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Portugal aprova descriminalização da eutanásia

Eutanásia
Eutanásia

O Parlamento português aprovou nesta sexta-feira (12) a versão final de uma lei que descriminaliza a eutanásia.

Com isso, o país se junta aos poucos no mundo que permitem a uma pessoa com uma doença incurável acabar com a sua vida.

A lei foi aprovada principalmente graças aos socialistas, que têm maioria absoluta, por 129 votos a favor e 81 contra, num total de 230 deputados na câmara portuguesa.

“Confirmamos uma lei que foi votada várias vezes por uma grande maioria”, comemorou a deputada socialista Isabel Moreira, uma das principais promotoras da descriminalização da eutanásia.

De acordo com a nova lei, pessoas com mais de 18 anos poderão solicitar assistência para morrer se tiverem de uma doença terminal e um sofrimento insuportável.

Abrangeria apenas aqueles que sofrem de dores “duradouras” e “intoleráveis”, a menos que não sejam considerados mentalmente capacitados para tomar uma decisão. Aplica-se a cidadãos portugueses e residentes legais, e não a estrangeiros que venham ao país em busca de suicídio assistido.

Este tópico dividiu Portugal – tradicionalmente católico – e enfrentou a forte oposição do presidente conservador Marcelo Rabelo de Sousa, um católico praticante.

O projeto de lei foi aprovado pelo Parlamento português quatro vezes nos últimos três anos, mas foi devolvido para revisão constitucional devido à oposição do presidente.

Para evitar o veto do chefe de Estado, que agora tem oito dias para promulgar o texto, os socialistas decidiram votar pela segunda vez no mesmo projeto de lei.

Após a publicação dos decretos de execução, a lei poderá entrar em vigor no outono, segundo estimativas citadas na imprensa local.

Rápida aprovação

Rebelo de Sousa vetou projetos anteriores por terem “conceitos excessivamente vagos”, alegando depois que a linguagem usada para descrever condições terminais eram contraditória e demandavam esclarecimentos.

A nova versão da lei estabelece que a eutanásia só é permitida nos casos em que “o suicídio medicamente assistido é impossível devido à incapacidade física do paciente”.

Rebelo de Sousa pediu aos legisladores que especificassem quem certificará se um paciente é fisicamente incapaz de suicídio assistido, mas desta vez os legisladores recusaram-se a modificar o texto.

“A adoção desta nova lei foi relativamente rápida em comparação com outros grandes países”, disse Paulo Santos, membro da organização “Direito de Morrer com Dignidade”.

Entretanto “a luta não para por aí”, acrescenta, porque muitos médicos poderiam usar a objeção de consciência para evitar a prática da eutanásia, como alguns fazem no caso do aborto, que foi legalizado em referendo em 2007.

Os críticos assinalam que o tema não foi submetido a referendo e esperam que os legisladores da oposição voltem a pedir ao Tribunal Constitucional a revisão do projeto.

“É um capricho dos deputados que não quiseram ouvir ninguém”, afirmou José Seabra Duque, membro da Federação Portuguesa pela Vida.

A eutanásia e o suicídio assistido são autorizados apenas em alguns países europeus, como Espanha, Bélgica, Luxemburgo e Holanda.

Fonte: G1

Casal cristão é liberto da prisão após novo julgamento, no Irã

Sara Ahmadi e Homayoun Zhaveh. (Foto: Article 18)
Sara Ahmadi e Homayoun Zhaveh. (Foto: Article 18)

O casal condenado no Irã por organizar uma igreja doméstica, Homayoun Zhaveh e a esposa Sara Ahmadi, foi finalmente liberto, na última terça-feira (9). O caso foi reaberto pela Suprema Corte do Irã.

O pastor Homayoun tem 64 anos, é de origem muçulmana e enfrenta um quadro grave de doença de Parkinson. Ele e a esposa estavam na prisão de Evin, em Teerã, capital do país.

Homayoun foi condenado a 2 anos de prisão e Sara a 8 anos, em agosto de 2022, por pregarem o Evangelho aos iranianos. Depois de duas tentativas frustradas, no mês passado, perto da Páscoa, o casal recebeu a oportunidade de um novo julgamento.

O juiz afirmou que “reunir pessoas da mesma fé é natural” e que a posse de literatura cristã, que foi um dos motivos da condenação, “faz parte da prática de fé deles”.

