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Maioria dos pastores estão estressados e sobrecarregados, revela estudo

Pastor com depressão (foto ilustrativa)
Pastor com depressão (foto ilustrativa)

O alerta vermelho chegou aos púlpitos das igrejas nos Estados Unidos. Isto porque o estudo 2022 Greatest Needs of Pastors, divulgado pela Lifeway Research, aponta que 75% dos pastores norte-americanos estão extremamente estressados. O levantamento revela ainda que 90% estão envolvidos com o ministério pastoral entre 55 e 75 horas por semana.

O pastor Joshua Smith, da Light Elk Grove Church, em Elk Grove, na Califórnia, destaca ser importante que os líderes descansem para que tenham disposição e boa saúde mental. “Precisamos ser sábios com o chamado de Deus em nossa vida, administrá-lo e garantir que não nos esmague”.

Ele salienta que o fardo de Deus é leve. No entanto, “precisamos orar por um espírito de sabedoria para que possamos delegar algumas das tarefas para as quais Deus não nos chamou”.

  • Smith assegura que os pastores não podem ignorar a necessidade de descanso. “Você e eu precisamos saber em que graça caminhamos para não carregarmos um fardo que não fomos projetados para carregar”, compartilhou.

De acordo com o pastor, o objetivo do inimigo é esgotar os pastores para que possa atrapalhar comunidades inteiras. “Em Coríntios, Paulo disse que há uma porta de ministério, uma porta larga e eficaz, mas ele afirmou que há muitos adversários. Portanto, não há apenas a atração de viver a vida e cuidar dos negócios, mas também há uma guerra espiritual.

Para finalizar, o pastor Smith adverte: “Onde quer que haja uma porta, há uma guerra. Portanto, o diabo está guerreando por (minha alma) e por suas almas. Como homem de Deus e como mulher de Deus, estamos conectados a grupos de pessoas, estamos conectados às igrejas, e estamos ligados a comunidades inteiras. Se ele pode nos desgastar, ele vai acabar com comunidades inteiras.”

O descanso é algo criado por Deus, conforme Gênesis 2.3. Assim, o ser humano é limitado e, por isso, precisa identificar o momento de parar para que a saúde mental seja mantida. Dessa forma, o chamado confiado pelo Senhor não será pesado nem desgastante.

Fonte: Comunhão

Lauren Daigle diz que encontrou cura na música em meio à problemas de saúde mental e ataques de pânico

Lauren Daigle ganhou o Dove Awards 2019 nas categorias "Artista do Ano", "Canção do ano" e "Álbum pop/contemporâneo do ano"
Lauren Daigle ganhou o Dove Awards 2019 nas categorias "Artista do Ano", "Canção do ano" e "Álbum pop/contemporâneo do ano"

A cantora cristã vencedora do Grammy, Lauren Daigle, falou recentemente sobre passar por um período sombrio em sua saúde mental ao chegar ao estrelato e enfrentar o estresse durante a pandemia do COVID-19.

Em entrevista à revista People, a cantora de 31 anos se abriu sobre como escrever música a ajudou em seus problemas de saúde mental e influenciou seu último álbum, My Whole World Fell Apart.

Daigle alcançou a fama em 2015, quando sua música “How Can It Be” alcançou o primeiro lugar na parada de álbuns cristãos da Billboard. Ela também teve três singles em primeiro lugar na parada Christian Airplay da Billboard (“First”, “Trust in You” e “O’Lord”).

Em 2018, o álbum “Look Up Child”, de Daigle, que apresentava a música “You Say”, estreou em terceiro lugar na parada 200 da Billboard. Alcançou as massas e se tornou o álbum cristão de maior sucesso já produzido por uma mulher em mais de 20 anos.

No entanto, depois que ela se tornou famosa, Daigle lembrou-se de ter embarcado em uma batalha com sua saúde mental que, segundo ela, resultou de uma combinação de “decepção com a dor e a perda”.

