Edir Macedo, líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus
O líder da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, virou um dos assuntos mais comentados no Twitter após a divulgação de um vídeo em que aparece ao lado da esposa, Ester Bezerra, pedindo para que os fiéis doem seus bens para a igreja antes de morrerem. A doação seria uma forma de agradar a Deus, segundo ele.
“Você, minha amiga; você, meu amigo; senhor, senhora, pessoas que têm bens, que têm propriedades, que têm riquezas: ora, preste atenção, se você quer fazer algo que agrade a Deus, que vai beneficiar outras pessoas, antes de você morrer, antes de você passar para a eternidade, deixa o que você tem para a igreja”, pede Edir Macedo.
De acordo com o bispo, a doação dos bens poderá estimular ou avançar o trabalho de evangelização dentro da igreja, com o que ele chama de “missão de levar o evangelho a todas as criaturas”. Ele ainda assegurou que não tem nada em seu nome.
“Porque tudo o que eu tenho, que supostamente é meu, não é meu. Eu não tenho nada. Tudo já preparado para dar continuidade para esse trabalho de evangelização no mundo inteiro. Já está determinado, já está definido”, afirma o líder da Universal.
Segundo o portal Terra, até outubro de 2021, o bispo tinha fortuna avaliada em 1,1 bilhão de dólares, cerca de R$ 6 bilhões. Ele é dono do Grupo Record e da Record TV.
Surreal! Edir Macedo pede para fiéis doarem seus bens para a Igreja Universal antes de morrerem. pic.twitter.com/MtuLu52hNN
Lamor Miller-Whitehead, pastor famoso de Nova York (EUA) fez uma denúncia relatando que foi roubado em mais de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,37 milhões) por homens armados que invadiram um culto da igreja em que prega.
Segundo informações do UOL, o religioso é bastante conhecido por usar trajes de grife e joias. De acordo com a polícia, três assaltantes invadiram a Igreja Leaders of Tomorrow no último domingo (24).
Os criminosos levaram joias e outros itens de valor que pertenciam ao pastor, de 44 anos, e sua esposa. O incidente durante o culto foi registrado em um vídeo, que estava sendo transmitido ao vivo.
Uma parte da gravação foi obtida pela imprensa local antes de ser removida das redes sociais a igreja.
Nas imagens, o pastor Whitehead aparece diante do público e começa um sermão: “Quantos de vocês perderam sua fé porque viram outra pessoa morrer?”. Em seguida, o local é invadido por homens armados e um deles avança sobre o pastor.
Whitehead é visto caindo no chão e dizendo repetidamente: “Tudo bem, tudo bem”, antes de um homem usando uma máscara preta e segurando uma arma ser visto na gravação.
O homem é visto se aproximando do pastor, que está escondido atrás de um púlpito dourado, e entregando suas joias ao criminoso.
Em entrevista à emissora americana WCBS, o pastor deu mais detalhes do episódio.
“Eu tenho mulheres e crianças lá. Quando me abaixei, um foi até minha esposa e pegou todas as joias dela e colocou a arma na frente do rosto do meu bebê de 8 meses”, disse ele.
“Tirei meu anel de pastor, minha aliança de casamento e minha corrente, e eu tinha correntes debaixo do meu manto. Ele [assaltante] começou a bater no meu pescoço para ver se havia mais alguma coisa, então isso significa que eles sabiam que eu tenho outras joias”, completou.
O pastor disse que havia homens com armas apontadas para outros membros na porta da igreja também. Havia cerca de 20 a 25 fiéis presentes, de acordo com os investigadores. “Minha igreja está traumatizada”, disse Whitehead.
A Igreja Universal do Reino de Deus está sendo processada por um antigo pastor da denominação. Maurício dos Santos Bonfim acusa a igreja do Bispo Edir Macedo de tê-lo obrigado a fazer uma vasectomia, cirurgia que impede o homem de ter filhos.
De acordo com o portal UOL, o religioso pediu uma indenização de R$ 100 mil, afirmando que a instituição realizaria eventuais promoções para que a cirurgia fosse realizada. Segundo Maurício, aqueles que negassem o procedimento poderiam ser punidos, sendo rebaixados de cargo e até transferidos para fora do país. “Passa a ser considerado como mau exemplo”, disse no processo.
