A série "The Chosen", baseada na Bíblia, acompanha a história de Jesus e seus discípulos (Foto: Reprodução)
Novos dados que demonstram o alcance e o impacto da série cristã “The Chosen”, destacaram que mais da metade dos espectadores da produção não são cristãos.
A vice-presidente de conteúdo original de The Chosen, Katherine Warnock, compartilhou detalhes da nova pesquisa:
“Recentemente, recebemos alguns dados que mostraram que cerca de metade [dos telespectadores] eram cristãos praticantes ou cristãos culturais”, disse ela ao Christian Headlines.
“A outra metade estava curiosa sobre o cristianismo ou simplesmente não tinha fé cristã. E ficamos profundamente surpresos com isso”, acrescentou.
Segundo Katherine, a pesquisa também relatou outros dados surpreendentes.
“Também ficamos surpresos com a quantidade de jovens da Geração Z e mais novos que estavam assistindo nosso programa. Nosso público principal é definitivamente da geração Y e mais velhos”, explicou ela.
E continuou: “Há um equilíbrio entre mulheres e homens assistindo ao nosso programa, o que é maravilhoso — porque a igreja definitivamente não é tão equilibrada às vezes — e depois ver a geração mais jovem, mas também o público não cristão, vir à mesa foi uma alegria”.
Para todos os públicos
Katherine disse que Dallas Jenkins, criador da série, e sua equipe de redatores, têm o objetivo de atingir todos os públicos.
“Quando Dallas e os escritores dizem: ‘Queremos que o mundo seja apresentado ao Jesus autêntico’, eles estão falando sério”, afirmou ela.
“O Jesus da Bíblia atraiu todos os tipos de pessoas e cosmovisões”, acrescentou.
Recentemente, Katherine e sua equipe ouviram um fã da série que é agnóstico [pessoas que afirmam que Deus pode ou não existir] e disse que muitas vezes chora assistindo os episódios.
Durante a entrevista, Katherine confirmou que a 5ª temporada de The Chosen irá abordar a entrada de Jesus em Jerusalém para a Semana Santa.
“A 6ª e a 7ª temporada incluirão a crucificação e a ressurreição, respectivamente”, disse ela.
The Chosen foi lançado em 2017, mas viralizou durante a pandemia da Covid-19 em 2020. Hoje, a série teve mais de 770 milhões de visualizações em seus episódios.
Com mais de 200 milhões de espectadores, “The Chosen” é um dos programas mais assistidos do mundo e acumula mais de 12 milhões de seguidores nas redes sociais oficiais da produção.
Atualmente, a 4ª temporada da série está sendo transmitida nos cinemas dos EUA.
No Brasil, a produção chegará às telonas no dia 21 de março. Após o término dos dois primeiros episódios nos cinemas, The Chosen divulgará a estreia da temporada completa em plataformas de streaming, incluindo o aplicativo “The Chosen” e outros apps móveis como Netflix e Prime.
Fonte: Guia-me com informações de Christian Headlines
Famílias cristãs iraquianas voltam ao lar depois de 10 anos. (Foto: Portas Abertas)
No início de fevereiro, 22 famílias cristãs deslocadas internas retornaram da área administrativa de Dohuk para suas cidades natais, na planície de Nínive. A maioria das famílias são residentes do distrito de Qaraqosh. Elas estavam deslocadas desde 2014, quando extremistas do Estado Islâmico tomaram o controle da planície de Nínive.
Seguranças acompanharam o retorno das famílias às áreas residenciais. Elas contam com nossas orações para que o processo seja concluído com segurança e estabilidade e por força para todos que precisam recomeçar a vida depois de terem passado tanto tempo longe de casa.
Algumas semanas antes, os cristãos locais receberam outra boa notícia. Uma igreja local em Bagdá celebrou a ordenação de 12 diáconos. A cerimônia foi conduzida por Basilius Yaldo com o apoio do líder cristão Mar Shalemon Wardoni. A igreja está muito feliz pelos novos servos dispostos a trabalhar na igreja e conta com nossas orações para que eles tenham sabedoria e forças para cumprir o ministério ao ajudar a igreja e a comunidade cristã na capital do Iraque.
