O líder da Igreja Universal, Edir Macedo, ao lado do presidente Jair Bolsonaro
A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) se manifestou sobre suposto rumor de que a instituição apoiaria Lula durante a eleição deste ano. Pelas redes sociais, a igreja chamou o boato de “fake news” e atacou o PT.
“Aos que divulgam fake news sobre suposto apoio da Universal ao candidato Lula: tais rumores, além de ridículos e mentirosos, são mais uma tentativa desesperada do PT de confundir o povo evangélico, que já acordou para o fato de que é impossível ser cristão e ser de esquerda”, disse a instituição religiosa.
Aos que divulgam fake news sobre suposto apoio da Universal ao candidato Lula: tais rumores, além de ridículos e mentirosos, são mais uma tentativa desesperada do PT de confundir o povo evangélico, que já acordou para o fato de que é impossível ser cristão e ser de esquerda.
Nesta semana, o bispo Edir Macedo, que comanda a IURD, se manifestou a favor de Jair Bolsonaro nas redes sociais. Questionado por uma seguidora sobre quem apoiaria na disputa deste ano, ele respondeu: “Eu continuo com o Bolsonaro e o Tarcísio para governador”.
Segundo o site Diário do Centro do Mundo, a Rede Record, que é ligada à IURD, cresceu no início da gestão de Bolsonaro com publicidade. A emissora Teve R$ 10,3 milhões em verbas publicitárias do governo em 2019.
David A. R. White em cena do filme "Deus Não Está Morto: - O Próximo Capítulo"
A quinta parte da franquia “Deus Não Está Morto” foi anunciada na terça-feira (13) pela Pure Flix e a Pinnacle Peak Pictures. O filme será chamado “Deus Não Está Morto: Se Levante”, em tradução livre, e tem lançamento previsto para 2023.
“Este é um novo capítulo na franquia ‘Deus Não Está Morto’ e mal podemos esperar para compartilhar isso com todos os fãs. Eu estou honrado, oito anos depois, que esse tipo de filme e essa mensagem continue ressoando com tantas pessoas”, disse o produtor e ator David A.R. White, que interpreta o reverendo Dave no filme.
“O legado e o impacto de ‘Deus Não Está Morto’ são inegáveis e estou muito orgulhoso e honrado por fazer parte deste movimento”, destacou.
O anúncio foi feito durante uma exibição especial em Los Angeles, onde o produtor e ator David A.R. White se juntou aos astros da franquia Dean Cain, Isaiah Washington, Cory Oliver e Brad Heller.
“Deus Não Está Morto” foi lançado em 2014 e bateu recordes, arrecadando mais de US$ 100 milhões em todo o mundo. O sucesso do filme alavancou o cinema cristão e provou que há uma demanda por entretenimento familiar, que defende valores conservadores.
No filme “Deus Não Está Morto: Se Levante”, o incumbente de uma vaga no Congresso dos EUA suspende repentinamente sua candidatura, o que faz com que um estrategista de campanha convença o reverendo Dave Hill a concorrer ao cargo. A corrida eleitoral os coloca contra oponentes do passado, que têm planos de remover a influência da religião nas políticas públicas.
Tendo como pano de fundo uma agitação política, civil e espiritual sem precedentes, Dave luta para responder à pergunta mais relevante de nosso tempo: Deus está morto na política americana?
David A.R. White, Dean Cain, Isaiah Washington, Ray Wise, Cory Oliver e Brad Heller devem continuar em seus papéis no novo “Deus Não Está Morto: Se Levante”, que será filmado ainda este ano na Carolina do Sul.
O filme será dirigido por Harold Cronk, que dirigiu o original “Deus Não Está Morto: Se Levante” e a sequência, “Deus Não Está Morto 2”. A Pure Flix, uma subsidiária da Sony Pictures Entertainment, é um serviço de streaming voltado para a família. A última parte da franquia “Deus Não Está Morto” é apenas um dos 25 filmes originais e séries que a plataforma de streaming anunciou para 2022 e 2023.
