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Mais de 4.000 cristãos mortos por terroristas na Nigéria apenas em 2022, diz relatório

Bandeira da Nigéria
Bandeira da Nigéria

Grupos jihadistas islâmicos na Nigéria são responsáveis ​​por matar pelo menos 4.000 cristãos e sequestrar mais de 2.300 outros cristãos apenas nos primeiros 10 meses deste ano, de acordo com um relatório divulgado esta semana pela Sociedade Internacional para Liberdades Civis e Estado de Direito.

Os extremistas Fulani e grupos terroristas islâmicos aliados a ele foram responsáveis ​​por 2.650 das 4.020 mortes de cristãos entre janeiro e outubro, disse o grupo Intersociety, com sede em Anambra, em um relatório enviado ao The Christian Post.

Os outros grupos terroristas, incluindo o Estado Islâmico na província da África Ocidental, Boko Haram e Ansaru, foram responsáveis ​​por 450 mortes de cristãos e os bandidos Fulani (Zamfara) e seus grupos dissidentes foram responsáveis ​​por 370 mortes de cristãos, acrescentou.

Extremistas Fulani e bandidos Fulani (Zamfara) e outros grupos jihadistas armados que são “amigáveis ​​​​ao governo nigeriano” sequestraram mais de 2.315 cristãos, dos quais 1.401 foram sequestrados entre janeiro e junho e 915 entre julho e outubro, acrescentou a Intersociety, que é dirigido pelo criminologista cristão Emeka Umeagbalasi.

Dos 2.315 cristãos sequestrados, cerca de 10%, ou 231, podem nunca ser capazes de retornar às suas famílias devido às suas circunstâncias ou “provavelmente foram mortos em cativeiro por sua recusa em se converter ao Islã ou incapacidade de pagar enormes resgates”, disse a Intersociety.

Em média, de acordo com as estatísticas, mais de 400 cristãos foram mortos e 231 outros foram sequestrados por mês, ou 13 mortes e oito sequestros foram relatados por dia, respectivamente, enfatizou a Intersociety.

O relatório vem cerca de dois meses depois que a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos EUA (USCIRF, sigla em inglês) alertou que a liberdade religiosa estava se deteriorando na Nigéria por causa do aumento da violência por atores não estatais e que a “má governança” estava impulsionando e agravando essa violência.

“Nos últimos anos, a violência de atores não estatais aumentou na maior parte da Nigéria, e essa violência produziu consequências humanitárias e de direitos humanos devastadoras, incluindo, mas não se limitando à violência baseada na religião e outras violações dos direitos dos nigerianos à liberdade de religião ou crença.”, disse a USCIRF em um relatório sobre a violência no país mais populoso da África.

“A violência que infringe a liberdade de religião ou crença na Nigéria inclui violência militante islâmica, violência baseada em identidade na interseção de religião, etnia e herança geográfica, violência da multidão contra indivíduos acusados ​​de blasfêmia e violência que afeta o culto”, explicou a comissão, um corpo de especialistas independentes com mandato do Congresso, encarregado de aconselhar o governo federal sobre questões de liberdade religiosa.

A Intersociety disse em um relatório anterior que pelo menos 60.000 cristãos foram mortos nas últimas duas décadas na Nigéria, acrescentando que cerca de 10 milhões de pessoas foram desenraizadas no norte da Nigéria, onde a violência extremista foi mais grave, de julho de 2009 a julho de 2021.

O relatório acrescentou que cerca de 2.000 escolas cristãs foram atacadas durante esse período.

As atrocidades incluíram “massacres, assassinatos, mutilações, torturas, sequestros, estupros, corrupção de meninas, casamentos forçados, desaparecimentos, extorsões, conversões forçadas e destruição ou queima de casas e cultos sagrados e centros de aprendizado” a Intersociety relatou na época.

Muitos levantaram preocupações sobre o que eles percebem como a inação do governo em responsabilizar os terroristas pelo número crescente de assassinatos e sequestros, que alguns grupos alertam ter atingido o nível de genocídio.

Em seu relatório, a USCIRF recomendou que o Departamento de Estado designasse a Nigéria como um país de particular preocupação (CPC) por “engajar e tolerar violações sistemáticas, contínuas e flagrantes da liberdade religiosa”.

Os países sujeitos à designação “CPC” do Departamento de Estado enfrentam consequências negativas, incluindo a possibilidade de sanções incapacitantes.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Kleber Lucas diz que “o Brasil não é do Senhor Jesus”

Kleber Lucas e Leonardo Gonçalves no Programa Conversa com Bial, da Rede Globo
Kleber Lucas e Leonardo Gonçalves no Programa Conversa com Bial, da Rede Globo

O pastor e cantor gospel Kleber Lucas e o cantor Leonardo Gonçalves participaram do programa ‘Conversa com Bial’, da Rede Globo, na segunda-feira (07) e falaram sobre vários assuntos polêmicos no meio cristão.