Outro motivo de gratidão para as pessoas no Iraque são as chuvas deste ano. No inverno, as precipitações caíram na quantidade que eles precisavam. O reservatório de água de Dohuk Dam, no Norte do Iraque, está cheio. É dali que o abastecimento da cidade de Dohuk e vilarejos no entorno vem. No ano passado, durante o inverno, as chuvas foram tão poucas que muitas plantações foram perdidas. A comunidade está muito grata a Deus por essa bênção.
Forças para permanecer
No entanto, a igreja no Iraque ainda enfrenta desafios. Os cristãos de origem muçulmana precisam de forças para permanecerem na fé, especialmente nos dias mais difíceis. Além disso, em janeiro deste ano, outro ataque de mísseis atingiu o país. A situação se tornou incerta e deixou muitas pessoas ansiosas e apreensivas.
Por isso, é importante que líderes e cidadãos do Iraque encontrem forças e sabedoria para resistir a esses tempos desafiadores com esperança. Além disso, a restauração da paz é essencial para o vislumbre de um futuro melhor para a comunidade cristã local, cansada dos ataques e da pressão. Ao mesmo tempo, líderes cristãos reconhecem o impacto de nossas orações pela região, que demonstram nosso amor e cuidado por eles e que não estão sozinhos.
O cristão Odai, que vive na cidade de Qaraqosh, é casado e tem quatro filhos (dois meninos e duas meninas) e foi socorrido com o nosso projeto de geração de renda. Com a ajuda, ele começou uma pequena gráfica em sua cidade natal. Outro cristão local, Khalid, também conseguiu os recursos, como máquina de costura, de que precisava para abrir uma pequena loja de costura. Ele também é casado, tem um filho e uma filha, e por meio do apoio do projeto de geração de renda está conseguindo sustentar sua família.
Um dos líderes cristãos no Sul do Iraque expressou o desejo de que toda comunidade cristã que permaneceu na região seja testemunha do amor de Deus e luz para as pessoas, ao demonstrar compaixão, respeito e graça que os aproximem de Cristo. Reserve alguns minutos para orar por esse pedido hoje.
O grupo islâmico Al-Shabaab atacou 14 igrejas em Moçambique. (Foto: Instagram/William Hart).
A missionária Heidi Baker voltou a pedir oração pelos cristãos em Moçambique, após uma onda de ataques do grupo islâmico Al-Shabaab à igrejas.
Nas últimas semanas, na província de Cabo Delgado, 14 igrejas foram totalmente queimadas, pastores foram mortos e outros líderes estão desaparecidos, de acordo com a missão Iris Global.
Em uma das últimas atualizações sobre a situação na última sexta-feira (23), o evangelista local Antonio relatou que os extremistas continuam realizando ataques na região e afirmaram que o alvo são os cristãos.
“Eu tenho uma família que, recentemente, foi atacada, eu perdi duas crianças da minha família nesses ataques. Crianças que nem sabem de nada, eles não merecem todos esses problemas que estão acontecendo. Al-Shabaab continua atacando e, agora, eles dizem que querem matar os cristãos verdadeiros”, disse Antonio, ao lado de Heidi, em vídeo no Instagram.
Em outro vídeo, publicado na segunda-feira (26), o evangelista ainda contou que alguns de seus familiares fugiram de suas casas e se esconderam no mato por cerca de 5 dias, sem poder se alimentar.
Antonio suplicou que cristãos de outras partes do mundo intercedam pela Igreja em Moçambique.
“Como você consegue ficar firme em um tempo difícil como esse? Quando você ouve que sua família em Cristo que você ama está sendo perseguida todos os dias pelo Al Shabab. Continue orando por eles”, pediu o evangelista.
Segundo a Missão Portas Abertas, aldeias e igrejas foram atacados por extremistas ligados ao Estado Islâmico desde o dia 9 de fevereiro, deixando um número ainda desconhecido de mortos e feridos.
A violência de grupos islâmicos levou muitas pessoas a fugirem de suas casas e agora estão deslocados.
Conforme a missão, a violência se tornou um problema comum que os cristãos moçambicanos têm enfrentado.
“Esta é a situação da Igreja em Moçambique, especialmente aqui no Norte. Em Moçambique, nós cristãos somos alvo de muitas perseguições, muitos cristãos são violentados, mortos e várias igrejas e casas destruídas”, explicou o pastor local Mario Artur.
