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Pai pede remoção de Bíblias das escolas alegando “conteúdo pornográfico”

Bíblia Sagrada na biblioteca
Bíblia Sagrada na biblioteca

Em Utah, nos EUA, um pai está solicitando a retirada da Bíblia de uma escola pública, argumentando que seu conteúdo é pornográfico, em resposta à proibição no estado de livros com conteúdo sexual explícito em bibliotecas escolares.

“Tire essa pornografia de nossas escolas”, escreveu o homem em uma reclamação de dezembro que foi relatada pela primeira vez na semana passada pelo Salt Lake Tribune. “Se os livros que foram banidos até agora são alguma indicação de ofensas muito menores, isso deveria ser um slam dunk [nome de uma jogada do basquete].”

Em maio do ano passado, foi aprovado o HB374 em Utah, que proibia o acesso de crianças a livros obscenos nas escolas. Agora, em contrapartida, veio o pedido para remover a Bíblia de uma escola pública, pois o livro é considerado obsceno e, portanto, inacessível para crianças nas escolas.

O homem, cujo nome é omitido, referiu-se à Bíblia como “um dos livros mais cheios de sexo” e apresentou uma lista de oito páginas contendo mais de 130 passagens bíblicas que ele considera ofensivas.

Ele alegou que seu conteúdo viola o código do estado de Utah e solicitou sua remoção da Davis High School em Kaysville, que fica a cerca de 24 quilômetros ao norte de Salt Lake City.

“Incesto, onanismo, bestialidade, prostituição, mutilação genital, felação, dildos, estupro e até infanticídio”, escreveu o pai. “Você sem dúvida descobrirá que a Bíblia, sob o Código de Utah Ann. § 76-10-1227, não tem ‘valores sérios para menores’ porque é pornográfica de acordo com nossa nova definição.”

Pesquisa detalhada

Entre os versículos da lista estavam relatos detalhados de imoralidade sexual e proibições de certas práticas sexuais no Antigo Testamento, bem como as palavras de Jesus sobre fornicação e adultério.

Além disso, o pai também fez críticas ao Utah Parents United – um grupo que liderou a campanha para remover livros sexualmente explícitos das bibliotecas escolares – chamando-o de “grupo de ódio da supremacia branca”.

O Utah Parents United, por sua vez, criticou o pedido do pai como um “golpe político”.

“Está claro na petição que desafiar a Bíblia foi um golpe político”, disse o grupo em um post no Facebook. “Não tem nada a ver com o conteúdo nas escolas.”

Legislação

O deputado estadual republicano Ken Ivory, patrocinador da legislação para remover livros sexualmente inapropriados das escolas de Utah, considerou a queixa sobre a Bíblia como “artimanhas que drenam os recursos escolares”, de acordo com o Tribune.

De acordo com o The Christian Post, o porta-voz do Distrito Escolar de Davis, Christopher Williams, informou que a queixa sobre a Bíblia é um dos 81 pedidos que o distrito recebeu desde que a nova lei foi aprovada e que o distrito está trabalhando para resolver a questão.

“Neste ponto, também é um dos muitos que está em processo de revisão por um Comitê de Revisão de Material Sensível”, disse Williams ao Tribune.

“Havia um propósito para o projeto de lei e esse tipo de coisa, é muito lamentável”, disse Ivory. “Há uma série de estudos que ligam diretamente a sexualização e hipersexualização com exploração e abuso sexual. Certamente, essas são coisas que não queremos nas escolas.”

Ken Ivory observou que a pessoa que apresentou a queixa “realmente teve que passar por seu estudo bíblico” para compilar sua lista abrangente de passagens controversas, e acrescentou: “Espero que eles tenham prestado atenção a outras partes da Bíblia, no entanto”.

Fonte: Guia-me com informações de Fox News

Jovens valorizam cada vez menos religião e ter filhos, revela pesquisa

Bandeira dos EUA e duas cruzes no topo de uma igreja (Foto: Canva Pro)
Bandeira dos EUA e duas cruzes no topo de uma igreja (Foto: Canva Pro)

Uma pesquisa recente revelou que religião, patriotismo e ter filhos deixou de ser prioridade para os jovens, nos Estados Unidos.

O estudo, realizado pelo Wall Street Journal e pela Universidade de Chicago, pesquisou quais os valores mais importantes para 1.019 adultos americanos, em março deste ano.

Os resultados mostraram uma queda no número de americanos que valorizam a fé, os valores patrióticos e o desejo de ter filhos, à medida que as gerações Millennials e Z se distanciam dos valores cultivados pelas gerações anteriores.

Em 2023, apenas 39% dos entrevistados afirmaram que a religião é um valor muito importante. Em 1998, o número de americanos que valorizavam a fé chegava a 62%, e em 2019, a 48%.

Também houve uma queda entre aqueles que consideram ter filhos algo importante. Na pesquisa deste ano, apenas 30% dos entrevistados citaram ter filhos como um valor muito importante.