O músico foi uma das vozes principais do novo single do cantor Leonardo Gonçalves, que foi intitulado de “Messias”, e faz uma dura crítica aos líderes evangélicos e ao atual chefe do executivo federal.

Durante a entrevista, Kleber Lucas falou sobre a polarização política que dividiu os evangélicos na campanha presidencial de 2022.

O artista falou também da frustação de muitos líderes religiosos com a derrota de Jair Bolsonaro, e disse que acredita que irá ter um “caminho para reconciliação” com o governo de Luiz inácio Lula da Silva (PT).

Um comentário do pastor acabou chamando a atenção do segmento, quando ele disse que “o Brasil não é do Senhor Jesus, o Brasil é dos brasileiros”.

Os cantores afirmaram também, que haveria um “projeto de poder” ligado às igrejas evangélicas junto ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A participação dos dois cantores gerou muitas críticas e elogios no meio evangélico.

Assista:

Fonte: Fuxico Gospel, Portal do Trono e JM Noticia

Câmara aprova projeto que aumenta penas para crimes sexuais contra crianças e adolescentes

Crimes contra crianças e adolescentes (Imagem: Canva Pro)
Crimes contra crianças e adolescentes (Imagem: Canva Pro)

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (9) o projeto de lei que aumenta as penas de vários crimes sexuais contra crianças e adolescentes, classificando-os como hediondos. A proposta será enviada ao Senado.

Trata-se do Projeto de Lei 1776/15, de autoria dos deputados Paulo Freire Costa (PL-SP) e Clarissa Garotinho (União-RJ). O projeto foi aprovado na forma de um substitutivo do relator, deputado Charlles Evangelista (PP-MG).

Pelo texto, o condenado por crimes mais graves dessa natureza, previstos no Código Penal ou no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), não terá direito à saída temporária, passível de concessão para presos com bom comportamento.

Em outras situações, nos crimes envolvendo a produção, posse ou distribuição de cenas de sexo com crianças ou adolescentes, haverá uma nova condição para os condenados poderem usufruir dessa saída temporária: a proibição de se aproximar de escolas de ensino infantil, fundamental ou médio e de frequentar parques e praças com parques infantis.

Os condenados por estes últimos tipos de crimes também deverão usar obrigatoriamente a tornozeleira eletrônica tanto na saída temporária quanto na prisão domiciliar. Isso valerá ainda para o condenado por crime de aliciar ou constranger criança ou adolescente com o fim de praticar ato libidinoso com ela.

“Costumo dizer que a pedofilia é o pior tipo de crime que pode ocorrer, porque é um crime que se comete contra as crianças. É um crime que acaba com a inocência das nossas crianças; que prejudica nossas famílias; que coloca em risco a infância”, disse Clarissa Garotinho.

“Todos os dias, uma criança perde sua inocência. Algumas chegam a perder sua vida, infelizmente. O que nós não podemos é perder, aqui no Congresso, a chance de mudar esta história, tornando a pedofilia um crime hediondo”, afirmou a autora da proposta.

Para o relator do projeto, Charlles Evangelista, “o Plenário mostrou hoje que realmente não compactua com este tipo de crime e quer proteger as crianças”.

Nova lista

Atualmente, são considerados hediondos, dentre os crimes sexuais contra crianças e adolescentes, apenas o estupro de vulnerável e o favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável.

O condenado por crime hediondo não pode contar com anistia, graça, indulto ou fiança; começa a cumprir a pena em regime fechado; e precisa cumprir mais tempo no presídio para contar com o regime semiaberto.

“Esse projeto se arrasta desde 2015 e é de extrema importância porque será um divisor de águas na proteção das crianças e dos adolescentes no Brasil”, argumentou o relator.

Pelo texto aprovado, passam a ser considerados hediondos:

  • lesão corporal grave ou seguida de morte praticada contra criança ou adolescente;
  • corrupção de menores;
  • satisfação de lascívia na presença de criança ou adolescente;
  • divulgação de cena que faça apologia ou induza à prática de estupro;
  • maus-tratos contra criança ou adolescente seguidos de morte;
  • abandono de crianças ou adolescentes quando disso resultar morte;
  • tráfico de pessoas cometido contra criança, adolescente ou pessoa idosa ou com deficiência;
  • produzir ou registrar cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente;
  • vender ou expor à venda cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente;
  • possuir ou adquirir qualquer registro com cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente;
  • simular a participação de criança ou adolescente em cena de sexo explícito ou pornográfica por meio de adulteração, montagem ou modificação de fotografia, vídeo ou qualquer outra forma de representação visual;
  • aliciar, assediar, instigar ou constranger criança ou adolescente com o fim de com ela praticar ato libidinoso; e
  • submeter criança ou adolescente à prostituição ou à exploração sexual.

