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“Deixados Para Trás: O Início do Fim” lota cinemas em pré-estreia; grupos de igrejas têm descontos

Cerca de 300 pessoas compareceram à pré-estreia de “Deixados para Trás”, em Porto Alegre. (Foto: Divulgação/360 WayUp)
Cerca de 300 pessoas compareceram à pré-estreia de “Deixados para Trás”, em Porto Alegre. (Foto: Divulgação/360 WayUp)

O novo filme da saga “Deixados para Trás” vai chegar aos cinemas brasileiros no dia 27 de abril.

Pré-estreias do lançamento estão acontecendo em todo o país desde a semana passada, incluindo São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Goiânia e Recife.

Em Porto Alegre (RS), a pré-estreia do longa aconteceu na noite de segunda-feira (17), no Shopping Bourbon Wallig, e lotou duas salas com cerca de 300 convidados, incluindo líderes e cantores cristãos do estado.

Pastores e membros de igrejas da região metropolitana de Porto Alegre também estavam entre os presentes.

Como a quinta e última produção da franquia, “Deixados Para Trás: O Início do Fim” é uma releitura de “Deixados para Trás” de 2014, estrelado por Nicholas Cage.

Agora, o novo longa, que mostra o mundo em caos após o arrebatamento, é dirigido e estrelado por Kevin Sorbo (Deus Não Está Morto).

Entre os convidados para prestigiar a pré-estreia, estava a cantora Thaiane Seghetto, que falou sobre suas expectativas do lançamento, em entrevista ao site cristão Guiame.

“Estou muito empolgada que o filme está chegando no Brasil. Eu adoro filmes apocalípticos, então estou muito ansiosa para assistir”, comentou Thaiane.

E acrescentou: “Já sei de testemunhos que estão gerados em outros lugares que o filme está passando, então eu tenho certeza que será um filme impactante”.

Já o cristão Diogo Rincón, ex-jogador do Corinthians, disse ao Guiame que aproveitou o evento para curtir o filme junto com sua família e sua igreja.

“Desde que recebemos o convite, temos criado essa expectativa. É uma oportunidade de estar junto com a família, nessa correria do dia a dia, junto com os irmãos em comunhão, vai ser bem bacana”, disse Rincón.

O ex-atleta, que possui dez anos de fé, contou que já havia assistido os filmes anteriores da sequência de “Deixados para Trás”.

Desconto para grandes grupos

A produtora cristã 360 WayUp, que irá exibir o filme no Brasil, anunciou uma promoção para grupos a partir de 20 pessoas nas sessões.

Grupos grandes ganharam desconto e todos pagaram meia entrada. Para cadastrar seu grupo clique aqui. O propósito é incentivar igrejas e cristãos a prestigiarem o cinema gospel.

No Rio Grande do Sul, o novo filme será exibido nos cinemas de Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Pelotas e Caxias do Sul.

De acordo com a produtora, está previsto que outros lançamentos cristãos cheguem ao Brasil, como o “Jesus Revolution”, que bateu recorde de bilheteria nos Estados Unidos, e uma produção que irá contar a história da Igreja Assembleia de Deus.

Enredo

No enredo, quando a volta de Cristo faz com que milhões de pessoas desapareçam, o caos toma conta do mundo e é declarado estado de emergência, com os mercados financeiros entrando em colapso e um bloqueio mundial se instalando.

Passados seis meses do arrebatamento, quando as pessoas estão começando a se recuperar do trauma, um especialista afirma que uma segunda onda de desaparecimentos é iminente.

Muitos acreditam que o governo está por trás de tudo, outros defendem que a Bíblia já havia previsto os desaparecimentos há milhares de anos.

Desesperado por respostas em um mundo onde a verdade bíblica foi censurada e difamada, o jornalista Buck Williams (Greg Perrow) decide ir até o fim em busca da verdade e de salvação.

O elenco ainda conta com outros grandes nomes do cinema como Neal McDonough (Capitão América) e Sam Sorbo (A Luz Divina).

Assista ao trailer:

Fonte: Guia-me

Caio Fábio diz que evangélicos ‘fizeram por merecer’ má fama

Caio Fábio D'Araújo Filho
Caio Fábio D'Araújo Filho

Em entrevista para a Folha de S. Paulo, o reverendo Caio Fábio D’Araújo Filho, 68 anos, disse que os evangélicos guiados por pastores com “vocação para aiatolá” “fizeram por merecer” a má fama tantas vezes lhes atribuída pela sociedade secular.

Caio Fábio também atacou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a quem chamou de um “déspota perverso” que “caiu como uma luva” nas igrejas, e falou da relação de vaivéns com o amigo e atual presidente LuizLula (PT).

Colegas como um então jovem Silas Malafaia já o consideraram o pastor número um do país nos anos 1980 e 1990. Com críticas ácidas ao evangelicalismo nacional, o manauara virou persona non grata no segmento e é hoje um farol entre a minoria progressista.

