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99% dos evangélicos dizem que ler a Bíblia, orar e ir à igreja podem melhorar a saúde mental e física

Mulher lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)
Mulher lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)

Ler a Bíblia, orar e ter uma forte fé cristã podem impactar positivamente a saúde mental e física, de acordo com um novo relatório da Gray Matter Research e Infinity Concepts.

De acordo com o relatório “Fé e bem-estar: percepções evangélicas sobre cura e médicos”, 99% dos protestantes evangélicos concordaram que orar, ler a Bíblia e ter fé cristã impactam positivamente a saúde mental.

“Para os evangélicos, parece que o bem-estar espiritual está inextricavelmente entrelaçado com o bem-estar físico e mental”, disse Mark Dreistadt, presidente e CEO da Infinity Concepts.

“Quando exploramos coisas como se eles acreditam que as pessoas podem ser curadas por meio da oração ou se atividades como oração e leitura da Bíblia têm um impacto positivo tanto na saúde mental quanto na física, eles concordam quase universalmente. Isso é algo que raramente vemos”, disse ele. .

O relatório descobriu que 96% acreditavam que uma forte fé cristã afetava sua saúde física. O número exato dizia o mesmo sobre a leitura da Bíblia. Para a oração, 98 por cento disseram que isso afetou diretamente sua saúde física.

O US Surgeon General divulgou recentemente um relatório dizendo que os americanos não têm conexão social, o que leva a problemas de saúde física. Isso também está relacionado a um sentimento de solidão e isolamento entre os americanos, disse o relatório.

“Em 2020, apenas 47% dos americanos disseram que pertenciam a uma igreja, sinagoga ou mesquita”, disse o cirurgião geral dos EUA, Dr. Vivek H. Murthy. “Isso caiu de 70% em 1999 e caiu abaixo de 50% pela primeira vez na história da questão da pesquisa.”

“Grupos religiosos ou baseados na fé podem ser uma fonte de contato social regular, servir como uma comunidade de apoio, fornecer significado e propósito, criar um sentimento de pertencimento em torno de valores e crenças compartilhados e estão associados a comportamentos de risco reduzidos. Como como consequência desse declínio na participação, a saúde dos indivíduos pode ser prejudicada de diferentes maneiras”, afirmou.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

Maioria dos cristãos solteiros não guardam o sexo para o casamento, diz estudo

Casal cristão orando
Casal cristão orando

Uma pesquisa recente revelou que a maioria dos cristãos solteiros não estão vivendo em guardando o sexo para o casamento.

O Estudo Nacional sobre Fé e Relacionamentos, realizado pela Communio, uma organização que auxilia as igrejas no fortalecimento das famílias, entrevistou 19.000 cristãos durante um culto em 112 congregações evangélicas, protestantes e católicas nos Estados Unidos.

O autor do estudo, JP DeGance, concluiu que a prática do sexo fora do casamento é uma das causas que levam muitos cristãos solteiros a atrasar ou recusar o matrimônio atualmente.

“Apesar do ensino das Escrituras ser o contrário, a pesquisa mostrou que a maioria dos homens e mulheres cristãos que nunca se casaram não estão vivendo uma vida de castidade sexual. Esse envolvimento em relacionamentos sexuais fora do casamento coincide e provavelmente alimenta atrasos e declínios no casamento”, afirmou DeGance no relatório.

Influência cultural

Para o autor, a visão sobre o casamento sofreu uma mudança ao longo do tempo. Hoje, muitos solteiros cristãos foram influenciados pela cultura secular, em que “o casamento é celebrado somente depois de progredir na vida e depois de atingir um nível de realização financeira e pessoal”.

Entretanto, a adoção desta visão tem contribuindo para aumentar a solidão e a diminuição da castidade entre os solteiros.

“Sexo antes do casamento é comum neste modelo. Embora alguns celebrem essa mudança, os níveis explosivos e socialmente perigosos de solidão entre os que nunca se casaram mostram um grande defeito no casamento”, avaliou DeGance.

O autor do estudo incentivou os líderes a reforçar o modelo bíblico para a sexualidade e para o relacionamento.