Cenas de estupro

O projeto altera o Código Penal para separar o crime de oferecer ou publicar cenas de estupro daquele relacionado à divulgação de cena de sexo, nudez ou pornografia de adultos.

Este último crime continuará com pena de 1 a 5 anos de reclusão, mas o de divulgação de estupro passará para 3 a 6 anos.

Os autores do projeto, Paulo Freire Costa e Clarissa Garotinho Fonte: Agência Câmara de Notícias

Agravantes

O texto aprovado pelos deputados modifica ainda o agravante para alguns crimes sexuais contra crianças e adolescentes. A pena será aumentada em 1/3 se o agente cometer crime utilizando-se de conteúdo não indexado na internet (deep web).

Em relação ao mesmo aumento de pena quando o crime é praticado por agente em razão de sua influência sobre a vítima, o texto amplia essa incidência para outros seis crimes. Hoje, ele existe apenas para o de produzir ou registrar cenas de sexo explícito ou pornográficas com essa faixa etária.

Assim, terão aumento de pena os agentes que cometerem os crimes no exercício de cargo ou função pública ou a pretexto de exercê-la; se usarem de relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade; ou se usarem de relações de parentesco consanguíneo ou afim até o terceiro grau ou de autoridade que tenham sobre a vítima.

Progressão de regime

De acordo com o texto, o condenado em regime de privação de liberdade por crimes hediondos ou equiparados contra criança ou adolescente deverá cumprir ao menos 50% da pena para contar com a progressão de regime para o semiaberto.

No caso de reincidência nesse tipo de crime, será preciso cumprir, no mínimo, 70% da nova pena para contar com a progressão. Isso valerá ainda para o reincidente por crime hediondo ou equiparado com resultado morte, sendo proibido o livramento condicional.

Debate

A deputada Vivi Reis (Psol-PA) apoiou a proposta, mas a considerou insuficiente. “Este projeto está muito sintonizado com o Estatuto da Criança e do Adolescente, com os preceitos que nós defendemos, mas são necessárias também políticas públicas.”

Já o deputado Léo Moraes (Pode-RO) ressaltou a necessidade de ir além do caráter pedagógico. “Devemos conter um dos crimes mais cruéis e bárbaros que existem na nossa sociedade e punir de forma muito forte, muito rígida quem o comete”, afirmou.

O deputado Hildo Rocha (MDB-MA) exemplificou a importância do endurecimento da pena com um caso real. “No Maranhão, na semana passada, um delinquente em uma dessas saidinhas estuprou a sua sobrinha de 11 anos de idade. Portanto, esse projeto vem para impedir que fato como esse volte a acontecer”, disse.

Também a favor, o deputado Ricardo Silva (PSD-SP) defendeu a dosagem de pena para crimes diversos. “Criminoso que tem a coragem de praticar um ato tão cruel contra crianças tem que ficar preso, não pode ter os benefícios como alguém que passou no supermercado e pegou uma bolacha para comer na hora. Não pode ter o mesmo tratamento”, opinou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Possível remoção de inscrição bíblica e cruz do Palácio de Berlim causa polêmica

Palácio de Berlim (Imagem Canva Pro)
Palácio de Berlim (Imagem Canva Pro)

O Palácio de Berlim foi reconstruído como edifício histórico, seguindo uma decisão do Bundestag (parlamento alemão), e desde 2020 é a sede do Fórum Humboldt, um museu dedicado à história humana, arte e cultura.

Durante a reconstrução, foi discutido se a cruz e a inscrição na cúpula também deveriam ser reconstruídas em sua forma original.

A inscrição, escolhida pelo rei prussiano Friedrich Wilhelm IV no século 19, combina dois versículos da Bíblia , Atos 4:12 e Filipenses 2:10.

Afirma: “Não há salvação em nenhum outro, nem há outro nome dado aos homens, senão em nome de Jesus, para glória de Deus Pai. Que em nome de Jesus se dobrem todos os joelhos dos que estão no céu, na terra e debaixo da terra”.

O debate reacendeu com os críticos reclamando que o texto expressa uma reivindicação política ao domínio do cristianismo, o que contraria os valores democráticos da Alemanha e o espírito humanista cosmopolita do Fórum Humboldt.

A ministra de Estado da Cultura do Partido Verde, Claudia Roth, propôs cobrir temporariamente o versículo bíblico “com textos alternativos e reflexivos”, iluminado à noite por luz LED, como parte de um projeto artístico.

