Três cristãos expatriados foram presos na Líbia nas últimas três semanas. Além deles, outros sete cristãos foram presos pouco antes. A maioria deles havia gravado vídeos em que compartilhavam o testemunho de como deixaram o islã para seguir a Jesus.
Os vídeos, que mostravam a maioria deles com o rosto borrado, de alguma forma, foram publicados no website da Agência de Segurança Internacional (ISA, da sigla em inglês), que é afiliada ao ar-Radaa, uma unidade especial da polícia islâmica que realiza operações militares na Líbia. As acusações envolviam apostasia e proselitismo.
Suspeita de conspiração
A ISA geralmente se preocupa com ações do alto escalão do crime organizado, mas também é responsável por rastrear dissidentes políticos e outras pessoas envolvidas em atividades consideradas não islâmicas. Todas as prisões foram executadas pela agência.
Entre os detidos, havia uma mulher e seis homens, sendo dois deles norte-americanos. No último final de semana, esses dois cristãos foram libertos e já retornaram para os Estados Unidos.
Os vídeos foram editados para retratar as conversões como ameaças à Líbia e como parte de uma conspiração para destruir a essência islâmica da sociedade e do Estado líbio. Isso despertou diversas campanhas com discursos anticristãos nas redes sociais.
A Líbia ocupa a 5ª posição no ranking dos 50 países mais perigosos para os cristãos elencados na Lista Mundial da Perseguição 2023. A pressão sobre os cristãos está aumentando a cada dia no país, que ainda está sem um governo central forte e deixa impune atos de opressão islâmica. Ore pelos cristãos na Líbia.
Amanda Wanessa está em internação domiciliar (Foto: Instagram de Amanda Wanessa)
A equipe da cantora gospel Amanda Wanessa divulga o relatório assistencial da artista e nega os boatos de impedimento de visitas. A cantora, que está em internação domiciliar desde janeiro após sofrer um grave acidente de carro em 2021, completa 36 anos hoje.
“Trazendo os esclarecimentos acerca do estado de saúde da Amanda Wanessa, segue o boletim médico. Conforme o documento apresentado, a situação dela ainda exige cuidados especiais. Vale ressaltar que, o fato dela ter sido transferida da Clínica para o tratamento domiciliar não significa que todas as normas de visitação e circulação não deva ser seguidas. Isto é: em hospital e/ou clínica existe horário para visitação e permanência no leito da paciente”, inicia o texto.
“É importante esclarecer, também, quanto as calúnias trazidas a público por parte de alguns parentes da cantora, que por diversas vezes foram advertidos pela equipe médica das normas elencadas acima. Contudo, se fez necessário estabelecer dias, horas e quantidades de pessoas para visitação ou acompanhamento. Apesar de todo transtorno suportado pela família, o esposo da cantora não impede o acesso dos parentes a ela. No entanto, devendo ser por eles obedecidas as orientações médicas”, diz o post, por fim.
Acusações
A irmã de Amanda, Danyele Mendes, acusa o marido da cantora, Dobson Santos, de impedir contato com a artista. De acordo com Danyele, em entrevista à Quem, Dobson teria deixado uma ordem expressa na portaria do condomínio em que ele mora com a cantora gospel, proibindo a entrada da irmã e de outros familiares de Amanda, como os pais, José Odilon da Silva Filho e Elenilda Mendes da Silva. “Tudo será esclarecido na Justiça. Com certeza, são falsas todas as acusações”, disse Santos à revista.
