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Vídeo de menino louvando e orando pelo pai com câncer viraliza: “Cura meu papai, Jesus”

Nicolas orando por seu pai Eneias. (Foto: Reprodução/Instagram/Lucilia Ornelas)
Nicolas orando por seu pai Eneias. (Foto: Reprodução/Instagram/Lucilia Ornelas)

O vídeo de um menino, de 10 anos, louvando e orando pelo pai com câncer, à beira do leito no hospital, está comovendo muitos e viralizou nas redes sociais.

O momento de fé de Nicolas foi gravado e publicado por sua mãe, Lucilia Ornelas, no Instagram na terça-feira (9) e já possui mais de 3 milhões de visualizações.

“Passa aqui na clínica, Jesus. Vem aqui na clínica, Jesus. Cura meu papai, traz vida, traz vida, traz vida”, cantou Nicolas, ministrando ao seu pai, Eneias Ornelas, de 43 anos.

Logo depois, o menino faz uma oração, enquanto fazia carinho no pai. “Obrigada por mais um dia de vitória, Jesus. Obrigado porque ele acordou para ver a gente. Não tenho palavras para te agradecer, obrigado por eu ter um papai, Senhor”, orou.

Batalha contra tumor cerebral

Eneias, que serve como pastor na AD Fonte de Vida em Vitória (ES), batalha contra um tumor cerebral (Glioblastoma multiforme de alto grau) desde 2019.

Na legenda do vídeo, Lucilia escreveu: “Jesus já ouviu meu filho. Vamos aguardar a resposta. Será feita a vontade do Senhor Jesus. Ele permanece fiel. E sabe o que é melhor. Assim que lutamos nossas guerras! Não desistimos diante da adversidade, vencemos na adoração”.

Segundo sua esposa, Eneias foi desenganado pelos médicos e não existem mais tratamentos químicos para o câncer.

“Ele vem sobrevivendo dia após dia e vivendo o sobrenatural de Deus, Dono da existência, a quem devemos honras, glórias e gratidão!”, contou ela.

Com o avanço da doença, o pastor ficou com dificuldades para se comunicar, perdeu os movimentos de um lado do corpo e apresenta déficit cognitivo.

A família lançou uma arrecadação online para financiar um tratamento integrativo, que inclui estratégias biomolecular, quânticas, radiestesia e radiônica. 

As doações podem ser feitas através do site Vakinha ou pelo PIX 27 99811-1097 (Lucilia Ornelas).

Fonte: Guia-me

André Valadão e Rodrigo Silva discutem nas redes sociais sobre a Igreja Adventista

André Valadão e Rodrigo Silva (Montagem/FolhaGospel)
André Valadão e Rodrigo Silva (Montagem/FolhaGospel)

O pastor André Valadão, da Lagoinha Orlando Church, publicou em seu perfil do Instagram nesta quarta-feira (10) um texto no qual respondeu uma postagem do arqueólogo Rodrigo Silva. Na publicação de Rodrigo, feita nesta terça (9), o arqueólogo lamentou a “postura belicosa” de André sobre a Igreja Adventista.

Em sua resposta, André começou dizendo que acredita “nas pessoas sinceras e genuínas em sua busca por Jesus e Sua palavra” e que, por isso, pedia desculpas por alguma eventual ofensa proferida em seu posicionamento sobre a Igreja Adventista. O pastor da Lagoinha Orlando Church declarou, porém, lamentar “o ato mofador” de Rodrigo Silva em relação a ele.

– Também lamento Rodrigo Silva seu ato mofador em relação a mim, e a minha resposta referente as doutrinas da ASD [Adventista do Sétimo Dia]. Qualquer teólogo sabe das heresias da ASD. Quanto a você citar meu pai (baixo nível isso), ele os respeita, mas não concorda. Isso procede até os dias de hoje – declarou André.

André também disse que Rodrigo usou dados inverídicos ao afirmar que 70 igrejas teriam deixado a Lagoinha Global durante sua gestão. De acordo com Valadão, as saídas foram relacionadas a apenas “poucas igrejas que já estavam prestes a seguir sua independência” e que “todas seguem em paz junto à Lagoinha Global”.

– Não carrego tom belicoso em meu ministério, mas cuido, protejo e preocupo com minhas ovelhas, não compactuo com inverdades que dominam ou divergem da simplicidade da Bíblia e do relacionamento individual que todo cristão pode ter com Jesus. Continuo lhe seguindo nas redes pelo seu belo trabalho arqueológico, mas de forma alguma recebendo realidades doutrinárias da ASD – completou.

