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Igreja de Silas Malafaia é alvo de cobrança milionária no Paraná

Silas Malafaia de cabeça baixa em sua igreja (Foto: Reprodução)
Silas Malafaia de cabeça baixa em sua igreja (Foto: Reprodução)

A Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) tornou-se o centro de uma disputa judicial milionária no Paraná. A Justiça local determinou a organização de uma fila de credores para definir a ordem de recebimento em um processo de execução que já ultrapassa R$ 1,4 milhão. A ação, que tramita na 2ª Vara Cível de Curitiba, tem como foco uma cobrança originada pela locação de um imóvel.

A ADVEC figura como devedora principal na ação, com os pastores Silas Malafaia e Elizete Santos Malafaia atuando como fiadores do contrato. Uma decisão recente estabeleceu a instauração de um “concurso singular de credores”, um mecanismo judicial acionado quando há múltiplos interessados em receber valores de um mesmo processo. A medida visa estabelecer prioridades para o pagamento dos credores, caso valores sejam recuperados.

O processo já conta com diversos credores habilitados, apresentando pedidos de penhora e reservas de crédito. Entre os nomes registrados, destacam-se empresas como COPEL Distribuição S.A., Geralux Eletro Energia Solar Ltda., Gongra Comércio de Veículos Ltda., além de Jean Marcus Pimentel – EPP. A magistrada responsável pela ação já havia apontado que a igreja foi devidamente citada e que medidas de execução e expropriação de bens foram iniciadas.

Por outro lado, a citação dos fiadores enfrentou dificuldades processuais, com notificações recebidas por terceiros ou não efetivamente entregues. Diante disso, a Justiça solicitou que a empresa credora informe se deseja prosseguir com a execução contra os fiadores ou se considera a cobrança prescrita em relação a eles. O valor total da ação atualmente é de R$ 1.491.123,38.

Folha Gospel com informações de Fuxico Gospel

Arábia Saudita continua sendo um lugar difícil para os cristãos, apesar das pequenas melhorias

Vista aérea de Al-Olaya, no norte de Riade, Arábia Saudita (Foto: Canva Pro)
Vista aérea de Al-Olaya, no norte de Riade, Arábia Saudita (Foto: Canva Pro)

Uma década após as reformas em sua polícia religiosa, a Arábia Saudita pode não ser tão rigorosa com sua população cristã como antes, mas continua sendo um dos lugares mais difíceis do mundo para acreditar em Jesus.

Na sua Lista Mundial da Perseguição 2026, a organização Portas Abertas classifica a Arábia Saudita como o 13º pior país nesse quesito. Embora cristãos estrangeiros de certo status social possam desfrutar de uma liberdade religiosa bastante limitada, a situação é muito pior para aqueles de classes sociais mais baixas e para os sauditas natos que desejam seguir a Cristo.

Um relatório da International Christian Concern observa que, ao contrário da Coreia do Norte, o maior perseguidor do cristianismo no mundo, a Arábia Saudita nem sequer se preocupa em fingir liberdade religiosa.

Não existem igrejas “falsas” para observadores internacionais. Na verdade, não existem igrejas de verdade. Mas ainda há mais de dois milhões de cristãos no país, a grande maioria trabalhadores migrantes de países mais pobres.

O relatório cita o caso de um cristão no país, “Nicolas”, um cristão nascido no exterior que tem a sorte de estar entre os mais abastados da sociedade. Nicolas, e outros como ele, ocasionalmente conseguem frequentar cultos em consulados estrangeiros ou se reunir em particular em suas casas.

Para os imigrantes cristãos mais pobres, no entanto, as batidas policiais em tais reuniões representam um risco real.

A situação para os sauditas de qualquer classe social é ainda mais grave. É impossível ser cidadão saudita sem ser muçulmano. A conversão ao islamismo é oficialmente punida com a pena de morte, embora isso nunca tenha sido executado.

A pressão social e legal é tanta que Nicolas disse nunca ter encontrado um cristão saudita: “Tenho certeza de que, se houver algum, vive em completo segredo ou tenta sair do país e pedir asilo no exterior.”

Nicolas também relatou incidentes em que a polícia religiosa confiscava cruzes, interrogava pessoas com Bíblias e, em uma ocasião, espancou e cortou à força o cabelo de um muçulmano que tinha cabelos compridos.