Leia o relatório médico na íntegra
“Paciente 35 anos, foi admitida na internação domiciliar em alta complexidade (24 horas de enfermagem) em 05/01/23, procedente da Clínica Florence. Após hospitalização prolongada foi encaminhada para Clínica Florence em outubro de 2022 para seguir processo de reabilitação, onde permaneceu até 04/01/23. Em 05/01/23 foi transferida para o Homecare da Interne Soluções em Saúde para internação em alta complexidade. Desde a admissão paciente vem evoluindo com estabilidade clínica, metabólica e hemodinâmica, sem relato de intercorrências e/ou agudizações clínicas. No momento segue acamada, em coma vigil, normocorada, acianótica, com dieta enteral industrializada por gastrostomia com boa aceitação, bom padrão respiratório, respirando em ar ambiente, sem acesso venoso, com quadriplegia, MSE em extensão e pés equinos, com quadro disfágico de origem neurológica, reflexo de deglutição alterado, aspirando VAS se necessário, em uso de medicações por via enteral, com eliminações fisiológicas em fralda. Paciente com quadro clínico-neurológico grave, porém evoluindo com estabilidade clínica, sem apresentar flutuações significativas do quadro clínico. Apresenta indicação de manter terapias domiciliares (fisioterapia, fonoterapia, terapia ocupacional), além de cuidados gerais, administração da dieta enteral e mudança de decúbito várias vezes ao dia para prevenir lesões por pressão e demais consequências do imobilismo. No momento segue com o seguinte plano terapêutico: 24 horas de enfermagem, visita médica 1x/semana, acompanhamento da enfermeira 1x/semana, fisioterapia motora 5x/semana, fisioterapia respiratória 3x/semana, fonoterapia 3x/semana, terapia ocupacional 1x/semana, avaliação da nutricionista mensal, dieta enteral industrializada/descartáveis, medicações em uso, mobiliários/equipamentos do homecare, colchão pneumático, cama hospitalar, fraldas descartáveis e suporte para intercorrência nas 24 horas, com ambulância e médico. Paciente sem previsão de alta da internação domiciliar pela cronicidade do quadro clínico”.
Nesta quarta-feira, 20 de abril, a cantora Amanda Wanessa completa 36 anos. O marido, Dobson Santos, fez uma publicação no Instagram da cantora para lembra a data. Leia abaixo.
“Porque o tempo e o imprevisto sobrevêm a todos eles.” (Eclesiastes 9:11).
Embora vivendo todo esse imprevisto, o tempo fortalece o nosso amor, renova as esperanças, suporta as dificuldades, crê no impossível e resiste as tempestades.
Feliz aniversário anjo, que Deus continue cuidando da sua saúde e logo, logo possamos te ver reestabelecida por completo. Te amo meu amor!
Brian Houston fundou a Igreja Hillsong com sua esposa Bobbie em 1983.
Dias depois de se declarar “inocente” por dirigir sob a influência de álcool com um teor no sangue de 0,08% ou mais, o fundador da Igreja Hillsong, Brian Houston, se declarou “culpado” das acusações e foi condenado a três anos de liberdade condicional, uma multa de $ 140 dólares e outras penalidades.
Ele ainda não foi sentenciado por uma acusação agravada de dirigir com um teor de álcool no sangue de 0,20% ou mais, que os especialistas em vício classificam como “bêbado desmaiado”. A sentença por essa acusação foi “suspensa”, o que o grupo jurídico Shouse California Law Group explica que acontece “quando um réu em um processo criminal pede ao tribunal para suspender ou pausar a execução da sentença até que um recurso seja ouvido”.
A sentença pela acusação formal de dirigir com um teor de álcool no sangue de 0,08% ou mais, que cobre a acusação aprimorada, foi suspensa em 11 de abril, quando Houston mudou sua declaração de “inocente” em 4 de abril, para “culpado”, de acordo com registros de Tribunal Superior da Califórnia em Orange County.
Os registros do tribunal mostram que, após uma prisão em 26 de fevereiro de 2022, Houston se declarou “inocente” por dirigir sob a influência de álcool, dirigir com um teor de álcool no sangue de 0,08% ou mais e não exibir duas placas no veículo que ele dirigia.
Uma semana atrás, o fundador da Hillsong Church, que estava marcado para comparecer a uma audiência pré-julgamento em junho, reverteu o curso das acusações de beber, enquanto a acusação de não exibir duas placas do veículo que dirigia foi indeferida.
Além dos três anos de liberdade condicional e da multa de US$ 140 que Houston recebeu pela acusação geral de dirigir sob a influência de álcool, o tribunal também exigiu que ele concluísse um programa de álcool para infratores primários de três meses até 11 de maio; aconselhamento sobre o impacto da vítima até 10 de julho; e participar de reuniões de autoajuda pelo período de um ano até 11 de abril de 2024.
Houston foi preso menos de um mês antes de renunciar ao cargo de pastor sênior global da Hillsong Church em março de 2022, após revelações de que duas mulheres haviam feito queixas de má conduta contra ele nos últimos 10 anos.
O fundador da megaigreja, que reside na Austrália, registrou uma concentração de álcool no sangue de 0,20% ou mais, de acordo com a Seção 23538(b)(2) do Código de Veículos nos EUA.