Enquanto em 1998, a maioria dos americanos (59%) valorizavam constituir família. E em 2019, 43% responderam o mesmo.

O número dos que consideram o patriotismo como algo a ser valorizado caiu para 38%. A porcentagem desse grupo em 1998 era de 70%, e 61% em 2019.

Gerações Millennials e Z

Entre os entrevistados de 18 a 29 anos, o porcentual cai ainda mais. 31% responderam que a religião é um valor importante e 23% disseram que o patriotismo é um valor importante.

Hoje, apenas 23% dos jovens americanos acreditam que ter filhos é “muito importante”.

Por outro lado, o número de pessoas que consideram o dinheiro como algo muito importante aumentou nos últimos 25 anos.

Em 2023, 43% dos americanos afirmaram o dinheiro como um valor importante. Apenas 30% compartilhavam a mesma opinião em 1998.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

63 cristãos chineses presos na Tailândia correm risco de serem deportados

Os cristãos estão desde 2019 vivendo como exilados na Tailândia. (Foto: Reprodução/ChinaAid)
Os cristãos estão desde 2019 vivendo como exilados na Tailândia. (Foto: Reprodução/ChinaAid)

Na última quinta-feira (30), foi confirmado que a Imigração Tailandesa deteve 63 chineses membros da Igreja Mayflower. Os cristãos exilados aguardam um posicionamento do governo americano, e caso não haja interferência, serão enviados de volta à China, onde enfrentarão retaliação, abuso e prisão por falarem sobre a perseguição aos crentes no país.

Não é a primeira vez que a Santa Igreja Reformada de Shenzhen enfrenta perseguições, interrogatórios e prisões nas mãos do Partido Comunista Chinês (PCC). Na tentativa de escapar da opressão e praticar sua fé livremente, muitos cristãos se referem a eles como a Igreja Mayflower.

O pastor Pan Yongguang liderou seus membros para a Ilha de Jeju, Coreia do Sul, no final de 2019. Depois de esgotar suas opções legais no local, eles chegaram à Tailândia para solicitar o status de refugiados da ONU. Porém, permanecem lá desde agosto de 2022 sob a ameaça iminente de sequestro e repatriação internacional.

Se os pretendentes de asilo forem forçados a retornar à China, eles enfrentarão ameaças à sua segurança e serão acusados ​​de crimes infundados por capricho do PCC. Assim como podem sofrer punição por falsa confissão de qualquer crime.

Bob Fu, fundador e presidente da organização cristã ChinaAid, reitera a urgência da situação:

“Todos os membros da Igreja Mayflower foram detidos na Tailândia esta manhã. Na frente de dois americanos de Tyler, no Texas, mais de 20 policiais da Imigração Tailandesa invadiram o hotel onde os membros da Mayflower estavam hospedados”.

“O tempo é essencial. Antes que o governo chinês exija a repatriação, a comunidade internacional pode ajudar a evitar que essa tragédia aconteça”, informou ele.

De acordo com a AP News, os exilados que foram detidos na Tailândia pagaram multas por ultrapassar a validade dos vistos. Eles permanecem incertos sobre seu status legal em meio a temores de serem deportados contra sua vontade para seu país de origem.

Deana Brown, CEO da Freedom Seekers International, com sede no Texas, uma organização que busca resgatar “os cristãos mais severamente perseguidos em países hostis e restritivos”, disse que quando o grupo procurou renovar seus vistos, eles foram informados de que havia uma nova exigência de que qualquer cidadão chinês que renovasse um visto na Tailândia deveria se apresentar primeiro à Embaixada da China.

Portanto, os vistos já haviam se expirado há vários meses.

“Sabíamos que assim que eles entrassem na Embaixada da China eles iam embora, nós não os veríamos novamente. Eles estão se escondendo”, disse ela.

Deana tem acompanhado o caso dos fiéis, ela e outra americana, uma enfermeira, foram detidas pela polícia porque estavam com os membros da igreja.

Segundo a AP News, Deana informou que um tribunal na cidade de Pattaya, para onde o grupo foi levado, os libertou para retornarem ao local em que estavam hospedados.

Ela contou que planejava ir a uma delegacia local para recuperar seus passaportes, que foram apreendidos quando foram detidos.

No entanto, um inspetor da Polícia de Imigração disse que o grupo seria levado a Bangkok — capital da Tailândia — para ser processado por violação da lei de imigração, o que ele afirmou ser um procedimento normal.

Em seguida, o grupo foi colocado em dois ônibus que os levaram ao escritório de imigração da polícia local e depois seguiram para Bangkok.

O coronel Tawee Kutthalaeng, chefe da delegacia de polícia de Nong Prue, na área de Pattaya, disse que 32 membros adultos do grupo foram acusados ​​de ultrapassar a validade de seus vistos.

A Embaixada dos EUA disse que não tinha comentários imediatos sobre o caso, pois a seção de imprensa da Embaixada da China em Bangcoc não respondeu ao telefone e e-mail.

