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Cristã está sendo investigada por reuniões no Sul da Ásia

Por serem mais vulneráveis perante a sociedade, as mulheres e meninas cristãs estão mais propícias à perseguição (Foto: Portas Abertas)
Por serem mais vulneráveis perante a sociedade, as mulheres e meninas cristãs estão mais propícias à perseguição (Foto: Portas Abertas)

A parceira local da Portas Abertas Rachel (pseudônimo) realizou atividades da igreja na casa de um cristão no Sul da Ásia na semana passada. A polícia soube disso e levou Rachel para interrogá-la.

Os países que constituem o Sul da Ásia são: Bangladesh, Butão, Índia, Maldivas, Nepal, Paquistão e Sri Lanka.

Na maioria dos países do Sul da Ásia presentes na Lista Mundial da Perseguição 2022, realizar atividades cristãs é considerado ilegal. O Estado pressiona e vigia constantemente.

Muitos governos exigem por meio de leis que as igrejas façam um registro e proíbem a existência das que não seguem o processo à risca. Em alguns lugares, as inspeções nas casas de cristãos e nas igrejas fazem parte do cotidiano da perseguição.

Nesses países, o governo acredita que o cristianismo seja influência do Ocidente e, portanto, uma ameaça à unidade nacional, já que muitos cristãos deixam as religiões tradicionais da maioria. Considerando isso, uma das ações da Portas Abertas na região é o treinamento de cristãos para que conheçam seus direitos, sabendo o que são os direitos humanos e a liberdade religiosa. Dessa forma, os irmãos na fé podem evitar abusos e acusações injustas das autoridades como as que Rachel está vivendo.

Ore por Rachel e sua família e pelos outros parceiros locais que estão acompanhando a situação dela.

Fortaleça cristãos no Sul da Ásia 

É essencial preparar cristãos como Rachel para que saibam se defender de prisões injustas. Com uma doação, você ajuda a organizar treinamentos que capacitam os cristãos, ensinando os seus direitos básicos.

Fonte: Portas Abertas

Jovens cristãos constroem cisternas para famílias vulneráveis no Nordeste

Estudantes da UNASP atuaram na Missão Piauí
Estudantes da UNASP atuaram na Missão Piauí

Um grupo de universitários cristãos decidiu dedicar suas férias de julho para construir cisternas e garantir o acesso à água para famílias vulneráveis do semiárido do Piauí.

A Missão Piauí é um projeto missionário de curto prazo do Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP), com o propósito de levar segurança alimentar, desenvolvimento econômico e acesso à água no Nordeste brasileiro.

Os 15 voluntários do projeto tiveram o primeiro contato com a comunidade em janeiro e, neste mês, voltaram para continuar a ação social.

As cisternas são fundamentais para as famílias mais pobres do semiárido, já que permitem armazenar a água da chuva durante o inverno e utilizá-la nos meses de seca para cozinhar, lavar roupa e tomar banho, por exemplo.

Falta de cisternas no Nordeste

De acordo com uma reportagem do Jornal Nacional, a falta de cisternas ainda afeta pelo menos 350 mil famílias do Nordeste, que não têm onde armazenar água.

Segundo a líder do projeto missionário, Ana Carolina de Freitas, as famílias enfrentam altos custos para sobreviver no semiárido.

“É tudo muito caro, existe realmente uma indústria pautada sobre essa necessidade [de água] e as pessoas mais humildes são exploradas por conta da seca”, afirmou à Notícias Adventistas.

Nas próximas etapas da Missão Piauí, os jovens cristãos ainda vão cultivar hortas comunitárias e planejar atividades para gerar renda à comunidade.

Experiência missionária

Heloisa Rocha, estudante de Pedagogia do UNASP, contou que a experiência como voluntária foi especial e marcante.

“Nós criamos um vínculo muito legal durante os dias que trabalhamos por lá, e as histórias que acontecem durante esse contato que temos com eles se tornam muito marcantes”, declarou ela.

Para Mayra Munhoz, estudante de Rádio e TV, a ação social produziu aprendizado para sua vida toda.