“Senti que não me conhecia mais. Comecei a desenvolver ataques de pânico”, disse ela. “Eu me encontrei no fundo do poço.”

Daigle disse que parte de sua jornada de cura foi criar música como uma saída para canalizar sua dor, escrevendo a música “Thank God I do” em meio a suas lutas de saúde mental.

“Eu apenas escrevia músicas ou criava diferentes melodias e letras, e lembro-me de pensar: ‘Isso é diferente do que as pessoas sabiam de mim no passado, mas não diferente de mim'”, disse Daigle.

Enquanto ela navegava para encontrar a recuperação de problemas de saúde mental, Daigle disse: “meu mundo inteiro desmoronou e eu tive que aprender como me encontrar novamente”.

Daigle lançou recentemente um álbum autointitulado pela gravadora Atlantic Records, que foi feito em parceria com a Centricity Music.

“Para todos os fãs que estiveram comigo em minha jornada desde o começo, isso não é diferente de um momento ‘You Say’ para mim”, acrescentou ela. “Esses são outros pequenos pedaços de mim que agora vamos começar a aprender também.”

“Existe um versículo da Bíblia que diz: ‘A palavra de Deus é viva e ativa, mais afiada do que qualquer espada de dois gumes. Ela pode cortar ossos e medulas, alma e espírito.’ E eu fico tipo, ‘A alma e o espírito, eles estão tão entrelaçados.'”

Daigle acrescentou que esta era “uma música que eu escreveria do espírito para o espírito; essas canções de mágoa e saudade e dificuldade e alegria e novidade e tudo mais, elas vêm dessa estrada da alma.”

Daigle postou em sua conta do Instagram na terça-feira, expressando gratidão por suas indicações aos prêmios do KLove Fans Awards, que será realizado na noite de 28 de maio no Grand Ole Opry House em Nashville, Tennessee.

“Estou muito honrada por ser indicada para ‘Artista do Ano’ e ‘Artista Feminina do Ano’ no @klovefanawards”, escreveu ela no Instagram. “Estou ansiosa para passar o fim de semana com meus amigos de todo o país!”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Câmara Municipal de Recife aprova PL que proíbe linguagem neutra em escolas

Fachada da Câmara Municipal do Recife. (Foto: Facebook/Câmara Municipal do Recife)
Fachada da Câmara Municipal do Recife. (Foto: Facebook/Câmara Municipal do Recife)

A Câmara de Vereadores do Recife aprovou, nesta terça-feira (23), o projeto de lei que proíbe o uso de linguagem neutra nas escolas da rede municipal da capital pernambucana.

Apesar do placar apertado, 15 votos a favor e 13 contra, que ainda teve três abstenções e uma ausência, o projeto foi aprovado em primeira votação e agora irá a uma segunda análise na próxima semana.

Autor da iniciativa, o vereador Fred Ferreira (PSC) disse que, por se tratar de um projeto antigo, o PL não passou pela Comissão de Legislação e Justiça.

Em seu pronunciamento, feito antes da votação, o vereador Samuel Salazar (MDB), líder do governo, expressou sua discordância em relação à linguagem neutra, porém, advertiu que o projeto de lei de Fred Ferreira não está claro e pode ser interpretado erroneamente.

Salazar ressaltou que o documento não menciona explicitamente a proibição de ensinar sobre a linguagem neutra, mas sim restringe, por exemplo, o uso incorreto da linguagem por parte das pessoas.

“Da forma como está posto, esse projeto é inconstitucional, porque proíbe as pessoas de falarem e não simplesmente, o que acredito que é intenção de vossa excelência, que é não ser lecionado (a linguagem neutra) nas escolas municipais”, reclamou Salazar.

‘Proteger as crianças’

De acordo com o vereador, conforme o projeto de lei, caso um aluno utilize a linguagem neutra ao se referir a um colega durante o recreio, a escola poderia sofrer penalidades, inclusive a perda do alvará.