Comissão especial analisa a PEC que amplia a imunidade tributária para igrejas (Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados)
A comissão especial destinada a analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 5/23, que amplia a imunidade tributária para templos de qualquer culto, aprovou nesta terça-feira (27) o texto do relator, deputado Dr. Fernando Máximo (União-RO). O texto original da medida também previa benefícios aos partidos políticos, mas o substitutivo do relator retirou essa parte da proposta.
A versão aprovada proíbe a cobrança de tributos sobre bens ou serviços necessários à formação do patrimônio, à geração de renda e à prestação de serviços de todas as religiões. O texto ainda prevê expressamente que também não podem ser tributadas as organizações assistenciais e beneficentes ligadas a confissões religiosas, como creches, asilos e comunidades terapêuticas, entre outras.
Atualmente, a Constituição já proíbe o poder público de cobrar impostos de igrejas. No entanto, a imunidade tributária vale somente para o patrimônio, a renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades. Não podem ser isentos, por exemplo, os salários dos pastores.
Na opinião do deputado Dr. Fernando Máximo, o aumento da receita das igrejas com o não pagamento de impostos vai permitir que elas ampliem a prestação de serviços à comunidade. “Igrejas estão tirando pessoas do crime, triando pessoas das drogas, do álcool, da depressão e do suicídio, estão trazendo paz para o nosso País”, ressaltou.
Máximo defende que a atuação dessas instituições representa economia para o Estado. “Elas conseguem resgatar esses cidadãos, trazendo para a sociedade de volta, trazendo para o trabalho, evitando crime, fortalecendo a família, dando mais anos de vida”, completou.
Fernando Máximo explica que a imunidade tributária de igrejas existe no Brasil desde a Constituição de 1946. Daquele período até a promulgação da Constituição atual, o benefício era integral, não apenas para atividades relacionadas com finalidades essenciais dos templos. Foi a Constituição de 1988 que fez essa restrição, que a PEC aprovada revoga mais uma vez.
O autor da proposta, deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), comemorou a aprovação. Para ele, a proposta corrige uma injustiça. “As igrejas não podem sofrer esse prejuízo porque quem as sustenta são seus membros, são os fieis, que já pagamos impostos sobre a nossa renda, sobre tudo o que consumimos e sobre o patrimônio.”
Tramitação A proposta ainda terá de ser votada em dois turnos pelo Plenário da Câmara. Para ser aprovada, precisa do voto favorável de pelo menos 308 deputados em cada votação.
Atualmente, a Ásia é o continente onde o Cristianismo mais avança. A informação está no relatório divulgado, recentemente, pelo The Center for the Study of Global Christianity, centro de pesquisa que monitora os dados sobre missões ao redor do mundo.
Há mais de 415 milhões de cristãos no continente asiático, conforme aponta o levantamento. Na região, a partir de 2020, a fé cristã avançou a uma taxa de 2,11%. Outra informação é que, mesmo com a perseguição religiosa e os desafios dos trabalhos evangelísticos, a Igreja asiática continua crescendo.
Cabe destacar que o continente asiático é uma das regiões com maior incidência de perseguição extrema e severa contra cristãos. É grande a pressão de extremistas islâmicos, hinduístas e budistas.
Isso está evidenciado na Lista Mundial da Perseguição 2024, elaborada por Portas Abertas. Dos 50 países, que formam o documento, 18 são nações asiáticas. Em primeiro lugar, inclusive, está a Coreia do Norte.
Onda de violência O fechado regime governamental de Kim Jong-un enxerga o Cristianismo como uma ferramenta utilizada pelas potências ocidentais para colonizar outros países. Por isso, divulga para a população os “perigos” do clero, dos missionários e das Sagradas Escrituras.
Já na China, o Partido Comunista Chinês (PCC) reprime o Cristianismo ao fechar igrejas e prender líderes cristãos, além de proibir a venda de Bíblias. E na Índia, ocorrem frequentes ataques contra pastores e missionários. Eles são realizados pelos nacionalistas hindus. Isso vem ocorrendo com frequência desde 2014, quando o Partido Bhartiya Janata (BJP) chegou ao poder.
Os cristãos também são atacados e ameados com frequência no Paquistão. Eles sofrem acusações de blasfêmia, e locais de culto são destruídos. Ocorrem assassinatos, sem contar a violência de multidões enfurecidas e pressão para conversões forçadas.
Sem acesso à Bíblia Um dos continentes menos alcançados pelo Evangelho é Ásia. O dado é da Joshua Project, organização cristã que realiza estudos sobre os povos não alcançados.
