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Fernanda Torres diz que jamais repetiria frase contra crente

Fernanda Torres no Roda Viva (Foto: Reprodução)
Fernanda Torres no Roda Viva (Foto: Reprodução)

A atriz Fernanda Torres foi entrevista no programa Roda Viva, nesta segunda-feira (8). Ela foi questionada sobre vários assuntos e ao responder sobre memes, apontou que não voltaria a criticar crentes, como fez no passado durante entrevista no mesmo programa.

Quase 30 anos depois, a atriz disse que sua visão mudou muito em relação ao papel que a igreja evangélica desempenha na sociedade, e que não pensa mais da mesma forma sobre os crentes.

– Jamais repetiria isso hoje. Os evangélicos ocuparam um lugar que o Estado não ocupou. Eu acho triste que demonizam as religiões de matriz africana, acho triste isso no Brasil. Eu lutaria por um culto evangélico que fosse sincretista – declarou Fernanda, nesta terça.

Em 1997, questionada sobre preconceitos, Fernanda disse que tinha preconceito contra crente.

– Contra crente. Crente ingênuo, que acredita no bem, no mal. Eu tenho pena de quem é crente na vida, porque vai apanhar muito – falou na época.

Fonte: Pleno News e Fuxico Gospel

Nicarágua e Cuba entre os 12 países que atacam a liberdade religiosa

Bandeiras de Cuba e Nicarágua (Foto: Montagem/FolhaGospel)
Bandeiras de Cuba e Nicarágua (Foto: Montagem/FolhaGospel)

O Governo dos Estados Unidos incluiu mais uma vez Cuba e Nicarágua na lista de países preocupantes por perpetrarem ou tolerarem graves violações da liberdade religiosa, de acordo com um comunicado emitido pelo Departamento de Estado.

Em Cuba, por exemplo, representantes de diversas confissões cristãs pediram às suas autoridades “a libertação de todos os presos por exercerem os seus direitos inerentes e que cada movimento religioso da ilha possa exercer o seu direito de associação, obtendo status legal e proteção perante a lei”.

O governo da Nicarágua também foi notícia nos últimos anos ao ser denunciado por fechar ou dissolver 342 organizações religiosas, das quais 256 eram associações evangélicas, 43 católicas, e outras 43 ligadas a outras igrejas.

Não é a primeira vez que estas nações centro-americanas são criticadas por esta realidade. Os seus nomes aparecem este ano ao lado da Birmânia, da República Popular da China, da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), da Eritreia, do Irã, do Paquistão, da Rússia, da Arábia Saudita, do Tajiquistão e do Turquemenistão.

Da mesma forma, os EUA anunciaram que a Argélia, o Azerbaijão, a República Centro-Africana, as Comores e o Vietnã estão na Lista de Vigilância Especial para este crime.

Além disso, o Departamento de Estado designou o Al-Shabab, o Boko Haram, o Hayat Tahrir al-Sham, os Houthis, o ISIS-Sahel, o ISIS-África Ocidental, o Jamaat Nasr al-Islam wal-Muslimin, ligado à Al-Qaeda, e os Taliban como Entidades de interesse especial.

O governo norte-americano explica as suas ações como uma tentativa de promover a liberdade de religião ou crença, que tem sido um objetivo central da sua política externa desde que o Congresso daquele país aprovou e promulgou a Lei Internacional de Liberdade Religiosa em 1998. 

Através da declaração, aceitaram que violações significativas da liberdade religiosa também ocorrem em países que não estão designados nestas listas, no entanto, deixaram clara a sua rejeição de todos estes abusos contra membros de comunidades religiosas e seus locais de culto.

Também repudiaram a violência comunitária e a prisão prolongada por manifestações pacíficas.

Folha Gospel com informações de Evangélico Digital

Nigéria: cerca de 50 cristãos mortos nos primeiros dias de 2024

Um enterro de cristãos na Nigéria (Foto: Release International)
Um enterro de cristãos na Nigéria (Foto: Release International)

O massacre brutal de cristãos na Nigéria, que começou no Natal, prolongou-se para o novo ano, com mais derramamento de sangue nos últimos dias.

Acredita-se que pelo menos 238 pessoas tenham sido mortas por militantes Fulani entre 23 e 30 de Dezembro, numa das piores violências de sempre contra cristãos na Nigéria.

