A Índia está em destaque no mais recente Relatório de Perseguição da Release International.
A atual posição do país no relatório está relacionada aos distúrbios anticristãos que deixaram mais de 2.500 crentes desabrigados, de acordo com a International Christian Concern (ICC).
Segundo o ICC, os radicais hindus saquearam e vandalizaram centenas de lares cristãos durante os feriados de Natal e Ano Novo.
Um sobrevivente descreveu uma multidão furiosa avançando em direção à sua aldeia em Chhattisgarh carregando armas afiadas e paus.
O pastor Kanan relatou que uma multidão enfurecida se aproximou de sua aldeia em Chhattisgarh portando armas afiadas e paus, e que ele e sua família tiveram que correr para a selva para escapar da morte.
“Eles teriam matado a mim e a minha família se não tivéssemos fugido para a selva”, disse o pastor.
Proibição geral
Cada vez mais estados indianos, incluindo Chhattisgarh, estão aprovando leis anticonversão e há um movimento crescente para implementar uma proibição em todo o subcontinente.
As comunidades cristãs estão na mira dos radicais à medida que mais membros da subclasse dalit se voltam para o cristianismo.
Isso mostra que as leis anticonversão estão fomentando a intolerância e incentivando grupos de radicais hindus a atacar minorias religiosas, como cristãos e muçulmanos.
“Não sobrou nada para nós, incluindo a casa. Eles quebraram a porta da frente e destruíram tudo”, disse o sobrevivente de um ataque recente, Ajay, de Shantinagar, à ICC.
Na véspera de Natal, cinco famílias cristãs foram expulsas de uma outra aldeia por se recusarem a abandonar sua fé, quando confrontadas por uma multidão.
Ameaças de morte
Os extremistas hindus os ameaçaram de morte se algum deles voltasse para a aldeia, de acordo com o ICC. A turba disse que só poderia retornar se se reconvertessem ao hinduísmo.
“A Release International nomeou a Índia como um país de preocupação particular em nosso relatório de Tendências de Perseguição de 2023”, informou a organização.
Além disso, o país é destaque no Relatório de Perseguição de fevereiro da Release International, que é transmitido pela televisão cristã no Reino Unido e distribuído mundialmente.
Fonte; Guia-me com informações de International Christian Concern
André Valadão responde pergunta sobre Lula no seu Instagram
O pastor da Igreja Batista da Lagoinha, André Valadão, viralizou nas redes sociais com mais uma de suas espirituosas respostas a perguntas de internautas. Desta vez, o líder religioso respondeu se batizaria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
André não só afirmou que batizaria, como deixaria o petista mergulhado na água por 30 segundos, para uma “limpeza”.
– Se eu batizaria o Lula? Batizaria, mas eu deixava uns 30 segundos ali debaixo d’água, para dar uma limpada ali com força – disse o pastor em seu perfil com 5,5 milhões de seguidores no Instagram.
O pastor está sendo criticado sob um sensacionalismo de esquerda de que se trata de uma “apologia à tortura”.
Na tarde desta terça-feira (14), Valadão usou os stories do Instagram para falar sobre a repercussão, dizendo que suas redes foram invadidas por petistas e lulistas.
– Sempre fui e sempre serei contra a ideologia petista. Nunca votaria em uma pessoa como o Lula (…). Quem tem dificuldade com isso que aguente, deveria ser simples assim – declarou.
O pastor enfatizou a liberdade de expressão.
– O país caminha para um lugar fora de liberdade – afirmou.
O pastor da Lagoinha Global já se envolveu em outras polêmicas, principalmente em relação a política. Ferrenho apoiador de Bolsonaro, André Valadão apareceu em um vídeo lendo um texto em que se retrata de acusações feitas ao então presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em meados de outubro de 2022, entre o 1º e 2º turno das eleições gerais.
Segundo Valadão diz na gravação, a retratação teria sido determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A assessoria do TSE garantiu que não houve nenhuma determinação nesse sentido emitida pela corte.
No dia 1º de novembro, as contas do pastor André Valadão, no Twitter e no Instagram, foram retiradas do ar. O Twitter disse que a conta de Valadão foi retida no Brasil “em resposta a uma demanda judicial”. No Instagram, ele tinha mais de 5,5 milhões de seguidores.