‘Abuso de poder’

Conforme a Portas Abertas, o relatório dos oficiais do Ministério da Inteligência sobre organização e participação de igrejas domésticas não são considerados como atos contra a segurança nacional.

“A lei não reconhece essas ações como atividades criminosas”, disse o juiz. Além das evidências insuficientes para incriminá-los, os advogados do casal reforçaram que nas igrejas domésticas, eles apenas “prestavam culto a Deus, seguindo os ensinamentos cristãos, que inclui obediência, submissão e apoio às autoridades”.

Mansour Borji, diretor da organização de defesa de cristãos iranianos, Artigo 18, afirmou: “O veredito confirma a arbitrariedade na condenação de inúmeros cristãos. Há décadas, a Inteligência Iraniana, junto à República Islâmica, ignoram a lei e abusam do poder para criminalizar atividades pacíficas e constitucionais. Infelizmente, a injustiça de muitos vereditos permanece irrefutada”.

“Alegramo-nos com a decisão da corte de libertar Homayoun e Sara e somos gratos pelas orações da família e de cristãos do mundo todo por esse julgamento. Mas ninguém deveria ser submetido à tortura pela qual o casal passou e ainda há muitos cristãos presos que continuam esperando por um julgamento adequado”, conclui Mansour.

Fonte: Guia-me com informações de Portas Abertas

Maioria dos filhos criados por mães cristãs ainda são cristãos hoje, revela pesquisa

Mãe e filha lendo a Bíblia
Mãe e filha lendo a Bíblia

A grande maioria das crianças que crescem com mães cristãs permanecem cristãs quando adultas, de acordo com uma nova pesquisa da American Bible Society (ABS), que também mostra que a fé tem mais poder de “permanência” entre as crianças do que o ateísmo.

A pesquisa da Sociedade Bíblica Americana (ABS), publicada em 11 de maio, denominada “Estado da Bíblia 2023”, revelou que 73% das crianças que cresceram protestantes permaneceram protestantes ou “outro cristão” quando adultos. Quatro por cento são agora católicos, enquanto 19 por cento dizem que se identificam como ateus/agnósticos ou “nenhum”.

Entre as crianças que cresceram católicas, 57% permaneceram católicas quando adultas, enquanto 6% agora são protestantes e 14% são “outros cristãos”. Um quinto (21%) agora se identifica como ateu/agnóstico ou “nenhum”.

O termo “outro cristão” se refere a aqueles que mudaram de fé, permanecendo cristãos de alguma vertente diferente da materna.

“Um conhecido provérbio oferece esta expectativa: ‘Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele’ (Provérbios 22:6 ). Este versículo tem desafiado e confortado muitas mães cristãs ao longo dos anos”, disse o relatório.

Os novos dados sobre as mães “comprovam” o versículo, disse o relatório.

Enquanto isso, um terço (32 por cento) dos adultos que cresceram ateus/agnósticos/nenhum dizem que agora são cristãos. Este movimento é maior do que o movimento fora dos campos da fé: um quinto dos adultos que cresceram protestantes ou católicos agora se identificam como ateus/agnósticos/nenhum.

“A história cristã está repleta de mães fiéis”, disse o relatório. “A Bíblia conta que a fé de Timóteo foi influenciada por sua mãe, Eunice, e sua avó, Lóide. O bispo Agostinho reconheceu as poderosas orações de sua mãe, Monica. Os reformadores John e Charles Wesley ficaram gratos pela orientação de sua mãe, Susanna. Esses são apenas alguns dos exemplos mais proeminentes. Milhões de outras histórias poderiam ser contadas, ainda hoje.”

Palavra semeada

Enquanto mais de três quartos dos cristãos, 77%, seguem a religião de suas mães, aqueles que mudaram de fé, permanecendo cristãos de alguma vertente diferente da materna, buscam viver sua fé fielmente, disse a ABS no segundo capítulo do relatório de 2023.

Esses se tornam um pouco mais engajados com as Escrituras, têm uma crença maior na exatidão da Bíblia, consideram a fé mais importante e são mais curiosos sobre Jesus e a Palavra de Deus.

Dos que mudam para outra vertente cristã, 64% acreditam que a Bíblia é totalmente precisa em todos os princípios que apresenta, em comparação com 47% daqueles que mantiveram sua fé infantil.

