Mãos segurando uma Bíblia com dinheiro (Imagem ilustrativa)
A Igreja Assembleia de Deus em União dos Palmares, situada no interior de Alagoas, está enfrentando uma grave crise de confiança devido à revelação de alegados desvios de dízimos e ofertas, envolvendo um importante líder da congregação.
O indivíduo em questão, que também ocupava o cargo de tesoureiro do Campo da Assembleia de Deus local, foi prontamente destituído de suas funções na igreja e substituído em caráter de urgência.
O homem em questão, que desfrutava de uma relação de confiança com o pastor presidente da igreja, confessou sua suposta prática criminosa, admitindo que ela ocorria há mais de quatro anos, abrangendo até mesmo o mandato do pastor presidente anterior.
Durante esse período, ele teria adquirido bens de valor substancial, incluindo uma chácara e um veículo de luxo. Além disso, surgiram denúncias de que ele estaria envolvido em atividades de agiotagem na região.
Os padrões de vida ostentados por esse dirigente, claramente incompatíveis com sua renda declarada, levantaram suspeitas entre outros líderes da igreja.
Um incidente relacionado a uma doação de alto valor que não constava nos registros financeiros aumentou ainda mais as suspeitas, resultando em um confronto que culminou na confissão do desvio por parte do líder.
A Assembleia de Deus está iniciando um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) para investigar a extensão dos desvios de recursos que ocorreram ao longo dos anos. Há especulações de que o montante desviado possa ultrapassar a marca de R$ 1 milhão.
No entanto, até o momento, não existem informações conclusivas sobre o valor total desviado, e a investigação interna buscará esclarecer com precisão a magnitude do prejuízo.
A igreja ainda não emitido nenhuma declaração oficial sobre o caso.
Vyacheslav Reznichenko com sua esposa e filho de quatro meses. (Foto: Telegrama)
Um cristão evangélico foi preso na Rússiapor se recusar a lutar na Ucrânia por motivos religiosos.
Vyacheslav Reznichenko, de Zarubino, leste da Rússia, foi condenado a dois anos e seis meses numa colônia penal, informa a Christian Network Europe (CNE).
Várias tentativas de apelar da sentença foram rejeitadas.
A situação do pai casado foi compartilhada pela União Internacional de Igrejas Evangélicas no Telegram.
Em julho, outro pacifista cristão, Andrey Kapatsyna, foi condenado por um tribunal de Vladivostok a dois anos e 10 meses de prisão por se recusar a lutar na Ucrânia.
Foi noticiado em junho que a Igreja Ortodoxa Russa se opõe ao pacifismo e o considera herético e incompatível com os ensinamentos da Igreja.
A sua posição foi delineada em documentos apresentados para uma audiência no tribunal da Igreja no caso do padre ortodoxo russo Pe. John Burdin, que criticou a invasão russa da Ucrânia num sermão e numa declaração pública.
Em março do ano passado foi preso, acusado e multado por um tribunal civil por “ações públicas destinadas a desacreditar a utilização das forças armadas da Federação Russa para defender os interesses da Federação Russa e dos seus cidadãos”.
Este ano, um tribunal da igreja decidiu contra ele e ele foi banido do sacerdócio até que se arrependesse publicamente, o que ele se recusou a fazer.
“O tribunal viu erros eclesiológicos significativos nos seus escritos – incluindo uma negação da santidade e dos poderes salvadores da Igreja Ortodoxa Russa”, afirmou o acórdão.
“As suas atividades semearam a desconfiança na Igreja e visavam alienar os crentes – tudo o que foi considerado pelo tribunal como uma violação do juramento sacerdotal”.
Em agosto, o Fórum 18 relatou sanções contra outro pacifista cristão. A musicista e professora Anna Chagina foi multada e proibida de postar na internet depois de criticar a invasão da Ucrânia pela Rússia.
No mesmo mês, o padre Ioann Kurmoyarov, de 55 anos, foi condenado a três anos de prisão e proibido de publicar na Internet durante dois anos.
Em março, Mikhail Simonov, um cristão de 63 anos, foi condenado a sete anos de prisão por publicar comentários anti-guerra na rede social russa VKontakte. O seu apelo foi rejeitado e o Fórum 18 informou que no início de setembro ele estava a caminho de um campo de trabalhos forçados.