Penalidades
De acordo com o grupo jurídico Kraut Law Group, os réus de DUI (Driving Under the Influence, que significa literalmente ‘dirigir sob a influência de bebidas ou drogas’) atingidos com uma carga aumentada sob a Seção 23538(b)(2) do Código de Veículos geralmente “enfrentam penalidades mais severas” do tribunal se forem condenados.
“Os motoristas que são condenados por DUI são obrigados a fazer um programa de educação sobre álcool mais longo e muitas vezes enfrentam penalidades mais severas”, explica o grupo jurídico em seu site. “Um TAS (Teor Alcoólico Sanguíneo) de 0,20 por cento é duas vezes e meia o limite legal e os motoristas que têm TAS altos têm maior probabilidade de causar colisões na estrada. Como resultado, a legislação da Califórnia aumentou as penalidades para motoristas, mesmo que não tenham infrações anteriores de DUI.”
Um juiz também pode exigir que os réus “compareçam nas reuniões semanais dos Alcoólicos Anônimos como condição para soltura ou até mesmo exigir que o réu use uma pulseira de monitoramento de álcool enquanto o processo criminal estiver pendente”, acrescenta o grupo jurídico em seu site.
Folha Gospel com informações de The Christian Post
Sala de aula de uma universidade. (Foto: Reprodução)
A America First Legal entrou com um processo contra o County College of Morris (CCM) e seu reitor de estudantes, devido à suspensão de um aluno acusado de “discurso de ódio” ao citar textos bíblicos.
“Hoje, America First Legal, junto com o coadvogado Jonathan F. Mitchell e Wally Zimolong, processou o County College of Morris (CCM) e seu reitor de estudantes, Janique Caffie, por suspender e ameaçar um estudante cristão por pregar a Bíblia falando contra a homossexualidade”, declarou o America First Legal no final de março.
De acordo com o comunicado à imprensa, o estudante cristão Kombe Sefelino menciona ocasionalmente os ensinamentos da Bíblia sobre a homossexualidade, que advertem os homossexuais praticantes de que não herdarão o reino de Deus a menos que se arrependam.
Carta aos Coríntios
O comunicado afirma que ele cita verbalmente passagens “os injustos não herdarão o reino de Deus” e que “nem os imorais, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os homossexuais, nem os ladrões, nem os gananciosos, nem bêbados, nem maldizentes, nem vigaristas herdarão o reino de Deus (1 Cor. 6:9-10 ESV).”
Segundo a America First Legal, após alguém no campus presenciar Sefelino citando o ensino bíblico sobre moralidade sexual, a faculdade emitiu uma advertência por escrito, declarando que as declarações do Sr. Sefelino eram consideradas “discurso de ódio” e “demonstrava um preconceito contra a comunidade LGBQT+”. O aviso também informou que as declarações de Sefelino violavam a lei de Nova Jersey.
De acordo com o comunicado, quando Sefelino recusou a “autocensura”, a faculdade respondeu “[declarando] o Sr. Sefelino culpado de ‘pregar discurso de ódio no campus em referência à homossexualidade e homossexuais’ e suspendeu-o por onze dias.”
Liberdade religiosa
A America First Legal destacou que a escola é “uma instituição pública financiada pelos contribuintes, vinculada às garantias de liberdade de expressão e liberdade religiosa da Constituição”, mas “ameaçou expulsá-lo se ele continuasse pregando contra a homossexualidade”.
O comunicado de imprensa também mencionou que a carta da faculdade afirmava: “Aceitamos todos aqui. Não há lugar para preconceito no CCM”, sem demonstrar qualquer senso de ironia.
O vice-presidente jurídico e conselheiro geral da America First, Gene Hamilton, afirmou em um comunicado que a organização considera esse incidente como uma acusação à academia moderna como um todo.
“Durante gerações, faculdades e universidades foram centros de liberdade de expressão e de troca aberta de ideias. Estudantes americanos foram ensinados a discordar respeitosamente uns dos outros. Isso não é mais verdade, e muitas faculdades e universidades se tornaram centros de censura. Burocratas [da cultura] woke em faculdades nos Estados Unidos ficam mais do que felizes em silenciar discursos com os quais discordam”, disse Hamilton. “Nós não vamos deixar isso passar em nosso relógio.”