Desde as reformas de 2016, a polícia religiosa já não consegue impor a moral islâmica de forma tão direta – mantém apenas a autoridade para “observar e denunciar”.

Como afirma o relatório, “Os dias de glória das autoridades violentamente justas parecem ter chegado ao fim. Mas a Arábia Saudita continua sendo um reino da sharia, o que significa que é melhor manter a fé cristã discretamente e esconder as cruzes.” 

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Igreja é demolida e 4 fiéis são presos na China

A Igreja Yazhong foi coberta por lonas e a cruz foi retirada. (Foto: ChinaAid).
A Igreja Yazhong foi coberta por lonas e a cruz foi retirada. (Foto: ChinaAid).

Um templo cristão de múltiplos andares, conhecido como Igreja Yazhong ou Yayang, foi completamente demolido na cidade de Wenzhou, província de Zhejiang, China. A ação, orquestrada pelo Partido Comunista Chinês (PCC), intensifica a perseguição a comunidades religiosas não registradas no país.

A organização ChinaAid, dedicada ao apoio a cristãos perseguidos, reportou que a demolição ocorreu após o templo se recusar a cumprir determinações governamentais, como a instalação da bandeira chinesa em suas instalações.

Em dezembro do ano passado, autoridades locais já haviam demonstrado sua intenção de controle ao prender 103 membros da congregação e assumir a posse do edifício. Nas semanas que antecederam a demolição, o acesso à Igreja Yazhong foi restrito com postos de controle e a cruz do templo foi removida, sendo o prédio posteriormente coberto por lonas pretas. Durante o ato final de destruição, quatro membros foram detidos, incluindo You Ci’en, e fontes locais indicam que fiéis que tentam relatar os fatos continuam sob vigilância e interrogatório policial.

A perseguição à Igreja Yazhong se intensificou em junho do ano passado, quando funcionários do governo invadiram o local, derrubaram parte do muro externo e instalaram um mastro para a bandeira chinesa, o que gerou protestos da comunidade cristã. Bob Fu, presidente da ChinaAid, comentou sobre a motivação por trás dessas ações, afirmando que “Qualquer igreja que não queira se submeter ao poder estatal — mesmo sem ter qualquer envolvimento político — o Partido Comunista Chinês sente que precisa silenciar e até destruir”.

A cidade de Wenzhou, apelidada de “Jerusalém da China” devido à sua expressiva população cristã, tem sido palco de um aumento na repressão governamental nos últimos meses. “Meus irmãos e irmãs na fé se mantiveram firmes por tanto tempo. Mais do que a perda de um prédio de igreja, lamento como o PCC reprimiu esta área conhecida por seus cristãos fiéis e os oprimiu cada vez mais dia após dia”, declarou Bob Fu.

Ele acrescentou um apelo à comunidade global, expressando que “nossas orações não foram reduzidas a escombros. Que essa perda desperte a Igreja global para o que está acontecendo na China, um grande conflito entre fiéis e o poder do Estado”. A China figura em 17º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2026 da Missão Portas Abertas, refletindo o cenário desafiador para os cristãos no país.

Folha Gospel com informações de ChinaAid

Vândalos tentam incendiar igreja durante marcha feminista no México

Vândalos tentam atear fogo à porta de igreja em Querétaro. (Captura de tela/Instagram/eltoro.tv)
Vândalos tentam atear fogo à porta de igreja em Querétaro. (Captura de tela/Instagram/eltoro.tv)

Um ato de vandalismo chocou o Centro Histórico de Querétaro, no México, na última sexta-feira, 8, quando um grupo de indivíduos mascarados tentou incendiar o histórico Templo de San Francisco. O incidente ocorreu em meio à marcha do Dia Internacional da Mulher, conhecida como 8M, e as imagens da ação rapidamente se espalharam pelas redes sociais, gerando indignação e debate.

Os vídeos divulgados mostram claramente manifestantes ateando fogo à porta principal da igreja, além de causarem danos visíveis à fachada do edifício. Felizmente, o estrago não foi de maiores proporções. Segundo Martín Lara Becerril, porta-voz da Diocese de Querétaro, a porta da igreja havia recebido um tratamento preventivo com materiais retardantes de fogo, o que auxiliou a conter as chamas.