No final de dezembro André Valadão teve a sua conta oficial no Instagram de volta. Logo após a liberação, o cantor gospel realizou uma live ao lado dos seus filhos anunciando a sua volta a plataforma.
Mais tarde, Valadão publicou uma imagem brincando com o momento e escreveu ” Eu voltei”, em referência a música do cantor Roberto Carlos.
Folha Gospel com informações de Pleno News, Fuxico Gospel e G1
Há um vídeo em espanhol e mensagens circulando nas redes sociais sobre o assassinato de 24 cristãos na Turquia, duas semanas antes dos terremotos que atingiram o país.
No vídeo falso, um pastor diz que recebeu uma mensagem de um missionário da Turquia dizendo que o terremoto seria um castigo de Deus por 24 missionários terem sido mortos em praça pública por serem cristãos. Isso teria ocorrido duas semanas antes do terremoto que já matou mais de 30 mil pessoas, na Turquia.
“Duas semanas antes do terremoto destruir parte da Turquia,eles mataram 24 missionários por serem cristão derramaram o sangue deles em praça pública Deus não iria ficar sem resposta Aí dos que tocam nos ungidos de Deus que fazem a sua obra com obediência“, diz a mensagem que acompanha o vídeo.
O pastor questiona o interesse das pessoas em orar pela Turquia e diz que é necessário interceder para que os cristãos como ele sejam protegidos de ações como essas.
O texto que circula é vago, alarmista, tem erros de ortografia e não cita qualquer fonte confiável que confirme a história. Nem o nome de uma cidade é citada, apenas de um país e um missionário.
Também não há interesse em comunicar as autoridades internacionais sobre a violação do direito humano de crença. Se a informação fosse correta, o fato deveria ser denunciado.
Além disso, na mensagem, o pastor parece desencorajar a oração pela Turquia e sugestiona que o terremoto seja uma punição de Deus pela morte dos cristãos, porém, a tragédia não só matou quem é de outras religiões como também vitimou cristãos no país.
Conclui-se então, que é falsa a informação que aponta que 24 missionários cristão foram mortos na Turquia duas semanas antes do terrível terremoto de 2023 no país. A história surgiu do nada e está alardeada sem qualquer prova e muito sensacionalismo.
Folha Gospel com informações de Boatos.Org e Portas Abertas
Um tribunal da Nicarágua condenou o bispo católico Rolando Alvarez a mais de 26 anos de prisão sob a acusação de traição, atentado contra a integridade nacional e divulgação de notícias falsas depois que o crítico do presidente Daniel Ortega se recusou a ser expulso para os Estados Unidos como parte de um prisioneiro liberar.
Alvarez, bispo da diocese de Matagalpa, também foi multado e perdeu sua cidadania nicaraguense, informou a Reuters , observando que sua sentença foi antecipada inesperadamente em relação à data original no final de março, sem explicação.
O bispo se recusou a se juntar a outros 222 presos políticos, incluindo quatro padres, que foram expulsos para os Estados Unidos na quinta-feira como parte de um acordo com o Departamento de Estado dos EUA, informou a Agência Católica de Notícias, acrescentando que optou por permanecer na Nicarágua para apoiar o Católicos enfrentando repressão sob a ditadura.
Em comentários televisionados, Ortega criticou os prisioneiros libertados como “mercenários criminosos” de potências estrangeiras que buscam minar a soberania nacional.
Alvarez, que estava detido em uma casa na capital Manágua, foi transferido para a prisão La Modelo Tipitapa, informou o grupo britânico Christian Solidarity Worldwide em um comunicado .
A chefe de advocacia da CSW, Anna Lee Stangl, disse que enquanto seu grupo aprecia o trabalho dos EUA para abrir um canal legal e seguro para os prisioneiros deixarem a Nicarágua, “observamos que a escolha supostamente oferecida a esses indivíduos pelo governo da Nicarágua de permanecer na prisão em condições desumanas ou indo para o exílio forçado é algo que ninguém deveria ser forçado a fazer.”
O bispo Alvarez e vários outros padres e seminaristas foram presos em agosto passado em meio a crescentes tensões entre a Igreja Católica e o governo de Ortega, que se tornou cada vez mais intolerante com qualquer forma de dissidência.
