Catedral de St. Estêvão, em Viena, Áustria (Foto Canva Pro)
As igrejas cristãs na Áustria planejam permanecer abertas, apesar de uma ameaça geral de atos terroristas contra igrejas cristãs.
A Polícia de Viena declarou que o país tem indícios de que um ataque com “motivação islamista” havia sido planejado na cidade e que, em decorrência disso, aumentou o patrulhamento em locais de culto como “medida preventiva”.
Via Twitter, a instituição informou que a população notaria “um número maior de forças policiais em patrulha com equipamentos especiais”, acrescentando que “o motivo é uma ameaça não específica de ataque contra igrejas”.
Michael Prüller, porta-voz da Arquidiocese de Viena, afirmou que as igrejas católicas não parecem ser o alvo principal: “Parece que não fomos os principais afetados. Embora tenhamos sido informados pela Polícia sobre a ameaça geral, também fomos informados de que não há perigo iminente para os católicos”.
A Arquidiocese, portanto, “decidiu manter as igrejas abertas ao público e, no momento, continuar celebrando todas as liturgias conforme planejado”.
A Catedral de Santo Estêvão, no centro de Viena, estava lotada de fiéis e de turistas na semana passada. A Polícia declarou que, se for identificado um perigo concreto para a população em determinado local, será emitido imediatamente um aviso “por todos os canais disponíveis”.
Segundo a mídia local, a comunidade cristã síria poderia ser o principal alvo do ataque.
Em 2020, um homem que tentou se juntar ao grupo terrorista Estado Islâmico perpetrou um ataque em Viena, armado com um rifle automático e um falso colete explosivo. Ele matou quatro pessoas antes de ser morto pela Polícia.
O líder cristão Bahzad Mziri foi acusado de blasfêmia e precisou sair do Iraque com a família por causa de uma publicação nas redes sociais. Ele é um cristão de origem muçulmana e ficou inquieto quando um líder muçulmano fez duras críticas a Jesus e às doutrinas bíblicas.
Por isso, fez uma postagem comparando a vida de Jesus com a história do grande profeta islâmico, Maomé. A intenção era ajudar as pessoas a conhecerem a verdade sobre Jesus, mas o post foi considerado uma ofensa ao islã e desencadeou todo o processo de recriminação ao cristão.
Desde então, muçulmanos radicais compartilham a publicação incitando ira contra Bahzad, a igrejas que ele lidera e a toda a comunidade cristã local. Um líder muçulmano publicou um vídeo afirmando que a lei islâmica deve se fazer valer através da sentença de morte.
Ameaçado
Entidades muçulmanas, líderes e membros do Ministério de Assuntos Religiosos do Iraque se uniram para abrir o processo judical contra o líder cristão. Contas de muçulmanos radicais nas redes sociais também se uniram com posts anticristãos. Eles estão tentando encontrar o endereço do pastor para atacá-lo. Por causa dessa ameaça, Bahzad e a família precisaram deixar o Iraque.
Bahzad gravou um vídeo com um pedido de desculpas pelo mal-entendido e explicou o contexto em que fez a publicação. As autoridades locais afirmaram que as igrejas poderiam continuar se reunindo normalmente e deveriam denunciar qualquer ameaça que recebam nos próximos dias.
Apesar disso, a igreja do pastor Bahzad suspendeu os cultos, pois não se sente segura para usar o templo. Nas redes sociais, as autoridades também tomaram medidas para tentar apaziguar e limitar os posts anticristãos.
Culto em igreja evangélica ucraniana realizado no domingo, 27 de fevereiro de 2022, em meio à guerra, após invasão da Rússia.
A perseguição da Rússia a grupos religiosos piorou durante a guerra com a Ucrânia, de acordo com especialistas que testemunharam perante a principal comissão consultiva de liberdade religiosa dos Estados Unidos nesta semana.
Na quarta-feira, a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos EUA organizou uma audiência virtual para analisar as violações da liberdade religiosa na Rússia e recomendar soluções políticas. A comissão é responsável por aconselhar o Congresso dos EUA e o Departamento de Estado sobre a liberdade religiosa em todo o mundo.