Ataques em contexto de mobilizações

A tentativa de incêndio, que ocorreu durante a passagem da marcha pela Avenida Corregidora, é um reflexo de uma onda de ataques contra locais religiosos que têm se tornado mais frequentes no México. De acordo com o Mexico Daily Post, esses atos são frequentemente associados a grupos considerados radicais e vêm gerando preocupação.

O porta-voz da Diocese de Querétaro ressaltou que tais ataques a igrejas e símbolos religiosos não são apenas atos de vandalismo, mas representam uma agressão direta ao patrimônio cultural e à liberdade religiosa da população.

Preocupações históricas e culturais

O Templo de San Francisco, um dos edifícios religiosos mais tradicionais de Querétaro, faz parte da área histórica da cidade, reconhecida como Patrimônio Mundial pela UNESCO. A frequência desses atos de profanação, vandalismo e incêndio contra templos no México levanta preocupações significativas.

Relatos indicam que esses incidentes podem ser interpretados como provocações perigosas e extremistas, capazes de reavivar antigas tensões históricas. Um exemplo notório é a Guerra Cristera, conflito ocorrido no México entre 1926 e 1929, que defendia a liberdade religiosa e resultou em cerca de 250 mil mortos, além de um grande fluxo de refugiados para os Estados Unidos.

A reportagem do Mexico Daily Post aponta que nem mesmo as barreiras de proteção impediram que os grupos radicais alcançassem as portas da igreja durante a marcha do 8 de março.

A situação expõe a complexidade das manifestações e os desafios em manter a ordem pública e o respeito ao patrimônio e à diversidade de crenças.

Folha Gospel com informações de Guia-me

Cristãos atuam na linha de frente contra novo surto de ebola em meio à violência no Congo

Funcionários da área de saúde no combate ao surto de ebola no Congo (Foto: Africa CDC)
Funcionários da área de saúde no combate ao surto de ebola no Congo (Foto: Africa CDC)

Organizações cristãs de saúde e igrejas locais estão entre os principais grupos envolvidos no combate ao novo surto de ebola registrado na República Democrática do Congo (RDC). Em meio ao avanço da doença e ao cenário de violência provocado por conflitos armados, comunidades cristãs têm desempenhado papel fundamental no atendimento médico, apoio humanitário e acolhimento espiritual das vítimas.

O novo surto preocupa autoridades de saúde devido à letalidade da variante identificada e às dificuldades de contenção em regiões marcadas por instabilidade política e perseguição religiosa. Segundo organizações humanitárias, o sistema de saúde local enfrenta sérias limitações, aumentando a dependência de missões cristãs e agências internacionais.

Organizações cristãs atuam como “última linha de defesa”

Hospitais e clínicas administrados por grupos cristãos passaram a atuar como uma das principais estruturas de resposta à crise sanitária. Em algumas áreas do leste congolês, essas instituições representam praticamente o único atendimento disponível para populações isoladas.

Profissionais de saúde ligados a missões cristãs trabalham no tratamento de pacientes, campanhas de conscientização e prevenção da doença, além de prestar apoio psicológico e espiritual às famílias afetadas.

Lideranças humanitárias afirmam que, sem a atuação dessas organizações, o impacto do surto poderia ser ainda mais devastador.

Surto ocorre em meio a perseguição e violência

O combate ao ebola acontece paralelamente ao aumento da violência no país. Regiões afetadas pelo surto também enfrentam ataques de grupos armados e perseguição contra comunidades cristãs.

Segundo relatos locais, muitas igrejas foram obrigadas a interromper atividades presenciais por questões de segurança. Cristãos vivem sob ameaça constante, enquanto comunidades inteiras sofrem deslocamentos forçados causados pelos conflitos.

A combinação entre crise sanitária e insegurança dificulta o acesso a tratamento médico e compromete ações de contenção do vírus.

Igrejas oferecem ajuda humanitária

Além do atendimento médico, igrejas têm distribuído alimentos, itens básicos de higiene e orientações sobre prevenção. Voluntários também auxiliam famílias que perderam parentes para a doença.