Segundo o pastor, isso se sustenta por uma questão econômica, já que a Universal ”custeia a vida da família pastoral”. “O interessante para a Igreja é que a família pastoral se resuma ao homem, pastor, e a sua esposa, obreira”, afirmou.
A cirurgia teria sido feita de forma ”clandestina”, sem registros médicos. A defesa de Bonfim disse à Justiça que a Universal “retirou brutalmente” do pastor “sua chance de ser pai e de construir uma família no sentido amplo”.
Ainda em suas argumentações, Bonfim diz que após ser expulso da instituição – por ter elogiado uma mulher e isso ter sido caracterizado como adultério – e ter que pedir ajuda de familiares distantes depois de perder sua casa e carro, ambos custeados pela Universal, ele pôde “retirar a venda dos seus olhos” e percebeu que foi “induzido e coagido moralmente” pela igreja a fazer a vasectomia.
“A Universal me impediu de gerar vidas”, denunciou à Justiça.
Em novembro de 2020, Bonfim foi expulso do templo onde servia, em São Vicente (SP), após a denúncia de uma fiel da igreja que o pastor teria elogiado. “Tal elogio foi caracterizado como um adultério”, relatou à Justiça. A família pastoral perdeu a casa e o carro.
A defesa da Igreja Universal afirma que a acusação é mentirosa. “Esta suposta imposição de vasectomia é facilmente desmentida por um simples fato: existem mais de 3 mil filhos naturais de bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus”, declarou em nota ao portal Uol.
Em resposta ao processo, a Iurd diz que os ministros religiosos da denominação sabem que os filhos podem ser um fator decisivo na hora de determinar a transferência dos obreiros, mas que não obriga ou incentiva os pastores a realizar o procedimento da vasectomia.
Nota que a Igreja Universal enviou ao Uol:
“Temos certeza de que este processo – movido por um ex-pastor que foi desligado do corpo eclesiástico da Igreja em razão de um grave descumprimento de regra de conduta – terá o mesmo destino de outros semelhantes, nos quais diferentes tribunais têm arquivado esse tipo de pedido absurdo.
Neste caso, o processo sequer poderá ser julgado, pois já passou o prazo para que o ex-pastor entrasse com a ação.
Aliás, gostaríamos que a imprensa demonstrasse o mesmo interesse que tem em divulgar processos contra Universal para também trazer a público as derrotas desses aventureiros na Justiça.
Por exemplo, em março deste ano, a 15ª Vara Cível de Brasília negou o pedido idêntico de um ex-pastor. Esperamos que o UOL dê igual destaque a esta decisão favorável à Igreja Universal.”
O processo citado pela Universal está em fase de recurso e será julgado pelos desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.
Primeira Igreja Presbiteriana de Dallas, Texas, nos EUA.
Uma proeminente igreja no Texas, Estados Unidos, cancelou os cultos, após receber uma mensagem com ameaças, na semana passada.
No sábado (23), a Primeira Igreja Presbiteriana de Dallas anunciou que a programação do final de semana estava suspensa por uma medida de segurança, depois que um desconhecido enviou “mensagens ameaçadoras à igreja, indicando o potencial de danos futuros”.
Segundo o pastor Amos Disasa, uma pessoa que havia participado de um culto, enviou um e-mail com ameaças contra a congregação.
Então, a igreja entrou em contato com a polícia local, que recomendou o cancelamento das atividades dos dias seguintes.
“A recomendação deles foi tomar medidas imediatas para cancelar a programação presencial do fim de semana, incluindo o culto, o que daria tempo ao Departamento de Polícia para localizar a pessoa e avaliar a ameaça”, afirmou o pastor Amos.
O suspeito foi identificado pela polícia e será proibido de entrar na Primeira Igreja Presbiteriana de Dallas novamente.
“No futuro, a pessoa será impedida de acessar nosso campus a qualquer momento por nossa equipe de segurança. Nos próximos dias, além de nossa equipe de segurança privada, um oficial do Departamento de Polícia de Dallas estará presente durante o horário de funcionamento”, anunciou Amos.