Três quartos daqueles que mudaram consideram sua fé religiosa muito importante em suas vidas, em comparação com 68% daqueles cuja fé permaneceu a mesma.

Três quartos daqueles que mudaram estão curiosos para saber mais sobre Jesus, em comparação com 64% daqueles que mantiveram a religião de sua infância. E 78% dos que trocaram estão curiosos para saber mais sobre as Escrituras, em comparação com 66% que não mudaram.

As diferenças são verdadeiras em cada grupo denominacional principal, incluindo protestantes evangélicos, tradicionais e historicamente negros, bem como católicos.

“Exploramos as jornadas pessoais de fé das pessoas desde a infância, bem como seu compromisso com Cristo hoje. Quando as pessoas mudam de fé [cristã], muitas vezes acabam com uma mais forte”, disse a ABS.

“A busca por uma expressão mais verdadeira de seu relacionamento com Deus os leva a um envolvimento mais profundo. Observamos o movimento da fé por meio de uma continuidade que incluía buscar, reivindicar e desfrutar de um relacionamento com Jesus”.

Legado de fé

Os pesquisadores também vincularam o fenômeno ao fato de que aqueles que buscam fora de sua fé infantil tendem a desenvolver uma conexão mais profunda com o cristianismo recém-encontrado, uma questão de assumir seu relacionamento com Cristo.

“A internalização da verdade cristã é um processo ao longo da vida”, disseram os pesquisadores. “À medida que buscam as melhores expressões e conexões para sua fé ou sua crescente compreensão do ensino da Bíblia, algumas pessoas vão abandonar uma tradição religiosa e passar para outra. Isso não é necessariamente uma perda de compromisso de fé. Na verdade, pode sinalizar crescimento espiritual.

“Às vezes, os buscadores retornam às suas raízes espirituais com uma fé mais forte.”

A pesquisa foi baseada em entrevistas com 2.761 americanos em janeiro.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines, Guia-me e Baptist Press

Silas Malafaia critica matéria jornalística sobre “traficantes evangélicos”

Pastor Silas Malafaia
Pastor Silas Malafaia

O pastor Silas Malafaia usou suas mídias sociais, nesta sexta-feira (12), para se posicionar com veemência contra uma reportagem de autoria da BBC Brasil, publicada na página do site de notícias da Globo, G1, a qual o religioso atribui ao jornal O Globo.

A matéria traz no título uma associação direta entre traficantes e evangélicos pentecostais, utilizando o termo “narcopentecostalismo”.

‘Narcopentecostalismo’: traficantes evangélicos usam religião na briga por territórios no Rio, diz a manchete.

A reportagem, em seu subtítulo, fala sobre o “surgimento de traficantes que se declaram evangélicos” e “a forma como isso influencia a atuação das facções na disputa por territórios no Rio de Janeiro”.

O texto afirma que “a religião (evangélica) também tem um papel estratégico para manutenção do poder e na disputa por territórios”, atribuindo à fé de milhões de pessoas uma prática criminosa que não tem qualquer relação com a liturgia religiosa.

Diante desta polêmica, o pastor Silas Malafaia se manifestou criticando a criação jornalística e rechaçando qualquer relação entre práticas criminosas e a fé evangélica, empreendida pela reportagem.

– (…) Tentar vincular evangélicos com o narcotráfico, é um absurdo! (…) Fica aqui o meu protesto! Preconceito bandido e canalha desse jornalismo mentiroso – disparou o presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Assista:

Fonte: Pleno News

Missionário tem braços quebrados por entregar Bíblia no Paquistão

Missionário com os braços quebrados no Paquistão. (Foto: Mission Cry/Montagem)
Missionário com os braços quebrados no Paquistão. (Foto: Mission Cry/Montagem)

Um missionário da organização Mission Cry, que trabalha com distribuição de Bíblias no Paquistão, foi brutalmente atacado após sair de um culto.

O presidente da Mission Cry, Jason Woolford informou: “Ele estava saindo de uma reunião de oração e ia pegar um mototáxi. E disse: ‘Nós distribuímos Bíblias e eu quero te dar uma. Sou cristão e Jesus Cristo é o único caminho para nosso Pai Celestial’”.

“Então o motorista o tirou do caminho e quebrou gravemente seus dois braços, pulsos e mãos, e disse: ‘Você nunca mais distribuirá Bíblias’”, acrescentou James.