Infelizmente, dezenas de outras pessoas foram mortas desde então. Num ataque perpetrado por terroristas do Boko Haram, em 4 de janeiro, o pastor da Igreja de Cristo nas Nações (COCIN) e pelo menos seis membros da sua congregação foram mortos.

Christian Daily International e Morning Star News relatam que no dia seguinte, terroristas atacaram a cidade de Kwari, no condado de Geidam, estado de Yobe, e mataram o pastor da COCIN, Rev. Luka Levong, nas instalações de sua igreja e 13 membros em suas casas.

“Os terroristas também incendiaram o edifício da igreja COCIN e destruíram veículos estacionados nas instalações da igreja, e também incendiaram as casas dos cristãos na cidade”, disse Aaron Bwala, residente da área, ao Christian Daily International-Morning Star News por mensagem de texto.

Parceiros da Release International, um ministério que apoia cristãos perseguidos em todo o mundo, estimou que o número de mortos nos primeiros dias de 2024 está em torno de 50. Considerando o período desde 23 de dezembro, cerca de 280 cristãos foram mortos na Nigéria.

Os parceiros de divulgação entrevistaram o Rev. Gideon Dawel, Supervisor Distrital da Igreja Apostólica de Cristo, que perdeu a esposa e cinco filhas num ataque de Natal em Kambarpelli. Ele disse ter ouvido os agressores gritarem ‘Allahu Akbar’ (Alá é maior) e que os militantes usaram armas e facões e incendiaram edifícios. Quando os restos mortais de sua família foram encontrados nas cinzas de sua casa, Rev Dawel desmaiou e teve que ser levado ao hospital.

Num comunicado, o bispo católico de Sokoto, Matthew Hassan Kukah, disse que os massacres “roubaram a luz da alegria do Natal a milhares de pessoas no Plateau” e que os funerais e os caixões fazem agora parte da sua paisagem.

Comentando sobre a violência, os parceiros do Release disseram: “Todos os esforços de segurança falharam. Isto é terrorismo. Isto é limpeza religiosa por pastores muçulmanos Fulani armados que acreditam na guerra religiosa. Esta é uma jihad islâmica. E a inteligência mostra que os agressores estão empenhados em continuar sua destruição.”

O CEO da Release, Paul Robinson, está pedindo uma resposta internacional para parar o derramamento de sangue.

“O mundo deve acordar para a limpeza religiosa e étnica que está acontecendo na Nigéria diante dos seus olhos. Quantas pessoas devem ser massacradas, antes que a comunidade internacional exerça pressão suficiente sobre a Nigéria para proteger a sua minoria cristã no norte?” ele disse.

“A Nigéria tem sido há muito tempo um país de particular preocupação para a Release International. Observamos com horror enquanto aldeões cristãos são massacrados e expulsos das suas terras, que são então ocupadas por extremistas islâmicos. E ainda assim a Nigéria – e o mundo – continuam deixando que isto aconteça.”

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Pastor da Assembleia de Deus, filho e esposa morrem em tragédia na BA

O pastor Erivaldo Santos, sua esposa Tatiane Santos e seu filho Emanuel Santos morreram em acidente. (Foto: reprodução redes sociais)
O pastor Erivaldo Santos, sua esposa Tatiane Santos e seu filho Emanuel Santos morreram em acidente. (Foto: reprodução redes sociais)

O presbítero da Assembleia de Deus Madureira Jacobina, pastor Erivaldo Santos do Nascimento, sua esposa, a diaconisa Tatiane Santos de Souza Nascimento, e seu filho, Emanuel Santos de Souza Nascimento estão entre as vítimas da tragédia que matou 25 pessoas em um acidente envolvendo um ônibus de turismo e um caminhão carregado de mangas, que ocorreu na noite deste domingo (7), na BR-324, em São José do Jacuípe, norte da Bahia, a 290 km de Salvador.

Pelas redes sociais, a igreja onde a família frequentava lamentou a fatalidade e falou do quanto eles eram queridos na comunidade. “A Igreja AD Madureira Campo de Jacobina está de luto, pela trágica fatalidade da querida Família do nosso Presbítero Erivaldo, Diaconisa Tatiane e seu filhinho Emanuel. Nesse momento de dor, marcado fortemente pela saudade, nos unimos a família e aos amigos, acompanhando-os com nossas condolências e apoio”, diz a nota.