O nome de Caio Fábio foi atrelado ao dossiê Cayman, emaranhado de fake news para tentar incriminar a cúpula do PSDB na campanha de 1998. Ele chegou a ser condenado pelo fato.

Pastor e político retomaram a amizade na eleição de 2022, e a ideia, segundo o pastor, é conversar para “dissolver esse caroço golpista que Bolsonaro fez crescer”.

Leia a entrevista abaixo:

O sr. é evangélico desde os anos 1960. O que mudou no segmento de lá pra cá?

Minha avó já vinha presbiteriana desde o final do século 19. A família paterna era católica. Fui batizado em ambas as fés. Voltei à igreja presbiteriana com 19 anos porque tive experiência forte com Jesus, foi uma bomba que explodiu dentro de mim. Pregava para amigos e hippies em Manaus. Isso no [evangelicalismo] histórico.

Do lado pentecostal, era tudo muito fervoroso e aferrado a costumes. Mulher não podia cortar cabelo, usar maquiagem. Homens iam para o culto de terno. Além da gritaria muito intensa. Eu achava muito esquisito, mas sincero. Você sabia que estava lidando com pessoas honestas, que não se metiam com política, cuidavam das suas vidas.

Acha justa uma percepção nem sempre generosa da sociedade secular para evangélicos?

Antes, [pentecostais] se mantiveram nessa linha de discrição. Nos anos 1980, os pentecostais receberam influência profunda de televangelistas americanos, como o Jimmy Swaggart. As mulheres agora se pintam, cortam o cabelo. Pareceu uma evolução. Malafaia, por exemplo, já era filhote do Jimmy.

Tenho que admitir que o olhar da sociedade para evangélicos não é exageradamente negativo. Eles fizeram por merecer no curso dos últimos 40 anos. Desenvolveram-se suficientemente, do ponto de vista numérico e no que diz respeito a ambições políticas e a ênfase que deram no dinheiro, de tal modo que Deus não ouve orações se o indivíduo não fizer sacrifícios financeiros. Existem exceções, mas são infelizmente apenas isso.

Pautas como aborto e LGBTQIA+ sempre foram um ponto de honra no segmento?

Evangélicos foram se tornando cada vez mais fanáticos. O conservadorismo antes tinha a ver com outras coisas, [o pentecostal] que não fuma, não dança, não bebe.

Havia, já no final dos anos 1980, ênfase muito grande em gays. Muitos filhos de pastores começaram a não aguentar mais viver de segredos e passaram a frequentar boates gays. Aí as igrejas levantaram esse assunto.

Quando o neopentecostalismo se estabeleceu, muita gente me disse que imitaria a Igreja Universal com menos agressividade, para não assustar os crentes originais. Mas foi ali que a canoa emborcou. Uma tragédia anunciada.

A esquerda sabe dialogar com o grupo?

A meu ver, não. Até porque não dá muito para dialogar, se você for uma pessoa de esquerda lúcida, com quem propõe o oposto disso. Bolsonaro mudou a cabeça dos evangélicos? Óbvio que não. Evangélicos estavam preparados para uma pessoa como ele, só não tinham coragem explícita de declarar isso. Me lembro bem, quando começou o processo de abertura política, eu ainda era um líder cristão respeitado no país inteiro… Ouvi muitos pastores dizendo que estavam muito preocupados com essa tal de redemocratização, porque estava tudo muito bom com os militares.

Muitos líderes têm vocação para aiatolá, coronelismo, sempre estiveram nessa situação de despotismo comunitário. Um cara como Bolsonaro, um déspota perverso e insano, caiu como uma luva. Não precisa ter lógica. Basta alguém chegar tremendo e dizer “o Senhor me deu uma ordem” que todo mundo corre atrás.

Por que evangélicos votaram em massa no Bolsonaro?

Ele prometia dar todos os favores à igreja evangélica. E ainda introduziu a história do armamento. Evangélicos nunca deram ênfase a isso, civil com arma diziam logo que era coisa do Diabo. Liderei a campanha do desarmamento em 1994. O público que mais apoiava era o evangélico.

O sr. teve uma amizade de anos com Lula.

A gente se conheceu no Congresso, início dos anos 1990. Eu estava organizando um evento da Associação Evangélica Brasileira. Começamos a nos encontrar para almoços, reuniões de seis, sete horas. Lula me assegurou, desde o primeiro momento, ser uma figura muito mais cheia de ideais do que de ideologias.

O que houve de ruim entre nós foi a entrada da política. Em 1998, veio uma pessoa da Flórida, que me conhecia de lá e conhecia Lula daqui. Chegou na Fábrica de Esperança [ONG de Caio] com uma história de dossiês, vantagens e possibilidades. Ele quis me envolver de qualquer modo. Praticamente todos os candidatos vieram me procurar porque aquele cara falou que era eu que sabia da história.