O governo federal disse em comunicado que “está ciente do problema que surge da restauração do simbolismo monárquico e cristão na construção de uma instituição como o Fórum Humboldt, que se justifica em termos de planejamento urbano e cultura construtiva, mas que também pode ser interpretada política e religiosamente”.

A Aliança Evangélica Alemã (EAD, sigla em inglês) entrou no debate com um comunicado sublinhando que “é direito da política questionar uma inscrição num edifício público e perguntar sobre o seu significado para a sociedade de hoje. Não vemos isso como um ataque à liberdade religiosa”.

“Mas como o Palácio é uma reconstrução histórica, que como tal foi decidida pelo Bundestag, também não vemos razão para ter os mesmos debates de poucos em poucos anos”, acrescentam.

A EAD reconhece que “um versículo da Bíblia pode ser mal utilizado e, claro, foi usado por Frederico Guilherme IV para legitimar seu próprio poder como dado por Deus”, mas “ao mesmo tempo, pode ser entendido o contrário, e assim também foi pretendido pelos autores dos textos”.

O corpo evangélico explica que “quem dobrar os joelhos diante de Cristo pode (e deve) ficar de pé diante de qualquer governante e precisamente não se curvar a ele. A confissão do governo de Cristo é uma rejeição da ditadura e da tirania ”.

Além disso, a EAD apoia o projeto de arte temporária, que, acreditam, “pode certamente contribuir para promover o debate sobre o conteúdo dos versos”.

Por isso afirmam que “as igrejas cristãs devem ter um papel de liderança no projeto”, e alertam que “o projeto não deve ser usado como uma tentativa de difamar os valores cristãos e bani-los da sociedade”, porque “o cristianismo pertence à Alemanha”.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Aumenta o número de cristãos presos no Iêmen

Vista da cidade de Jiblah, no Iêmen (Imagem Canva Pro)
Vista da cidade de Jiblah, no Iêmen (Imagem Canva Pro)

Nos últimos meses, o número de cristãos presos aumentou no Iêmen. Diversas igrejas foram impactadas com a detenção de líderes e outros irmãos na fé. Alguns deles foram libertos nos últimos dias, mas estão traumatizados por causa das torturas às quais foram submetidos.

Um representante da Portas Abertas disse “estamos preocupados por causa da tortura usada contra cristãos para a obtenção de informações sobre as igrejas e cristãos no país. As autoridades querem nomes, locais e outras informações sobre as atividades da igreja”.

Fontes locais disseram que a pressão na sociedade também aumentou. Os celulares têm sido usados para rastrear cristãos através das mensagens que os irmãos na fé trocam entre si.

Além do impacto nas igrejas, as famílias também estão angustiadas por causa da situação, seja pela ausência dos que foram presos ou por causa dos traumas que os libertos trazem da prisão.

Muitos enfrentam crises de fé, sem entender por que Deus não intervém da maneira que eles esperam e os poupa do sofrimento. A comunidade cristã no Iêmen, o 5º país da Lista Mundial da Perseguição 2022, precisa urgentemente de apoio em oração.

Fonte: Portas Abertas

Filho de Daniela Araújo é extubado: “Deus faz isso”

Daniela Araújo e seu filho caçula, João
Daniela Araújo e seu filho caçula, João

Nesta terça-feira (8), o filho caçula da cantora gospel Daniela Araújo foi extubado. Através dos stories do Instagram, a artista contou a notícia com euforia e agradeceu as orações.

João estava na UTI e o seu estado era bem delicado. Entretanto, a cantora não perdeu a esperança e a fé em Deus de que ele seria extubado nesta terça, dia em que completou três meses de vida.

Muito emocionada, Daniela disse que o seu filho “renasceu”, e que em breve ela irá contar tudo o que aconteceu durante esses dias em que ela esteve no hospital com ele.

A criança chegou na unidade hospitalar com um quadro de bronquiolite, doença pulmonar que evoluiu. Por enquanto, João continua internado, mas nos próximos dias irá receber alta.

hoje meu filho João completa 3 meses e foi extubado! na mesma hora que ele nasceu! Deus faz isso! foi o melhor mêsversário, poder segurar ele no meu colo novamente! 😭 acredito que agora é só progresso e logo logo ele saíra da UTI. mto obrigada por todas as mensagens, essa alegria é nossa! continuem orando por nós, Deus está fazendo coisas lindas no meu coração e nessa UTI. não tenho palavras pra agradecer ao meu Deus, vou continuar adorando a Ele. meu filho renasceu e a leoa que vive em mim também!escreveu a cantora.

