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Cristãos vivem em condição sub-humana no Iêmen

Pobreza extrema (Foto representativa: Canva Pro)
Pobreza extrema (Foto representativa: Canva Pro)

Apesar de ser o 3º país da Lista Mundial da Perseguição 2023, por causa da guerra no Sudão, terremotos na Turquia e na Síria e a invasão da Ucrânia, algumas famílias iemenitas foram retiradas da lista de ajuda emergencial.

Até então, as famílias dessa lista recebiam cestas de alimentos. No entanto, o fundo de ajuda atual não é suficiente para ajudar todos os cristãos nas crises emergenciais citadas acima e também os cristãos perseguidos no Iêmen.

Por isso, foi necessário escolher os casos mais urgentes e priorizá-los. A escolha é muito difícil de ser feita, especialmente considerando que o Iêmen é o país mais pobre da Península Arábica. Além da fome, o país também enfrenta uma longa guerra civil e é interesse de disputas internacionais.

Apesar de atualmente viver um cessar-fogo, 90% da população do Iêmen continua sob condições sub-humanas de sobrevivência. Precisamos de sua ajuda em oração pelos cristãos perseguidos no Iêmen para que também sejam assistidos em suas necessidades. Veja os pedidos de oração abaixo.

Ajuda emergencial para cristãos perseguidos 

Você pode ajudar a mudar essa situação. Com uma doação, você socorrerá cristãos perseguidos no Iêmen com alimentos e o apoio emergencial de que tanto precisam. Ajude!  

Pedidos de oração 

  • Peça a Deus que a guerra cesse e a paz seja definitivamente restabelecida no Iêmen.  
  • Ore pelas crianças e famílias impactadas pela crise no Iêmen.  
  • Interceda pelos cristãos iemenitas perseguidos para que recebam sustento espiritual e material para todas as suas necessidades.  
  • Rogue ao Senhor para que a igreja seja um testemunho de esperança e do amor de Cristo para o Iêmen nesse momento sombrio.

Fonte: Portas Abertas

Thalles Roberto e Lakewood Music juntos em Novo EP e turnê no Brasil

Alexandra Osteen, Thalles Roberto e Ramiro Garcia. (Foto: Divulgação)
Alexandra Osteen, Thalles Roberto e Ramiro Garcia. (Foto: Divulgação)

“Dia de Milagres” é o novo EP da Lakewood Music, liderado por Alexandra Osteen. O álbum, com quatro faixas, conta com a participação de Thalles Roberto em todas as músicas, além de Ramiro Garcia na canção que dá título ao álbum.

O projeto, lançado em 19 de maio, apesar de envolver banda internacional, é todo em português. “E dizemos amém”; “Dia de Milagre”; “Grita”; e “Em Seu Nome” são as canções que compõem o novo EP. O trabalho completo está disponível nas plataformas digitais.

Thalles Roberto se mudou, com sua família, para os Estados Unidos em 2019. Em 2021, ele assumiu ministério pastoral na Lakewood Church, igreja de origem do grupo musical, situada em Houston, no Texas, que é a maior igreja dos EUA. Mas esse fator não interrompeu a carreira musical. Agora, na mesma igreja, ela integra projetos musicais e pastorais.

Turnê Thalles Roberto e Lakewood Music

Além do lançamento do EP, em junho, a banda LakeWood Music fará uma turnê no Brasil, com participação de Thalles Roberto. Eles vão passar por São Paulo, Chapecó e Rio de Janeiro. Entre a programação, está o show na Renascer Arena, SP, no dia 10, além do movimento Marcha pra Jesus, que acontece em 8 de junho.

Ouça “Dia de Milagres”

Fonte: Comunhão

Avião da Igreja Quadrangular é apreendido pela Polícia Federal com 290kg de maconha

Polícia Federal apreende 290 kg de maconha em avião da Igreja Quadrangular (Foto: Divulgação/Polícia Federal)
Polícia Federal apreende 290 kg de maconha em avião da Igreja Quadrangular (Foto: Divulgação/Polícia Federal)

A Polícia Federal (PF) deteve uma pessoa e apreendeu 290 kg de maconha em um avião monomotor no Aeroporto Internacional de Belém, no Pará, na manhã do sábado, 27.