“Todo mundo deveria ir para a missão, especialmente para a Missão Piauí, porque o que você vive lá não dá nem para descrever”, disse a jovem.

Fonte: Guia-me com informações de Notícias Adventistas

Pastores levam o Evangelho para cidade conhecida pela bruxaria nos EUA

Guy e Tana são pastores da Cross Life Church
Guy e Tana são pastores da Cross Life Church

O cinema e a história contam sobre “as bruxas de Salém”, uma cidade em Massachusetts, nos Estados Unidos, conhecida pelo forte movimento de feitiçaria. Foi nesse contexto que um casal de pastores atuou pregando o Evangelho e alcançando pessoas com o amor de Cristo.

Guy e Tana Miller, plantaram a Remix Church em Salem em 2011 e contaram suas experiências com bruxas e satanistas em participação no The Playing With Fire Podcast.

O ministério do casal surgiu depois que Deus abriu seus olhos para a necessidade espiritual daquela cidade. “Fiquei chocado ao descobrir que havia apenas alguns, muito pequenos mas fiéis, evangelismos acontecendo”, disse Guy. “Não havia muitos testemunhando o Evangelho em Salem.”

Tana disse que “Deus falou claramente” para o casal ir a Salem. Quando chegaram à cidade, perceberam que havia muita barreira ao Evangelho, especialmente por pregadores que falavam contra a bruxaria e o pecado, mas da forma errada.

Por isso, o primeiro objetivo dos pastores foi criar relacionamento com os moradores de Salem. Eles começaram a conhecer as pessoas e fazer amizades improváveis — desde travestis a feiticeiros.

Guy e Tana acabaram se tornando vizinhos da bruxa oficial de Salem e conseguiram se aproximar dela. “Queríamos conhecer a todos, amar a todos e conhecê-los de perto, independentemente do que eles acreditassem”.

Os pastores disseram que seu objetivo em Salem não era atingir a comunidade de bruxos de forma específica, mas ministrar à cidade como um todo. “Durante todo o tempo em que estivemos lá, Deus nos colocou em Salem para plantar sementes”, disse Tana.

Por outro lado, Guy e Tana conseguiam sentir o peso espiritual da cidade. “Esta foi a primeira vez em nossa vida ministerial em que eu acordava no meio da noite e sentia algo maligno e tinha que orar por isso”, revelou Tana.

Tana destacou que a feitiçaria em Salem é “definitivamente real” e que os cristãos precisam ser sábios e vigilantes. No entanto, isso não deve gerar medo nos seguidores de Jesus enraizados na verdade.

“Em primeiro lugar, não é perigoso para nós, porque temos o poder dos nossos testemunhos e do sangue de Jesus”, disse Tana.

Guy acrescentou que Deus não é ameaçado por nenhuma dessas práticas e lembrou que a Bíblia já preparou os cristãos para a guerra espiritual, em Efésios 6, dando à Igreja o poder de triunfar sobre as guerras espirituais.

Fonte: Guia-me com informações de Faithwire

Homens são mais religiosos do que mulheres na geração Z, mostra estudo

Jovens adorando a Deus (Foto: Reprodução)
Jovens adorando a Deus (Foto: Reprodução)

Dados recentes mostram que o antigo pensamento de que as mulheres são mais religiosas do que os homens pode estar mudando.

De acordo com o Christianity Today, novos dados da pesquisa Gallup mostraram que, entre os nascidos em 1980, a diferença entre religião e gênero diminui para cerca de dois pontos percentuais. Entre os nascidos em 1990, essa lacuna desaparece, e com os nascidos em 2000 (geração Z) ou mais tarde, as mulheres são mais propensas a serem não religiosas do que os homens.

Isso contrasta com os dados de outubro de 2021 que descobriram que, entre os nascidos em 1950, um quarto dos homens eram identificados como ateus, agnósticos ou nada em particular, em comparação com apenas 20% das mulheres na mesma idade.

Essa lacuna continua entre os nascidos em 1960 e 1970 também.

Mas entre os jovens de 18 a 25 anos, 49% das mulheres não são, em comparação com apenas 46% dos homens.

Os pesquisadores também notaram uma diferença de gênero na frequência à igreja.