A polícia federal da Nicarágua alegou ter prendido Alvarez para “recuperar a normalidade dos moradores e famílias de Matagalpa” e, se não o tivessem prendido, ele teria continuado com “atividades desestabilizadoras e provocativas”, informou a Agência Católica de Notícias na época .
Silvio Baez, um bispo sênior da Nicarágua exilado em Miami, chamou a sentença de “irracional e fora de controle”, elogiando a “elevação moral” de Alvarez e prevendo em um tuíte que ele acabaria sendo libertado.
O congresso da Nicarágua, dominado pela Frente Sandinista de Libertação Nacional de Ortega, ordenou o fechamento de mais de 1.000 organizações não-governamentais, incluindo a instituição de caridade de Madre Teresa, informou a PBS na época.
O Papa Francisco expressou preocupação com a perseguição aos líderes da Igreja Católica considerada uma ameaça aos poderes governantes.
“Acompanho de perto, com preocupação e dor, a situação na Nicarágua, que envolve pessoas e instituições”, disse o papa em seu discurso aos peregrinos na Praça de São Pedro para sua bênção semanal após a prisão de Alvarez. “Gostaria de expressar minha convicção e minha esperança de que, por meio de um diálogo aberto e sincero, ainda se possa encontrar a base para uma convivência respeitosa e pacífica”, disse ele, conforme noticiado na época pelo Vatican News .
Um relatório anterior da advogada nicaragüense Martha Patricia Molina Montenegro, membro do Observatório Pró-Transparência e Anticorrupção, disse que mais de 190 ataques ocorreram contra a Igreja Católica desde 2018. Ela foi citada pela CNA como tendo dito que “Ortega teme não um.”
“A polícia está agindo como um grupo criminoso que não se submete ao estado de direito e mais uma vez deixa claro que a Nicarágua é uma ditadura onde agem de acordo com o capricho e o estado de espírito do presidente Daniel Ortega e sua consorte”, disse ela. disse.
Uma ideologia na Nicarágua retrata Ortega como sendo “ungido por Deus… para a sagrada Nicarágua”.
Uma tendência de perseguição começou na Nicarágua após protestos contra as reformas do sistema público de pensões em abril de 2018. Os protestos ocorreram após cerca de uma década de deterioração das condições econômicas no país. Os manifestantes, em sua maioria estudantes, exigiam reformas democráticas e a renúncia do presidente Ortega e sua esposa, a vice-presidente Rosario Murillo, ao estabelecerem uma ditadura marcada por nepotismo e repressão.
Nos primeiros dias dos protestos de 2018, Ortega solicitou que a Igreja Católica atuasse como mediadora. Mas seu governo também começou a usar força brutal contra os manifestantes e, posteriormente, contra o clero católico.
O clero católico ajudou e forneceu refúgio aos manifestantes e expressou apoio ao direito de protestar pacificamente. Mas, como resultado, Ortega usou seu governo e apoiadores para perseguir membros do clero, fiéis e várias organizações católicas.
Centenas de pessoas morreram nos protestos em 2018.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
“Morte e poeira cinzenta estavam em todos os lugares que você pode ver”, diz Leyla Samar. “A morte me cerca. Prédios destruídos.”
Falando sobre uma conexão interrompida, Leyla, uma trabalhadora de ajuda alimentar dos Centros de Esperança da Portas Abertas em Aleppo, lutou para encontrar as palavras para o que viu ao entrar na cidade.
“As pessoas ficam paradas nas ruas ao lado de seus carros”, diz ela. “Eles dizem: ‘Este carro, esta é a minha casa agora.'”
11 anos de bombardeios na guerra civil da Síria deixaram a cidade de Aleppo com alvenaria rachada e instável e uma infraestrutura em ruínas. Imagens de mídia social filmadas durante o terremoto – verificadas pela BBC – mostram blocos de apartamentos inteiros balançando e desabando enquanto famílias correm gritando debaixo deles.
Testemunhas oculares agora descrevem uma paralisia do terror na cidade. Uma série de fortes tremores secundários deixou as pessoas com muito medo de entrar novamente nos prédios deixados de pé.
“Eu testemunhei outro terremoto esta tarde”, disse Leyla aos jornalistas. “As pessoas em todos os lugares estão agora tão cheias de medo. Nossa necessidade urgente é que cada prédio seja avaliado, por segurança, antes que alguém possa voltar para dentro de casa. Mas não há suporte para isso agora.”