De acordo com a PF, a droga seria levada para Petrolina, em Pernambuco, mas, antes da decolagem, foi feito o flagrante em um hangar de voos particulares. O homem foi preso tentando transportar skunk, uma forma concentrada de maconha.

A CNN apurou que a aeronave é utilizada pelo ex-deputado federal Josué Bengtson, tio da senadora e ex-ministra Damares Alves e o veículo está em nome da Igreja Quadrangular, na qual Bengston é pastor e líder no Pará.

A carga ocupava todo o espaço disponível na aeronave, deixando apenas assentos para o piloto e um passageiro. A PF afirma que o forte odor que emanava do avião indicava que a carga já estava no monomotor há horas, aguardando a partida.

A abordagem aconteceu no sábado (27), pouco antes das 07h30, horário previsto para a decolagem em um hangar de voos particulares do Aeroporto Internacional de Belém.

O suspeito caminhava pelo pátio em direção ao avião e, ao ver as autoridades, correu para fora do aeroporto, mas foi alcançado, de acordo com a polícia.

Um inquérito foi aberto para apurar o crime, e o avião foi apreendido, assim como o celular do homem detido. “O piloto não foi preso, pois não foi verificada participação dele no crime”, concluiu a polícia.

O que dizem os envolvidos

Em nota, a assessoria de Damares Alves confirmou o parentesco entre a ex-ministra e Bengston e disse que, sobre o caso, “a senadora tomou conhecimento hoje pela manhã, através da imprensa”.

Ainda de acordo com a nota enviada à CNN, ela entrou em contato com a família e “foi informada que a denúncia à Polícia Federal sobre uma carga suspeita carregada na aeronave foi realizada pelos responsáveis pelo avião, ou seja, pela própria Igreja”.

De acordo com o portal de notícias de Belém, Roma News, o Conselho Estadual da Igreja Quadrangular assumiu a propriedade da aeronave apreendida e que o homem acessou o avião sem autorização do hangar, e colocou a carga no interior da aeronave.

Além disso, no comunicado oficial publicado pelo portal, a igreja disse que foi ela que acionou a PF, que ,assim, tomou conhecimento do conteúdo ilícito que seria transportado pelo suspeito.

Entretanto, as informações não coincidem, já que a polícia reafirma que as informações vieram da inteligência do Núcleo de Polícia Aeroportuária da PF.

Veja o momento da apreensão:

Fonte: CNN, Fuxico Gospel e Estado de Minas

Meta desenvolve Inteligência Artificial baseada na Bíblia que reconhece mais de 4.000 idiomas

Logo da Meta, empresa responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp (Foto: Canva Pro)
Logo da Meta, empresa responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp (Foto: Canva Pro)

A Meta, empresa proprietária do Facebook, Instagram e WhatsApp, desenvolveu modelos de inteligência artificial capazes de identificar mais de 4.000 idiomas falados e reconhecer 1.100 deles falados em voz alta, com base em dados da Bíblia.

Isso significa 40 vezes mais do que qualquer tecnologia anterior conhecida . “É um passo significativo para preservar idiomas que correm o risco de desaparecer”, diz a empresa por trás do Facebook e do Instagram.

Seus modelos Massively Multilingual Speech (MMS) visam “tornar mais fácil para as pessoas acessar informações e usar dispositivos em seu idioma preferido”.

A Meta os está disponibilizando em software de acesso aberto, para que “outros na comunidade de pesquisa possam desenvolver nosso trabalho”.

“Coletar dados de áudio para milhares de idiomas foi nosso primeiro desafio porque os maiores conjuntos de dados de fala existentes cobrem no máximo 100 idiomas. Para superar isso, nos voltamos para textos religiosos, como a Bíblia, que foram traduzidos em muitos idiomas diferentes e cujas traduções foram amplamente estudadas para pesquisa de tradução de linguagem baseada em texto”, diz a Meta.