Em 2016, o Pew Research Center mostrou que as mulheres cristãs em todo o mundo eram, em média, sete pontos percentuais mais propensas do que os homens a frequentar os cultos.

Nos EUA, os homens mais velhos são mais propensos a dizer que nunca frequentam os cultos da igreja quando comparados às mulheres da mesma faixa etária.

A lacuna religiosa tem sido uma questão que as igrejas nos EUA têm amplamente tentado resolver. Em muitos casos, os ministérios masculinos têm se concentrado em encorajar maridos e pais a se envolverem na igreja e se tornarem líderes espirituais de suas famílias.

Entre outras descobertas, os novos dados da pesquisa descobriram:

  • Entre os jovens hispânicos, os homens são oito pontos percentuais mais propensos a não serem religiosos do que as mulheres.
  • Entre os entrevistados brancos, as mulheres são nove pontos percentuais mais propensas a dizer que não têm filiação religiosa em comparação com os homens brancos.
  • Entre os adultos com formação universitária com menos de 25 anos, as mulheres (39%) são menos propensas a dizer que não têm afiliação religiosa do que os homens (45%).

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

Juliano Cazarré, ator da Globo, diz que sofre preconceito no meio artístico por ser cristão

Ator Juliano Cazarré
Ator Juliano Cazarré

O ator Juliano Cazarré, que atua na novela “Pantanal” da TV Globo, revelou que sofre preconceito nos bastidores por causa de suas crenças, durante uma participação no programa “Mais Você” na segunda-feira (25).

Juliano é católico, defende valores cristãos e costuma fazer lives com reflexões religiosas através de sua página no Instagram. Em entrevista a Ana Maria Braga, ele admitiu: “Não é uma caminhada fácil se assumir católico no meio artístico, as pessoas estranham muito. Eu levo umas pauladas de vez em quando.”

“Engraçado que quando eu voltei para igreja, já fazem vários anos, eu falei: ‘Que legal, eu tô voltando para a igreja do Brasil, vai ser muito bom, eu vou receber muito carinho’. Mas recebo cada paulada, também, cada pedrada”, se queixou Juliano.

O artista revelou que sua aproximação de Deus refletiu em seu casamento com Letícia Cazarré e sua visão sobre ter mais filhos. “A gente teve o Gaspar, foi se convertendo, e pensou: ‘É, vamos ter os filhos que Deus mandar’. Onde come um, come quatro, come cinco, vamos nessa”.

E observou: “Hoje em dia a gente ouve tanto o pessoal falando que a maternidade atrapalha a carreira e é difícil”. Hoje, Juliano e Letícia são pais de 5 filhos: Vicente, Inácio, Gaspar, Maria Madalena e Maria Guilhermina.

O ator falou ainda sobre as lives que promove nas redes sociais: “Quando a gente coloca o amor a Deus em primeiro lugar, seu amor pelo próximo aumenta. Quando você entende que tem algo maior que te ama, te entende, as coisas aqui na Terra começam a entrar no lugar”.

Acusado de “machista”

Na semana passada, Juliano Cazarré foi chamado de “machista” por alguns seguidores, por falar sobre a diferença dos papéis de pai e mãe durante uma live de reflexão religiosa.

O ator estava falando sobre José, pai de Jesus, e comentou: “Colo de pai e colo de mãe são diferentes. O colo da mãe é carinho, é aconchego. O colo do pai é proteção, é segurança. Nós precisamos ser fortes. Vai chegar o dia que sua esposa vai chegar em casa precisando chorar, e que ela tenha seu ombro para chorar. O que a gente vê hoje em dia é que a mulher chega em casa precisando desabafar e tem um outro chorando do lado dela: ‘Ai, amor, tomei uma fechada hoje na rua. Ai, meu patrão me destratou’. Às vezes, temos que engolir o nosso choro para que nossa família possa chorar”.

As declarações de Cazarré geraram críticas e o ator respondeu às acusações em uma live na quarta-feira passada (20), visivelmente irritado.