Aquilo criou um imbróglio que acabou prejudicando meu relacionamento com Lula. Mas votei nele em 2002.

Voltaram a se estranhar?

Comecei a falar publicamente dele em 2007, quando senti que havia alguns desvios do propósito original, que o acolhimento mundial tinha mexido um pouco com a cabeça dele. Mas, no meu coração, nunca desgostei do Lula.

Quando veio a Lava Jato, vi que aquilo iria longe, com boas razões e outras nem tanto. Fiz uma declaração. Deltan Dallagnol [então procurador da operação] na mesma hora mandou WhatsApp me chamando para conhecer a Lava Jato em Curitiba. Fui. Perguntei se ele via Lula com condições de ser preso. Ele disse que não, se os fatos que tivessem fossem apenas aqueles. Quando vi o julgamento do Moro, levei um susto. Um total absurdo. Fui perdendo a fé.

No dia de Lula ser preso, cresceu imensamente no meu conceito outra vez. Não fugiu, entrou na cadeia e fez o melhor que pôde. Quis visitar, mas achei que PT iria julgar como espécie de oportunismo.

Retomaram relações, certo?

Na eleição, amigos da democracia, sabendo da minha amizade com Marina Silva [eleita deputada e hoje ministra], me pediram [para fazer uma ponte entre ela e Lula]. Liguei, e ela disse: “Ele sabe como me achar, tem o meu número”. Eles se encontraram, foi muito bom. Ela agradeceu e disse que queria fazer um pedido em troca. “Gostaria muito de ver vocês dois juntos de novo.” Uma semana depois, recebi chamada de vídeo do Waguinho, marido da Dani [prefeito de Belford Roxo e ministra do Turismo]. Lula estava com ele. A gente conversou como se nunca tivesse acontecido nada. O que está esquecido, está esquecido.

O sr. disse que conversaria com Lula sobre evangélicos.

Conversamos algumas vezes. Quando ele voltar da China, vamos bater um papo sobre o que o Estado precisa fazer para dissolver esse caroço golpista que Bolsonaro fez crescer enormemente.

Lula deve tentar recriar elos com pastores que o apoiaram e depois ladearam com Bolsonaro?

Dá para criar ponte com novos líderes. Com os de antigamente, não, é um pessoal que subiu na torre e jogou todas as penas no ar, não dá para juntar mais. São pessoas que deixaram seu ódio a Lula muito explícito. Como qualquer organismo, a igreja evangélica está se renovando, e tem uma quantidade grande de líderes novos, melhores.

O sr. disse após os ataques de 8/1 em Brasília: “Os evangélicos são a pior ameaça à democracia”. Acha que declarações assim correm o risco de generalizar e aumentar o preconceito?

Não é fazendo média que se vai conquistar um grupo. Uma aproximação assim reforça a expectativa agressiva de que qualquer governo tem que tratar os evangélicos na palma da mão, ou eles podem virar o futuro de uma eleição. Minha maior preocupação: não existe no Brasil nenhum grupo mais organizado e capilarizado do que os evangélicos.

Quem é Caio Fábio

Foi pastor presbiteriano por três décadas e lançou mais de 180 livros. Começou a pregar na TV em 1974 e ficou conhecido por projetos sociais como a Fábrica da Esperança. Fundou ainda a Associação Evangélica Brasileira e o Movimento Caminho da Graça e da Fraternidade do Evangelho. Hoje não prega numa denominação específica, mas mantém o título de reverendo.

Fonte: Folha de S. Paulo

Igreja não é obrigada a devolver dízimo para fiel arrependido, decide Justiça

Dízimo e oferta
Dízimo e oferta

O pedido feito por um fiel que queria reaver R$ 50 mil doados como dízimo para a Assembleia de Deus do Reino do Céu em Barra Bonita (SP) foi rejeitado Justiça de São Paulo.

No processo aberto contra a igreja, o fiel, morador da cidade do interior paulista, afirmou ter feito a doação após ter sido coagido pelos pastores. Segundo ele, se não fizesse a doação, ele e sua família seriam “amaldiçoados”.

A doação foi feita em 2019, após ele ter ganhado um prêmio de R$ 500 mil no sorteio de um título de capitalização chamado Hiper Saúde. O dízimo, de R$ 50 mil, foi utilizado para a compra de um terreno para a construção de um templo.

Meses após a doação, o fiel disse que “caiu em si”. Ele declarou no processo ter sido vítima de um golpe.

A igreja se defendeu à Justiça afirmando que a doação foi feita de forma espontânea.

“Trata-se de homem feito, experiente e com grande vivência, atualmente com 41 anos de idade. A estória não guarda o mínimo de credibilidade, pois ele fez a doação por entender que era aquilo que seu coração mandava.”

Disse que o fiel somente fez o pedido de devolução após ter perdido todo o dinheiro do prêmio em “péssimos” negócios.

