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Assembleia de Deus é processada por grupos LGBT após fala de pastor americano

Pastor David Elridge durante pregação na Assembleia de Deus de Brasília (Foto: Reprodução)
Pastor David Elridge durante pregação na Assembleia de Deus de Brasília (Foto: Reprodução)

A Aliança Nacional LGBTI+ e a Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (Abrafh) entraram com uma ação civil pública contra a Igreja Assembleia de Deus de Brasília por comportamento homofóbico.

A ação é decorrência do discurso feito pelo pastor americano David Elridge. No dia 19 de fevereiro, domingo de carnaval, Elridge participou do Congresso Evangélico União das Mocidades, realizado pela Assembleia de Deus. Na ocasião, fez um agressivo discurso dizendo que “há um lugar reservado no inferno” para quem tem orientação sexual LGBTQIA+.

“Todo homossexual tem uma reserva no inferno, toda lésbica tem uma reserva no inferno, todo transgênero tem uma reserva no inferno, todo bissexual tem uma reserva no inferno, toda drag queen tem uma reserva no inferno”, disse o pastor à plateia de jovens evangélicos. “Você, rapaz, que está usando calça apertada, que é um espírito de homossexual, você vai pro inferno. Você, moça, que quando sai da sua casa a sua saia é tão curta e tão apertada, você sabe o que está fazendo? Você tem uma reserva no inferno.”, disse o pastor durante pregação.

Na ação, as duas associações pedem a condenação da Assembleia de Deus, como anfitriã do evento em que foi feito o suposto discurso homofóbico, ao pagamento de R$ 5 milhões a título de indenização por danos morais coletivos.

Caso haja a condenação, o montante a ser pago será destinado á “estruturação de centros de cidadania LGBTi+ ou a entidades de acolhimento e promoção de direitos da comunidade atingida, LGBTI+, a projetos que beneficiem a população LGBTI+ ou alternativamente, a reserva dos valores no Fundo de Direitos Difusos para projetos que integrarem seu rol nesta temática”.

Veja a íntegra da ação:

Fonte: Congresso em Foco

Escola é investigada pelo Ministério Público por ter nome de igreja evangélica

Fachada da Escola Estadual Evangélica Assembleia de Deus. (Foto: Wesley Rodrigues/Seduc)
Fachada da Escola Estadual Evangélica Assembleia de Deus. (Foto: Wesley Rodrigues/Seduc)

O nome de uma escola estadual no Mato Grosso está sendo alvo de investigação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) por estar associado a uma denominação evangélica.

Inaugurada na sexta-feira (24), a Escola Estadual Evangélica Assembleia de Deus fica em Barra do Bugres, a 169 km de Cuiabá. Segundo especialista ouvido pelo g1, o nome religioso fere a constitucionalidade diante do estado laico.

Mestre em direito constitucional, o advogado André Trapani disse que, em seu entendimento, a nomeação fere a Constituição Federal.

“A Constituição estabelece que o estado é laico, ou seja, não pode ter preferência a igrejas ou religiões. O nome da escola, que é pública, deve respeitar a laicidade do Estado e pode ser sensível a pessoas de outras religiões que queiram matricular seus filhos lá. Então, sim, há uma inconstitucionalidade no nome”, afirmou.

Para Felipe Amorim Reis, presidente da Comissão de Estudos Constitucionais da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB-MT), não há inconstitucionalidade na questão.

“Embora seja um prédio público, é uma instituição de ensino, não é nenhum outro tipo de serviço público. Da mesma forma que [prédios públicos do estado] têm nome de igreja protestante, também têm com nome espírita e católica, de outras religiões. Por essa razão, não vejo inconstitucionalidade”, afirmou o advogado.

Reis aponta que o Supremo Tribunal Federal (STF) já julgou uma matéria semelhante envolvendo a palavra “Deus” escrita no início da Constituição Brasileira, a respeito da proteção divina.

“Na oportunidade, o STF entendeu que essa questão, essa palavra, não fere a laicidade do estado. Baseado nesse entendimento, uma escola com Assembleia de Deus, não vejo a violação da laicidade do estado”, explicou.