Fonte: Fuxico Gospel

Câmara aprova projeto que reconhece cristianismo como manifestação cultural

Câmara dos Deputados
Câmara dos Deputados

O Plenário da Câmara aprovou projeto (PL 4168/21) que reconhece o cristianismo como manifestação cultural nacional.

O projeto foi apresentado pelo deputado Vinicius Carvalho (Republicanos-SP), com a justificativa de que o cristianismo está na raiz da cultura nacional, desde a chegada dos colonizadores portugueses.

“Diante de sua importância histórica e do atual quadro religioso do país, nada mais justo que esse Parlamento reconheça o Cristianismo como manifestação cultural nacional”, argumenta Vinicius Carvalho.

O relator da proposta, deputado Julio César Ribeiro (Republicanos-DF), apontou que a cultura cristã é dominante no país, mesmo com a diversidade cultural e religiosa de outros povos que vieram para o Brasil. Ele justificou o reconhecimento da importância do cristianismo na cultura a partir de suas diversas manifestações na sociedade.

Julio César Ribeiro: Não há dúvida de que o Cristianismo se encontra profundamente enraizado na cultura de grande contingente do povo brasileiro, em seus valores e em inúmeras manifestações culturais, como a pintura, a escultura, a música e a literatura. Desse modo, se o cristianismo, em sua essência, corresponde uma manifestação de fé, há que se admitir que ele também se apresenta como manifestação cultural na sociedade brasileira.

De acordo com pesquisa feita pelo instituto Datafolha em 2019, 81% dos brasileiros se declararam cristãos, sendo 50% católicos e 31% evangélicos.

O projeto foi aprovado por unanimidade, de maneira simbólica, sem votos contrários. Para o deputado Padre João (PT-MG), a cultura cristã é fundamental no país hoje.

Padre João: A cultura cristã, mais do que nunca, esse tempo exige de nós, é a superação do ódio, é a superação da violência, é respeitar, como eu já disse, a diversidade. A cultura cristã não é impor, mas é libertar, é respeitar.

O deputado Joaquim Passarinho (PL-PA) foi na mesma linha.

Joaquim Passarinho: O cristianismo representa caridade, humanidade, fraternidade, talvez isso que o mundo inteiro precise, não só o Brasil.

O projeto que reconhece o cristianismo como manifestação cultural nacional seguiu para análise do Senado.

Fonte: Rádio Câmara, de Brasília, Antonio Vital

Pastor Márcio Valadão diz que foi diagnosticado com Alzheimer, mas família nega

Pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha
Pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha

O pastor Márcio Valadão, 74 anos, da Igreja Batista da Lagoinha, revelou em uma live que foi diagnosticado com Alzheimer.

Em mais de meia hora de gravação, o religioso ministrou a seus seguidores sobre o perdão divino, falando sobre a morte do ex-ator Guilherme de Pádua e do trabalho que a igreja realiza nos presídios.

No final da gravação, então, ele pediu oração por ele e por sua esposa, Renata, pois ambos estão com problemas de saúde.

“Ore por mim, pela minha esposa, nós dois estamos passando por momentos delicados de saúde. Eu estou com Alzheimer. Eu faço essa live e depois esqueço, mas quando eu sento aqui, eu posso ficar uma hora falando, porque o Espírito Santo me faz lembrar”, contou.

Família nega

Assim que a notícia se espalhou, o vídeo do pastor foi deletado e sua filha, pastora Ana Paula Valadão, explicou nas suas redes sociais que seu pai não tem Alzheimer.

“Meu pai não foi diagnosticado com Alzheimer. Ele tem envelhecimento normal do cérebro que pode causa esquecimento. Apenas isso”, declarou a líder do Diante do Trono.

O pastor usou a palavra “Alzheimer” para justificar seus esquecimentos. Mas não há esse diagnóstico.

Em 2018, o pastor Márcio Valadão declarou aos fiéis da igreja que poderia estar sofrendo de Alzheimer. A revelação foi feita durante o culto do domingo, 15 de abril.

“Pastor também enfrenta problemas”, disse Valadão. Segundo ele, alguns sintomas da doença já começaram a se manifestar, entre eles o esquecimento do nome de pessoas próximas. E relatou se sentir angustiado.

Em 2006, o pastor Márcio Valadão foi acometido por um infarto antes da gravação do álbum “Por amor de Ti, oh Brasil”, do Diante do Trono. Em 2016, ele passou por uma cirurgia de cateterismo após sentir dores no peito.

Fonte: Pleno.News

Julgamento de Flordelis entra no 3° dia sem previsão para sentença

Flordelis durante o julgamento Foto: Divulgação/Brunno Dantas / TJRJ
Flordelis durante o julgamento Foto: Divulgação/Brunno Dantas / TJRJ

Previsto inicialmente para durar três dias, o julgamento de Flordelis Santos de Souza e outros quatro réus será retomado nesta quarta-feira, terceiro dia de júri, ainda com 28 testemunhas pendentes de serem ouvidas. A maioria das pessoas que faltam prestar depoimento é testemunha de defesa.