“Além dos imperativos morais e bíblicos, os líderes da igreja não devem reforçar o espírito da época. Em vez disso, eles devem encontrar maneiras de resistir à narrativa cultural em torno do sexo e restabelecer o modelo fundamental, porque, em parte, leva a menos solidão, mais satisfação no relacionamento e maior felicidade”, ressaltou DeGance.

Mulheres com dificuldade de encontrar homens para casar

A pesquisa também revelou que 85% das igrejas não investem no ministério de relacionamentos.

“As igrejas também devem adotar abordagens que ajudem a construir relacionamentos saudáveis ​​desde a juventude até a vida de casado. Os pais cristãos e as igrejas devem se tornar eficazes em desencorajar as alternativas sexuais ao casamento (sexo antes do casamento e pornografia)”, escreveu DeGance.

Ele ainda apontou a diferença entre o número de mulheres e homens solteiros disponíveis como um desafio a ser superado pela Igreja.

“Os líderes da Igreja também devem encontrar maneiras de equilibrar a diferença de gênero. Há 42% mais mulheres do que homens solteiros nas igrejas. Embora muitas mulheres possam preferir o casamento cristão às falsificações disponíveis, a falta de homens fiéis à visão evangélica do sexo, continua sendo um obstáculo real ao modelo cristão de casamento”, afirmou.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Augustus Nicodemus lança novo livro “Confissões de um pregador”

Reverendo Augustus Nicodemus (Foto: Capa do livro "Confissões de um Pregador")
Reverendo Augustus Nicodemus (Foto: Capa do livro "Confissões de um Pregador")

Em seu novo livro Confissões de um pregador, Augustus Nicodemus, um dos pastores e teólogos mais respeitados do país, escreve uma síntese de seu legado construído em mais de quatro décadas de ministério pastoral.

Com mais de 130 tópicos, Confissões de um pregador traz questões vitais para quem atua no ministério pastoral e de pregação da Palavra, e aborda pautas difíceis no seio da igreja, como divórcio e filhos desviados, bajulação e investidas afetivo-sexuais, política, fama e uso de redes sociais. 

Com o intuito de ser inspirativo, instrutivo e esclarecedor, Nicodemus faz considerações sobre o conhecimento das línguas originais, os modelos de interpretação bíblica, os cuidados no uso de ilustrações e o que evitar na aplicação das Escrituras. Trata-se de um livro para pregadores iniciantes e experientes.

O pregador precisa ser sábio, por exemplo, para evitar citações de ou menção a nomes polêmicos em épocas de crise política. Políticos podem dizer verdades, mas o nome deles geralmente está associado a determinadas agendas que dividem até mesmo as igrejas. (Confissões de um pregador, p.127)

O lançamento da Editora Mundo Cristão não é um livro de homilética, mas uma coletânea das experiências de quarenta anos de Nicodemus como pregador, filtradas por convicções bíblicas e teológicas em várias áreas relacionadas com o chamado do pregador. 

É um texto pessoal e confessional, em que o autor oferece revelações sobre o dia a dia e ensina o cristão vocacionado a fazer valer o chamado, com talento e dedicação.

O livro pode ser adquirido na Amazon clicando nos links abaixo:

– Confissões de um Pregador – capa dura

– Confissões de um Pregador – kindle

Fonte: Guia-me

Criadores de “The Chosen” anunciam 10 novos projetos cristãos

“The Chosen” é uma série baseada no relato bíblico do evangelho de Jesus Cristo. (Foto: Divulgação”.
“The Chosen” é uma série baseada no relato bíblico do evangelho de Jesus Cristo. (Foto: Divulgação”.

A produtora Angel Studios comemorou o sucesso inovador do último ano anunciando que estão preparando novos projetos originais.

A empresa contou a novidade em seu evento anual “Illuminate Event”, em Utah, nos Estados Unidos, para seus investidores na última quinta-feira (11), informou o site Christian Headlines.

Um dos projetos apresentados pela criadora de “The Chosen” é “Founders” (“Fundadores”), que fala sobre as origens dos EUA. Será produzido pelo diretor de “Jesus Revolution”, Andy Erwin, o único diretor na história do cinema a receber quatro notas A+ CinemaScore.

