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Inscrição com nome do rei Dario, citado pela Bíblia, é descoberta em Israel

Inscrição do rei Dario diz ‘Ano 24 de Dario’. (Foto: Yoli Schwartz/Autoridade de Antiguidades de Israel)
Inscrição do rei Dario diz ‘Ano 24 de Dario’. (Foto: Yoli Schwartz/Autoridade de Antiguidades de Israel)

Foi descoberta uma inscrição contendo o nome do rei persa Dario, o Grande, no Parque Nacional Tel Lachish, sendo a primeira vez que o nome do monarca aparece em qualquer lugar de Israel.

Segundo o Jerusalem Post, a descoberta foi feita por Eylon Levy, assessor de mídia internacional do presidente israelense Isaac Herzog.

O achado aconteceu por acaso, quando Levy encontrou um fragmento de cerâmica de 2.500 anos com as letras inscritas do rei do Antigo Testamento e o relatou à Autoridade de Antiguidades de Israel.

Dario, o Grande, é descrito como o pai do rei Assuero, também conhecido como Xerxes, da história de Purim, relatada no Livro de Ester.

“Quando peguei o ostracon [pequena lasca ou pedaço de cerâmica, madeira ou pedra que era usada no mundo antigo para escrever mensagens curtas ou notas] e vi a inscrição, minhas mãos tremeram. Olhei para a esquerda e para a direita em busca das câmeras porque tinha certeza de que alguém estava pregando uma peça em mim”, disse Levy.

“Quando eu estava andando por aqui com um amigo apenas explorando a história, eu estava revirando pedaços de cerâmica e pedras na minha mão e, de repente, encontrei algo que tinha letras e pensei que aquilo era bom demais para ser verdade”, acrescentou Levy.

Descoberta analisada

Após encontrar o fragmento, Levy o relatou à Autoridade de Antiguidades de Israel. Ele disse que três pessoas na organização estavam céticas de que fosse verdadeiro, mas ficaram intrigadas com o que Levy havia encontrado.

Levy diz que algumas semanas depois recebeu um telefonema de Saar Ganor, da Autoridade de Antiguidades de Israel, que disse estar “vindo dos laboratórios dos Manuscritos do Mar Morto. Passamos por três scanners. Isso é autêntico. Nenhuma [técnica] moderna tinha poderia fazê-lo e é de dois mil e quinhentos anos atrás, antes da história de Purim.”

A descoberta foi analisada por Ganor e pelo Dr. Haggai Misgav, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Ambos confirmaram que o artefato datava da administração real persa em Laquis, no período aquemênida, na virada do século V a.C.

A inscrição diz “Ano 24 de Dario”, que remonta a 498 AEC. O reinado do rei começou em 522 a.C. e terminou em 486 a.C.

Eli Escuzido, diretor da Autoridade de Antiguidades de Israel, afirmou que “é incrível que os visitantes do local encontrem uma inscrição tão rara ‘revivendo’ o rei persa Dario conhecido por nós pelas fontes [de águas].”

E continua: “Seu filho, o rei Assuero, nunca poderia imaginar que nós encontraríamos evidências de seu pai em Israel 2.500 anos após os dramáticos eventos em sua corte real!”

Dario e Assuero

Dario, o Grande, também conhecido como Dario I, foi um dos governantes mais famosos do Império Aquemênida, também conhecido como Império Persa.

Ele assumiu o governo em uma época de caos, embora tenha conseguido reorganizar o que era o maior império do mundo antigo em satrapias [divisão administrativa do Império Persa] coerentes, autoridade centralizada com grandes projetos de construção e medidas monetárias, além de promoção da língua aramaica.

Dario também é citado diversas vezes em diversos livros, tendo aparecido em Ageu, Zacarias, Esdras e Neemias. Alguns estudiosos também acreditam que ele seja a mesma pessoa ou uma das inspirações de Dario, o medo, uma figura central no livro de Daniel.