Ao chegarem à Tailândia em 2022, os membros da igreja relataram que foram perseguidos, assediados e ameaçados, mesmo enquanto estavam na Coreia do Sul. Eles afirmaram que parentes na China foram convocados, interrogados e intimidados.

Na época, o Ministério das Relações Exteriores da China disse que o assunto “não era uma questão diplomática” e se recusou a comentar mais.

Na China, os cristãos só têm permissão legal para adorar em igrejas afiliadas a grupos religiosos controlados pelo Partido Comunista, que exige apoio ao seu governo e seus objetivos políticos.

Mas por décadas as autoridades toleraram amplamente “igrejas domésticas” independentes e não registradas.

Entretanto, nos últimos anos, as igrejas domésticas estão sob forte pressão, e muitas delas foram fechadas.

Em 2015, a Tailândia enviou 109 membros da minoria muçulmana uigure de volta à China contra sua vontade, mesmo sabendo que enfrentariam perseguição oficial e possível tortura.

A agência de refugiados da ONU declarou que a ação foi “uma violação flagrante do direito internacional”, e afirmou que os Estados Unidos também condenaram as deportações.

A China é uma das 15 nações que a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos EUA recomendou em seu relatório anual no ano passado a ser designada como “países de preocupação particular” para a repressão de grupos religiosos.

Fonte: Guia-me com informações de ChinaAid

Flordelis diz que é inocente e culpa pastor Anderson e “evangelho” em que foi criada

Flordelis dos Santos na cadeia (Foto: Reprodução)
Flordelis dos Santos na cadeia (Foto: Reprodução)

Condenada a 50 anos de prisão por ser a mentora do assassinato de seu marido, a ex-pastora e ex-deputada federal Flordelis concedeu sua primeira entrevista desde que a sentença foi proferida no último ano.

A conversa foi conduzida pelo jornalista Ulisses Campbell, autor do livro Flordelis: A Pastora do Diabo. Na ocasião, Flordelis insistiu que é inocente e revelou os sentimentos que enfrentou quando sua sentença de meio século foi anunciada.

– Meu corpo estava no tribunal no dia do veredito. Mas, a minha alma ficou encolhida na cadeia. Senti o peso da condenação. Foi muito duro enfrentar tudo aquilo. Quando ouvi a sentença de 50 anos, um buraco se abriu sob meus pés. No entanto, a absolvição da Marzy, Rayane e André Luiz me mostrou que posso ter um novo julgamento – declarou.

Flordelis garantiu que deixará a cadeia “em breve” e que consertará “todos os erros” que cometeu “na vida e na igreja”. Ao ser questionada sobre quais equívocos seriam esses, ela foi categórica ao culpar o marido, pastor Anderson do Carmo, e o “evangelho” a que foi apresentada:

– O maior deles foi ter entregue a minha vida ao meu marido. No casamento, me calei e me anulei para tudo. O evangelho no qual fui criada me colocou como apêndice do pastor Anderson. Esse evangelho dava a ele permissão para controlar a minha vida, me violentar e me agredir permanentemente. Esse evangelho não me serve mais. Peço às mulheres da igreja que saíam dessa vida o quanto antes para não pararem aqui na cadeia como eu – frisou.

Rotina na cadeia

A pastora, que está na Penitenciária Talavera Bruce, divide uma cela de dez metros quadrados com outras seis prisioneiras, incluindo sua filha, Simone. Na entrevista, ela explicou como tem levado sua rotina.

– Canto todos os dias para as outras presas ouvirem. Lavo as minhas roupas sujas e as roupas das outras detentas. Também faço exercícios físicos pulando corda – relatou.

Flordelis também comentou sobre sua aparência, negando estar descuidada e salientando hoje ser livre de uma ditadura da beleza.

– Quando tinha compromissos profissionais, eu era tão pressionada a usar peruca e fazer botox que me tornei escrava da beleza. Era um sofrimento sem fim. Sou uma mulher preta. Antes, meu cabelo era disfarçado porque tentavam me embranquecer. Na penitenciária, isso acabou. Graça a Deus! Não estou largada. Mas tudo é mais simples e leve. Hoje, sou uma mulher presa, mas meu cabelo é livre – afirmou, sorrindo.

“Não matei o Anderson do Carmo!”

Aos 62 anos, Flordelis admitiu ter medo de morrer na prisão, especialmente porque sofre de arritmia cardíaca. Entretanto, se nega a confessar o crime para diminuir sua pena.

– Jamais confessarei o que não fiz! Não matei o Anderson do Carmo! Nem mandei matá-lo! Prefiro ficar na prisão por 50 anos sendo inocente do que bem menos tempo confessando o que não fiz – insiste.

Ela ainda revelou quais sentimentos tem pelo pastor Anderson, que morreu em 2019 com mais de 30 tiros na garagem de sua casa, em Niterói, no Rio de Janeiro.

– Antes, alternava sentimentos de saudades e ódio. Recentemente, entrei na Justiça para tirar o nome [Souza] dele do meu. Hoje reconheço todos os males que ele fez a mim, às minhas filhas, às minhas netas, destruindo toda a minha família – assinalou.