Em seu discurso, o autor do PL mencionou que a língua portuguesa pode passar por modificações ao longo do tempo, mas argumentou que essas mudanças não devem ser impostas por uma minoria. Ele afirmou que, no Brasil, apenas 1% da população “quer isso (uso da linguagem neutra), que são os não binários”.

“Através de pesquisa, a gente sabe que mais de 96% da nossa população não quer essa linguagem neutra. O país está votando para que não entre a linguagem neutra no nosso Brasil. Não é só aqui”, lembrou o vereador, que ainda acrescentou que não está levando a discussão para o lado político ou religioso. “Só quero levar para o lado de proteger as nossas crianças”, justificou.

Fonte: Guia-me com informações de Folha de Pernambuco

Assembleia de Deus de Pernambuco batiza mais de 1.000 pessoas

No total, 1078 novos convertidos desceram às águas. (Foto: Facebook/Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco)
No total, 1078 novos convertidos desceram às águas. (Foto: Facebook/Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco)

Mais de 1.000 pessoas foram batizadas em uma igreja em Recife, capital de Pernambuco, no domingo (21).

O batismo em massa aconteceu no tanque batismal do templo central da Igreja Assembleia de Deus, com 1078 novos convertidos descendo às águas.

Entre os que testemunharam sua fé pública em Jesus, estava uma idosa de 97 anos. Na publicação do batismo no Instagram da igreja, a filha da senhora comentou: “Foi uma benção, glória a Deus!”.

Uma das batizadas testemunhou na postagem. “Um dia inesquecível para a honra e a glória de Deus. 21/05/2023 o dia em que renasci”, escreveu Jacqueline Monteiro.

Outra recém convertida também declarou: “Dia mais especial da minha vida. Morrer para o mundo, nascer para Deus”.

Fonte: Guia-me

Missão evangélica tem bens confiscados pelo governo da Nicarágua

A ONG possui orfanatos, clínicas e igrejas, e está no país desde 1980. (Foto: Facebook/Misión Cristiana Verbo. Bluefields, Nic)
A ONG possui orfanatos, clínicas e igrejas, e está no país desde 1980. (Foto: Facebook/Misión Cristiana Verbo. Bluefields, Nic)

O regime ditatorial de Daniel Ortega confiscou os bens de uma missão evangélica na Nicarágua. A Missão Cristã Verbo possui diversos projetos sociais e templos, e está no país desde 1980.

Através de uma ordem emitida pelo Ministério do Interior na sexta-feira (19), o regime ordenou a passagem dos bens da ONG para o Estado. Além disso, o governo retirou a personalidade jurídica da organização.

Na medida que ordena o cancelamento do estatuto jurídico, a ditadura de Ortega justificou: “A Associação Missão Cristã Verbo impediu, por meio de seus projetos, o controle e a vigilância da Direção Geral de Registro e Controle de Entidades sem fins lucrativos da Migob e do Ministério da Família como entidade garantidora da proteção de crianças e adolescentes na Nicarágua, ignorando as atividades que se desenvolvem nesta casa de internamento”.

A missão evangélica ainda não se pronunciou sobre o caso e nem informou se suas igrejas continuarão abertas.

De acordo com o portal Evangelico Digital, no sábado (20), o site da Missão Verbo foi desativado. Informações sobre seus projetos sociais, incluindo a Casa Bernabé, um orfanato que funcionava em Veracruz e Bilwi, também desapareceram.

Uma semana antes do confisco, o presidente havia prometido aos grupos evangélicos que teriam segurança jurídica para seus templos e obras sociais. Ortega chegou a dar títulos de propriedade a templos da Igreja Assembleia de Deus, como prova.

Trabalhos sociais

A Missão Verbo mantém orfanatos, clínicas e uma escola para atender a população. Também conta com quatro estações agrícolas experimentais, centros de discipulado e instrução vocacional e programas de alimentação para crianças.

A organização, fundada pelo pastor americano Robert Louis Trolese em 1980, ajudou o povo nicaraguense durante a revolução sandinista, por meio da alimentação, moradia e evangelismo.