Na segunda-feira (25), a congregação adorou a Deus de forma online. “Estou feliz em informar que Deus não se esqueceu de nós”, declarou o pastor durante o culto.
“Estamos aqui em corpo, em espírito, preparados para receber o consolo do Espírito Santo. Vamos adorar a Deus”.
Onda de tiroteios em igrejas
Após a onda de tiroteios nos Estados Unidos atingir os templos cristãos, diversas igrejas no país estão reforçando a segurança para proteger cultos e eventos de novos ataques.
Em maio, um atirador abriu fogo durante um almoço na Igreja Presbiteriana Genebra, em Laguna Woods, na Califórnia, matando uma pessoa e ferindo outros cinco membros de uma congregação de Taiwan que se reunia lá.
Em junho, a Igreja Episcopal St. Stephen’s, no Alabama, foi atacada por um homem armado, matando dois membros.
Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post
Igreja cristã destruída pelo fogo (foto representativa)
Pouco depois do ataque à igreja Thantlang Baptist Church pelo exército birmanês, outra igreja, conhecida como Believers Church, também na cidade de Thanglang, foi queimada e devastada no dia 23 de junho. Depois disso, novos ataques atingiram o país. A junta militar que governa Mianmar desde o golpe em 2021 já queimou 12 igrejas cristãs apenas na cidade de Thanglang.
De acordo com o parceiro local Tun Tun (pseudônimo), recentemente, uma igreja local, usada como abrigo para refugiados de Sagaing, Nordeste de Mianmar, foi invadida pela junta militar.
Além dessa invasão, o exército lançou bombas e destruiu a igreja Thadou-Kuki Baptist Church, que também fica em Sagaing. A estrutura do templo, janelas e portas foram severamente danificadas e os militares também levaram o dinheiro da caixa de dízimos e ofertas da igreja.
Violações dos direitos humanos
Os novos ataques transformaram mais cristãos em deslocados internos. Tun Tun lamenta: “Quando essa guerra terá fim? Vivemos como refugiados em terras estrangeiras, os recursos estão escassos e não fugimos por vontade própria, mas por causa da nossa segurança e de nossos familiares. As condições de vida não estão fáceis, alguns arriscam a própria vida para encontrar emprego e só conseguem garantir a alimentação”.
Tun Tun também relatou outra violação da junta militar no dia 23 de junho: “Eles queimaram quatro casas em Sangaing e prenderam quatro jovens inocentes, bateram e atiraram neles. Eles deixaram os corpos no campus da faculdade. Com essas mortes, chega a 11 o número de mortes de cristãos da tribo Kuki Chin”.
Tun Tun é um de muitos cristãos do estado de Chin deslocados pela guerra civil. Ele se sente frustrado e traumatizado e pede as orações da igreja global: “Ore por nós. Há muitos templos e santuários budistas, mas nenhuma bala os atingiu. Da mesma forma, as casas atingidas foram apenas as cristãs, as casas dos vizinhos birmaneses não foram prejudicadas e nenhum birmanês foi morto”.
Na noite desta segunda-feira (25), o pastor David Miranda Neto se manifestou em relação a um pronunciamento da diretoria da Igreja Pentecostal Deus é Amor (IPDA).
Em uma live que durou 1 hora e 14 minutos, ele falou sobre o posicionamento da diretoria em reforçar a origem da IPDA, que proíbe mulheres de cortarem o cabelo, usar calça comprida, fazer a sobrancelha e outros costumes.
– Eu queria trazer alguns esclarecimentos. Toda a repercussão que o pronunciamento da diretoria deu no meio da nossa igreja. Eu, inicialmente, quando ouvi, não ia comentar nada. Mas diante de tudo o que eu ouvi nos últimos dias, (…) eu senti que precisava me posicionar. (…) Eu espero que consiga trazer alguns esclarecimentos. (…) Antes de mais nada, estou aqui porque quero trazer clareza. (…) Vamos ter calma. (…) As pessoas que querem ver o circo pegar fogo; não verão! – iniciou.
Em seguida, ele explicou quem é. Ele disse que não é contra bons costumes e rebateu narrativas de que estaria derrubando o que seu avô construiu.