Fonte: Pleno News

Proibição da terapia de conversão pode ‘criminalizar cristãos inocentes’, dizem líderes da igreja na Escócia

Escócia (Foto: Unsplash / EmranYousof)
Escócia (Foto: Unsplash / EmranYousof)

Uma coalizão de líderes religiosos escreveu ao governo escocês instando-o a repensar os planos para banir as “práticas de conversão”.

Os líderes da igreja alertam que a linguagem proposta é tão ampla que corre o risco de criminalizar “cristãos inocentes por ensinarem o que os cristãos sempre ensinaram”.

A carta à Ministra da Igualdade, Emma Roddick, que foi assinada por 20 líderes da igreja, diz que proibir o ensino da perspectiva cristã da sexualidade e identidade de gênero seria “profundamente repressivo” e uma violação da liberdade religiosa.

O governo escocês prometeu apresentar um projeto de lei até o final do ano e espera-se uma consulta em um futuro próximo.

Os líderes da igreja observam que muitos dos abusos “grotescos” cobertos pela proibição proposta, como “estupro corretivo” ou “terapia” com choque elétrico, já são ilegais e dizem que o governo escocês estaria “profundamente enganado ao confundir o ensino cristão ortodoxo sobre sexualidade e gênero com abuso”.

“No entanto, uma proibição da ‘terapia de conversão’ iria muito além de proibir o abuso e a coerção; em vez disso, criminalizaria cristãos comuns e líderes da igreja por expressarem crenças ortodoxas convencionais”, diz a carta.

Ele continua: “O processo de se tornar cristão – por meio do arrependimento, ou seja, abandonar o pecado e aceitar Jesus Cristo como Senhor – é geralmente descrito como ‘conversão’. Ao usar essa linguagem cristã de ‘conversão’, portanto, a legislação proposta atinge um princípio central do próprio cristianismo.

“Isso significa que será muito difícil evitar a criminalização do trabalho comum e do testemunho das igrejas. De fato, para alguns dos que pedem a proibição, esse parece ser o propósito expresso.”

Os signatários da carta incluem o professor David Galloway, presidente da Logos Scotland e ex-presidente do Royal College of Physicians and Surgeons of Glasgow, que disse: “Como líderes da igreja, queremos ser livres para compartilhar as boas novas do evangelho com todos pessoas, incluindo pessoas LGBT.

“Jamais poderíamos apoiar o abuso ou a coerção, que são totalmente contrários ao ensino da Bíblia. Mas temos o dever de liderar nossas congregações na vida para Cristo, da maneira que Ele nos ensinou. E isso significa ensinar o que a Bíblia diz sobre todas as áreas da vida – incluindo sexualidade e gênero.

“Um caso baseado em evidências para uma nova lei não foi feito e nenhuma lacuna na lei existente foi identificada. No entanto, o governo escocês continua a avançar com uma lei que pode criminalizar os cristãos comuns por meramente expressarem suas crenças.”

Consequências legais

A carta também levanta sérias preocupações sobre algumas das recomendações do ‘Expert Advisory Group on Ending Conversion Practices’ (Grupo Consultivo de Especialistas sobre o Fim da Prática de Conversão, em tradução livre) do governo escocês.

Em um relatório de outubro passado, o grupo sugeriu que ensinar “a importância do casamento” deveria ser coberto pela proibição e recomendou “a modificação ou mesmo a retirada” dos direitos dos pais “nos casos em que os pais ou tutores se envolveram em práticas de conversão”.

Para o clero ou outros membros de uma instituição religiosa que violarem a proibição, as consequências legais “podem incluir a retirada da licença profissional do perpetrador como líder religioso ou a remoção de sua capacidade de trabalhar na Escócia na referida instituição, ou a retirada da licença da instituição estatuto de caridade onde a instituição não é regulamentada”.

“As obrigações religiosas e culturais desempenham um papel importante no motivo pelo qual as pessoas podem suprimir o fato de serem LGBT+. Essas normas são aplicadas e incorporadas desde a primeira infância, geralmente de maneiras sutis que têm um impacto significativo”, afirmou o grupo.

Em outro lugar, o relatório diz que os suspeitos de se envolver em práticas de conversão devem receber “educação direcionada” e conclui que a proibição de práticas de conversão “não leva a uma restrição ilegal da liberdade de religião”.

“A liberdade de religião não é um direito absoluto; ela encontra suas restrições onde infringe indevidamente os direitos humanos de outros”, afirma.

O reverendo Dr. William Philip, ministro da Igreja Tron em Glasgow e co-signatário da carta à Sra. Roddick, disse que as recomendações do ‘Expert Advisory Group’ eram “alarmantes”.

“A apresentação – como uma lei para proteger as pessoas LGBT de abuso – é hipócrita; todo esse abuso e coerção já é, com razão, ilegal”, disse ele.

“São essas propostas que são abusivas em relação às pessoas comuns, incluindo pais amorosos e protetores de seus filhos – criminalizando simplesmente falar com eles, orar por eles ou ousar discordar da ideologia LGBT.”