Ameaça de remoção definitiva
Um documento supostamente enviado pela faculdade para Sefelino citou “Treinamento em Espaço Seguro” e “Treinamento de Preconceito Implícito” como “medidas que o CCM tomou para impedir o assédio e criar um ambiente livre de preconceito” e emitiu um aviso de que Sefelino pode ser removido da instituição inteiramente.
“Simplesmente não há lugar neste campus para preconceito contra qualquer indivíduo ou grupo de indivíduos com base em seu status de classe protegida”, disse a carta supostamente do vice-presidente de Recursos Humanos e Relações Trabalhistas, Vivyen Ray.
“Outras reclamações contra você por demonstrar comportamento tendencioso resultarão em uma recomendação ao reitor Caffie para iniciar os procedimentos do Código de Conduta do Estudante com a intenção de removê-lo legalmente como aluno.”
A cobertura da história do College Fix escreveu: “Em um processo após o processo inicial, [a reitora dos alunos do CCM, Janique Caffie] afirmou que disse a Sefelino que ele poderia retornar ao campus para qualquer ‘propósito legal’.”
O mesmo veículo observou: “A faculdade comunitária não esclareceu se a pregação de Sefelino é considerada ‘legal’ ou se o disciplinará no futuro se ele continuar. Além disso, Sefelino está buscando o pagamento de seus honorários advocatícios e a eliminação de seu registro disciplinar, que a faculdade comunitária não forneceu.”
Igreja cristã no Mali, onde a violência extremista islâmica vem crescendo. (Foto: Reprodução/Barnabas Fund)
Há pouco mais de uma semana, militantes jihadistas associados ao grupo extremista Estado Islâmico (EI) capturaram o vilarejo de Tidermene no Nordeste do Mali. “Tidermene caiu nas mãos do Daesh (sigla do EI em árabe)”, disse um oficial da cidade que se refugiou em uma cidade vizinha, Menaka.
“Eles estão distribuindo cópias do Alcorão para a população e circulam armados pela cidade”, acrescentou o oficial. Os extremistas aproveitaram a instabilidade política gerada pela retirada das forças francesas em 2022 para avançarem ainda mais e dominarem outras partes do Mali.
Desde então, o Estado Islâmico no Grande Saara (ISGS, da sigla em inglês) iniciou uma grande ofensiva no Norte do Mali, entre as cidades de Menaka e Gao, avançando para o Oeste do país.
Igreja em extinção
Um parceiro local disse que as igrejas na cidade de Menaka não existem mais. “A insegurança causou a extinção das igrejas em Menaka. Os cristãos que restaram ali são, em grande parte, estrangeiros, viajantes ou soldados. Até o momento, não sabemos se algum cristão foi morto, ferido ou afetado pelo último incidente.”
A igreja mais próxima da região fica na cidade de Gao, a uma distância de 315 km. “Estamos vivendo sob grandes ameaças. O medo cresce a cada dia por causa dos rumores de lutas constantes. Sequestros, ataques e outros crimes acontecem impunemente, até nos centros urbanos”, diz o parceiro local.
É uma situação preocupante, mas agradecemos a Deus porque no último ataque não houve cristãos sequestrados nem mortos”, conclui. A crise de segurança está se intensificando rapidamente. “Por favor, ore para que Deus proteja seus filhos”, pede o pastor de uma igreja em Gao.
Uma ex-astróloga que abandonou a bruxaria e o ocultismo está compartilhando seu amor por Jesus e alcançando milhões com seu testemunho.
Tailah Scroggins, escritora e influencer, contou à Faithwire sobre sua fé no poder de Deus e a importância da libertação.
“A libertação é o ministério de Jesus, expulsando demônios. Foi um marco em meu testemunho. Deus me livrou de tanta coisa”, disse Tailah.
A ex-astróloga da Nova Era encontrou a verdade revelada em Cristo e foi liberta da depressão e ansiedade.
“Deus pode libertá-lo e Ele é o que você está procurando. Aquele buraco em seu coração, um relacionamento não vai preenchê-lo, as drogas não vão preenchê-lo, ir para toda a falsa espiritualidade também não”, explicou ela.
E acrescentou: “Jesus é o que você está procurando”.
Tailah está inspirando outros jovens a buscar a libertação que ela experimentou.
“Sou tão apaixonada pelo ministério de libertação. Isso é o que eu faço online e pessoalmente”, afirmou ela.
Guerra espiritual na juventude
A jovem observou que a guerra espiritual é um “tema quente” que “precisa ser abordado”.