Andy também produzirá um projeto anunciado anteriormente: “Truth and Conviction” (“Verdade e Convicção”), que conta a história de um grupo de amigos que se opuseram a Hitler.

O ator Neal McDonough, de “Capitão América: O Primeiro Vingador”, irá atuar em “Homestead”: “Uma história distópica do poder da família na panela de pressão de um apocalipse”, disse a Angel Studios.

“Quantas vezes você consegue ligar qualquer canal ou serviço de streaming e não tem medo do que seus filhos estão prestes a ver? Essa é a Angel, e isso é por causa de vocês”, disse Neal, pai de cinco filhos.

Premiações e novos lançamento nos EUA 

A produtora anunciou as datas de lançamento nos cinemas dos EUA de dois filmes originais: “Sound of Freedom” (4 de julho) e “The Shift” (janeiro de 2024). 

“Sound of Freedom”, estrelado por Jim Caviezel de “A Paixão de Cristo”, conta a história real de um ex-agente do governo que largou seu emprego para resgatar crianças do tráfico sexual. 

“The Shift”, estrelado por Neal McDonough e Kristoffer Polaha de “Jurassic World Dominion” e “Mulher Maravilha 1984”, foi apresentado como um filme de ficção científica cheio de esperança. 

Também é estrelado por Sean Astin, Rose Reid e Elizabeth Tabish, atriz que interpreta Maria Madalena em “The Chosen”.

A série “Tempest” ganhou o “Guild Award” como a série de maior classificação votada pelos investidores.

Já o filme “His Only Son” (“Seu único filho”), lançado pela divisão teatral da Angel, ganhou o prêmio de melhor filme.

“Deus é bom. Ele está mudando absolutamente o entretenimento. Ele está formando uma nova Hollywood”, disse Bryan Engram, diretor de “Tempest”, aos investidores. 

Projetos originais anunciados no evento 

“Founders” (“Fundadores”): uma série de Erwin sobre as origens dos Estados Unidos. 

“Truth and Conviction” (“Verdade e Convicção”): conta a história de um grupo de amigos que se opuseram a Hitler.

“The Testament” (“O Testamento”): Uma alegoria animada de várias estações dos sete pecados capitais.

“Drybar Unscripted” (“Drybar Sem Roteiro”): Uma série de comédia de improvisação que expande a popular marca de cosméticos Drybar.

“Gabriel And The Guardians” (“Gabriel e os Guardiões”): Uma saga épica ao estilo anime baseada nos Pergaminhos do Mar Morto.

“The Axiom Chronicles” (“As Crônicas do Axioma”): Uma série animada que se assemelha à história de Moisés no Antigo Testamento.

“Quitters” (“Desistentes”): Um drama de várias estações narrando o lado humano da superação de vícios.

“Live Not By Lies” (“Não viva por mentiras”): Uma série de documentários explorando as histórias de dissidentes na Europa Oriental Comunista.

“Telegram” (“Telegrama”): Um thriller de longa-metragem sobre o sacrifício de um padre para manter o cristianismo vivo na Romênia comunista.

“After Death” (“Após a Morte”): Um documentário explorando experiências de quase-morte e realizações sobre a vida além desta.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Headlines

Lagoinha pode perder 70 igrejas filiadas e mais de 10 mil membros

Pastor Márcio Valadão e seu filho André Valadão (Foto: Reprodução)

Após uma série de desligamentos e discordâncias em relação à liderança do pastor André Valadão, a igreja Lagoinha Global enfrenta um momento de crise.

A mais recente baixa na congregação foi a saída do pastor Júlio Toledo, líder da antiga Lagoinha Pampulha. A polêmica em torno da liderança de Valadão e a mudança estratégica da igreja têm sido os principais pontos de discórdia.

As informações são dos sites Portal do Trono e Fuxico Gospel.

Em um discurso emocionado, o pastor Júlio Toledo anunciou sua saída da Lagoinha Global e a formação de uma nova congregação independente chamada Pampulha Church. Durante seu relato, ele compartilhou suas reflexões e motivações por trás dessa decisão.