Sobre a fala de Rodrigo Silva

O arqueólogo Rodrigo Silva usou as redes sociais nesta terça para rebater o pastor André Valadão que, ao responder um internauta, disse que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é uma seita.

Um usuário perguntou ao líder da Igreja Lagoinha Global: “Por que você disse que a Adventista é uma seita?”. E a resposta de Valadão foi a seguinte:

– Vejamos apenas alguns ensinos heréticos do adventismo: Ellen G. White afirma que a obra redentora de Jesus Cristo na cruz foi incompleta, vindo a completar-se somente no ano de 1844 (livro O Grande Conflito, páginas 420 e 421). Afirma que Jesus Cristo não fez a expiação na cruz pelos nossos pecados (livros Em Definição da Doutrina, página 12). Afirma que Jesus, após a sua ressurreição, estava inseguro, pois ele não tinha a certeza de que seu sacrifício havia sido perfeito (livro Vida de Jesus, página 204) – escreveu Valadão.

E continuou:

– Ellen G. White afirma categoricamente que Deus disse a ela o dia e a hora da vinda de Jesus (livro Primeiros Escritos, páginas 14 e 15). Ellen White afirmou que a Igreja Adventista é a única igreja verdadeira neste mundo e que as demais igrejas cristãs protestantes foram rejeitadas por Deus após o ano de 1844 (livro O Grande Conflito, páginas 453, 454 e 609 a 617, História de Nossa Igreja, páginas 99 a 103). E muito mais doutrinas absurdas de uma seita – concluiu.

Rodrigo Silva, que é adventista, escreveu uma carta lamentando a resposta de André Valadão pontuando que teve um programa na Rede Super, canal de TV da Igreja Batista da Lagoinha.

– Lamento a postura belicosa do pastor André Valadão contra a igreja adventista. Sempre fomos respeitados pela Lagoinha quando o pastor Márcio, seu pai, era o presidente, meu programa Evidências sempre esteve na grade da Rede Super. Também lamento que o pastor André Valadão doutrine suas ovelhas sem ao menos ler as fontes que usa – iniciou.

O estudioso também disse que os livros citados pelo líder da Lagoinha Global não são de autoria de Ellen G. White, como Definição da Doutrina e História de Nossa Igreja e ainda acusou Valadão de plagiar as respostas do site da Igreja Batista da Promessa, que também classifica a Igreja Adventista como seita.

Atacando Valadão, Rodrigo Silva cita o desligamento de 70 igrejas da Lagoinha assim que ele foi escolhido como presidente.

– Talvez seja esse tom belicoso do pastor que tenha feito ao menos 70 filiais da igreja da Lagoinha a romperem o vínculo com a sede global. Que pena. Apesar disso, continuo orando por ele como o fiz publicamente na época em que sofreu ameaças processuais durante as eleições.

Confira:

Cristãos marcham por Israel em julgamento no Tribunal Internacional

Cristãos se reúnem em frente ao Tribunal Internacional de Haia. (Fotos: Facebook/ Embaixada Cristã Internacional)
Cristãos se reúnem em frente ao Tribunal Internacional de Haia. (Fotos: Facebook/ Embaixada Cristã Internacional)

Mais de mil cristãos se reuniram em Haia nesta quinta-feira, 11, para participar de uma marcha em apoio a Israel e em oposição à abertura do processo movido pela África do Sul no Tribunal Internacional de Justiça (CIJ).

“As audiências foram abertas na manhã desta quinta-feira no Tribunal Internacional de Justiça sobre a petição tortuosa da África do Sul para que Israel seja acusado de cometer genocídio em Gaza”, escreveu a Embaixada Cristã Internacional em Jerusalém.

“Nossos Diretores Nacionais da Holanda, Jacob e Hennie Keegstra, e outros apoiadores da ICEJ juntaram-se ao pessoal da Christians Voor Israel International, dos Cristãos em Defesa de Israel e de outros grupos cristãos e judeus para apoiar Israel contra esta falsa acusação”, continuou.

A África do Sul acusou Israel de perpetrar atos genocidas contra os palestinos, uma alegação contestada por quase 30 organizações cristãs sul-africanas em uma carta aberta no início desta semana.

Riscos aos judeus e antissemitismo

A carta aberta, enviada ao escritório do Ministro da Justiça da África do Sul, Ronald Lamola, que representa o caso sul-africano em Haia, caracterizou a iniciativa legal da África do Sul como “fundamentalmente falha”.

O documento também afirmou que a decisão vai de encontro aos melhores interesses da África do Sul, podendo acarretar consequências políticas e econômicas prejudiciais.