Da esquerda para a direita: Malihe Nazari, Mina Khajavi, Joseph Shahbazian, Somayeh (Sonya) Sadegh e Masoumeh Ghasemi. (Foto: Artigo 18)
Seis cristãos foram condenados a cumprir sentenças variáveis por seu envolvimento em igrejas domésticas. Alguns deles se reportaram à prisão de Evin, em Teerã, outros estão aguardando intimação.
Pelo “crime”, eles devem viver 42 anos longe de sua família, enquanto cumprem a pena em prisão fechada.
O grupo estava entre, pelo menos, 35 crentes presos ou interrogados por agentes de inteligência pertencentes ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), em uma operação coordenada ao longo de dois dias e em três cidades no verão de 2020.
Segundo informações, um espião se passando por cristão se infiltrou em uma das igrejas e cooperou com as autoridades para entregá-los e apresentar nomes. Os tribunais iranianos sentenciaram os cristãos em junho deste ano, e seus recursos foram recentemente rejeitados.
As alegações oficiais revelam uma certa paranoia entre as autoridades iranianas, diz o Artigo 18, instituição que defende os cristãos no país. Cada deles enfrentou acusações e condenações por, nas palavras do tribunal, “agredir contra a segurança por meio de associação e administração e formação de uma igreja evangélica doméstica e gerenciar um grupo/congregação com o objetivo de perturbar a segurança do país”.
Conheça os condenados
Joseph Shahbazian é um pastor iraniano-armênio de 58 anos. Ele recebeu 24 horas para se apresentar na prisão de Evin na semana passada. Atualmente está cumprindo uma sentença de 10 anos por realizar cultos na igreja que funciona em sua casa.
Mesmo os iranianos de ascendência armênia (e assíria) tendo um grau de liberdade de culto maior, eles não têm permissão para ensinar na língua nacional do persa ou receber iranianos “nascidos muçulmanos” na igreja. Para Joseph, não compartilhar Jesus com os muçulmanos não era uma opção.
Mina Khajavi, 59 anos, foi para a prisão de Evin ao lado de Joseph em 30 de agosto para iniciar sua sentença de seis anos por fazer parte de sua igreja doméstica. Ela chegou com a ajuda de um andador, depois de quebrar a perna em três lugares em um acidente de carro.
As autoridades prisionais disseram que ela poderia voltar para casa por causa de sua condição física. O benefício para ficar em casa só foi liberado após mais seis semanas antes de se apresentar na prisão – e deveria ser feito por um médico aprovado pelo governo.
Malihe Nazari, 48 anos, também foi condenada a seis anos e agora está na prisão de Evin. Ela também fazia parte de uma igreja doméstica chamada Yek Delan, uma igreja especial para mulheres cristãs em Teerã.
Homayoun Zhaveh, 68 anos, e sua esposa Sara Ahmadi, 44 anos, foram intimados a cumprir suas sentenças há mais de um ano. O casal se apresentou na prisão de Evin, mas talvez em reconhecimento à condição de Homayoun, eles foram inicialmente instruídos pelas autoridades prisionais a voltar para casa. Homayoun tem doença de Parkinson avançada.
Quatorze meses depois, quando o casal recebeu outra intimação, presumiram que estavam sendo chamados de volta para obter itens pessoais confiscados por agentes de inteligência em sua casa. Em vez disso, as autoridades os prenderam no local; eles agora estão cumprindo suas sentenças. Homayoun foi condenado a dois anos, enquanto sua esposa deve cumprir oito.
Anooshavan Avedian, de 60 anos, outro pastor iraniano-armênio, também aguarda uma intimação para cumprir uma sentença de 10 anos de prisão. Ele foi condenado por tribunais sob o artigo 500 alterado do Código Penal Islâmico do Irã pelo que um juiz chamou de “propaganda contrária e perturbadora à sagrada religião do Islã”.
O pastor foi preso pela primeira vez em 21 de agosto de 2020, quando aproximadamente 30 agentes do Ministério do Serviço de Inteligência (MOIS) invadiram uma reunião privada em sua casa em Narmak, no nordeste de Teerã, onde cerca de 18 cristãos, incluindo membros da família de Anooshavan, se reuniram para orar e adorar.