O tremor ocorreu às 4h desta segunda-feira. Aqueles que foram rápidos o suficiente para deixar suas casas se viram em temperaturas noturnas congelantes, sem roupas ou sapatos quentes.
Enquanto a cidade entra em mais um dia de luto, voluntários e funcionários da igreja estão correndo para conseguir alimentos, cobertores e kits de higiene. Os parceiros dos Centros de Esperança da Portas Abertas agora estão distribuindo ajuda em sete locais em Aleppo e Latakia, com mais de mil pessoas em apenas uma igreja.
Fora de Aleppo, vastas áreas do noroeste da Síria ainda são inacessíveis por telefone. A região está envolvida na guerra civil e, para as áreas sob controle das forças da oposição, existe apenas uma pequena travessia na fronteira com a Turquia como uma estrada para levar ajuda.
‘Enraizados mais profundamente em sua fé’
Mosteiros e igrejas de todas as denominações – maronitas, ortodoxas orientais e gregas, católicas e muitas outras – estão abrindo suas portas para lidar com a falta de moradia em massa.
Os líderes da Igreja estão enfatizando que todos são bem-vindos, independentemente de fé, nacionalidade ou política.
“É uma situação humanitária desesperadora”, disse o arcebispo católico caldeu, Antoine Audo, a repórteres. Sua residência abriga cerca de 50 pessoas, incluindo idosos e bebês. Outros estão abrigados na Catedral Maronita de Santo Elias; 1.600 no bispado ortodoxo grego; e mais de 2.000 no Convento Franciscano de Aleppo.
“Não há eletricidade, não há combustível, o inverno é muito rigoroso e faz frio por dentro e por fora. Há muita pobreza”, diz o arcebispo Audo.
Os Centros de Esperança Portas Abertas já atingem cerca de 5.400 pessoas. Eles estão distribuindo duas refeições por dia – principalmente sanduíches – e fornecendo cobertores e um lugar para descansar. Voluntários e clérigos estão ouvindo enquanto as pessoas contam suas experiências.
“Estamos descobrindo que muitas pessoas estão olhando para isso como um sinal para se enraizar mais profundamente em sua fé”, diz Leyla Samar.
“Uma família, uma senhora que mora no quinto andar de seu quarteirão, com sua mãe e filho idosos, nos contou como eles correram enquanto o prédio desabava ao redor deles. Seu filho, que era descrente, estava clamando graças a Deus enquanto eles escapavam.”
‘Fortalecer o que resta’
O terremoto é um golpe em especial para aqueles que trabalham para reconstruir a igreja síria.
A Síria tem um significado precioso no Cristianismo – tanto Antioquia quanto Damasco foram centros vitais para a igreja primitiva. O aramaico, a língua que Jesus falava, ainda é falado em alguns lugares.
Mas quando o ISIS começou a atacar e tomar cidades em 2013, o deslocamento em massa de cristãos começou.
Onde quer que o ISIS assumisse o controle, os cristãos eram obrigados a se converter, pagar o imposto religioso jizya ou enfrentar a morte. Centenas de cristãos – incluindo bispos da Igreja Ortodoxa Grega e Síria – foram sequestrados.
Ibrahim Najjar, um trabalhador comunitário cristão do projeto Centers of Hope apoiado pela Open Doors, diz que os efeitos duradouros do horror causado pelo ISIS agora são agravados pelo perigo contínuo de se deslocar por vilas e cidades destruídas.
“A sensação de incerteza e isolamento está aumentando”, disse ele a jornalistas por telefone. “Agora, como eles veem, até mesmo suas próprias casas não são seguras o suficiente. Eles sentem que vivem em casas que são facilmente quebradas e podem cair. Portanto, sua sensação de insegurança e insegurança está aumentando.”
Pastores e obreiros da igreja estão orando para que a pequena comunidade cristã seja capaz de suportar a exaustão e a incerteza que enfrentam.
“Nosso objetivo é fortalecer o que resta. Precisamos ajudar os cristãos, não apenas com ajuda de emergência, mas também precisamos pensar no longo prazo”, diz Ibrahim Jaffar.
“Assim como nossos prédios de igrejas têm funcionado como refúgios robustos para a população de Aleppo, ore para que o corpo de Cristo aqui também seja forte e resiliente.