“O governo sul-africano prejudicou os interesses de seu povo para alcançar os objetivos políticos e religiosos de terceiros. O governo também está ciente de que a abordagem parcial que adotou colocou em risco seus cidadãos judeus, incitando o antissemitismo, assim como minou a liberdade religiosa dos cristãos na África do Sul.”

África do Sul contesta carta

Em resposta, o gabinete de Lamola, por meio de seu porta-voz Phiri Chrispin, escreveu:

“Obrigado pela sua declaração”, escreveu Chrispin num e-mail endereçado à ChristianView Network, um grupo de lobby na África do Sul que ajudou a liderar o apelo da carta.

“Agradecemos seu esforço em compartilhar suas opiniões conosco. No entanto, a sua declaração está repleta de uma série de imprecisões factuais e os princípios do direito internacional não apoiam alguns dos argumentos.”

“Vamos delinear nosso caso detalhadamente hoje perante o tribunal mundial. Você pode acompanhá-lo em diversas plataformas de notícias”, conclui a resposta.

Philip Rosenthal, um dos signatários da declaração ao governo e diretor da ChristianView Network, disse ao Jerusalem Post que embora a rede cristã não possa parar o processo nesta fase, “[eles] planejam reunir-se com eles para aprofundar o diálogo”.

Fonte: Guia-me com informações de Jerusalém Post

Deive Leonardo assume erro, diz que foi imaturo e fala em mudança

Deive Leonardo (Foto: Reprodução)
Deive Leonardo (Foto: Reprodução)

O pregador Deive Leonardo, conhecido por suas pregações que mesclam elementos do coaching, admitiu que algumas de suas mensagens antigas não estavam alinhadas com os princípios bíblicos. Esta admissão veio em resposta a uma pergunta de um seguidor nas redes sociais, que questionou sobre críticas direcionadas a Leonardo por supostamente promover uma abordagem egocêntrica do Evangelho.

Em um vídeo nos Stories, ele esclareceu que as críticas frequentemente se referem a duas pregações específicas de 2018. Nelas, ele afirmou que o homem era o “centro do coração de Jesus” e o “ponto fraco de Deus”, conceitos que ele agora reconhece como equívocos.

Leia também: Deive Leonardo lança livro devocional “Colocando a vida em ordem”

No vídeo, Leonardo explicou que, ao referir-se ao homem como o “centro”, ele pretendia expressar a ideia de que a humanidade é o alvo do sacrifício de Jesus, mas reconheceu que usou uma terminologia inadequada. “Quando eu digo que o homem é o centro eu errei, porque o Evangelho é teocêntrico, não é egocêntrico”, afirmou. Ele atribuiu esse erro à sua imaturidade na época.

Quanto à declaração sobre o homem ser o “ponto fraco de Deus”, Deive Leonardo esclareceu que estava se referindo a um texto dos Salmos, que fala sobre Deus não resistir a um coração contrito e quebrantado. Ele enfatizou que essa afirmação não implicava uma fraqueza em Deus, mas buscava destacar a soberania divina e a compaixão de Deus pela humanidade.

Fonte: Fuxico Gospel

Agência missionária planeja traduzir Bíblia para países que estão em guerra

Projeto impulsiona tradução da Bíblia em diversos idiomas. (Foto: Reprodução / Wycliffe Associates)
Projeto impulsiona tradução da Bíblia em diversos idiomas. (Foto: Reprodução / Wycliffe Associates)

Com tantas guerras em curso no mundo todo, os tradutores da Bíblia estão acelerando seu trabalho a fim de levar a luz de Jesus em lugares que estão em trevas.

Embora a situação no Sudão, por exemplo, esteja bem complicada, desde o início da guerra em 16 de abril de 2023, quando houve confronto entre paramilitares e as forças do governo, a Igreja continua fazendo seu trabalho.

A tradução da Bíblia para os sudaneses chegou a ser interrompido, mas não ficou paralisado. “A atual guerra não pode impedir que a Word e seus parceiros avancem com os planos de tradução”, explicou a Mission Network News (MNN).

Planos de tradução da Bíblia para 2024

Segundo David Reeves, presidente e CEO da unfoldingWord — organização que trabalha com líderes da Igreja em todo o mundo, auxiliando na tradução da Bíblia — 2024 será uma continuação do que foi feito em 2023.

“O projeto ‘Bíblia Inteira, Nações Inteiras’, é bem abrangente e colaborativo para completar todas as 131 necessidades de tradução da Bíblia no Sudão”, ele explicou.