Em decisão publicada no dia 28 de março, o desembargador Pedro Baccarat, relator do processo no Tribunal de Justiça, declarou que o fiel não conseguiu provar ter sido vítima de coação. Disse que o mero arrependimento não é motivo, de acordo com o Código Civil, para a revogação de uma doação.

O fiel perdeu em primeira e em segunda instâncias mas ainda pode recorrer.

Fonte: Folha de S. Paulo

Silas Malafaia se manifesta após fala de Sônia Hernandes sobre destino dos homossexuais

Silas Malafaia e Sônia Hernandes (Foto: Reprodução)
Silas Malafaia e Sônia Hernandes (Foto: Reprodução)

O pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) se manifestou contra a declaração da Bispa Sônia Hernandes, líder da Igreja Renascer em Cristo, que afirmou que não cabe a ninguém julgar se um homossexual irá ou não para o céu.

Em vídeo, Malafaia afirmou ser “uma vergonha” um pregador que fica colocando “panos quentes no pecado”. Ele não citou nome da Bispa, mas fez questão de lembrar que a Bíblia cita quem irá para o inferno, citando, por exemplo, os idólatras, adúlteros, efeminados, sodomitas, ladrões, avarentos, bêbados, maldizentes e roubadores.

Malafaia ainda criticou o que ele chamou de “politicamente correto gospel”, afirmando que deturpam o Evangelho e pregam um Evangelho falsificado e mentiroso, negando os fundamentos da Palavra de Deus.

A polêmica resposta de Sônia Hernandes

A bispa Sônia Hernandes, líder da Igreja Renascer em Cristo, causou polêmica entre os seus seguidores ao postar um vídeo nas redes sociais em que ela responde se um homossexual irá para o céu.

Na gravação, ela defende que não cabe a ninguém julgar quem vai ou não para o paraíso, e que isso é uma decisão que compete exclusivamente a Deus. Ela acrescenta que Jesus Cristo não julgou ninguém, e que os cristãos deveriam seguir o exemplo dele.

A postagem gerou reações diversas entre os seguidores da bispa. Algumas pessoas concordaram com a sua mensagem de amor e tolerância, enquanto outras argumentaram que a Bíblia é clara em relação aos comportamentos que são considerados pecaminosos, como a homossexualidade.

Algumas pessoas relataram experiências pessoais de conversão, afirmando que abandonaram a prática homossexual após se aproximarem da religião.

“A questão não é julgar e sim pregar e alertar para levar ao conhecimento que o padrão de vida que eles têm não é a vontade de Deus para eles! Isso não é julgar e sim evangelho”, comentou uma pessoa. “Falo por que fui homossexual por 12 rainha da parada gay […] Busquei a igreja, fiz a aula de batismo e foi no mesmo dia do orgulho gay de Campinas SP era eu descendo em direção a minha Igreja Nazareno e todas as pessoas indo em direção a parada gay”, completou.

“A Bíblia diz que devemos andar na contramão do mundo, e quem me convenceu não foi ninguém mais que o Espírito Santo a deixar as minhas práticas, isso faz 5 anos que pela graça de Deus andar em santidade cursando teologia e pregando o evangelho. E qualquer gay será salvo se crer em Jesus se arrepender dos pecados e buscar a vida em santidade ao senhor como qualquer pessoa! Isso não é julgar e levar a verdade da palavra de Deus a eles, e sim um ato de amor em levá-los a salvação”, finalizou o seguidor da Bispa.

Fonte: Portal do Trono

Projeto de lei sobre mídia estatal pode limitar conteúdo cristão no Reino Unido

Televisão e um controle remoto
Televisão e um controle remoto

O Projeto de Lei de Mídia do governo do Reino Unido, publicado no fim de março, tem sido motivo de preocupação para os ingleses, já que pode limitar de forma considerável o conteúdo especificamente cristão.

As redes de TV definidas como “emissoras de serviço público”, entre elas a BBC, que forneciam uma programação bem diversificada — incluindo educação, esportes, questões sociais e religião — poderá ser substituídas por “uma quantidade suficiente de conteúdo audiovisual”.

Esse conteúdo que será estipulado pelo governo vai se limitar a “temas que reflitam as vidas e as preocupações de diferentes comunidades e interesses culturais e tradições dentro do Reino Unido”.

O Projeto de Lei é resultante do “Livro Branco Sobre o Próximo: A visão do Governo para o setor de radiodifusão”, que legisla sobre como o mandato do serviço público deve ser cumprido para atender às necessidades e satisfazer os interesses do maior número possível de públicos.

Conforme a Church Times, o conteúdo deverá “ser apropriado para facilitar a compreensão cívica e o debate justo e bem informado sobre notícias e assuntos atuais nas diferentes partes do Reino Unido e de todo o mundo”.

