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Filha de Billy Graham diz que os EUA estão em crise: “Nós rejeitamos a Deus”

Pastora Anne Graham Lotz, filha do evangelista Billy Graham
Pastora Anne Graham Lotz, filha do evangelista Billy Graham

A evangelista Anne Graham Lotz, filha do saudoso Billy Graham, disse durante uma reunião de cristãos, na última quinta-feira (15) que, independente da crise vivida pelos EUA, é necessário lembrar que Deus é a autoridade máxima.

A cúpula, que aconteceu entre os dias 14 a 16 de setembro, abordou temas com base na “defesa da vida”, depois que a Suprema Corte dos EUA derrubou Roe v. Wade — a lei que garantia o aborto sem restrições governamentais.

A fundadora dos ministérios AnGeL foi a oradora de destaque durante o “Pray Vote Stand Summit” do Family Research Council. O evento aconteceu na Primeira Igreja Batista de Atlanta.

Durante seu discurso, Anne que está com 74 anos, comparou os Estados Unidos à nação bíblica de Judá, ao dizer que “apesar de suas décadas de prosperidade, negligenciou agradecer a Deus por suas bênçãos”.

Ela citou Isaías 5.8 ao lembrar que Deus exaltou o profeta Isaías por condenar os cidadãos daquela nação por seus pecados. E depois lembrou que os pecados listados por Isaías ainda são os mesmos na sociedade de hoje.

Anne citou alguns, tais como tolerar o aborto, o sexo antes do casamento e a rejeição ao casamento tradicional.

“Somos uma nação como Judá, de certa forma. A nação que o ex-presidente George Washington dedicou à glória de Deus quando foi empossado pela primeira vez. E agora nós rejeitados a Deus, nos afastamos dele”, disse.

Ao dizer que acredita que a nação está vivendo uma crise, Anne compartilha a mensagem de Isaías 6 como a resposta mais adequada em tais situações: “Devemos seguir o exemplo do profeta, olhando para Deus e perguntando o que Ele quer”.

“E acredito que precisamos, como Igreja, de pessoas que se chamem pelo nome de Deus; precisamos de uma nova visão de Jesus”, disse ao citar que Isaías viu Deus sentado no Trono.

Anne perguntou às pessoas presentes na reunião, o que as levou a duvidar que Deus está no controle, ao observar os testemunhos dados por outros palestrantes sobre questões da vida cotidiana e valores familiares.

“Você está pessoalmente duvidando de que Jesus está no controle quando seu filho chega da escola e diz que mudou de gênero? Você fica se perguntando se Jesus está realmente no Trono?”, lançou as questões.

Segundo a evangelista, no ano eleitoral de 2022, há muitas pessoas disputando cargos públicos. “Mas, independentemente de um político ocupar um cargo em nível estadual ou morar na Casa Branca, Jesus é maior que todos”.

“Quando oramos, precisamos lembrar que estamos apelando para a autoridade mais alta que existe no universo. Aquele que está no comando, aquele que nos dá a sua atenção. Ele não somente está no cargo mais alto, mas Ele é exaltado”, enfatizou.

Anne lembra que “quando nos recusamos a nos arrepender de nossos pecados e não nos voltamos para Deus, então Ele nos entrega à depravação sexual”, conforme Romanos 1.26.

A evangelista seguiu o texto bíblico até o capítulo 28, onde diz que ao desprezar o conhecimento do Criador, as pessoas são entregues a pensamentos reprováveis e praticam o que não deviam.

“A América está neste último estágio, no abismo do julgamento de Deus. Ele nos entregou a nós mesmos”, relacionou.

E, ao final, Anne deixou uma mensagem de esperança, explicando que “não é tarde demais para a América se arrepender”. Ao citar João 3.16, ela lembrou a todos sobre o grande amor de Deus e da promessa de vida eterna para aqueles que crêem em Jesus.

