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Pastor é esfaqueado em emboscada após pregar para sikh, na Índia

O pastor Sukhdev Mark, de 47 anos, foi atacado por três homens. (Foto: Morning Star News).
O pastor Sukhdev Mark, de 47 anos, foi atacado por três homens. (Foto: Morning Star News).

Um pastor no norte da Índia foi esfaqueado em uma emboscada enquanto trabalhava como taxista.

No dia 14 de setembro, Sukhdev Mark, de 47 anos, buscou um passageiro em um local de culto do Sikhismo, uma religião indiana que mistura hinduísmo e islamismo, e o deixou em um hotel em Ambala, no estado de Haryana.

Durante a viagem, o pastor Mark deu um folheto evangelístico e o homem sikh aceitou educadamente.

No dia seguinte, o passageiro ligou para o líder pedindo uma corrida para o aeroporto de Amritsar.

“Eu disse: ‘Tudo bem, não tenho nenhum problema’, então ele me perguntou novamente: ‘Você é pastor?’”, contou Mark, ao Morning Star News.

“Eu disse a ele: ‘Sim, eu lidero uma pequena igreja e também compartilho o Evangelho, e eu dirijo um táxi para viver’”.

O líder, casado e pai de dois filhos, disse que não desconfiou que a viagem com o sikh poderia ser perigosa.

“Durante a viagem para Amritsar, não conversamos muito. Ele estava trabalhando em seu laptop e tinha um iPhone, então pensei que ele deveria ser um homem educado. Não o achei suspeito, pois parecia ser um cavalheiro bem educado. Ele pediu meu telefone e definiu o local para obter instruções para seguir a rota”, contou Mark.

Até que o homem sikh pediu para o líder pegar um atalho fora da rota. “Havia algumas lojas e pensei que ele gostaria de comprar alguns refrescos ou lanches. Mas ele me pediu para sair da pista secundária e, quando saímos dessa rota adjacente, três homens vieram em uma scooter e pararam o táxi na estrada principal”, relatou o pastor.

O passageiro afirmou que os homens eram seus amigos e pediu para Mark retirar suas malas do carro.

“Quando fui até a parte de trás do táxi para tirar as malas, os três homens me atacaram com facas. Eles tinham cortadores e facas e começaram a me cortar enquanto os Sardarji [título usado para homens sikhs] olhavam”, disse o pastor.

Mark foi ferido nas mãos e no abdômen. “Eu estava sangrando muito e comecei a gritar por ajuda. Quando comecei a gritar por socorro, os três criminosos atravessaram a rua e fugiram, e o sikh também tentou escapar do local”, afirmou.

“Ele não me pagou a tarifa do táxi e, em vez disso, estava me xingando enquanto corria”.

O pastor tentou pedir ajuda em um hotel próximo. “Me disseram para ir embora de lá. Continuei pedindo que me dissessem onde ficava a delegacia mais próxima e contei o que aconteceu”, relatou.

Sem receber nenhuma ajuda, o líder amarrou um pano, que tinha no carro, no abdômen e dirigiu com apenas uma mão até a delegacia.

Após confiscar seu táxi, os policiais levaram Mark para o hospital. Lá, ele conseguiu contatar sua esposa e outros líderes cristãos, que ajudaram a transferi-lo para o Hospital Gurunanak.

“Mas naquela noite, não recebi nenhum tratamento. De manhã, eu estava em um estado ruim. Os médicos me disseram que eu deveria ser operado imediatamente”, contou ele.

A cirurgia deixou o pastor com 30 pontos. Ele se recuperou e recebeu alta no dia 23 de setembro.

Segundo o coordenador jurídico dos estados de Punjab e Haryana, a polícia de Amritsar prendeu os três agressores e os acusou de tentativa de homicídio.

Perseguição na Índia

A Índia está entre os 10 países que mais perseguem a Igreja, conforme a Lista Mundial da Perseguição de 2022. No segundo país mais populoso do mundo, os extremistas hindus acreditam que todos os indianos devem seguir o hinduísmo e que no país não deve haver cristãos nem muçulmanos.

Para atingir esse objetivo eles usam de muita violência, principalmente contra os cristãos. Aqueles que desistem do hinduísmo para seguir a Cristo são apontados negativamente por acreditar numa fé estrangeira e costumam ser culpados pela má sorte que atinge as comunidades.

