também se associou com outras entidades, como a CNBB, a IBDR e a Frente Parlamentar Mista Contra o Aborto e em Defesa da Vida para impetrar um Mandado de Segurança para pedir a suspensão do julgamento da ADPF 442, tendo em vista graves falhas procedimentais.

“Estamos juntos sempre em defesa da vida desde a concepção! Lutaremos até o fim!”, declarou a deputada federal Chris Tonietto.

“Não podemos esmorecer em nossa luta contra o ativismo judicial! A competência legislativa pertence ao Congresso Nacional! O povo brasileiro é pró-vida, e quer ver os direitos do nascituro respeitados!”, manifestou-se ainda a parlamentar.

De acordo com a ANAJURE, as sessões virtuais são um método projetado para julgamento de casos de menor repercussão e gravidade, que não permite o debate e contraditório entre os ministros, bem como não fornece a transparência necessária aos votos proferidos.

“Por esse déficit democrático, a plataforma tem sido objeto de diversas manifestações de repúdio, inclusive pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Trata-se, portanto, de formato inadequado para o julgamento de uma ação de grande repercussão e relevância social, que versa sobre o direito à vida do nascituro”, explica.

Oposição ao julgamento

Na declaração conjunta, a ANAJURE e a Frente Parlamentar Evangélica expressaram sua oposição ao julgamento da ADPF 442 durante a sessão virtual que está programada para começar nesta sexta-feira (22).

Foi pedido que a Ministra Relatora retire o caso da pauta ou, alternativamente, que os demais ministros utilizem a prerrogativa do destaque para transferir o processo para um julgamento presencial em uma data futura, conforme estabelecido pelo artigo 1-B, parágrafo 3º, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal.

“Apenas assim poderá ser garantido o respeito ao devido processo, a publicidade e a participação da sociedade civil no âmbito da ADPF 442”, afirma a ANAJURE.

Brasileiros também não aprovam aborto ser decisão da mulher

De acordo com os autores da ação – o partido de extrema-esquerda PSOL em conjunto com a ONG pró-aborto, Instituto Anis – as mulheres deveriam ter o direito de decidir sobre a interrupção de uma gravidez indesejada até as 12 semanas de gestação, independentemente das circunstâncias.

A proposta é frequentemente rotulada pejorativamente como “aborto jurídico”, uma vez que a alteração na lei, se fosse amplamente aceita na sociedade, deveria ser realizada através do Poder Legislativo e não do Poder Judiciário.

Em outra pesquisa, realizada pelo Datafolha em julho deste ano, a maioria dos brasileiros se declarou contra o aborto ser uma decisão da mulher.

Para 52% dos entrevistados, a interrupção da gravidez não se trata de um direito de escolha da mãe.

Fonte: Guia-me com informações de Anajure, O Globo, Agência Brasil

Tim Ballard, herói do filme “Som da Liberdade”, nega acusações de assédio sexual

Tim Ballard, ator principal do filme "Som da Liberdade" (Foto: Reprodução)
Tim Ballard, ator principal do filme "Som da Liberdade" (Foto: Reprodução)

O homem que inspirou o filme religioso de sucesso deste ano, Sound of Freedom (Som da Liberdade), negou as acusações de assédio sexual. 

Sound of Freedom  arrecadou mais de US$ 150 milhões nas bilheterias internacionais e é estrelado pelo  ator Jim Caviezel, da Paixão de Cristo, como Tim Ballard, fundador na vida real da organização anti-tráfico sexual Operation Underground Railroad (OUR), que afirma ter resgatado milhares de crianças exploradas.

Um relatório da Vice continha alegações de assédio sexual envolvendo sete mulheres. Alega-se que Ballard pediu a essas mulheres que fingissem ser sua “esposa” durante as operações de resgate. Elas afirmam terem sido coagidas a dividir a cama ou tomar banho juntos, supostamente para enganar os traficantes. Alega-se também que ele enviou a uma mulher uma foto sua de cueca e, segundo uma fonte não identificada, perguntou a outra “até onde ela estava disposta a ir” para salvar crianças.