A região mais crítica é a do Sul Asiático: Afeganistão, Bangladesh, Butão, Índia, Maldivas, Nepal, Paquistão e Sri Lanka. A seguir está o Sudeste da Ásia: Mianmar, Brunei, Camboja, Laos, Malásia, Singapura, Tailândia, Timor-Leste, Vietnã e Indonésia.
No continente asiático, Há grupos de povos não alcançados, na Ásia. No continente, há pessoas sem acesso à Palavra de Deus, missionários ou igrejas. Isso ocorre devido a questões geográficas ou culturais.
Tradução da Palavra de Deus Diante desse contexto, cristãos locais na se esforçam para traduzir a Palavra de Deus para diversas línguas da região asiática. O objetivo é, justamente alcançar o maior número de pessoas.
Assim, um grupo de missionários tradutores concluiu as traduções do Novo Testamento em 15 idiomas, em 2022. Eles são falados por nove milhões de pessoas, no Sul da Ásia.
A realização desse trabalho “não teve a participação de missionários ocidentais. Foi desenvolvido pelas pessoas que irão usar”, revelou David Reeves, CEO da unfoldingWord, organização que atua na tradução das Sagradas Escrituras.
Segundo Reeves, “em meio a alguns obstáculos difíceis, surtos de Covid, lockdown, dificuldades econômicas sérias, perseguição, os tradutores continuaram trabalhando, porque queriam os textos. Eles estavam cansados de esperar que alguém aparecesse [para realizar o trabalho].”
Fonte: Comunhão com informações Internacional Christian Concern
Acidente de trânsito que matou 11 missionários da JOCUM, na Tanzânia, África. (Foto: YouTube Wasafi Media)
O ministério cristão JOCUM (Jovens Com Uma Missão), que serve pessoas em ilhas isoladas, perdeu 11 dos seus membros num acidente de trânsito na Tanzânia, África, no sábado, 24 de Novembro.
“Líderes e estudantes” participando de um programa de mestrado de JOCUM estavam “em uma viagem de campo com outros JOCUMeiros locais” perto da cidade de Arusha. “Um micro-ônibus foi atingido e atropelado por um caminhão grande com problemas nos freios”, disse JOCUM Ships Kona em seu site.
“Cinco feridos ainda estão hospitalizados e mais duas pessoas em estado crítico serão reunidas em oração”, dizia uma atualização no dia seguinte ao incidente.
O acidente também causou a morte de pelo menos outras 4 pessoas não relacionadas com a organização da missão, incluindo o motorista do micro-ônibus.
Os líderes locais e internacionais da JOCUM estavam tentando responder à tragédia local com detalhes de repatriação, evacuação médica, apoio familiar e preparativos para o funeral.
JOCUM abriu um link para doações para ajudar a pagar despesas que devem chegar a 350.000 dólares. Para ajudar, clique aqui.
Mulher chinesa com um smartphone (Foto ilustração)
Um aplicativo de oração foi removido pelo governo na China, em mais uma medida para reprimir o cristianismo no país
Segundo a própria plataforma, o “Pray.com” foi retirado da Apple Store app. A remoção afeta o acesso dos chineses a orações diárias, histórias bíblicas e a eventos cristãos, como o Dia Nacional de Oração com líderes nos Estados Unidos.
A proibição mostrou uma mudança do governo chinês em relação ao aplicativo de oração de mais de 16 milhões de usuários. Quando a China encerrou outros aplicativos da Bíblia em 2021, o “Pray.com” foi poupado e funcionava com um pouco mais de liberdade.
“Desde que iniciamos o Pray.com, nos acostumamos a relações positivas com a China”, afirmou o cofundador da plataforma Michael Lynn, em comunicado.
“O presidente Xi permitiu a impressão de quase 150 milhões de Bíblias por ano, e o presidente Trump garantiu que as Bíblias estivessem isentas das tarifas chinesas”.
Agora, o aplicativo está buscando outras formas de servir ao seu público chinês. Conforme a empresa, o CEO Steve Gatena convidará o Presidente Xi para o evento do Dia Nacional de Oração em Washington, em maio deste ano.
“Estamos empenhados em superar estas barreiras para garantir que a nossa comunidade global permaneça ligada e apoiada, especialmente durante momentos espirituais significativos, como o Dia Nacional de Oração”, declarou o cofundador Matthew Potter.