Sobre a escola

Com investimento foi de R$ 5,4 milhões, o colégio deve atender cerca de 1,3 mil alunos da rede estadual de ensino. Segundo o diretor regional da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Saulo Scariot, o equipamento seguirá a mesma orientação pedagógica de toda a rede estadual.

De acordo com informações do g1, a escola surgiu dentro da Igreja Assembleia de Deus e, no começo da década de 1990, passou a ser mantida pelo estado.

Segundo Scariot, se a sociedade não concordar com o nome atribuído ao colégio, ele poderá ser trocado.

De acordo com o secretário de estadual de Educação, Alan Porto, a escola irá seguir as bases do Novo Ensino Médio e oferece três cursos técnicos em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), com objetivo de preparar os alunos para o mercado de trabalho.

Fonte: Guia-me com informações de G1

Suzana Alves, ex-Tiazinha, afirma que antes de conhecer Jesus era frustrada

Suzana Alves, ex-Tiazinha (Foto: Instagram)
Suzana Alves, ex-Tiazinha (Foto: Instagram)

Suzana Alves, 44 anos, relembrou a época em que interpretava Tiazinha, uma personagem inspirada na mulher gato que fez grande sucesso no final dos anos 90. Apesar da fama, a ex-Tiazinha, que não tem medo de esconder o seu passado, disse em um vídeo publicado nas redes sociais, que “nunca foi tão feliz como é hoje”.

Convertida ao Evangelho há cerca de 20 anos, Suzana, que hoje é empresária, relembrou que “era a mina mais famosa deste país” e que “vivia como uma estrela do rock in roll”.

A brasileira iniciou sua carreira em 1987, como assistente de palco do programa infantil Oradukapeta, apresentado por Sérgio Mallandro, no SBT.

Na mesma época, Suzana chamou a atenção de grandes empresas e realizou diversos trabalhos publicitários. Em 1997, ela se tornou um fenômeno ao interpretar Tiazinha, vestida apenas com uma lingerie preta, máscara e portando um chicote no Programa H, comandado por Luciano Huck, exibido pela Band.

Hoje, no vídeo, com a Bíblia no colo, Suzane disse que “parava todos os lugares e que não podia sair da porta de casa sem segurança”, ela relembrou que “só andava cercada por uma equipe”. A empresária, que optou por uma vida mais tranquila, revelou que no auge da sua carreira era uma pessoa “frustrada”; mas após ter um encontro com Jesus, “descobriu o sentido da vida”.

– (…) Eu não tinha amigos, não tinha pessoas que me amavam. Eu não fazia ideia do que era amor. Eu era frustrada. Apesar de ser a top do Brasil, eu não tinha esse sorriso, essa leveza que eu tenho hoje. Faltava pra mim. E isso não encheu meu ego. Não fez com que eu ficasse aí correndo atrás de likes, de curtidas, de plásticas, de roupas, de carnaval, de desejar o elogio dos outros. Acabou. Eu descobri o sentido da vida. Ele me amou primeiro, e por isso eu entreguei meu corpo, minha mente, meu espírito, tudo que eu tenho para ele – contou.

Suzana falou ainda que “não tem mais o dinheiro que tinha antes”, mas em compensação “nunca foi tão feliz como é hoje”. A empresária afirmou publicamente que Deus reorganizou sua vida.

– Hoje, a minha vida material é completamente diferente dessa que eu vivi. Ninguém me olha mais como me olhava antes. Ou se olha, talvez para fazer alguma crítica ou comentário por conta da vida que eu tenho hoje. Eu não tenho mais o dinheiro que eu tinha antes, não tenho mais a fama que eu tinha antes. Mas eu nunca fui tão feliz como sou hoje. A felicidade de hoje nasce de dentro pra fora, porque ela vem com um Deus único, que me ama de verdade. Ele reconstruiu a minha vida – completou.

ASSISTA:

Fonte: Pleno News

Pastor e deputado Henrique Vieira defende carnaval e é apoiado por Priscilla Alcântara

Henrique Vieira e Priscilla Alcântara (Foto montagem: Reprodução/Vídeo Instagram)
Henrique Vieira e Priscilla Alcântara (Foto montagem: Reprodução/Vídeo Instagram)

Henrique Vieira, pastor de esquerda e deputado federal pelo PSOL, saiu em defesa do carnaval, dizendo que até mesmo celebrou este ano, como em todos os outros. As declarações controversas foram expostas em um vídeo no seu perfil do Instagram, que foi compartilhado pela cantora Priscilla Alcântara.