Nas duas sessões desta semana, apenas seis pessoas foram ouvidas pelo tribunal: os dois delegados que investigaram o crime, três filhos afetivos da pastora e a ex-patroa de Lucas Cezar dos Santos de Souza, filho de Flordelis.

Entre as testemunhas que ainda serão ouvidas no julgamento, estão três peritos, contratados pela defesa, e o desembargador Sirio Darlan , que foi o juiz titular da 1ª Vara da Infância e Juventude do Rio durante os anos 1990. Nos primeiros dois dias de depoimentos, os relatos duraram ao menos 3 horas cada. No entanto, para as próximas testemunhas, a expectativa é que sejam mais rápidos.

O segundo dia de julgamento da ex-deputada federal Flordelis, acusada de ser a mandante da morte do próprio marido, o pastor Anderson do Carmo, também teve duração de mais de 11 horas e contou com o depoimento de três testemunhas na terça-feira (8), no Fórum de Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

A expectativa para este segundo dia de julgamento era ouvir boa parte das nove testemunhas de acusação, convocadas pelo Ministério Público, mas apenas uma da assistência de acusação e outras duas do MP foram entrevistadas.

Além da ex-parlamentar, outros quatros réus estão sendo julgados: a filha biológica de Flordelis Simone dos Santos, a neta Rayane dos Santos e os filhos adotivos André Luiz e Marzy Teixeira.

O segundo dia de julgamento começou com mais de uma hora de atraso porque André Luiz, um dos réus, não foi listado para a tranferência até o fórum pela Secretaria de Administração Penitenciária, o que fez com que o processo demorasse mais do que o previsto.

Após a chegada o réu, a sessão começou com a oitiva do inspetor Tiago Vaz de Souza, que foi convocado pela assistência de acusação, exercida pelo advogado Angelo Máximo.

Na sequência foi ouvida a primeira testemunha da acusação no dia, e quarta da lista de convocados.

Alexsander Felipe Matos Mendes, filho afetivo de Flordelis, que também era chamado de Luan no núcleo familiar da ex-deputada, pediu para ser ouvido sem a presença dos réus, o que foi feito por videoconferência.

Ele começou seu relato fazendo um panorama da casa da pastora.

“Quando você era contra Flordelis e quem estava com ela, você era o próprio demônio. Era Time A e Time B, time do bem e time do mal”, disse ele sobre as divisões existentes na casa da ex-parlamentar.

Ele também falou de suas impressões assim que o pastor Anderson do Carmo morreu. Alexsander disse que foi até a casa da família em Niterói após o enterro, e contou que, Flordelis disse, abrindo os braços: “Estou livre”.

Romance com menor e rituais

A segunda testemunha da acusação, terceira do dia, foi Wagner Andrade Pimenta, também filho afetivo da ex-deputada. Ele também pediu para ser ouvido por videoconferência.

Como era da primeira geração dos filhos afetivos de Flordelis, Wagner contou como chegou à casa da pastora, de sua convivência com Anderson de Carmo – que inicialmente era filho afetivo da ex-parlamentar -, e como ele foi alçado ao posto de namorado da pastora com 16, 17 anos.

“Era menor de idade, devia ter 16, 17 anos”, disse acrescentando ainda que os dois só se casaram em 1998, quando Anderson já tinha 21 anos.

Depois, Wagner – que também era conhecido como Misael no núcleo familiar da pastora -, falou sobre alguns rituais que presenciou na casa, inclusive da renomeação dos seus membros.

“Ritual com sexo, não, mas teve um em que eu me deitei no chão, fechava o olho e depois ouvi minha mãe dizer: ‘A partir de hoje você não é mais o Wagner. O Wagner morreu, e você agora é o Misael, meu filho espiritual, que vem do céu para me ajudar”, contou.

Flordelis passou mal na sessão

O segundo dia de julgamento também foi marcado por alguns atendimentos médicos. Na parte da manhã, Simone dos Santos, ré e filha biológica de Flordelis, pediu medicação para dor de cabeça.

Na parte da tarde, pouco depois do início do depoimento de Wagner Pimenta, Flordelis deixou o plenário para atendimento médico.

A ex-deputada teve um mal-estar, vomitou, mas conseguiu voltar a para o fim do depoimento.

Ao fim da sessão, o advogado de Flordelis comentou o episódio e disse que mesmo não estando bem, ela fez questão de voltar: “Ela não quis parecer que estava fugindo”, disse Rodrigo Faucz.