Anne concluiu com uma oração, pedindo um avivamento na vida de todos e na nação. “Por favor, Deus, essa é a única resposta, além do seu retorno. Nós oramos, vem, Senhor Jesus. Oramos em teu nome, amém”.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Post

Marco Feliciano é acusado de promover estupros e orgias em igrejas

Marco Feliciano e a jornalista Patrícia Lélis (Foto Montagem)
Marco Feliciano e a jornalista Patrícia Lélis (Foto Montagem)

A jornalista Patrícia Lélis está acusando o deputado federal e pastor Marco Feliciano de promover estupros e orgias em suas igrejas evangélicas. Nesta segunda-feira (19/09), ela publicou uma série de tweets em que faz acusações contra Feliciano.

“Talvez eu comece a expor algumas pessoas antes do esperado. A começar por Marco Feliciano. Eu não fui a única mulher que ele estuprou e abusou, eu apenas fui a única em que o caso se tornou público. Feliciano, vamos falar sobre suas orgias durante o evento dos Gideões?”, iniciou a jornalista.

“Ou que tal se falarmos sobre sua outra vítima, a Thayline? Ou as outras mulheres que não denunciaram você por medo ou por falta de dinheiro pra pagar advogados?”, escreveu ela no Twitter.

Patrícia Lélis citou um vídeo de 11 minutos, postado na sua conta oficial do Instagram, na qual a Justiça já ordenou a retirada meses atrás. Nesse vídeo, ela traz o relato de uma pastora. Nele, Patrícia conta detalhes de sua conversa com a suposta pastora em que conta seu envolvimento com Feliciano.

Segundo Lélis, a pastora em questão, que se chama Danielli Alexandria, pregadora do Ministério Profético Novo Tempo, de São Paulo, foi cúmplice de Marco Feliciano.

Ainda no Twitter, Lélis continua o ‘exposed’ pedindo desculpas a todas as outras vítimas por começar a expor nomes e provas. “E vou arcar com as consequências jurídicas disso. Eu não sou a única. Infelizmente fui a única que denunciou e que a família pode arcar com o jurídico”, disse ela.

A jornalista também expôs uma suposta vítima recente que te procurou. Ela conta que foi perseguida por Marco Feliciano e teve que chegar ao ponto de trocar seu número de telefone. Lélis mostra prints da conversa que teve com a moça em que denuncia o pastor.

“E aí @marcofeliciano, você também vai inventar laudo falso pra ela? Somos todas loucas mentirosas? Lembrando que: Eu jamais quis expor outras vítimas, pensei muito antes de fazer isso. Não sejam uns filhos da p*** com outras vítimas, como muitas foram comigo!”, finalizou ela.

Veja abaixo o vídeo e prints publicados pela jornalista:

Fonte: Portal do Trono

Igreja Deus é Amor afasta Davi Miranda Neto por foto em piscina

David Miranda Neto é pastor da Igreja Pentecostal Deus é Amor
David Miranda Neto é pastor da Igreja Pentecostal Deus é Amor

A Igreja Pentecostal Deus é Amor (IPDA) anunciou na noite desta segunda-feira (19/09), que decidiu afastar David Miranda Neto e sua esposa, Karina Mendes Miranda, de suas respectivas funções dentro da igreja. David é filho da vice-presidente da IPDA, a pastora e cantora gospel Débora Miranda, além de ser neto do saudoso David Miranda.

Segundo uma nota publicada pela instituição religiosa, o afastamento é devido à vazamento de fotos em que o casal está em momento de lazer. De acordo com a instituição religiosa, David e Karina infringiram uma conduta do Regulamento Interno.

Após o vazamento das fotos, o Conselho Deliberativo e a Diretoria Executiva da Igreja Deus é Amor decidiu afastar David Miranda Neto e Karina Mendes Miranda das suas funções. O casal é líder do Regenere, um ministério de jovens da sede mundial da Igreja Deus é Amor.

“Comunicado importante. O Conselho Deliberativo e a Diretoria Executiva da IPDA, no desempenho das suas funções, vêm a público comunicar que o diácono David Miranda Neto e Karina Mendes Miranda estão afastados de suas funções ministeriais devido a fotos vazadas rem momento de lazer, atitude que não se coaduna com o regulamento interno da instituição”, diz a nota sem dar mais detalhes e sem dizer qual foi a conduta infringida pelo casal.