“A Missão Cristã Verbo foi inteiramente dedicada ao trabalho social e evangelístico sem fins lucrativos e a maior parte de seus recursos vem de pessoas físicas e jurídicas, incluindo igrejas que professam a nossa mesma fé cristã”, afirmava o site da missão.

Violação da liberdade religiosa

O governo ditatorial de Ortega tem violado os direitos humanos e a liberdade religiosa, fechando igrejas e deportando líderes religiosos.

O país também já baniu mais de 2.600 ONGs, maioria religiosas e evangélicas. Líderes cristãos foram perseguidos e alguns condenados à prisão.

É o caso do Bispo de Matagalpa, Dom Rolando Alvarez Lagos, que foi condenado a mais de 26 anos de reclusão, acusado de ser um “traidor da pátria”. E o pastor protestante Wilber Alberto Pérez, condenado a 12 anos e mantido em uma cela sem luz, acusado injustamente de vender drogas ilegais.

Fonte: Guia-me com informações de Evangélico Digital

Maioria dos brasileiros se declara cristão, mostra estudo

Culto evangélico (Imagem: Canva Pro)
Culto evangélico (Imagem: Canva Pro)

De acordo com a pesquisa recente do Instituto Ipsos, enquanto 89% dos entrevistados no Brasil dizem crer em Deus ou um poder superior, 76% afirmaram seguir uma religião.

O índice nacional ficou novamente acima da média global, que foi de 67% neste caso, mas bem abaixo dos primeiros colocados: Índia (99%), Tailândia (98%) e Malásia (94)%.

Entre os brasileiros religiosos, 70% disseram ser cristãos (católicos, evangélicos e outras denominações) e 6% são filiados a outras religiões, enquanto 22% disseram não ter uma religião, sendo 16% ateus e 6% agnósticos.

Os dados da Ipsos mostram que a diferença na adesão dos jovens da geração Z (de até 23 anos) e do resto da população adulta a uma religião é bem maior entre os católicos do que entre os evangélicos.

Enquanto 38% dos adultos se declararam católicos, somente 23% dos jovens da geração Z dizem aderir à religião – uma diferença de 15 pontos.

Já entre os evangélicos e outros cristãos, o índice geral entre adultos é de 29% e entre os jovens é 26% – ou seja, além de existir uma diferença geracional menor, já há mais jovens evangélicos do que católicos no Brasil hoje, aponta o estudo.

O índice dos sem religião na medição da Ipsos ficou bem acima dos 8% registrados pelo último Censo, de 2010, que, por sua vez, detectou um aumento de 0,7 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior (7,3%).

“Apesar de sabermos que a proporção de pessoas sem religião no Brasil tem aumentado – dados do Datafolha de 2022 indicam 14% sem religião, dentre população em geral, e 34% sem religião entre os jovens -, o fato da pesquisa da Ipsos ser com painel online pode inflar um pouco este número, supondo que entre os mais pobres esta proporção dos sem religião seja um pouco menor”, diz Helio Gastaldi, diretor de opinião pública da Ipsos no Brasil.

Crença em Deus e a religiosidade

O Brasil acompanha, mesmo que timidamente, uma tendência global de aumento do número de pessoas que não tem religião, diz Ricardo Mariano, sociólogo da Religião e professor da Universidade de São Paulo.

“É preciso aguardar os dados do censo 2022, mas tudo aponta que esse número vai ter aumentado”, diz.

Enquanto no Brasil a crença em Deus supera a religiosidade, em países como Índia e Tailândia, que lideram o ranking de religiosos, e também onde a filiação a uma religião é minoritária, como Coreia do Sul (44%) e Japão (40%), a situação se inverte e há mais pessoas religiosas do que aquelas que acreditam em um poder superior.

Isso acontece por causa das características particulares da fé nestes locais, segundo especialistas.