A equipe sudanesa completou “Histórias Bíblicas Abertas” em cinco idiomas, com mais quatro idiomas que vão começar em breve: “Em seguida, as equipes farão traduções de livros inteiros, começando com Jonas, 3ª João e Tito.

“Nossos amigos da Sociedade Bíblica da Jordânia estão agora trabalhando em recursos árabes para toda a região MENA (Oriente Médio e Norte da África)”, diz Reeves.

“Adoraríamos fazer mais desses projetos de tradução. Temos convites de vários países, mas sempre enfrentamos dificuldades”, disse ao se referir à logística e parte financeira.

Mas Reeves reconhece que a equipe desfruta do favor imerecido de Deus: “Não é porque somos mais espirituais ou mais inteligentes do que qualquer outra pessoa. É porque Deus se preocupa com isso muito mais do que nós. Ele quer que isso seja feito e, apesar de todos os obstáculos, está sendo feito”, concluiu.

Fonte: Guia-me com informações de Mission Network News

Confederação Israelita condena apoio de Lula à denúncia de genocídio contra Israel

Lula gritando (Foto Reprodução Montagem/FolhaGospel)
Lula gritando (Foto Reprodução Montagem/FolhaGospel)

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu, nesta quarta-feira (10), subscrever, ou seja, aderir à denúncia por genocídio contra o Estado de Israel, na Corte Internacional de Justiça, em Haia. Mais cedo, o presidente recebeu no Palácio do Planalto a visita do embaixador palestino em Brasília, Ibrahim Alzeben, que pediu o apoio brasileiro na Corte Internacional. A decisão é mais um gesto diplomático duro de repúdio do governo Lula a Israel e foi criticada pela comunidade judaica brasileira. O caso começará a ser julgado nesta quinta-feira (11).

A Confederação Israelita do Brasil (Conib) condenou o apoio brasileiro ao que chamou de ação “cínica e perversa, que visa impedir Israel de se defender dos seus inimigos genocidas”. A nota afirma que a decisão “diverge da posição de equilíbrio e moderação da política externa brasileira”. O texto segue dizendo que a África do Sul “inverte a realidade” e lembra que o conflito foi desencadeado pelo ataque do Hamas.

Já a nota divulgada pelo Itamaraty afirma que “à luz das flagrantes violações ao direito internacional humanitário, o presidente manifestou seu apoio à iniciativa da África do Sul de acionar a Corte Internacional de Justiça para que determine que Israel cesse imediatamente todos os atos e medidas que possam constituir genocídio ou crimes relacionados nos termos da Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio”.

Lula já tinha dado diversas declarações controversas a respeito da resposta militar de Israel, o que provocou desgaste diplomático. O presidente já vinha usando a palavra “genocídio” para descrever a guerra em Gaza e chegou a comparar os ataques do Hamas às incursões e bombardeios promovidos pelas Forças de Defesa de Israel. Ao receber o primeiro grupo de brasileiros repatriados de Gaza, Lula acusou Israel de também praticar “terrorismo”.

As declarações de Lula estremeceram a relação do governo com a comunidade judaica. Entidades como a Conib, o Instituto Brasil Israel e a ONG StandWithUs Brasil criticaram no ano passado as posições do petista sobre o conflito.

Após o encontro, o embaixador relatou o pedido a Lula, mas disse que o presidente não manifestara uma decisão durante a audiência. A denúncia sul-africana, protocolada em dezembro, já recebeu apoio de países como a Bolívia. Também participaram o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o assessor especial Celso Amorim.

Segundo o embaixador, que se disse “muito satisfeito”, os palestinos pediram também ajuda humanitária imediata a Gaza e Cisjordânia, e ainda solicitaram a defesa de um cessar-fogo.

Em nota, considerando os números divulgados pelo Ministério da Saúde de Gaza, que é controlado pelo grupo terrorista Hamas e não podem ser verificados de maneira independente, o governo brasileiro diz que a guerra deixou mais de 23 mil mortos – 70% deles mulheres e crianças – e que há 7 mil pessoas desaparecidas.

– Mais de 80% da população foi objeto de transferência forçada e os sistemas de saúde, de fornecimento de água, energia e alimentos estão colapsados, o que caracteriza punição coletiva – disse o Ministério das Relações Exteriores.

O Itamaraty voltou a dizer que o Brasil apoia a solução de dois Estados “com um Estado palestino economicamente viável convivendo lado a lado com Israel, em paz e segurança, dentro de fronteiras mutuamente acordadas e internacionalmente reconhecidas, que incluem a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, tendo Jerusalém Oriental como sua capital”.