“A Síria precisa do serviço e resiliência de sua minoria cristã, mais do que nunca.”
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Estudantes da Asbury University, em Wilmore, Kentucky, Estados Unidos reunidos em oração.
Centenas de estudantes da Asbury University, em Wilmore, Kentucky, Estados Unidos, se reúnem em oração ininterrupta há mais de uma semana. O clamor já dura mais de 140 horas. O local é o mesmo quando, no mês de fevereiro de 1970, ocorreu um grande avivamento entre os universitários norte-americanos. A história, que ultrapassa gerações, tem influenciado a igreja.
O culto, que faz parte da rotina da Asbury University, teve início na manhã de quarta-feira (8). Alexandra Presta, aluna e editora do jornal do campus The Collegian, afirmou que, após o término da reunião, cerca de 30 alunos permaneceram na capela Hughes Auditorium. Professores, líderes da igreja local e alunos do seminário chegaram, E, assim, um grande evento de quebrantamento e louvor ao Senhor foi iniciado.
“Desde então, não parou. Tem sido uma mistura de adoração, testemunho, oração, confissão, silêncio”, relatou Alessandra, que chamou o acontecimento de “uma experiência plena do Espírito Santo”. Ela divulgou ainda que mais de mil pessoas desde a quarta-feira. Alguns foram embora e retornaram mais tarde. Já outros dormiram “dormiram no chão e louvaram a Deus sem parar”.
No sábado (11), Eric Allen, líder da equipe de missões da Convenção Batista de Kentucky, compareceu ao culto. De acordo com ele, o que está acontecendo na Asbury University é um avivamento genuíno.
“Sherry (esposa de Allen) e eu estávamos lá apenas alguns minutos cantando, quando nós dois ficamos emocionados e em lágrimas porque a presença de Deus era tão real naquele lugar. Pudemos sentir isso. Houve louvor e adoração genuínos. Tudo apontava para Deus e era muito centrado em Cristo”, detalhou Eric, em entrevista à Baptist Press.
Ele afirmou ainda que havia liberdade do Espírito no encontro, mas também ordem. “Uma das coisas que notei foi que havia espontaneidade e ordem no que estava acontecendo. Não era um tipo de ordem sufocante ou restritiva, porque também havia liberdade para as pessoas testemunharem, cantarem ou orarem, e a liberdade nunca era selvagem ou sem ordem”, afirmou e continuou: “As pessoas têm fome de ver Deus em ação, e acho que é isso que atrai as multidões. Elas querem ver Deus fazer algo grande em nossas vidas e em nosso meio”.
Fonte: Comunhão com informações The Christian Post e Baptist Press
Um relatório divulgado nesta segunda-feira (13) aponta que cerca de 4.815 crianças foram abusadas sexualmente por membros da Igreja Católica de Portugal nos últimos 70 anos.
A confirmação é a conclusão de uma investigação realizada por uma comissão independente formada a pedido da própria igreja durante 2022 que pretendia averiguar suspeitas de abuso que vinham sendo denunciadas nos últimos anos.
De acordo com o levantamento, aproximadamente 77% dos supostos abusadores eram padres que atuava em igrejas do país. Já outros supostos abusadores tinham algum tipo de ligação com a igreja.
A comissão investigou supostos casos e denúncias de abusos sexuais contra menores que ocorreram a partir da década de 50.
“(Queremos) prestar uma homenagem sincera àqueles que foram vítimas de abuso na infância e ousaram dar voz ao silêncio”, declarou o chefe da comissão, o psiquiatra infantil Pedro Strecht. “Eles são muito mais do que uma estatística.”
Ainda não houve uma manifestação forma da igreja católica portuguesa após a divulgação do relatório. Bispos do país pretendem discutir o relatório no próximo mês.
O trabalho foi iniciado em janeiro de 2022, após um relatório na França revelar que cerca de 3.000 padres e autoridades religiosas abusaram sexualmente de mais de 200.000 crianças no país.
Cristãos participam de culto em Cuba, enquanto uma das fiéis expõe sua Bíblia. (Foto: United Bible Societies)
O novo relatório da CSW (Christian Solidarity Worldwide), uma organização jurídica que defende a liberdade de religião, constatou que as violações em Cuba “mais que dobraram” no ano de 2022, quando comparado a 2021.