O afastamento do casal cria mais um cenário de polêmica envolvendo o alto escalão da Deus é Amor, e mais uma vez, envolvendo vazamentos de arquivos. Nos últimos dias, viralizou um áudio em que Léia Miranda, uma das filhas do falecido David Miranda, fundador da IPDA, conversa com um pastor do Sul do Brasil.

David Miranda Neto se pronuncia

Logo após o anúncio do seu afastamento das funções ministeriais na Igreja Pentecostal Deus é Amor (IPDA), David Miranda Neto se pronunciou pelas redes sociais.

O líder do Ministério Regenere confirmou o vazamento de uma foto em que está na piscina com a esposa, Karina Mendes Miranda, junto com a filha do casal. Karina, que também lidera o Regenere, também foi afastada pela Diretoria Executiva da IPDA.

Miranda diz que achou “estranho” o vazamento acontecer em meio a uma grande polêmica envolvendo um familiar. Provavelmente se referindo ao áudio de Léia Miranda.

Sem citar o nome da tia, Miranda Neto diz que o vazamento pode ter partido de uma pessoa que caiu e que quer derrubar diversas outras pessoas com ela”.

“Que muito conveniente esse tempo agora dessas fotos vazadas, umas fotos que eu não postei nas minhas redes sociais públicas, né? Então, quem será que vazou essas fotos? Nossa, que dilema, realmente. Muito estranho. Que tempo perfeito e oportuno que uma pessoa aí que caiu e quer derrubar diversas outras pessoas com ela, né?”, disse ele.

Por fim, David Miranda Neto diz que aceita o seu afastamento e que vai aproveitar o tempo para descansar.

“Eu me sujeitei às autoridades porque toda autoridade é estabelecida por Deus e qualquer ato de rebelião é um pecado pior que o pecado da feitiçaria conforme a Bíblia”, completou ele.

“Aproveito o momento pra tirar um tempo de descanso também. Tirar minhas férias vencidas e daqui a pouco eu volto. Por mais que eu não ache pecado, tenho certeza que não é pecado, mas está no regulamento da nossa igreja. Então OK. Daqui a pouco eu estou de volta”, finalizou ele.

Assista:

Folha Gospel com informações de Fuxico Gospel e Portal do Trono

Vídeo mostra candomblecistas fazendo ritual dentro de igreja católica no DF

Candomblecistas fazem ritual dentro de igreja católica no DF
Candomblecistas fazem ritual dentro de igreja católica no DF

Um vídeo que circula nas redes sociais, e mostra religiosos de matrizes africanas durante um rito dentro de uma igreja católica, gerou “perplexidade” no padre da Paróquia Imaculada Conceição, em Sobradinho, no Distrito Federal.

As imagens vêm sendo divulgadas em grupos de WhatsApp. Nele, uma fiel narra a cena e chega a dizer que pais e mães de santo estariam “invadindo” e fazendo um “trabalho de macumba”, que seria repetido “em todas as paróquias”. A Federação de Umbanda e Candomblé do Distrito Federal, no entanto, explica que o rito nada mais é do que um pedido de bênção, comum na religião.

Após o compartilhamento do vídeo, o padre Manolo fez uma postagem nas redes, comentando as imagens. O religioso disse que recebeu o conteúdo com “perplexidade e indignação”.

“Já não se respeita mais a fé, a crença das outras religiões. Desafortunadamente, no intervalo da missa das 8h e das 10h, desobedecendo o pedido dos ministros extraordinários que, com tanto amor, carinho e educação, chegaram a eles pedindo que, por favor, saíssem, que não se podia fazer esse tipo de bênção, eles desobedeceram”, diz o padre.

O áudio que circula na internet sobe ainda mais o tom ao usar o termo “invasão”. “Se a gente invade um terreiro de macumba para celebrar uma missa, eles chamam até a polícia. Então, como é que eles podem invadir as paróquias?”, questiona a mulher, que fez e narrou a gravação, sem se identificar.

O pai Alexandre de Oxalá, da Federação de Umbanda e Candomblé do DF e do Fórum Inter Religioso da capital, ressalta que não existiu nenhuma ação maléfica.