Dados da Bíblia

Existem cerca de 7.000 idiomas no mundo, mas os modelos de reconhecimento de fala existentes cobrem apenas cerca de 100 deles de forma abrangente.

Para superar isso e treinar o modelo, eles criaram dois conjuntos de dados com textos religiosos cujas traduções e gravações de áudio de pessoas que os lêem estão disponíveis publicamente em diferentes idiomas.

Um dos conjuntos contém gravações de áudio do Novo Testamento e seu texto correspondente retirado da internet em 1.107 idiomas, o que forneceu em média 32 horas de dados por idioma; o outro contém gravações sem rótulo de várias outras leituras religiosas cristãs.

No entanto, eles enfatizam que “embora o conteúdo das gravações de áudio seja religioso, nossa análise mostra que isso não influencia o modelo a produzir uma linguagem mais religiosa”.

No futuro, a Meta espera “aumentar a cobertura do MMS para suportar ainda mais idiomas e também enfrentar o desafio de lidar com dialetos, que muitas vezes é difícil para a tecnologia de fala existente”.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Amazon, Google e Microsoft estão entre as empresas que menos respeitam a liberdade religiosa

Bíblia na mesa de uma sala de reunião de uma empresa (Foto: IA do Canva Pro)
Bíblia na mesa de uma sala de reunião de uma empresa (Foto: IA do Canva Pro)

De acordo com um estudo recente conduzido pela Alliance Defending Freedom (ADF),muitas grandes empresas americanas carecem de proteção para a liberdade deexpressão e religião.

O índice de negócios anual “Viewpoint Diversity Score”, que classifica 75 empresas de capital aberto, fez uma medição numa escala de 0 a 100 para saber o quanto cada organização respeita as liberdades de expressão e religiosa com base em políticas, práticas e outros critérios relevantes.

Das 75 empresas pesquisadas, Airbnb, Amazon, Google, eBay e Microsoft são as que menos respeitam a liberdade religiosa de seus funcionários. Apenas duas pontuaram acima de 25 no que diz respeito à proteção das liberdades referidas.

A ADF alertou que “milhões de americanos comuns correm o risco de cancelamento ou punição por seus pontos de vista”. Infelizmente, muitas empresas parecem estar mais preocupadas com o “politicamente correto” e em evitar controvérsias do que em proteger os direitos de seus funcionários.

“Este é um caminho perigoso a seguir, pois mina o próprio fundamento da liberdade de expressão e liberdade religiosa. É importante observar que proteger essas liberdades não é apenas uma questão de princípio, mas também uma questão de praticidade.

Quando os funcionários se sentem livres para expressar suas crenças e opiniões, é mais provável que sejam engajados e produtivos em seu trabalho”, diz o relatório.

“Por outro lado, quando os funcionários são forçados a suprimir suas crenças, eles podem se tornar desengajados e ressentidos, levando à diminuição da produtividade e da moral”, continua.

Seguem os resultados de algumas empresas quando se trata de proteger e respeitar os direitos da Primeira Emenda dos funcionários: Airbnb (2%), Amazon (4%), Alphabet(Google) (4%), eBay (5%), Microsoft (5%) e Disney (5%).

“Ameaças à liberdade não vêm apenas do governo, mas de grandes corporações como instituições financeiras e grandes empresas de tecnologia que concentraram poder sobre serviços essenciais e canais de comunicação”, disse o conselheiro sênior da ADF e vice-presidente sênior de engajamento corporativo, Jeremy Tedesco.

Das 75 empresas norte-americanas avaliadas, apenas duas tiveram notas altas em relação ao respeito à religião dos colaboradores, no caso, o M&T Bank e a FidelityNational Information.

Entre as empresas que tiveram queda em suas avaliações em relação ao ano passado estão: Rackspace (14% para 13%), Capitol One (13% para 12%), Visa (11% para10%), Wells Fargo (13% a 10%), Citizens Financial Group (10% a 9%), JP MorganChase (15% a 9%), Mastercard (10% a 9%), Bank of America (10% a 8%), Discover(13% a 8%), Oracle (9% a 8%), PayPal (7% a 5%) e Twitter (6% a 5%).