Toledo começou relembrando que, há alguns anos, teve uma visão que nunca havia mexido tanto com seu coração. Ele e sua esposa oraram a Deus em busca de “clareza e direção”. Segundo ele, o propósito de sua permanência na Lagoinha não se alinhava mais com sua missão original.

O pastor mencionou a visão do pastor Márcio Valadão, fundador da Lagoinha Global, de levar a igreja para os bairros e cuidar das pessoas em pequenos grupos. Toledo destacou sua dedicação em pastorear nessas circunstâncias, mas mencionou que, em 2022, Márcio entregou a liderança da igreja para o pastor Flavinho.

No entanto, o ponto crítico da narrativa de Toledo foi quando o pastor André Valadão, residindo nos Estados Unidos, assumiu a liderança da Lagoinha Global, substituindo o pastor Flavinho. Isso levantou questões sobre a eficácia e a conveniência dessa liderança distante para a congregação local.

O pastor expressou preocupação com as imposições e a condução da igreja por parte da liderança global, mencionando que não eram convenientes para os membros locais. Ele disse que a visão original do pastor Márcio, de cuidar das pessoas de perto, já não estava sendo cumprida. Isso levou a uma decisão coletiva entre a Pampulha Church e outras igrejas de se desligarem da Lagoinha, segundo o pastor.

Toledo encerrou sua fala reforçando que a nova congregação manterá o mesmo trabalho, com ele como pastor, e enfatizou que a pomba, símbolo da Lagoinha, não deve ser o foco da vida dos fiéis, mas sim Jesus. Ele concluiu declarando que a partir daquela quarta-feira, a Pampulha Church seguirá em frente.

A extensão desta crise na igreja Lagoinha torna-se mais evidente com a estimativa do pastor Toledo de que cerca de 70 igrejas estão se desligando da denominação. Isso pode resultar em uma perda de mais de 10 mil membros para a Lagoinha, o que certamente impactará significativamente a igreja.

O futuro da Lagoinha Global e a liderança de André Valadão agora estão diante de um desafio sem precedentes. Será crucial ver como eles responderão a essa crise e que medidas serão tomadas para restabelecer a confiança e a coesão dentro da comunidade da igreja.

Assista abaixo o pronunciamento do pastor:

Fonte: Portal do Trono e Fuxico Gospel

Justiça proíbe leitura da Bíblia em Câmara Municipal

Bíblia Sagrada
Bíblia Sagrada

A obrigação de leitura da Bíblia na Câmara Municipal viola os princípios da laicidade estatal, da isonomia e do interesse público, segundo o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo. Por isso, anulou um artigo de uma lei da cidade de Engenheiro Coelho, interior do Estado, que previa a leitura de versículos bíblicos antes do início das sessões na Câmara. A decisão foi por unanimidade.

A ação contra o Poder Legislativo Municipal foi movida pela Procuradoria-Geral de Justiça, que apontou violação ao princípio da laicidade estatal, “da qual deriva o dever subjetivo público de neutralidade governamental”. O órgão pontuou ainda que o poder público deve se abster de criar preferência por determinada religião, uma vez que a Constituição aborda a pluralidade de crenças e a liberdade religiosa.

O pedido foi atendido pela relatora da matéria, a desembargadora Marcia Dalla Déa Barone. A magistrada concordou com os argumentos e afirmou que o dispositivo violou o princípio da laicidade estatal, que decorre da liberdade religiosa disposta no artigo 5º, inciso VI, da Constituição Federal, afrontando também o artigo 19, inciso I, da Constituição, que é de observância obrigatória pelos entes federados.

  • “A expressão ‘leitura da Bíblia Sagrada’ constante no aludido dispositivo contraria os princípios constitucionais da administração pública, notadamente os da isonomia e do interesse público dispostos no artigo 111 da Constituição Bandeirante, correspondente ao artigo 37, ‘caput’, da Constituição Federal”, destacou a desembargadora.

Embora o ritual de leitura da Bíblia possa ser considerado costume na Câmara, já que consta do Regimento Interno desde 1993, Barone considerou que “a liberdade de religião abrange, inclusive, o direito de não ter religião, como bem ressaltado no parecer da Procuradoria-Geral de Justiça”.