“Algumas casas de matrizes africanas têm uma cultura em que precisam pegar uma pessoa recém-iniciada e conceder a ela um caminho de vida, em que ela possa transitar em todos os lugares, possam frequentar todos os ambientes. Isso é chamado de quebra de quizila, de praga, de maldições. Eles levam a pessoa até a igreja para que essa pessoa receba a bênção do padre, a bênção do local”, esclarece.

Pai Alexandre conseguiu contato com a casa responsável pelo rito e avaliou o problema como uma falta de comunicação. “Faltou diálogo entre os sacerdotes do candomblé com os sacerdotes da igreja católica. Existem religiosos que fazem uma conversa prévia, o padre combina e está tudo bem. Por medo de sofrerem preconceito, eles tentaram fazer um rito mais apressado, no fim da missa”, conta.

O padre Manolo também afirma no vídeo que não aconteceu nenhuma profanação na paróquia. Após a repercussão do caso, grupos de religiões de matrizes africanas tentaram contato com a igreja para esclarecimento. A Federação de Umbanda e Candomblé se colocou à disposição da comunidade para “explicar os ritos e desmistificar preconceitos”.

Fonte: Metrópoles

48% dos líderes evangélicos dizem que foram ‘cancelados’, mostra pesquisa

Pastor pregando em uma igreja
Pastor pregando em uma igreja

Uma nova pesquisa descobriu que quase metade dos líderes evangélicos dos EUA foram “cancelados” por outros que discordam de seus pontos de vista.

De acordo com a pesquisa, que foi realizada pela Diretoria da Associação Nacional de Evangélicos, 48% dos líderes evangélicos dizem que “foram desconvidados, colocados na lista negra ou excluídos por outros como forma de expressar sua desaprovação pelo líder ou pelo ponto de vista do líder.”

“Cultura de cancelamento é a prática de excluir qualquer pessoa, organização ou trabalho como forma de expressar desaprovação. Embora seja importante ter clareza sobre comportamentos inaceitáveis ​​e posições não ortodoxas, esse fenômeno dificulta o diálogo significativo, vulnerável e aberto sobre os verdadeiros desafios que enfrentamos”, explicou Walter Kim, presidente da Associação Nacional de Evangélicos (NAE, sigla em inglês).

“Como sociedade, precisamos encontrar uma maneira de responsabilizar indivíduos e organizações por suas ações, mas não punir as pessoas por terem crenças que podem ser diferentes”, acrescentou Kim. “Precisamos encorajar conversas sobre as diferenças. Vamos abrir nossas portas e pedir aos que têm diferenças que puxem um assento para a mesa. Afinal, esse era o jeito de Jesus.”

Conforme relatado pela CBN News, vários líderes evangélicos abordaram suas experiências de lidar com a cultura do cancelamento.

Em agosto, o pastor Ed Young, da Fellowship Church em Grapevine, Texas, compartilhou que a Meta, a empresa de tecnologia que possui o Facebook e o Instagram, o cancelou depois que o Facebook removeu um anúncio pago para o sermão “Woke or Awake”.

“Bem, fui cancelado esta semana”, disse Young, de acordo com os líderes da Igreja. “Nossos amigos do Facebook acabaram de me cancelar. Nossa incrível equipe de mídia montou esses anúncios e nós mostramos esses anúncios. E, por algum motivo, Mark Zuckerberg e seus amigos não os curtiram.”

O autor e podcaster Phil Robertson compartilhou que seu reality show de sucesso Duck Dynasty foi anteriormente colocado em hiato pela A&E após uma entrevista à revista GQ, onde ele foi questionado sobre sua opinião sobre a homossexualidade.

“Custou-nos cerca de 10 milhões [de dólares], patrocinadores estavam socorrendo”, disse ele ao Faithwire da CBN . “Eles me colocaram em um hiato indefinido. Se você falaar sobre isso, significa que você não faz mais parte do programa.”

Robertson acrescentou que nunca procurou a A&E para se desculpar ou defender sua posição.

“Devo amar a Deus com todo meu coração, alma, força e amar meu próximo”, disse ele.

Por outro lado, o Dr. David Ireland, pastor principal da Christ Church em Nova Jersey, observou que alguns cristãos também participaram da cultura do cancelamento.

