Início Site Página 419

Silas Malafaia defende pastor americano que disse que homossexuais vão para o inferno

Pastor Silas Malafaia pregando na sua igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo
Pastor Silas Malafaia pregando na sua igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), defendeu a liberdade de culto do pastor norte-americano David Eldridge, que está sendo investigado por LGBTfobia, após pregar que “todo homossexual tem uma reserva no inferno”, no Congresso Geral da União de Mocidades das Assembleias de Deus de Brasília (UMADEB).

A pregação ocorreu durante um dos dias do evento, que aconteceu no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília/DF, no Carnaval, em fevereiro. O trecho desta pregação chegou a viralizar em várias mídias sociais com muitos xingamentos vindos dos internautas.

Como resultado, um inquérito para apurar o caso foi aberto pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin) da Polícia Civil do Distrito Federal.

No culto do último domingo (05/03), Silas Malafaia defendeu o pastor Eldridge. Silas citou o artigo 5º da Constituição para lembrar aos fiéis que o pastor estava coberto por ela, e por essa razão, não deveria ser investigado por qualquer fala feita durante o congresso em questão.

Em seguida, Malafaia leu 1º Coríntios 6.10-11 para confirmar que a fala do pregador norte-americano teve respaldo bíblico.: “Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus”.

“Isso é: essa cambada toda aqui vai para o inferno. Eu não ponho ninguém no céu, e não ponho ninguém no inferno. É a Bíblia, o livro que eu creio que, segundo minha convicção religiosa, é quem diz quem é que vai para o inferno”, pregou Silas.

Segundo o pastor, o versículo bíblico é claro ao dizer que efeminados e sodomitas vão para o inferno. Em sua visão, são os homens que têm relações com outros homens.

O pastor também pregou Apocalipse 21.8 que diz: “Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte”.

Malafaia prossegue dizendo que as pessoas podem denunciá-lo ao Ministério Público por essas falas, mas afirmou que está baseado no artigo 5º, incisos 4, 6 e 8. “Não tem ministro do STF, não tem senador, não tem deputado, não tem governador e nem presidente, ninguém neste país pode impedir a pregação religiosa da nossa convicção”, declara.

Assista:

Fonte: Portal do Trono

China exige registro online para cristãos participarem de cultos

Bandeira da China (Foto: Canva pro)
Bandeira da China (Foto: Canva pro)

Cristãos na província de Henan, na China, terão que se registrar online e receber autorização do governo para participar de cultos.

Segundo a China Aid, a nova regra foi imposta pelo departamento religioso provincial, mas sem nenhuma base legal.

A partir de agora, os moradores que quiserem participar de qualquer atividade religiosa deverão preencher um formulário no aplicativo “Smart Religion” para frequentar igrejas, mesquitas e templos budistas.

No app, os moradores precisam preencher informações pessoais, incluindo nome, número de telefone, número de identificação, residência permanente, ocupação e data de nascimento.

Aos que receberem permissão do governo, também terão sua temperatura medida e deverão apresentar um código do registro feito no aplicativo.

Quando questionados sobre como os cristãos idosos, que não sabem acessar aplicativos, irão se registrar, as autoridades afirmaram que uma equipe os ajudaria.

De acordo com cristãos locais, o número de frequentadores nas igrejas em Henan diminuíram devido ao complicado procedimento.

O aplicativo “Smart Religion” foi desenvolvido pela Comissão de Assuntos Étnicos e Religiosos da Província de Henan e foi lançado oficialmente em algumas partes da província.

O app conta com tecnologias para vigilância precisa, como big data, inteligência artificial e mapas.

A China Aid denunciou que a nova medida do governo comunista não tem o objetivo de proteger os direitos religiosos dos moradores, mas para ser usada com fins políticos.

A situação para a Igreja na China teve uma piora desde o ano passado. O país subiu uma posição na Lista Mundial da Perseguição em 2023, passando do 17º para o 16º lugar.

Isso significa que mais cristãos estão sendo presos, torturados e hostilizados por causa de sua fé. O Partido Comunista da China (PCC) está se tornando cada vez mais totalitário.

Conforme os críticos, o intenso controle das pessoas por parte das autoridades através de monitoramento de alta tecnologia não passa de “medo de perder o poder político”.

Fonte: Guia-me com informações de China Aid

Igreja Deus é Amor pode estar envolvida em possível estelionato

Igreja Deus É Amor
Igreja Deus É Amor

A Igreja Pentecostal Deus é Amor, uma das maiores igrejas evangélicas do Brasil, está sendo acusada por um ex-integrante de comprar um imóvel com o dinheiro de ofertas de fiéis e depois revendê-lo para a própria instituição por R$ 4 milhões.

O advogado Francisco Tenório, ex-membro da instituição religiosa, fez a denúncia ao The Intercept Brasil.

De acordo com o relato de Tenório, a Igreja Deus É Amor fez campanha para pedir ofertas aos seguidores durante seus cultos para comprar um imóvel onde funciona um templo da igreja, localizado na avenida Mateo Bei, 2567, no bairro de São Mateus, na zona leste de São Paulo.