É comum que cristãos ex-hindus sejam atacados fisicamente e, às vezes, até mortos.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Maioria não vê a Bíblia como o principal determinante do certo e do errado, mostra estudo

Um novo estudo revela que menos de um terço dos americanos acredita que a Bíblia Sagrada deve servir como base para determinar o certo e o errado, mesmo que a maioria das pessoas expresse apoio aos valores morais tradicionais.

O Estudo de Valores da América, divulgado pelo Centro de Pesquisa Cultural da Universidade Cristã do Arizona, pediu aos entrevistados seus pensamentos sobre os valores morais tradicionais e o que eles gostariam de ver como “a base da América para determinar o certo e o errado”. A pesquisa é baseada em respostas de 2.275 adultos norte-americanos coletados em julho de 2022.

No geral, quando solicitados a identificar o que eles viam como o principal determinante do certo e do errado nos EUA, uma pluralidade de participantes (42%) disse: “o que você sente em seu coração”. Outros 29% citaram a regra da maioria como seu método desejado para determinar o certo e o errado, enquanto apenas 29% expressaram a crença de que os princípios estabelecidos na Bíblia deveriam determinar a compreensão do certo e do errado nos EUA.

Os únicos outros subgrupos demográficos em que pelo menos uma pluralidade de entrevistados indicou o desejo de que a Bíblia sirva como determinante do certo e do errado nos EUA foram os entrevistados que frequentam uma igreja evangélica (62%), autodenominados republicanos (57%) , cristãos nascidos de novo teologicamente definidos (54%), conservadores auto-identificados (49%), aqueles que têm pelo menos 50 anos de idade (39%), membros de todas as congregações protestantes (39%), cristãos auto-identificados ( 38%) e aqueles que frequentam as principais igrejas protestantes (36%).

Por outro lado, a maioria absoluta dos entrevistados que não se identifica com uma fé específica (53%), juntamente com metade dos entrevistados LGBT (50%), autodeclarados moderados (47%), independentes políticos (47%), Democratas (46%), liberais autoproclamados (46%) e participantes da Igreja Católica (46%) sustentaram que “o que você sente em seu coração” deve formar a base do que os americanos veem como certo e errado.

Um número considerável de adeptos de uma fé diferente do cristianismo (45%) e entrevistados que se identificaram como republicanos e moderados (38%) disseram o mesmo, assim como vários americanos entre 18 e 29 anos (47%) e entre 30 e 49 anos (44%). A visão de que “o que você sente em seu coração” deve formar a base do que os americanos caracterizam como certo e errado estendeu-se a todas as demografias raciais, ambos os sexos e todos os estados conjugais.

O relatório descobriu que 71% dos entrevistados indicaram apoio aos “valores morais tradicionais” de integridade, justiça, bondade, não discriminação, confiabilidade, liberdade de expressão, propriedade, autoexpressão individual e autocontrole. A maioria dos que se identificaram como liberais em questões sociais e políticas (52%) apoiou os valores morais tradicionais em comparação com 70% dos entrevistados que se classificaram como moderados em tais assuntos e 89% dos autodeclarados conservadores em questões sociais e políticas.

A esmagadora maioria dos cristãos expressou apoio aos valores morais tradicionais (82%), seguido por parcelas menores de não-cristãos (67%) e aqueles que não têm nenhuma fé particular (50%). A grande maioria dos entrevistados que acredita que a Bíblia é a palavra verdadeira de Deus tem valores morais tradicionais (83%), juntamente com 63% daqueles que não veem a Bíblia como as palavras verdadeiras e precisas de Deus.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Governo Lula pode criar secretaria de assuntos religiosos para reabrir diálogo com evangélicos

Pastores oram por Lula durante encontro com evangélicos em São Gonçalo
Pastores oram por Lula durante encontro com evangélicos em São Gonçalo

Aliados do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendem que o futuro governo construa canais próprios de diálogo com lideranças evangélicas, segmento que apoiou majoritariamente a tentativa de reeleição de Jair Bolsonaro (PL) e no qual se disseminaram ataques e notícias falsas contra o candidato petista.

Um das ideias sugeridas por representantes do PT e pastores que colaboraram com a campanha de Lula é criar uma secretaria de assuntos religiosos, sob o guarda-chuva de um ministério voltado para assistência social ou direitos humanos, além de fomentar uma espécie de federação de igrejas independentes para driblar a dependência de pastores das maiores denominações.

Outra proposta é reativar o extinto “Conselhão” com presença de representantes de religiões.