O painel de especialistas incluiu o rabino-chefe e presidente da Conferência dos Rabinos europeus, Pinchas Goldschmidt, ex-rabino-chefe exilado de Moscou.
Outros especialistas que testemunharam incluem Dennis Christensen, uma Testemunha de Jeová e ex-prisioneiro de consciência na Rússia; Rachel Denber, vice-diretora da Divisão da Europa e Ásia Central da Human Rights Watch; e o especialista em liberdade religiosa Dmytro Vovk.
Goldschmidt, que deixou a Rússia em julho de 2022 depois de se recusar a apoiar a guerra com a Ucrânia, acredita que os judeus deveriam deixar o país. A invasão começou em fevereiro de 2022, e o ex-rabino-chefe disse que a comunidade judaica tem enfrentado pressão para apoiar a guerra. Em julho, a Rússia decidiu fechar uma filial russa de uma agência judaica que ajuda judeus a imigrar para Israel.
O líder judeu observou que a comunidade judaica na Rússia está em “perigo” e teme pela segurança dos judeus que permanecem no país.
Goldschmidt também sugeriu que os EUA e outros países ocidentais deveriam fazer mais para apoiar a “oposição russa”, incluindo líderes religiosos no local ou no exílio. Ele argumentou que a oposição vai “trazer mudanças para o país”.
Durante seus comentários, Denber afirmou que o “amordaçamento dos cidadãos russos” do Kremlin é o resultado de uma década de “repressão passo a passo”. A repressão “escalou” com a invasão da Ucrânia enquanto o Kremlin trabalha para “erradicar a dissidência pública”.
“Os esforços para aniquilar a sociedade civil estão relacionados à perseguição religiosa de três maneiras principais”, disse ela. “Primeiro, as autoridades abusam das leis de extremismo e terrorismo da Rússia para perseguir as minorias religiosas e também para silenciar os críticos seculares.”
“Em segundo lugar, o desmantelamento da sociedade civil significa erradicar as iniciativas autônomas que têm uma abordagem dos assuntos públicos diferente da autoridade ou que os desafiam abertamente.”
O pesquisador de direitos humanos afirmou que o governo “desconfia” das instituições, sejam elas organizações não governamentais ou religiosas, por serem instituições fora do controle do governo.
A terceira maneira pela qual as autoridades governamentais permitem a perseguição religiosa aniquilando a sociedade civil é através da promoção de valores tradicionais, bem como da demonização da cultura e das ideias que parecem conflitar com esses valores, disse Denber.
“Portanto, se o governo não pode controlar uma comunidade religiosa, o impulso é considerá-la uma ameaça aos valores tradicionais russos”, acrescentou Denber.
A pesquisadora da Human Rights Watch afirma que o Kremlin tenta “divulgar a sociedade civil” adotando e aplicando “leis repressivas”. Ela citou as leis de censura de guerra da Rússia promulgadas pelo governo durante a invasão. As leis proíbem a oposição pública e notícias independentes sobre a guerra.
Outra lei citada por Denber trata de quem deve se registrar como agente estrangeiro, uma lei que o país adotou pela primeira vez em 2012. A Rússia ampliou a definição de agente estrangeiro sob a lei para incluir qualquer pessoa envolvida em ativismo cívico ou expressando uma opinião sobre o governo do país ou funcionários.
Essas leis foram usadas para criminalizar os críticos da guerra na Ucrânia, observou Denber, apontando para figuras como Illya Yashin. Em dezembro de 2022, o Tribunal Distrital de Moscou Meshchansky condenou Yashin a 8,5 anos de prisão por divulgar “informações conscientemente falsas”.
Yashin havia falado “de forma depreciativa” sobre as autoridades russas em um vídeo do YouTube de 7 de abril, no qual ele também disse que os militares russos estavam matando civis.
Segundo a Anistia Internacional, desde 4 de março de 2022, cerca de 132 pessoas também foram indiciadas por divulgar “informações conscientemente falsas”.