“Dentro da igreja, nós cobrimos o comportamento da cultura de cancelamento com metáforas bíblicas e nos confortamos com referências bíblicas fracas para apoiar nossas ações mundanas”, disse ele. “Ainda assim, depois de retirarmos a linguagem cristã como ‘Fui levado a fazer isso’ ou ‘Deus entende’, ainda é a cultura do cancelamento”.

O ‘deus’ do politicamente correto

“Podemos não vencer a guerra de relações públicas convencendo as massas a gostar de nós, mas podemos vencer a guerra pessoal — a guerra real — não caindo em estratégias destinadas a nos intimidar e a nos submeter ao ‘deus’ do politicamente correto”, escreveu Robertson num comentário.

No ano passado, o líder de adoração, Sean Feucht, disse que foi vítima da cultura do cancelamento depois que seu distribuidor digital bloqueou e baniu seu novo álbum.

Ele disse à CBN News, na ocasião, que a cultura do cancelamento estava “chegando para a igreja”.

“O governo Biden e esta era política em que vivemos, estão apenas encorajando essas empresas”, disse o cantor. “Temos que nos levantar e erguer nossas vozes. Não podemos ser silenciados pela multidão”, continuou.

Cristãos na mira

Os cristãos estão claramente sendo alvo de várias maneiras — seja por crenças políticas, convicções religiosas ou até por curtir um tweet. “É claro que você pode ser cancelado por qualquer coisa e os líderes evangélicos estão acordando para o fato de que são um alvo crescente”, disse o pastor da Christ Church em Nova Jersey, David Ireland.

Ele, porém, lembra que alguns cristãos também foram infratores, participando da cultura do cancelamento. “Dentro da igreja, cobrimos o comportamento da cultura de cancelamento com metáforas bíblicas e nos confortamos com referências bíblicas fracas para apoiar nossas ações mundanas”, disse.

“No entanto, depois de retirarmos a fala cristã como ‘Fui levado a fazer isso’ ou ‘Deus entende’, ainda é a cultura do cancelamento. Como sociedade, precisamos encontrar uma maneira de responsabilizar indivíduos e organizações por suas ações, mas não punir as pessoas por terem crenças que podem ser diferentes”, continuou.

“Precisamos encorajar conversas sobre as diferenças. Vamos abrir nossas portas e pedir aos que têm diferenças que puxem um assento para a mesa. Afinal, foi assim que Jesus nos ensinou”, concluiu.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines e Faithwire

Igreja Universal é condenada a restituir doações e indenizar ex-fiel por danos morais

Martelo da justiça
Martelo da justiça

A 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve sentença proferida pela juíza Ana Claudia Dabus Guimarães e Souza, da 2ª Vara Cível do Foro Regional de Santana, que condenou a Igreja Universal do Reino de Deus à devolução do valor de R$ 58.717,00, com atualização monetária desde a data do desembolso e juros de mora a partir da citação, bem como ao pagamento de indenização por danos morais fixados em R$ 10 mil.

De acordo com o relator do recurso, desembargador César Peixoto, o contexto de vulnerabilidade psicológica e emocional vivenciado pela autora da ação, com dificuldades enfrentadas pelo envolvimento de seu filho com o uso de substâncias ilícitas e descoberta de um tumor cerebral, bem como a pressão psicológica exercida pelo discurso religioso, ficaram bem evidenciado nos autos.

“As diversas doações realizadas à Igreja decorreram de atos volitivos contaminados por fundado temor de dano, uma vez que a autora foi alvo de constantes ameaças, levando-a a crer que a salvação/benção divina somente seria obtida mediante a realização de contribuições periódicas, prática de conhecimento público e notório comumente realizada pelos representantes da entidade, tanto que foi comprovada, inclusive, a realização de empréstimos na época, sinal indicativo de que houve comprometimento da subsistência, situação determinante da nulidade prevista no art. 548 do Código Civil”, escreveu o magistrado.

Ao concluir, o magistrado destacou que “é inequívoco que a liberdade constitucional ao direito de crença não torna as entidades religiosas imunes ao exercício abusivo do direito”, finalizou.