Folha Gospel como informações de The Christian Today
Cristãos durante culto na Nigéria. (Foto representativa: Portas Abertas)
Terroristas e pastores (criadores de gado), conhecidos como Fulani, mataram 16 cristãos no total, no estado de Kaduna, na Nigéria. Primeiro, um cristão foi morto por eles e, uma semana depois ocorreram vários ataques.
Os agressores também sequestraram uma mulher e seus três filhos e, no dia 23 de setembro, voltaram e mataram outro morador.
No dia 26, a vila cristã de Takkanai, no condado de Zangon Kataf, foi atacada deixando seis mortos. O ataque à aldeia de Angwan Magaji, no condado de Kauru, no dia 27, matou mais três cristãos adultos e duas crianças. Na mesma semana, invadiram a aldeia de Kigam, onde outros três foram mortos, conforme Abel Habila Adamu, um líder comunitário da área.
Além das mortes, várias pessoas ficaram feridas. “Estamos tristes em informá-los com o coração pesado sobre o ressurgimento dos ataques aos cristãos por parte de pastores e terroristas armados Fulani”, disse Abel ao Morning Star News.
“Na verdade, a nossa terra está sangrando, e o sangue de cristãos inocentes clama por justiça”, continuou o presidente da Associação de Desenvolvimento Chawai, que identificou os mortos nas duas aldeias.
‘Sitiados pelos inimigos’
Conforme Abel, estavam entre as vítimas Martina Ishaya (55), Domingo Gizindi (55), Danjuma Alah (35), Joseph Baza Dauda (23), Danladi Yakubu (57) e Simon Chibi (33).
Ele também identificou os que foram feridos por tiros. “Isto mostrou claramente que a nossa terra está sitiada pelos nossos inimigos”, lamentou.
Samuel Achi, presidente da Associação de Desenvolvimento Comunitário de Atyap, também identificou os agressores como “bandidos Fulani” e disse que incendiaram duas casas.
“Os bandidos chegaram atirando em qualquer pessoa que avistavam enquanto os moradores fugiam de suas casas para escapar de serem mortos”, disse um morador.
Militantes dos Fulani, Boko Haram, Estado Islâmico da Província da África Ocidental (ISWAP) e outros grupos terroristas realizam ataques a comunidades cristãs, matando, mutilando, violando e raptando para obter resgate ou escravatura sexual, de acordo com um relatório da Portas Abertas.
“Este ano também assistimos a esta violência alastrar-se à maioria cristã do sul do país. O governo da Nigéria continua negando que se trata de perseguição religiosa, pelo que as violações dos direitos dos cristãos são cometidas com impunidade”, concluiu a organização.
Fonte: Guia-me com informações de Morning Star News
Uma pesquisa realizada pelo PoderData entre 24 e 26 de setembro de 2023 revelou que 61% dos eleitores são contra a liberação de todas as drogas. 22% são favoráveis à liberação e 17% não responderam.
Outros 53% disseram ser favoráveis à descriminalização do porte de maconha, especificamente, e 27% disseram que acham que deve continuar sendo crime, e 20% preferiram não responder.
O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a discussão sobre a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal após pedido de vista do ministro André Mendonça, o que significa mais tempo para análise. Ele tem até 90 dias para devolver o texto para o plenário. O placar está 5 a 1 pela descriminalização.
A favor da descriminalização da maconha votaram: Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber. Apenas Cristiano Zanin votou contra a descriminalização.
A ação julgada pelo STF questiona o artigo 28 da Lei de Drogas, que trata sobre o transporte e armazenamento para uso pessoal. As penas determinadas são brandas: advertência sobre os efeitos, serviços comunitários e medida educativa de comparecimento a programa ou curso sobre uso de drogas.
O julgamento foi iniciado em 2015, mas ficou paralisado por pedido de vista do então ministro Teori Zavascki. Ele morreu em um acidente aéreo em 2017. Ao assumir o lugar deixado por Zavascki, o ministro Alexandre de Moraes herdou o caso e o liberou para votação em novembro de 2018. Agora, o caso está sob a relatoria de Gilmar Mendes.