Denber também afirmou que as autoridades prenderam pessoas que protestaram contra a guerra segurando cartazes em público ou fazendo inscrições com versículos da Bíblia ou o sexto mandamento, “Não matarás”. Além disso, membros do clero russo foram presos ou multados por expressarem oposição à guerra.
Durante uma sessão de perguntas e respostas, Denber enfatizou que a “advocacia internacional” para os perseguidos é “crucial”. Ela também pediu justiça para os crimes de guerra cometidos pela Rússia, uma posição defendida pela Human Rights Watch.
Apesar de ter sido preso depois que uma decisão da Suprema Corte Russa em 2017 proibiu as Testemunhas de Jeová no país, Christensen instou as pessoas a continuarem aumentando a conscientização sobre o que está acontecendo na Rússia e na Ucrânia. No entanto, em seus comentários finais, ele também pediu a todos que não carregassem ódio ao povo russo, pedindo que as pessoas fossem julgadas por seus “atos” em vez de sua nacionalidade.
Vovk previu que, se o presidente Vladimir Putin for bem-sucedido na guerra, as práticas políticas da Rússia “se expandirão”. Em termos de recomendações políticas, o especialista em liberdade religiosa pediu que os EUA apoiem os líderes religiosos que falam contra a guerra.
O Departamento de Estado dos EUA identifica a Rússia como um país de preocupação particular por se envolver em graves violações da liberdade religiosa e impôs sanções econômicas, bem como controles e tarifas de exportação.
Folha Gospel com informações de The Christian Post
A Uganda aprovou um projeto de lei que prevê uma série de punições contra homossexuais, que podem ter que cumprir penas de um ano até a prisão perpétua, ou até mesmo serem condenados à morte.
O projeto, aprovado pelo parlamento do país nessa terça-feira (21/3), aumenta os poderes do governo na perseguição contra a comunidade LGBTQI+ do país, de maioria cristã.
Com a nova lei, estão proibidos no país “qualquer forma de relações sexuais entre duas pessoas do mesmo sexo”, assim como o “recrutamento, promoção e financiamento” de práticas relacionadas à homossexualidade.
Além da pena de morte proposta pelo projeto, pessoas podem ser condenadas à prisão perpétua por “cometer o delito de homossexualidade”. As novas penas ainda preveem 20 anos de prisão para quem se envolva com “atos de homossexualidade”, sete anos para a tentativa de “realizar o ato” e três anos de detenção para crianças condenadas por atos homossexuais.
De acordo com o texto do projeto de lei, alguém que seja condenado por aliciar ou traficar crianças para fins homossexuais poderá enfrentar prisão perpétua, e indivíduos ou entidades que apoiem ou financiem atividades sobre os direitos de grupos LGBT, publicando, exibindo ou distribuindo material de média e literatura a favor dos homossexuais também podem ser condenados e presos. A legislação contempla ainda a pena de morte para o que considera ser “homossexualidade agravada”, isto é, quando esteja envolvido o abuso sexual de crianças, pessoas com deficiência ou outras pessoas vulneráveis.
Em um comunicado divulgado nesta quarta-feira, 22 de março, Volker Turk, alto-comissário para os Direitos Humanos da ONU, pediu ao presidente do país africano que não promulgue esta “nova lei draconiana” e afirmou que, caso a lei seja sancionada pelo Presidente Yoweri Museveni, Uganda transformará “lésbicas, gays e bissexuais em criminosos apenas pelo facto de existirem ou serem quem são”, expondo-os à “violação sistémica de quase todos os seus direitos básicos”.
A ONU alerta ainda que o projeto de lei contra a prática da homossexualidade no Uganda, aprovado por 73% dos mais de 500 deputados ugandeses, “não só entra em conflito com os artigos da própria Constituição do Uganda que consagram a igualdade e a não discriminação” como contradiz as obrigações legais internacionais e os compromissos políticos já assumidos pelo país africano. Se efetivamente avançar, será um passo “arrasador e perturbador”.