Já as que tiveram alta foram: Citigroup (subiu de 8% para 11%), Morgan Stanley (9%para 11%), Meta (9% para 10%), Apple (7% para 8%), Adobe (5% para 6%) eGoDaddy (2% para 8%).

Liberdades ameaçadas

Até mesmo as empresas que ficaram no topo da lista, não atingiram uma pontuação favorável: Fidelity National Information Services (50%) e M&T Bank (25%). “Isso mostra como as grandes corporações americanas dão pouco valor à liberdade de expressão”, aponta a ADF.

“Muitas vezes, essas corporações desbancam os americanos, citando políticas que lhes dão liberdade ilimitada para censurar as pessoas por seus pontos de vista”, continuou.

“Todos os americanos se beneficiam quando corporações poderosas respeitam a liberdade de expressão e a liberdade religiosa. Nossa meta é ajudar as maiores corporações a implementarem mudanças positivas e duradouras que protejam a liberdade de expressão e religiosa de todos contra o abuso corporativo”, disse Tedesco.

“Nossa meta é ajudar as maiores corporações a implementar mudanças positivas e duradouras que protejam a liberdade de expressão e religiosa de todos contra o abuso corporativo”, enfatiza Tedesco.

Outros exemplos de políticas preocupantes listadas no relatório e divulgados pelo The Christian Post incluem a remoção da plataforma The Babylon Bee do Twitter, a Netflix realizando treinamento de funcionários promovendo a teoria racial crítica e a restrição do Bank of America a doações a instituições de caridade religiosas.

O estudo conclui que se o ritmo continuar assim, haverá muito mais casos de fechamento de plataformas e organizações, caso “não dancem ao som das ideologias radicais”.

Fonte: Guia-me e Comunhão com informações de The Christian Post

Armando Filho processa cantor sertanejo por plágio de música

Cantor evangélico Armando Filho e o cantor sertanejo Eduardo Costa (Fotos: Reprodução/Redes Sociais)
Cantor evangélico Armando Filho e o cantor sertanejo Eduardo Costa (Fotos: Reprodução/Redes Sociais)

O cantor e compositor evangélico Armando Filho está movendo uma ação contra o cantor sertanejo Eduardo Costa por plágio de uma música gospel.

Segundo o colunista Peterson Renato, do Hora Top TV, o autor relatou que fez sucesso com o álbum Final Feliz, no ano de 1990, contendo a canção Mover do Espírito — também conhecida entre os fãs por Quero Que Valorize e Você Tem Valor.

De acordo com o compositor, ele teria descoberto que seu maior sucesso musical fora cadastrado por Eduardo Costa junto à União Brasileira de Compositores como sendo escrita por ele.

Segundo o cantor gospel, apenas o nome da canção foi trocada para “Você Tem Valor”, como ficou popularmente conhecida entre os evangélicos e que a composição apresentada por Eduardo Costa é uma cópia “exata” da sua, caracterizando plágio.

No processo, Armando Filho pede uma indenização de R$ 1 milhão por danos morais, e outra compensação por lucros cessantes.

O juiz Adelson Freitas de Andrade Junior concordou com o pedido do autor para oficiar a União Brasileira de Compositores (UBC). No documento, foi pedido que o órgão informasse o código ISRC da composição do cantor.

A assessoria do cantor sertanejo Eduardo Costa disse que vai se manifestar sobre o caso apenas no processo.

Com informações de Metrópoles, Fuxico Gospel e R7

Igreja da Escócia perdeu mais da metade de seus membros desde 2000

Igreja da Escócia na cidade de Largs (Foto: Canva Pro)
Igreja da Escócia na cidade de Largs (Foto: Canva Pro)

Um relatório divulgado recentemente mostrou que a Igreja da Escócia perdeu mais da metade de seus membros desde o ano 2000 e apontou que a idade média dos participantes dos cultos é de 62 anos.