– Minhas questão sempre foi o foco excessivo nos usos e costumes. (…) Existe uma diferença entre usos e costumes e doutrina. (…) Todo mundo que traz inovação acaba sendo criticado. Eu não estou destruindo. Eu estou buscando dar continuidade, trazer as melhorias que esse legado tão grande que o missionário David Miranda, meu avô, nos deixou. Trazer melhorias e trazer esse legado para o século 21, é isso que estou buscando. (…) Eu nunca disse isso [que agora está tudo liberado]. A única coisa que estou simplesmente apontando alguns exageros que eu enxergo na nossa igreja – declarou.
Ele deu declarações a respeito de sensualidade e salto alto.
– A Bíblia fala sim contra a sensualidade. (…) Agora, o que é ser sensual? Agora, não podemos confundir isso. (…) Já vi uma época em que nossa igreja media o salto das mulheres para entrar na santa ceia e isso é uma tristeza, porque isso é algo que a Bíblia não fala. Mas ela [a Bíblia] fala sobre sensualidade, então a gente tem que ter bom senso e saber orientar nossos membros para que a gente não coloque fardos pesados. Eu queria falar um pouco sobre a lascívia, porque muito se fala sobre a vestimenta da mulher, mas pouco se fala sobre o papel dos homens. Por exemplo, meu avô falava que praia é pecado. (…) Jesus falou, no Sermão do Monte, o sermão mais importante que Jesus deu, em Mateus 5: 28-27: “Ouvistes o que foi dito: ‘não adulterarás’. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura no coração já adulterou com ela”. Então, quantas pessoas nós temos, não necessariamente em praia, mas em qualquer lugar, olhando para o corpo da mulher e desejando ela de uma forma impura, de uma forma imoral. Isso é pecado. (…) A responsabilidade não está apenas na mulher (…). A Bíblia fala também contra os olhos pecadores dos homens. Então, os homens precisam também fugir do pecado. Isso é doutrina, se a Bíblia fala, eu sou a favor – disse.
David prosseguiu citando a Bíblia para comentar outras questões, como o uso de barba.
– Se barba não é pecado, minha pergunta é: Por que nós proibimos? Quantas pessoas nós já não perdemos porque querem usar barba e não podem? Acho que é momento de a gente remover algo que sempre foi tido como pecado na nossa igreja por mais que nossa diretoria se posicionou que não é – questionou.
Entenda o caso
Na última quinta-feira (21), a Igreja Pentecostal Deus é Amor (IPDA) fez um pronunciamento a respeito de suas doutrinas. O vídeo reuniu toda a diretoria da instituição e foi publicado no YouTube.
Logo no início, houve um esclarecimento de que o objetivo não era ofender ninguém, e sim declarar um posicionamento diante de questões que têm causado atrito entre membros e diretoria.
A reunião contou com a presença da presidente da igreja, irmã Ereni Miranda, esposa do fundador da IPDA, David Miranda. Foi anunciado que mulheres não devem cortar muito o cabelo, salvo se estiver abaixo da cintura para “não pesar”. Também ficou esclarecida a proibição de calças compridas e apertadas, maquiagem, salto alto, entre outros costumes.
O pronunciamento durou quase 50 minutos. Irmã Ereni defendeu o uso de uma moda elegante, clássica e que agrada a Deus tanto para homens quanto para mulheres. Ela reforçou que, em caso de dúvida, qualquer membro pode procurar a diretoria.
Clique aquipara assistir ao pronunciamento da diretoria da igreja.
Abaixo, assista ao pronunciamento do pastor David Miranda Neto.
O Awakening Europe - The Call Back impactou milhares na Holanda
A Europa está à beira de um novo avivamento — essa tem sido a mensagem e o clamor de muitos líderes nos últimos anos. Parte disso se tornou realidade no evento Awakening Europe, que mobilizou evangelistas nas ruas e testemunhou centenas de salvações e curas.
Pessoas de mais de 60 nações estiveram no Awakening Europe no último fim de semana, entre 14 a 17 de julho. Mais de 1400 pessoas aceitaram Jesus nos dias de mobilização evangelística e também nos dias de evento, realizado no estádio Rotterdam Ahoy, na Holanda.