Um dos principais nomes da interlocução da campanha de Lula com religiosos e articulador da carta aos evangélicos, o ex-ministro Gilberto Carvalho tem colocado a reestruturação da relação com igrejas como um dos principais temas do futuro governo.

No dia seguinte à vitória de Lula, Carvalho declarou ao podcast Três por Quatro, do site Brasil de Fato, que será preciso “sinalizar com clareza” e ter uma “ação abrangente” com os evangélicos, e considerou o segmento crucial para “reconstruir uma ampla base popular de governo” e chegar à população mais pobre, “que está sendo cuidada pelas igrejas”. Para Carvalho, o foco deve estar “nas pequenas igrejas, que são as que mais crescem”.

Na entrevista, Carvalho criticou a postura de grandes lideranças, como o bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal, a quem chamou de “useiro e vezeiro em enviar seus representantes ao Planalto” para negociar apoio nos governos Lula e Dilma. “Erramos em atendê-lo e esquecer a base”, disse o ex-ministro.

Dois pastores dissidentes de igrejas que apoiaram Bolsonaro, e que se aproximaram da campanha de Lula, endossam a ideia de uma secretaria de assuntos religiosos: o bispo Romualdo Panceiro, ex-integrante da Universal e que rompeu com Macedo em 2020, e o pastor Paulo Marcelo Schallenberger, que é amigo do deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) e foi escanteado pela Assembleia de Deus do Belém (SP) por apoiar Lula.

Schallenberger defende uma extensão ministerial para “dialogar com líderes simples e anônimos”. O pastor também pretende incentivar, numa iniciativa à parte do governo, a criação de uma “escola de pastores” e uma federação de “igrejas independentes”, que dê peso representativo a denominações menores.

Fonte: O Globo

Padre tira a batina e abandona a missa após discussão política em igreja

Padre durante celebração de missa
Padre durante celebração de missa

Um padre tirou a batina e abandonou a missa que ministrava no último domingo (6) na cidade Nerópolis, região metropolitana de Goiânia, após se irritar com manifestações de fieis em apoio ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Um vídeo registrado por uma testemunha mostra o padre pedindo silêncio. “É? Então, beleza. Vocês não precisam de padre? Então, estou deixando a paróquia”, emenda.

Na sequência, o padre tira a própria batina, joga na direção dos fieis e deixa a missa por uma porta.

De acordo com o g1, o religioso foi identificado como Danilo Neto e ministrava a missa na Igreja Matriz Imaculado Coração de Maria. A Diocese de Anápolis, que responde pela paróquia de Nerópolis, confirmou ao portal que o episódio foi o desdobramento de uma discussão sobre política.

De acordo com testemunhas que presenciaram o entrevero, o padre se irritou depois que fieis fizeram o sinal de “L”, comum a apoiadores de Lula, com as mãos.

Danilo, então, teria pedido que quem fosse a favor do presidente eleito deixasse a igreja, momento no qual uma fiel se levantou e começou a discutir com ele.

Irritado com a permanência dos apoiadores petistas, o padre, então, decidiu deixar a missa.

Fonte: Yahoo Notícias

Missionária prega em vários países da África após resistir à ditadura em Uganda

Dora Cristina Rubombora faz parte da Equipe Missionária, Ministério LIFE Uganda. (Foto: Reprodução/UGCN)
Dora Cristina Rubombora faz parte da Equipe Missionária, Ministério LIFE Uganda. (Foto: Reprodução/UGCN)

A história de Dora Cristina Rubombora descreve a dedicação de uma mulher que, ainda jovem, decidiu servir a Jesus colocando a obra de Deus acima de suas vontades.

Em seu testemunho, Dora diz que embora tenha nascido em uma família cristã e estivesse envolvida com a igreja desde pequena, só quando foi para a faculdade teve um despertamento para servir ministerialmente.

Primogênita de sete irmãos, Dora acompanhava seus pais, que eram membros ativos na igreja, crescendo nesse tipo de ambiente. Seu pai era tesoureiro da igreja local e sua mãe foi trabalhadora da União das Mães.

“Por isso, cresci conhecendo Deus, lendo a Bíblia, orando e frequentando os cultos dominicais regularmente. Eu costumava acreditar que era uma boa menina porque era moralmente correta e bem-comportada”, lembrou ela em um comunicado publicado pelo Ministério LIFE Uganda.

Ao ingressar no Trinity College Nabbingo para sua educação de nível avançado, Dora conta que começou a sentir um vazio em sua vida que se manteve.