Ele também disse estar ansioso para o início dos depoimentos das testemunhas de defesa, o que acredita que deve começar nesta quarta-feira (9).

“Vamos poder ouvir o outro lado também”, disse ele acrescentando que se todos se ativerem às provas técnicas, seus clientes seriam inocentados.

Primeiro dia do julgamento

No primeiro dia de julgamento, na segunda-feira (7), Flordelis chegou ao Fórum de Niterói por volta das 8h. No banco dos réus, a missionária chorava muito — sobretudo quando viu parentes na plateia.

A delegada da Polícia Civil, Bárbara Lomba, foi a primeira testemunha de acusação a ser ouvida na sessão. Lomba conduziu a primeira investigação do caso e negou que a pastora tenha relatado à polícia que fora vítima de abusos sexuais ou violência física cometidos por Anderson.

De acordo com Bárbara, no período em que esteve à frente da Delegacia de Homicídios, a ex-deputada foi ouvida pelos investigadores duas vezes. Ela disse ainda que o casamento de Flordelis e Anderson era aberto.

“Jamais, nem que ele tinha nenhuma atitude reprovável. Pelo contrário, falou muito bem. Que tratava todos com muito respeito, com muito amor. E quando levantamos o telefone dele, ele também tinha esse tratamento com Flordelis”, afirmou, ao ser indagada pelo advogado de acusação Angelo Máximo.

A delegada afirmou que não houve confirmação de que abusos sexuais tenham sido cometidos na casa:

“O que se provou é que as relações eram consentidas”, disse ela.

“[O relacionamento] Era aberto. As coisas eram abertas lá dentro. Havia um casamento e eles, como pastores, se comportavam como num casamento tradicional. Não estou dizendo isso para julgar. Mas é que isso foi importante para a investigação. A gente desmonta algo que era construído de uma outra forma. Era passado como se fosse de outra forma. Não havia um amor de pai e mãe. Pessoas já tinham tido relações com Flordelis, com Anderson.”

A morte de Anderson do Carmo ocorreu na noite de 16 de junho de 2019. O pastor foi morto, com mais de 30 tiros, na garagem da casa onde morava com a família, em Pendotiba, Niterói.

O delegado Allan Duarte Lacerda, que concluiu as investigações como titular da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHSG), foi o segundo a depor.

Ele narrou algumas supostas tentativas de envenenamento malsucedidas e que teriam sido promovidas por Marzy Teixeira, filha adotiva de Flordelis. Contou também que houve uma tentativa de contratação de pistoleiros para executar o pastor.

A terceira testemunha a ser ouvida foi Regiane Ramos Cupti. Ela é ex-patroa de Lucas César dos Santos, um dos filhos adotivos de Flordelis também envolvido no crime e já julgado.

Regiane contou como conheceu Lucas e acabou criando laços com ele, que tinha pena do jovem porque sempre andava sujo e maltrapilho e, que após contratá-lo para trabalhar em sua oficina, começou a saber o que acontecia na casa da ex-deputada federal.

Uma dessas dinâmicas, segundo a testemunha, era a dos filhos preferidos, os “privilegiados”, que tinham roupas, comida e não trabalhavam na casa da ex-parlamentar, e os dos “escravos”, que trabalhavam, não tinha acesso à comida ou a uma de qualidade inferior e eram maltratados por Flordelis.

Entre os maus-tratos narrados pela testemunha, haveria ainda um taco de beiseball na casa que era usado para ameaçar os filhos que não obedecessem às ordens.

Lucas pertenceria a esse segundo grupo e, segundo relato de Regiane, começou a ser procurado por Flordelis e mais bem tratado para “matar o pastor ou arrumar alguém para matar”.

Regiane também citou que sofreu uma tentativa de atropelamento feita por uma das netas de Flordelis, e que a diretora Mariana Jaspe estava no local presenciado tudo.

As defesas dos réus exigiram a convocação de Mariana, que estava no plenário, o que acabou sendo acatado pela juíza Nearis Arce.

No local, Mariana contou que estava no carro com Rafaela, neta de Flordelis, gravando e que a mesma disse que teria que parar comprar mantimentos para levar para a visita da mãe. Ela concordou, e olhava pela lente da câmera quando viu Rafaela parar e com cara de assustada, sem, no entanto, fazer qualquer movimento brusco com o carro. À frente, na faixa de pedestre estaria Regiane.

Ao final, Mariáh Soares da Paixão, uma das promotoras do caso, dispensou a testemunha.

Jurados

Antes da sessão, houve o sorteio dos jurados. Entre os 30 pré-escolhidos, foram sorteados sete: quatro homens e três mulheres, que vão acompanhar o julgamento e definir o destino dos réus.