De acordo com o Artigo 18, os agentes confiscaram Bíblias e dispositivos de comunicação, exigindo que todos preencham formulários com suas informações pessoais, incluindo senhas de telefone e contas de mídia social.
Joseph, Mina, Malihe, Homayoun, Sara, Anooshavan e outros como eles não fizeram nada além de se reunir como cristãos fazem ao redor do mundo, em seus “grupos domésticos”.
Campanha pelo fim das prisões
A Portas Abertas pede pelo fim imediato de campanhas contra cristãos iranianos.
Nos últimos meses, a pressão sobre os cristãos convertidos no Irã tem aumentado com mais prisões e processos judiciais, fazendo com que a organização exija uma parada imediata de “campanhas sistemáticas … contra cristãos e outras minorias religiosas”.
A Portas Abertas está “chocada com os testemunhos de violações do devido processo legal que ocorreram nas salas do tribunal, incluindo comentários humilhantes do juiz, o favor indisfarçável do tribunal para o lado do promotor sobre os réus, a falta ocasional de acesso a um advogado e veredictos emitidos em menos de 10 dias – claramente – sem consideração suficiente de provas.”
“Pedimos às autoridades iranianas que parem imediatamente com as campanhas sistemáticas de prisões, detenções arbitrárias, apreensão de propriedades e julgamentos injustos contra cristãos e outras minorias religiosas”, apelou a Portas Abertas, segundo um de seus representantes.
“Embora todos esses incidentes tenham sido relatados publicamente, houve mais e é seguro dizer que houve um aumento na prisão e detenção de cristãos no Irã no primeiro semestre deste ano”.
O Irã é signatário do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, que protege a liberdade de religião, incluindo a liberdade de mudar de religião e compartilhá-la com outros.
Mas, como esses casos e muitos outros nos mostram, essa liberdade está apenas no papel. Para os cristãos e outras minorias religiosas, ela não existe. O governo iraniano deve usar outras maneiras de impedir o crescimento de qualquer outra religião que não o islamismo, prendendo e acusando falsamente os cristãos de violações de “segurança nacional”.
“Enquanto estava na prisão, pensei comigo mesma, há pessoas que me amam e choram por minha dor e sofrimento – e, mais importante, oram por mim. Porque sem o poder de Deus, você não pode tolerar [a prisão] e seguir em frente”, disse a cristã iraniana Zahra sobre sua prisão.
Publicações nas redes sociais compartilham um vídeo de um programa de televisão em que teria sido reproduzido um áudio do ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira defendendo atacar e fechar igrejas.
Na gravação, o homem teria chamado as pessoas que frequentam igrejas de “bando de covardes” e afirmou que eles “aprontam” com o candidato ao Planalto e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O conteúdo, porém, é falso. O vídeo foi manipulado para inserir o áudio. Além disso, não há registro de declaração semelhante por parte de Ferreira.
Uma pesquisa no Google pelas palavras-chave “Paulo Ferreira acabar igrejas” não identificou registros da suposta fala por parte do ex-tesoureiro do PT.
Como o vídeo mostra que o áudio teria sido reproduzido no programa Cidade Alerta Sergipe, foram feitas buscas no canal da TV Atalaia no YouTube pela edição. Ao pesquisar por “Cidade Alerta áudio”, foi identificado o vídeo original utilizado na montagem.
O áudio reproduzido no programa, na verdade, nada tem a ver com igrejas ou com o PT. Na verdade, o que se escuta é uma gravação atribuída a um detento revoltado com o assassinato de uma mulher.
Além disso, foram feitas comparações entre o áudio atribuído ao ex-tesoureiro e os vídeos em que ele aparece no YouTube. Ao escutar as gravações, percebe-se a diferença entre o timbre de voz de Ferreira e o que se escuta na gravação viral.
Conteúdo semelhante foi verificado pela Agência Lupa.
Leia Miranda é cantora e pregadora da Igreja Deus é Amor
A igreja Deus é Amor (IPDA) afastou Léia Miranda das funções ministeriais, nesta quinta-feira (15/09), após o vazamento de um suposto áudio atribuído a ela. Léia é filha do saudoso missionário David Miranda, fundador da Igreja.