Ter milhares de decisões para Cristo em um curto período de tempo é incomum em uma Europa que tem sido cada vez mais secularizada.
Isso se explica na proposta do Awakening Europe, que carregou o tema “The Call Back”, que se traduz “A Chamada de Volta”.
“Por centenas de anos os missionários levaram o Evangelho da Europa até os confins da terra”, explica o movimento em seu site. “Agora, o continente que enviou essas pessoas está em grande necessidade de Jesus novamente.”
O “The Call Back” é uma visão que Deus deu aos líderes do Awakening Europe – Deus está chamando de volta para a Europa pessoas de todo o mundo que têm herança europeia, bem como aqueles que têm um coração por este continente.
“Toda glória ao Senhor pelo que só Ele poderia ter feito. Agora vamos levar isso para toda a Europa”, disse o líder do Awakening Europe, Ben Fitzgerald, no Instagram na quarta-feira (20). “Esta semana marcou minha vida.”
Centenas de batismos
O evento foi marcado não só por horas de ministração, adoração e evangelismos. Centenas de pessoas declararam sua fé de forma pública através do batismo.
Mais de 100 pessoas foram batizadas espontaneamente atrás do estádio enquanto o evento acontecia. “Alguns deles tinham acabado de entregar a vida a Jesus naquela noite”, relatou a página da Awakening Europe no Instagram.
Quatro pessoas foram batizadas nas águas de uma fonte de Rotterdam, depois de serem impactadas no evangelismo em massa que aconteceu no pré-evento.
Outro aspecto especial foi a “unidade histórica”, segundo a organização. Quase todas as denominações na Holanda foram representadas neste evento.
A Awakening Europe está em parceria ministérios como JOCUM, CfaN, Bethel, Lifestyle Christianity, Jesus Culture, Dunamis Movement, The Send, Europe Shall Be Saved, IAHM, Steiger International, Jesus Image e Jesus Revolution, além de igrejas e ministérios locais.
Estudantes assistem a um torneio de videogame realizado no Festival Manchester. (Foto: Reprodução / Nazarene)
O Festival Manchester, um torneio de videogame da FIFA, faz parte da programação de um evento evangelístico realizado de 1 a 3 de julho em Wythenshawe Park.
Liderando a competição como parte de seu ministério de videogame para adolescentes, George Herrera, um estudante do Nazarene Theological College—Manchester, declarou:
“A maioria dos jovens com os quais nos envolvemos são jovens sem igreja. A maioria deles nunca foi à igreja ou ouviu falar de Jesus antes.”
Herrera e outros jovens evangelistas aproveitam o amor dos adolescentes por futebol e videogame para construir relacionamentos com eles.
Quando Herrera foi abordado para organizar um torneio no Festival Manchester, ele conta que Deus começou a abrir as portas para que o evento fosse ainda maior do que alguns realizados anteriormente pelo ministério.
Os patrocinadores forneceram a mais recente tecnologia e consoles de jogos para os participantes do torneio. Eles também deram um PlayStation 5.
Estudantes do Nazarene Theological College foram voluntários no torneio, promovendo a faculdade e servindo os jovens de sua comunidade.
Em todos os dias do torneio, os voluntários promoveram um momento chamado Gospel Time, no qual os jovens contaram seus testemunhos sobre como Deus transformou suas vidas.
Os líderes e voluntários ajudaram os novos convertidos a se conectarem com uma igreja local.
Herrera vem ministrando aos jovens da região por meio de videogames há vários anos. O jovem, que está terminando seu mestrado no Nazarene Theological College, chamou o trabalho de difícil como qualquer esforço pioneiro.
“Muitas vezes temos pessoas nos dizendo que não se pode jogar videogames na igreja, [dizendo] que videogames são maus etc.”, disse Herrera.
Sem violência
O estudante contou que no torneio não usam jogos que envolvam violência, optando por títulos como Mario Kart e FIFA.
“Eu penso comigo mesmo, basicamente, o que Jesus faria?”, disse Herrera. “Se Jesus estivesse vivo agora, ele estaria jogando videogame?”
Herrera deu o exemplo de um jovem que participou do torneio como evidência do trabalho que Deus está fazendo por meio do ministério.