Em algumas comunidades, líderes cristãos promovem campanhas educativas para combater desinformação e medo em torno do ebola — fatores que historicamente dificultam o controle de surtos no continente africano.

Desafios para conter a doença

Especialistas alertam que o avanço do ebola em áreas de conflito representa um dos maiores desafios para autoridades de saúde. A dificuldade de acesso a regiões dominadas por grupos armados reduz a capacidade de monitoramento e resposta rápida.

Outro problema é a falta de infraestrutura hospitalar adequada em diversas localidades. Muitas unidades de saúde operam com recursos limitados, dependendo fortemente de apoio internacional e de organizações religiosas.

Fé e solidariedade em meio à crise

Apesar das dificuldades, cristãos locais afirmam permanecer firmes no apoio às comunidades afetadas. Igrejas têm se tornado centros de acolhimento, oração e assistência em meio ao medo provocado pela doença e pela violência.

Organizações cristãs internacionais também intensificaram campanhas de arrecadação e pedidos de oração pela República Democrática do Congo, destacando a necessidade urgente de ajuda humanitária e proteção para profissionais de saúde e missionários.

O novo surto reforça os desafios enfrentados pelo país africano, onde crises humanitárias, conflitos armados e perseguição religiosa se somam às ameaças sanitárias.

Folha Gospel com informações de Guia-me, Tribuna Gospel e Christian Daily

Eleições 2026: Flávio Bolsonaro perde 14 pontos entre evangélicos após áudio com Vorcaro

Flávio Bolsonaro (Foto: Reprodução)
Flávio Bolsonaro (Foto: Reprodução)

O eleitorado evangélico, um segmento considerado vital para as disputas presidenciais em 2026, tem demonstrado uma mudança notável em suas preferências políticas. Após a repercussão do chamado caso “BolsoMaster”, que envolve o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, o apoio ao parlamentar entre os cristãos sofreu uma queda expressiva.

Dados recentes da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg revelam que Flávio Bolsonaro perdeu mais de 14 pontos percentuais entre os eleitores evangélicos desde março deste ano. Essa diminuição é um indicativo de como as revelações sobre as negociações ligadas ao financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro e supostos diálogos atribuídos ao senador podem ter impactado a imagem do político.

Recuo acentuado entre evangélicos

Em março, Flávio Bolsonaro contava com o apoio de 65,4% dos evangélicos, uma margem considerável em relação aos 14% de Luiz Inácio Lula da Silva nesse mesmo grupo. Um mês depois, em abril, essa diferença começou a diminuir, com 58,6% declarando voto no senador contra 23,7% do presidente.

A pesquisa mais recente, divulgada após as revelações sobre Daniel Vorcaro, aponta um cenário ainda mais desafiador para Flávio Bolsonaro. Ele agora aparece com 50,9% das intenções de voto entre os evangélicos, enquanto Lula subiu para 25%. O recuo total do senador neste segmento religioso chega a mais de 14 pontos percentuais em comparação com os dados de março.

Impacto também no eleitorado católico

A crise parece ter afetado também o eleitorado católico. Em março, Flávio Bolsonaro registrava 35,2% das intenções de voto entre os católicos, com Lula liderando com 54,2%. Em abril, o senador apresentou uma leve alta para 38,1%, enquanto o presidente caiu para 51,5%.

No entanto, com o avanço das informações sobre o caso envolvendo o banqueiro do Banco Master, o quadro se reverteu novamente. A pesquisa mais recente indica que Flávio Bolsonaro tem agora 31,5% das intenções de voto entre os católicos, enquanto Lula voltou a crescer e alcançou 52,2%. Essa deterioração dos números para o senador em ambos os segmentos religiosos corrobora a avaliação de que o desgaste atingiu especialmente eleitores conservadores, que tendem a valorizar temas como ética e coerência moral.

Cenário político e rejeição a Lula

Apesar da queda de Flávio Bolsonaro entre os religiosos, a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg também destaca que o governo Lula ainda enfrenta uma rejeição considerável no eleitorado geral. Atualmente, 51,3% dos brasileiros desaprovam a gestão federal, contra 47,4% que aprovam. A avaliação negativa, classificada como “ruim ou péssima”, atingiu 48,4% dos entrevistados.