“Eu falei que quem tem só mãe não tem proteção? Eu falei mal das mulheres por acaso? É sempre essa frescura, por isso que está cheio de homem geleia. Falar bem dos pais não é falar mal das mães, burro. Quero ver você achar alguém que trate tão bem a mulher quanto eu trato. Eu sou o cara que está em casa com as crianças, estou aqui com quatro, aí você vem aqui na minha live dizer que sou machista?”, questionou.

Ele também destacou: “Isso não é ser machista, isso aqui é ser homem, que é o que não tem mais. Toda sociedade precisa de um equilíbrio entre masculino e feminino e gente assim, fresca, é o tipo de gente que faz mal para a mulher”.

Fonte: Guia-me com informações de Globo e Jovem Pan

Pastor multado por cultos na pandemia, vence na Justiça do Canadá

Pastor canadense Artur Pawlowski.
Pastor canadense Artur Pawlowski.

Um trio de juízes anulou o veredito do tribunal de primeira instância que considerava Artur Pawlowski e seu irmão, Dawid, culpados por desrespeitar uma decisão judicial que os proibia de realizar um culto público em meio à pandemia.

Na época, o culto da igreja, dirigido pelo pastor e seu irmão, foi considerado ilegal por violar às restrições provinciais de Alberta, no Canadá.

Agora, por decisão unânime, o tribunal canadense ordenou que os Serviços de Saúde de Alberta pagassem a Pawlowski e seu irmão Dawid US$ 15.733,59.

“A constatação de desacato e a ordem de sanção são anuladas”, declarou a decisão. “As multas que foram pagas a eles devem ser reembolsadas.”

A informação foi divulgada pela advogada Sarah Miller, em um tuíte na sexta-feira (22) ao dizer que o Tribunal de Apelação de Alberta concedeu a vitória ao pastor.

“O Tribunal de Apelação tomou uma decisão unânime e sólida e anulou a decisão de desacato contra meu cliente”, escreveu Miller.

‘Ótimas notícias’

Pastor da Street Church and the Cave of Adullam em Calgary, Alberta, Pawlowski considerou a decisão como um desenvolvimento bem-vindo em uma entrevista ao Rebel News.

“Fiquei sem palavras”, lembrou. “Quando soube que isso era uma justificativa total, parei de falar.”

Depois de lamentar ter “perdido a esperança no sistema judiciário”, Pawlowski expressou gratidão por “finalmente, algo positivo, algo bom está acontecendo”. Ele elogiou a decisão como “ótimas notícias, não apenas para nós”.

Pawlowskis se referiu à vitória de Christopher Scott, proprietário de um restaurante, que anulou uma ordem de primeira instância exigindo que ele pagasse uma multa de US$ 20.000. O Tribunal de Apelação decidiu reduzir a multa de Scott para US$ 10.000.

“Esta é uma ótima notícia para os canadenses, porque se eu cair, se meu irmão cair, se Chris Scott cair, então você será o próximo”, disse Pawlowski.

‘Viver livres’

Apesar do que passou, ao ser perguntado se Pawlowski mudaria seu comportamento se tivesse que fazer tudo de novo, ele respondeu que não. “Cada coisa que eu fiz, eu fiz de coração”, disse ele.

Pawlowski indicou o desejo de que os funcionários do governo vejam a decisão do tribunal como uma ordem para “nos deixar viver nossas vidas livres” e “respeitar nossos direitos fundamentalmente garantidos”.

Ele apontou o tratamento que recebeu nos últimos dois anos como uma violação da ordem no Preâmbulo da Carta de Direitos e Liberdades do Canadá, que proclama que o país reconhece “a supremacia de Deus”.

“Deixe os pastores em paz, deixe os clérigos em paz, deixe os cristãos em paz. Este país foi construído sobre valores judaico-cristãos, a supremacia de Deus e o estado de direito”, disse ele.

“Nós não somos criminosos. Aqueles que fizeram isso conosco são os criminosos. E espero que um dia possamos ir atrás dos verdadeiros vilões e acusá-los pelos crimes que cometeram.”

“[Os Serviços de Saúde de Alberta] não agiriam como a Gestapo nazista de hoje se não recebessem ordens dos políticos”, acrescentou.