Também por meio de sua rede social, o pastor da IAD Madureira, Mickael de Lima, lamentou o ocorrido “Pb. Erivaldo, Dca. Tatiane e Emanuel deixaram registrado nesse Ministério, em nosso convívio, a sua história! Fiéis dizimistas, ofertantes, ajudadores, comprometidos, empenhados, servos do Senhor. Só nos resta estarmos juntos, em oração, por todas as famílias enlutadas nesse momento de dor, lágrimas e luto!”, disse.

Sobre o acidente
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu por volta das 22h30, na BR-324, em trecho da cidade do São José do Jacuípe, no norte da Bahia, no km 381, próximo da cidade de Gavião, no sentido de Jacobina. O micro-ônibus de turismo voltava de um passeio da praia de Guarajuba, que fica no município de Jacobina, quando colidiu de frente com um caminhão que transportava mangas.

Os sobreviventes foram socorridos e transferidos para Feira de Santana e Salvador. Também foram acionados a Brigada Voluntária Anjos Jacuipenses, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Capim Grosso, Grupamento de Bombeiros de Capela, equipe intra-hospitalar e ambulância da cidade de Nova Fátima, Bombeiros Militares e Polícia Militar. A Prefeitura de Jacobina decretou luto oficial de sete dias na cidade.

Fonte: Comunhão

1 em cada 4 países tem uma lei anticonversão, afirma relatório dos EUA

Preso lendo a Bíblia na cadeia (Foto: canva)
Preso lendo a Bíblia na cadeia (Foto: canva)

Em países onde há violação da liberdade religiosa, os cristãos costumam ser perseguidos por causa das leis anticonversão e de blasfêmia.

Conforme a Mission Network News, um relatório recente da Comissão dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa Internacional concluiu que quase 1 em cada 4 países tem uma lei nacional anticonversão em vigor.

“Muitas vezes, estes países são o lar de grupos de pessoas não alcançadas ou de comunidades sem acesso ao Evangelho”, explicou Greg Kelley da Unknown Nations — organização missionária para povos não alcançados pelo Evangelho.

Ele também disse que as leis anticonversão resumem-se ao proselitismo, enquanto que a lei de blasfêmia prende pessoas que desrespeitam a religião do país, mesmo que não haja provas concretas do suposto crime.

Ou seja, os cristãos podem ser presos por causa de alguém que ‘disse que ouviu’ ele dizer algo ofensivo contra a religião nacional.

“As autoridades utilizam frequentemente estas leis como ferramentas para perseguir os seguidores de Cristo em todo o mundo. Multidões de vigilantes acusam os cristãos de violarem estas leis e depois usam a suposta violação como desculpa para atacar os crentes”, explicou Kelley.

Acusações injustas contra cristãos

“O maior problema é que não há responsabilização; o governo não faz nada para responsabilizar essas pessoas”, lamentou o missionário ao relatar sobre uma perseguição recente.

“Vimos os radicais religiosos atacando um grupo de cristãos que estavam em casa. A multidão lá fora gritava: ‘Morte aos Cristãos’ e os arrastavam para fora desta casa, espancando-os”, disse.

Entre as regiões onde os cristãos mais sofrem com essas injustiças estão a África e a Ásia. “A África continua a ser o continente mais violento, com um aumento dos ataques jihadistas que torna a situação da liberdade religiosa ainda mais alarmante”, diz também o relatório da ACN de 2023 (Ajuda à Igreja que Sofre, em português).

Quase metade dos ‘países quentes’ do planisfério do Relatório, ou seja, 13 dos 28, estão na África. A concentração da atividade jihadista é particularmente evidente na região do Sahel em torno do Lago Chade, em Moçambique e na Somália, e está se espalhando para os países vizinhos.

Outras regiões preocupantes

China e Coreia do Norte continuam sendo os dois países asiáticos com as piores violações de direitos humanos, incluindo a liberdade religiosa. Lá, o Estado exerce um controle totalitário por meio de vigilância e medidas extremas de repressão contra a população.

O Relatório da ACN também cita a Índia, onde os níveis de perseguição estão aumentando, por meio da imposição de um perigoso nacionalismo étnico-religioso, particularmente prejudicial às minorias religiosas.