Telhado da igreja desaba em Santa Cruz, no México.(Reprodução / Redes Sociais)
Neste domingo, 1º de outubro, pelo menos 10 pessoas morreram após uma igreja desabar durante uma cerimônia de batismo realizada em Ciudad Madero, no estado de Tamaulipas, nordeste do México. As vítimas da tragédia são cinco mulheres, dois homens e três crianças, de acordo com o governador de Tamaulipas, Américo Villarreal.
A celebração católica contava com a presença de aproximadamente 80 pessoas quando o telhado da igreja de Santa Cruz caiu, às 14h18 do horário local. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram o momento exato em que a estrutura desaba. Além dos dez mortos, 40 pessoas ficaram feridas, segundo autoridades locais.
Um relatório preliminar apresentado pelo porta-voz da Segurança do estado aponta que o acidente ocorreu por uma suposta falha na estrutura.
A Arquidiocese Primaz do México lamentou o ocorrido e pediu orações aos falecidos e feridos.
“Unimo-nos em oração à nossa irmã Diocese de Tampico para pedir ao Senhor pelos nossos irmãos falecidos e feridos, devido ao incidente ocorrido na Paróquia Santa Cruz de Ciudad Madero, bem como pelos seus familiares e pela comunidade de Ciudad Madero, em Tamaulipas. Que Santa Maria de Guadalupe interceda por todos eles, dê-lhes força e conforto”, disse, em comunicado.
Pároco da igreja chora
Imagens do local mostram as pessoas tentado levantar a estrutura que caiu, sustentando com pedaços de madeira, para ajudar na busca de sobreviventes e corpos. Pelo menos dois vídeos (acima) mostram o momento do desabamento.
“Pouco antes do incidente, foi concluída a missa dominical, à qual compareceram dezenas de paroquianos para testemunhar o batismo de sete menores”, detalhou o jornal La Prensa.
O padre Ángel Vargas presidia a cerimônia e chorava bastante durante os resgates. “Aqueles que partiram, que descansem em paz. Nós, que ficamos, certamente sofreremos pelo resto de nossas vidas. Espero que os hospitalizados se recuperem logo e que nós, famílias, fortaleçamos nossa fé”, disse ao site 4C News.
Coreia do Norte: Praça Kim Il Sung em Pyongyang (Fotos: Canva Pro / Montagem: FolhaGospel)
Entre sussurros, em profundo sigilo, a fé cristã resiste e frutifica nas igrejas secretas norte-coreanas. A Bíblia é um tesouro inestimável, que precisa ser guardado com todo cuidado e vigilância. Os hinos são entoados tão baixo quanto o som da brisa. Orações são feitas sem que uma única palavra seja pronunciada.
Para as almas corajosas que ousam crer, a fé se torna um grande alvo em suas costas com a ameaça constante de serem descobertas pelas autoridades que querem eliminá-las. Ali, a fé não se resume aos cultos dominicais, vigílias e corais. É uma decisão de vida ou morte.
Invasão da polícia
Não são o crime, a corrupção ou as crises os maiores inimigos do Estado, mas a mensagem de amor e perdão em Cristo. Yong Sook (pseudônimo) é uma dessas cristãs. Hoje ela é uma idosa que mora na Coreia do Sul, mas não consegue esquecer a perseguição que vivenciou na Coreia do Norte.
O avô de Yong era um cristão secreto, mas foi descoberto, por isso ele e o pai da cristã foram presos. “Era cedo. Minha mãe estava fazendo o café da manhã quando bateram na porta. Fui atender tropeçando em meus chinelos. Imediatamente, cinco policiais invadiram nossa casa e sequer tiraram os sapatos [gesto muito importante na cultura asiática]”, conta Yong.
Yong não sabia por que os policiais haviam aparecido e não entendia por que seus entes queridos eram levados presos diante dos seus olhos. “Ninguém podia me consolar. Ficamos em um canto da casa o dia todo vendo aqueles homens revirarem tudo em busca de livros grossos”, ela continua.
Avô e pai presos
Os policiais tinham um mandado para prender o avô, de 83 anos, e o pai de Yong porque estavam na lista de cristãos descobertos em Pyongyang, capital da Coreia do Norte. Por causa da idade avançada, o avô foi liberto após pouco tempo.
“Meu avô estava com muito medo do que poderia acontecer na prisão. Era tudo culpa dele. Apenas ele era um cristão secreto. Meu pai não acreditava em Jesus, mas, por causa do meu avô, foi incluído na lista”, conta Yong.