O julgamento teve a participação dos desembargadores Piva Rodrigues e Galdino Toledo Júnior. A decisão foi unânime.

Folha Gospel com informações de Tribunal de Justiça de São Paulo

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Estado Islâmico queima igrejas e decapita moradores em Moçambique

Cristãos enfrentam perseguição em Moçambique
Cristãos enfrentam perseguição em Moçambique

Terroristas ligados ao grupo Estado Islâmico estão espalhando ataques em Nampula, na província mais populosa de Moçambique.

O primeiro ataque na província aconteceu no início do mês, quando terroristas atacaram centros rurais e decapitaram alguns moradores.

Além disso, o grupo Estado Islâmico da Província de Moçambique se responsabilizou por incendiar duas igrejas e mais de 120 casas de cristãos na semana passada, em Nampula.

O ataque que teve maior repercussão foi contra a freira Maria de Coppi, da Missão Católica Chipene, que foi morta a tiros pelos jihadistas. Os terroristas ainda incendiaram a igreja, o centro de saúde e os bairros residenciais da área, de acordo com relatórios locais.

A insurgência jihadista tem devastado Moçambique, especialmente a província de Cabo Delgado, no extremo norte do país, onde cerca de 4.000 pessoas foram mortas e 950.000 ao longo dos últimos quatro anos.

A investida dos extremistas em Nampula ocorre apesar dos esforços militares na nação. Há mais de um ano, uma força militar de 16 nações, juntamente com tropas do Ruanda, tem atuado em apoio aos militares moçambicanos.

O país é o 41º na Lista Mundial da Perseguição 2022, que classifica os 50 países em que os cristãos são mais perseguidos.

Para os cristãos em Moçambique, a opressão islâmica é a forma mais comum de perseguição. De acordo com um parceiro da Portas Abertas, os ataques islâmicos radicais eliminaram a vida de muitos seguidores de Jesus.

A brutalidade dos jihadistas aumentou e um dos grupos extremistas tem ligações com o Estado Islâmico. Outro problema é a presença de cartéis de drogas em algumas áreas, que torna a vida dos cristãos que trabalham com jovens mais difícil.

Por meio de treinamento e capacitação econômica, a Portas Abertas concentra-se no auxílio emergencial aos cristãos afetados pelo aumento da violência no Norte de Moçambique.

Fonte: Guia-me com informações de Portas Abertas

Igreja brasileira celebra o Dia Nacional da Escola Bíblica Dominical

Grupo de jovens estudando a Bíblia (Foto: Reprodução)
Grupo de jovens estudando a Bíblia (Foto: Reprodução)

Neste domingo (18) de Setembro, no Brasil, a igreja comemora o dia da Escola Bíblica Dominical (EBD). Fundada em 20 de Julho de 1780, na cidade de Gloucester, na Inglaterra, a Escola Dominical começou em um local onde a desigualdade social e o analfabetismo era a maioria entre a população.

E tudo isso começou graças a uma ideia do jornalista Robert Raikes que se incomodava ao ver crianças sem ter o que fazer no dia de domingo. Dessa forma, eles ficavam nas ruas, sem nenhuma ocupação.

Isso porque as crianças pobres trabalhavam 12 horas por dia de segunda a sábado nas fábricas da região, já que não havia escolas públicas. Porém, no domingo, eles não tinham o que fazer e isso deixou Raikes preocupado com o futuro desses meninos e meninas.

O jornalista Raikes teve a brilhante ideia de criar uma escola que funcionasse aos domingos e ensinasse princípios cristãos, boas maneiras, moral e civismo.

Daí surgiu a Escola Dominical, fundada no final do século 18 e recebeu o apoio de algumas senhoras que iam de casa em casa explicar sobre as aulas e convencer aos pais mandarem os filhos para as aulas aos domingos.

A procura cresceu tanto que em três anos já havia sete escolas, com média de 30 alunos cada. E o objetivo de Raikes foi alcançado, pois, além de tirar essas crianças das ruas, em 12 anos, não existia nenhum criminoso para ser julgado naquela cidade.