Ballard divulgou um comunicado em resposta às alegações, chamando-as de “falsas” e “infundadas”. 

“Tal como acontece com todos os ataques ao meu carácter e integridade ao longo de muitos anos, as últimas alegações sexuais feitas pelos tablóides são falsas”, disse ele.

“São invenções infundadas destinadas a destruir a mim e ao movimento que construímos para acabar com o tráfico e a exploração de crianças vulneráveis.”

“Durante meu tempo na OUR, elaborei diretrizes rígidas para mim e para nossos operadores no campo. O contato sexual era proibido e eu liderei pelo exemplo. Dada a nossa atenção meticulosa a esta questão, qualquer sugestão de contato sexual inadequado é categoricamente falsa.”

Ballard deixou a OUR em junho e agora dirige o The Spear Fund, outra organização que trabalha para acabar com o tráfico. 

Ele também negou outras alegações recentes, incluindo a de ter deturpado o relacionamento da OUR com a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja Mórmon) e de ter se envolvido no “uso não autorizado” do nome de um alto funcionário mórmon para “vantagem pessoal”. 

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Líderes querem treinar mais de 100 mil novos pastores para cumprir a Grande Comissão

Cúpula organizada pela organizada pela Global Church Network (Rede Global de Igrejas) realizada de 4 a 6 de setembro de 2023. (Foto: Reprodução)
Cúpula organizada pela organizada pela Global Church Network (Rede Global de Igrejas) realizada de 4 a 6 de setembro de 2023. (Foto: Reprodução)

Quase 400 líderes ministeriais e pastores reuniram-se na semana passada para a cúpula FINISH Europe em Zurique, Suíça, onde os delegados estabeleceram um objetivo coletivo de atingir e equipar mais de 100.000 novos pastores na próxima década, no meio de esforços conjuntos para cumprir a Grande Comissão.

A cúpula, realizada de 4 a 6 de setembro, foi organizada pela Global Church Network (GCN), que tem trabalhado em colaboração com inúmeras organizações e mais de 700.000 igrejas de todas as denominações em todo o mundo há mais de duas décadas.

Em 2017, a organização lançou o FINISH 2030 no túmulo de Martinho Lutero na Igreja do Castelo, Wittenburg, Alemanha. Na época, mais de 600 líderes de todas as denominações cristãs e regiões globais comprometeram-se a completar conjuntamente a Grande Comissão.

A sigla em inglês FINISH significa, Encontrar, Interceder, Rede, Investir, Enviar e Colheita.

Na cúpula deste ano, o fundador da GCN, James O Davis, destacou a importância de estabelecer um prazo para concretizar uma visão.

“Uma das razões pelas quais a Grande Comissão ainda não foi cumprida é porque nunca estabelecemos um prazo”, disse ele. “FINISH 2030 oferece uma nova estratégia abrangente – que é sinérgica, de âmbito global e capaz de levar a Igreja à linha de chegada mais cedo do que jamais sonhamos ser possível.”

A GCN tem 159 centros globais do cristianismo com foco na construção de relacionamentos, treinamento e divulgação. A GCN planeja introduzir 39 hubs na Europa em 2024.

Na cúpula FINISH Europe, Davis propôs um plano para expandir os centros europeus para 640 e formar mais de 100.000 pastores em menos de nove anos.

“As nações europeias representam alguns dos lugares mais difíceis para plantar igrejas, estabelecer redes de líderes e equipar pastores”, disse ele. “Entretanto, os modelos há muito estabelecidos de formação e preparação para o ministério não conseguem acompanhar o crescimento sem precedentes da Igreja Cristã global, resultando numa escassez significativa de pastores e ministros treinados.”

A cúpula contou com seis sessões plenárias lideradas por 19 líderes, cada um apresentando uma parte da sigla FINISH.