Atualmente, o Código Penal do Uganda inclui uma disposição legal que data de 1950 (12 anos antes de o país obter a independência do Reino Unido) que penaliza as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo com até sete anos de prisão.
Igrejas ainda não se pronunciaram
A adoção do texto pelo Parlamento ugandês surge “num momento de aumento da retórica homofóbica por parte de políticos, líderes religiosos e outros setores da sociedade do Uganda agravando os riscos para a comunidade LGBTQI+”, sublinha a ONU.
Até ao momento, não houve qualquer pronunciamento da parte dos bispos católicos ou anglicanos contra a nova legislação, como recentemente alguns deles manifestaram ser protagonistas da tal “retórica homofóbica” referida pelas Nações Unidas.
É o caso do bispo de Lira (região norte do Uganda), Sanctus Lino Wanok, que na sua homilia de Quarta-feira de Cinzas convidou “os cristãos que atraem as pessoas para a homossexualidade a utilizar esta Quaresma para arrependimento e procurar as bênçãos de Deus”, relata o site New Ways Ministry.
Poucas semanas após o próprio Papa Francisco ter criticado a criminalização da homossexualidade, “o bispo Wanok disse que a homossexualidade é inaceitável e que a Bíblia a condena, mas como a salvação é prometida para todos, inclusive para os homossexuais, eles devem arrepender-se de tais atos”.
Do lado da Igreja Anglicana ugandesa também não houve qualquer reação ao projeto de lei recentemente aprovado no Parlamento. Há pouco mais de um mês, os bispos de Uganda estiveram entre os que assinaram um comunicado para retirar do arcebispo de Cantuária, Justin Welby, o papel de líder da Comunhão Anglicana no mundo, deixando de reconhecer a Igreja Anglicana de Inglaterra como sua “Igreja-Mãe”. O motivo na origem desta cisão foi o fato de, no Sínodo Geral da Igreja de Inglaterra, ter sido aprovada a benção de uniões entre pessoas do mesmo sexo.
Pastor é agredido enquanto discursava na tribuna da Câmara de Brumadinho em MG
Um pastor foi agredido na Câmara Municipal da cidade de Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG), quando denunciava um ex-vereador na tribuna.
O caso ocorreu nesta quinta-feira (23/03), durante e sessão oficial.
O pastor Marcelo Rodrigues dos Santos, testemunhava sobre um suposto abuso cometido pelo vereador Guilherme Morais (sem partido).
“Eu quero pedir aos parlamentares que averíguem a denúncia que eu protocolizei aqui na casa, acerca do assédio sexual, contra o vereador que foi até expulso do seu partido hoje”, disse.
O pastor ainda não havia terminado de falar quando as pessoas se manifestaram e um homem de boné se levantou e tomou o microfone dele.
Quando retomou a palavra e dava testemunho do suposto caso de abuso sexual que envolvia o então vereador, o pastor foi interrompido novamente, desta vez por Sirleno Gonçalves, um apoiador de Guilherme, que agrediu o religioso com um soco no rosto.
A denúncia coloca o ex-vereador como suspeito de ter abusado sexualmente um adolescente que, na ocasião do suposto crime, tinha 17 anos.
Após o soco, o pastor caiu e mesmo assim continuou sendo agredido por Sirleno Gonçalves. Outros vereadores intervieram, tirando o pastor da confusão. A Polícia Militar foi chamada para conter o agressor.
O advogado Bruno Silva, que defende o pastor e o rapaz supostamente abusado pelo ex-vereador, classificou o episódio como “deplorável”.
“É extremamente ofensivo ao estado democrático não deixar uma mãe ser ouvida, uma vítima ser ouvida. Não deixar um denunciante ser ouvido. Começaram a gritar, a falar palavras de baixo calão. Por fim, tudo isso desaguou em agressões. O pastor Marcelo, que estou representando, foi agredido por diversas pessoas, inclusive, parentes do ex-vereador Guilherme Morais”, disse Bruno.