O relatório dos “Custódios da Assembleia”, foi criado antes da Assembleia Geral da Igreja, que aconteceu de 20 a 25 deste mês em Edimburgo, capital do país, analisou as informações estatísticas sobre a denominação.

De acordo com o relatório, o número de membros da Igreja em 2021 foi de 283.600, o que representou uma queda de 4,6% em relação a 2020 — abaixo dos 1,3 milhão relatados na década de 1950.

O relatório informou que o número de fiéis em 2021 representou 46,6% do que foi exposto em 2000, enquanto o número de ministros relatados no ano passado foi de 60% do que era no mesmo ano.

“Isso não é culpa de um grupo de pessoas ou de qualquer órgão de tomada de decisão, mas uma tendência que não foi revertida”, disse o relatório.

“Na Escócia, o tamanho de quase todas as congregações está diminuindo. Os ministros estão se aposentando e as pessoas não estão se apresentando (como tem acontecido há anos) em número suficiente para substituí-los. As boas novas de Jesus Cristo, embora sejam compartilhadas entre alguns, não estão alcançando a maioria do povo no país”, acrescentou.

Segundo o Christian Post, através do relatório, foi descoberto que a “grande maioria” dos ministros da Igreja tem mais de 50 anos, considerando que até a próxima década, metade deles se aposentará.

Desafios da igreja pós-pandemia

Antes da pandemia do coronavírus, a frequência à igreja era de 88.000. Em 2021, depois que os cultos presenciais foram suspensos, ficou em cerca de 60.000.

O relatório observou que agora, cerca de “45.000 pessoas, preferem assistir às reuniões online e 8.275 de ‘outras maneiras’”.

Um relatório suplementar comprovou que, em dezembro de 2022, a Igreja da Escócia tinha 270.300 membros, uma queda de 4,7% em relação a 2021. O número representa uma queda geral de 35% desde 2012.

Esse relatório também observou um aumento tanto nos batismos quanto nas profissões de fé em 2022. No entanto, enfatizou que o nível ainda permaneceu abaixo aos anteriores à pandemia.

Na última segunda-feira (22), o Rev. David Cameron disse que o relatório sobre o declínio de membros “fornece uma imagem realista de onde nossa Igreja se encontra”.

Ele afirmou que a igreja está em “um momento crítico” devido às reformas para estabelecer “uma base sustentável para o futuro”.

Para o reverendo, os membros da Igreja precisavam ser “entusiasmados em fazer as coisas de maneira diferente” e “sonhar sonhos ousados ​​e ter energia e incentivo para experimentar e aprender no processo”.

“Imagine ser capaz de avançar de maneira positiva, abordando questões sérias do dia, respondendo à necessidade real na Escócia. Imagine encontrar uma maneira criativa de reunir pessoas com visões diferentes para criar um novo futuro”, afirmou ele.

História da igreja

A Igreja da Escócia é teologicamente presbiteriana, e desde 1690, é a congregação nacional do país. Esse status foi garantido pelo Ato de União da Escócia e Inglaterra em 1707.

Segundo o Christian Post, embora a denominação seja a igreja nacional oficial da Escócia, ela não é controlada pelo governo do Reino Unido nem pelo Parlamento escocês.

“O rei não é o governador supremo da Igreja da Escócia, como é na Igreja da Inglaterra. O soberano tem o direito de comparecer à Assembleia Geral, mas não de tomar parte em suas deliberações”, explicou a denominação.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Evangelista é agredido por multidão e preso em Bangladesh

Bandeira de Bangladesh fixada no mapa (Foto: Canva Pro)
Bandeira de Bangladesh fixada no mapa (Foto: Canva Pro)

O cristão de origem muçulmana, Afzal Hosen, de 36 anos, foi cercado por uma multidão irada em março deste ano. Ele estava distribuindo Bíblias e literatura cristã em um mercado local quando foi atacado, no Norte de Bangladesh.