Apesar desses números, houve uma leve melhora em comparação com a rodada anterior da pesquisa, com a desaprovação caindo 1,2 ponto percentual e a aprovação subindo 0,6 ponto. Em projeções para um segundo turno em 2026, a pesquisa aponta Lula com 48,9% das intenções de voto contra 41,8% de Flávio Bolsonaro, revertendo o empate técnico observado em pesquisas anteriores. A pesquisa ouviu 5.032 brasileiros entre 13 e 18 de maio, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.

As igrejas evangélicas continuam sendo um palco importante de disputa política no Brasil, especialmente após o fortalecimento da influência conservadora nos últimos anos. A perda de apoio de Flávio Bolsonaro nesse segmento, portanto, representa um desafio significativo para suas aspirações eleitorais futuras.

Folha Gospel com informações de Comunhão

Mais de 30 mil pessoas participam do maior encontro evangélico da história da Bielorrússia com Franklin Graham

O Reverendo Franklin Graham discursa para a multidão no Festival da Esperança em Minsk, Bielorrússia, realizado de 16 a 17 de maio de 2026. (Foto: Associação Evangelística Billy Graham)
O Reverendo Franklin Graham discursa para a multidão no Festival da Esperança em Minsk, Bielorrússia, realizado de 16 a 17 de maio de 2026. (Foto: Associação Evangelística Billy Graham)

Franklin Graham compartilhou a mensagem do Evangelho com mais de 30.000 pessoas em um evento histórico de adoração na Bielorrússia no fim de semana, incentivando os participantes a experimentarem “um renascimento espiritual por meio de Jesus Cristo”.

A Associação Evangelística Billy Graham informou que a participação ultrapassou 15.000 pessoas nas duas noites do Festival da Esperança em Minsk, Belarus, no último fim de semana. O evento aconteceu no sábado e no domingo na Arena Chizhovka, em Minsk, capital e maior cidade de Belarus.

“Esta noite vocês podem experimentar um novo nascimento, um renascimento espiritual através de Jesus Cristo”, disse Graham, filho do lendário evangelista Billy Graham, à multidão. “Jesus não veio para condená-los; Ele veio para salvá-los. Jesus disse: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.’ Não há outro caminho para Deus. Ele os criou e os ama, mas a única maneira de serem perdoados dos seus pecados e terem um relacionamento pessoal com Ele é através de Seu Filho, Jesus Cristo.”

Como CEO da Associação Evangelística Billy Graham, Graham pregou nas duas noites e compartilhou os melhores momentos do fim de semana em uma série de posts no X.

“Foi uma noite incrível aqui em Minsk, Belarus! Muitos cristãos aqui dizem que Deus fez um milagre”, escreveu ele em uma postagem no X publicada no sábado. “Eles vieram de ônibus, trem e carro de todas as partes do país e lotaram a arena, assim como o espaço extra — e até ficaram do lado de fora da arena para ouvir a mensagem do Evangelho!”

“Algo assim nunca aconteceu antes na história do país”, acrescentou, observando que o evento contou com “um coral de 1.300 membros de 43 cidades e vilarejos, além de uma orquestra sinfônica incrível e vários artistas locais”.

Graham agradeceu ao presidente bielorrusso Aleksandr Lukashenko por “permitir que as igrejas evangélicas se reunissem em escala nacional dessa forma”.

As fotos que acompanhavam a publicação mostravam uma multidão que lotava o local, Graham discursando no palco, membros do coral e fiéis reunidos no evento.

Em uma postagem no X no domingo, Graham disse que uma “multidão histórica” ​​de 15.500 pessoas lotou a Arena Chizhovka em Minsk, Belarus. Ele compartilhou a história de um homem que havia planejado tirar a própria vida na semana anterior, mas que, em vez disso, compareceu ao evento.

“Ele veio esta noite, ouviu o Evangelho e encontrou verdadeira esperança ao depositar sua fé e confiança em Cristo”, disse Graham. “Damos glória a Deus por sua vida — e pelas centenas de outras pessoas que se arrependeram de seus pecados e entregaram seus corações ao único que pode salvar para a eternidade — o Senhor Jesus Cristo.”

Segundo a Associação Evangelística Billy Graham, quase 700 igrejas evangélicas participaram do Festival da Esperança. A Associação Evangelística Billy Graham distribuiu mais de 2.000 Bíblias.