Meses depois da prisão, a vida da família se tornou muito difícil. “Eu vivia com medo. Cada dia podia ser o último na nossa linda casa em Pyongyang. Onde estava meu pai? Ele ainda estava vivo? Ele seria deportado para um campo de presos políticos?”, afirma a cristã.
Bíblias queimadas
A intensa aversão e perseguição a cristãos na Coreia do Norte é resultado da complexa ideologia que domina o regime.
Por isso, a nação é o país que mais queima Bíblias no mundo, como relatam analistas da Lista Mundial da Perseguição 2023. Apenas segurar uma Bíblia pode levar a consequências letais, por isso, a decisão do avô de Yong de seguir a Jesus ameaçou toda a família.
“A sociedade virou as costas para nós. Policiais interrogaram minha mãe por meses. Ela era obrigada a ficar de joelhos e responder a todas as questões”, conta a cristã.
Medo constante
Como não era cristão, quando obrigado a negar a fé em Jesus, o pai de Yong negou a Jesus e saiu da prisão. Enquanto isso, cristãos que estavam presos com ele não cederam à pressão e foram enviados para campos de trabalho forçado.
Ao chegar à casa, a aparência do pai de Yong chocou a todos. “Ele estava pele e ossos. Parecia um esqueleto. Meu pai parecia mais morto do que vivo. Ele nunca conversou conosco sobre o período na prisão, mas voltou diferente. Estava deprimido e silencioso”, ela conta.
Antes da prisão, ele tinha um bom emprego. Era diretor da estação de trem. Agora, tinha que carregar bagagens nos trens e vivia assustado com medo de ser levado mais uma vez para a prisão. O retorno também mudou o avô de Yong.
Ele não falava mais com o filho, nem uma palavra sequer. “Meu avô se sentia muito culpado. Ele não conseguia nem manter contato visual”, diz Yong. A família então se mudou para um vilarejo remoto de onde estavam proibidos de sair e eram obrigados a trabalhar para o governo.
Encontrando Jesus na China
Para fugir das atrocidades do regime, muitos norte-coreanos fogem para a China, o país vizinho. Alguns não conseguem permanecer ali. As refugiadas que engravidam na China e são deportadas para a Coreia Norte são obrigadas a abortar o bebê. Muitas delas são vítimas do tráfico humano e engravidam dos homens chineses que as compram.
Apesar disso, alguns refugiados norte-coreanos encontram abrigo na China. Nossos parceiros locais os recebem e além da proteção e alimentos, apresentam o amor de Deus e a mensagem de salvação e graça em Jesus nas casas de refúgio na China. Hoje, mais de 10 mil cristãos norte-coreanos são abençoados nas casas de refúgio com alimentos e ajuda emergencial na China e através de treinamentos bíblicos transmitido via rádio de outros países.
Para muitos deles, é o primeiro contato com o evangelho e, quando retornam para a Coreia do Norte, estão preparados para fortalecer a igreja secreta. Um cristão perseguido norte-coreano compartilhou com um de nossos contatos: “Quero caminhar na fé e obedecer a Jesus até a morte. Digam ao povo de Deus que não mede esforços para nos socorrer que estamos praticando o amor de Deus aqui, na Coreia do Norte”.
Dite Coumou contou o seu testemunho de como chegou a Jesus, depois de abandonar a Nova Era e o budismo.
Em seu site, ela explicou que era sensível ao sobrenatural e, através de várias experiências, acreditava que havia mais entre o céu e a terra.
“Enquanto buscava viver meu sonho, procurei respostas para minhas perguntas profundas da vida em todos os lugares. Desde muito jovem, eu queria saber qual era o sentido da minha existência”, disse ela.
E continuou: “Acabei em uma longa e doentia busca na Nova Era e no budismo, entre outras coisas”.
Encontrando respostas
Tudo mudou depois que Joost, que atualmente é seu marido, a convidou para ir à igreja.
“Naquele domingo de manhã, uma mão celestial me tocou, o que me fez tremer na minha cadeira. Enquanto ninguém percebeu nada e o culto continuou, conheci meu salvador e amigo Jesus”, afirmou Dite.