Religiões como o budismo e o xintoísmo – que são predominantes em alguns deles – são não teístas, ou seja, não têm um conceito de Deus ou de um poder superior como nas chamadas religiões abraâmicas, como o cristianismo, islamismo e o judaísmo, explica Gastaldi.

O xíntoísmo é uma reunião de tradições espirituais japonesas centradas no culto à natureza e aos antepassados. Já o budismo trabalha com a ideia de iluminação espiritual individual

Ao mesmo tempo, explica Mariano, o conceito de Deus não consegue captar bem as crenças de religiões politeístas (com múltiplas divindades) como o hinduísmo, que é majoritário na Índia, e as religiões afro-brasileiras.

O Brasil tem, porém, um índice alto de crença em Deus e de religiosidade mesmo se comparado a outros países em desenvolvimento – e isso tem a ver com a história do país.

“A religião é uma força fundamental no Brasil desde a época da colonização dos portugueses. O catolicismo é a religião que nos foi imposta pelos portugueses e vai ter um papel central nas identidades nacionais”, afirma a professora de sociologia da religião Nina Rosas, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Com informações de BBC Brasil

Fernanda Brum critica as roupas de mulheres evangélicas

Cantora Fernanda Brum (Foto: Alexandre Durão/G1)
Cantora Fernanda Brum (Foto: Alexandre Durão/G1)

Uma declaração da cantora Fernanda Brum postada em suas redes sociais, criticando as roupas de algumas irmãs da igreja, reascendeu o debate sobre a questão do vestuário cristão. No vídeo, que vem dividindo opiniões, a cantora diz que as mulheres deveriam “cobrir o quadril”, principalmente se forem fazer algum tipo de atividade no púlpito.

  • “Que geração é essa que não consegue cobrir o quadril? Queria entender isso. A irmã vai tirar oferta lá na frente, vai dar aviso, sei lá, vai fazer qualquer coisa. Fazer teatro. Desculpa os meninos que estão presentes: dá para ver a lua, o céu, as estrelas, o negócio. Você não sabe se ouve o anúncio, se lê o texto, não tem condição”, reclamou a cantora.

Em março deste ano, o pastor Renato Vargens já havia gerado polêmica em seu comentário sobre esse tema, também em suas redes sociais. Na ocasião, ele criticou as mães por não orientarem suas filhas a se vestirem adequadamente para as atividades cristãs.

  • O fato é que esse assunto atinge tanto homens como mulheres e cada denominação tem uma visão particular sobre o assunto, que envolve não apenas textos bíblicos como a cultura local, o estilo de vida dos membros, a região em que se encontra a igreja, entre outras variáveis.

Contudo, a Bíblia dá uma orientação importante sobre o assunto, onde o foco é a modéstia cristã. “Da mesma forma, quero que as mulheres se vistam modestamente, com decência e discrição” (1 Timóteo 2:9-10).

Moderação e o bom-senso

A mestra em Teologia, Susanna Spencer, ressalta que a moderação e o bom-senso devem pautar as vestimentas do crente. “O ponto interessante é que modéstia no vestir vale tanto para homens quanto para mulheres e deve enfatizar a beleza que Deus nos deu. Se a modéstia é uma forma de temperança, então quem é imodesto no vestir é porque se veste sem moderação”, afirma.

Spencer cita pontos importantes sobre como o cristão deve se vestir:
– Dê às roupas apenas a importância que elas têm e não gaste nela mais dinheiro que o necessário.

– Seja temperante. Não se despreze a ponto de sua roupa cair no desleixo. Ela deve ser agradável, limpa, ordenada.

– Fundamental cuidar da intenção no vestir, evitando provocar os outros.

– O bom senso pode ajudar a tomar uma decisão moral quanto ao que vestir.

– A modéstia não é meramente evitar o pecado e a indução dos outros ao pecado: é uma contribuição para uma sociedade mais bela e decorosa, bem como um reflexo da Beleza de Deus, que merece ser honrada.