“Ameaçar punir os líderes da igreja e as igrejas por defenderem o ensino cristão; aterrorizar mães e pais com o espectro de remover seus direitos parentais por simplesmente tentarem ajudar seus filhos a navegar na adolescência normal – essas são realmente as marcas de uma sociedade livre e tolerante?”, finaliza.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Apóstolo Rina, fundador da igreja Bola de Neve, se pronuncia após acusações do enteado

Apóstolo Rina na Igreja Bola de Neve (Foto: Reprodução/YouTube)
Apóstolo Rina na Igreja Bola de Neve (Foto: Reprodução/YouTube)

Na noite deste domingo, 02, durante um culto na matriz da Igreja Bola de Neve, em São Paulo, o apóstolo Rina se pronunciou sobre as acusações feitas pelo seu enteado Nathan Gouvêa nas redes sociais.

O jovem publicou uma série de vídeos expondo uma briga que Rina teve com a esposa, a pastora Denise, e acusou o líder religioso de abusos emocionais, físicos e financeiros contra a família.

As informações são do Portal do Trono e Fuxico Gospel.

Em seu discurso, o apóstolo afirmou que todo casamento passa por dificuldades, inclusive os líderes cristãos, e que um relacionamento é um projeto complexo que envolve pessoas distintas com experiências diferentes. Ele contou que está casado com a pastora Denise há 23 anos e que eles passaram por diversas crises no relacionamento.

“Todos, inclusive líderes, estão no processo de desenvolvimento do Jesus que está sendo formado em nós até que nós alcancemos a varonilidade de Cristo. Líderes são homens e mulheres que Deus usa, apesar deles mesmos. apesar deles mesmos. A Bíblia retrata explicitamente os defeitos de cada grande herói da fé. Todos eles, sem exceção, tiveram que lidar com as suas limitações. Suas dificuldades, suas lutas, seus erros, suas falhas, estão ali, catalogados”, disse Rina.

O apóstolo reconheceu que errou muitas vezes durante o casamento e que as discussões mostradas nos vídeos postados pelo enteado são apenas uma pequena parte das centenas de conflitos que tiveram ao longo dos anos. No entanto, ele destacou que ele e a esposa se acertaram no mesmo dia da briga e que estão dispostos a superar essa crise e crescer com ela.

“Essa discussão, por exemplo, que ele postou, a gente já se acertou no mesmo dia. Três horas depois a gente estava abraçado e se beijando. Então a gente vai passar por situações difíceis e vai se acertar, com a graça de Deus”, disse o líder da Bola de Neve.

Rina ainda afirmou que ele e a pastora Denise não são definidos por uma discussão, mas sim por Deus. Ele pediu respeito nesse momento difícil e contou que sua esposa está em casa desde a última quinta-feira, triste e abalada ao ver seus filhos chorando e a família sendo exposta nas redes sociais e na imprensa.

“Então nós tivemos muitas fases difíceis. Só que nós sempre superamos, extraímos aprendizado, crescemos, amadurecemos como qualquer casal. Então isso significa que você cresceu e amadureceu, significa que vai ser perfeito? Não! Crises são cíclicas, de tempos em tempos, nós vamos ter que lidar com o que de podre ainda há em nós e vamos ter que trabalhar para se esvaziar do que não serve e se abastecer do que Deus nos dá.”

O pastor disse que nunca tirou um ano sabático mas que agora precisa de um tempo para cuidar do casamento pois não valeria nada ganhar o mundo e perder a família.

“Nós nunca tiramos um ano sabático porque nós entendemos a urgência que é a colheita. Não fizemos nada parecido até nas nossas férias, a gente sempre acabava servindo, só que dessa vez a gente precisa de um tempo para cuidar do nosso casamento, porque não vai valer de nada eu ganhar o mundo inteiro e perder minha família. Assim que nós conseguimos nos organizar, talvez na próxima semana, talvez eu pregue ainda na Páscoa, nós vamos investir tempo em nós, para nos focar um no outro”, disse.

O líder religioso foi muito aplaudido pelos fiéis após o seu discurso.

Procurada pela reportagem do Portal do Trono, a assessoria da Igreja Bola de Neve disse em nota que, o Apóstolo Rinaldo Seixas, fundador da Bola de Neve, e sua família “passaram por um momento de crise familiar. Trata-se de um assunto privado, portanto, de forma particular, os envolvidos estão buscando a solução dos conflitos”.

Sobre o caso

Nathan Gouvêa, enteado do apóstolo Rina, escreveu em seus Stories do Instagram: “Há anos forçam a barra pra eu abrir minha boca. Sempre segurei o tranco e não falei 10% do que se passa. Tenho muitas perguntas como vocês também a fazer. EU VOU ABRIR MINHA BOCA”, revelando que estava farto das situações que enfrentava em casa e admitindo que também temia o que estava fazendo.