– Sou pastor crente em Jesus. Pulei carnaval mais uma vez este ano. Meu coração está em paz e a consciência muito tranquila – iniciou.

De acordo com Vieira, a “comunidade de fé e a tradição teológica” da qual ele faz parte não vê problema no carnaval, uma vez que é “uma festa popular”.

– Tudo na vida exige sabedoria e discernimento. A base para quem segue Jesus é a ética do amor – disse.

O parlamentar chegou a apontar “racismo religioso” nas críticas ao carnaval, por estar relacionado à cultura negra e à “espiritualidade africana”.

As declarações de Vieira foram amplamente criticadas, sobretudo pela falta de embasamento bíblico.

– Pode repetir a referência bíblica que eu não consegui anotar a tempo? – ironizou um internauta.

– Esperei a base bíblica, mas não teve – alfinetou outro.

– Fala muito bonito, mas esse aí nunca conheceu o Evangelho. Já pensou Jesus pulando carnaval? – questionou mais um.

Priscilla Alcântara, que casou polêmica por cantar em um trio elétrico com Ivete Sangalo, além de compartilhar o vídeo, comentou com um emogi de coração.

Priscilla Alcântara no carnaval

A cantora Ivete Sangalo convidou alguns artistas para se apresentarem em seu trio elétrico no carnaval de Salvador, entre eles estava a ex-cantora gospel Priscilla Alcântara.

De macacão vermelho colado ao corpo e com decote na barriga e nas costas, a ex-apresentadora do SBT se divertiu com amigos como Bruna Marquezine e mostrou toda sua potência vocal ao lado de Ivete.

Este foi o primeiro carnaval de Priscilla. Segundo a artista, antes ela não gostava dessa folia, agora ela ama.

– Antes, não gostava. Agora, amo. Fui apresentada ao carnaval pelas melhores pessoas: Sabrina Sato e Ivete Sangalo, as rainhas do carnaval. Como não gostar do carnaval, agora? E adoro festa, dançar, música. Essa é a alegria que a gente vive e sente no carnaval – declarou ela em entrevista ao UOL.

Fonte: Pleno News

Missionários distribuem Bíblias em presídio feminino no Quênia

Distribuição de Bíblias em presídio feminino no Quênia. (Foto: Reprodução/MNN)
Distribuição de Bíblias em presídio feminino no Quênia. (Foto: Reprodução/MNN)

A estratégia do ministério Mission Cry de evangelizar em uma prisão feminina perto de Nakuru, no Quênia, está levando esperança para as presidiárias, através da distribuição de Bíblias.

A organização missionária distribui a Palavra de Deus para pessoas espiritualmente carentes e, apesar de não ser um ministério prisional, vê uma grande necessidade da esperança de Cristo nas prisões do Quênia.

A vida em uma prisão queniana pode ser perturbadora e sem esperança. Desde o início do século XX, as condições das prisões não mudaram e muitas vezes, os réus primários são presos ao lado de criminosos habituais. As mulheres representam cerca de 18% da população carcerária do país.

O Rev. Jason Woolford, presidente da Mission Cry, disse que a injustiça e a falta de ordem mantém muitos pessoas na prisão indevidamente: “Embora haja definitivamente algumas pessoas muito culpadas nesta prisão, penso naquelas que, talvez por causa de uma contravenção, estão sentadas em uma cela por anos, às vezes até dois anos, três anos, e poderia ser um caso que provavelmente teria sido arquivado”.

Segundo o Mission Network News (MNN), as mulheres estão experimentando mudanças totais no coração ao iniciarem um novo relacionamento com Jesus Cristo.

“Acabamos de receber fotos e vídeos da distribuição de Bíblias para essas mulheres que estão nas prisões. Elas estão exultantes, chorando, abençoadas. Elas são muito gratas por terem a palavra de Deus”, diz Jason.