Dario teve vários filhos e, embora nenhum deles se chamasse Assuero em persa ou aramaico, seu filho e sucessor mais famoso, Xerxes I, também conhecido como Xerxes, o Grande (chamado Khshayarsha em persa), foi ligado ao governante persa de a história de Purim.

Fonte: Guia-me com informações de Jerusalém Post

Pastor Yousef Nadarkhani, que foi condenado à morte, é libertado no Irã

O pastor Yousef Nadarkhani foi condenado no Irã por plantar igrejas domésticas e promover o cristianismo
O pastor Yousef Nadarkhani foi condenado no Irã por plantar igrejas domésticas e promover o cristianismo

O pastor Yousef Nadarkhani, um dos líderes da Igreja no Irã, já foi preso várias vezes por causa de sua fé. Além de ter sido condenado à prisão, ele chegou a receber a sentença de morte por determinação das autoridades.

No dia 26 de fevereiro, porém, ele foi libertado como resultado de uma anistia nacional emitida pelo líder supremo do Irã, aiatolá Khamenei, para comemorar o aniversário da Revolução Islâmica de 1979.

De acordo com a CSW — organização cristã que luta pela liberdade religiosa no país — o pastor ainda está em Teerã para a conclusão de alguns procedimentos formais relacionados à sua libertação.

A organização informou que o pastor se juntará à família, na cidade de Rasht, assim que a documentação ficar pronta.

Nadarkhani é um dos quatro cristãos que foram presos no dia 13 de maio de 2016, por agentes de segurança que fiscalizavam reuniões cristãs.

Embora eles tenham sido libertados sob fiança em 2017, foram presos novamente em outra série de fiscalizações por parte do governo, entre os dias 22 e 25 de julho de 2018.

‘Presos por falsas acusações’

Em junho de 2020, o pastor Nadarkhani e outro cristão prisioneiro, o diácono Saheb Fadaie, também foram libertados através da anistia e tiveram suas sentenças reduzidas de 10 para 6 anos na apelação .

Em fevereiro de 2021, um grupo da ONU sobre Detenção Arbitrária publicou um informativo dizendo que a detenção continuada do pastor não tem um fundamento lógico, dependendo sempre da vontade das autoridades.

O fundador da CSW, Mervyn Thomas, disse que ficou feliz com a libertação há muito esperada do pastor Nadarkhani e do diácono Fadaie, mas que também é preciso levar em conta que eles perderam muitos anos de suas vidas na prisão por falsas acusações.

“Apelamos às autoridades iranianas para garantir que estes homens possam desfrutar de sua liberdade sem mais assédio ou intimidação. Continuamos a pedir a libertação imediata e incondicional de todos os outros que estão atualmente presos por causa de sua religião ou crença”, resumiu.

Vale ressaltar que, enquanto o pastor Nadarkhani esteve preso, seus filhos não tinham o direito de frequentar a escola. Conforme a Portas Abertas, um deles chegou a ser agredido pelo mesmo agente que prendeu seu pai, há 4 anos.

Atualmente, o Irã ocupa o 8º lugar na Lista Mundial da Perseguição e os cristãos que vivem lá são obrigados a frequentar igrejas clandestinas por causa da paranoia ditatorial e da opressão islâmica.

Fonte: Guia-me com informações de CSW

Dinamarca aprova fim do feriado do “Grande Dia de Oração”, celebrado há mais de 300 anos

Bandeira da Dinamarca na rua Stroget, na capital Copenhague (Foto: Canva Pro)
Bandeira da Dinamarca na rua Stroget, na capital Copenhague (Foto: Canva Pro)

O parlamento dinamarquês aprovou, nesta terça-feira, 28, o fim do “Store Bededag”, feriado da igreja luterana que existia no país desde 1686. O projeto, proposto pelo executivo, foi aprovado por 95 votos a 68, após mais de 4 horas de debate.