Os delegados estabeleceram uma meta coletiva de direcionar e equipar 110.000 novos ministros para serem treinados nos centros globais do Cristianismo e online através da Escola Global de Divindade da Igreja.

O autor e professor Leonard Sweet, professor emérito E Stanley Jones da Drew Theological School da Drew University, lembrou aos delegados seu dever de divulgar o Evangelho.

“Parece que dezenas de milhares de igrejas atualizaram as suas declarações de missão porque não gostaram da declaração de missão que o Senhor Jesus Cristo lhes deu”, disse ele. “Somos chamados a ir ao mundo e pregar o Evangelho”.

Davis enfatizou que “muitos líderes cristãos hoje duvidam de suas crenças e acreditam em suas dúvidas”.

“É hora de duvidarmos das nossas dúvidas e acreditarmos nas nossas crenças”, insistiu Davis. “Reivindicaremos, escalaremos e conquistaremos nosso Monte Everest, a Grande Comissão.”

Davis anunciou a Cúpula Jerusalém 2030, agendada para 9 a 11 de junho de 2030, para celebrar o 2.000º aniversário da Igreja. A GCN convidará 3.000 líderes importantes em todo o mundo para homenagear os 3.000 salvos durante o primeiro Pentecostes.

“O nível da nossa tolerância à dor determinará até onde iremos no cumprimento da Grande Comissão”, disse Dave Roever, fundador da Associação Evangelística Dave Roever. “Haverá pessoas que irão machucar você e circunstâncias da vida que tentarão esmagá-lo. No entanto, devemos estar dispostos a suportar as cicatrizes do sofrimento por nosso Salvador, Jesus Cristo.”

De acordo com o Projeto Josué, existem cerca de 7.400 grupos de pessoas não alcançadas no mundo hoje. No entanto, um relatório de 2018 de Barna descobriu que 51% dos participantes da igreja nos Estados Unidos não estavam familiarizados com o termo “Grande Comissão”. Da mesma forma, um estudo do American Culture & Faith Institute em 2017 sugere que as igrejas americanas não estão enfatizando o evangelismo.

Num artigo de opinião para o The Christian Post, Oscar Amaechina, presidente da Afri-Mission and Evangelism Network, Nigéria, sublinhou que a evangelização mundial deve ser uma responsabilidade coletiva de todos os cristãos.

“Não foi concebido para alguns cristãos hiperativos na Igreja; é o próprio propósito da Igreja”, escreveu ele. “Antes de Cristo dar este mandato, ele sabia que é possível cumpri-lo e também nos garantiu que não iria nos abandonar (Mateus 20:20 ) . A obediência retardada é muito melhor do que a desobediência absoluta. Ainda podemos fazer alguma coisa. Um pequeno esforço de cada cristão irá percorrer um longo caminho para garantir que todos ouçam sobre Jesus.

“Este mundo está ficando cada vez mais difícil para os cristãos. A vinda de Cristo e do Seu reino será iniciada pela difusão global do Evangelho. Como podemos, portanto, permanecer em silêncio?”

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Igreja cresce apesar da repressão ao cristianismo na Argélia

Igreja vazia na Argélia
Igreja vazia na Argélia

A Igreja clandestina na Argélia está crescendo, mesmo em meio a repressão do cristianismo pelo governo.

O governo da Argélia reconhece uma organização oficial chamada Associação da Igreja Protestante da Argélia (APCA), mas obter a certificação como parte dessa instituição é quase impossível.

Logo, as igrejas que não se cadastram se tornam alvos das autoridades no país. Segundo

Riadh Jaballah, da missão Voz dos Mártires no Canadá, 46 igrejas foram fechadas e não há informações de nenhuma congregação recém-aberta.

A Mission Network News informou que as igrejas que não fazem parte da APCA não estão formalmente autorizadas a abrir, e qualquer tentativa nesse sentido resultaria em uma restrição do governo.

Isto elimina qualquer oportunidade para o crescimento de igrejas. Aquelas que estão sob supervisão da APCA possuem 2.000 membros, porém, não há espaço para conexões pessoais ou discipulado.