Repressão da fé cristã na internet
Em 2022, uma nova lei chinesa entrou em vigor, tornando ilegal a criação ou compartilhamento de qualquer conteúdo religioso online.
Dessa forma, todo tipo de encontro online de cunho religioso, desde uma simples reunião até uma pregação são atos considerados “fora da lei”.
Para postar ou compartilhar qualquer conteúdo online é necessário uma ‘Permissão de Serviço de Informação Religiosa da Internet’. Na prática, estes só serão disponibilizados para as igrejas já ‘legalmente estabelecidas’.
Mesmo assim o conteúdo será examinado de perto, para garantir que a mensagem esteja de acordo com os ensinamentos do Partido Comunista Chinês. Todas as outras igrejas clandestinas estão efetivamente sendo expulsas da internet.
Em maio de 2021, aplicativos da Bíblia e sites cristãos foram fechados na China. As autoridades também retiraram as contas públicas do Christian WeChat.
Enquanto os aplicativos bíblicos foram removidos da App Store, as Bíblias impressas não estão mais disponíveis para venda online.
A perseguição aos cristãos na China está crescendo em ritmo acelerado. O país ocupa a 19ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2024, da Portas Abertas.
O regime de Xi Jinping é responsável pela detenção arbitrária de vários pastores. Há relatos de torturas e maus tratos contra cristãos, o que fere o direito à liberdade religiosa no país.
Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post
Samuel unge Davi. Imagem de recurso da peça “David the King”
A Amazon MGM Studios, em colaboração com The Wonder Project, lançará em breve uma série para Prime Video sobre a história dos reis de Israel Saul e Davi. Esta história do Antigo Testamento se chamará “House of David” (“A Casa de Davi”), informou a revista Variety.
The Wonder Project é uma produtora de entretenimento religiosa recém-formada, dirigida por pessoas que estiveram envolvidas em filmes como Jesus Revolution e I Can Only Imagine. Dallas Jenkins, o criador da série de sucesso The Chosen, é o principal acionista e conselheiro especial da empresa. Seu lema é “Histórias que restauram a fé naquilo que realmente vale a pena acreditar”.
“Com ‘House of David’ sendo o primeiro projeto neste novo acordo, estamos preparando o cenário para uma série de filmes e programas de TV atraentes e baseados em valores”, disse Jon Erwin do The Wonder Project.
“House of David” é baseado na ideia de Erwin, que atua como produtor executivo junto com Chad Oakes, Mike Frislev e Jonathan Walker. Justin Rosenblatt será o produtor executivo em nome do The Wonder Project. Em associação com The Wonder Project e Amazon MGM Studios, a série é produzida por Nomadic Pictures e Argonauts, juntamente com Kingdom Story Company e Lionsgate Television.
“Dois reis e um reino: resultado, guerra”
De acordo com a sinopse, a série “segue o outrora poderoso rei Saul, que é vítima de seu próprio orgulho. Um profeta age em obediência a Deus para derrubá-lo, ungindo o pastor proscrito Davi como segundo rei (de Israel).”
“David transita entre o amor, a violência e a política na corte do homem que está destinado a substituir. Dois reis. Um reino. O resultado é a guerra.”
Família, comunidade e Deus
“Nosso objetivo no The Wonder Project é contar histórias que restaurem a fé em coisas nas quais vale a pena acreditar: família, comunidade, Deus . “Estamos impressionados com o compromisso da Amazon em nos ajudar, tanto por meio de recursos significativos quanto por sua confiança em nós para contar essas histórias de forma autêntica”, disse Merryman Hoogstraten do The Wonder Project.
Vernon Sanders, chefe de TV do Amazon MGM Studios, disse em comunicado que eles apoiam o “desejo de oferecer histórias universais de amor, triunfo e espiritualidade”.
Um grupo de cidadãos recebe pacotes de alimentos, no leste da Ucrânia. (Foto: Litch Im Osten)
Há dois anos, a Europa assistiu com espanto quando os tanques russos começaram a atravessar a Ucrânia.
Em 24 de fevereiro de 2022, todos os olhares estavam voltados para Vladimir Putin, que três dias antes havia anunciado seus planos de realizar uma “operação especial”. A Ucrânia recrutou centenas de milhares de homens e o Presidente Volodymyr Zelenskyy disse que o país estava pronto para se defender, sem medo de “nada nem ninguém”.