Fonte: Comunhão

André Valadão nega desligamento de 70 igrejas filiais da Lagoinha

André Valadão é cantor, empresário e pastor da Igreja Lagoinha em Orlando, nos EUA
André Valadão é cantor, empresário e pastor da Igreja Lagoinha em Orlando, nos EUA

O pastor André Valadão, líder da igreja Batista da Lagoinha e cantor gospel, se pronunciou pela primeira vez sobre as recentes notícias de desligamento de mais de 70 filiais da denominação religiosa que ele lidera.

Valadão negou veementemente os relatos de desligamento de 70 igrejas e classificou-os como “pura fake news”.

“Não tem negócio de setenta igrejas. Não tem nada disso. Algumas igrejas que já não faziam parte não tinham o estatuto da igreja, não implantaram o ministério como Lagoinha era, vinham debaixo de uma diferença, né, de realidade ministerial e até documental a respeito da Lagoinha, isso desde a tempo do pastor Márcio Valadão, tá?”, esclareceu o pastor.

André Valadão destacou que o desligamento de algumas igrejas era algo esperado e mencionou que muitas outras congregações estão surgindo em novas realidades.

“Tem acontecido agora, é algo que pode acontecer e nós louvamos a Deus por direcionamentos pra vida daqueles que se vão e louvando a Deus pelo crescimento daquilo que tem acontecido de realidades novas surgindo”, afirmou.

Valadão, que está à frente da igreja há 23 anos e tem profundo respeito pelo legado de seu pai, o pastor Márcio Valadão, disse que a Lagoinha tem uma visão clara e uma conduta saudável.

“A gente busca ser uma igreja muito saudável e muito clara, né? A visão que a gente tem, os estatutos que nós temos, a implantação dos ministérios da Lagoinha”, explicou.

André Valadão ressaltou que o desligamento de denominações e igrejas dentro da Lagoinha não é resultado de orgulho, vaidade ou divisão, mas sim de diferentes visões e direcionamentos. Ele pontuou que esse tipo de processo é comum e não é exclusividade da Lagoinha, ocorrendo em várias igrejas e denominações.

O pastor encerrou seu pronunciamento pedindo respeito aos envolvidos e destacando a importância de compreender a situação corretamente antes de fazer julgamentos precipitados.

“Sobre a saída de denominações, igrejas dentro da Lagoinha, seria orgulho, vaidade ou divisão mesmo? Não, no ponto de vista tudo bem. A igreja Lagoinha é uma igreja maravilhosa gente”, afirmou.

Fonte: Portal do Trono

Dois cristãos, de 18 e 14 anos, acusados ​​de blasfêmia no Paquistão

Bandeira do Paquistão (Imagem: Canva Pro)
Bandeira do Paquistão (Imagem: Canva Pro)

Babar Sandhu Masih estava descansando após o almoço em 18 de maio, quando ouviu um barulho do lado de fora de sua casa no bairro de Qurban Lines em Lahore, Paquistão.

Masih saiu e encontrou seu vizinho, o policial Zahid Sohail, espancando seu filho e outro menino cristão. Seu filho Adil, de 18 anos, e Simon Nadeem Masih, de 14, que mora nas proximidades, estavam envolvidos em brincadeiras despreocupadas quando Sohail os acusou de cometer blasfêmia, disse ele.

“Sohail inicialmente alegou que estava passando pelos dois meninos quando os ouviu ‘desrespeitando’ o profeta Maomé e depois rindo disso”, disse Masih. “Ele começou a bater em Simon, e quando Adil tentou salvá-lo, Sohail também o atacou.”

Masih, um católico que pinta carros em uma oficina mecânica local, disse que os vizinhos logo se reuniram e Sohail repetiu suas acusações.

“Ambos os meninos negaram categoricamente a alegação de Sohail e disseram que não haviam dito nada que envolvesse uma menção ao profeta muçulmano”, disse Masih ao Morning Star News. “Quando os anciãos locais da vizinhança pediram a Sohail para fundamentar sua acusação, ele não conseguiu satisfazê-los e foi embora.”