“Para aquelas que são culpadas e aquelas que talvez tenham sido acusadas ​​injustamente, elas têm esperança. A verdadeira esperança só vem da Palavra de Deus. Elas estão conseguindo ler isso e também discipular outras pessoas, então é uma verdadeira bênção”, acrescentou ele.

De acordo com a MNN, pela graça de Deus o ministério Mission Cry está tendo bons frutos nesta prisão queniana, e eles planejam continuar a se relacionar com as detentas até alcançar outras prisões.

“Esse relacionamento em particular surgiu por meio de um parceiro que temos na Holanda, eles queriam levar essas Bíblias para esta prisão e perguntaram se poderíamos fazer parceria com eles e enviar um contêiner marítimo. Portanto, é incrível como, desde cidades americanas como Fowlerville, Michigan, até a Holanda e agora na África, Deus tem sido incrível”, disse Jason.

“Quando clamamos o nome de Jesus, quando pedimos a Ele para ser nosso Senhor e Salvador, estamos servindo ao apagador de culpa e ao doador de graça. Isso é muito importante para nós, para aqueles que estão ouvindo, para aqueles que cometeram erros em suas vidas, quer estejam na prisão ou não, para aqueles que podem estar sofrendo por causa das escolhas que fizeram no passado”, concluiu ele.

Fonte: Guia-me com informações de Mission Network News

Cassiane lança medley com Jairinho, em comemoração aos 40 anos de carreira

Cassiane e Jairinho gravam medley (Foto: Reprodução)
Cassiane e Jairinho gravam medley (Foto: Reprodução)

A cantora Cassiane e seu esposo Jairo Manhães, conhecido como Jairinho, lançaram um medley de três músicas: “Por Amar Você”, “Receba a Vitória” e “Quem Ele Ama”. Esse lançamento, pela MK Music, está disponível em todas as plataformas digitais desde a última sexta-feira, 24 de fevereiro.

O medley faz parte do álbum que celebra os 40 anos de carreira musical da cantora Cassiane. Nesse contexto, a cantora escreveu nas redes sociais próximo a esse último lançamento: “Mas é claro que tinha que ter o momento Cassiane e Jairinho nesse projeto comemorativo. Eu nem sei definir tudo que ele significa pra mim como marido, pastor, produtor e também cantor… Cantar ao lado dele é sempre uma honra. E neste medley separamos canções bem pentecostais da dupla”, compartilha Cassiane.

“Cantar com o @jairomanhaes_ [Jairo Manhães] é SEMPRE uma emoção que não cabe dentro de mim. As bênçãos do Senhor tem me seguido e esse lançamento é mais uma prova disso”, escreveu.

Nesse projeto comemorativo, Cassiane tem se unido a outros nomes da música gospel e regravado com eles versões de alguns clássicos da cantora. Recentemente, ela também lançou um collab com Gabriel Guedes de “Com muito louvor” e com Samuel Messias da música “Olha o que Deus faz”.

Folha Gospel com informações de Pleno News e Comunhão

Trazendo a Arca celebra 20 anos de ministério com novos projetos

Luiz Arcanjo, líder e vocalista do Trazendo a Arca
Luiz Arcanjo, líder e vocalista do Trazendo a Arca

Depois de quase quatro anos sem apresentações, o ministério musical Trazendo a Arca retorna celebrando 20 anos de existência.

Com a formação original, Isaac Ramos (guitarrista), André Mattos (bateria), Luiz Arcanjo (vocal) e Deco Rodrigues (baixista), o ministério lançará, pela Uni Records, três grandes projetos.

O primeiro, o EP “20 Anos em Adoração”, com músicas mais congregacionais, terá cinco sucessos da banda e uma canção inédita, ainda com a participação especial de Gabriel Guedes, Eli Soares e Theo Rubia.

O single que inicia os lançamentos desse EP é a bela versão de “Serás Sempre Deus”, que tem um significado muito especial na história do Trazendo a Arca.

O segundo e o terceiro projetos a serem lançados neste ano serão “20 Anos de Celebração”, uma gravação ao vivo com músicas de celebração e “20 Anos Acústico”.

Esse tempo sem gravações se deu muito por conta do chamado individual de cada um. Os quatro integrantes são pastores, sendo que Luiz Arcanjo e André Mattos são pastores de igrejas no Rio de Janeiro.