Na visão da relatora, a liberdade de crença pode e deve ser exercida pelos parlamentares livremente. No entanto, a desembargadora afirmou que não se pode impor determinada religião como regra dentro da Câmara Municipal, durante as sessões públicas. Isto porque a administração pública não pode impor cultos ou igrejas ou manter com eles relações de dependência ou aliança.

Para finalizar, Barone considerou “a exigência de leitura da Bíblia dentro da Câmara Municipal equivale à imposição de determinada religião a todos, em desrespeito aos que não comungam da mesma crença, o que é incompatível com a neutralidade governamental imposta no artigo 19, inciso I da Constituição Federal”.

Fonte: Comunhão

Policiais interrompem cultos e prendem pastores na China

Pastor Huang Xiaoning com as autoridades. (Foto: Reprodução/China Aid)
Pastor Huang Xiaoning com as autoridades. (Foto: Reprodução/China Aid)

No último dia 7 de maio, autoridades invadiram simultaneamente cinco igrejas na China. Com a interrupção do culto de domingo, presbiteros, pregadores e membros foram retirados do local e levados à delegacia para prestar depoimento.

Policiais e outras autoridades invadiram as congregações da Igreja Reformada da Bíblia de Guangzhou. O pastor Huang Xiaoning estava pregando na filial de Yuexiu quando a polícia chegou. Eles pediram ao líder e a outros crentes que parassem de adorar.

“Alugamos este local para o culto de domingo. Você não tem o direito de invadir este lugar”, disse o pastor.

Os funcionários do Gabinete para os Assuntos Religiosos local tinha uma cópia do Regulamento dos Assuntos Religiosos: “Estou a fazer cumprir a lei. Eu tenho o direito de inspecionar este lugar. Esta é uma aplicação conjunta da lei com o Departamento de Segurança Pública”.

O pastor Huang afirmou que a invasão era uma “intrusão ilegal”, pois “os cidadãos da República Popular da China desfrutam da liberdade de crença religiosa”.

Portanto, o líder alegou que os regulamentos de Assuntos Religiosos violaram a Constituição. Lin, do Departamento de Assuntos Religiosos.

Segundo a China Aid, “a Constituição determinou que os cidadãos gozam da liberdade de crença religiosa, mas não determinou que esses cidadãos gozem da liberdade de atividades religiosas”.

Os cristãos gravaram vídeos da ação e alguns policiais tentaram bloquear as câmeras de seus celulares, enquanto outros disseram aos crentes que não tinham permissão para filmar.

Os membros da igreja informaram que o objetivo dos vídeos era a supervisão da aplicação da lei, então os oficiais permitiram que eles gravassem.

Interferência religiosa

Um dos cristãos presentes no culto desafiou a polícia dizendo: “Por que você não vai atrás de criminosos? Por que vocês vêm atrás de nós? Somos todos cidadãos cumpridores da lei”.

“Não interferimos em suas crenças religiosas”, disse um funcionário do Departamento de Assuntos Religiosos.

O crente respondeu: “Você está interferindo com nossas crenças religiosas agora”.

De acordo com a China Aid, o proprietário do local vetou a permanência da igreja em seu terreno pois não tinha certeza se a igreja infringiu alguma lei.

O pastor Huang respeitou sua decisão e pagou pela hora que permaneceram utilizando a área, e também pediu o reembolso das quatro horas previamente combinadas.

Depois que a polícia registrou todos os depoimentos, a maioria dos crentes foram liberados.

A Igreja Reformada da Bíblia de Guangzhou se recusou a se juntar à Igreja das Três Autonomias da China.

Com isso, em julho de 2018, o Bureau de Assuntos Religiosos e agentes de segurança nacional tomaram o prédio da igreja.

Em novembro do mesmo ano, o pastor Huang foi detido por cinco dias em uma prisão acusado de obstruir a aplicação da lei.

Contudo, os cristãos não pararam de se reunir. Toda semana eles mudavam de local, realizando cultos de domingo em diferentes restaurantes.

Apesar da perseguição, o número de crentes aumentava gradativamente.