“Estou tão feliz que a igreja está tendo essa conversa”, disse ela.
Segundo a Faithwire, Tailah realiza grande parte de seu ministério online. Ela percebeu que durante a pandemia muitos jovens nas redes sociais demonstraram estar lutando contra a depressão e a desesperança.
A estratégia utilizada pela jovem para alcançar essas pessoas com a mensagem de Esperança, foi postar vídeos no TikTok e em outras plataformas para evangelizar vidas.
“Milhões de pessoas começaram a assistir aos vídeos e a comentar dizendo: ‘Joguei meus cristais fora. Joguei minhas cartas de tarô fora. Estou livre da depressão’”, relembrou ela com gratidão pelo que Deus está fazendo através de seu ministério online.
Charles Frazier Stanley, um dos pregadores batistas do sul mais conhecidos do século 20. (Foto: Reprodução/Baptist News)
Charles Stanley, pastor sênior do First Baptist Atlanta (Primeira Igreja Batista de Atlanta), faleceu aos 90 anos em sua casa na manhã desta terça-feira (18).
Por mais de cinquenta anos, o pastor, radialista e escritor liderou e foi parte da equipe da First Baptist Atlanta (FBA). Em 1971, ele foi nomeado Pastor Sênior, tornando-se o 16º líder da histórica igreja fundada em 1848.
Durante o seu tempo como líder, a igreja experimentou um crescimento sem precedentes, alcançando mais de 15.000 membros em 1997. Stanley se afastou do cargo em 2020. Hoje, os membros da igreja de Atlanta incluem pessoas de 98 países, tornando-os uma das congregações com maior diversidade étnica nos EUA.
Stanley foi um dos pioneiros na transmissão religiosa por rádio. Ele fundou o In Touch Ministries em 1977 para, em suas palavras, “levar a verdade do Evangelho ao maior número possível de pessoas”.
Seus sermões, podcasts e devocionais foram vistos ou ouvidos em mais de 115 milhões de lares por semana em mais de 126 países ao redor do mundo.
Até seu falecimento, o Dr. Stanley tinha alcance mundial através de transmissões em rádio, ondas curtas e televisão. Seu programa de televisão, In Touch, era transmitido em 204 estações e sete redes de satélite nos Estados Unidos, enquanto seu programa de rádio podia ser ouvido em 458 estações e via ondas curtas.
Em 1988, ele foi introduzido no Hall da Fama dos Radiodifusores Religiosos Nacionais. Como autor, ele escreveu mais de 60 livros, incluindo vários best-sellers do New York Times. Além disso, ele serviu como presidente da Convenção Batista do Sul por dois mandatos durante a década de 1980.
Stanley deixa dois filhos, sua filha Becky e seu filho Andy, que é o fundador e pastor sênior da megaigreja Northpoint Ministries. Andy chamou seu pai de referência para os pastores.
“Não apenas como pregar ou como construir uma igreja”, disse Andy. “Mas como chegar à linha de chegada com integridade e poder olhar para trás e se orgulhar de tudo que veio antes, e infelizmente isso é cada vez mais raro.”
Fonte: Guia-me com informações de CBN News e Fox Atlanta
Cerca de 300 pessoas compareceram à pré-estreia de “Deixados para Trás”, em Porto Alegre. (Foto: Divulgação/360 WayUp)
O novo filme da saga “Deixados para Trás” vai chegar aos cinemas brasileiros no dia 27 de abril.
Pré-estreias do lançamento estão acontecendo em todo o país desde a semana passada, incluindo São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Goiânia e Recife.
Em Porto Alegre (RS), a pré-estreia do longa aconteceu na noite de segunda-feira (17), no Shopping Bourbon Wallig, e lotou duas salas com cerca de 300 convidados, incluindo líderes e cantores cristãos do estado.
Pastores e membros de igrejas da região metropolitana de Porto Alegre também estavam entre os presentes.
Como a quinta e última produção da franquia, “Deixados Para Trás: O Início do Fim” é uma releitura de “Deixados para Trás” de 2014, estrelado por Nicholas Cage.
Agora, o novo longa, que mostra o mundo em caos após o arrebatamento, é dirigido e estrelado por Kevin Sorbo (Deus Não Está Morto).
Entre os convidados para prestigiar a pré-estreia, estava a cantora Thaiane Seghetto, que falou sobre suas expectativas do lançamento, em entrevista ao site cristão Guiame.