O jovem acusou o pastor de cometer abusos emocionais, físicos e financeiros contra a família. Ele ainda afirmou que muitas pessoas presenciaram essas situações, mas optaram por não enxergar por conveniência. Nathan disse que iria abrir a boca para que todos soubessem o que realmente acontecia e tivessem a oportunidade de escolher se continuariam ou não como parte do circo.

Em um dos vídeos divulgados por Nathan, é possível ver o pastor Rina em uma discussão com a esposa, a pastora Denise.

A denúncia de Nathan Gouveia tem gerado grande repercussão nas redes sociais e levantado debates sobre a conduta de líderes religiosos e a forma como lidam com questões familiares e pessoais.

Após o pronunciamento do pastor Rina, o enteado gravou novo vídeo nos stories do Instagram de sua namorada fazendo novas acusações (vídeo abaixo), e um casal que já fez parte da igreja também gravou stories afirmando ter a informação de que a pastora Denise já apareceu com o braço roxo, o que seria sequela de uma agressão.

Fonte: Portal do Trono e Fuxico Gospel

Intolerância Religiosa: Essa Prática Vai Continuar?

OAB.RJ, Reunião-Comissões Liberdade Religiosa (Foto: Bruno Marins, Fotógrafo-OAB/RJ)
OAB.RJ, Reunião-Comissões Liberdade Religiosa (Foto: Bruno Marins, Fotógrafo-OAB/RJ)

É relevante neste tempo estar atento as Intolerâncias Sociais perpetuadas por Cidadãos, por Organizações, bem como, por Agentes Públicos, sendo fundamental entender que as pessoas são diversificadas, e consequentemente suas escolhas e opções de vida não são e não tem que ser convergentes, entretanto, este direito a ser diferente, e, a exaltar as diferenças, deve, para que haja paz social, ser exercido com urbanidade, respeito e compreensão da Cosmovisão do outros, que na maioria das vezes não são iguais, pois é exatamente a Imperfeição da Humanidade que iguala todos os Seres Humanos; assim, o Fenômeno Social da Intolerância, seja ideológica, filosófica, musical, cultural, educacional, sexual, política, econômica, esportiva, religiosa etc, em diversos níveis e setores da sociedade, havendo a necessidade premente de Ajustamentos Sociais para se respeite a opinião contrária, a manifestação antagônica, o posicionamento contraditório ao consenso da ‘maioria’ e/ou da ‘minoria’, que é a Garantida Constitucional da Liberdade de Expressão do Cidadão, (sob o Crivo da Lei Penal, que pune a ‘Injúria’, ‘Calúnia’, e, ‘Difamação’), politicamente ‘correto’ e do politicamente ‘incorreto’, de uma proposição ‘progressista’ ou ‘conservadora’, objetivando-se uma Convivência Pacífica dos Divergentes no Espaço Público.

As pessoas são e sempre serão discrepantes, provocando uma compreensível intolerância, que não pode ser violenta, à luz das Leis do País, eis que, também no Arcabouço Jurídico Nacional é Protegida a ‘Ampla Liberdade de Expressão do Cidadão Brasileiro’, como esculpido no Artigo 5º, Inciso IV, “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o animomato (…)”, grifo nosso, da Carta Magna Nacional. Daí ser fundamental diferenciar ‘Intolerância’, que Não Consta na ‘Legislação Brasileira’ como Crime, de ‘Discriminação’, pois a ‘Discriminação é Crime’, previsto na Lei nº 9.459/1997, podendo o Estado, através de seu Aparelhamento Organizacional: Guardas Municipais, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal, Defensoria Pública, Ministério Público, e, do Poder Judiciário, consequentemente punir alguém comprovadamente, (assegurado o devido Processo Legal), praticante do Delito Criminal na Esfera Penal, eis que, Inúmeras Atitudes são Anti-Sociais, tais como: ‘Arrotar na Mesa do Almoço’, ‘Espirrar no Elevador’, ‘Cuspir no Chão’ etc, são demonstrações de falta de educação, atos deselegantes etc, mas que Não São Enquadradas como Ações Criminosas, pois Não Exite Lei Federal Expressa Imputando a Tipificação de Ilicitude a este e outros Atos Socialmente Intolerantes.

Continue lendo o artigo do Dr. Gilberto Garcia. Clique aqui.

Pastor adventista pode perder sua credencial após assumir bissexualidade

Saša Gunjević é pastor adventista que assumiu bissexualidade, na Alemanha (Foto: Reprodução)
Saša Gunjević é pastor adventista que assumiu bissexualidade, na Alemanha (Foto: Reprodução)

O pastor Saša Gunjević, da Igreja Adventista de Hamburgo-Grindelberg, na Conferência Hanse no norte da Alemanha, causou polêmica ao assumir sua bissexualidade.

A declaração pública ocorreu durante um sermão intitulado “You are a God who sees me” [Você é um Deus que me vê], no dia 7 de janeiro de 2023.

O sermão de Gunjević foi a última etapa de um longo processo que começou em meados de 2022. Ele queria se assumir para seus entes queridos e comunidade religiosa em seus próprios termos, então começou com sua família e depois com o presidente da Conferência Hanse.