Segundo a Mission Network News, o agressor tentou acusar o missionário de estupro. Mas, felizmente, descobriram que não era verdade.

“Estamos vendo em algumas dessas áreas em países islâmicos, que é comum acusar um cristão de estuprar um homem, isso dá 40 anos de prisão”, afirmou James.

De acordo com o presidente, a acusação de estupro contra uma mulher, causa apenas 35 anos de prisão. “Isso é perturbador para mim”, disse ele.

Recuperação do missionário

A Mission Cry compartilhou que está cuidando dos tratamentos médicos do missionário e afirmou que ele está se recuperando.

“O que realmente me chamou a atenção foi que ele mencionou que, assim que melhorar, assim que puder mover as mãos e os braços, ele voltará a distribuir a Palavra de Deus porque sabe que é a única coisa que não volta vazia”, contou James.

A missão pediu que os cristãos intensifiquem suas orações pelo encorajamento espiritual do missionário e para que o agressor tenha um encontro profundo com Jesus Cristo.

“Ore por nossa sede e nossa equipe aqui, porque estamos recuperando o terreno de Satanás em alguns dos lugares mais corruptos do planeta”, concluiu James.

Fonte: Guia-me com informações de Mission Network News

“Deus tem propósitos por trás do caos global”, diz líder cristão

Pastor Ron Hutchcraft, fundador do Ron Hutchcraft Ministries (Foto: YouTube)
Pastor Ron Hutchcraft, fundador do Ron Hutchcraft Ministries (Foto: YouTube)

O pastor Ron Hutchcraft é fundador do Ron Hutchcraft Ministries (RHM) — organização que se dedica ao resgate espiritual das nações e à salvação dos perdidos, conforme especifica o site.

Recentemente, ele se manifestou sobre os atuais acontecimentos que a humanidade está enfrentando e disse que “Deus tem propósitos por trás do caos global” e que “vivemos um tempo urgente e importante”.

“É um alerta para o povo de Deus”, disse sobre a pandemia, guerras, fomes e tudo o que tem assustado as pessoas que se deparam com um cenário totalmente bagunçado, como após os terremotos, por exemplo.

“Vivemos em tempos como nenhum outro. Esse não é o mundo que conhecíamos”, afirma a Mission Network News, que publicou o alerta do pastor Ron.

‘O caos serve de alerta’

Para Ron, quando as coisas parecem complicadas e Deus permite o caos, é para que os cristãos parem para refletir sobre o que realmente vai importar no céu: “Se não for importante para o céu, também não será importante agora”.

Seja como for, o caos serve de alerta para que os seguidores de Jesus se movam: “Essa é uma chamada para uma ação da parte de Deus”, apontou.

O líder explica que, primeiro, deve haver o desejo de fazer a diferença no mundo, depois vem a necessidade de orar a Deus para conhecer Sua vontade. Além disso, em oração devemos chegar diante de Deus com uma folha em branco, para que Ele diga o que deverá ser escrito: “Devemos perguntar a Deus: o que o Senhor quer que eu faça neste mundo?”

‘Não perca a oportunidade’

“A princípio, fazer isso pode parecer arriscado, mas não existem riscos na obediência”, destacou Ron.

“Só a desobediência é um risco. Portanto, dê o primeiro passo e não tenha medo de nada que Deus possa pedir para você fazer. Apenas tenha medo de perder a oportunidade”, continuou.

O pastor finaliza ressaltando Efésios 2.10, onde diz que “devemos fazer as boas obras, as quais Deus preparou de antemão”. Ou seja, devemos praticar a Palavra.

“Você está exclusivamente conectado, então, qualquer coisa que Deus o chama a fazer é literalmente o que você foi criado para fazer. E, normalmente, é algo que fará você se sentir realizado”, concluiu.

Fonte: Guia-me com informações de Mission Network News

Paula Borgo, jogadora de vôlei que morreu de câncer aos 29 anos, era obreira da Universal

A jogadora de vôlei Paula Burgo, faleceu aos 29 anos vítima de câncer no estômago. (Foto: Reprodução)
A jogadora de vôlei Paula Burgo, faleceu aos 29 anos vítima de câncer no estômago. (Foto: Reprodução)

A ex-jogadora da seleção feminina de vôlei Paula Borgo morreu vítima de um câncer no estômago. A atleta de 29 anos descobriu o tumor em setembro do ano passado, quando precisou se afastar das quadras. Desde então, vinha lutando contra a doença. A notícia do falecimento foi dada pela mãe da jogadora em sua rede social.