“Estou muito empolgada que o filme está chegando no Brasil. Eu adoro filmes apocalípticos, então estou muito ansiosa para assistir”, comentou Thaiane.
E acrescentou: “Já sei de testemunhos que estão gerados em outros lugares que o filme está passando, então eu tenho certeza que será um filme impactante”.
Já o cristão Diogo Rincón, ex-jogador do Corinthians, disse ao Guiame que aproveitou o evento para curtir o filme junto com sua família e sua igreja.
“Desde que recebemos o convite, temos criado essa expectativa. É uma oportunidade de estar junto com a família, nessa correria do dia a dia, junto com os irmãos em comunhão, vai ser bem bacana”, disse Rincón.
O ex-atleta, que possui dez anos de fé, contou que já havia assistido os filmes anteriores da sequência de “Deixados para Trás”.
Desconto para grandes grupos
A produtora cristã 360 WayUp, que irá exibir o filme no Brasil, anunciou uma promoção para grupos a partir de 20 pessoas nas sessões.
Grupos grandes ganharam desconto e todos pagaram meia entrada. Para cadastrar seu grupo clique aqui. O propósito é incentivar igrejas e cristãos a prestigiarem o cinema gospel.
No Rio Grande do Sul, o novo filme será exibido nos cinemas de Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Pelotas e Caxias do Sul.
De acordo com a produtora, está previsto que outros lançamentos cristãos cheguem ao Brasil, como o “Jesus Revolution”, que bateu recorde de bilheteria nos Estados Unidos, e uma produção que irá contar a história da Igreja Assembleia de Deus.
Enredo
No enredo, quando a volta de Cristo faz com que milhões de pessoas desapareçam, o caos toma conta do mundo e é declarado estado de emergência, com os mercados financeiros entrando em colapso e um bloqueio mundial se instalando.
Passados seis meses do arrebatamento, quando as pessoas estão começando a se recuperar do trauma, um especialista afirma que uma segunda onda de desaparecimentos é iminente.
Muitos acreditam que o governo está por trás de tudo, outros defendem que a Bíblia já havia previsto os desaparecimentos há milhares de anos.
Desesperado por respostas em um mundo onde a verdade bíblica foi censurada e difamada, o jornalista Buck Williams (Greg Perrow) decide ir até o fim em busca da verdade e de salvação.
O elenco ainda conta com outros grandes nomes do cinema como Neal McDonough (Capitão América) e Sam Sorbo (A Luz Divina).
Em entrevista para a Folha de S. Paulo, o reverendo Caio Fábio D’Araújo Filho, 68 anos, disse que os evangélicos guiados por pastores com “vocação para aiatolá” “fizeram por merecer” a má fama tantas vezes lhes atribuída pela sociedade secular.
Caio Fábio também atacou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a quem chamou de um “déspota perverso” que “caiu como uma luva” nas igrejas, e falou da relação de vaivéns com o amigo e atual presidente LuizLula (PT).
Colegas como um então jovem Silas Malafaia já o consideraram o pastor número um do país nos anos 1980 e 1990. Com críticas ácidas ao evangelicalismo nacional, o manauara virou persona non grata no segmento e é hoje um farol entre a minoria progressista.
O nome de Caio Fábio foi atrelado ao dossiê Cayman, emaranhado de fake news para tentar incriminar a cúpula do PSDB na campanha de 1998. Ele chegou a ser condenado pelo fato.
Pastor e político retomaram a amizade na eleição de 2022, e a ideia, segundo o pastor, é conversar para “dissolver esse caroço golpista que Bolsonaro fez crescer”.
Leia a entrevista abaixo:
O sr. é evangélico desde os anos 1960. O que mudou no segmento de lá pra cá?
Minha avó já vinha presbiteriana desde o final do século 19. A família paterna era católica. Fui batizado em ambas as fés. Voltei à igreja presbiteriana com 19 anos porque tive experiência forte com Jesus, foi uma bomba que explodiu dentro de mim. Pregava para amigos e hippies em Manaus. Isso no [evangelicalismo] histórico.
Do lado pentecostal, era tudo muito fervoroso e aferrado a costumes. Mulher não podia cortar cabelo, usar maquiagem. Homens iam para o culto de terno. Além da gritaria muito intensa. Eu achava muito esquisito, mas sincero. Você sabia que estava lidando com pessoas honestas, que não se metiam com política, cuidavam das suas vidas.