O rapaz e seus amigos estavam brigando com outro grupo de meninos, quando Herrera e outros líderes conseguiram acalmar a situação, e o jovem apareceu novamente no dia seguinte em um torneio menor. Naquele dia, ele ouviu o Evangelho e aceitou a Cristo.
O palestrante do evento foi um artista de rap cristão na Inglaterra que conseguiu conectar o jovem a um programa de aprendiz em um estúdio de gravação.
“Sua vida poderia ter dado uma guinada severa para pior”, disse Herrera.
Ferramenta de evangelismo
Embora haja competição envolvida no ministério, os líderes exigem esportividade de quem participa de eventos ou vem ao grupo regularmente.
“Eu digo a eles: ‘Isso é um torneio. Cada um de vocês vai perder, exceto um'”, riu Herrera.
Ele acredita que os videogames são algo que a igreja pode e deve utilizar como ferramenta para evangelismo e discipulado.
“Acho que é uma grande característica da cultura que podemos aproveitar para permitir que os videogames cumpram seu verdadeiro propósito, que é revelar Cristo”, disse Herrera.
Líderes cristãos têm sido mortos em ataques frequentes em Burkina Faso (foto representativa)
Algumas paróquias em Burkina Faso foram tão atacadas que foram forçadas a fechar, alertou o grupo católico Ajuda à Igreja que Sofre (ACN, sigla em inglês).
A caridade católica disse que a Diocese de Fada N’Gourma, no leste de Burkina Faso, está enfrentando uma “situação terrível” após uma “explosão” do terrorismo islâmico.
Ele relatou um aumento de roubos, sequestros e assassinatos em toda a diocese, onde 95% das aldeias não têm mais nenhum pároco por causa do número de ataques terroristas.
De acordo com os números da ACN, 155 das 532 aldeias da diocese estavam acessíveis para o trabalho pastoral em setembro de 2021. Em abril deste ano, esse número caiu para apenas 29.
Cinco das 16 paróquias da diocese foram forçadas a fechar por causa dos ataques. Em sete paróquias, o ministério da igreja principal foi restringido porque os terroristas controlam as rotas terrestres e destruíram as redes de comunicação telefônica.
Houve outros relatos de jihadistas entrando em igrejas e forçando membros masculinos e femininos da congregação a sentarem-se separadamente.
Caroline Hull, diretora nacional da ACN (Reino Unido), disse: “É de partir o coração que tantos fiéis em Burkina Faso tenham que ficar sem acesso ao pároco por causa das ações dos terroristas.
“A ACN procura atender às necessidades espirituais e materiais daqueles que apoiamos, por isso faremos tudo o que pudermos para ajudar as comunidades cristãs que sofrem na diocese de Fada N’Gourma”.
Hull alertou que o jihadismo está crescendo em toda a África, mas especialmente na região do Sahel, onde está localizado Burkina Faso.
O aumento do jihadismo viu um aumento correspondente na perseguição aos cristãos, disse ela: “Cristãos são assassinados, pessoas são sequestradas, mulheres são estupradas e tratadas terrivelmente”.
O Dr. Hull está pedindo à comunidade internacional que esteja vigilante.
“A comunidade internacional precisa ficar de olho neste novo epicentro do terrorismo porque, se não for controlado, pode se tornar incrivelmente perturbador, não apenas para a África, mas também para o resto do mundo”, disse ela.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Vinte e quatro das 34 províncias da Indonésia de maioria muçulmana impõem códigos de vestimenta repressivos para mulheres e meninas, incluindo cristãs. Muitas que não obedecem enfrentam consequências e bullying, de acordo com mulheres que conversaram com um grupo internacional de direitos humanos.
“Quase 150.000 escolas nas 24 províncias de maioria muçulmana da Indonésia atualmente impõem regras obrigatórias de jilbab (hijab), com base em regulamentos locais e nacionais. Em algumas áreas muçulmanas conservadoras, como Aceh e Sumatra Ocidental, até meninas não muçulmanas também foram forçadas a use o hijab”, diz um relatório recente da Human Rights Watch (HRW).