“Eu não sabia a que atribuir aquilo. Quando entrei na Makerere University em 1969, fiz Biologia e gostei muito. Foi a fase da minha formação que mais gostei. No entanto, esse sentimento de vazio ainda permanecia”, explicou.

Ela conta que costumava frequentar as reuniões da União Cristã (UC) na Universidade Makerere. Durante um dos encontros, o pregador desafiou aqueles que não nasceram de novo a convidar Cristo para suas vidas.

“Não avancei, mas as palavras dele ficaram ecoando na minha cabeça até o dia seguinte, quando fui participar de mais uma bolsa da UC. O pregador naquele dia era um pastor do Quênia e após sua ministração, ele também deu uma oportunidade para as pessoas orarem e receberem a Cristo. Eu disse a mim mesmo: ‘Talvez seja isso que me falta na minha vida’. Então, dei um passo de fé e convidei Jesus Cristo para minha vida. Foi em 10 de julho de 1971”, lembra.

Dora revela que imediatamente após receber a Cristo, ela se sentiu como se houvesse “uma peça que faltava em minha vida”.

“Eu costumava me perguntar o que era a vida. Mas quando recebi Jesus, essas perguntas foram respondidas. Comecei a entender que Deus tinha um propósito e uma razão para minha existência”, disse ela.

Dedicação ministerial

Dora conta que decidiu nem se casar para melhor servir no ministério. Ela diz que se conectou a amigos que desempenharam um grande papel em nutri-la espiritualmente. Logo, a jovem se juntou ao trabalho cristão de tempo integral.

“Mais tarde, um amigo me conectou à Sra. Kathy Hurlburt e ela desempenhou um grande papel em nutrir minha fé. Ela e o marido Winston (Win) eram missionários batistas em Uganda. Ela me mostrou como usar o livreto das ‘Quatro Leis Espirituais’ para compartilhar o Evangelho e eu frequentemente a acompanhava para dar testemunho no campus”, relatou.

Tempos depois, Dora ingressou em uma organização chamada “Campus Crusade for Christ”, e foi convidada pelo casal Sam e Lynn Owen para um treinamento em Nairóbi, capital do Quênia, em abril de 1972.

“Foi durante esse treinamento que Deus me mostrou claramente o que Ele queria que eu fizesse. Ele queria que eu O servisse do jeito que eu estava (solteira) com esta organização. Eu compartilhei com meus pais sobre minha decisão de ingressar no trabalho cristão em tempo integral e eles deram seu consentimento.”

Dora também participou da conferência Explo 72, que aconteceu em Dallas, no Texas, junto com outros delegados de Uganda. “A conferência teve como objetivo equipar os participantes (cerca de 80.000 pessoas) com habilidades de evangelismo e discipulado”, explicou.

Forte na fé durante ditadura

Dora explica que como o ministério estava começando a criar raízes, as coisas tomaram um rumo drástico em 1973, por causa da perseguição do ditador Idi Amin ao cristianismo em Uganda.

“Ele aboliu algumas organizações cristãs e, infelizmente, a Campus Crusade for Christ foi uma delas. Como organização, ficamos sob a proteção da Igreja de Uganda e também mudamos o nome para Ministério LIFE Uganda. O treinamento foi transferido para Nairóbi”, relata.

Após seu treinamento, Dora foi convidada a permanecer no Quênia como instrutora.

“Deus falou comigo através de Mateus 9:37-39 e eu aceitei ficar. Entendi o fato de que Ele é o Senhor da colheita, e eu uma mera serva de Deus. A partir daquele momento, eu estava pronta para ser usada por Ele e ser enviada para onde Ele quisesse que eu fosse”, disse ela.

Do Quênia, Dora viajou para Kinshasa em 1980, onde o Centro de Treinamento da Grande Comissão foi estabelecido para as regiões de língua francesa na África. Seis anos depois, ela voltou para Nairóbi para continuar seus estudos até 1988.

Mais tarde, Dora mudou-se para o Mali e depois para o Zimbabué, principalmente envolvida na formação do pessoal.

Em seguida, Dora retornou a Uganda, após receber a orientação de Deus em 2003.

“O Senhor me falou sobre meu próximo destino. Fiquei muito animada porque não era uma transferência para outro país, mas para casa. Voltei para Uganda em junho de 2004 e fiquei muito feliz por estar de volta em casa”, contou.