Críticas

O Tribunal de Apelação de Alberta revogou uma decisão de um tribunal inferior exigindo que Pawlowski emitisse um adendo toda vez que criticasse as restrições do governo ao coronavírus.

O adendo afirmava: “Estou ciente de que as opiniões que estou expressando a você nesta ocasião podem não ser as opiniões da maioria dos especialistas médicos em Alberta”. Ele enfatizou que “a maioria dos especialistas médicos favorece o distanciamento social, o uso de máscaras [vacinas contra o coronavírus] e evita grandes multidões para reduzir a propagação do COVID-19”.

Imagens de vídeo de Pawlowski confrontando autoridades de saúde pública que entram em sua igreja para impor as restrições de culto ao coronavírus se tornaram virais na primavera de 2021.

No primeiro vídeo, feito na Sexta-feira Santa do ano passado, ele comparou as autoridades de saúde pública aos “nazistas” e à “Gestapo” ao ordenar que deixassem sua propriedade e não voltassem sem um mandado.

Em outro, Pawlowski confronta autoridades de saúde pública fora de sua propriedade três semanas depois, onde ele usou uma retórica semelhante, se tornou viral.

Logo após os vídeos os irmãos Pawlowskis foram presos por realizar um culto ilegal que violou as restrições do coronavírus. Os irmãos se ajoelharam na estrada e se recusaram a andar, sendo forçados pelos policiais a entrar na viatura.

Além de Pawlowski, o pastor Tim Stephens, de Calgary, e James Coates, de Edmonton, Alberta, também se viram sujeitos a prisão por realizar cultos presenciais na igreja que entraram em conflito com as restrições do coronavírus.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Evangélicos crescem e católicos diminuem na República Dominicana

Uma rua na área da Cidade Colonial de Santo Domingo, capital da República Dominicana
Uma rua na área da Cidade Colonial de Santo Domingo, capital da República Dominicana

O catolicismo é a religião oficial da República Dominicana, protegida pela Concordata de 1954 assinada entre o Governo e o Estado do Vaticano.

No entanto, a Constituição de 2010 estabeleceu a liberdade de culto e confirmou o país como um estado laico.

Desde então, a tendência da população é abandonar o catolicismo. Em décadas passadas mais de 90% da população dominicana se identificava como católica, agora é menos da metade.

O Relatório Internacional de Liberdade Religiosa da Embaixada dos Estados Unidos na República Dominicana usa estatísticas do Latinobarômetro (barômetro latino) para determinar que até o final de 2020 os católicos já haviam perdido sua maioria hegemônica.

O relatório aponta que enquanto em 2008 os evangélicos representavam 12% da população, em 2020 eles chegaram a 26% (mais de 11,3 milhões de pessoas).

O Conselho Dominicano de Unidade Evangélica (Codue) estima que os protestantes já representam 30% da população. A tendência crescente é a maior no mapa religioso.

Um estudo de 2018 descobriu que 29,4% da população afirmou não pertencer a uma religião específica, embora também não se definisse como ateu ou agnóstico.

Outras religiões também estão representadas, como os Adventistas do Sétimo Dia, Testemunhas de Jeová, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons) e outras, segundo a reportagem.

Enquanto isso, a comunidade muçulmana na República Dominicana tem cerca de 2.500 membros, enquanto os líderes judeus dizem que a maioria dos cerca de 350 membros dessa comunidade vivem em Santo Domingo, embora tenham uma pequena representação na área de Sosua, na província de Puerto Prata.

Budistas, hindus e bahá’ís também estão presentes, embora nenhum registro oficial seja mencionado.

O declínio católico

A Conferência Episcopal Dominicana (CED) informa em seu site oficial que os católicos no país representam 85,8% da população total, número que destoa da realidade dos estudos realizados.

Todos os outros dados mostram uma tendência contrária. Até as estatísticas do Vaticano de 2019 são mais realistas do que as da instituição oficial.

O relatório da Embaixada dos EUA afirma que, no final de 2020, os católicos representavam 49% dos residentes do país.