Milhões de meninas e mulheres no arquipélago do Sudeste Asiático têm que usar hijabs, uma vestimenta feminina que cobre o cabelo, pescoço e peito. Hijabs são normalmente usados com uma saia longa e uma camisa de manga comprida.
“As autoridades que emitiram os decretos afirmam que o jilbab é obrigatório para as mulheres muçulmanas cobrirem partes íntimas do corpo, que as autoridades consideram incluir cabelos, braços e pernas, mas às vezes também a forma do corpo da mulher”, diz o relatório.
A HRW entrevistou mais de 100 mulheres que sofreram abuso e muitas vezes consequências a longo prazo por se recusarem a usar o hijab. Os códigos de vestimenta, inspirados na lei Sharia, impactaram não apenas as alunas, mas também professores, médicos e outros profissionais.
Duas das mulheres entrevistadas dizem ter recebido ameaças de morte nas redes sociais.
“Desde a quarta série, minha madrasta me forçou a usar o jilbab”, disse Sheilana Nugraha, uma cristã de 25 anos e estudante de pós-graduação da Universidade Gadjah Mada em Yogyakarta.
Ela disse à HRW que entrou no ensino médio em 2012 e foi convidada a usar um lenço na cabeça. Em 2013, ela ficou paralisada em um acidente de moto e foi morar com a mãe biológica, uma cristã.
“Minha mãe biológica é cristã. Meu pai é muçulmano”, disse ela. “Eu tirei meu jilbab, vestindo camisas de manga curta para a escola, embora minha mãe ainda me levasse para orações islâmicas e sessões de estudo. Eu era o único aluno muçulmano que não usava o jilbab na escola. Havia estudantes cristãos, o número era pequeno, menos de 10 pessoas na escola, e nenhuma delas usava lenço na cabeça.”
“Uma vez [no primeiro ano do ensino médio em 2012], fui abordado por uma professora de história, uma mulher de lenço na cabeça, que também era minha vizinha. Ela me repreendeu, jurando que eu ‘não teria sucesso sem o jilbab e iria para o inferno.’ Chorei, me senti humilhada, e isso foi testemunhado por muitos alunos, pois aconteceu na frente da turma perto do quadro branco e da porta da sala. Fiquei envergonhada. Chorei, deprimida.”
Nugraha disse que por quatro dias seguidos em 2012, três professoras e um professor islâmico a “intimidaram”.
“O professor de religião islâmica não me fez chorar, mas foi sarcástico. O professor de matemática também foi meu professor de sala. Minhas notas foram afetadas [pelo sofrimento psicológico resultante]”, disse ela. “O diretor não fez nada para me proteger.”
A HRW insta o Ministério do Interior da Indonésia, que supervisiona os governos locais, a invalidar as mais de 60 leis de código de vestimenta locais em todo o país. Embora o governo central da Indonésia não tenha autoridade para revogar as leis locais, o Ministério do Interior pode anular ordens executivas locais que contradigam as leis nacionais e a Constituição indonésia.
“O presidente Joko Widodo deve derrubar imediatamente os decretos provinciais e locais discriminatórios e que violam os direitos das mulheres e meninas”, disse a diretora interina da HRW na Ásia, Elaine Pearson. “Esses decretos causam danos reais e, na prática, só serão encerrados pela ação do governo central.”
A Indonésia, que abriga a maior população muçulmana do mundo, tem 20,4 milhões de protestantes e 8,42 milhões de católicos. Juntos, esses dois grupos representam 10,58% da população total de 272,23 milhões, segundo os últimos dados da Direção-Geral do Departamento de População e Registro Civil do Ministério da Administração Interna.
A Constituição da Indonésia é baseada na doutrina de Pancasila – cinco princípios que sustentam a crença da nação no único Deus e justiça social, humanidade, unidade e democracia para todos.
Mas muitos grupos extremistas na Indonésia se opõem ao Pancasila e têm como alvo a minoria cristã.
As igrejas muitas vezes enfrentam oposição de grupos que tentam obstruir a construção de casas de culto não-muçulmanas. A HRW informou anteriormente que mais de 1.000 igrejas no arquipélago foram fechadas devido à pressão de tais grupos.
Folha Gospel com informações de The Christian Post