Quatro dias após o sermão, a Conferência Hanse divulgou o comunicado abaixo reconhecendo a decisão altamente pessoal de Gunjević e afirmando seus passos para manter a confiança na conferência durante todo o processo:

Queremos uma igreja onde as pessoas queer não tenham medo de consequências negativas e possam viver sem sigilo e solidão, o que não é bom para nenhuma alma e não pode ser uma reivindicação do evangelho. Como equipe da Hanse Conference, é importante para nós prefaciar que a orientação sexual de uma pessoa não deve ser objeto de desvantagem ou mesmo discriminação. No entanto, a congregação local e a igreja livre têm o direito de esperar de todo pastor certificado que a ética sexual biblicamente responsável seja representada e exemplificada com responsabilidade. Os pastores só podem realizar seu ministério com frutos se forem desejados e apoiados em um ambiente seguro e de apoio. O irmão Gunjevič, portanto, expressou o desejo de que o próximo conselho regular, em 19 de março de 2023, decida se sua certificação continuará existindo.”

A Conferência Hanse se reuniu em 19 de março, conforme planejado, para determinar o status da certificação pastoral de Gunjević.

Após a reunião, a Conferência prontamente divulgou outro comunicado com sua decisão onde entenderam que Gunjević não havia cometido uma infração disciplinar que o impedisse de continuar exercendo o ministério pastoral.

A Conferência disse ainda que reconhece que alguns ficarão entusiasmados com a resposta e alguns discordarão, mas pede expressamente orações e solidariedade.

Posicionamento da Divisão Intereuropeia

A Divisão Intereuropeia da Igreja Adventista do Sétimo Dia (que inclui as igrejas da Áustria, Bulgária, Portugal, Itália, Suíça e Norte da Alemanha) emitiu uma nota sobre o posicionamento de sua administração, na quinta-feira, 30.

Na nota, a igreja reconhece que é uma questão delicada e difícil, que deve ser tratada com cuidado e que após ouvir o posicionamento do pastor Saša Gunjević lamenta que “ele promova abertamente pontos de vista que minam e contradizem a posição da Igreja” e que poderá “reconsiderar o status de suas credenciais”.

Leia a nota abaixo:

As declarações públicas do pastor Saša Gunjević sobre sua orientação sexual criaram preocupação significativa entre os líderes e membros da igreja na Alemanha, no território da Divisão Intereuropeia da Igreja Adventista do Sétimo Dia (EUD) e além. Perguntas foram dirigidas à administração de vários campos e à Divisão sobre seu discurso de apresentação e a discussão pública que se seguiu.

A administração da EUD reconhece que esta é uma questão delicada e difícil que deve ser tratada com cuidado. Para evitar mal-entendidos, nas últimas décadas, a Igreja Adventista do Sétimo Dia emitiu vários documentos e declarações oficiais sobre homossexualidade e transgenerismo. A administração da EUD deseja enfatizar que apóia e afirma totalmente essas declarações e a perspectiva bíblica sobre a sexualidade que elas refletem.

Tendo ouvido as afirmações do pastor Saša Gunjević em seu discurso de apresentação, bem como em suas várias declarações públicas, lamentamos que ele promova abertamente pontos de vista que minam e contradizem a posição da igreja. Consideramos que sua rejeição aberta da posição oficial da igreja mundial o desqualifica para o ministério pastoral. A administração da EUD trabalhará com a Conferência Hanseática, em estreita consulta com a União do Norte da Alemanha, para abordar esta questão e reconsiderar o status de suas credenciais.

Posição sobre a Homossexualidade

A Igreja Adventista do Sétimo Dia possui uma declaração sobre o seu posicionamento em relação a prática e o relacionamento homossexual. Leia abaixo:

A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece que cada ser humano é valioso aos olhos de Deus, e procura ministrar para todos os homens e mulheres no espírito de Jesus. Também acredita que pela graça de Deus e através do encorajamento da comunidade de fé, um indivíduo pode viver em harmonia com os princípios da Palavra de Deus.

Os Adventistas do Sétimo Dia acreditam que a intimidade sexual é apropriada unicamente no relacionamento conjugal entre um homem e uma mulher. Este foi o desígnio estabelecido por Deus na Criação. As Escrituras declaram: “Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne” (Gn 2:24, NVI). Por todas as Escrituras, este padrão heterossexual é afirmado. A Bíblia não faz acomodação para a atividade ou relacionamentos homossexuais. Atos sexuais fora do círculo do casamento heterossexual são proibidos (Lv 18:5-23, 26; Lv 20:7-21; Rm 1:24-27; 1Co 6:9-11). Jesus Cristo reafirmou a intenção da criação divina: “Vocês não leram que, no princípio, o Criador ‘os fez homem e mulher’ e disse: ‘Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne?’ Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne” (Mt 19:4-6, NVI). Por essas razões, os Adventistas do Sétimo Dia são opostos às práticas e relacionamentos homossexuais.