Em 2008, o barômetro latino estimou a população católica local em 68%, enquanto em 2016 caiu para 55%, e o número mais recente (2020), colocou em 49%.

Um dado relevante é o número de casamentos celebrados. Em 2021 houve uma clara redução no número total de casamentos católicos, quase pela metade, enquanto os casamentos de outras confissões religiosas cresceram para quase igualá-los.

Folha Gospel com informações de Evangelical Foucs

Dezenas de cristãos sequestrados no norte da Nigéria

Bandeira da Nigéria
Bandeira da Nigéria

Extremistas islâmicos são suspeitos de terem sequestrado 36 pessoas, na noite da segunda-feira (25 de julho), de uma vila predominantemente cristã nos arredores da cidade de Kaduna, no norte da Nigéria.

Os sequestros de casa em casa ocorreram após o sequestro de 16 pessoas de uma área próxima no condado de Chikun, no estado de Kaduna, em 28 de junho.

O morador da área, Narin Barde, disse que terroristas muçulmanos na segunda-feira atacaram a área da comunidade Keke B de Millennium City, condado de Chikun, atirando aleatoriamente e capturando 36 cristãos.

“Os terroristas muçulmanos atacaram a comunidade por volta das 21h, atirando nas pessoas, invadiram suas casas e levaram as vítimas à força para um lugar desconhecido”, disse Barde em mensagem de texto ao Morning Star News.

Em 28 de junho, suspeitos de terrorismo islâmico atacaram a aldeia predominantemente cristã de Sabon Gero, sequestrando 16 pessoas, disseram moradores da área.

No estado de Sokoto, no noroeste da Nigéria, líderes católicos romanos relataram que um de seus paroquianos, Tony Udemezue, foi sequestrado sob a mira de uma arma na segunda-feira (25 de julho) às 2 da manhã, de sua casa em Tambuwal, no condado de Tambuwal.

O Rev. Chris Omotosho, diretor de comunicações da Diocese Católica de Sokoto, disse em um comunicado à imprensa que Udemezue chamou a polícia antes de ser levado sob a mira de uma arma, mas não recebeu ajuda dos oficiais.

“Não houve resposta da polícia ao telefonema angustiado de Udemezue por volta das 2 da manhã”, disse Omotosho. “Isso apesar de vários telefonemas que ele fez para a polícia antes de ser levado. Por favor, vamos manter ele e sua família em orações.”

Os ataques seguem como o sequestro e assassinato do Rev. John Mark Cheitnum da Diocese Católica de Kafanchan, estado de Kaduna. Ele foi sequestrado em 15 de julho da paróquia da Igreja Católica Cristo Rei em Yalding Garu, condado de Lere, e depois morto. Seu corpo foi encontrado em 19 de julho.

Cheitnum serviu como padre na paróquia de St. James em Fori, área do governo local de Jema’a, de acordo com a diocese.

O Rev. Julius Kundi, bispo da Diocese de Kafanchan, disse, ao se dirigir aos enlutados no funeral de Cheitnum na quinta-feira (21 de julho), que os cristãos permanecessem firmes apesar de tais ataques.

“Fiquei arrasado com a notícia da morte, mas estou convencido de que sua morte provará aos nossos inimigos a genuinidade e a beleza de nossa fé”, disse Kundi na Catedral de São Pedro Claver, na cidade de Kafanchan. “Aqueles cujo comércio é o sequestro e o horrível assassinato de membros do clero devem saber que isso não nos impedirá de carregar corajosamente a tocha do evangelho até os confins da terra, apesar da enxurrada de ataques à nossa fé. ”

Homens armados atacaram outra vila no estado de Kaduna, Janbaba, no condado de Giwa, em 19 de julho, matando um cristão, disse o morador da área Philip Umar em uma mensagem de texto ao Morning Star News.

“Durante dois dias, não conseguimos dormir à noite, pois os bandidos nos visitavam com horror”, disse ele.

O presidente da Associação de Líderes Cristãos de Kaduna do Sul (SKCLA), pastor Emmanuel Nuhu Kure, condenou a onda de ataques em um comunicado em 20 de julho.