As Nações Unidas apelaram a uma desescalada imediata do conflito e a maioria dos intervenientes globais, incluindo a União Europeia, qualificaram a invasão russa do território soberano da Ucrânia como “inaceitável” e “incompreensível”.
Primeiras reações dos cristãos
Os cristãos na Ucrânia, escondidos em locais seguros, descreveram as suas impressões sobre as explosões em Kiev e o “barulho aterrorizante dos aviões militares”. As estações de rádio cristãs mudaram os seus programas “para encorajar as pessoas a orar e dar conselhos práticos sobre o que fazer”, disse então um jornalista.
Os pastores evangélicos ucranianos apelaram aos crentes de outros países para “orarem pelo nosso povo, pelas nossas famílias e igrejas” e para que “as Boas Novas de Jesus Cristo” sejam partilhadas em tempos de medo e caos . “A oração é a nossa melhor arma”, disseram.
Os líderes das plataformas evangélicas na Europa condenaram a invasão. “Não vemos qualquer justificação para estas ações e estamos profundamente angustiados com a morte, destruição, caos e miséria que resultarão”, afirmou a Aliança Evangélica Europeia no dia em que os militares russos iniciaram a invasão em grande escala. O Movimento Lausanne Europa começou a organizar reuniões internacionais de oração.
Anteriormente, a Aliança Evangélica Russa tinha sublinhado que “todos os cristãos evangélicos oram todos os dias e pedem ao Todo-Poderoso que dê sabedoria a todos, para preservar a frágil paz e não mergulhar os nossos países em conflitos fratricidas”.
5 milhões de refugiados, casas abertas em toda a Europa
À medida que as esperanças de um acordo para evitar a guerra se desvaneciam, o êxodo de refugiados começou, e igrejas em países vizinhos, como a Polênia, a Romênia, a Hungria, organizaram-se para receber milhares de mulheres e crianças.
De acordo com os últimos dados da ONU, mais de 5 milhões de refugiados deixaram a Ucrânia desde o início da guerra.
Famílias ucranianas que vivem em lares cristãos em países como Itália, França e Reino Unido contaram as suas histórias ao Evangelical Focus. Várias plataformas ligaram os crentes que fugiam da guerra às igrejas da Europa Ocidental.
Dezenas de caminhões de socorro e abastecimento de água
A GAiN, uma ONG cristã europeia especializada em ajuda humanitária urgente, foi um dos primeiros grupos a chegar à Ucrânia, apenas três dias após a invasão.
Esta “reação imediata e coordenada” foi possível graças às “conexões naturais com igrejas e missões locais na Ucrânia”, explicou agora Pau Abad, membro do GAiN, na Espanha. Ele disse que estes grupos parceiros no terreno incluem um lar para crianças, uma união de igrejas pentecostais e organizações missionárias juvenis.
“Graças a essas relações temos conseguido transportar alimentos, roupas, cobertores, colchões, produtos de higiene e outros itens essenciais para armazéns ou locais designados pelas igrejas e ministérios locais, e de lá têm sido distribuídos nas próprias cidades e em todo o país através da rede de voluntários.”
Nestes dois anos de guerra, o GAiN cruzou a fronteira da Ucrânia Ocidental com 151 transportes. Além disso, mais de 250 caminhões foram direcionados pela ONG para países vizinhos. Cerca de 1.800 toneladas de ajuda foram distribuídas graças ao que foi recolhido entre doadores pessoais, organizações e empresas e igrejas em diferentes partes da Europa.
Um dos projetos que o GAiN apoia está localizado nos arredores de Bakhmut, uma das cidades mais combatidas na guerra. A ajuda agora “centra-se na distribuição de água potável, uma vez que o sistema de abastecimento de água não existe há mais de um ano e meio”, explica Abad. Isto é “literalmente salvar vidas porque é um trabalho que envolve muitos riscos devido às viagens que envolve. Há algumas semanas, o veículo do nosso parceiro local foi atacado por um drone enquanto entregava ajuda humanitária, deixando um buraco no telhado.”
Segundo dados do GAiN, só em 2023, cerca de 450 mil ucranianos no país beneficiaram da ajuda recolhida por esta ONG.
Batatas e lenha distribuídas através de parceiros locais
Outra organização cristã que trabalha no terreno é a Licht Im Osten (LIO, Luz no Oriente), com sede na Suíça. Já enviam ajuda desde o início dos combates no leste da Ucrânia em 2014, há uma década.