Nesse momento, ela relatou que seu coração, que era inquieto e buscava por respostas, se acalmou:
“Eu tinha uma certeza: ‘Estou em casa’. Embora eu nunca tivesse ouvido sua voz antes, ela soou mais familiar do que qualquer outra coisa”.
Dite informou que a transição do reino das trevas para a luz foi radical. Para ela, era natural ouvir a voz de Deus e se mover no que Ele falava.
“Milagres e sinais se tornaram uma parte normal da minha vida. Eu me apaixonei pela presença de Deus, pelo som de sua voz e pelo poder transformador do Espírito Santo”, disse ela.
Chamado e ministério
Dite contou que seu relacionamento diário com Deus despertou nela um profundo amor pelo Corpo de Cristo.
“Ele me chamou como uma voz profética neste mundo. Para equipar o Corpo de Jesus para ouvir sua voz. E trazer transformação conectando o maior número possível de pessoas à revelação que está no coração de Deus. Para que cada camada da sociedade ganhe vida e rompa o céu na terra”, declarou Dite.
Atualmente, ela e seu esposo Joost estão servindo ao Senhor através de um ministério itinerante para tornar Jesus conhecido no mundo: “Nós amamos o povo de Deus, tanto quanto as pessoas que ainda não o conhecem”.
“Acreditamos que o amor, a bondade e a justiça de Deus se tornam visíveis quando fazemos o que Jesus diz e queremos nos comprometer totalmente com isso”, acrescentou a missionária.
Recentemente, eles estiveram na Holanda para realizar um culto de batismo que impactou a população.
Dite concluiu seu testemunho citando o texto bíblico em Salmos 139:17-18:
“Como são preciosos para mim os teus pensamentos, ó Deus! Como é grande a soma deles. Se eu os contasse, seriam mais do que os grãos de areia. Se terminasse de contá-los, eu ainda estaria contigo”.
A Igreja Episcopal dos EUA viu um declínio de mais de 90.000 membros em 2022, mas também testemunhou um aumento considerável na frequência ao culto dominical, de acordo com um novo relatório.
Segundo uma análise de dados paroquiais divulgada esta segunda-feira, a Igreja Episcopal tinha cerca de 1,58 milhões de membros batizados em 2022, estando divididos entre 6.789 congregações membros.
Isto representa um declínio em comparação com as estatísticas oficiais de 2021, nas quais a denominação relatou ter 1,678 milhões de membros batizados e 6.806 congregações membros.
No entanto, a denominação viu um aumento na frequência média ao culto dominical, passando de aproximadamente 312.000 em 2021 para quase 373.000 no ano passado, ou um aumento de cerca de 60.000.
Em relação à frequência aos cultos, o relatório explica que embora tenha “diminuído dramaticamente” durante a pandemia da COVID-19 e os subsequentes confinamentos, “parece estar a recuperar”.
“Embora não tenha voltado aos níveis pré-pandemia, há sinais de recuperação de parte do comparecimento perdido aos domingos”, afirmou o relatório paroquial. “Além disso, a [frequência de domingo] relatada aqui incluiu apenas a participação presencial e não inclui participantes virtuais de congregações que oferecem uma opção virtual para serviços.”
No entanto, os cerca de 373.000 reportados para 2022 ainda estão bem abaixo dos números médios de assistência aos domingos para 2013, que totalizaram pouco mais de 657.000.
Em 2019, a principal denominação protestante relatou aproximadamente 547.000 pessoas em média comparecendo ao culto dominical.
Extinção até 2050
Nos últimos anos, a Igreja Episcopal tem experimentado um declínio considerável, especialmente entre os membros batizados e os congregados. Em 2010, o número total de membros da denominação caiu para menos de 2 milhões e é agora quase meio milhão a menos do que isso.
Alguns atribuíram este declínio à direção teológica progressista da denominação. Por exemplo, quando a denominação ordenou o seu primeiro bispo abertamente gay em 2003, um grande número de membros e congregações separaram-se em resposta.
Em novembro de 2020, o Rev. Dwight Zscheile, padre episcopal e professor, alertou que, no atual ritmo de declínio, a Igreja Episcopal poderá ser extinta até 2050.
“O quadro geral é terrível”, disse Zscheile, conforme relatado pelos Líderes da Igreja em 2020. “Não é um cenário de declínio, mas sim de morte na próxima geração, a menos que as tendências mudem significativamente”.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
A trajetória histórica da pesquisa mostra que a taxa de reprovação do governo nesse grupo demográfico está em ascensão.