“Os casos crescentes de padres sequestrados e, em alguns casos, mortos por seus sequestradores, mesmo depois de receberem resgates, são preocupantes”, disse Kure. “Oramos a Deus para expor esses assassinos e resgatar todos os cristãos na cova de seus sequestradores.”

A Nigéria liderou o mundo em cristãos mortos por sua fé no ano passado (1º de outubro de 2020 a 30 de setembro de 2021) em 4.650, acima dos 3.530 do ano anterior, de acordo com o relatório da Lista Mundial da Perseguição 2022, da Portas Abertas. O número de cristãos sequestrados também foi maior na Nigéria, com mais de 2.500, acima dos 990 do ano anterior, de acordo com o relatório.

A Nigéria ficou atrás apenas da China no número de igrejas atacadas, com 470 casos, segundo o relatório.

Na Lista Mundial da Perseguição 2022 dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria passou para o sétimo lugar, sua classificação mais alta de todos os tempos.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

Ex-cantora gospel é condenada a 19 anos de reclusão por matar marido; defesa entrou com recurso

Tania Levy cantora gospel acusada de matar o marido em 2015
Tania Levy cantora gospel acusada de matar o marido em 2015

A ex-cantora gospel Tânia Regina Venâncio Guerra, acusada de matar o marido em São Pedro (SP), foi condenada a 19 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial fechado, após passar por júri popular.

O julgamento, com início previsto para às 9h de terça-feira (26), seguiu até o início da madrugada desta quarta-feira (27).

“Julgo procedentes os pedidos formulados na denúncia, razão pela qual condeno a ré Tânia Regina Venâncio Guerra à pena de reclusão, pelo prazo de 19 [dezenove] anos e 4 [quatro] meses, em regime inicial fechado, e à sanção de detenção, pelo período de 4 [quatro] meses, em regime inicial semiaberto, bem como pecuniária de 28 [vinte e oito] dias-multa, fixados no valor unitário de 1/30 [um trinta avos] do salário mínimo”, especifica trecho da decisão. A defesa entrou com recurso.

Confio na justiça de Deus, diz mãe de vítima

Nove anos após o crime, a mãe do guarda municipal encontrado morto em um porta-malas de veículo em São Pedro, Loide Silveira Levy, afirmou que confia na justiça. O assassinato ocorreu em 2013.

“Creio que dará tudo certo. Tenho orado muito. Confio na justiça humana, mas confio mais ainda na justiça de Deus. Tem sido longos anos tão difíceis, mas Deus vai dar a vitória”, disse a mãe do agente Eliel Silveira Levy à reportagem da EPTV, afiliada da Globo para a região de Piracicaba (SP), antes do início do júri popular.

Sobre os 21 anos de pena previstos no processo, a mãe da vítima considera que a pena é justa. “É uma sentença merecida. Não é justo o que ela fez, é muita injustiça”, completou.

Tânia Regina Venâncio Guerra, que até então tinha como sobrenome “Levy”, chegou a ser condenada a 21 anos de prisão em um julgamento em abril de 2019. Contudo, recorreu da decisão e o recurso foi aceito.

Segundo a tese da defesa, a decisão dos jurados foi contrária à prova dos autos quanto à qualificadora, ou seja, de que o homicídio foi cometido mediante traição e recurso que dificultasse defesa da vítima.

O novo júri foi marcado para esta terça e a defesa chegou a pedir um recurso para que ela não fosse julgada em São Pedro, porque alega dúvida sobre a imparcialidade do júri, mas a liminar foi negada.

Segundo o Ministério Público, Tânia praticou três crimes:

Homicídio duplamente qualificado: ao matar seu marido com traição (valendo-se da intimidade e confiança da vítima para praticar o delito dentro da própria residência do casal) e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima (surpreendendo o homem na companhia de outra pessoa);

Destruição de cadáver: após a consumação do assassinato, a acusada, possivelmente contando com a ajuda de um indivíduo ainda não identificado, teria destruído o cadáver do marido ao colocá-lo no porta-malas do carro da própria vítima e atear fogo (apenas restos mortais foram encontrados totalmente carbonizados, e só após perícia da arcada dentária foi possível comprovar a identidade da vítima);

Fraude processual: A ré limpou a cena do crime, lavando a residência do casal, para induzir a erro o perito que realizaria perícia no local.