‘Programação religiosa não será protegida’

“Isso significa que o público pode acessar e aproveitar mais facilmente o conteúdo de origem britânica de alta qualidade e permitir que esse conteúdo projete os valores britânicos globalmente”, defendeu o Livro Branco.

O Sandford St Martin Trust, que concede prêmios anuais para os melhores programas sobre religião e ética e espiritualidade desde 1978, acolheu movimentos para modernizar a atual legislação de radiodifusão. Mas alertou que o projeto de lei “não protegeria ou garantiria o futuro do conteúdo básico das emissoras de serviço público como programação religiosa e ética”.

Para os críticos, esse é um claro sinal de que “ventos contrários enfrentados por nossas emissoras de rádio e televisão estão se intensificando”. A competição está aumentando, os hábitos do público e a tecnologia estão mudando constantemente e os gigantes globais estão fazendo sua presença ser sentida.

“Quem fará a avaliação e quais medidas eles usarão para garantir que o público receba o conteúdo que merece?, questionou Tony Stoller, escritor que defende o direito à liberdade de expressão e religião.

E o Sandford St Martin Trust disse que “ignorar a religião é deixar um buraco no coração do serviço público de radiodifusão”.

Fonte: Guia-me com informações de Church Times

Cristianismo está explodindo na Índia, apesar da perseguição, diz missionário

Cristãos orando durante culto na Índia
Cristãos orando durante culto na Índia

Ao longo de 65 anos, a Mission Cry despachou diversos contêineres marítimos contendo Bíblias e livros cristãos gratuitos para a Índia e outras 177 nações. Nesse período, o ministério desenvolveu relacionamentos positivos com crentes locais responsáveis pela distribuição de literatura cristãs.

No entanto, segundo o presidente da Mission Cry, Jason Woolford, “apenas este ano, estamos tendo dificuldades para permitir a entrada de contêineres.”

Ele explica que após o presidente da Índia instalar leis anticonversão, os hindus radicais em muitas dessas áreas, onde enviam os materiais “literalmente destruíram as igrejas até a fundação”.

Woolford diz que recentemente missionários da Mission Cry testemunharam um ataque contra os crentes pelos radicais, quando tentavam introduzir os materiais. “Porque os cristãos os colocaram, eles derrubaram a igreja e os banheiros gratuitos”.

Igreja em crescimento

Apesar disso, ele afirma que táticas de intimidação não impedirão a propagação do Evangelho. A Mission Cry está empenhada em enviar um novo contêiner para a cidade indiana de Chandigarh, repleto de meio milhão de dólares em Bíblias e livros cristãos gratuitos para distribuição.

“Em uma igreja naquela área, passou de 400 para 2.000 pessoas em menos de um ano”, diz Woolford. “O cristianismo está explodindo lá e eles estão tentando detê-lo, e nenhum homem vai impedir o que Deus está fazendo nessa área.”

Na Índia, muitas pessoas vivem da diária, ou seja, o que ganham no dia é o que sustenta até o próximo. Livros são considerados um luxo inacessível para esses trabalhadores, e ter uma Bíblia é ainda mais improvável.

Ganhar uma Bíblia, mesmo em inglês, é incrivelmente valioso em várias partes da Índia. Woolford explica: “O inglês é a língua financeira do mundo”, e a Mission Cry só envia suas Bíblias e livros cristãos onde os textos em inglês são desejados e úteis.

Cada contêiner enviado para a Índia custará cerca de US$ 11.000.

Woolford também pede oração “para que continuemos a favorecer os despachantes de lá. Então também, eles podem estar orando… por sustentabilidade para nossos irmãos e irmãs em sua fé enquanto eles estão passando por essas coisas… que eles sabem que não serão esquecidos. E eles saberão que não foram esquecidos porque pessoas como nós e aqueles que estão ouvindo vêm em seu auxílio com a Palavra de Deus.”

Fonte: Guia-me com informações de MNN Online

Morre George Verwer, pioneiro do movimento missionário

O missionário americano George Verwer morreu em 14 de abril de 2023 aos 84 anos (Foto: Reprodução/CBN News)
O missionário americano George Verwer morreu em 14 de abril de 2023 aos 84 anos (Foto: Reprodução/CBN News)

O missionário George Verwer morreu aos 84 anos na noite de 14 de abril, após uma doença grave. Ele estava cercado por sua família, em sua casa perto de Londres.

Fundador da Operação Mobilização (OM), George era descrito como “o estadista missionário norte-americano mais notável dos últimos 60 anos”.

Considerada uma das principais instituições de caridade missionária do mundo, a OM foi dirigida por George por mais de quatro décadas.

O missionário norte-americano era conhecido globalmente por seu compromisso com o evangelismo. George distribuiu mais de um milhão de livros gratuitos ao longo de sua vida.

Durante as últimas duas décadas, desde que se afastou da liderança da Operação Mobilização, George gerenciou projetos especiais, falou em eventos da igreja e produziu mais de doze livros.