“Leis anticonversão foram aprovadas ou estão sendo consideradas em 12 dos 28 Estados da Índia. Esses regulamentos prevêem sentenças de até 10 anos de prisão e incluem benefícios financeiros para aqueles que se converterem ou retornarem à religião majoritária”, revela o relatório.

“Os incidentes de conversões religiosas forçadas, sequestros e violência sexual [incluindo escravidão sexual] não diminuíram no período de dois anos de análise, pelo contrário, continuam amplamente ignorados pelas forças policiais e autoridades judiciais locais, como é o caso do Paquistão, onde as jovens cristãs são frequentemente sequestradas e submetidas a casamentos forçados”, conclui.

Fonte: Guia-me com informações de Mission Network News

Pastor destrói imagens católicas com um machado, no México

Pastor destrói imagem católica no México (Foto: Reprodução/X)
Pastor destrói imagem católica no México (Foto: Reprodução/X)

Um pastor da Igreja Batista Monte Sión, localizada no estado de Tamaulipas, no México, viralizou nesta segunda-feira (08), após destruir a machadadas a imagem de Virgem de Guadalupe, padroeira do país para os católicos.

Em vídeos que circulam nas redes sociais, é possível ver o líder religioso, não identificado, quebrando não só a imagem da santa, como também uma outra de “Santa Muerte”. Após a repercussão, internautas no Brasil passaram a comparar a cena em questão com o ocorrido na Igreja Universal do Reino de Deus em 1995.

À época, o bispo Sérgio Von Helder chutou a imagem de Nossa Senhora de Aparecida. O caso ganhou grande repercussão e gerou um grande debate sobre intolerância religiosa. O episódio, inclusive, foi condenado até por Edir Macedo, líder da Universal.

“Que os mexicanos cortem o mal pela raiz o quanto antes. Aqui no Brasil isso aconteceu em meados dos anos 90”, recordou um internauta na rede social X, antigo Twitter. “Internação urgente num hospital psiquiátrico!”, disparou outro. “Criminoso”, escreveu um terceiro.

Fonte: O Dia

Cantora Sulamita Alves diz que marido “morreu como herói”

Sulamita e seu marido (Foto: Reprodução/Instagram)
Sulamita e seu marido (Foto: Reprodução/Instagram)

A cantora gospel Sulamita Alves publicou uma homenagem ao seu marido, Ricardo Henrique, que morreu no último dia 3 de janeiro, aos 30 anos de idade. Na ocasião, ele se afogou após pular em um rio para ajudá-la.

– Você foi e vai ser sempre o meu grande amor. Obrigada pelos sete anos mais felizes da minha vida. Eu fui amada, cuidada, abraçada. Você era a minha base – escreveu.

A artista também relembrou a forma como se conheceram e surgiu o relacionamento.

– Em 2016 casamos, não tínhamos condições nenhuma, mas vencemos. Você era meu fã número 1. Você sempre falava que amava me ver cantando. Chegamos até aqui com muitas lutas, mas Deus honrou, cuidou da gente – declarou.

E prosseguiu:

– Você se foi, dando sua vida por mim. Morreu como herói. Eu te amo, Ricardo Henrique. Você falou: “Se for preciso, dou a minha vida por você”. Ficava brava, não gostava quando você falava isso. Eu fui amada, muito amada. Você foi amado, meu amor – escreveu.

– Você está com o Pai. Vou continuar, meu amor. Não vou parar, não, vou até o fim, fazendo a vontade do Pai. Eu te amo – concluiu.

Segundo informações do portal G1, Ricardo Henrique morreu na região de Brejinho de Nazaré, em Tocantins. O casal estava às margens do Rio Tocantins com amigos, quando Sulamita teria passado por apuros na água, e seu marido pulou para salvá-la. Ela conseguiu sair, mas ele não. O corpo de Ricardo foi encontrado horas depois.

Recentemente, em 15 de dezembro, o casal havia sofrido um acidente que resultou no capotamento do carro em que estavam numa viagem com destino a Cuiabá. Não houve ferimentos graves àquela ocasião.