“O tamanho destas igrejas legais confunde os crentes locais. Como pode a igreja ter o impacto social negativo que o governo argelino afirma ter quando as que estão registradas já têm tantos membros? O governo procura qualquer desculpa para persegui-los e fechar as igrejas”, disse Jaballah.

Apesar dos conflitos com o governo, Jaballah contou: “Nossos irmãos ainda lutam por sua fé. Eles ainda estão adorando a Deus”.

Igrejas Clandestinas

De acordo com a Mission Network News, os cristãos na Argélia estão tentando transformar a crise em oportunidade para falar sobre Jesus.

“Estamos felizes que os edifícios da igreja estejam fechados porque Deus abriu muitas oportunidades para a Igreja clandestina”, informou Jaballah.

Ele contou que os cristãos têm o cuidado de não chamar atenção das autoridades locais: “Se mais de 10 ou 15 pessoas se encontram. Se o número for maior do que isso, eles suspeitam e podem detê-los imediatamente”.

Jaballah comparou as igrejas clandestinas no país com a Igreja do primeiro século, que se reunia em casas e encontrava formas criativas de adoração.

“Tal como a Igreja primitiva, os crentes argelinos têm fome de boa teologia e de discipulado significativo. Continuamos orando por nossos irmãos e irmãs”, concluiu ele.

Fonte: Guia-me com informações de Mission Network News

Influenciadores evangélicos investem mais em assuntos motivacionais, mostra pesquisa

Deive Leonardo (Foto: Divulgação)
Deive Leonardo (Foto: Divulgação)

Com milhares de seguidores nas redes sociais, alguns pastores, pregadores e cantores gospel têm atraído cada vez mais seguidores por meio de mensagens com conteúdos motivacionais. Também conhecidos como “coaches evangélicos”, eles não apenas falam sobre Jesus, mas focam seus temas em superação e autoconhecimento, e ainda há os que vendem seus conteúdos.

Uma pesquisa divulgada na semana passada, denominada Radar Evangélico e realizada pela consultoria Nosotros, mapeou os 44 maiores influenciadores evangélicos do Brasil. Entre os assuntos mais postados por eles estão: devocionais (45%), conteúdo motivacional (30%) e análise política (25%).

Os pesquisadores usaram um método chamado Análise de Redes Sociais (ARS), que combina Matemática, Sociologia e Ciência de Dados. A partir dos resultados, eles analisaram o que existe em comum entre os religiosos de cada grupo, ou seja, os temas que prevalecem entre eles.

    “Os dados dos principais influenciadores evangélicos alimentam um programa que mapeia as conexões entre eles e os grupos nos quais as pessoas estão interligadas. O que se percebe é uma especialização no assunto motivacional, ou seja, deixar de lado a questão teológica para adotar temas sobre metas e melhora financeira”, explica o antropólogo Juliano Spyer, coordenador do estudo e fundador da Nosotros.

    Entre os nomes dos influenciadores evangélicos mais comentados pelo estudo está o de Deive Leonardo, autor do livro Colocando a Vida em Ordem (Editora Vida). Com mais de 14 milhões de seguidores em suas redes sociais, ele propõe um caminho para o leitor organizar a sua vida em apenas 31 dias.

    Seu conteúdo é baseado, principalmente, em temas como ansiedade, controle de emoções e processos de tomada de decisões.

    Além dele, a pesquisa da Nosotros identificou outros evangélicos que fazem sucesso nas redes sociais como as cantoras Gabriela Rocha e Priscilla Alcântara, Silas Malafaia, Edir Macedo, Marco Feliciano e a pastora Eyshila, que tem 4,4 milhões de seguidores.

    Cuidados com a intenção e a teologia

    De acordo com o pastor Paulo Eduardo, da Primeira Igreja Batista de São Paulo, o problema não está no fato de o pastor ser coach, mas sim nas intenções que ele tem por trás dessa atividade.