“Nossa ajuda e apoio são agora ainda mais importantes do que há dois anos”, afirma Matthias Schöni, diretor da LIO. “A guerra em curso, o inverno rigoroso e a falta de perspectivas estão minando a força da população. É um grande incentivo para os nossos parceiros na Ucrânia saber que a LIO continua a apoiá-los com ajuda prática de emergência. Agora eles precisam de pessoas que estejam fielmente ao seu lado.”
Desde a invasão em grande escala, a missão e a organização de ajuda enviaram 62 caminhões de ajuda humanitária para a Ucrânia e ajudaram a distribuir 229 mil pacotes de alimentos. Também foram entregues 300 toneladas de batatas e massas alimentícias, além de outros elementos necessários no inverno, como 2.000 m3 de lenha. Tudo através de 8 centros de ajuda em várias regiões da Ucrânia.
Em maio de 2023, um míssil russo atingiu um armazém onde a organização armazenava mercadorias que atendiam centenas de famílias na cidade de Ternipol.
No seu último relatório, a LIO conta 7.100 pessoas que foram evacuadas através dos seus canais de zonas de guerra para locais seguros.
Caravana de evangélicos fugindo da violência em Chiapas, no México .(Foto: Evangélico Digital)
Devido à onda de violência no estado de Chiapas, no México, a Associação de Pastores Evangélicos de Tapachula decidiu fechar as portas de mais de 100 igrejas localizadas nos municípios da região.
Gamaliel Fierro Martínez, presidente da associação, informou que a violência na região impossibilitou o funcionamento das congregações, principalmente porque pastores e membros fugiram do crime organizado que atinge suas comunidades.
Segundo Martínez, os templos afetados foram os de Chicomuselo, Mazapa de Madero, Frontera Comalapa, Bejucal de Ocampo, Bella Vista, El Porvenir, Siltepec, Amatenango de la Frontera e Motozintla: “Todos estão com medo”, disse ele.
Martínez contou que muitas famílias fugiram para as montanhas na intenção de evitar serem recrutadas por grupos criminosos que as obrigam a se juntar a eles em troca de não sofrerem danos.
Igrejas católicas também foram afetadas em diversas localidades devido ao medo dos fiéis de sair às ruas.
A Igreja Católica em Chiapas criticou a inação do governo estadual e federal no combate ao crime organizado, destacando que grupos criminosos foram autorizados a assumir o controle em vários municípios.
‘Como em uma pandemia’
Erika, uma moradora de Frontera Comalapa, contou: “Sabemos que não só as igrejas fecharam as portas, mas também muitas empresas e até escolas, algumas pararam de dar aulas e estão como se fosse a pandemia, porque fazem tudo remotamente”.
Segundo o Evangelico Digital, mais de três mil pessoas das 86 comunidades do município de Pantelhó tomaram a Câmara Municipal, incendiaram casas e veículos, saquearam alguns armazéns e obrigaram militares que mantinham o controle do local a recuar em vários blocos.
Nas montanhas de Chiapas, próximo a Chicomuselo, moradores relataram que os criminosos realizaram uma espécie de censo para identificar pessoas para se juntarem a eles.
Residentes de Motozintla e Frontera Comalapa informaram que a presença de homens armados é uma constante e até se tornou comum nas ruas, sem o Exército, a Guarda Nacional ou qualquer entidade de segurança guardando os moradores.
Consequências
Além da violência, a população da região da Serra de Chiapas enfrenta escassez de alimentos.
Martínez contou que apelou às autoridades para que tomem medidas para garantir a tranquilidade e a paz dos moradores.
Um relatório do Centro de Direitos Humanos Fray Bartolomé de las Casas relatou mais de 14 mil pessoas deslocadas entre 2010 e 2021 devido à violência no estado. Os municípios da região de Los Altos foram apontados como os mais afetados.
Também foram documentados mais de cinco mil deslocamentos forçados como resultado da pobreza e da violência.
Mais de três mil pessoas fugiram entre março e junho de 2023, poucos meses antes da presença do Cartel de Sinaloa se intensificar na região para enfrentar as tropas do Cartel da Nova Geração de Jalisco (CJNG) que dominam o local.
Fonte: Guia-me com informações de Evangélico Digital