No áudio, Léia conversa com um rapaz que parece ser membro da igreja, e que nas fotos aparece ao lado dela em diversas ocasiões, como em agendas de cultos e até em lives nas redes sociais.
Na conversa, Léia Miranda, que é cantora, pregadora e coordenadora geral das instituições Reviver, além de integrante do alto clero da IPDA, elogia o órgão genital do rapaz e conta detalhes de uma relação sexual com ele.
No perfil oficial da igreja no Instagram, foi publicada uma nota em que aponta o afastamento de Léia de suas funções administrativas e ministeriais até que se apure os graves fatos envolvendo sua conduta e comportamento.
“COMUNICADO OFICIAL O Conselho Deliberativo e a Diretoria Executiva da IPDA, no desempenho das suas funções, vêm a público comunicar que a irmã Léia Miranda está afastada de suas funções administrativas e ministeriais até que se apure os graves fatos envolvendo sua conduta e comportamento”.
Davi Miranda Neto falou também sobre o caso, e foi além, ele lembrou que Léia já cometeu adultério.
“Pecado gravíssimo! Mais grave que o adultério que ela cometeu. Sim, o caso é VERÍDICO. Já existiam diversos indícios, e agora a verdade veio à tona. Foi disciplinada pela diretoria por tempo indeterminado e perdeu o controle”
Cristãos sofrem perseguição em vários países do continente africano.
O jovem que foi condenado à morte na Líbia conheceu Jesus há quatro anos. Ele vive no Oeste da Líbia onde as milícias tomaram o governo por causa das leis frágeis e falta de controle do governo anterior em grande parte da Líbia.
Desde que se converteu, ele foi denunciado e preso muitas vezes. As milícias o pressionaram para renunciar à fé em Jesus, mas ele nunca cedeu. Ele reafirmou a fé da última vez que foi preso também, no entanto, dessa vez, a Corte local decretou a sentença de morte.
O jovem cristão foi obrigado a declarar publicamente o veredito do lado de fora do tribunal e depois na própria casa. Ele também precisou reportar a sentença a um jornal local e na estação de rádio.
Governo instável
A instabilidade do governo líbio permite que diferentes partes do país interpretem a mesma lei de formas diferentes. Não há leis em vigor que criminalizam a conversão ao cristianismo, segundo o governo central do país. No entanto, entre 2012 e 2014, vários estados praticaram as antigas leis, que puniam com sentença de morte a apostasia, como no caso do jovem cristão.
A falta de um governo forte permite os julgamentos arbitrários que colocam a vida de cristãos em risco. Durante o processo, o jovem cristão não pôde contatar um advogado, nem receber qualquer outra forma de defesa.
Quatro cristãos sudaneses foram presos no ataque à Igreja Batista em Zalingei, em Darfur, Oeste do Sudão. Os homens foram acusados de apostasia, apesar de a lei que criminalizava o abandono do islamismo ter sido revogada em 2021. Eles lideravam uma igreja autorizada pelo governo. Apesar disso, em junho deste ano, foram atacados e presos.
Na prisão, eles sofreram maus-tratos durante quase dois meses. No dia 3 de julho, eles foram levados diante do promotor, que “pediu que eles renunciassem à fé em Jesus e parassem de orar, participar de atividades na igreja ou compartilhar a fé cristã, senão seriam mortos. Os quatro cristãos recusaram a ordem e foram punidos por essa decisão”, segundo relatório da ONG Christian Solidarity Worldwide (CSW).
O caso foi transferido para um tribunal superior e na primeira audiência, no dia 30 de agosto, os cristãos foram julgados e inocentados. O juiz disse ser inadequado considerar a conversão de muçulmanos ao cristianismo como apostasia, já que isso não é mais crime na Constituição do Sudão. Segundo a CSW, os cristãos não precisaram pagar a fiança e os pertences deles, que foram apreendidos no ataque, foram devolvidos.
Igreja ameaçada
Apesar da decisão do tribunal, extremistas da comunidade ameaçaram e atacaram a igreja, que permanece fechada por causa do conflito. Outras três igrejas também fecharam em Zalingei este ano por causa do aumento da violência e ameaças na região.