A reunião do dia iria debater um pedido de cassação do mandato de Guilherme, que entregou à presidência da casa legislativa uma carta com o pedido de renúncia com efeito imediato. O gabinete ocupado pelo ex-vereador deve ser ocupado por um suplente.
Atleta mulher pronta para largada no atletismo (Foto: Canva Pro)
O Conselho Mundial de Atletismo (WAC) anunciou novas regras sobre a participação de atletas transexuais.
De acordo com as mudanças divulgadas na quinta-feira, atletas masculinos biologicamente identificados como trans não poderão mais competir na categoria feminina em eventos atléticos internacionais.
O WAC disse que queria “priorizar a justiça e a integridade da competição feminina antes da inclusão”.
O presidente da WAC, Lord Sebastian Coe, disse: “O Conselho Mundial de Atletismo tomou medidas decisivas para proteger a categoria feminina em nosso esporte”.
A decisão afeta atletas transgêneros que passaram pela puberdade masculina.
Elas serão excluídas das competições do ranking mundial feminino a partir de 31 de março.
“A decisão que o conselho tomou é uma decisão baseada principalmente em princípios e essa é a necessidade primordial de proteger a categoria feminina. É para isso que nosso esporte está aqui para fazer”, disse Lord Coe.
O WAC havia inicialmente proposto endurecer as restrições para atletas transexuais, exigindo que eles reduzissem os níveis de testosterona de 5 nanomoles por litro para 2,5 durante um período de dois anos.
Uma consulta encontrou uma oposição generalizada a esta proposta.
“A maioria dos consultados afirmou que atletas transgêneros não deveriam competir na categoria feminina”, disse Lord Coe aos repórteres.
“Muitos acreditam que não há evidências suficientes de que as mulheres trans não tenham vantagem sobre as mulheres biológicas.
“Onde a ciência é insuficiente para justificar a manutenção da supressão de testosterona para atletas transgêneros, o conselho concordou que deve ser guiado por nosso princípio abrangente, que é proteger a categoria feminina”.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Crianças cristãs também sofrem perseguição religiosa em países de maioria muçulmana (Foto: Portas Abertas)
A sharia é o conjunto de leis islâmicas que inclui orações diárias, jejum, ida às mesquitas, leitura do Alcorão, entre outras regras sobre família, negócios e sociedade. Ou seja, são costumes e orientações determinadas no Alcorão (livro sagrado do islamismo) sobre o estilo de vida que um muçulmano deve seguir. Em muitos países, a sharia é apenas a regra de fé, exigida somente dos seguidores do islã.
No entanto, em alguns países com governos teocráticos muçulmanos, como Irã e Afeganistão, a sharia se torna a lei nacional e o Alcorão, a Constituição do país. Isso torna outras religiões, como o cristianismo, um crime. Como consequência, ataques e outros tipos de violações da liberdade religiosa se tornam uma defesa do islã, não um crime contra os direitos humanos. Isso deixa os cristãos perseguidos desamparados pelo sistema de justiça.
Em busca de refúgio
Shakib (pseudônimo) é um jovem de 16 anos que desde os primeiros anos de vida sentiu o ódio e a discriminação por seguir a Jesus. “Quando eu era criança, via meus pais sendo agredidos verbalmente, zombados e provocados pelos vizinhos. Vi como eles ficavam frustrados e cansados por causa dos maus-tratos”, conta Shakib.
O vilarejo tinha a sharia como lei. Como a família de Shakib não seguia as leis islâmicas, era discriminada. A pressão foi tanta que os pais decidiram levar o filho para um abrigo cristão que parceiros de campo da Portas Abertas organizaram em Bangladesh.
Um novo começo
Ali, Shakib descobriu que outras crianças cristãs também tinham sido maltratadas. “Estou feliz aqui. Agora tenho amigos que também foram vítimas de perseguição como eu.” O local se tornou um refúgio para os cristãos perseguidos, mas não muda a realidade nos vilarejos. Os parentes continuam tentando forçá-lo a abandonar Jesus. “Eles ficam irados ao ver que não vou ceder, e toda a pressão me deixa ferido”, desabafa Shakib.