A proposta do governo havia sido apresentada pela primeira vez no final do ano passado e, no início de fevereiro, passou por sua primeira discussão no Parlamento.

Em janeiro, a coligação liderada pela primeira-ministra social-democrata Mette Frederiksen, no poder desde dezembro, já havia anunciado a intenção de suprimir o feriado do Grande Dia de Oração (Store Bededag).

O dinheiro conseguido com o dia a mais de trabalho será destinado a aumentar os gastos em defesa militar.

O país quer atingir até 2030 – em vez de 2033, como estava previsto – o objetivo da Otan de destinar 2% do Produto Interno Bruto (PIB) à defesa. A meta foi acelerada devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.

“Não penso que seja um problema ter de trabalhar mais um dia”, declarou Frederiksen em janeiro, ao apresentar o projeto. “Estamos enfrentando enormes gastos com defesa e segurança, saúde, psiquiatria e a transição verde”.

Com o fim do feriado, lojas e outros negócios, bem como instituições públicas, permanecerão abertos. O governo dinamarquês argumenta que a medida adicionará cerca de 3 bilhões de coroas dinamarquesas (cerca de R$ 2,2 bilhões) aos cofres públicos, informou a emissora pública DR. O dinheiro seria gerado por pessoas trabalhando mais 7,4 horas e pagando impostos sobre sua renda.

A verba excedente já tem destino certo. “Nós, na Dinamarca, precisamos gastar mais dinheiro em Defesa e em nossa segurança. Esta é a decisão que tomamos, e estou feliz com isso”, disse Frederiksen após a votação.

A proposta foi altamente impopular. No mês de fevereiro, dezenas de milhares de pessoas protestaram no centro de Copenhague. Os bispos da Igreja Evangélica-Luterana Nacional não só criticaram a ideia, mas também o fato de não terem sido consultados. Já os sindicatos do país apresentaram um abaixo-assinado com os nomes de ao menos 465 mil trabalhadores contrários à medida.

O que é o Grande Dia de Oração

Grande Dia de Oração é um feriado religioso cristão que tem sido observado desde 1686 na Dinamarca. O feriado cai na quarta sexta-feira após a Páscoa e foi inicialmente criado para consolidar vários feriados cristãos menores.

Na noite da véspera da data, os dinamarqueses costumam comer um pão de trigo tradicional chamado varme hveder. O costume começou porque os padeiros não trabalhavam no Grande Dia de Oração e, por isso, o pão tinha que ser comprado na véspera.

No Grande Dia de Oração, muitas comunidades de fé realizam cerimônias como o batismo ou a confirmação de ministros.

O feriado deste ano, que será o último após mais de 300 anos, acontecerá no dia 5 de maio.

Antes da votação de terça-feira, a Dinamarca tinha 10 feriados nacionais – alguns deles caindo no fim de semana. O número está a par com o de feriados observados na Suécia e na Noruega.

A Alemanha tem nove feriados nacionais, mas, dependendo do Estado, os dias de folga podem chegar a 13. No Brasil, são nove feriados nacionais, sendo quatro cristãos.

Fonte: Folha de S. Paulo e DW

Pastores são presos e torturados por forças russas, denuncia organização cristã

Líderes cristãos na Ucrânia. (Foto: Reprodução/Release International)
Líderes cristãos na Ucrânia. (Foto: Reprodução/Release International)

De acordo com o Release International, uma organização que ajuda os cristãos perseguidos em todo o mundo, os líderes da Igreja na Ucrânia estão sendo perseguidos pelas forças russas nas áreas ocupadas.

Vários pastores já foram presos, interrogados, torturados e até expulsos de suas cidades pelos militares russos e seus apoiadores.

As forças de ocupação confiscaram igrejas e os cristãos receberam tratamento mais severo nos postos de controle de militares russos.