O caso

O corpo do guarda municipal Eliel Silveira Levy foi encontrado em um porta-malas de um carro incendiado na zona rural de São Pedro, em 16 de setembro de 2013. A perícia apreendeu no veículo um carregador de pistola, um distintivo e partes de instrumentos musicais.

O homem também era músico. A cantora foi à polícia no final de 2013 para prestar depoimento após o laudo da perícia identificar o corpo carbonizado como sendo do guarda municipal.

A suspeita da polícia de que Tania estaria envolvida na morte do marido surgiu logo depois que o corpo do guarda foi encontrado. Ela teria matado ele depois de descobrir uma relação extraconjugal.

Após quase dois anos de investigação, a cantora foi presa em julho de 2015. Ela conseguiu habeas corpus e deixou a penitenciária dois meses depois, quando passou a responder pelo crime em liberdade.

Ao deixar a penitenciária, Tania falou com o g1 acompanhada da advogada. À época, ela se declarou inocente do crime e disse que viu “a mão de Deus” durante o tempo em que ficou presa, se aproximando mais da vida religiosa. Ela admitiu que sabia da traição do marido, mas afirmou que o havia perdoado.

Fonte: G1

Livros de orientação sexual para crianças são rejeitados em escola nos EUA

O Conselho Escolar de Miami-Dade, cidade da Flórida, nos EUA, rejeitou por 5 a 4, dois livros didáticos de educação sexual direcionados para alunos do ensino fundamental e médio. A decisão foi vista pelos pais como uma vitória.

A votação ocorreu no final de uma reunião do conselho escolar a qual mais de 40 membros da comunidade falaram – todos, exceto dois, que eram defensores da manutenção dos livros didáticos em questão.

Vale a pena notar, no entanto, que outros dois dos membros do conselho escolar que se opuseram aos livros, Christi Fraga e Mari Tere Rojas, disseram que receberam muitos e-mails de pais que discordaram dos livros didáticos.

Por outro lado, um dos pais que apoiaram a manutenção dos livros didáticos, Marika Lynch, mãe de três filhos, disse que “queremos que eles tenham as melhores informações? Sim. É por isso que estou aqui hoje”, declarou.

O que torna os livros tão problemáticos?

Dois pais se manifestaram contra o conteúdo dos livros didáticos. Além disso, um representante da filial da cidade de Miami-Dade, Alex Serrano, da organização conservadora County Citizens Defending Freedom, focada em ajudar os americanos a “defender a sua fé”, disse que o grupo está preocupado com esses materiais didáticos.

Serrano disse que tirou seus filhos do distrito escolar e os matriculou em uma escola particular depois de aprender sobre alguns dos – o que ele acreditava ser – conteúdo impróprio para a idade que estavam sendo ensinados.

Ele explicou. “Não somos contra a educação sexual ou reprodução humana e livros de educação sexual. Somos pela conformidade legal e adequação à idade no conteúdo… e conformidade com a lei de direitos dos pais”, declara Alex.

Ele acrescentou que discussões sobre a ideologia de gênero “não pertence” à sala de aula porque é “ideologia”, ao invés de informação educacional.

Mari Tere Rojas, membro do Conselho Escolar, que participou da votação também disse acreditar que os livros contêm capítulos com conteúdo não apropriado para os alunos. Ela disse que “não está de acordo” com a forma como é abordada pelos livros didáticos em questão.

Repercussão do caso

A votação é uma reversão da votação anterior em abril, quando o conselho votou 5-3 para adotar os materiais de aprendizagem. Dessa forma, líderes de sindicatos e professores locais não estão satisfeitos com a mudança do primeiro resultado.

Esse desenvolvimento vem logo após a implementação da lei de Direitos dos Pais na Educação da Flórida. A legislação, sancionada pelo Gov. Ron DeSantis, proíbe educadores de ensinar pré-escola até a terceira série sobre orientação sexual ou identidade de gênero.

Fonte: Comunhão com informações de CBN News

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