Entenda a Corte Internacional de Justiça

A Corte foi criada junto com a ONU, em 1945, e é tida como corpo judicial das Nações Unidas. Trata-se de uma instituição independente, que interpreta o direito internacional e arbitra os contenciosos entre países. Por ser sediada em Haia, na Holanda, é confundida com frequência com o Tribunal Penal Internacional (TPI), conhecido também como Tribunal de Haia. Esse último, no entanto, tem atribuição de processar pessoas e não Estados.

As audiências marcadas para esta quinta e sexta-feira (12) vão discutir, no primeiro momento, o pedido por uma ordem emergencial para que Tel-Aviv interrompa os ataques que, segundo as alegações de Pretória, violam a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, de 1948.

Não há prazo para o veredito, mas a expectativa é que uma decisão temporária seja anunciada em breve. Só depois, os 15 juízes que compõem o tribunal vão analisar o mérito da acusação de genocídio, julgamento que costumar durar, em média, de cinco a dez anos.

Na ação de 84 páginas, a África do Sul – que tem uma posição de defesa dos palestinos – destaca o elevado número de vítimas civis, em especial crianças, e o deslocamento forçado de palestinos na Faixa de Gaza. Segundo a alegação, a “intenção genocida” seria reforçada por declarações de integrantes do alto escalão do governo de Israel, inclusive o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu.

Israel nega categoricamente.

– Não há nada mais atroz e absurdo do que esta afirmação – contestou o presidente Isaac Herzog.

– Na verdade, os nossos inimigos, o Hamas, na sua carta, apelam à destruição e aniquilação do Estado de Israel, o único Estado-nação do povo judeu – completou.

Fonte: Pleno.News com informações de AE

“Monumento à Bíblia” será construído na orla de cidade no RS

Monumento à Bíblia em Tramandaí, no Rio Grande do Sul (Foto: Divulgação/Prefeitura de Tramandaí
Monumento à Bíblia em Tramandaí, no Rio Grande do Sul (Foto: Divulgação/Prefeitura de Tramandaí

Tramandaí, no Rio Grande do Sul, ganhará o “Monumento à Bíblia” em frente à orla, na Praça General Muller, na Avenida Beira-mar. A estrutura terá quatro metros de altura por seis de largura, com a inscrição de Salmos 119.105 e João 14.8, segundo informação da prefeitura do município, que fica na região norte do Estado.

O espaço abrigará cultos ao ar livre, além de encontros das igrejas, aproveitando uma infraestrutura ampla e moderna. Isto porque o ambiente terá acessibilidade, escadas, iluminação, bancos de concreto e pavimentação.

Em nota, a prefeitura destaca que a Bíblia é “o livro mais importante do mundo e o maior símbolo da fé cristã”. O texto afirma ainda que o poder público preza “por todos os segmentos religiosos com respeito e igualdade”.

De acordo com o comunicado da prefeitura, “para alavancar o turismo evangélico e demonstrar o grande respeito e apreço da administração pela comunidade evangélica”, decidiu-se construir um monumento “que ficasse a contento de todos. Uma grande obra para que se façam cultos ao ar livre, para que as igrejas se reúnam com seus fiéis”.

A previsão é de que a estrutura seja entregue até a metade de 2024. Cabe ressaltar que a iniciativa é do prefeito Luiz Carlos Gauto, da vereadora Lauda Cardoso e da União dos Pastores de Tramandaí, sendo representada pelo presidente e pastor Salesio Oliveira.

Fonte: Comunhão

Igreja pede orações em meio à onda de violência no Equador

Igreja pede orações em meio à onda de violência no Equador (Foto: Reprodução/Instagram Igreja Zion)
Igreja pede orações em meio à onda de violência no Equador (Foto: Reprodução/Instagram Igreja Zion)

A descrição de uma foto com pedido orações pelo Equador, feita pela Igreja Zion de Quito em seu perfil do Instagram, diz: “Declaramos a paz e a justiça de Deus sendo estabelecidas em nossa nação!”

A igreja cita um texto famoso do apóstolo Paulo, especialmente no contexto de guerra espiritual: “Pois não lutamos contra a carne e o sangue, mas contra os principados, contra as potestades, contra os governantes das trevas deste mundo, contra as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais.” (Efésios 6:12).

O motivo da manifestação da Zion equatoriana é a onda crescente de violência que está abalando o país, localizado na América Central, onde atuam gangues e facções criminosas ligadas ao narcotráfico.

O caos começou há três dias quando José Adolfo Macías Villamar, conhecido como Fito, o líder do Choneros, principal facção criminosa do Equador fugiu da prisão.