Importância do ensino 

De acordo com o professor de Escola Bíblica Dominical (EBD), Ken Braddy, que é diretor do instituto Lifeway Christian Resources, existem fatores importantes e que definem a qualidade do ensino na EBD. 

“Vi que os grupos mais saudáveis têm um bom equilíbrio, um professor, um líder de grupo que pode apresentar conteúdo, mas também que entende a importância de ajudar as pessoas a se conectarem em um relacionamento dentro do grupo”, conta sobre a importância de valorizar a comunhão em uma classe de Escola Dominical.

Na visão de Braddy, a forma de potencializar o alcance da EBD inclui em definir um “ponto ideal” para o tamanho de um grupo.

“Somos uma sociedade muito instável, e as pessoas são solitárias. Elas passaram alguns anos isoladas por causa da pandemia, e este é um momento maravilhoso para a igreja perceber que não apenas devemos entregar conteúdo bíblico forte, mas também precisamos elevar (…) a comunidade e a conexão”, argumentou o professor.

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Como é a Escola Bíblica Dominical da Igreja Perseguida?

No Brasil, muitas igrejas mantêm a tradição de se reunirem aos domingos para estudar a Bíblia em classes. Algumas se dividem por idade, outras por tema, mas todas têm algo em comum: o desejo de aprender mais sobre a palavra de Deus.

Do mesmo modo, cristãos do mundo todo se reúnem em EBDs, conhecidas internacionalmente como Sunday Schools. Nos países em que há perseguição, essa prática é um grande desafio e gera características singulares em cada nação. Veja alguns exemplos a seguir.

Bangladesh

As EBDs locais acontecem em salas fechadas, o professor usa a lousa no centro da sala e as turmas são divididas por gênero. Homens em uma parte e mulheres em outra. Apesar da perseguição, na igreja eles conseguem ter acesso à Bíblia completa e vão bem vestidos, lembrando a prática de muitos brasileiros de separar roupas especiais para usar na igreja no domingo.

Filipinas

As EBDs nas Filipinas focam nas crianças. As aulas acontecem ao ar livre, contando apenas com a proteção da lona em caso de chuva. As crianças têm um espaço pequeno e ficam reunidas. Depois da oração e estudo, usam a mesa para fazer atividades. As professoras dos pequenos são jovens voluntárias como em muitas igrejas brasileiras.

Etiópia

Como no Brasil, a classe de EBD das crianças na Etiópia distribui material para que todos os alunos acompanhem as aulas. Na foto abaixo, as crianças receberam Bíblias ilustradas que ajudam os pequenos a compreenderem as histórias. As crianças cuidam com muito carinho do material.

China

Já os cristãos chineses precisam se reunir em segredo. As aulas acontecem em salas escondidas, com a leitura individual de parte da Bíblia e discussão do texto em pequenos grupos. Em muitos locais do país tudo precisa acontecer em segredo.

Fonte: Comunhão e Portas Abertas

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Igreja Deus é Amor: Léia Miranda nega áudio e diz que “a batalha só começou”

Pastora Léia Miranda, da Igreja Deus é Amor
Pastora Léia Miranda, da Igreja Deus é Amor

A cantora gospel e pastora evangélica Léia Miranda voltou a comentar sobre a polêmica envolvendo seu nome. Na manhã desta sexta-feira (16/09), ela voltou a fazer publicações nas redes sociais.

A postagem vem em meio ao caos que se tomou na Igreja Pentecostal Deus é Amor (IPDA), após a divulgação de um suposto áudio vazado atribuído à Leia.

Nesta sexta, Léia escreveu: “Pensam que fui derrotada. Este é um sorriso de derrota? Estou rindo de alegria porque sei que a batalha só começou. E rio porque Deus está começando a limpar a Sua eira. Não vou me calar. Vamos com fé”, disse Léia Miranda.

Polícia na igreja

Na noite de quinta-feira, 15, Léia chegou a convocar os fiéis para uma votação na sede da Deus é Amor, em São Paulo. No entanto, a atual diretoria não compareceu. Além disso, a polícia foi chamada para tentar impedir Léia de prosseguir para o ato.

Após viralizar o áudio, a religiosa, que é uma das filhas do fundador da IPDA, afirmou por meio das redes sociais que o áudio foi fraudado.