Fonte: Pleno News

Mulher iraniana enfrenta prisão por se converter ao cristianismo

Malihe Nazari, Joseph Shahbazian e Mina Khajavi (foto: Article 18)
Malihe Nazari, Joseph Shahbazian e Mina Khajavi (foto: Article 18)

Uma cristã iraniana, de sessenta anos, Mina Khajavi, encontra-se à beira de uma pena de seis anos de prisão, acusada de “agir contra a segurança nacional ao promover o cristianismo ‘sionista'”.

A provação de Khajavi começou em 2020, quando ela foi detida, e seu processo de condenação se desenrolou em 2022. Esses processos legais também envolveram dois outros indivíduos: Malihe Nazari, um colega cristão convertido que recebeu uma sentença paralela de seis anos, e o pastor iraniano-armênio Joseph Shahbazian, com uma sentença mais severa de dez anos.

Enquanto Shahbazian e Nazari começaram a cumprir suas penas alguns meses depois, Khajavi enfrentou um adiamento temporário. Um acidente de carro a deixou com um tornozelo gravemente quebrado, sendo necessária a inserção de placas de metal. Apesar de enfrentar desafios físicos persistentes, incluindo andar mancando e desenvolver artrite, a trégua de Khajavi chegou a um fim abrupto em 3 de janeiro, quando ela foi instruída a se apresentar na prisão de Evin dentro de cinco dias.

Numa reviravolta um tanto contrastante, Shahbazian e Nazari, ambos condenados por acusações semelhantes, conseguiram garantir a libertação antecipada.

A pena inicial de dois anos de Shahbazian foi ainda mais reduzida por um juiz do tribunal de recurso, que citou provas insuficientes ao abrigo do artigo 498º do Código Penal Islâmico, relacionadas com a organização de grupos considerados ameaças à segurança nacional.

Em setembro de 2023, Shahbazian recebeu perdão total e foi libertado. Nazari, que recebeu liberdade no início de 2023, teria obtido sua libertação devido ao declínio da saúde de seu filho enquanto ele lutava contra a leucemia.

No meio desta saga legal, os ativistas defendem veementemente a libertação imediata e incondicional de Khajavi. Eles destacam a injustiça da sua prisão apenas com base na sua fé cristã e imploram veementemente ao Irã que cesse o assédio à comunidade cristã.

Os ativistas chamaram a atenção para um marco jurídico anterior – a decisão do Supremo Tribunal de Novembro de 2021 que afirma explicitamente que “a promoção do cristianismo e a formação de uma igreja doméstica não é criminalizada por lei” e não deve ser considerada uma ameaça à segurança nacional.

À medida que esta narrativa preocupante se desenrola, a situação de Mina Khajavi serve como um duro lembrete dos desafios enfrentados por certas minorias religiosas em regiões específicas, suscitando preocupações globais sobre a liberdade religiosa e os direitos humanos.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Autonomia Eclesiástica no Estabelecimento de Normas Associativas

CBF, Assembleia, Arraial do Cabo, RJ (Foto: Cortesia/Gilberto Garcia)
CBF, Assembleia, Arraial do Cabo, RJ (Foto: Cortesia/Gilberto Garcia)

No Diapasão do Hodierno Conflito entre a ‘Inviolabilidade de Crença’ e a ‘Ideologia de Gênero’, Compartilha-se, de forma sintética, o Procedimento Adotado pela Convenção Batista Brasileira (CBB) para o Desligamento do Rol de Igrejas Cooperantes a Igreja Batista do Pinheiro, Maceió/AL, pela Decisão Assemblear de Proceder o Batismo de Homossexuais como Membros da Igreja, Utilizando-se como Fonte Informativa Alguns Documentos Publicizados pela Convenção Batista Brasileira (CBB), e Textos Disponibilizados na Grande Rede Mundial; desta forma, Fixa-se, num Caso Público Concreto, o Exemplo do Cumprimento pela Organização de Crença das Normas Jurídicas Vigentes no País Aplicadas ao Exercício da Fé, às quais estão Asseguradas na Ampla Liberdade Religiosa Esculpida na Constituição Federal do Brasil, que Resguarda o Direito de Cada Grupo Religioso Estabelecer as Regras Doutrinárias para os Fiéis, bem como, o Respeito às Opções Existenciais da Pessoas Integrantes de Organizações Espirituais; Publicado na Revista Administração Eclesiástica/CBB, Entregue pelo Dr. Gilberto Garcia, Relator da Comissão Jurídico-Parlamentar da CBF ao Pr. Vanderlei Batista Marins, Presidente da Assembleia da Convenção Batista Fluminense, em Arraial do Cabo/RJ.