Ainda dando frutos

De outubro de 2009 a 2017, Dora se dedicou a cuidar dos seus pais, idosos e frágeis. “Este foi um presente para meus pais e para mim. Eles me entregaram ao Senhor e eu os deixei por mais de 30 anos, então Deus me deu a oportunidade de voltar e cuidar deles”.

“Papai faleceu em 2012 e mamãe em 2017. Depois disso, aos poucos comecei a voltar ao ministério de campo. Em maio de 2018, tivemos um treinamento básico para líderes da Igreja Anglicana (Igreja de Uganda na Diocese de Rwenzori) no Bishop Balya Bible College em Fort Portal”, contou.

Apesar da idade, Dora voltou ao ministério de campo como parte do departamento do Movimento Global da Igreja (GCM) do Ministério LIFE, em 2019.

“O que posso dizer depois de 49 anos na equipe? O Senhor tem sido fiel. Ele me trouxe a Si mesmo em 1971, quando entreguei minha vida a Jesus e Ele nunca me deixou sozinho ou me abandonou. Ele me chamou como uma jovem solteira para servi-lo em 1972 e, quando olho para trás, o que é inquestionável sobre Deus é Sua fidelidade”, testemunha.

Dora disse ainda que “em tempos difíceis, Ele esteve comigo e me viu em todos eles. Ele supriu todas as minhas necessidades além da minha imaginação”.

“Devo dizer que a colheita ainda é abundante e Deus ainda está procurando trabalhadores para enviar para Sua colheita. Portanto, se o chamado para o ministério vier, lembre-se disso: Deus é fiel. Aquele que fez isso por mim e inúmeros outros missionários certamente fará isso por você”, lembra.

“Ele é o mesmo Deus que é suficiente. Ele também é o mesmo Deus que deseja nossa submissão e total obediência. Ele conhece os planos que Ele tem para nós que Lhe trarão glória. Portanto, levante-se quando Deus o chamar e seja contado entre os trabalhadores na colheita do Rei”, disse a missionária.

Nos últimos 49 anos, Dora conectou pessoas a Jesus Cristo e mobilizou missionários em vários países africanos por meio do Ministério LIFE Uganda.

Ela acredita que até hoje, a colheita ainda é abundante e Deus ainda está procurando trabalhadores para enviar para Sua colheita.

Fonte: Guia-me com informações de Life Ministry Uganda

Seminário batista é bombardeado pelo exército e deixa feridos em Mianmar

Seminário teológico batista foi bombardeado pelo exército em Mianmar
Seminário teológico batista foi bombardeado pelo exército em Mianmar

Um Seminário Teológico Batista em Mianmar foi bombardeado pelo exército birmanês na quinta-feira (3), deixando quatro estudantes feridos.

De acordo com o International Christian Concern (ICC), o ataque aconteceu no estado de Shan, enquanto os alunos dormiam no dormitório da escola, fundada pela Convenção Batista Kachin.

Quatro estudantes, com idades entre 21 e 27 anos, foram atingidos por estilhaços e tiveram ferimentos sem risco de vida.

Um vídeo gravado pelos alunos e divulgado nas redes sociais mostrou os danos do bombardeio.

O ataque deixou buracos nas paredes, janelas e roupas dos seminaristas. Outro vídeo mostrou um aluno sendo levado para receber atendimento médico.

“O ataque contra esta escola bíblica Kachin certamente não foi um acidente”, afirmou Gina Goh, gerente regional da ICC para o Sudeste Asiático.

“Em vez disso, o Tatmadaw alvejou deliberadamente uma instalação cristã, sabendo o quão importante é a fé para o povo Kachin. Este regime de junta desprezível não deve ser mais tolerado pela comunidade internacional e precisa ser removido imediatamente”.

Cristãos atingidos

Desde o golpe militar de fevereiro de 2021 no Mianmar, o exército birmanês governa o país com violência, atacando civis e aterrorizando cidadãos. Os cristãos foram particularmente atingidos: mais de 1.200 casas e 11 igrejas foram incendiadas apenas em Thantlang.

“A guerra civil não está melhorando; todos os dias ocorrem batalhas em todos os estados e em todas as regiões”, relatou um líder de um ministério local, ao Christian Aid Mission.

“Não há segurança em nenhum lugar – assassinatos, bombardeios, tiros e prisões acontecem em todos os lugares”.

De acordo com a organização missionária Aid Mission, muitos birmaneses fugiram para as selvas para escapar do conflito, outros se refugiaram em outras nações.