O pai de quatro filhos, sendo Adil o mais novo, disse que policiais da delegacia de Hipódromo invadiram sua casa naquela noite e prenderam Adil. Eles também prenderam Simon, dizendo que Sohail havia registrado um processo contra os dois sob os estatutos de blasfêmia.

“Ficamos chocados ao saber do conteúdo do Primeiro Relatório de Informações [FIR] no qual Sohail alegou que Simon havia chamado um cachorrinho de ‘Muhammad Ali’, e os dois meninos brincaram sobre isso”, disse Masih.

Eles foram acusados ​​de blasfemar contra Maomé sob a Seção 295-C dos estatutos de blasfêmia do Paquistão, que prevê a pena de morte. Muhammad Ali é um nome comum no Paquistão, o primeiro nome atribuído ao profeta do Islã e o último a Hazrat Ali, genro de Maomé e quarto califa.

Masih disse que a alegação era “completamente infundada”, já que Sohail não havia mencionado a história do cachorro quando levantou a questão pela primeira vez.

“Ninguém na nossa rua tem cachorros, e nem havia um cachorro na rua quando este incidente aconteceu”, disse ele. “Sohail forjou uma falsa acusação contra nossos filhos depois de não conseguir convencer os moradores sobre sua alegação anterior.”

Masih disse que sua esposa era cardiopata e também sofreu dois derrames.

“Ela ainda não sabe que Adil foi preso por uma acusação tão grave e não sei por quanto tempo poderei reter esta notícia dela”, disse ele. “Ela vai ficar arrasada.”

Adil deixou a escola há alguns anos e estava treinando com ele para se tornar um pintor de carros, disse ele.

“Consegui encontrar Adil brevemente na sexta-feira [19 de maio], quando a polícia o levou ao tribunal para obter a prisão preventiva dos meninos”, disse Masih ao Morning Star News. “Ambos os meninos estavam em estado de choque e com medo e ainda não conseguiram entender por que Sohail os prendeu.”

Pelo menos 500 famílias cristãs vivem no bairro de Qurban Lines, e não há tensão religiosa na área há anos, disse ele.

“Sohail não tem uma boa reputação na localidade, e é por isso que muitos locais não levaram a sério sua alegação”, disse Masih. “Nossos vizinhos muçulmanos nos conhecem há anos e sabem que nunca nos entregaríamos a nada que pudesse ferir seus sentimentos religiosos.”

A polícia deveria ter investigado a veracidade da alegação antes de prender Adil e Simon, disse ele.

“Agora não sabemos quanto tempo nossos filhos sofrerão na prisão devido a essa falsa acusação – isso é pura injustiça”, disse Masih.

Napolean Qayyum, do Centro de Lei e Justiça do Paquistão, disse que eles estavam ajudando as duas famílias a conseguir apoio legal para seus filhos.

“A FIR registrada pelo reclamante cheira a má-fé , mas a polícia mostrou a tradicional pressa em prender os dois meninos”, disse ele. “Esperamos que os meninos sejam libertados sob fiança em breve.”

Falsas Acusações

Várias pessoas foram linchadas por falsas acusações de blasfêmia no Paquistão.

Pelo menos 57 casos de suposta blasfêmia foram relatados no Paquistão entre 1º de janeiro e 10 de maio, enquanto quatro suspeitos de blasfêmia foram linchados ou mortos extrajudicialmente durante o mesmo período, de acordo com o Centro de Justiça Social e Comissão do Povo para os Direitos das Minorias (PCMR), com sede em Lahore.

Os dados mostram que oito ocorrências ocorreram em janeiro, um aumento significativo para 17 casos em fevereiro, sete casos em março, outro aumento para 19 casos em abril e seis casos em maio (até o dia 10), totalizando 57 acusados.

O maior número de casos de blasfêmia, 28, foi relatado na província de Punjab, seguida pela província de Sindh com 16, Khyber Pakhtunkhwa com oito, e Azad Jammu e Caxemira com cinco.