Um radical maulvi (estudioso islâmico) viu o que Afzal estava fazendo e começou a questioná-lo. Ele incitou as pessoas ao redor contra o evangelista que começaram a acusá-lo de converter muçulmanos ao cristianismo.

A multidão estapeou e agrediu fisicamente Afzal. O estudioso islâmico disse que o evangelista estava extraviando a comunidade islâmica. Apesar da violência crescente, Afzal não se abalou.

Ele foi levado à delegacia e ficou preso por aproximadamente sete horas. Apenas quando o líder da igreja em que Afzal congrega, Emmanuel Church of Bangladesh (ECB), chegou, no final da noite, e assinou o documento de soltura, ele foi liberto. A ameaça de novos ataques na comunidade onde ele vive permanecem.

Afzal passou algumas semanas em repouso para se recuperar dos ferimentos. Ele está preocupado com a segurança da família sob as ameaças da comunidade. Os radicais disseram que se Afzal voltar a compartilhar literatura cristã ou evangelizar na região, eles prejudicariam o cristão, a esposa e o filho de seis anos.

Assim como Afzal, outros cristãos de origem muçulmana enfrentam perseguição por causa do trabalho entre os muçulmanos. Mesmo com as ameaças de morte, eles continuam compartilhando as boas novas do evangelho com paixão em Bangladesh.

Fonte: Portas Abertas

Família testemunha a bondade de Deus no Sri Lanka

Rathan e Kalviya vivem no Sri Lanka (Foto: Portas Abertas)
Rathan e Kalviya vivem no Sri Lanka (Foto: Portas Abertas)

Quando parceiros da Portas Abertas entraram na casa de Rathan e Kalviya viram os irmãos com um sorriso aberto. As sobrancelhas franzidas e olhos tristes se tornaram uma lembrança distante.

Rathan e Kalviya perderam o irmão mais velho, a cunhada e o irmão caçula no ataque de Páscoa de 2019 no Sri Lanka. Na primeira visita que parceiros locais fizeram à família, a conversa foi curta. Kalviya ficou reclusa no quarto, tomada pela dor do luto e saiu apenas por um instante, indisposta a conversar.

Dessa vez, ela cumprimentou a todos com carinho e disse o quanto estava grata pela presença dos parceiros. Ela também compartilhou que apesar da dor, conseguiu concluir os estudos na universidade.

O casamento de Rathan

A família tem outra novidade. Rathan apresenta a jovem com um sorriso no rosto: “Minha esposa! Hoje completamos um ano de casados”. Ele mostra com alegria o álbum de fotos do casamento. Em cada foto é possível reconhecer outras vítimas do bombardeio sorrindo, recomeçando a vida. Um pouco de alento após tanta dor.

Cada página é um testemunho da bondade e da fidelidade de Deus na vida dessas famílias por meio do apoio dos nossos parceiros. No Sri Lanka, as famílias costumam interromper todas as celebrações quando um parente falece. Ver a alegria no casamento de Rathan mostra que Deus tem curado corações e respondido nossas orações, ajudando-os a seguir adiante apesar do luto.

“O casamento foi um grande testemunho para nossa comunidade. Quando perdemos nossos familiares, os vizinhos disseram que aquilo era uma punição dos deuses por termos nos tornado cristãos. A cerimônia foi o primeiro casamento cristão que eles viram, com louvores e hinos. Foi uma grande oportunidade para que eles conhecessem o amor de Jesus e ver que Deus tem nos abençoado”, disse Kalviya.

Sobrevivendo à crise

Apesar da alegria, Rathan comenta que 2022 não foi um ano fácil. “Nos seis primeiros meses casado, fiquei sem salário. Por causa da crise econômica e os cortes de eletricidade, não tivemos lucro. Além disso, a matéria-prima ficou muito cara e não conseguimos repassar esse aumento para o mercado rapidamente”, ele conta.

Depois da morte do irmão mais velho, Rathan tomou a responsabilidade de cuidar da padaria da família. Como essa era a principal fonte de renda da família, quando o negócio não gera lucros é difícil para todos em casa. Ainda assim, a graça de Deus tem sustentado o cristão com paz e alegria mesmo nos dias difíceis.