A violência nesse curto período já deixou 70 detidos e mais de 13 mortos, entre civis e policiais, o que fez o presidente Daniel Noboa assinar um decreto nesta terça-feira (09) colocando o Equador em estado de exceção.

O estado de exceção, frequentemente adotado em situações de emergência, é uma condição jurídica e política em que as autoridades governamentais possuem poderes extraordinários, geralmente temporários, que vão além das restrições normais impostas pela legislação e pela Constituição.

No caso do Equador, a medida foi tomada para reprimir e conter os conflitos causados por criminosos armados e ameaças à segurança nacional que colocam a ordem pública em risco.

Terroristas

A autoridade máxima do país reconhece oficialmente que o Equador está enfrentando um “conflito armado interno”. O mesmo documento identifica 22 organizações criminosas como terroristas e instrui as Forças Armadas a realizar operações com o objetivo de “neutralizar” os grupos mencionados.

Dentre essas facções que dominam o país, destaca-se os Choneros, cujo líder, Fito, conseguiu escapar da prisão no domingo (7). O incidente desencadeou uma crise de violência, sendo descrita pela imprensa local como uma “noite de terror” na madrugada desta terça-feira (09). Houve relatos de explosões de carros-bomba e outros atos aparentemente coordenados, incluindo o sequestro de quatro policiais.

As ações ocorreram após o presidente Noboa, enfrentando sua primeira crise desde que assumiu a Presidência em novembro, decretar um estado de exceção de 60 dias em todo o país. Essa medida abrange um toque de recolher de seis horas, das 23h às 5h.

Criminosos invadem emissora de TV ao vivo

O caos persistiu na tarde desta terça-feira, quando indivíduos encapuzados invadiram a sede da emissora TC na cidade portuária de Guayaquil, no sudoeste do território.

Os homens, que estavam armados e com granadas, renderam o apresentador e funcionários durante uma transmissão ao vivo do telejornal El Noticiero, que foi abruptamente interrompido.

Nos vídeos da transmissão, é possível observar o grupo esbravejando contra a polícia. Profissionais da emissora são vistos deitados no chão, enquanto ao fundo se ouvem o que parecem ser tiros.

Um dos funcionários presentes durante o ataque enviou uma mensagem a um repórter da agência de notícias AFP, afirmando: “Entraram aqui para nos matar”. Cerca de 30 minutos se passaram até que as forças de segurança entrassem no local e prendessem pelo menos 13 criminosos envolvidos na ação.

Paralelamente a isso, diversos ataques ocorridos em Pascuales e outras regiões de Guayaquil resultaram em oito mortos e dois feridos, de acordo com informações do jornal local El Universo, com base em um balanço da polícia divulgado às 18h30 no horário local (20h30 em Brasília).

Em paralelo a isso, diferentes ataques ocorridos em Pascuales e em outras regiões de Guayaquil deixaram oito mortos e dois feridos, informou o jornal local El Universo com base em um balanço da polícia divulgado às 18h30 do horário local (20h30 em Brasília).

Invasão em universidade

A Universidade de Guayaquil também foi invadida por homens armados. Imagens divulgadas nas redes sociais e relatos na imprensa local mostram alunos e professores correndo assustados pelo campus, buscando refúgio em salas de aula.

Diante dessa situação, o Ministério da Educação optou por suspender as aulas e as atividades escolares em todo o país até sexta-feira (12). A extrema violência e o clima de tensão no Equador também levaram ao cancelamento de voos e deixou as ruas vazias e comércio fechado.

Em Nobol, cidade próxima a Guayaquil, dois policiais foram mortos, de acordo com publicação das autoridades nas redes sociais.

Diante da crise, a Assembleia Nacional (poder legislativo equatoriano) expressou apoio ao Executivo, anunciando resoluções adotadas em conjunto por bancadas políticas de diversas linhas ideológicas. Entre as medidas anunciadas está a possibilidade de conceder indultos e anistias a policiais e militares envolvidos no combate ao narcotráfico.

Repercussões internacionais

A crise também teve repercussões no exterior. O Ministério do Interior do Peru ordenou o envio de forças para a fronteira entre seu país e o Equador, decretando estado de emergência em todas as cidades ao longo da linha divisória. A medida foi anunciada na madrugada desta quarta-feira (10).

O Brasil, por meio do Itamaraty, afirmou em nota que está acompanhando com preocupação a escalada de violência no país. Além disso, mencionou que está investigando uma denúncia de suposto sequestro envolvendo um cidadão brasileiro, Thiago Allan Freitas, em Guayaquil.