O Mianmar ocupa o 12° lugar na Lista Mundial da Perseguição 2022 da Missão Portas Abertas, de países mais difíceis para ser um cristão.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Filme Jesus é o mais traduzido da história, disponível em 2.000 idiomas

Jesus Film Project é um ministério que produz filmes para apresentar Jesus ao mundo.
Jesus Film Project é um ministério que produz filmes para apresentar Jesus ao mundo.

O filme mais traduzido de todos os tempos já está disponível em 2.000 idiomas. Sua mais recente tradução foi feita para a língua Zo, falada por aproximadamente 65.000 pessoas.

A língua Zo é falada principalmente em Mianmar, um país de maioria budista que tem sofrido crises sociais e econômicas. Por causa da discriminação por crenças religiosas e acesso limitado a oportunidades econômicas, muitas pessoas que falam Zo estão agora espalhadas pelo mundo.

O Jesus Film Project marcou a estreia do filme “Jesus” ​​em Zo nos Estados Unidos, onde refugiados e imigrantes Zo estão espalhados por 29 cidades. Eventos de exibição foram realizados em Dallas-Fort Worth, no Texas; Atlanta, na Geórgia; e Fort Wayne, em Indiana.

Embora a tradução Zo da Bíblia tenha sido concluída em 2019, ela ainda não foi impressa em Mianmar, e muitos dos Zo não conseguem ler. A tradução do filme “Jesus” oferece uma forma de apresentar a história do Evangelho no idioma.

“Conseguir lançar Jesus ​​em Zo é a recompensa de anos de inovação e dedicação”, diz Josh Newell, diretor executivo do Jesus Film Project. “A coisa mais digna que podemos fazer é compartilhar a história de Jesus de uma forma que as pessoas possam entender e de uma forma que não precise de tradução. Estamos empolgados com o que o futuro reserva enquanto continuamos traduzindo essa história de mudança de vida.”

Lançado pela primeira vez em 1979, “Jesus” mostra um retrato autêntico de uma das figuras mais influentes da história. Desde então, o Jesus Film Project fez parceria com milhares de tradutores, equipes de gravação, dubladores e parceiros para disponibilizar “Jesus” ​​e outros vídeos sobre Cristo para todos, em todos os lugares e em todos os idiomas.

“Jesus” já ​​foi visto por mais de 10 milhões de pessoas em todo o mundo e continua sendo o único filme a ser dublado em mais de 2.000 idiomas.

Para se ter uma ideia, os filmes de animação de Hollywood costumam ser traduzidos para 35 a 40 territórios, enquanto os filmes de sucesso de ação são geralmente traduzidos para 12 a 15 idiomas.

Mais de 30 milhões aceitaram Jesus através do filme

Mesmo na turbulência global de 2020, mais de 700 milhões de pessoas ouviram a mensagem do Evangelho por meio do Jesus Film Project.

Em 2020, 742.164.408 pessoas assistiram à mídia do Jesus Film Project — incluindo visualizações online, transmissões de mídia e exibições de filmes presenciais.

Dentre estes, 224.452.394 de visualizações foram dos recursos online e 312.089.525 visualizações foram das transmissões de mídia.

O Jesus Film Project trabalha não apenas com a produção e exibição de filmes, mas também equipa igrejas, organizações e indivíduos com treinamento e recursos, para que levem o Evangelho até os confins da terra.

Por meio disso, em 2020, 30.121.304 pessoas indicaram decisões para Cristo e 278.052 novas igrejas e grupos nasceram, indica o relatório de 2020.

Fonte: Guia-me com informações de Religion News Service

Cristãos veem perseguição aumentar na Índia

Bandeira da Índia (Pixabay)
Bandeira da Índia (Pixabay)

O mês de outubro foi de diversos ataques a cristãos na Índia, mas na última semana os relatos de incidentes aumentaram. Casas de seguidores de Jesus foram incendiadas, discursos de ódio tornaram-se virais em redes sociais e mentiras sobre pessoas recebendo dinheiro para se converter resultaram em prisões.

Em uma comunidade local, mais de oito famílias cristãs foram ao culto e suas casas perderam suas casas durante um incêndio. Vários cilindros de gás explodiram e queimaram tudo o que estavam dentro das casas. De acordo com a polícia, o fogo foi causado pelo manuseio de bombinhas de artifício durante uma festividade. No entanto, os seguidores de Jesus acreditam que seja resultado de intolerância religiosa.