Fonte: Portas Abertas

Mais de 3 bilhões de pessoas ainda não ouviram falar de Jesus

Mulheres ex-hindus ouvindo a pregação do Evangelho, na Ásia
Mulheres ex-hindus ouvindo a pregação do Evangelho, na Ásia

Neste domingo (28) é o Dia Internacional dos Povos Não Alcançados. Enquanto a população global atinge 8 bilhões, um terço do mundo ainda continua sem acesso ao Evangelho.

De acordo com o Joshua Project, uma organização cristã que realiza estudos sobre os não alcançados, 3,39 bilhões de pessoas não conhecem Jesus, o número representa 42,5% da população mundial.

Hoje, há 17.443 grupos de pessoas sem acesso ao Evangelho pelo mundo. No Brasil, há 49 grupos não alcançados.

O que são Povos Não Alcançados?

Em geral, as organizações missionárias definem nações e comunidades como “povos não alcançados” quando menos de 2% da população é cristã e não há Bíblia disponível no idioma local.

De acordo com Marv Newell, missiologista da Missio Nexus, o que torna um grupo de pessoas “não alcançado” é o critério dos “três nãos”. “Estamos falando de lugares onde não há igrejas, nem Bíblia e nem crentes”, pontua.

Os “três nãos” pelas quais alguns grupos de pessoas permanecem não alcançados são:

  1. São difíceis de encontrar: Os evangélicos podem negligenciar esses grupos porque eles estão inseridos em uma comunidade maior de pessoas não alcançadas. Os surdos, por exemplo, se enquadram nesta categoria; já que a comunidade “ouvinte” ao redor pode ter acesso ao Evangelho, mas não há Bíblias na língua de sinais local.
  2. São cercados pela religião: Da mesma forma, alguns grupos de pessoas permanecem não alcançados porque estão “isolados” pela religião da comunidade. “Eles estão tão isolados em sua experiência religiosa que se contentam com ela, mas não conhecem a verdade do Evangelho”, diz Newell sobre grupos como muçulmanos, hindus e budistas.
  3. São difíceis de alcançar: Esses grupos de pessoas permanecem não alcançados devido ao ambiente geográfico ou geopolítico. Em alguns países, “o Evangelho não pode nem mesmo ser mencionado”, diz Newell. “Estamos falando de lugares como Iêmen, Arábia Saudita, Coreia do Norte, Afeganistão”.

Janela 10/40

A maior parte deste grupo está localizada no que é chamado de Janela 10/40, que inclui a maioria dos muçulmanos, hindus e budistas do mundo, especialmente no norte da África, Oriente Médio e Ásia. Estas são também as áreas mais populosas do mundo, segundo a ONU.

Estima-se que 5,27 bilhões de pessoas habitem na Janela 10/40, divididas em aproximadamente 8.868 grupos distintos.

O continente menos alcançado pelo Evangelho é a Ásia, de acordo com o Joshua Project. Em especial, os países do Sul Asiático, como Afeganistão, Bangladesh, Butão, Índia, Maldivas, Nepal, Paquistão e Sri Lanka.

Em seguida vem o Sudeste Asiático, que compreende Mianmar, Brunei, Camboja, Laos, Malásia, Singapura, Tailândia, Timor-Leste, Vietnã e Indonésia.

Campanha “Um terço de nós”

Todos os anos, a Aliança Pelos Não Alcançados lança a campanha “A Third of Us” (“Um Terço de Nós”, em português) para divulgar a causa e conscientizar mais cristãos ao redor do mundo, no Dia Internacional dos Povos Não Alcançados.

Igrejas e famílias podem participar da campanha. O site da “A Third of Us” disponibiliza diversos materiais educativos sobre os não alcançados e sobre maneiras de contribuir na Grande Comissão.

A campanha também promove o Desafio de Oração 1:11, onde cristãos de todo mundo vão se reunir às 13h11 no domingo, para orar pelas pessoas não alcançadas.

Fonte: Guia-me com informações de Joshua Project

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