O prédio foi adquirido no dia 17 de janeiro de 2000, por R$ 350 mil e registrado em nome de David Oliveira de Miranda (filho do pastor David Martins de Miranda, líder e fundador da Deus é Amor, morto em 2015) e de sua então esposa, Raquel Borges de Miranda, conforme registra a escritura.

Entretanto, sete anos depois, em dezembro de 2017, após a separação do casal, o imóvel foi vendido novamente à Deus é Amor por R$ 4 milhões, como comprova o registro do cartório. Segundo Tenório, ele assinou um termo de compromisso de compra como testemunha.

“O imóvel foi comprado com dinheiro de ofertas para ser uma sede regional. E a igreja dizia que era um templo próprio. Eles ‘venderam’ o templo próprio para a própria Deus é Amor por R$ 4 milhões. Foram R$ 2 milhões para o David Filho e R$ 2 milhões para a Raquel Borges. Eu assinei um termo de compromisso de compra, como testemunha, com a data de 6 de dezembro de 2016”, afirmou Tenório, hoje consultor de instituições religiosas e autor do livro “O Direito da Igrejas” (edição independente). Ele explicou que não ficou com cópia do documento de compra do imóvel.

“Como esse bem foi incorporado ao patrimônio do David Filho, em 2000, isso configura estelionato, pois o bem foi adquirido com dinheiro da igreja e o próprio missionário David Miranda dizia que era templo próprio da instituição. Mas pôs no nome do filho para proteger a família”, afirmou o advogado.

David Oliveira de Miranda, ou David Filho, não integra mais os quadros da Deus é Amor. Desde 2017, possui a sua própria denominação, a Igreja Pentecostal Santificação no Senhor, no bairro do Brás, na região central de São Paulo.

Francisco Tenório contou que assinou o documento de preferência de compra do imóvel como testemunha quando estava na sede da igreja à espera de uma reunião. “Eu assinei lá na hora porque não tinha outra pessoa, e eles não queriam chamar os membros que trabalham no prédio nem empregados, para que ninguém soubesse. Esse contrato ia ser levado para o cartório de registro de imóveis para passar para o nome da igreja em definitivo”, detalhou.

“Depois da reunião, a Ereni Miranda, presidente da igreja e viúva de David Miranda, pediu para eu aguardar. E o próprio David Filho veio me cumprimentar. Eles queriam ver minha cara”, contou.

“Eu era apenas um membro, mas tinha boa relação com a direção, e era próximo da cúpula”, explicou. Depois de ter se desligado da igreja, em 2004, ele atuou também como advogado de Sérgio Sora, ex-pastor e ex-vice-presidente da denominação, que foi casado com Leia Miranda, também filha do fundador David Miranda.

O Intercept enviou à Igreja Pentecostal Deus é Amor na sexta-feira, 3, uma série de questões sobre as denúncias apresentadas. Não houve resposta até o fechamento da reportagem.

Fonte: The Intercept Brasil

Maioria dos pastores acha que a igreja híbrida veio para ficar, segundo estudo

Culto on-line
Culto on-line

Como as igrejas já reabriram suas portas após a pandemia do COVID-19, apenas uma minoria delas vê os cultos presenciais como o modelo de igreja do futuro. A maioria vê um modelo híbrido utilizando várias tecnologias online como o novo normal, de acordo com um novo estudo da Pushpay .

Em seu relatório State of Church Technology de 2023, a Pushpay, fornecedora líder de soluções de pagamentos e engajamento para setores religiosos e sem fins lucrativos, disse que quando seus pesquisadores perguntaram aos líderes da igreja como seria o futuro de sua igreja em 12 meses, apenas 28% dos entrevistados indicaram apenas pessoalmente, enquanto muitos tinham múltiplas perspectivas.

“Surpreendentemente, em vez de selecionar uma única resposta, centenas de entrevistados selecionaram duas ou mais opções. Isso indica uma incerteza significativa sobre como seus ministérios podem parecer daqui a um ano”, disseram os pesquisadores da Pushpay. “Esse nível de dúvida dificulta a capacidade de uma igreja de tomar decisões tecnológicas informadas. A adoção de novas ferramentas digitais deve ser fundamentada em uma visão do futuro – mas neste ponto de inflexão, isso pode ser difícil para muitos ministérios”.

Enquanto 28% dos entrevistados assistiram apenas a cultos presenciais nos próximos 12 meses, uma parcela quase igual, 25% acreditam que a igreja se reunirá no metaverso, que o Facebook descreve como “um conjunto de espaços virtuais onde você pode criar e explorar com outras pessoas que não estão no mesmo espaço físico que você.”

Outros 20% disseram que o culto será apenas online, enquanto impressionantes 81% dos entrevistados prevêem que os cultos abrangerão um modelo híbrido.