Fonte: Guia-me com informações de China Aid

Esposa de Tim Keller pede orações enquanto pastor enfrenta complicações no tratamento do câncer

Tim Keller é pastor da Igreja Presbiteriana Redeemer, em Nova York. (Imagem: Youtube / Reprodução)
Tim Keller é pastor da Igreja Presbiteriana Redeemer, em Nova York. (Imagem: Youtube / Reprodução)

Kathy Keller, a esposa do pastor Tim Keller, está pedindo orações após o escritor sofrer complicações durante o tratamento contra o câncer.

No sábado (13), Kathy compartilhou atualizações do quadro de saúde de Keller no Twitter. “Tim saiu do hospital e está se recuperando em casa após complicações de seu tratamento. Por favor, continue orando durante esta lenta recuperação”, escreveu ela.

O câncer de pâncreas grau 4 foi diagnosticado em maio de 2020, aos seus 70 anos de idade.

Em março deste ano, Tim revelou que novos tumores haviam se desenvolvido e precisou retornar ao Instituto Nacional do Câncer em Bethesda, para passar por outra etapa de imunoterapia — tratamento contra o câncer que visa combater o avanço da doença pela ativação do próprio sistema imunológico do paciente.

Na época, o pastor disse que já havia passado pelo mesmo tratamento. “Foi bem sucedido na erradicação de 99% dos tumores. No entanto, novos tumores se desenvolveram”, compartilhou ele em uma postagem no Facebook.

E sobre os novos tumores explicou: “Eles estão infelizmente em alguns lugares bastante inconvenientes, então os médicos nos incentivaram a passar pelo tratamento novamente, desta vez visando um marcador genético diferente do câncer”.

Avivamento pessoal

Apesar da descoberta da doença em estágio avançado, o pastor enxerga o lado positivo e disse que sua vida de oração foi transformada.

Desde que iniciou sua luta contra o câncer, Timothy continuou escrevendo e ensinando sobre raça, relações sociais, injustiça sistêmica e sexualidade. Seu último livro lançado foi “Forgive”, onde o autor tratou sobre o perdão como uma parte essencial da vida cristã.

De acordo com Collin Hansen, editor-chefe da The Gospel Coalition, Keller ainda deseja escrever sobre muitos assuntos.

“Temos orado o tempo todo por mais uma década de ministério enérgico. Parece que o trabalho espiritual que Deus fez em sua vida através do câncer foi uma espécie de avivamento pessoal”, declarou Collin, ao The Christian Post.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Educadoras são demitidas por expressarem crenças contra ideologia de gênero

Katie Medart e Rachel Sager. (Foto: Reprodução/ADF)
Katie Medart e Rachel Sager. (Foto: Reprodução/ADF)

As educadoras Katie Medart e Rachel Sager foram demitidas de suas funções pelo Distrito Escolar de Oregon (EUA) por compartilharem suas crenças. Mais tarde, o distrito teve que reintegrá-las, mas em posições inferiores.

Katie Medart foi professora na North Middle School em Grants Pass, Oregon, e Rachel Sager atuou como diretora assistente na mesma escola. As duas expressaram seu amor pelo trabalho com crianças e disseram que estavam buscando a melhor educação possível.

As educadoras viram funcionários eleitos nos níveis federal, estadual e local promoverem leis e políticas coagindo os educadores a adotar uma ideologia de gênero radical.

Katie e Rachel acreditam firmemente que essa ideologia prejudica as crianças, e elas queriam compartilhar essas preocupações e propor melhores políticas na esperança de fazer uma mudança.

‘Luta pelo direito das crianças’

As duas profissionais alegam que as políticas de identidade de gênero sugeridas pelo governo estadual colocam as crianças em perigo: “Por exemplo, as políticas propostas que forçariam as meninas a compartilhar banheiros com os meninos e vice-versa na escola violam a privacidade dos alunos e ameaçam sua segurança”.

Além disso, Katie e Rachel acreditam que forçar os professores a usar pronomes incompatíveis com o sexo do aluno viola os direitos dos professores e incentiva as crianças a ignorar a realidade.