George nunca hesitou em reconhecer suas próprias imperfeições e honrar a Deus, que generosamente perdoa e opera através das pessoas, apesar de suas falhas. Ele se referiu a isso como “messiologia”.

Em seu livro “Drops from a Leaking Tap”, de 2008, ele disse: “Forte em Deus, um gigante espiritual – algumas pessoas realmente me chamam assim. Elas não me conhecem.”

“Eu sou um pecador, que está ficando mais forte com o passar dos anos, que rasteja de volta à cruz quando peca e descobre que Deus ainda o ama e ainda o usará para trazer outros a Cristo”.

“Isso é graça, não é?”

Billy Graham

Foi em um evento evangelístico de Billy Graham em Nova York, que George, aos 17 anos, fez um compromisso com Cristo pela primeira vez.

Esse compromisso se tornou vitalício com seu trabalho missionário. Em 2016, George disse: “À medida que descobri mais nações e quantas não foram alcançadas, a visão de alcançá-las começou a crescer em meu coração e mente.”

“Quando comecei a perceber que o financiamento era necessário com urgência, comecei a vender tudo o que podia e doei o dinheiro para missões mundiais.”

“Arranjei um emprego de garçom no restaurante da faculdade para poder doar mais.”

Sua paixão pelo evangelismo e missões continuaria por toda a sua vida, muito além da idade de aposentadoria.

“Ainda estou muito motivado para ver todos no mundo recebendo o evangelho pelo menos uma vez… [para] ter a oportunidade de ouvir sobre a graça salvadora por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, e espero poder, até meu último suspiro, continue a compartilhar essa mensagem”, disse ele em 2015.

Homenagens

George foi homenageado em todo o mundo por líderes da igreja.

Matthew Skirton, CEO da OM no Reino Unido, afirmou: “George realmente praticou o que pregou. Sua autenticidade e paixão por alcançar os perdidos, mas também sua humildade e transparência ao compartilhar suas lutas, tiveram um impacto profundo em minha vida e sei que tocaram, encorajaram e desafiaram muitos outros também.”

“George era um servo de Deus. Um homem de oração, com uma memória incrível, permanecendo conectado com milhares e sempre demonstrando compaixão, perdão e generosidade – especialmente para aqueles que erraram ou caíram em desgraça.”

“Ele era incrivelmente generoso e generoso; ele deixa um legado extraordinário dentro da OM, mas também nas centenas de organizações que foram formadas ou são lideradas por ex-OMers.”

“Ele foi um líder pioneiro em uma grande e influente organização missionária, mas seu coração nunca foi principalmente para a missão da OM, mas sim para a missão de Deus, o reino de Deus.”

Loren Cunningham, fundador da Youth With A Mission (JOCUM), disse: “Quero agradecer a Deus por George, por sua vida, por OM e tudo o que significa.

“Agradeço a Deus por ter conhecido George, por tê-lo conhecido e por ter visto o trabalho de seu ministério e seu coração, e as pessoas que o seguem, que tocou milhões de vidas em todo o mundo.”

George deixa sua esposa, Drena, seus três filhos, além de netos e bisnetos. Eles pediram privacidade neste momento.

Fonte: Guia-me com informações de Premier

Terroristas matam 33 cristãos em vila na Nigéria

Funeral dos cristãos mortos pelos Fulanis, na Nigéria (Foto: Reprodução/Facebook)
Funeral dos cristãos mortos pelos Fulanis, na Nigéria (Foto: Reprodução/Facebook)

Terroristas Fulani e outros terroristas mataram 33 cristãos em um ataque na noite de sábado até a madrugada de domingo (15 a 16 de abril) no estado de Kaduna, na Nigéria.

Moradores da área disseram que Fulani ao lado de outros terroristas armados invadiram a vila predominantemente cristã de Runji, no condado de Zangon Kataf, por volta das 22h do sábado (15 de abril).

“Por favor, ore por nós. É um domingo negro, pois 33 cristãos foram mortos por terroristas nas primeiras horas de domingo, 16 de abril”, disse Mugu Zakka Bako, morador da área, em uma mensagem de texto para o Morning Star News. “Eles também foram enterrados hoje, segunda-feira, 17 de abril.”

O Rev. Jacob Kwashi, bispo da Diocese Anglicana de Zonkwa, estado de Kaduna, presidiu o enterro em massa dos 33 cristãos.

“Nos últimos sete anos e meio, nós no sul de Kaduna vimos o trabalho dos malvados que decidiram que continuarão lançando o mal sobre nós em nossa terra até que não saibamos quando eles vão parar,” Kashi disse. “Sempre foi óbvio e claro que o governo é capaz de parar esse mal, seja o governo do estado de Kaduna ou o governo da Nigéria, eles são capazes, eles são capazes de parar esse mal, mas a verdade é isso, eles estão prontos e dispostos a parar esse mal?