Desde o pôr-do-sol do dia 22 começou o Ramadã, mês do jejum islâmico, e um dos períodos mais desafiadores para cristãos como Shakib. Como não seguem as tradições muçulmanas, eles ficam em destaque e mais vulneráveis a ataques.
A perseguição atinge até mesmo os pequenos que fazem parte de famílias cristãs. Ajude a manter o abrigo que acolhe, oferece educação e amor cristão para crianças perseguidas por amor a Jesus em Bangladesh. Faça uma doação!
A cantora gospel Léa Mendonça, 57 anos, foi internada na terça-feira (21) com bradicardia e suspeita de infarto. A informação foi confirmada pela equipe da artista nesta quinta (23).
A nota diz que Léa sentiu fortes palpitações no coração e que foi internada no CTI, onde se encontra até o momento, sem previsão de alta.
O quadro da cantora é estável e ela está consciente. A assessoria pede oração aos amigos e admiradores de Léa Miranda.
Diversos artistas da música gospel deixaram mensagens de apoio par a Léa Mendonça.
“Estamos em oração 🙏 Deus está no controle de todas as coisas! Amo a @leamendonca melhoras amiga”, disse a cantora Rose Nascimento.
“Vc é guerreira e forte minha amiga. Já estou em oração pela sua vida”, escreveu o cantor Mattos Nascimento.
“Querida amiga, que o Senhor Jesus te levante deste leito para, mais uma vez, vc testemunhar do Seu milagre em tua vida. Estou orando por vc.”, escreveu a cantora Cristina Mel.
“Orando pela minha amiga .vc vai vencer em nome de Jesus”, disse a cantora Shirley Carvalhaes.
“Misericórdia! Estarei orando amiga por você também. Boa recuperação pra você @leamendonca”, disse a cantora Jozyanne.
Um estudo do Pew Research Center realizado em setembro de 2022 descobriu que, embora a maioria dos americanos seja neutra em relação a vários grupos religiosos, os cristãos evangélicos, em média, são vistos negativamente pelos americanos não evangélicos.
Os pesquisadores descobriram que entre aqueles que não se identificavam como protestantes nascidos de novo, 32% disseram que viam os evangélicos de forma negativa, em comparação com 18% que os viam positivamente – uma porcentagem que coloca os evangélicos entre os grupos religiosos mais mal avaliados por pessoas que não são membros do grupo, disse Pew.
Esse sentimento, de acordo com os pesquisadores, é pelo menos parcialmente uma consequência do cenário político americano, uma vez que os democratas que não são nascidos de novo ou evangélicos são muito mais propensos do que os republicanos não evangélicos a ver os evangélicos negativamente por uma margem de 47% a 14%, respectivamente.
O estudo ofereceu algum contexto sobre a descoberta com a ressalva de que tais resultados são influenciados, pelo menos em parte, pelo tamanho dos grupos questionados; assim, os grupos maiores, como católicos e evangélicos, obterão as avaliações mais favoráveis “já que as pessoas tendem a avaliar positivamente seu próprio grupo religioso”, de acordo com os pesquisadores.
A mesma dinâmica não pode ser atribuída aos judeus, dos quais 35% dos americanos têm opiniões muito ou um tanto favoráveis, em comparação com 6% desfavoráveis, constatou a pesquisa.
“Os judeus constituem uma parcela tão pequena da população dos EUA – cerca de 2% – que excluir seus próprios pontos de vista faz pouca diferença na opinião pública geral em relação aos judeus”, observou o pesquisador.
No geral, os americanos têm opiniões mais favoráveis do que desfavoráveis em relação aos protestantes e católicos tradicionais, enquanto aproximadamente um quarto de todos os americanos disseram ter opiniões muito ou um pouco desfavoráveis sobre os mórmons, em comparação com 15% que disseram ter opiniões favoráveis.