Acha justa uma percepção nem sempre generosa da sociedade secular para evangélicos?
Antes, [pentecostais] se mantiveram nessa linha de discrição. Nos anos 1980, os pentecostais receberam influência profunda de televangelistas americanos, como o Jimmy Swaggart. As mulheres agora se pintam, cortam o cabelo. Pareceu uma evolução. Malafaia, por exemplo, já era filhote do Jimmy.
Tenho que admitir que o olhar da sociedade para evangélicos não é exageradamente negativo. Eles fizeram por merecer no curso dos últimos 40 anos. Desenvolveram-se suficientemente, do ponto de vista numérico e no que diz respeito a ambições políticas e a ênfase que deram no dinheiro, de tal modo que Deus não ouve orações se o indivíduo não fizer sacrifícios financeiros. Existem exceções, mas são infelizmente apenas isso.
Pautas como aborto e LGBTQIA+ sempre foram um ponto de honra no segmento?
Evangélicos foram se tornando cada vez mais fanáticos. O conservadorismo antes tinha a ver com outras coisas, [o pentecostal] que não fuma, não dança, não bebe.
Havia, já no final dos anos 1980, ênfase muito grande em gays. Muitos filhos de pastores começaram a não aguentar mais viver de segredos e passaram a frequentar boates gays. Aí as igrejas levantaram esse assunto.
Quando o neopentecostalismo se estabeleceu, muita gente me disse que imitaria a Igreja Universal com menos agressividade, para não assustar os crentes originais. Mas foi ali que a canoa emborcou. Uma tragédia anunciada.
A esquerda sabe dialogar com o grupo?
A meu ver, não. Até porque não dá muito para dialogar, se você for uma pessoa de esquerda lúcida, com quem propõe o oposto disso. Bolsonaro mudou a cabeça dos evangélicos? Óbvio que não. Evangélicos estavam preparados para uma pessoa como ele, só não tinham coragem explícita de declarar isso. Me lembro bem, quando começou o processo de abertura política, eu ainda era um líder cristão respeitado no país inteiro… Ouvi muitos pastores dizendo que estavam muito preocupados com essa tal de redemocratização, porque estava tudo muito bom com os militares.
Muitos líderes têm vocação para aiatolá, coronelismo, sempre estiveram nessa situação de despotismo comunitário. Um cara como Bolsonaro, um déspota perverso e insano, caiu como uma luva. Não precisa ter lógica. Basta alguém chegar tremendo e dizer “o Senhor me deu uma ordem” que todo mundo corre atrás.
Por que evangélicos votaram em massa no Bolsonaro?
Ele prometia dar todos os favores à igreja evangélica. E ainda introduziu a história do armamento. Evangélicos nunca deram ênfase a isso, civil com arma diziam logo que era coisa do Diabo. Liderei a campanha do desarmamento em 1994. O público que mais apoiava era o evangélico.
O sr. teve uma amizade de anos com Lula.
A gente se conheceu no Congresso, início dos anos 1990. Eu estava organizando um evento da Associação Evangélica Brasileira. Começamos a nos encontrar para almoços, reuniões de seis, sete horas. Lula me assegurou, desde o primeiro momento, ser uma figura muito mais cheia de ideais do que de ideologias.
O que houve de ruim entre nós foi a entrada da política. Em 1998, veio uma pessoa da Flórida, que me conhecia de lá e conhecia Lula daqui. Chegou na Fábrica de Esperança [ONG de Caio] com uma história de dossiês, vantagens e possibilidades. Ele quis me envolver de qualquer modo. Praticamente todos os candidatos vieram me procurar porque aquele cara falou que era eu que sabia da história.
Aquilo criou um imbróglio que acabou prejudicando meu relacionamento com Lula. Mas votei nele em 2002.
Voltaram a se estranhar?
Comecei a falar publicamente dele em 2007, quando senti que havia alguns desvios do propósito original, que o acolhimento mundial tinha mexido um pouco com a cabeça dele. Mas, no meu coração, nunca desgostei do Lula.
Quando veio a Lava Jato, vi que aquilo iria longe, com boas razões e outras nem tanto. Fiz uma declaração. Deltan Dallagnol [então procurador da operação] na mesma hora mandou WhatsApp me chamando para conhecer a Lava Jato em Curitiba. Fui. Perguntei se ele via Lula com condições de ser preso. Ele disse que não, se os fatos que tivessem fossem apenas aqueles. Quando vi o julgamento do Moro, levei um susto. Um total absurdo. Fui perdendo a fé.