Clique aqui e continue lendo o novo artigo do Dr. Gilberto Garcia na sua coluna “Direito Nosso”.

Aborto foi a principal causa de morte no mundo em 2023

Imagem de ultrassom de bebê no útero da mãe (Foto: canva)
Imagem de ultrassom de bebê no útero da mãe (Foto: canva)

O aborto superou várias doenças infecciosas como a principal causa de morte no mundo, pelo menos, pelo quinto ano consecutivo.

Estatísticas compiladas pelo Worldometer, um banco de dados que rastreia dados quantitativos sobre a saúde, a população global e outras métricas em tempo real, mostram que mais de 44,6 milhões de abortos foram realizados em todo o mundo em 2023.

Os últimos dados disponíveis do Worldometer de 2023, capturado pelo Internet Archive Wayback Machine de 31 de dezembro mostra que o número de abortos realizados no ano passado excede o número combinado de vítimas causadas pelas outras principais causas de morte listadas.

Esse número preocupante ficou acima de outras causas de mortes como doenças transmissíveis (12,9 milhões), câncer (8,2 milhões), tabagismo (4,9 milhões), alcoolismo (2,4 milhões), HIV ou AIDS (1,6 milhões), acidentes de avião (1,3 milhões) e suicídio (1 milhão).

Outras causas de morte listadas incluem a gripe, que ceifou a vida de mais de 500 mil pessoas, e a malária, que matou mais de 390 mil pessoas. Mais de 300.000 mães perderam a vida durante o parto e mais de 7,5 milhões de crianças com menos de 5 anos morreram de doenças e causas não especificadas. A fome ceifou a vida a mais de 17 mil pessoas em 2023, enquanto mais de 800 mil morreram de doenças relacionadas com a água.

O Worldometer mediu o total de mortes em 2023 em mais de 60,6 milhões. No entanto, esse número não inclui o aborto como forma de morte. Se os abortos fossem contabilizados como mortes nas estatísticas, as mortes no ano passado teriam ultrapassado os 100 milhões e os abortos teriam sido responsáveis ​​por mais de 40% delas.

Nos últimos dois anos, os cerca de 44 milhões de abortos realizados em todo o mundo permitiram que o procedimento ultrapassasse outras causas de morte em todo o mundo.

Aborto no Brasil

Enquanto isso, no Brasil, há uma verdadeira “queda de braço” entre os que apoiam e os que são contra a descriminalização do aborto.

A discussão voltou à tona na sociedade, no dia 22 de setembro do ano passado, depois que a ministra Rosa Weber, até então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), votou a favor da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 442), que foi impetrada no STF em 2017 pelo PSOL e o Instituto Anis a favor da descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação por qualquer motivo.

Vale ressaltar que no dia 6 de novembro de 2023, o ministro do STF, Luís Roberto Barroso afirmou, em uma live do BTG Pactual, que a discussão sobre o aborto ficará para 2024, podendo, inclusive, se estender para 2025, período em que se encerra o seu mandato como presidente da Corte. De lá para cá houve uma série de manifestações tanto no setor político como religioso para que o STF não aprove a liberação do aborto.

Recentemente uma pesquisa realizada pela Quaest revelou que 72% dos brasileiros são contra a liberação do aborto, por qualquer motivo. Por outro lado, 84% dos entrevistados acreditam que as mulheres que praticam a interrupção da gravidez não deveriam ser presas. 