O tumor foi diagnosticado durante os exames médicos realizados na pré-temporada do Barueri, equipe que a atleta defenderia na última Superliga. Paula Borgo vinha da Itália, onde atuou pelo Bergamo. Antes ela havia jogado pelo Kale e Nilufer, da Turquia. Na sua última passagem pelo Brasil, a oposta vestiu a camisa do Fluminense.

Pela seleção, chegou a subir no pódio com a equipe do técnico Zé Roberto Guimarães. Em 2019, em Nanquim, garantiu a medalha de prata na Liga das Nações e estava com o time que venceu o Pré-Olímpico para os Jogos de Tóquio. Nas categorias de base, foi campeã mundial sub-23.

O site oficial da Igreja Universal do Reino de Deus lamentou a morte da atleta ao comunicar o falecimento e revelar que ela era obreira da denominação.

“Com profundo pesar, a Igreja Universal do Reino de Deus comunica o falecimento da obreira e atleta Ana Paula Borgo, ocorrido nesta quinta-feira (11) na cidade de Barueri (SP), aos 29 anos.

A mãe, Debora Borgo, frisou: “Jesus recolheu minha filha… A certeza que você está com Jesus. Como eu amo você”.

A Bíblia fala sobre a morte daqueles que, em vida, decidem seguir e servir a Deus: “Preciosa é à vista do Senhor a morte dos Seus santos” (Salmos 116:15).

Ana Paula dedicou sua vida a espalhar o Evangelho do Senhor Jesus desde quando recebeu o Espírito Santo, tornando-se obreira aos 23 anos. Além do ministério de servir a Deus, realizou o sonho de se destacar nas quadras. Jogou pela Seleção Brasileira de vôlei, fez parte da equipe campeã do Mundial sub-23, jogou na Liga das Nações em 2019 representando o país, conquistando a medalha de prata, e passando por vários clubes.

Ao esposo de Ana Paula Borgo, seus pais e demais familiares, nossas orações — e a certeza de que, aqueles que guardam a fé, até o fim, podem finalizar seus dias confessando: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, Justo Juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (II Timóteo 4:7-8)“, diz nota da Igreja Universal através do Departamento de Comunicação Social e de Relações Institucionais da Universal.

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) também lamentou a morte de Paula Borgo:

“Ela foi um grande talento do vôlei nacional e defendeu a seleção brasileira em importantes competições como a Liga das Nações e os Jogos Pan-Americanos. Neste momento tão difícil, a CBV se solidariza com a família e amigos de Ana Paula Borgo”.

Fonte: Globo Esporte e Igreja Universal

Igreja Metodista Unida perde quase 3 mil igrejas por sua posição pró-LGBT

Igreja Metodista Unida Comunidade Sand Point nos EUA com uma bandeira do movimento LGBT (Foto: Wikimedia Commons)
Igreja Metodista Unida Comunidade Sand Point nos EUA com uma bandeira do movimento LGBT (Foto: Wikimedia Commons)

Quase 3.000 igrejas deixaram a Igreja Metodista Unida (UMC) nos Estados Unidos, devido a sua posição pró-LGBT.

Desde o ano passado, centenas de congregações se desfiliaram da denominação por não concordar com seu direcionamento teológico sobre a homossexualidade.

Embora a UMC continua proibindo a ordenação de ministros homossexuais não celibatários e o casamento de pessoas do mesmo sexo, muitos líderes e membros progressistas se recusam a impor ou seguir essas regras.

No sábado (6), a Convenção UMC do Alabama-Oeste Flórida aprovou em votação a desfiliação de 193 congregações, que representam 38% das igrejas da região.

Em comunicado divulgado no mesmo dia, David Graves, bispo da denominação nos estados, lamentou a saída das congregações.

“Lamentamos dizer adeus às 193 igrejas que se desfiliaram da Igreja Metodista Unida e desejamos-lhes o melhor no ministério. Muitas dessas igrejas têm clérigos e leigos dedicados que realmente desejam servir a Deus e suas comunidades”, afirmou David.

Também no sábado (6), a Convenção da UMC do Oeste Carolina do Norte permitiu que 192 igrejas deixassem a denominação.