No dia de Lula ser preso, cresceu imensamente no meu conceito outra vez. Não fugiu, entrou na cadeia e fez o melhor que pôde. Quis visitar, mas achei que PT iria julgar como espécie de oportunismo.
Retomaram relações, certo?
Na eleição, amigos da democracia, sabendo da minha amizade com Marina Silva [eleita deputada e hoje ministra], me pediram [para fazer uma ponte entre ela e Lula]. Liguei, e ela disse: “Ele sabe como me achar, tem o meu número”. Eles se encontraram, foi muito bom. Ela agradeceu e disse que queria fazer um pedido em troca. “Gostaria muito de ver vocês dois juntos de novo.” Uma semana depois, recebi chamada de vídeo do Waguinho, marido da Dani [prefeito de Belford Roxo e ministra do Turismo]. Lula estava com ele. A gente conversou como se nunca tivesse acontecido nada. O que está esquecido, está esquecido.
O sr. disse que conversaria com Lula sobre evangélicos.
Conversamos algumas vezes. Quando ele voltar da China, vamos bater um papo sobre o que o Estado precisa fazer para dissolver esse caroço golpista que Bolsonaro fez crescer enormemente.
Lula deve tentar recriar elos com pastores que o apoiaram e depois ladearam com Bolsonaro?
Dá para criar ponte com novos líderes. Com os de antigamente, não, é um pessoal que subiu na torre e jogou todas as penas no ar, não dá para juntar mais. São pessoas que deixaram seu ódio a Lula muito explícito. Como qualquer organismo, a igreja evangélica está se renovando, e tem uma quantidade grande de líderes novos, melhores.
O sr. disse após os ataques de 8/1 em Brasília: “Os evangélicos são a pior ameaça à democracia”. Acha que declarações assim correm o risco de generalizar e aumentar o preconceito?
Não é fazendo média que se vai conquistar um grupo. Uma aproximação assim reforça a expectativa agressiva de que qualquer governo tem que tratar os evangélicos na palma da mão, ou eles podem virar o futuro de uma eleição. Minha maior preocupação: não existe no Brasil nenhum grupo mais organizado e capilarizado do que os evangélicos.
Quem é Caio Fábio
Foi pastor presbiteriano por três décadas e lançou mais de 180 livros. Começou a pregar na TV em 1974 e ficou conhecido por projetos sociais como a Fábrica da Esperança. Fundou ainda a Associação Evangélica Brasileira e o Movimento Caminho da Graça e da Fraternidade do Evangelho. Hoje não prega numa denominação específica, mas mantém o título de reverendo.
O pedido feito por um fiel que queria reaver R$ 50 mil doados como dízimo para a Assembleia de Deus do Reino do Céu em Barra Bonita (SP) foi rejeitado Justiça de São Paulo.
No processo aberto contra a igreja, o fiel, morador da cidade do interior paulista, afirmou ter feito a doação após ter sido coagido pelos pastores. Segundo ele, se não fizesse a doação, ele e sua família seriam “amaldiçoados”.
A doação foi feita em 2019, após ele ter ganhado um prêmio de R$ 500 mil no sorteio de um título de capitalização chamado Hiper Saúde. O dízimo, de R$ 50 mil, foi utilizado para a compra de um terreno para a construção de um templo.
Meses após a doação, o fiel disse que “caiu em si”. Ele declarou no processo ter sido vítima de um golpe.
A igreja se defendeu à Justiça afirmando que a doação foi feita de forma espontânea.
“Trata-se de homem feito, experiente e com grande vivência, atualmente com 41 anos de idade. A estória não guarda o mínimo de credibilidade, pois ele fez a doação por entender que era aquilo que seu coração mandava.”
Disse que o fiel somente fez o pedido de devolução após ter perdido todo o dinheiro do prêmio em “péssimos” negócios.
Em decisão publicada no dia 28 de março, o desembargador Pedro Baccarat, relator do processo no Tribunal de Justiça, declarou que o fiel não conseguiu provar ter sido vítima de coação. Disse que o mero arrependimento não é motivo, de acordo com o Código Civil, para a revogação de uma doação.
O fiel perdeu em primeira e em segunda instâncias mas ainda pode recorrer.