    “Ser um pastor coach, por si só, não é problema. A Bíblia apresenta vários princípios e valores que, se os seguirmos, tornaremos a vida melhor. O problema está na intenção, se é de virar celebridade, ficar rico e famoso, daí a intenção não é mais legítima”, justifica Eduardo.

    O pastor ressalta que ele conhece vários pastores que também são coaches, mas que são consagrados e dedicados a Deus. “São verdadeiros coaches seguidores fiéis de Jesus e que têm ajudado muita gente a se posicionar melhor na vida por meio da Bíblia”, afirma o pastor.

    Segundo ele, o risco para a vida espiritual acontece quando os ensinamentos oferecidos pelo coach evangélico reduzem a teologia bíblica, deixando de fora questões fundamentais como a necessidade do arrependimento e a mudança de vida.

    “Pregações motivacionais podem sim usar questões relacionadas às emoções, mas não podem ficar só nisso. É preciso que haja um conteúdo consistente de confrontação, de vida, de fé, ou seja, jamais abandonar o núcleo do Evangelho que é seguir a Jesus, se arrepender, confessar os pecados e crer no Espírito Santo”, finaliza.

    Fonte: Comunhão com informações da BBC News Brasil

    Cristão é morto brutalmente por extremistas no Egito

    Andrew, tinha 20 anos, e foi atacado com facas e varas. (Foto: Global Christian Relief).
    Andrew, tinha 20 anos, e foi atacado com facas e varas. (Foto: Global Christian Relief).

    Um cristão no Egito foi morto brutalmente por muçulmanos extremistas devido a sua fé, no mês passado.

    De acordo com o Global Christian Relief, uma organização que monitora a perseguição no mundo, Andrew tinha 20 anos e era o único provedor de sua mãe e irmãos.

    No dia 31 de agosto, o cristão foi insultado por um muçulmano chamado Mohamed Hamid, por ser um seguidor de Cristo.

    Os dois homens começaram a discutir até que Mohamed disse: “Vou matar você, Andrew”. Então, o extremista puxou uma faca e atingiu a mão do cristão.

    Andrew conseguiu fugir e foi socorrido por vizinhos, que testemunharam a agressão. Eles usaram sua camisa para tentar estancar o sangue e o levaram para o hospital.

    No caminho, Mohamed apareceu de repente, junto com um grupo de extremistas. Os radicais cercaram o jovem e o atacaram com facas e varas.

    Mesmo pedindo misericórdia, Andrew foi espancado até a morte pelos islâmicos. “Às 20h30, recebi um telefonema de um dos meus vizinhos, dizendo que Andrew estava ferido e foi transferido para um hospital. Corri para o hospital e fiquei muito chocado quando descobri que Andrew havia falecido”, contou a mãe do cristão, ao Global Christian Relief.

    A polícia local prendeu Mohamed Hamid. Apesar disso, a mãe de Andrew foi ameaçada. “Recebi ameaças de familiares (de Hamid) para me pressionarem a retirar as acusações contra ele”, denunciou ela.

    Andrew, um cristão perseguido, tinha uma fé forte e lutava para sustentar sua família. “André era um anjo que vivia na Terra. Ele foi meu apoio e tudo na vida para mim. Eu não posso viver sem ele”, declarou sua mãe.

    E acrescentou: “Ele foi morto em nome de Jesus Cristo. Tenho certeza de que ele está no Céu e gostando de estar com Jesus agora, mas sua perda é muito difícil para mim”.

    Perseguição no Egito

    Cristãos relatam que a maioria das violações da liberdade de religião no Egito acontecem na esfera da comunidade.

    Os incidentes variam entre cristãs sendo assediadas enquanto andam nas ruas e multidões iradas de muçulmanos que reúnem toda a vizinhança para expulsar os cristãos, cujas casas e pertences são confiscados por esses grupos.

    O país ocupa a 35ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2023, que classifica os 50 países que mais perseguem cristãos no mundo.

    Fonte: Guia-me com informações de Global Christian Relief

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