Para resolver suas preocupações, as professoras iniciaram um movimento de base chamado “Eu resolvo” para falar sobre questões de política educacional de identidade de gênero e oferecer soluções que permitiriam aos professores continuar ensinando sem violar suas crenças.

Elas também defenderam os direitos dos pais de controlar a criação e educação de seus filhos. Usando seu próprio tempo e recursos, a dupla postou um vídeo em seu site explicando as soluções propostas.

Logo depois, o Grants Pass School District começou a receber reclamações de pessoas que discordavam de Katie e Rachel. Em vez de defender o direito delas, o distrito escolar cedeu à multidão.

Sobre o processo

Em junho de 2021, os advogados do Pacific Justice Institute (PJI) entraram com uma ação no tribunal distrital federal em nome de Katie e Rachel. Infelizmente, o tribunal distrital decidiu a favor do distrito escolar, determinando que os administradores poderiam punir Katie e Rachel por falarem livremente sobre suas crenças.

“Mas punir as educadoras por expressarem suas opiniões sobre a política educacional só porque alguns não gostaram do que elas tinham a dizer vai contra a Primeira Emenda”, defendem os advogados.

Os advogados da Alliance Defending Freedom (ADF) fizeram parceria com a PJI para defender a liberdade de expressão de Katie e Rachel. Elas recorreram da decisão do tribunal distrital ao Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos Estados Unidos.

Fonte: Guia-me com informações de Alliance Defending Freedom

Mortos em seita de jejum sobem para 201, no Quênia

Mulheres cristãs na África
Mulheres cristãs na África

Subiu para 201 o número de pessoas mortas em práticas de jejum extremo promovidas por uma seita religiosa no Quênia, informou neste sábado (13) a prefeita regional, Rhoda Onyancha. O total foi contabilizado após a descoberta de mais 22 corpos.

Os mortos faziam parte da Igreja Internacional das Boas Novas. O fundador da igreja, Makenzie Nthenge, incentivou os seguidores a fazerem jejum total “para conhecer Jesus”, segundo as investigações.

Rhoda Onyancha afirmou que 26 pessoas já foram detidas por envolvimento no caso, incluindo Nthenge, que foi preso em 14 de abril, após a descoberta das primeiras fossas.

Entre os detidos, estão também membros de uma “gangue de capangas”, que vigiavam para que ninguém quebrasse o jejum ou tentasse fugir da floresta de Shakahola (local das mortes), acrescentou a prefeita.

Ela disse ainda ter recebido denúncias de cerca de 600 pessoas desaparecidas — algumas delas de aldeias próximas à floresta. Também afirmou que as buscas por outros corpos serão interrompidas por dois dias para reorganizar a investigação. A procura será retomada na terça-feira (16).

As necropsias feitas até o momento revelaram que a maioria das vítimas, incluindo várias crianças, morreram de fome, embora também haja indícios de pessoas estranguladas, espancadas ou sufocadas, segundo o legista do governo, Johansen Oduor.

Parte dos corpos localizados no início das buscas estava em uma vala comum na floresta de Shakahola, onde o grupo costuma se reunir para realizar cultos. Os investigadores chegaram à região após uma denúncia.

No dia 23 de abril, uma mulher que se recusava a ingerir alimentos e com sinais de fraqueza foi encontrada e levada por autoridades a um hospital.

Outros 11 fiéis, sete homens e quatro mulheres de entre 17 e 49 anos, tinham sido hospitalizados na semana anterior, após também serem encontrados na floresta.

Uma fonte policial afirmou no fim de abril que Nthenge, fundador da igreja, havia iniciado uma greve de fome e que estaria “orando e jejuando” durante a prisão.

Em um relatório no início das investigações, a polícia apontou ter recebido informações sobre várias pessoas “mortas de fome com o pretexto de conhecer Jesus depois que um suspeito, Makenzie Nthenge, pastor da Igreja Internacional da Boa Nova, fez nelas uma lavagem cerebral”.

De acordo com a mídia local, Makenzie Nthenge já havia sido detido e indiciado no mês passado depois que duas crianças da seita morreram de fome. No entanto, ele pagou uma fiança de 100.000 xelins quenianos (cerca de R$ 3,7 mil) e foi liberado.

Fonte: G1

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