Os adventistas do Sétimo Dia se esforçam para seguir a instrução e o exemplo de Jesus. Ele afirmou a dignidade de todos os seres humanos e estendeu a mão compassivamente a pessoas e famílias que sofrem as consequências do pecado. Ele ofereceu um ministério carinhoso e palavras de consolo para pessoas que lutam, embora diferenciando Seu amor pelos pecadores do Seu claro ensinamento sobre as práticas pecaminosas. Como discípulos, os Adventistas do Sétimo Dia se esforçam para seguir a instrução e o exemplo do Senhor, vivendo uma vida de compaixão e fidelidade semelhante à de Cristo.

Folha Gospel com informações de Adventist Today, Adventistas.org e Notícias Adventistas

Papa Francisco recebe alta e deve celebrar o Domingo de Ramos

Papa Francisco (Foto: Reprodução/Vaticano)
Papa Francisco (Foto: Reprodução/Vaticano)

O Papa Francisco, líder da igreja católica, recebeu alta hoje do Policlínico Gemelli, em Roma. Ele foi hospitalizado na quarta (29) após se sentir mal na Casa de Santa Marta, no Vaticano.

Segundo o Vaticano, o pontífice, 86, vai presidir a celebração do Domingo de Ramos (2), na abertura da Semana Santa na praça de São Pedro.

A informação sobre a alta do Papa Francisco, veio à tona através do Twitter oficial do Vaticano, que na ocasião informou: “[O] Papa Francisco deixou o Policlínico Gemelli por volta das 10h35 [horário local] depois de saudar e abençoar as pessoas reunidas fora do hospital”, avisaram.

Ao deixar o hospital, o papa Francisco comemorou bem-humorado: “Ainda estou vivo”, disse a repórteres.

O papa passou por um tratamento após ser diagnosticado com bronquite infecciosa.

É a segunda internação de Francisco, 86 anos, no Gemelli. Em 2021, ele passou 10 dias no local para se recuperar de uma cirurgia no cólon.

Horas antes de receber alta, Francisco visitou o serviço de Oncologia Pediátrica e Neurocirurgia Infantil do hospital e batizou um bebê chamado Miguel Angel.

Francisco deve celebrar amanhã a missa do Domingo de Ramos, segundo o Vaticano. O vice-decano do Colégio de Cardeais do Vaticano, Leonardo Sandri, havia dito que estava de ‘sobreaviso’ para presidir a missa.

Com informações de UOL e MSN

Projeto de Lei que elimina linguagem inclusiva nos livros didáticos é aprovado no Peru

Sala de aula com frase de linguagem neutra escrita no quadro (Foto: Montagem/FolhaGospel)
Sala de aula com frase de linguagem neutra escrita no quadro (Foto: Montagem/FolhaGospel)

A Comissão de Educação do Congresso da República do Peru aprovou nesta terça-feira (28), um Projeto de Lei para eliminar a linguagem inclusiva nos livros didáticos e garantir que as crianças sejam educadas com o uso correto da linguagem.

Na proposta de n° 3464/2022-CR, apresentada pelo deputado Milagros Jáuregui, denominada “Lei que especifica o uso correto da linguagem inclusiva evitando a separação da linguagem para referir-se a homens e mulheres em manuais escolares” e pretende modificar a Lei dá igualdade entre homens e mulheres.

Segundo o site Evangélico Digital, essa busca faz parte da preocupação com a formação das crianças, tanto que, na última prova do Pisa (International Student Assessment Program) de 2018, o Peru ficou em 64º lugar entre 77 países em compreensão de leitura.

Da mesma forma, o Ministério da Educação é responsável por implementar esta ordem na preparação de livros escolares na educação básica, de acordo com as diretrizes da Real Academia de Língua Espanhola.

O deputado Milagros relatou: “Isso não é apenas impróprio, mas tem sido criticado por autoridades linguísticas em nosso país e no exterior.”

“Nosso Prêmio Nobel de Literatura, Mario Vargas Llosa, afirmou que: A chamada linguagem inclusiva é uma espécie de aberração dentro da linguagem, que não resolverá o problema da discriminação contra as mulheres, que, devemos combatê-la, mais de uma realmente maneira eficaz”, justificou.

Segundo o site de notícias Infobae, o apoio ao projeto de lei da deputada diz que o uso da linguagem inclusiva é promovido por feministas que buscam que as crianças na escola usem palavras de forma inadequada.

“Não distorcemos a linguagem para cumprir agendas feministas que afirmam erroneamente que está lutando por igualdade dessa forma”, disse ela à deputada Milagros.

“Esta iniciativa nasceu como uma solução alternativa à tendência crescente de abuso de linguagem, com a falsa crença de que vai dar mais direitos às mulheres ou que a discriminação acabará se os homens forem forçados a fazê-lo”, acrescentou.

Em seu perfil no Twitter, a deputada Flor Pablo escreveu sobre o projeto de lei:

“Devemos dizer homens e mulheres, meninos e meninas”, declarou.

Fonte: Guia-me com informações de Evangélico Digital e Infobae

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