Também há relatos de igrejas que foram lacradas e invadidas, entre elas a Igreja de Berdyansk, em Zaporizhzhia. Depois de verificar a identidade de todos os presentes, os soldados revistaram a igreja e a lacraram. No dia seguinte, eles tomaram outra igreja batista próxima.

Há informações sobre a prisão de um padre da Igreja Ortodoxa da Ucrânia, na cidade de Kherson.

Antes da guerra, o pastor Ivan (nome fictício por razões de segurança), que liderava uma igreja com mais de 200 membros, também foi preso na cidade de Kharkiv. Ele apoiava uma rede de cinco igrejas evangélicas na área.

Na primavera passada, quando os militares russos estavam prestes a tomar a cidade, muitos fugiram, incluindo famílias com crianças pequenas. Apenas alguns idosos permaneceram. O pastor Ivan e sua esposa também ficaram.

O casal disse que se sentiu chamado por Deus para servir os idosos e vulneráveis depois que a cidade foi ocupada. Eles relatam que fizeram o possível para fornecer alimento, oração e consolo da Palavra de Deus aos que permaneceram.

Prisão e tortura

A casa do pastor Ivan foi invadida por forças russas. Depois disso, ele foi preso e contou que foi torturado na prisão, acusado de ser um “espião americano”. Os russos suspeitam que os pastores evangélicos sejam agentes do Ocidente.

Mesmo sendo surrado com violência, o pastor tentou falar de Jesus aos russos. Na cela, ele conta que orava pelos prisioneiros. Os soldados russos não gostaram de suas atitudes, por isso o interrogaram novamente e o espancaram tanto que ele pensou que fosse morrer.

“Outros prisioneiros tentaram me ajudar e pediram socorro, então os russos me mandaram para um hospital. Acredito ter sido uma intervenção divina. Deus salvou minha vida através dos médicos ucranianos”, relatou.

Após duas semanas, o pastor Ivan foi autorizado a voltar para casa, onde se recuperou lentamente. Depois, ele e a esposa partiram para a Polônia. Assim que sua cidade foi libertada pelas forças ucranianas, eles voltaram.

O Release International informou que os cristãos estão recebendo ajuda da organização e que o pastor Ivan está novamente liderando a igreja, que já tem mais de 300 membros, sendo muitos deles novos convertidos.

“Deus está usando ele e outros pastores para compartilhar o Evangelho e ajudar as pessoas de maneira prática nas áreas libertadas do leste da Ucrânia”, ele concluiu.

Fonte: Guia-me com informações de Release International

Cosmovisão bíblica está muito mais perto da extinção nos EUA, alerta pesquisa

Bíblia aberta em púlpito de uma igreja vazia (foto: Reprodução - Comunhão)
Bíblia aberta em púlpito de uma igreja vazia (foto: Reprodução - Comunhão)

Uma pesquisa está alertando que “o teísmo bíblico ou cosmovisão bíblica está muito mais perto da extinção na América” depois que os resultados de uma nova pesquisa descobriram que a cosmovisão bíblica está diminuindo em um ritmo rápido e perturbador.

O Dr. George Barna, diretor do Centro de Pesquisa Cultural (CRC) da Arizona Christian University, emitiu este alerta em uma declaração nesta terça-feira, revelando que apenas 4% dos adultos americanos agora têm uma cosmovisão bíblica.

Isso está abaixo dos 6% que disseram o mesmo apenas alguns meses antes da pandemia em janeiro de 2020, de acordo com o “American Worldview Inventory” de Barna.

“Quando você coloca os dados em perspectiva, a cosmovisão bíblica está se arrastando em direção à beira do precipício”, disse Barna em um comunicado. “Do jeito que as coisas estão hoje, o teísmo bíblico está muito mais próximo da extinção na América do que de influenciar a alma da nação.”

Ele disse que a proporção atual de adultos com uma cosmovisão bíblica – indivíduos que ele classifica como “Discípulos Integrados” – é a mais baixa que ele observou desde o início de sua pesquisa na década de 1990.