Segundo o UM News, 2.996 igrejas já deixaram a Metodista Unida desde 2019. A maioria das saídas aconteceram em 2022 e neste ano.

Em maio de 2022, a UMC se dividiu, com o lançamento da Igreja Metodista Global, uma nova denominação conservadora que se separou da Igreja Metodista Unida, após décadas de debates sobre casamentos LGBTQ.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Batistas do Sul perderam quase meio milhão de membros em 2022

Reunião Anual da Convenção Batista do Sul de 2019 em 11 de junho de 2019
Reunião Anual da Convenção Batista do Sul de 2019 em 11 de junho de 2019

O longo e lento declínio da maior denominação protestante nos Estados Unidos continua.

O número de membros da Convenção Batista do Sul (SBC) caiu quase meio milhão em 2022, de acordo com um relatório da denominação divulgado recentemente.

A Lifeway Research, com sede em Nashville, informou na terça-feira que a SBC tinha 13,2 milhões de membros em 2022, abaixo dos 13,68 milhões em 2021. Essa perda de 457.371 membros é a maior em mais de um século, de acordo com o Perfil Anual da Igreja compilado pela Lifeway.

Antes uma denominação de 16,3 milhões, a SBC diminuiu em 1,5 milhão de membros desde 2018 e em mais de 3 milhões de membros desde 2006. A pandemia de COVID-19 desempenhou um papel na recessão, assim como a realidade de que membros mais velhos morrem, há menos jovens para substituí-los.

A denominação também esteve em constante estado de crise nos últimos anos, incluindo um grande escândalo de abuso sexual, controvérsias sobre raça e uma rivalidade contínua sobre a liderança da denominação e direção futura.

As listas de membros da igreja provavelmente também foram preenchidas com pessoas que não faziam mais parte da congregação.

“Grande parte do movimento descendente que estamos vendo na adesão reflete pessoas que pararam de participar de uma congregação individual anos atrás e a manutenção de registros está finalmente se recuperando”, disse Scott McConnell, diretor executivo da Lifeway Research, em um comunicado sobre o relatório.

A denominação também perdeu 416 igrejas e outras 165 missões “do tipo igreja”, de acordo com o relatório.

Mesmo com a queda do número de membros, a frequência aos cultos continua se recuperando dos baixos níveis da pandemia. A frequência aumentou 5%, para 3,8 milhões em 2022, depois de cair de 4,4 milhões em 2020 para 3,6 milhões em 2021, devido principalmente às interrupções do COVID-19.

As igrejas relataram 180.177 batismos em 2022, um aumento de 16% em relação a 2021. Assim como a frequência, os batismos sofreram um forte impacto durante a pandemia, de 235.748 em 2019 para 123.160 em 2020. O número de batismos começou a aumentar em 2021.

Apesar do declínio no número de membros, as doações para a SBC permaneceram estáveis. As receitas das igrejas da SBC totalizaram quase US$ 10 bilhões, um aumento de 2% em relação a 2021.

A SBC realizará sua reunião anual de 13 a 14 de junho em Nova Orleans. Lá, os delegados – conhecidos como mensageiros – das igrejas locais ouvirão uma atualização de uma força-tarefa encarregada de implementar reformas contra abuso e eleger um presidente para a denominação. O atual presidente, o pastor do Texas Bart Barber, enfrenta um desafio do pastor da Geórgia, Mike Stone, que perdeu por pouco a eleição presidencial para Ed Litton em 2021.

Mensageiros na reunião também discutirão o papel das mulheres na liderança da igreja. No início deste ano, o Comitê Executivo da SBC votou para expulsar várias igrejas por terem mulheres pastoras, incluindo a Saddleback Church, uma megaigreja da Califórnia e uma das maiores congregações da denominação, por ter mulheres pastoras. Espera-se que Saddleback recorra dessa decisão.

Um pastor da Virgínia também propôs uma emenda à constituição da SBC que impediria igrejas com pastoras de fazerem parte da denominação. A declaração de fé da SBC limita o cargo de pastor aos homens – mas as igrejas discordam sobre se esse limite se aplica apenas ao papel de pastores seniores ou a todos os papéis pastorais nas igrejas.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Irã enforca 2 homens acusados ​​de blasfêmia em meio a aumento de execuções no país islâmico

Bandeira do Irã e mãos postas em cima de uma Bíblia (montagem)
Bandeira do Irã e mãos postas em cima de uma Bíblia (montagem)

O Irã enforcou dois homens condenados à morte por blasfêmia em meio a uma recente onda de execuções no país, depois que a dupla supostamente desrespeitou a religião islâmica.