O Rev. Bauta Motty, um líder cristão do sul do estado de Kaduna e ex-secretário geral da Igreja Evangélica Winning All (ECWA), disse em um comunicado que o ataque à vila de Runji foi o terceiro contra cristãos da área em uma semana. Ele disse que o ataque a Runji deixou muitos feridos e queimou muitas casas; relatórios publicados citaram um funcionário do governo dizendo que 40 casas foram destruídas.

“Antes disso, dois cristãos foram mortos quatro dias antes na mesma aldeia”, disse Motty. “Isto está ao lado dos 17 cristãos que foram mortos há quatro dias na aldeia de Atak Njei.”

A moradora da área, Grace Bamaiyi, disse que quase metade das casas da vila foram queimadas. Outro morador, John Kantiyok, descreveu o ataque como um massacre.

“Vamos orar pela vila de Runji na área do governo local de Zangon Kataf, que sofreu um forte ataque na noite de domingo”, disse Kantiyok em uma mensagem de texto ao Morning Star News. “Muitos cristãos são mortos, e quase metade das casas da aldeia foram queimadas e destruídas. É nada menos que um massacre.”

Francis Sani, funcionário do conselho da área de governo local de Zangon Kataf, em um comunicado à imprensa, confirmou a morte dos 33 cristãos.

“Os terroristas em grande número mutilaram e queimaram principalmente mulheres e crianças, incendiaram casas e invadiram várias casas dentro da comunidade, deixando um rescaldo de assassinato horrível de 33 pessoas, com quatro sofrendo vários graus de ferimentos e alguns, em estado crítico, foram encaminhados ao Hospital Especializado e propriedades no valor de milhões foram destruídas”, disse Sani. “Estamos devastados e chocados com o nível de carnificina e derramamento de sangue sem sentido.”

Samuel Aruwan, porta-voz do estado de Kaduna, disse que as tropas “tiveram um encontro feroz com os terroristas e ainda estão na área geral”.

“Enquanto esperava por um relatório detalhado, o governador Nasir El-Rufai, que recebeu o relatório preliminar nas primeiras horas do domingo, condenou os assassinatos como inaceitáveis ​​e injustificáveis”, disse Aruwan. “O governador se solidarizou com as famílias que perderam seus entes queridos e orou pelo repouso das almas das vítimas. Ele também orou pela rápida recuperação dos feridos”.

Mortes, estupros e sequestros

A Nigéria liderou o mundo em cristãos mortos por sua fé em 2022, com 5.014, de acordo com um relatório da Portas Abertas. Também liderou o mundo em cristãos sequestrados (4.726), agredidos ou assediados sexualmente, casados ​​à força ou abusados ​​física ou mentalmente, e teve o maior número de casas e empresas atacadas por motivos religiosos. Como no ano anterior, a Nigéria teve o segundo maior número de ataques a igrejas e pessoas deslocadas internamente.

Na Lista Mundial da Perseguição de 2023 dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria saltou para o sexto lugar, sua classificação mais alta de todos os tempos.

“Militantes do Fulani, Boko Haram, Província do Estado Islâmico da África Ocidental (ISWAP) e outros conduzem ataques a comunidades cristãs, matando, mutilando, estuprando e sequestrando para resgate ou escravidão sexual”, observou o relatório. “Este ano também viu essa violência se espalhar para a maioria cristã ao sul da nação… O governo da Nigéria continua a negar que isso seja perseguição religiosa, então as violações dos direitos dos cristãos são realizadas com impunidade.”

Contando com milhões na Nigéria e no Sahel, os Fulani predominantemente muçulmanos compreendem centenas de clãs de muitas linhagens diferentes que não possuem visões extremistas, mas alguns Fulani aderem à ideologia islâmica radical, o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos do Reino Unido para a Liberdade Internacional ou Crença (APPG) observou em um relatório recente.

“Eles adotam uma estratégia comparável ao Boko Haram e ISWAP e demonstram uma clara intenção de atingir os cristãos e símbolos poderosos da identidade cristã”, afirma o relatório do APPG.

Líderes cristãos na Nigéria disseram acreditar que os ataques de pastores terroristas Fulani às comunidades cristãs no Cinturão Médio da Nigéria são inspirados por seu desejo de tomar à força as terras dos cristãos e impor o Islã, já que a desertificação tornou difícil para eles sustentar seus rebanhos.

Folha Gospel com informações de Morning Star News

Dezenas de pessoas condenadas por postar mensagens religiosas online, no Cazaquistão

Montagem da bandeira do Cazaquistão com mãos postas e uma Bíblia
Montagem da bandeira do Cazaquistão com mãos postas e uma Bíblia

As autoridades do Cazaquistão instauraram pelo menos 143 processos administrativos em 2022 relacionados à liberdade de religião ou crença. A maioria (130) terminou com condenações, relata o grupo de direitos humanos Forum 18.