Apenas 1% das pessoas entre 18 e 29 anos têm uma cosmovisão bíblica, com Barna alertando que os jovens estão “em grande parte isolados do pensamento bíblico em nossa sociedade e são os mais agressivos em rejeitar os princípios bíblicos em nossa cultura”.

Uma visão de mundo é uma lente através da qual os humanos veem o mundo ao seu redor. E Barna e sua equipe têm uma maneira específica de definir o que exatamente implica uma cosmovisão cristã.

“A cosmovisão bíblica (também conhecida como teísmo bíblico) é definida especificamente pela CRC como um meio de experimentar, interpretar e responder à realidade à luz das perspectivas bíblicas”, explica uma declaração. “Uma compreensão pessoal de cada ideia, oportunidade e experiência com base na identificação e aplicação de princípios bíblicos relevantes para que cada escolha feita seja consistente com os princípios e mandamentos de Deus.”

Uma das outras referências que causam preocupação é a proporção de americanos que não possuem necessariamente uma cosmovisão bíblica, mas se inclinam nessa direção.

Esses indivíduos, conhecidos como “seguidores emergentes”, representavam 25% do público há três anos, mas na última onda de pesquisas eram apenas 14%, indicando uma queda substancial.

O CRC observou que o grupo “Cidadão do Mundo” – pessoas que seguem alguns princípios bíblicos, mas se comportam principalmente de maneiras divergentes – aumentou de 69% em 2020 para 82% em 2023.

Folha Gospel com informações de Faithwire

Muçulmana deixa Islã após conhecer Jesus

Mulher que testemunhou sua conversão em Jesus. (Foto: Reprodução/Bethel Church/Facebook)
Mulher que testemunhou sua conversão em Jesus. (Foto: Reprodução/Bethel Church/Facebook)

Uma mulher muçulmana que experimentou o amor de Jesus e deixou o Islã, ela compartilhou o seu testemunho em um vídeo publicado no Facebook pela Bethel Church.

A transformação ocorreu na pós-graduação, depois dela fazer amizade com dois cristãos que lhe apresentaram a verdade do Evangelho de Cristo.

Segundo a GOD TV, nos encontros eles estudavam a Bíblia e o Alcorão, demonstrando por que a fé em outras crenças não condizem com as Escrituras.

Como muçulmana que vivia na América, ela estava acostumada a defender suas crenças e vencer todas as discussões.

Mas depois de conquistar os debates, ela começou a sentir um desconforto mental. Então orou e jejuou a Alá, para mostrar às pessoas que ele era a verdade.

Ela também começou a ler a Bíblia: “Eu estava lendo a Bíblia como se as coisas ali realmente tivessem acontecido”, disse ela.

Nova vida em Cristo

Após falar ao telefone com uma amiga que era cristã, ela foi encorajada a convidar Jesus para entrar em seu coração.

“Seja você quem for, quero dar minha vida ao Senhor. Se você é Jesus, pode entrar no meu coração!”, declarou ela.

A mulher informou que como muçulmana, aceitar Jesus é um “inferno” em sua cultura e não há como reverter as consequências depois de tomar essa decisão.

Na manhã seguinte ela concordou em frequentar a igreja e reafirmou sua fé em Jesus.

“Ele é minha primeira experiência de amor”, concluiu.

Fonte: Guia-me com informações de God TV

Cristãos perseguidos no sul da Ásia celebram a tradução do Novo Testamento

Cristã ex-muçulmana lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)
Cristã ex-muçulmana lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)

Uma organização internacional está semeando as sementes do Evangelho em partes perigosas do mundo, ajudando a treinar tradutores bíblicos locais para apresentar a Palavra de Deus a aldeias rurais remotas.