Desde que várias famílias decidiram seguir a Jesus, as comunidades da região se posicionaram contra os cristãos e ameaçaram: “Retornem ao hinduísmo ou enfrentarão as consequências terríveis um dia”. Por isso, os cristãos afetados acreditam que foram vítimas de um ataque com motivo religioso.

Outro ponto que levanta suspeitas é que o incêndio queimou apenas as propriedades dos cristãos. Caso o fogo surgisse do manuseio de fogos de artifício, teria que queimar primeiro os locais onde havia mais substâncias inflamáveis e não diretamente a casa dos seguidores de Jesus.

Prisão de seguidores de Jesus

Em outro incidente, nove cristãos foram presos sob a acusação de converter 400 pessoas à força. Além disso, foram expulsos da comunidade onde vivem por um grupo criminoso local, mas não obedeceram à ordem dos extremistas. Então foram denunciados à polícia e detidos, os cristãos também foram maltratados e agredidos. Seis deles foram encaminhados para a prisão e três jovens com seus bebês ficaram presas na delegacia, contrariando uma lei que proíbe que fiquem detidas até as 18h.

Estrangeiros também foram acusados falsamente de converter indianos. Três suecos foram até o local participar de uma oração e acabaram acusados de forçar a conversão dos habitantes locais. Eles foram deportados, mesmo a embaixada da Suécia provando que as acusações eram falsas.

Um dia depois, sete alemães foram interrogados pelas autoridades. Eles visitaram uma igreja como turistas, mas não participaram de nenhuma atividade religiosa. Entretanto, as autoridades os culparam de converter indianos. O grupo só foi liberado quando pagou milhares de dólares para as autoridades. Além disso, dois cristãos locais que os convidaram para ir à igreja foram presos.

Fonte: Portas Abertas

Líderes de igreja são presos no Vietnã

Família cristã no Vietnã (Foto: Reprodução)
Família cristã no Vietnã (Foto: Reprodução)

Os líderes cristãos e irmãos Hung, Long e Viet*, da tribo hmong, foram presos pela polícia na semana passada no Centro do Vietnã. De acordo com as autoridades, os três cristãos foram acusados de roubar arroz de outras famílias no vilarejo. Eles cuidam das próprias famílias que totalizam 16 pessoas.

“Quando alguém crê em Deus é agredido, as casas são demolidas e as famílias expulsas pelas autoridades locais do vilarejo. Elas fizeram um anúncio na delegacia dizendo que não permitem que os membros da comunidade sigam outras religiões que não sejam o animismo ou o budismo”, contou Isaac *, um parceiro local da Portas Abertas.

Portanto, quando as famílias dos três cristãos deixou as religiões tradicionais para seguir a Jesus começaram a enfrentar oposição, mesmo que fizessem os cultos nas próprias casas com discrição. “É muito triste. Há poucos dias, a família estava colhendo arroz e milho na própria terra quando a polícia local e o chefe do vilarejo vieram e confiscaram a colheita. Depois a casa deles foi destruída também”, acrescentou Isaac.

Excluídos

“Eles sofreram muito. Primeiro, foram agredidos, depois, a eletricidade e a água foram cortadas. A plantação de arroz e os pouco animais que tinham foram confiscados. O chefe do vilarejo e outros vizinhos também tomaram o trator das famílias cristãs que elas haviam recebido há pouco graças a um auxílio do governo para pequenos produtores rurais”, acrescentou Isaac.

Além disso, o chefe do vilarejo não permite que as famílias cristãs vendam ou comprem produtos nem que tenham contato com membros da comunidade. As autoridades locais também proibiram as crianças cristãs de retornarem à escola.

Apesar da pressão, nenhum dos cristãos renunciou à fé em Jesus. “Não fazemos mal a ninguém, apenas cremos em Jesus. Que mal há nisso? Por que nos perseguem?”, disseram os irmãos. Parceiros locais têm enviado roupas, alimentos e outros itens básicos para a família enquanto os cristãos estão presos. Os recursos são poucos, por isso muitas vezes não há o suficiente para alimentar todos.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Morre Guilherme de Pádua, assassino de Daniella Perez, aos 53 anos, diz igreja

Guilherme de Pádua Foto: Reprodução/YouTube
Guilherme de Pádua Foto: Reprodução/YouTube

Morreu, na noite deste domingo (6), o ex-ator Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, em 1992. Guilherme estava com 53 anos e teria sofrido um infarto. A informação foi divulgada pelo pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, onde Guilherme se consagrou pastor.