“A punição administrativa é utilizada com a finalidade de educar o infrator, no espírito do cumprimento das exigências da legislação e do respeito pela lei e ordem, bem como prevenir o infrator de cometer novos delitos”, disse um tribunal em Oral (Uralsk).

Além dos processos administrativos, o Fórum 18 denuncia que “a polícia e o Ministério Público utilizam frequentemente a ameaça de tais processos para intimidar indivíduos que têm exercido o seu direito à liberdade de religião ou crença”.

A maioria dos casos punidos em 2022 foi por postar mensagens, textos e gravações religiosas em suas redes sociais sem permissão do estado (54), seguidos pelos processados ​​por oferecer literatura religiosa para venda sem permissão do estado, seja em lojas ou online (30).

O resto das infrações vão desde realizar cultos sem permissão, tentar importar livros religiosos, dizer a palavra amém em mesquitas, ensinar religião a crianças ou compartilhar o evangelho em público, entre outras coisas.

Multas, a sanção mais comum

A maioria das sentenças foram multas entre três semanas e dois meses de salário médio. Os tribunais também proibiram indivíduos de atividades religiosas por três meses ou por um período indeterminado.

Em processos administrativos envolvendo literatura e artigos religiosos, os tribunais costumam determinar a devolução dos materiais apreendidos após o pagamento da multa.

No entanto, em 2022, os tribunais ordenaram a destruição de literatura religiosa em dois casos, ambos relacionados a livros islâmicos.

O Fórum 18 explica que “quem se recusar ou deixar de pagar as multas pode ser colocado na lista de devedores proibidos de sair do país. Os oficiais de justiça também podem ordenar que os fundos sejam deduzidos de seus salários ou confiscar bens em seu lugar”.

O Conselho das Igrejas Batistas recusou-se a pagar multas, argumentando que não deveriam ser punidos por seu direito à liberdade de religião ou crença.

Os mais afetados por esses casos foram os muçulmanos, mas protestantes, Testemunhas de Jeová, pessoas de fé desconhecida, instituições de caridade e vendedores comerciais e particulares também estavam entre os alvos dos processos de 2022.

Um membro do Conselho de Igrejas Batistas disse ao Fórum 18 que pela primeira vez em muitos anos “não houve multas em 2022, graças a Deus”. No ano anterior, o culto de Natal da igreja foi invadido pela polícia, resultando em duas multas.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Cerca de 10 mil pais assinam petição contra personagens trans na Disney

Logo do canal Disney + (Foto: Reprodução)
Logo do canal Disney + (Foto: Reprodução)

A atriz Margaret Cho, que interpreta uma orientadora LGBT no novo filme da Disney+ “Prom Pact” (“Um Pacto de Amizade”), descreveu seu papel no longa como “uma personagem queer que é alguém que as crianças admiram”, e afirmou que acredita ser algo “realmente incrível”.

Enquanto isso, cerca de 10.000 pais, avós e outros adultos preocupados com o bem estar das crianças assinaram uma petição instando a The Walt Disney Company a suspender o conteúdo com conotações sexuais de sua plataforma de streaming.

Segundo a Faithwire, a petição liderada pela organização “Parents Television and Media Counsil”, tem o objetivo de fazer a Disney “voltar a produzir conteúdo edificante, limpo e inspirador em que as famílias possam confiar”.

Margaret, de 54 anos, disse que é hora de ter um protagonista LGBT em um filme da Disney.

“Eu adoraria vê-los em todos os lugares. Ver personagens trans e diferentes tipos de pessoas em papéis como princesa da Disney, príncipe da Disney e tudo da Disney”, declarou ela em uma entrevista ao Times of India.

Declínio nos lançamentos atuais

De acordo com o site IMDb, “Prom Pact” estreou no Disney Channel em 30 de março e depois foi para o Disney+, em uma versão mais longa, onde “alguns diálogos mais explícitos” sobre a sexualidade foram lançados.

O filme de animação “Strange World” (“Mundo Estranho”), lançado nos cinemas pela The Walt Disney Company destinado a famílias com crianças pequenas, foi um fracasso de bilheteria.

Segundo a Faithwire, “Strange World” está cheio de histórias políticas e morais consideradas problemáticas para crianças, incluindo um enredo sobre um casal do mesmo sexo.

Outro fracasso da Disney foi a continuação de “Toy Story”, a partir da história do personagem “Lightyear”, onde duas personagens femininas se beijam.

Apesar dos resultados negativos, Karey Burke, presidente de entretenimento geral e Disney, afirmou durante uma reunião interna na primavera passada que gostaria de ver “muitos personagens LGBTQIA” em filmes e programas de TV da Disney. Ela deseja incorporar mais personagens identificados como LGBT no conteúdo da Disney de forma mais ampla.

Fonte: Guia-me com informações de Faithwire

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