Já a China anunciou o fechamento de sua embaixada, também a partir desta quarta.

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, também se manifestou nesta quarta-feira (10):

“Acompanhamos com preocupação os acontecimentos dos últimos dias no Equador e apoiamos a institucionalidade democrática. Esperamos que a normalidade seja retomada em breve”.

‘Sem negócio com terroristas’

Ao declarar o estado de exceção na segunda-feira, o presidente Noboa afirmou que essa medida possibilitaria a intervenção das Forças Armadas no sistema prisional equatoriano. Em um vídeo divulgado em suas redes sociais, ele declarou: “Não negociaremos com terroristas nem descansaremos até devolvermos a paz”.

No decreto desta segunda-feira, anterior ao reconhecimento do conflito armado interno, as Forças Armadas já haviam sido acionadas para se juntar às ações da polícia nacional.

A novidade foi o reconhecimento do estado de “conflito armado interno”, a listagem das facções reconhecidas como terroristas e a determinação para que o Exército execute operações militares contra os grupos declarados.

Crescimento da violência

O crescimento da violência tem sido vertiginoso no Equador. Em 2022, a taxa de homicídios para cada 100 mil habitantes foi de 25,9, um aumento significativo em comparação com o índice de 5,8 registrado cinco anos antes, em 2017, que havia atingido o menor patamar em anos.

Situado entre o Peru e a Colômbia, os maiores produtores de cocaína do mundo, o Equador atua como entreposto de exportação para a droga por via marítima.

O país também testemunhou facções internas associando-se ao crime transnacional, especialmente enquanto exerciam domínio nos presídios locais.

Nos últimos anos, o cultivo e a demanda por cocaína alcançaram níveis recordes no mundo, conforme relatado pela ONU, impactando a distribuição e abrindo novas rotas para o narcotráfico.

Apenas em um ano, o Equador registrou a apreensão de 210 toneladas de drogas, também estabelecendo um recorde.

Fonte: Guia-me com informações de Folha e AFP

Cristãos organizam protesto pacífico na Nigéria

Líderes cristãos proeminentes se uniram em marcha pacífica na Nigéria (Foto: Portas Abertas)
Líderes cristãos proeminentes se uniram em marcha pacífica na Nigéria (Foto: Portas Abertas)

Na segunda-feira, 8 de janeiro, a Associação Cristã da Nigéria (CAN, da sigla em inglês) junto a outros líderes cristãos proeminentes do estado de Plateau, Nigéria, organizou uma marcha de protesto pacífico aos ataques recentes às comunidades cristãs na região.

O grupo caminhou pelas ruas de Jos até a residência do governador, em Rayfield, com cartazes que mostravam a tristeza e a dor que os cristãos têm enfrentado no estado de Plateau. Alguns cartazes diziam “venham nos socorrer” e outros “não podemos nem viver o luto em paz”. Muitas pessoas também carregaram porções de galhos e ramos como forma de simbolizar a dor e a tensão que têm vivido.

Enquanto marchavam, os cristãos cantaram: “Onde está o poder do diabo quando Jesus está no comando? Onde está o poder do inimigo? Ele não tem poder algum”. A liderança do protesto foi composta pela Associação de Cristãos da Nigéria e outros líderes denominacionais da igreja em Plateau.

A marcha pacífica começou na Estação de Rádio e Televisão (PRTV) nos arredores de Rayfield até a casa do governador, também em Rayfield, para expressar o luto e o pedido pelo fim das mortes dos irmãos e irmãs em Cristo sob as mãos de extremistas fulanis em Mangu, Barkinladi, Riyom e, recentemente, na região de governo local (LGA, da sigla em inglês), de Bokkos.

Segundo o portal de notícias Punch Media, o líder cristão Stephen Baba Panya enviou uma carta de protesto ao governador para que fosse entregue ao atual presidente da Nigéria, Bola Tinubu dizendo: “Toda a comunidade cristã local do estado de Plateau, mais uma vez, condena veementemente os assassinatos cruéis de cristãos inocentes e indefesos em mais de 20 comunidade em Bookos, no estado de Plateau”.

Movimento de jejum e oração

“A escolha de matar cristãos na véspera de Natal e durante celebrações cristãs mostra os objetivos e as claras intenções que os agressores têm de destruir as comunidades cristãs, atacá-las quando menos esperam e infligir o máximo de danos a eles”, acrescentou o líder cristão na carta.