A Wycliffe Associates equipa os cristãos na tradução da Bíblia em países onde os crentes enfrentam imensa perseguição, inclusive em todo o Oriente Médio, Ásia e África. Os instrutores se comunicam com os locais no local por meio de um idioma de acesso – como inglês, francês ou espanhol – e fornecem tecnologia, incluindo laptops e software de tradução para esses projetos.

Os instrutores concluíram um projeto de tradução recente em um país não identificado de maioria muçulmana no sul da Ásia. Há duas semanas, a Wycliffe Associates participou de um evento de dedicação do Novo Testamento para comemorar o primeiro projeto de tradução da Bíblia concluído em um idioma minoritário nesta região do mundo.

Embora já exista uma tradução da Bíblia na língua oficial do país, não havia uma tradução para línguas minoritárias em áreas remotas.

De acordo com Tony Tophoney, diretor de treinamento de campo da Wycliffe Associates, o projeto de tradução no sul da Ásia levou cerca de três anos para ser concluído.

Ele acredita que o custo do projeto foi de cerca de US$ 55 mil e os projetos de tradução da organização podem chegar a custar US$ 100 mil, o que cobre os gastos com treinamento e aparatos tecnológicos. A Wycliffe Associates arrecada dinheiro enviando cartas de arrecadação de doadores e organizando reuniões de cúpula explicando sua missão às pessoas e convidando-as a doar.

Tophoney disse que quase parecia que o projeto recente não poderia continuar por um tempo, mas não por falta de conhecimento por parte dos estudiosos, que tinham educação bíblica e falavam vários idiomas.

“Eles foram prejudicados por tantas coisas diferentes e se viram quase incapazes de continuar o trabalho de tradução, mas o Senhor foi fiel”, disse o diretor de treinamento de campo ao The Christian Post em uma entrevista. “E quando eles terminaram, todo mundo ficou tipo, ‘Uau, esse foi um que nós simplesmente não tínhamos certeza se algum dia seria concluído!’”

“Não porque o trabalho não estava sendo bem feito e não estava sendo verificado adequadamente, mas porque a polícia local os investigava o tempo todo”, acrescentou.

A certa altura, a polícia do governo interrogou todos os envolvidos com o projeto. Durante o evento de inauguração, onde centenas de pessoas estavam reunidas em um local seguro, a polícia apareceu, dizendo que o grupo deveria ter obtido uma autorização primeiro. Tophoney disse que ouviu através de relatórios que cerca de meia dúzia de policiais apareceram.

Ele explicou que as táticas das autoridades geralmente envolvem chamar as pessoas de lado para ver se suas histórias batem e, se suspeitarem, levam as pessoas para interrogatório adicional.

“Conseguimos suavizar; os líderes locais conseguiram amenizar a situação com a polícia”, disse ele.

Uma das treinadoras, uma mulher de 25 anos que compareceu à inauguração, disse a Tophoney que a polícia provavelmente estava apenas tentando mexer com o grupo e criar confusão, acrescentando: “É o que eles fazem”.

Elaborando a percepção dos cristãos no país, Tophoney disse que a maioria da região é muçulmana.

“Mas há grupos étnicos dentro deste país, e as etnias no sul da Ásia estão tentando preservar sua individualidade, seu senso de comunidade de ser ultrapassado pela cultura muçulmana ou árabe que sangra em um país onde o Islã é a religião majoritária, e também quando o líder do país diz: ‘Ei, o Islã é nossa fé nacional!’”, continuou ele.

Por exemplo, algumas comunidades hindus podem ver seus membros que se identificam como cristãos como traidores, já que deveriam se unir contra o fato de serem muçulmanos.

“Você está cercado por perseguições religiosas por todos os lados”, disse Tophoney sobre o tratamento dado aos cristãos que vivem neste país do sul da Ásia.

Para conduzir com segurança seus projetos de tradução, os instrutores se reúnem com líderes locais nas capitais das regiões onde os cristãos enfrentam perseguições, lugares que, segundo Tophoney, não seria estranho para os ocidentais visitarem.