Como anda a discussão sobre a descriminalização do aborto

  • No dia 22 de setembro de 2023, a ministra Rosa Weber, então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), votou a favor da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 442) que foi impetrada no STF em 2017 pelo PSOL e o Instituto Anis a favor da descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação por qualquer motivo.
  • Porém, o ministro Luís Roberto Barroso pediu destaque e interrompeu a votação. Com isso, o julgamento, que estava sendo realizado no Plenário virtual, será transferido para o Plenário físico.
  • Até então, o voto da ministra Rosa Weber continuará valendo mesmo após a sua aposentadoria. Isso porque, em 2022, o STF decidiu que os votos de ministros que se aposentarem depositados em Plenário virtual continuarão vigorando, mesmo que tenha havido pedido de destaque.
  • Já no dia 26 de setembro de 2023 foi protocolado no Senado, pelo líder da oposição na Casa, senador Rogério Marinho (PL-RN), a proposta de um plebiscito para ouvir a opinião da população brasileira sobre o assunto. A pergunta seria: “Você é a favor da legalização do crime de aborto?”.
  • Na terça-feira (26/09/23) também foi lançada, na Assembleia Legislativa do Paraná, a “Frente Parlamentar Pró-Vida” contra uma possível aprovação no Supremo da ADPF 442, que pretende liberar o aborto seja qual for motivo.
  • Cerca de 45 passeatas na “Marcha Pela Vida Contra o Aborto” aconteceram de 8 a 12 de outubro de 2023 em todo o país contra a descriminalização do aborto.
  • Na sexta-feira (20/10/23), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pediu que Supremo Tribunal Federal (STF) anule o voto da ex-ministra, Rosa Weber, que foi a favor da liberação do aborto.
  • Já no dia 26 de outubro de 2023, foi a vez da Assembleia Legislativa Rio Grande do Sul criar a sua Frente Parlamentar em defesa da vida contra o aborto. O evento contou com a participação de várias representações municipais, ONGs, lideranças políticas e religiosas.
  • No dia 6 de novembro de 2023, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou, em uma live do BTG Pactual, que a discussão sobre o aborto ficará para 2024, podendo, inclusive, se estender para 2025, período em que se encerra o seu mandato como presidente da Corte.
  • No dia 7 de novembro, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou a inclusão, no calendário oficial de eventos, da Marcha Distrital da Cidadania em Defesa da Vida – Contra o Aborto (PL nº 421/2019), que deverá ocorrer todo o mês de junho.
  • Já no dia 13 de novembro de 2023, o ministro Barroso disse ser favorável a descriminalização do aborto. O posicionamento foi dado durante a sua fala no seminário “O Papel do Supremo nas democracias”, promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo e a Universidade Presbiteriana Mackenzie. 
  • Também está em análise na Câmara dos Deputados desde o início de novembro de 2023, o Projeto de Lei 2674/23, do deputado Professor Paulo Fernando (Republicanos-DF), onde determina que as embalagens dos testes de gravidez tenham mensagens obrigatórias contra o aborto e a seguinte frase: “Aborto é crime; aborto traz risco de morte à mãe; a pena por aborto provocado é de 1 a 3 anos de detenção”.
  • Em novembro de 2023 foi apresentada uma proposta do Projeto de Lei 4005/23, de autoria do deputado Jeferson Rodrigues (Republicanos-GO) e que tramita na Câmara dos Deputados, que visa obrigar as escolas públicas a terem palestras educativas sobre os efeitos físicos, psicológicos, sociais e éticos do aborto. 
  • Em 24 de novembro de 2023 um debate contra o ativismo judicial foi realizado no Plenário do Senado Federal, em Brasília, e questionou a competência do Supremo Tribunal Federal (STF) em julgar a liberação do aborto até a 12ª semana de gestação. Senadores, profissionais, da saúde, jurista e professores participaram do encontro. Na ocasião foi ressaltado que a revogação do aborto só pode ser feita por lei do Congresso Nacional.
  • Em 13 de dezembro de 2023, as mulheres que moram no município de Santa Maria, principal cidade da região central do Rio Grande do Sul, que optarem pelo aborto, poderão ter que ouvir os batimentos do coração do bebê antes do procedimento. O Projeto de Lei foi aprovado pela Câmara Municipal e tenta convencer mulheres vítimas de estupro a desistirem da interrupção da gravidez.
  • No dia 20 de dezembro de 2023, a Câmara dos Vereadores de Maceió (AL) aprovou e publicou, no Diário Oficial, a Lei nº 7.492 que obriga as mulheres a verem imagens do feto antes de realizarem a interrupção da gravidez.
  • Ao final de dezembro de 2023, uma pesquisa realizada pela Quaest revelou que 72% dos brasileiros são contra a descriminalização do aborto. Por outro lado, 84% dos entrevistados acreditam que as mulheres que praticam a interrupção da gravidez não deveriam ser presas. 

Folha Gospel com informações de Comunhão e The Christian Post

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