Tais violações incluem assédio, detenção arbitrária, restrições de movimento e viagens, impedimento de assistir a cultos e reuniões religiosas, confisco de bens e propriedades, além de ataques em mídias sociais.
O relatório documenta 657 violações, no ano passado, e a organização as descreve como um “aumento impressionante em relação ao ano anterior”.
A organização revela ainda que todos os pesquisadores da CSW foram forçados ao exílio devido a ameaças e assédio contínuos.
Repressão após protestos
Essa repressão vinda por parte do governo cubano se deu logo após os protestos de 11 de julho de 2021, afetando associações religiosas de todos os tipos, incluindo grupos registrados e não registrados de afro-cubanos, judeus, muçulmanos, protestantes e comunidades católicas romanas.
Como em anos anteriores, o Escritório de Assuntos Religiosos continua sendo o principal responsável por essas violações e mantém uma relação consistentemente antagônica com grupos religiosos, apesar da criação do novo Departamento de Atendimento a Instituições Religiosas e Grupos Fraternos do governo, em março de 2022, conforme o site do CSW.
‘Quem não obedecer o governo pode perder os filhos’
O relatório sugere que a situação, provavelmente, ficará pior após a adoção de um novo código penal que entrou em vigor em 1º de dezembro de 2022 e ampliará a capacidade do governo de reprimir líderes religiosos, especialmente aqueles associados a grupos não registrados.
Além disso, um novo código familiar deve ser implementado em 2023, o que fortalece a capacidade do governo de forçar os líderes religiosos e outros a cumprirem suas ordens, usando a ameaça de remoção de seus filhos, caso os pais ou tutores forem considerados “insuficientes para apoiar as autoridades”.
Nesse contexto, o relatório detalha uma onda histórica de emigração na qual centenas de milhares de cubanos fugiram da ilha, desde julho de 2021 para buscar refúgio em outro lugar.
Alguns líderes da igreja e defensores da liberdade religiosa foram forçados a sair sob ameaças de prisão e perda de seus filhos, incluindo Ricardo Fernández Izaguirre, o jornalista independente Yoel Suárez e o líder do Movimento Apostólico, Alain Toledano Valiente.
Conclusão do relatório
Agora é ainda mais vital que os governos de todo o mundo, e especialmente os amigos e vizinhos de Cuba na América Latina, expressem enfaticamente suas preocupações sobre as violações consistentes dos direitos humanos de Cuba.
Sobre a liberdade religiosa, é necessário que os cubanos busquem maneiras de apoiar a sociedade civil independente em Cuba, incluindo grupos religiosos.
A União Européia e os Estados Unidos, por sua vez, devem buscar ativamente maneiras de coordenar e se envolver com outros governos, especialmente os do Hemisfério Ocidental, para garantir que as demandas ao governo cubano façam reformas há muito esperadas para garantir que o direitos fundamentais de todos sejam protegidos e respeitados.
Em última análise, o relatório conclui que o futuro de Cuba está nas mãos do povo. “A situação da liberdade de religião ou crença se deteriorou mais uma vez em Cuba, em 2022 e, sem uma intervenção internacional significativa, essa tendência provavelmente continuará em 2023”, disse a chefe de advocacia da CSW, Anna Lee Stangl.
“Apesar disso, estamos animados com os muitos líderes religiosos e defensores dos direitos humanos dentro e fora da ilha que continuam a falar publicamente sobre a liberdade de religião e suas violações”, ela disse.
“Estamos com eles e exortamos a comunidade internacional a fazer o mesmo, atendendo às recomendações contidas neste relatório e responsabilizando o Partido Comunista Cubano por seus maus tratos aos cubanos e às violações cometidas contra as liberdades”, concluiu.
Franklin Graham, evangelista americano, filho do saudoso Billy Graham
Franklin Graham usou seu Twitter para se manifestar sobre a decisão da Igreja da Inglaterra de oferecer bênçãos a casais do mesmo sexo. A deliberação saiu na quinta-feira (10), após dois dias de intensos debates sobre o tema.
Apesar da decisão, os membros do clero podem optar por não usar as orações, e a igreja manterá a proibição do casamento entre pessoas do mesmo sexo, segundo informa a NPR.