Em resposta a esses números alarmantes, a juíza aposentada Nasira Javaid Iqbal, patrona-chefe do PCMR, instou o governo a impedir o uso indevido das duras leis.

“As leis de blasfêmia têm sido consistentemente mal utilizadas para resolver disputas pessoais, perseguir grupos minoritários e incitar a violência e o ódio da multidão”, disse ela em um comunicado à imprensa. “Exigimos ação imediata e um esforço coletivo do governo para lidar com essas violações de direitos humanos.”

Na semana passada, um tribunal libertou sob fiança uma mulher cristã acusada de blasfêmia depois que ela e um colega de trabalho muçulmano foram acusados ​​de queimar intencionalmente papéis contendo versos do Alcorão.

Mussarat Bibi, 45, e Muhammad Sarmad trabalhavam na Escola Secundária Superior Feminina do Governo na aldeia 66-EB, Arifwala tehsil do distrito de Pakpattan. No dia 15 de abril, os dois trabalhadores foram instruídos a limpar o depósito da escola que estava cheio de papel e outros itens descartados. A dupla teria juntado o papel usado e outros restos em um canto da escola e ateado fogo. Alguns alunos notaram mais tarde que os itens queimados também continham páginas sagradas.

Eles foram acusados ​​de acordo com a Seção 295-B dos estatutos de blasfêmia e enviados para a Cadeia de Pakpattan sob prisão preventiva. A Seção 295-B declara: “Quem deliberadamente contaminar, danificar ou profanar uma cópia do Alcorão ou de um extrato dele ou usá-lo de qualquer maneira depreciativa ou para qualquer finalidade ilegal será punido com prisão perpétua.”

Eles foram libertados da prisão sob fiança em 13 de maio.

O Paquistão ficou em sétimo lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2023, da Portas Abertas, que relaciona os lugares mais difíceis para ser cristão.

Folha Gospel com informações de The Christian Today e Morning Star News

Cristãos estão sem alimento e sem luz em Manipur, na Índia

Casa de cristão destruída na Índia. (Foto: Portas Abertas)
Casa de cristão destruída na Índia. (Foto: Portas Abertas)

O conflito que eclodiu há quase um mês, no estado de Manipur, Índia, persiste e resultou no corte de internet e racionamento de luz na região. Segundo fontes locais, a situação está mais calma, sem relatos de ataques violentos recentes, mas a tensão e a possibilidade de novos embates permanecem.

Por causa da instabilidade, o preço dos itens de necessidade básica subiu rapidamente, de modo que um saco de arroz está 60% mais caro. Trabalhadores estão preocupados com o futuro e muitos já enfrentam a falta de recursos e a fome.

Escolas e outras instituições de ensino também estão suspensas e há racionamento de combustíveis e limite de saques nos bancos. Cristãos locais confirmaram que o número de igrejas incendiadas subiu para 300 e mais de mil casas de cristãos foram incendiadas e destruídas. Os cultos estão suspensos, assim como todas as outras atividades das igrejas, por período indeterminado.

Perseguição explícita

A parceira local Ashish* afirmou que “os cristãos tribais das minorias kuki, chin, mizo e zomi consideram o cristianismo como parte da identidade deles. A destruição das igrejas é uma ofensa contra as comunidades, sua identidade e o Deus a quem adoram”.

Os sentimentos das comunidades cristãs estão feridos, especialmente pela injustiça e pelo descaso para privilegiar a comunidade meitei. A animosidade deve continuar por muitos anos. A aliança da comunidade meitei com outras minorias étnicas remonta aos primeiros dias da guerra civil entre os naga e os kuki nos anos 1990.

Yohan Murray*, outro parceiro da Portas Abertas afirmou: “Apesar das recomendações da Suprema Corte, o governo não agiu para impedir a violência e restabelecer a paz. Se houver uma guerra civil, será terrível. Muitas vidas e propriedades serão destruídas e a perseguição às minorias religiosas se tornará explícita”.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

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