Graham tem agendadas outras viagens internacionais ainda este ano. Madri, na Espanha, sediará o Festival de la Esperanza nos dias 30 e 31 de maio, enquanto sua turnê “God Loves You Tour” fará uma parada em Manchester, na Inglaterra, no dia 3 de outubro.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Seis cristãos são presos por Escola Bíblica Dominical infantil na China

Preso lendo a Bíblia na cadeia (Foto: reprodução)
Preso lendo a Bíblia na cadeia (Foto: reprodução)

Seis cristãos foram detidos e presos pela polícia chinesa por organizar uma Escola Bíblica Dominical (EBD) voltada para crianças. O incidente ocorreu na cidade de Kaili, província de Guizhou, e os detidos são acusados, segundo a ChinaAid, de “organizar menores para se envolverem em atividades que minam a ordem pública” e de “fraude”. Essa ação representa uma escalada preocupante na repressão à liberdade religiosa no país, criminalizando o ensino pacífico da fé a crianças.

Entre os presos estão cinco homens — Wei Yongqiang, He Jinbao, Quan Xiaolong, Long Jian e Cheng Yongbing — e uma mulher, Zhou Guixia. Eles são reconhecidos como líderes de igrejas domésticas na região. A forma como a lei chinesa tem sido aplicada, especialmente o crime de “organizar menores para se envolverem em atividades que minem a ordem pública”, levanta sérias questões sobre a interpretação e o uso de normas para restringir a prática religiosa.

Aumento da repressão à liberdade religiosa

Ativistas da liberdade religiosa condenaram veementemente a detenção, classificando-a como ilegal e um grave desrespeito aos direitos humanos. Bob Fu, presidente da ChinaAid, denunciou que “criminalizar a escola dominical e o compartilhamento pacífico da fé com as crianças é um abuso ultrajante da lei e um ataque direto aos direitos fundamentais dos pais e das igrejas”. Ele enfatizou que, apesar da constituição chinesa garantir a liberdade de crença, o Partido Comunista Chinês (PCC) tem sistematicamente visado cidadãos que professam sua fé independentemente.

Essa detenção ocorre em um contexto de intensificação da repressão às atividades religiosas pelo governo chinês. Recentemente, novas regulamentações foram implementadas, proibindo a evangelização de jovens e a disseminação de conteúdo cristão online, restringindo ainda mais o espaço para a prática religiosa no país.

Implicações legais e o papel do PCC

As novas regras, divulgadas em setembro, visam especificamente a internet, proibindo a evangelização de menores de idade online e impedindo igrejas e ministérios de organizar retiros e treinamentos para crianças e jovens. A legislação exige que líderes religiosos apoiem as ideias socialistas e o PCC, sob pena de punições administrativas e criminais, incluindo a suspensão de credenciais e o fechamento de contas online.

Apesar de a constituição chinesa garantir a liberdade religiosa, observadores apontam que, na prática, o PCC impõe severas restrições à fé independente. O caso dos seis cristãos presos serve como um exemplo sombrio de como o Estado busca controlar e suprimir a expressão religiosa, mesmo em atividades consideradas pacíficas e fundamentais para a comunidade de fé.

Pedido de oração e ação internacional

Após as prisões, as famílias dos detidos buscaram representação legal. Contudo, a Procuradoria da Cidade de Kaili aprovou as prisões sem considerar os pareceres jurídicos dos advogados, o que é um desvio do processo legal esperado. Os seis líderes permanecem encarcerados, enquanto a comunidade internacional é convocada a monitorar o caso.

Bob Fu solicitou orações pelos cristãos presos e apelou à comunidade internacional, governos democráticos e organizações de direitos humanos para que acompanhem de perto a situação. “Na praça pública, vamos nos manifestar contra um sistema maligno que oprime violentamente pessoas de fé. E lembremos, em oração, de nossos irmãos e irmãs que estão presos, como se estivéssemos com eles”, declarou.

A China figura na 17ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2026 da Missão Portas Abertas, indicando o alto grau de dificuldade enfrentado por cristãos no país, sublinhando a necessidade contínua de vigilância e defesa dos direitos religiosos.