O porta-voz da Portas Abertas na África Subsaariana comentou: “Celebramos a inocência das acusações, mas continuamos pedindo ao governo do Sudão que garanta a liberdade de religião. A situação mostra que os direitos de crença estão ameaçados pelas autoridades que querem desfazer os avanços do país nessa questão”.
A situação da igreja dos líderes cristãos e outras próximas à região demonstram a crise humanitária. “A igreja em que esses quatro homens congregam não poder abrir demonstra a pressão social que permanece limitando a prática da fé de cristãos. A comunidade internacional deve continuar pressionando os militares que governam o Sudão para que garantam os direitos humanos existentes antes do golpe”, concluiu o porta-voz.
Cristão adorando a Deus durante a turnê "God Loves You" de Franklin Graham em Springfield, Missouri, em setembro de 2021 nos EUA. (Foto: Cortesia da Associação Evangelística Billy Graham)
A porcentagem de americanos que se consideram cristãos pode cair de 64% para menos de 50% até 2070 se as tendências atuais continuarem, de acordo com um novo relatório do Pew Research Center. A porcentagem de pessoas que se descrevem como ateias, agnósticas ou “nada em particular” também pode chegar a 40%, segundo o relatório.
O relatório, Modeling the Future of Religion in America (Modelando o futuro da religião na América), combina décadas de dados do Pew com dados do General Social Survey para apresentar quatro modelos hipotéticos do futuro da fé nos EUA.
O Pew estima que, em 2020, 64% de todos os americanos (incluindo crianças) eram cristãos.
No entanto, em todos os quatro modelos, essa porcentagem diminuirá. De fato, em três dos quatro modelos, o número cai abaixo de 50%. (Os quatro modelos do Pew mostram o cristianismo caindo para 54%, 46%, 39% ou 35%).
Enquanto isso, a porcentagem dos tão discutidos “nenhum” – aqueles que se consideram ateus, agnósticos ou “nada em particular” – aumentará dos atuais 30% para 34%, 41%, 48% ou 52% até 2070, de acordo com os modelos de Pew.
O relatório observa que todos os modelos são hipotéticos. As diferenças dependem se a mudança religiosa “continua em taxas recentes, acelera ou para completamente”, disse o relatório.
“Todas as projeções partem da atual composição religiosa da população dos EUA, levando em conta as diferenças religiosas por idade e sexo”, disse o relatório. Em seguida, eles levam em consideração as taxas de natalidade e os padrões de migração. Mais importante ainda, eles incorporam taxas variadas de mudança religiosa – movimento dentro e fora de amplas categorias de identidade religiosa – para modelar como seria o cenário religioso dos EUA se a mudança continuasse em seu ritmo recente, continuasse a acelerar (como vem fazendo desde a década de 1990), ou parasse subitamente”.
Os modelos “não pretendem ser previsões do que acontecerá”, disse. Os eventos mundiais, acrescentou o relatório, podem ter um impacto dramático nas tendências religiosas.
“Claro, é possível que eventos fora do modelo do estudo – como guerra, depressão econômica, crise climática, mudanças nos padrões de imigração ou inovações religiosas – possam reverter as atuais tendências de mudança religiosa, levando a um renascimento do cristianismo nos Estados Unidos”. disse Pew. “Mas não há padrões de comutação atuais nos EUA que possam ser levados em consideração nos modelos matemáticos para projetar tal resultado”.
Folha Gospel com informações de Christian Headlines
Encenação de casamento entre duas meninas, feita em escola do Chile. (Captura de tela/Instagram/Renato Vargens)
Um vídeo mostrando o casamento entre duas meninas do jardim de infância de uma escola na região de Santa Bárbara de Bío Bío, no Chile, causou questionamentos da Ouvidoria da Criança, pedindo informações sobre o conteúdo.
As crianças, vestidas de noiva e noivo, participam de um casamento gay, realizado pelas próprias professoras. Os meninos e meninas da turma também fazendo parte da “brincadeira”.
Reagindo ao vídeo, a Ouvidoria da Criança pediu informações sobre o ocorrido, enfatizando que esse tipo de situação não deveria ocorrer no âmbito escolar.