Os treinadores então auxiliam os líderes na tradução da Bíblia e fornecem a tecnologia necessária para concluir a tradução. Depois de receberem o treinamento, os líderes levam as informações de volta para suas aldeias e conduzem os membros no trabalho.

Tophoney disse que as pessoas com quem a Wycliffe Associates trabalha geralmente solicitam que ajudem um grupo específico, e a organização tenta ajudar da melhor maneira possível. Em algumas áreas, no entanto, a organização não pode ajudar devido aos perigos da área ou à falta de pessoas que falem um idioma de entrada.

A organização normalmente decide ajudar uma região depois de receber uma referência de um líder local em quem confia, como bispos que arriscaram suas vidas pelo cristianismo com quem Wycliffe trabalhou anteriormente.

“Eles vêm até nós e dizem: ‘Essas pessoas estão interessadas’”, disse Tophoney. ‘”Gostaria de permissão para encontrá-los e conversar sobre o que a Wycliffe Associates faz.'”

Depois de receber o pedido, a organização espera para ver se os líderes locais da área acham que é seguro ou culturalmente apropriado começar a ajudar a pessoa que solicitou assistência. O diretor de treinamento de campo enfatizou que a Wycliffe confia nos líderes locais nessas áreas e entende que é necessário deixá-los assumir o controle do projeto do começo ao fim.

“Esta é a Escritura deles; esta é a cultura deles”, disse Tophoney. “Eles sabem disso melhor do que nós. Eles podem ir a lugares que não podemos ir, então temos que confiar neles.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Jessé Aguiar anuncia saída da música gospel

Jessé Aguiar (Reprodução)
Jessé Aguiar (Reprodução)

Jessé Aguiar anunciou oficialmente a sua saída do mercado da música gospel. O comunicado foi feito logo depois que gravadora Todah Music, a qual Jessé era ligado, anunciar que ele havia encerrado o contrato com a empresa.

Em um vídeo publicado em suas redes sociais, Jessé disse que não estaria mais envolvido com a indústria da música gospel, mas deixou claro que não está se afastando da igreja.

Segundo o artista, se trata apenas de uma decisão no âmbito profissional, mas que seguirá firme com Deus.

“Quem quiser me encontrar, vai me encontrar na minha igreja, todo domingo, como sempore estive […] eu sei que é uma questão muito difícil de as pessoas entenderem e assimilarem, mas pra mim é muito simples” disse o cantor.

O comunicado de Jessé Aguiar já vinha sendo esperado por quem acompanha de perto sua carreira. Ele se envolveu em diversas polêmicas nos últimos dias, inclusive sobre noticias de que ele estaria sempre acompanhado de um rapaz, apontado como seu suposto namorado.

Essas notícias repercutiram muito negativamente na carreira do artista, e desde o ano passado que era esperado algum tipo de comunicado como este, diz o site Fuxico Gospel.

Jessé segue o mesmo caminho de Priscilla Alcântara, que recentemente também anunciou a saída do gospel, e na última semana esteve participando do carnaval, ao lado de Ivete Sangalo.

Veja o vídeo:

Fonte: Fuxico Gospel

Pastor é atacado após debate religioso que levou muçulmanos a aceitar a Cristo, em Uganda

Cristãos durante culto em Uganda.
Cristãos durante culto em Uganda.

Um pastor convidado a participar de um debate religioso por líderes de mesquitas em Uganda foi atacado depois que seus argumentos aparentemente levaram 37 muçulmanos a aceitar a Cristo, disseram fontes.

Muçulmanos que aparentemente se converteram ao cristianismo estavam entre os que agrediram o pastor Arthur Asadi Babi, 42, em 10 de fevereiro, disse ele. Ele foi hospitalizado por oito dias na ala de Nakaloke, na cidade de Mbale, com ferimentos nos tecidos moles do pescoço, uma perna quebrada, uma fratura óssea na mão e inchaço nas partes íntimas, disse o bispo Michael Okia, da Living Stream Church of Christ.