Folha Gospel com informações de China Aid e Guia-me

Cristãos cultuam em igrejas com frio extremo e falta de energia na Ucrânia

Culto em igreja evangélica na Ucrânia (Foto: reprodução)
Culto em igreja evangélica na Ucrânia (Foto: reprodução)

Em meio a um conflito devastador e temperaturas que despencam para -20°C, comunidades cristãs na Ucrânia demonstram resiliência e esperança inabalável, reunindo-se para cultuar Jesus mesmo diante de desafios extremos. Os ataques à infraestrutura energética do país resultaram em blecautes generalizados, privando milhões de cidadãos de aquecimento, água e eletricidade, transformando a vida cotidiana em uma batalha pela sobrevivência.

A organização International Christian Response (ICR) descreveu a situação como um cotidiano de escolhas agonizantes. Com o retorno da eletricidade por breves momentos, famílias precisavam decidir entre aquecer suas casas, cozinhar alimentos ou garantir que seus entes queridos soubessem que estavam vivos. A ICR observou que, apesar do cansaço, medo e incertezas, a igreja se manteve como um pilar de força.

Uma igreja em uma cidade ucraniana enfrentou danos significativos quando o congelamento extremo rompeu canos de água, interrompendo o sistema de aquecimento devido à falta de energia. No entanto, poucos dias após o incidente, a congregação retornou ao local danificado. Vestidos com casacos e com a respiração visível no ar gelado, eles se uniram em cânticos de adoração, declarando que suas vidas permaneciam firmes em Jesus, mesmo em meio às adversidades. Posteriormente, a igreja recebeu um gerador e aquecedores, permitindo que o espaço se tornasse um refúgio e centro de apoio para a comunidade.

Egor*, morador próximo a Kiev, vivenciou a realidade de se refugiar em um abrigo subterrâneo com sua família durante os ataques aéreos, levando consigo apenas suprimentos essenciais e iluminação. Ele encontrou uma maneira de servir aos outros, transformando sua casa em um local de oração e comunhão. Através da igreja local, Egor passou a distribuir ajuda humanitária. Sua capacidade de ajudar foi amplificada pelo acesso a um gerador, que garantia luz e aquecimento em sua residência, um auxílio fundamental em tempos de escassez.

Em diversas regiões da Ucrânia, as igrejas transcenderam sua função religiosa, oferecendo espaços para que as pessoas pudessem se aquecer, recarregar dispositivos eletrônicos e encontrar conforto mútuo. Algumas congregações expandiram suas atividades para incluir programas infantis e aulas de música, visando oferecer algum alívio e normalidade às famílias afetadas pela guerra. A organização concluiu que, mesmo nas condições mais desafiadoras, a igreja continuou a irradiar esperança.

*Nomes alterados por motivo de segurança.

Fonte: Guia-me com informações de International Christian Response

Menos de um terço dos pais dizem orar com os filhos frequentemente, revela pesquisa

Família orando. (Foto: reprodução)
Família orando. (Foto: reprodução)

Uma pesquisa recente da American Bible Society indica que aproximadamente três em cada quatro pais cristãos praticantes dedicam tempo para orar com seus filhos diariamente ou com frequência. Este dado surge em um momento em que pais mais jovens demonstram uma tendência maior a se identificar como cristãos em comparação com seus pares sem filhos.

Os achados fazem parte da segunda edição do relatório “State of the Bible: USA 2026”, publicado nesta quinta-feira com o título “Parenting with the Bible”. O estudo analisou a vida espiritual de pais e seu envolvimento com a igreja, baseando-se em respostas de um subgrupo de pais extraído de uma pesquisa maior com 2.649 adultos nos EUA, realizada entre 8 e 27 de janeiro.

Práticas de oração e leitura bíblica em família

De acordo com o relatório, 29% dos pais afirmam orar com seus filhos diariamente ou com frequência, sendo que 16% o fazem todos os dias e 13% relatam orar juntos com alguma regularidade. Outros 21% disseram orar com os filhos apenas ocasionalmente, enquanto metade dos entrevistados admitiu raramente ou nunca participar de momentos de oração com seus descendentes.

No que diz respeito à leitura da Bíblia em família, a prática se mostra ainda menos comum. (Leia a matéria completa clicando aqui).

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