“Antes, ficava difícil conciliar tudo e tivemos uma direção para dar total atenção ao nosso chamado individual. Hoje, retomamos as agendas e ministrações juntos, e fazer isso em unidade tem sido mesmo um presente de Deus! Apesar de todas as lutas, Deus nos deu êxito e sucesso. E quando falo de sucesso, falo de cumprir o propósito para o qual fomos designados, louvor e levar mensagem de fé para nossos irmãos. E é o que temos feito”, afirma Luiz Arcanjo.

O single “Serás Sempre Deus” foi gravado em São Paulo, com produção musical de Kleyton Martins e direção de vídeo de Diego Martins. Luiz Arcanjo lembra que cantar com o coral One Service “foi uma oportunidade maravilhosa! A presença de Deus era nítida, cantávamos como um coro celestial, todos juntos”.

Assista ao videoclipe da canção “Serás Sempre Deus”:

Fonte: Guia-me

Kleber Lucas diz que hit do carnaval não sai da sua cabeça

Kleber Lucas (Foto: Instagram)
Kleber Lucas (Foto: Instagram)

O cantor gospel e pastor Kleber Lucas disse que ainda não conseguiu tirar a música “Zona de Perigo”, de Léo Santana, da cabeça.

Essa foi uma declaração feita pelo próprio cantor gospel em um vídeo publicado nos Stories de seu Instagram.

Kleber ainda disse que não iria dançar para evitar polêmica, no entanto, a música que foi hit do Carnaval deste ano estava em sua cabeça, e na de muita gente.

De forma irônica, o cantor diz que tenta cantar um louvor, até “Alvo Mais Que a Neve”, mas não consegue. O vídeo, que é excluído automaticamente após 24 horas, foi salvo e compartilhado nas redes sociais.

No ano passado, Kleber Lucas causou polêmica ao afirmar que o hino da Harpa Cristã, “Alvo Mais Que a Neve”, tem conotação racista. Essa atitude gerou críticas e questionamentos sobre sua posição como líder religioso e sua postura em relação a questões sociais e raciais.

Segundo o cantor gospel, sua visão sobre a música é que, se algum cristão aceitar Jesus, ficará branco como a neve. Com isso, o músico lamentou que a música seja cantada por muitos brancos e negros com lágrimas nos olhos pelo fato de “ser uma canção lindíssima, de uma memória família e cúltica”.

No entanto, segundo ele, trata-se de um discurso “nefasto” e “de dominação”. “Porque o sangue de Jesus me torna branco. As ideias de embranquecimento estão no hino”, disse ele.

Fonte: Fuxico Gospel

Convenção Batista desliga igrejas que ordenaram mulheres como pastoras, nos EUA

A Saddleback Church ordena suas três primeiras pastoras: Liz Puffer, Cynthia Petty e Katie Edwards, na quinta-feira, 6 de maio de 2021 (Foto: Facebook/Igreja de Saddleback)
A Saddleback Church ordena suas três primeiras pastoras: Liz Puffer, Cynthia Petty e Katie Edwards, na quinta-feira, 6 de maio de 2021 (Foto: Facebook/Igreja de Saddleback)

A Convenção Batista do Sul (SBC, sigla em inglês) decidiu cortar os laços com a Saddleback Church, uma das maiores igrejas dos Estados Unidos, e outras quatro igrejas por causa de sua decisão de elevar mulheres ao cargo de pastor.

O Comitê Executivo da SBC aprovou uma recomendação do Comitê de Credenciais da SBC, na semana passada, para rotular as cinco igrejas como “em não cooperação amigável com a Convenção Batista do Sul” sobre sua decisão de permitir que mulheres ocupem o cargo de pastor.

Junto com Saddleback, outras igrejas que foram desassociadas por terem pastoras incluem: New Faith Mission Ministry em Griffin, Georgia, St. Timothy’s Christian Baptist Church em Baltimore, Maryland, Calvary Baptist Church em Jackson, Mississippi, e Fern Creek Baptist Church em Louisville, Kentucky.

As igrejas poderão recorrer de sua expulsão na Reunião Anual da SBC, que está programada para ocorrer em Nova Orleans, Louisiana, de 13 a 14 de junho.