“Recebemos uma carta-convite do xeque da mesquita de Nakaloke, que organizou o debate na ala de Nakaloke, na cidade de Mbale”, disse Okia ao Morning Star News. “Decidi enviar o pastor Babi para debater com os muçulmanos por causa de suas habilidades acadêmicas no Alcorão e na Bíblia.”

O pastor Babi e uma equipe de cristãos começaram a participar da segunda semana do debate de duas semanas, em 9 de fevereiro, e no segundo dia apresentou uma defesa do cristianismo usando o Alcorão com respostas da Bíblia sobre a singularidade de Cristo como o Filho de Deus e o único caminho para Deus Pai, disse o bispo.

“No dia 10 de fevereiro, ao final de sua defesa, o pastor fez um apelo para que a audiência acreditasse em Cristo”, disse Okia. “Surpreendentemente, 29 adultos e 8 crianças entregaram suas vidas a Cristo Jesus, todos muçulmanos.”

O pastor Babi disse que foi atacado imediatamente após aparentemente levar os muçulmanos a Cristo.

“Do nada, os muçulmanos começaram a atirar pedras e, em seguida, com paus e porretes me atacaram, me espancando, incluindo os novos muçulmanos convertidos que abraçaram a fé cristã”, disse o pastor Babi ao Morning Star News. “Fui atingido na mão direita e na perna esquerda enquanto alguns tentavam me estrangular. Um muçulmano me chutou e machucou minhas partes íntimas, que ainda dói até hoje.”

Um membro da igreja, Ben Yasiini, conseguiu resgatá-lo e também sofreu ferimentos leves, disse um choroso pastor Babi, acrescentando que conseguiu identificar dois dos agressores.

O pastor recebeu tratamento no Grace Medical Center em Mbale e recebeu alta em 18 de fevereiro.

Convertendo-se do Islã há sete anos, o pastor Babi é casado e pai de seis filhos, com idades entre 3 e 17 anos.

Como sua igreja fica a apenas quatro quilômetros da mesquita, Okia disse que os líderes ainda estão avaliando se devem registrar um boletim de ocorrência.

O ataque foi o mais recente de muitos casos de perseguição de cristãos em Uganda.

A constituição de Uganda e outras leis preveem a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e converter-se de uma fé para outra. Os muçulmanos representam não mais do que 12% da população de Uganda, com altas concentrações nas áreas orientais do país.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

Pastores recebem treinamento no México

Bandeira do México (Foto: reprodução)
Bandeira do México (Foto: reprodução)

Cerca de 77 pastores do estado de Chalco participaram de um treinamento para resistir à perseguição no México. Os líderes de igrejas foram capacitados a enfrentar a hostilidade por amor a Jesus e repassar seus conhecimentos aos membros de suas comunidades cristãs.

Além de aprenderem como enfrentar a pressão biblicamente, os pastores também ficaram mais unidos, pois trabalham no propósito comum de fazer discípulos de Jesus em todo o território mexicano.

Os cristãos locais são perseguidos de diversas formas e uma delas é por traficantes de drogas que dominam as áreas onde eles vivem. Caso os seguidores de Jesus se neguem a obedecê-los, correm risco de terem a casa destruída, serem assediados, agredidos e até mortos. Esses assassinatos ficam impunes e isso contribui para o aumento da violência contra os cristãos.

Além disso, líderes cristãos costumam ser sequestrados e libertos apenas após o pagamento de resgate. Outros pastores são obrigados a pagar taxas para os criminosos, a extorsão é uma maneira de oprimi-los e atingir toda a igreja local.

Nas áreas rurais, cristãos indígenas que abandonam a fé da comunidade onde moram podem ser agredidos, multados, assediados, rejeitados, forçados a deixar o vilarejo onde vivem e ter o acesso a serviços públicos negado.

Fonte: Portas Abertas

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