Em sua longa mensagem para os padrões do Twitter, Graham chama a atitude da Igreja da Inglaterra de abençoar o casamento gay de “vergonha, vergonha, vergonha”. Antes, ele discorre sobre o que a Bíblia diz:
“O pecado é a desobediência à Palavra de Deus. A Bíblia também chama isso de ilegalidade. Quando o primeiro homem e a primeira mulher desobedeceram a Deus, o pecado entrou no mundo e infectou toda a raça humana como um câncer na alma”, escreveu.
Julgar a humanidade
O pastor diz que contra isso, Deus enviou Seu Filho que pagou o preço pelos nossos pecados. “Ele levou nossos pecados à cruz onde morreu e derramou Seu sangue por nossos pecados”.
Ele fala ainda da ressurreição de Jesus e que Ele virá como um juiz, para julgar toda a humanidade. “A Bíblia nos diz que se nos arrependermos de nossos pecados e nos voltarmos para o Senhor Jesus Cristo pela fé, seremos salvos”.
Em seguida, Graham condena a decisão a Igreja da Inglaterra sobre abençoar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
“Eles usam 1 João 4:16 para defender este decreto ilegal: ‘Deus é amor, e aqueles que permanecem no amor permanecem em Deus, e Deus neles’. Eles estão interpretando que amor = sexo e amor dá licença para fazer sexo com quem eles dizem que amam. Não é isso que Deus ensina. A Igreja da Inglaterra está abençoando o pecado. Ao fazer isso, eles estão tentando anular a obra expiatória de Cristo na cruz. Vergonha, vergonha, vergonha”.
Gênero neutro
Esta semana foi anunciado que a Igreja da Inglaterra está considerando se deve parar de se referir a Deus como “ele”, depois que líderes pediram permissão ao sínodo para usar termos neutros em relação ao gênero.
Segundo o jornal britânico The Guardian, a igreja pretende lançar uma nova reunião sobre o assunto na primavera. Quaisquer possíveis alterações, que marcam um afastamento dos ensinamentos tradicionais, devem ser aprovadas pelo sínodo, o órgão de decisão da Igreja.
Michael Ipgrave, Bispo da cidade Lichfield e vice-presidente da comissão litúrgica responsável pelo assunto, disse que a igreja tem “explorado o uso da linguagem de gênero em relação a Deus por vários anos”.
Votação
A votação sobre a bênção à união entre pessoas do mesmo sexo aconteceu durante uma reunião do Sínodo Geral, órgão governante da Igreja, onde a abordagem de compromisso foi avaliada de diversas formas, sendo descrita como um progresso, um compromisso fraco ou um equívoco completo.
“Eu sei que o que propusemos como um caminho a seguir não vai longe o suficiente para muitos, mas muito longe para outros”, disse a bispa de Londres, Sarah Mullally, que supervisionou o desenvolvimento das propostas. E, acrescentou, “este é um momento de esperança para a Igreja”.
Segundo a NPR, o texto da moção adotada começa com um reconhecimento absoluto, já que os membros do sínodo disseram que “lamentam e se arrependem” do dano histórico causado às pessoas LGBTQI+ pela Igreja da Inglaterra, em seu fracasso em recebê-los.
Casais do mesmo sexo ainda não poderão se casar na igreja, mas podem “vir à igreja após um casamento civil ou parceria civil para agradecer, dedicar seu relacionamento a Deus e receber a bênção de Deus”, de acordo com a medida.
A votação do Sínodo Geral da Igreja ocorreu após um momento de silêncio e oração.
Os participantes do debate, vindos de todos os lados da questão, apresentaram várias crenças teológicas e sociais. O debate destacou as complexidades não apenas de conciliar o aspecto humano com o divino, mas também de uma instituição centenária acompanhar as mudanças nas normas sociais. Isso é feito de uma forma que represente a diversidade de seus membros, tanto dentro quanto fora do Reino Unido.
“A Igreja continua a ter profundas diferenças sobre essas questões que atingem o cerne de nossa identidade humana”, disseram o arcebispo de Canterbury Justin Welby e o arcebispo de York Stephen Cottrell em um comunicado conjunto.
Haverá resistências
De acordo com Busola Sodeinde, comissária da Igreja da Inglaterra em Londres, ao permitir a bênção de casamentos entre pessoas do mesmo sexo, a igreja pode enfrentar “injustiça racial, desunião e segregação racial” entre suas paróquias. Busola é originária de Leeds, mas também viveu na Nigéria, onde sua família tem suas raízes.