O presidente do Comitê Executivo da SBC, Jared Wellman, disse em um comunicado à Baptist Press que as desfiliações ocorreram porque “as igrejas continuam a ter uma mulher atuando no cargo de pastor”.

“Conforme declarado no Artigo VI da Fé Batista e da Mensagem, a SBC mantém a crença de que o ofício de pastor é limitado a homens qualificados pelas Escrituras”, afirmou Wellman. “Essas igrejas têm sido valorizadas, são igrejas cooperantes por muitos anos, e essa decisão não foi tomada levianamente. No entanto, continuamos comprometidos em defender as convicções teológicas da SBC e manter a unidade entre suas igrejas cooperantes”.

Lançada em 1980 pelo pastor e autor de best-sellers Rick Warren na Califórnia, a Saddleback Church cresceu e se tornou a segunda maior igreja batista do sul dos Estados Unidos, plantando inúmeras igrejas nos Estados Unidos e quatro campi no exterior.

Antes de Warren se aposentar no ano passado, ele escolheu a dedo seu sucessor para chefiar a igreja, o pastor Andy Wood e sua esposa, Stacie Wood, que é identificada como pastora professora em Saddleback.

Andy Wood disse à Baptist Press em outubro passado que “estamos comprometidos a permanecer em comunhão e unidos com outras igrejas da SBC, mesmo quando discordamos”.

“A Saddleback Church tem um forte compromisso com a autoridade e inerrância da Bíblia. Acreditamos que essa abordagem é bíblica e está alinhada com os ensinamentos do Novo Testamento também”, disse Wood na época.

Saddleback gerou polêmica em maio de 2021, quando ordenou três mulheres – Liz Puffer, Cynthia Petty e Katie Edwards – para serem pastoras. A mudança colocou a megaigreja em desacordo com a Fé e Mensagem Batista de 2000, as regras autorizadas da igreja para a SBC, que restringe o ofício de pastor aos homens.

De acordo com um porta-voz da SBC, a decisão de desassociar Saddleback Church foi porque a esposa do pastor Andy Wood, Stacie Wood, uma pastora docente, também estava atuando no cargo de pastor. A questão específica da ordenação de mulheres ainda está sendo revista.

Mais um cristão sai da prisão no Irã

Hadi Rahimi, conhecido como Moslem (foto: Article 18)
Hadi Rahimi, conhecido como Moslem (foto: Article 18)

Hadi Rahimi, conhecido como Moslem, é o segundo cristão liberto da prisão em fevereiro. Segundo a organização Article 18, a decisão foi resultado da comemoração do 44º aniversário da Revolução Islâmica no Irã. A cada ano, durante a celebração, os líderes iranianos escolhem alguns prisioneiros para receberem o perdão do Estado.

Moslem, de 33 anos, foi liberto na última quarta-feira, 15 de fevereiro, da prisão de Evin, na capital do Irã. Como outros cristãos, ele foi acusado de “ameaçar a segurança nacional” e “propagar o cristianismo zionista” por organizar uma igreja doméstica.

Ele é integrante da igreja Church of Iran, do pastor Yousef Nardakhani, e foi condenado com outros quatro cristãos em 2020, incluindo sua tia Mehri, que continua presa. O cristão estava há um ano na prisão de Evin e deveria cumprir mais quatro anos de sentença.

Em busca de aprovação

Em 2023, a decisão teve um significado maior. Há quase cinco meses, o Irã enfrenta protestos de multidões insatisfeitas com a teocracia islâmica. Desse modo, as libertações e outros passos do aiatolá Ali Khamenei durante o aniversário da Revolução Islâmica foram uma tentativa de reconquistar a aprovação do povo iraniano e acalmar os manifestantes.

Segundo artigo do Financial Times, publicado na Folha de São Paulo, o líder iraniano tem feito aparições frequentes na vida pública, em programas de televisão e encontros com a juventude iraniana para apagar a imagem negativa do governo. Em menos de cinco meses, cinco cristãos foram libertos: Moslem, Saheb, Fariba, pastor Nasser e Anahita. Ainda há muitos cristãos iranianos presos e as recentes libertações não significam que as condenações foram justas.

Fonte: Portas Abertas

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