Ao todo, 25 vilarejos foram atacados em um atentado militarmente planejado no dia 24 de dezembro de 2023, 110 homens, 37 mulheres, dez crianças e três pessoas com deficiência foram queimadas em suas casas, sem chance de fugir. Estima-se que há 15 mil deslocados internos e que oito igrejas também foram incendiadas.

Esta semana, a igreja no estado de Plateau mobilizou um período de oração e jejum e convida cristãos do mundo todo para se juntar nesse clamor por paz e justiça. “Ore para que a igreja permaneça forte e para que o governo satisfaça as necessidades de proteção dos cidadãos inocentes.”

Fonte: Portas Abertas

Ex-muçulmano perde tudo por seguir a Jesus em Bangladesh

Bandeira de Bangladesh (Foto: Canva)
Bandeira de Bangladesh (Foto: Canva)

Rahman (pseudônimo) é um cristão que conhece de perto o custo de seguir a Cristo em Bangladesh. Ele vive em um vilarejo remoto, no Norte do país. Antes de conhecer a Jesus, era um imã, ou seja, um líder muçulmano, que atuou na mesquita local por dez anos. Era um líder estudioso e muito respeitado por todos.

A comunidade o via como um líder confiável, aquele a quem buscavam quando precisavam de conselhos, especialmente quanto a questões religiosas. Mas, há cinco anos, a vida de Rahman foi transformada. Um evangelista local o encorajou a ler a Bíblia. Rahman conhecia um pouco sobre Jesus pelo Alcorão, mas apenas como um profeta.

A curiosidade fez com que ele lesse a Bíblia e em seguida entrasse em um curso de teologia cristã de seis meses. Foi então que Rahman descobriu que muito mais que um profeta, Jesus era o salvador do mundo e entregou-se a Cristo. As consequências da decisão foram imediatas e duras. Ele perdeu o emprego na mesquita e precisou buscar um novo trabalho para sustentar a família.

Luta para sobreviver

Mas os líderes da mesquita orientaram a comunidade a não falar, nem fazer negócios ou oferecer emprego a Rahman e à família por causa da conversão. De repente, Rahman perdeu toda a comunidade, amigos e família, tudo que conhecia. “Meus parentes e vizinhos me odeiam. Sou a pior pessoa do vilarejo para eles. Não tenho lugar nos seus corações nem na comunidade.”

Desde o momento em que se converteu até hoje a perseguição não cessa. As pessoas zombam dele, o rotulam de “pecador” e se recusam a falar ou trabalhar com o cristão. Rahman luta a cada dia para manter o alimento em casa fazendo bicos, mas ninguém quer contratá-lo.

Mesmo quando consegue os trabalhos temporários, ele não recebe o salário inteiro e quando pede o que está faltando recebe como resposta: “Não lhe darei o dinheiro. Pode fazer o que quiser. Quero ver quem vai lhe ajudar”. As pessoas sabem que Rahman está vulnerável e não pode fazer nada para se defender.

Decidido a seguir a Cristo

“Há pouco tempo, os líderes do vilarejo visitaram minha casa e tentaram me forçar a renunciar à minha fé e voltar ao islã. Eu me recusei e disse a eles: ‘Essa é minha decisão final: vou seguir ao Senhor Jesus Cristo por toda a minha vida. Então, por favor, não me peçam para negá-lo’.” Quanto mais tentava escapar, mais eles se aproximavam e eram muito agressivos.

Os abusos passaram a não mais atingir apenas Rahman, mas outros membros da família. Quando foi atender o chamado do pai, há alguns dias, o cristão foi surpreendido com muita ira. O pai o xingou e disse: “Os vizinhos me olham com desprezo por sua casa. Você destruiu meu nome e tudo que eu tinha. Eu rejeito você! E o abandono! Você não é mais meu filho. Não receberá nada [a herança] de mim. Saia da minha vista”.

Rahman está lutando para sobreviver com a família no vilarejo. Enfrentar sozinho uma comunidade que está contra você é muito difícil, quase impossível, e é ainda mais difícil por não conseguir alimentar e suprir as outras necessidades da família. Parceiros locais da Portas Abertas estão buscando a melhor forma de ajudá-lo.

O cristão acorda todos os dias assombrado pelo medo da morte e a clareza da dependência que a esposa e os filhos têm do seu cuidado. “Não sei o que acontecerá aos meus filhos. Não temos uma igreja onde meus filhos possam aprender sobre a Bíblia, crescer espiritualmente e praticar o cristianismo. Eles estão crescendo sem o conhecimento apropriado sobre nossa fé. Não tenho uma comunidade cristã com quem possa viver. É uma vida difícil.”

Fonte: Portas Abertas

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