Yousef Mehrad e Sadrollah Fazeli-Zare foram executados na prisão de Arak, no centro do Irã, na segunda-feira, informou a BBC. A dupla foi presa em 2020 por supostamente administrar um canal do Telegram chamado “Crítica da superstição e religião” e operar dezenas de contas de mídia social “dedicadas ao ateísmo e à profanação das santidades”.

Os homens foram mantidos em confinamento solitário nos primeiros dois meses após a prisão e inicialmente não tiveram acesso a um advogado.

A Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos do Irã (HRANA) disse que o Tribunal Criminal de Arak condenou Mehrad e Fazeli-Zare em 2021 por acusações de blasfêmia e os sentenciou à morte. Os dois homens também foram condenados a seis anos de prisão por “dirigir grupos para agir contra a segurança nacional”.

De acordo com a Al Jazeera, uma agência de notícias administrada pelo governo do Catar, Mehrad teria sido filmado queimando uma cópia do Alcorão, o texto religioso central do Islã, conforme relatado inicialmente pelo canal de notícias estatal AlAlam do Irã. Membros do canal Telegram da dupla também expressaram discordâncias com o Islã, com um membro admitindo ter queimado livros religiosos.

A Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos (USCIRF) condenou as leis de blasfêmia em um comunicado de imprensa na segunda-feira. Essas leis punem indivíduos que supostamente desrespeitam doutrinas ou símbolos religiosos. A USCIRF argumentou que tais leis minam o direito à liberdade de religião e de expressão.

“Os processos por blasfêmia demonstram um flagrante desrespeito aos direitos humanos e são frequentemente usados ​​para atingir membros de comunidades religiosas e outros que têm opiniões diferentes ou divergentes”, afirmou o presidente da USCIRF, Nury Turkel.

“É escandaloso que o governo iraniano tenha executado Yusef Mehrdad e Seyyed Sadrullah Fazeli Zare sob a acusação de insultar o [profeta islâmico] apesar de um clamor internacional e de dizer à família do Sr. Mehrdad que a execução havia sido suspensa”, continuou ele.

Pena de morte no Irã

A notícia da execução vem na sequência de um relatório conjunto sobre a pena de morte no Irã para o ano de 2022, que foi elaborado por Direitos Humanos do Irã com o apoio do ECPM (Together Against the Death Penalty). Segundo o relatório, o Irã realizou 582 execuções em 2022, um aumento de 75% em relação ao ano anterior.

O “aumento” de execuções ocorreu após uma agitação maciça no Irã após a morte de Mahsa Amini , uma mulher de 22 anos presa pela “polícia da moralidade” da República Islâmica por usar seu hijab de forma inadequada. O código de vestimenta do Irã exige que as mulheres escondam seus cabelos com uma cobertura na cabeça.

Amini morreu em 16 de setembro de 2022, depois de ser espancada até a morte, levando a protestos que acabaram sendo reprimidos por uma repressão policial.

Em dezembro de 2022, as Nações Unidas adotaram uma resolução para remover o Irã da Comissão sobre o Status da Mulher (CSW) após o assassinato e subsequente agitação. A nova resolução do Conselho Econômico e Social liberou o Irã da comissão pelo restante de seu mandato de 2022 a 2026, com 29 países votando a favor da decisão.

O Conselho Social expressou preocupação com as ações do governo iraniano desde setembro de 2022 “para suprimir cada vez mais os direitos humanos de mulheres e meninas, usando força letal que resultou na morte de manifestantes pacíficos”.

“As mulheres iranianas nos pediram claramente, aqui nas Nações Unidas, para remover o Irã da Comissão sobre o Estatuto da Mulher. Foi um pedido sensato”, disse a embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield, em um comunicado. “A filiação do Irã prejudica diretamente o trabalho da comissão. Sua filiação foi uma mancha em nossa credibilidade.”

Em outubro, a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos EUA convocou uma Comissão de Inquérito das Nações Unidas sobre o Irã depois que a resposta do país aos protestos resultou na morte de quase 200 manifestantes, incluindo pelo menos 23 menores.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

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