Ela registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil pelo crime de calúnia e difamação.

Apesar de negar a veracidade dos áudios, familiares de Léia Miranda afirmam se tratar da pastora.

Uma das pessoas que falou sobre o caso foi David Miranda Neto, filho da cantora gospel Débora Miranda, que é vice-presidente da instituição religiosa. Nas redes sociais, David afirma que de fato é Léia no áudios e chegou a afirmar que ela cometeu um grande pecado.

“Pecado gravíssimo! Mais grave que o adultério que ela cometeu. Sim, o caso é VERÍDICO. Já existiam diversos indícios, e agora a verdade veio à tona. Foi disciplinada pela diretoria por tempo indeterminado e perdeu o controle”, disse David Miranda Neto.

Leia abaixo a nota divulgada por Léia Miranda:

“COMUNICADO MUITO IMPORTANTE Sobre o vídeo calunioso e fraudulento que mente sobre mim, venho dizer que: Já tenho um escritório jurídico cuidando desse assunto e o vídeo com as acusações falsas está sendo analisado. Já registrei, na delegacia, um Boletim de Ocorrência pelo crime de calúnia e difamação. Também já estamos notificando sites na internet e canais nas redes sociais que estão propagando e compartilhando essas mentiras a meu respeito.

Não demorará muito e a verdade vai aparecer, porque o que estão dizendo é mentira absurda e criminosa. Agradeço o apoio de toda gente cheia de amor que tem me trazido palavras de alento e carinho. Irmãos e irmãs em Cristo que estão orando por mim. Continuem orando. O nosso Deus é Deus de Justiça! E ela prevalecerá ! Vamos com fé!”.

Fonte: Fuxico Gospel e Portal do Trono

Eleições 2022: Lula diminui vantagem de Bolsonaro entre evangélicos, mostra pesquisa

Lula e Bolsonaro com as mãos postas e olhos fechados
Lula e Bolsonaro com as mãos postas e olhos fechados

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reduziu a distância para o presidente Jair Bolsonaro (PL) entre os evangélicos, segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha nessa quinta-feira (15/9). Esse segmento compõe 27% da amostra.

A diferença, que era de 23 pontos, foi para 17. Agora, Lula marca 32% de intenções de voto dentro desse segmento, ante 49% do rival. Na rodada anterior, divulgada em 9 de setembro, os índices eram de, respectivamente, 28% e 51%. A margem de erro nesse segmento é de 4 pontos para mais ou para menos.

Lula e Bolsonaro têm na média do eleitorado uma diferença de 12 pontos no índice de intenção de voto, mas registram intervalos bem distintos em vertentes específicas da população, como é o caso dos fiéis evangélicos, da camada mais pobre e das mulheres.

O segmento evangélico é considerado estratégico por ambas as campanhas. Os eleitores desse grupo são mais fieis ao atual mandatário, que costuma explorar sua ligação com líderes evangélicos. Sua esposa, a primeira-dama Michelle Bolsonaro é evangélica e tem discursado em tons religiosos nos eventos de campanha.

O petista, que marca 45% no primeiro turno e lidera a corrida ao Planalto, vê sua vantagem sobre o rival se ampliar ou diminuir dentro de grupos específicos. Em outros casos, o atual presidente, que pontua 33%, abre dianteira sobre o ex-mandatário e chega a encabeçar as preferências em alguns estratos.

Lula mantém ampla vantagem dentro do grupo de eleitores com renda familiar mensal de até dois salários mínimos, que corresponde a 49% da amostra da pesquisa. O petista, no entanto, viu sua diferença para Bolsonaro dentro dessa faixa recuar entre o levantamento da semana passada e o atual.

Entre os eleitores mais pobres, Lula alcança 52% (eram 54% na pesquisa anterior). Bolsonaro registra 27% (eram 26%). Nesse recorte por renda, a margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Feito de terça (13) a quinta-feira (15), o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O instituto ouviu 5.926 eleitores em 300 municípios. A pesquisa, contratada pela Folha e pela TV Globo, está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04099/2022.

Folha Gospel com informações de Metrópoles e Folha de S. Paulo

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