Sodeinde alertou que a decisão do sínodo pode levar a um êxodo de igrejas na África e na Ásia, onde as opiniões sobre as uniões do mesmo sexo podem ser muito diferentes das opiniões predominantes no Reino Unido.
“O problema é que há uma arrogância, que reconheço que pode não ser intencional”, disse Sodeinde, “do colonialismo de uma época, que insiste que a cultura ocidental é progressiva, enquanto vozes dissidentes na África e em todos os outros lugares são silenciadas – somos ignorados.”
Em oposição a esta questão estava Vicky Brett, de Peterborough, no leste da Inglaterra. Usando a metáfora de multidões sendo convidadas a se sentar à mesa de Deus, Brett questionou o sínodo: “Você tem algum negócio riscando pessoas da lista de convidados ou interferindo nas boas-vindas de Deus?”
“Se você acha que o casamento entre pessoas do mesmo sexo é errado”, disse Brett à reunião, “não se case com alguém do mesmo sexo que você”.
Continuação dos debates
Os líderes da Igreja lembraram sobre o esforço de anos necessário para chegar à votação realizada na quinta-feira. Embora celebrem o momento, eles também buscam a unidade.
“Pela primeira vez, a Igreja da Inglaterra receberá publicamente, sem reservas e com alegria, casais do mesmo sexo na igreja”, disseram os arcebispos Welby e Cottrell.
Eles pediram um novo começo e uma continuação do debate ponderado.
“Acima de tudo, continuamos a orar, como o próprio Jesus, pela unidade de sua Igreja e para que nos amemos uns aos outros”, disseram os arcebispos.
Bíblia sendo doada durante evangelização (Foto representativa)
Depois que o forte terremoto devastou a Turquia e a Síria no início desta semana, Bíblias estão sendo distribuídas para levar esperança e consolo em meio ao caos.
O número de mortos já passa de 21 mil no desastre e a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que pode chegar a 40 mil. Mais de 50 mil ficaram feridos e milhares ainda estão desaparecidos.
As equipes da Sociedade Bíblica (SB) na Síria e na Turquia estão ajudando os desabrigados, consolando os que perderam entes queridos, apoiando igrejas locais e fornecendo Bíblias a quem mais precisa.
“Trabalhando com muitas pessoas que podem não ter mais um lar, ou com muitos que não ousam ir para suas casas, você esquece quaisquer dificuldades ou desentendimentos e percebe que somos todos irmãos e irmãs”, disse George, um trabalhador da SB em Aleppo, na Síria.
E ressaltou: “Todo mundo aqui acredita que haverá outro terremoto ainda mais forte. É aqui que precisamos de Jesus. Ele está aqui conosco”.
Em Aleppo, as igrejas abriram as portas para abrigar crianças e mantê-las seguras e ocupadas. As equipes da Sociedade Bíblica levam Bíblias e livros de atividades para elas.
Na Turquia, a organização também está atuando com igrejas locais na região da Antioquia, que estão abrigando moradores desabrigados.
“Estamos começando a ouvir sobre muitos amigos íntimos, membros da igreja e membros da comunidade que não estarão mais conosco”, lamentou Tamar, uma cristã local.
Lugar seguro
Muitas famílias buscam refúgio em igrejas locais que abriram as portas para a comunidade se abrigar, a família de Majd George, de 19 anos, está alojada em uma dessas congregações, em Latakia, na Síria.
“Não dormimos mais depois do terremoto. Mas estamos mais preocupados com todas as pessoas que ainda não foram resgatadas dos escombros dos prédios desabados”, explicou a jovem.
Segundo o líder da missão Portas Abertas na Síria, Ibrahim Najjar, mais de 20.000 cristãos estão nas ruas. A maioria da população deixou suas casas pois os prédios da cidade são construções antigas, portanto, não são seguras.
“No momento, estamos tentando fazer uma avaliação das necessidades, mas levará tempo. Ainda estamos na fase de choque. Então, o que estamos fazendo agora é fornecer abrigo em algumas igrejas e fornecer-lhes comida e calor”, afirmou Ibrahim.
“Por favor, ore por eles, para que sejam resgatados. Pessoas que talvez estejam gritando por socorro. Mas também ore por aquelas pessoas que perderam tudo ou perderam seus entes queridos”, concluiu Majd.