“Diante de imagens que mostram um jogo, orientado por adultos, em que se simula um casamento num jardim de infância, somos enfáticos em dizer que estas situações não devem ocorrer no âmbito educativo, uma vez que não contribuem para o desenvolvimento integral de meninos e meninas”, escreveu o órgão no Twitter.
“Embora o jogo em si seja um direito de toda criança e adolescente e seja uma poderosa ferramenta de aprendizado, ele deve respeitar cada estágio de desenvolvimento em que se encontra”, acrescentou a ouvidoria.
Na encenação duas meninas estão vestidas de noiva, uma finge ter um terno de homem, e elas estão sentadas enquanto seguem as instruções do adulto responsável que as estimula a “colocar as alianças” e depois se beijar na bochecha.
Na sequência, as duas crianças andam por um corredor, simulando a saída de um casamento, sob aplausos dos demais meninos e meninas.
Críticas e indignação
Em resposta, houve críticas no Twitter da Ouvidoria pelo que “adultos” estavam fazendo com as crianças.
Uma internauta escreveu: “Que viralize para que os cegos de uma vez por todas saibam o quão horrível eles querem fazer com as crianças”.
Um homem disse que se tratava de uma “aberração” e que serem professores “não lhes dá o direito de envenenar a mente das crianças”.
Em resposta a uma mulher indignada, a Ouvidoria respondeu que “o que você vê no vídeo não tem nada a ver com Educação Sexual Integral, que respeita o grau de desenvolvimento de cada criança e adolescente”.
O Pr. Renato Vargens publicou o vídeo em seu perfil no Instagram com o seguinte comentário:
“Adultos fazem o que querem. Na verdade, a vida é deles não é mesmo? Agora, crianças? Fazer isso com crianças? Isso é um absurdo. Crianças nem sabem o que é isso! Qual a razão de encenarem esse tipo de coisa?”, questionou. “Que Deus tenha misericórdia dos pequeninos”.
Laura Astrolabio defendeu que esquerdistas se infiltrem na EBD Infantil. (Foto: Reprodução/YouTube/TV Fórum).
Uma advogada sugeriu que militantes de esquerda se infiltrem nas igrejas evangélicas para doutrinar as crianças, durante um live da Revista Fórum, no domingo (11).
No evento online, chamado “Mulheres no Poder em um Momento Bolsonarista”, Laura Astrolabio defendeu uma infiltração nas Escolas Bíblicas Infantis, como estratégia para formar futuros militantes da ideologia marxista.
A advogada afirmou que, como os adultos não querem escutar sobre as pautas progressistas, a solução é pregar para as crianças.
“Quem disse que a gente vai falar para eles [adultos]? A gente vai para a escolinha dominical. O que mais a igreja quer é pegar um irmão ou irmã para cuidar das crianças”, enfatizou.
Laura ainda ensinou como fazer essa infiltração: “Enquanto eles estão no culto, existe uma sala de aula cheia de crianças. Você vai pegar a Bíblia e vai começar a falar de Jesus: ‘Jesus amava os pobres, disse que o rico não entraria no Reino dos Céus e a gente vai começar a falar”.
E acrescentou: “Mas ele [a criança] vai chegar em casa e vai contar para o pai. Então, o pai vai falar ‘onde está isso na Bíblia?’ E criança vai dizer que foi Jesus quem falou”.
A advogada esquerdista destacou que para isso acontecer deve haver estratégia, citando o exemplo do comunista Carlos Marighella, que escreveu o Manual do Guerrilheiro Urbano, para se planejar.
“Nenhum dos revolucionários que a gente teve no Brasil fez nada sem estratégia. Marighella escreveu um manual do Guerrilheiro Urbano. A gente está lendo? Podemos adaptar para os dias de hoje, porque óbvio que não podemos sair armados”, disse.
Na live, Laura Astrolabio contou que já foi cristã durante 30 anos, mas que hoje é candomblecista.
“Eu já fui até para Jerusalém. O dia que eu contar o que é essa viagem em Jerusalém, eu acabo com o cristianismo no Brasil”, afirmou.
Também participou da live da Revista Fórum a vereadora Benny Briolly (Psol), uma parlamentar trans da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.