Localizada em Belo Horizonte, cidade natal de Pádua, a congregação foi quem acolheu o ex-ator após sua saída da prisão e o ordenou pastor em 2017. A morte foi confirmada pela assessoria de imprensa da Igreja Batista de Lagoinha, que informou que um comunicado será divulgado em breve.

“É um moço que a sociedade não compreende, porque praticou aquele crime da Daniella Perez. Mas ele se converteu. Era uma lagarta que virou borboleta. Ele dentro de casa agora caiu e morreu. Caiu e morreu”, disse Valadão durante transmissão ao vivo em suas redes sociais.

Pádua ganhou projeção nacional na novela “De Corpo e Alma”, exibida pela Globo na década de 1990. Nela, fazia par romântico com Daniella, filha da autora, Gloria Perez. Em 28 de dezembro de 1992, no entanto, o corpo da mocinha do folhetim foi encontrado num matagal na Barra da Tijuca, com 18 perfurações, a maioria concentradas na região do coração.

O relato de uma testemunha levou a polícia a Pádua e à então mulher dele, Paula Thomaz. Cada um dos dois foi condenado por homicídio qualificado a uma pena de quase 20 anos de prisão, após o júri popular acatar a tese da acusação de que o casal premeditou o crime –Thomaz, por ciúmes do marido; Pádua, por vingança contra a autora da novela, já que seu papel na trama vinha sendo reduzido.

Os dois apresentaram, nos últimos anos, versões diferentes para o crime. Thomaz nega que tenha participado. Pádua, que, em depoimentos à polícia, assumira a culpa, depois passou a sustentar a tese de que a sua então mulher, tomada de ciúmes pela relação dos dois parceiros de cena, é quem teria se atracado com Daniella Perez no matagal.

O caso recentemente veio à tona por causa dos 30 anos da morte da atriz e da série documental “Pacto Brutal”, da HBO Max, que se debruçou sobre o crime.

Mineiro de Belo Horizonte, Pádua nasceu em 1969 e chegou ao Rio de Janeiro no final dos anos 1980, disposto a tentar uma carreira no meio artístico. Quando do crime, ele estava no ar na novela “De Corpo e Alma” interpretando Bira, um motorista de ônibus que fazia par amoroso com Yasmin, que por sua vez era interpretada por Daniella Perez.

Com a novela, que estreou em agosto de 1992, Gloria Perez assumia a sua primeira trama das oito em voo solo. O enredo principal girava em torno de Paloma, papel de Cristiana Oliveira, que recebia o coração transplantado de outra mulher, Betina, grande amor de Diogo, papel de Tarcísio Meira. Yasmin, por sua vez, era irmã de Paloma, a protagonista da história.

Se na televisão ele dava os seus primeiros passos, no teatro já tinha somado mais papéis. Na peça “Pasolini”, por exemplo, ele interpretou o garoto de programa responsável pela morte do célebre diretor italiano. Voltaria a interpretar um michê no musical “Blue Jeans”, que causou um estouro na virada dos anos 1980 para os 1990.

Wolf Maya, diretor do espetáculo, fala em “Pacto Brutal” de como conheceu o jovem vindo de Belo Horizonte numa moto. Fábio Assunção, que estava no elenco, assim como Alexandre Frota e Maurício Mattar, se recorda de um soco cênico que Guilherme de Pádua acabou desferindo de verdade.

Por fim, o ator também voltou a interpretar um garoto de programa em “Via Appia”, filme erótico alemão rodado no universo das saunas de prostituição masculina de Copacabana.

Na época ele também participou do show de strip-tease que a travesti Eloína dos Leopardos mantinha na Galeria Alaska, conhecido point gay no bairro da zona sul carioca, e que terminava com todos os rapazes ficando completamente nus.

Há cinco anos, o ex-ator se tornou pastor da Igreja Batista da Lagoinha. Pádua concedeu poucas entrevistas sobre o caso, mas seu nome sempre reaparece por aí, como quando criou um canal no YouTube para falar de sua conversão religiosa. Numa de suas últimas aparições públicas, em 2020, foi às ruas num protesto pró-Bolsonaro.

Guilherme de Pádua era pastor batista em Belo Horizonte e havia se casado com a maquiadora Juliana Lacerda em 2017.

Fonte: Folhapress, Pleno News e Notícias Ao Minuto

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