O estudo também descobriu que os americanos que conhecem pessoalmente um cristão evangélico são mais propensos (24%) a ver o grupo favoravelmente do que aqueles que não conhecem pessoalmente um evangélico (9%).
Curiosamente, esse mesmo grupo que conhece um evangélico ainda é um pouco mais propenso (35%) a ter uma visão negativa dos evangélicos do que aqueles que não conhecem pessoalmente um evangélico (29%).
Uma dinâmica semelhante também se aplica aos mórmons: os não-mórmons que conhecem alguém que é mórmon não apenas são mais propensos do que aqueles que não conhecem a expressar uma opinião favorável aos mórmons (19% contra 10%), mas também são mais propensos a expressar uma opinião desfavorável (31% vs. 22%).
Ryan Burge, um pastor batista e professor assistente de ciência política na Eastern Illinois University, disse ao The Christian Post que a visão em relação aos evangélicos está amplamente ligada à política.
“Acho que para muitos é a estreita ligação entre os evangélicos e o Partido Republicano”, disse Burge por e-mail. “Se um entrevistado era republicano, ele vê os evangélicos como aliados. Se não são, eles os veem como inimigos.”
Burge também comparou como a pesquisa descobriu que os americanos viam os evangélicos com a forma como viam os judeus.
“Esta é provavelmente uma combinação de duas coisas”, explicou ele. “Uma é a culpa que ainda persiste da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto. Essa é uma parte da história americana que é ensinada de forma consistente. A maioria dos americanos internalizou isso e isso resulta em sentimentos mais calorosos em relação aos judeus.”
“O outro é provavelmente um viés de desejo social. As pessoas não querem expressar opiniões negativas sobre os judeus por causa da sensibilidade ao anti-semitismo. Não há tanta pressão social para expressar opiniões positivas sobre muçulmanos, ateus ou evangélicos”.
O estudo, conduzido pela Pew Research como parte de um esforço mais amplo para estudar tolerância, diversidade e pluralismo na sociedade americana, entrevistou 10.588 adultos americanos de 13 a 18 de setembro de 2022, por meio de amostragem aleatória nacional de endereços residenciais.
A pesquisa é ponderada para ser representativa da população adulta dos EUA por gênero, raça, etnia, afiliação partidária, educação, afiliação religiosa e outras categorias, de acordo com o Pew.
Folha Gospel com informações de The Christian Post
Evangelismo global com milhares de conversões aconteceu na África, seguido pelas Filipinas. (Foto: Facebook/Christ for All Nations)
Um evangelismo global promovido pela “Christ for All Nations” (CfaN), do evangelista Daniel Kolenda, levou 58 mil pessoas a Cristo em uma semana.
Evangelistas da missão, treinados por Kolenda, pregaram o Evangelho em 12 países através de cruzadas, evangelismos e pregação um a um.
O total de pessoas salvas em apenas uma semana foi de 58.089. A maioria na África, seguido pelas Filipinas, Argentina e Estados Unidos. A lista de países inclui a Austrália e o Canadá.
A campanha evangelística também alcançou pessoas na Europa pós-cristã, onde o cristianismo tem diminuído. Apenas 1 salvação foi registrada no Reino Unido e uma na Finlândia.
Em fevereiro, o evangelismo global da CfaN já havia feito uma colheita massiva. Em uma semana, 113.720 pessoas aceitaram Jesus em 14 países, incluindo a Índia, que está na Lista Mundial de países perseguidos da Portas Abertas.
O ministério pregou o amor de Deus na América Latina, no Equador e na Bolívia. O Evangelho também foi anunciado na França, onde 77 pessoas se renderam a Cristo.
As cruzadas da “Christ for All Nations” têm sido marcadas por salvação em massa, curas e milagres.
Daniel Kolenda afirmou que, em 30 anos, o Ministério Cristo para as Nações viu mais de 80 milhões de pessoas se entregarem a Jesus.
Ele acredita que a maior colheita ainda está por vir. “O Senhor falou comigo a um tempo atrás que é tempo de multiplicar a colheita”, revelou, anteriormente.