Dentre os eleitores entrevistados que se identificam como evangélicos, 64% reprova o novo governo. No começo do ano, esse número era de 56%, ou seja, a rejeição ao petista aumentou oito pontos percentuais.
Ainda entre os cristãos protestantes, 31% aprovam o governo Lula. Em junho, este número era de 34%, ou seja, caiu três pontos nos últimos meses.
Entre os católicos, a aprovação ao petista também caiu. Em junho foi de 60%, agora está em 57% dos que aprovam Lula. Já 36% dos católicos desaprovam o atual presidente.
O PoderData ouviu 2,5 mil pessoas em 212 municípios das 27 unidades da Federação entre os dias 24 e 26 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
Cristãos sofrem perseguição em vários países do continente africano.
Uma equipe evangelística no leste de Uganda descobriu este mês que um muçulmano havia trancafiado seu filho e o deixado com fome por mais de quatro meses por aceitar a Cristo, disseram fontes.
Musobya Aramanzani de Nankoma, distrito de Bugiri, soube que seu filho de 17 anos havia aceitado a Cristo no início deste ano, depois de ouvir uma pregação em Iganga. Seu filho estava frequentando um internato em Iganga, um professor da escola telefonou para Aramanzani para relatar a conversão, e o menino foi trancado após uma visita de retorno para casa, disse um pastor da área.
O pastor soube do abuso em 15 de setembro, durante visitas evangelísticas domiciliares em Nankoma. Ele disse que no dia anterior Aramanzani não permitiu que ele e outros cristãos, envolvidos em uma campanha evangelística naquela semana, entrassem em sua propriedade, e a equipe soube pelos moradores da área que ele havia trancado seu filho lá dentro por mais de quatro meses por se converter ao cristianismo.
A equipe retornou no dia 15 de setembro, e o pastor implorou que lhe fossem concedidos alguns minutos para orar pela família; eles tiveram cinco minutos, disse ele.
“Enquanto orávamos, havia um cheiro muito forte e ruim na casa”, disse o pastor, cujo nome não foi divulgado por razões de segurança. “Como éramos muitos, entramos à força na sala interna de onde vinha o cheiro e encontramos um adolescente em estado de degradação.”
Uma foto do menino obtida pelo Morning Star News mostra-o faminto, com a pele grudada nos ossos. Os membros da equipe levaram à força o adolescente, cujo nome não foi divulgado por razões de segurança, para um hospital próximo para tratamento, enquanto o pastor e outros permaneceram com a família muçulmana.
Aramanzani disse ao pastor e à sua equipe que quando seu filho voltou para casa, ele e outros parentes o amarraram e lhe negaram comida porque ele “se tornou cristão ao fazer uma confissão pública, o que foi uma vergonha para a nossa família. A mensagem chegou até nós através dos seus professores na escola secundária Ibun Baz, em Iganga, onde o nosso filho estudava. Seu professor nos telefonou e nos contou sobre ele ter se juntado ao Cristianismo.”
No hospital, disse o pastor, o menino só conseguiu pronunciar algumas palavras sobre os maus-tratos. O pastor disse que soube por sua mãe que ela lhe forneceu água enquanto ele estava preso.
“A mãe costumava entrar sorrateiramente apenas com água, mas quando o filho adoeceu, ela não lhe trouxe remédios, mas o insultou, chamando-o de infiel à religião da família e dizendo que ele deveria morrer”, disse o pastor.
Conversão do pai
Aramanzani mais tarde se arrependeu da crueldade e de outros pecados e colocou sua fé em Cristo, disse o pastor.
“Ele nos convenceu a não denunciar o incidente à polícia”, disse o pastor. “A situação neste momento é muito delicada, porque o pai corre o risco de ser preso e ao mesmo tempo é um novo cristão. Primeiro precisamos tratar o jovem que sofre e depois discutir com a família o próximo curso de ação.”
O abuso foi o mais recente de muitos casos de perseguição aos cristãos em Uganda.
A constituição do Uganda e outras leis preveem a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e converter-se de uma fé para outra. Os muçulmanos representam não mais de 12 por cento da população do Uganda, com elevadas concentrações nas zonas orientais do país.