O julgamento tem previsão de durar três dias. Neles, serão ouvidos, ao todo, mais de 30 testemunhas – entre acusação e defesa -, e os cinco réus julgados.

Fonte: G1, Fuxico Gospel, Pleno News e Extra

Pastor é esfaqueado em emboscada após pregar para sikh, na Índia

O pastor Sukhdev Mark, de 47 anos, foi atacado por três homens. (Foto: Morning Star News).
O pastor Sukhdev Mark, de 47 anos, foi atacado por três homens. (Foto: Morning Star News).

Um pastor no norte da Índia foi esfaqueado em uma emboscada enquanto trabalhava como taxista.

No dia 14 de setembro, Sukhdev Mark, de 47 anos, buscou um passageiro em um local de culto do Sikhismo, uma religião indiana que mistura hinduísmo e islamismo, e o deixou em um hotel em Ambala, no estado de Haryana.

Durante a viagem, o pastor Mark deu um folheto evangelístico e o homem sikh aceitou educadamente.

No dia seguinte, o passageiro ligou para o líder pedindo uma corrida para o aeroporto de Amritsar.

“Eu disse: ‘Tudo bem, não tenho nenhum problema’, então ele me perguntou novamente: ‘Você é pastor?’”, contou Mark, ao Morning Star News.

“Eu disse a ele: ‘Sim, eu lidero uma pequena igreja e também compartilho o Evangelho, e eu dirijo um táxi para viver’”.

O líder, casado e pai de dois filhos, disse que não desconfiou que a viagem com o sikh poderia ser perigosa.

“Durante a viagem para Amritsar, não conversamos muito. Ele estava trabalhando em seu laptop e tinha um iPhone, então pensei que ele deveria ser um homem educado. Não o achei suspeito, pois parecia ser um cavalheiro bem educado. Ele pediu meu telefone e definiu o local para obter instruções para seguir a rota”, contou Mark.

Até que o homem sikh pediu para o líder pegar um atalho fora da rota. “Havia algumas lojas e pensei que ele gostaria de comprar alguns refrescos ou lanches. Mas ele me pediu para sair da pista secundária e, quando saímos dessa rota adjacente, três homens vieram em uma scooter e pararam o táxi na estrada principal”, relatou o pastor.

O passageiro afirmou que os homens eram seus amigos e pediu para Mark retirar suas malas do carro.

“Quando fui até a parte de trás do táxi para tirar as malas, os três homens me atacaram com facas. Eles tinham cortadores e facas e começaram a me cortar enquanto os Sardarji [título usado para homens sikhs] olhavam”, disse o pastor.

Mark foi ferido nas mãos e no abdômen. “Eu estava sangrando muito e comecei a gritar por ajuda. Quando comecei a gritar por socorro, os três criminosos atravessaram a rua e fugiram, e o sikh também tentou escapar do local”, afirmou.

“Ele não me pagou a tarifa do táxi e, em vez disso, estava me xingando enquanto corria”.

O pastor tentou pedir ajuda em um hotel próximo. “Me disseram para ir embora de lá. Continuei pedindo que me dissessem onde ficava a delegacia mais próxima e contei o que aconteceu”, relatou.

Sem receber nenhuma ajuda, o líder amarrou um pano, que tinha no carro, no abdômen e dirigiu com apenas uma mão até a delegacia.

Após confiscar seu táxi, os policiais levaram Mark para o hospital. Lá, ele conseguiu contatar sua esposa e outros líderes cristãos, que ajudaram a transferi-lo para o Hospital Gurunanak.

“Mas naquela noite, não recebi nenhum tratamento. De manhã, eu estava em um estado ruim. Os médicos me disseram que eu deveria ser operado imediatamente”, contou ele.

A cirurgia deixou o pastor com 30 pontos. Ele se recuperou e recebeu alta no dia 23 de setembro.

Segundo o coordenador jurídico dos estados de Punjab e Haryana, a polícia de Amritsar prendeu os três agressores e os acusou de tentativa de homicídio.

Perseguição na Índia

A Índia está entre os 10 países que mais perseguem a Igreja, conforme a Lista Mundial da Perseguição de 2022. No segundo país mais populoso do mundo, os extremistas hindus acreditam que todos os indianos devem seguir o hinduísmo e que no país não deve haver cristãos nem muçulmanos.

Para atingir esse objetivo eles usam de muita violência, principalmente contra os cristãos. Aqueles que desistem do hinduísmo para seguir a Cristo são apontados negativamente por acreditar numa fé estrangeira e costumam ser culpados pela má sorte que atinge as comunidades.

É comum que cristãos ex-hindus sejam atacados fisicamente e, às vezes, até mortos.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

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