O estudo anual, que agora está em seu segundo ano, examina as tendências digitais na Igreja. Os dados para o estudo foram coletados por meio de uma pesquisa realizada entre setembro e outubro de 2022. Mais de 2.200 líderes de igrejas de todos os ramos do cristianismo nos Estados Unidos participaram e cerca de dois terços deles representavam igrejas com um orçamento anual de menos de US$ 1 milhão.

O relatório observou que, em 2022, 89% das igrejas usaram um modelo híbrido e apenas 10% disseram que estavam adorando apenas pessoalmente.

Agora, diz Pushpay, os novos dados refletem uma expectativa entre os líderes da igreja de crescimento em cultos de adoração somente online ou metaversos.

“Curiosamente, quando solicitado a especular sobre como sua igreja pode operar daqui a um ano, esse número híbrido cai para 81% – mas apenas online e o metaverso aumenta significativamente. Portanto, o número híbrido mais baixo não significa necessariamente que as igrejas estão abandonando o digital, mas sim que estão considerando novas oportunidades voltadas para a tecnologia”, explicaram os pesquisadores. “O espírito da igreja híbrida está alavancando a tecnologia para aumentar a flexibilidade, adaptabilidade e inclusão no ministério.”

A CEO da Pushpay, Molly Matthews, disse em um comunicado ao The Christian Post: “Estamos vendo uma mudança empolgante no setor da fé, à medida que os líderes da igreja estão se tornando mais experientes em tecnologia e ansiosos para explorar novas abordagens para o envolvimento na era digital”.

Um forte percentual de 94% das igrejas afirma que a tecnologia é importante para sua missão, e 53% definem seu ministério como “progressivo” quando se trata de tecnologia. Muitos, no entanto, veem o custo como o maior obstáculo para investir nos produtos de que precisam.

“Dos cinco principais fatores considerados ‘extremamente importantes’ ao considerar uma nova tecnologia, apenas o preço foi considerado mais importante em relação ao ano passado. Notavelmente, mais abaixo nessa lista, também houve um grande aumento na importância do preço baseado no uso. Uma possível explicação para essa tendência é a economia em geral”, disseram os pesquisadores. “Na época da pesquisa, as igrejas estavam apenas emergindo de uma pandemia que provavelmente prejudicou seus balanços, e podem estar se preparando para uma recessão antecipada no futuro próximo”.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Perseguição às mulheres cristãs: de violência sexual ao controle digital

Mulheres e crianças são vítimas constantes de violência, agressão e discriminação ao redor do mundo (Foto: Portas Abertas)
Mulheres e crianças são vítimas constantes de violência, agressão e discriminação ao redor do mundo (Foto: Portas Abertas)

Uma mulher ou menina enfrenta perseguição dupla, quando decide seguir a Jesus em algum dos 50 países da Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2023. É comum que mulheres já sofram com a desigualdade em seus direitos por ser mulher, como a falta de educação e dependência econômica, mas isso piora se elas deixam a fé majoritária para se tornarem cristãs.

O objetivo de empregar pressão e violência sobre as cristãs é para que elas retornem à antiga fé ou se convertam à religião imposta pela sociedade. Vale tudo para que essas mulheres e meninas se mantenham no padrão do que a família e comunidade esperam delas, inclusive agressões físicas, verbais e até morte.

Conheça algumas formas de perseguição as meninas e mulheres cristãs.

Violência sexual

De acordo com o relatório da Portas Abertas referente a perseguição específica de mulheres, a violência sexual acontece com 85% das cristãs perseguidas nos países da LMP 2023. No entanto, os dados não são exatos, já que muitas não denunciam esses crimes por medo da vergonha e desvalorização que resultam.

Em Bangladesh, por exemplo, uma mulher abusada é uma desonra para sua família e comunidade. Ela pode até ser processada por cometer um ato “antiético”, mesmo sendo a vítima. Por isso, é comum que as mulheres violentadas se mantenham em silêncio e isso reforça a ação dos homens, que sabem que ficarão impunes se cometerem o abuso novamente.

Na Nigéria, as mulheres sequestradas por grupos extremistas são vítimas de agressão sexual. Mesmo quando conseguem fugir, elas precisam lidar com o preconceito da família e da comunidade, já que perderam sua “pureza” e costumam ter filhos dos radicais islâmicos.

Os contextos social e jurídico podem prolongar as consequências da violência sexual. No Iraque, o abuso sexual só é um crime se o homem não se casar com a vítima. “Para restaurar a honra da família, as mulheres, incluindo as cristãs, podem ser forçadas a se casar com o agressor. As crianças nascidas de estupro (e/ou desse casamento) serão oficialmente registradas como muçulmanas”, explica um colaborador da Portas Abertas.

Controle digital

Em países onde as mulheres têm acesso a computadores e internet, a perseguição também pode ser digital. Muitas são vigiadas e monitoradas tanto pelas famílias quanto pelo governo. Enquanto os agentes do Estado procuram impor a adesão às políticas governamentais, o monitoramento familiar visa manter as expectativas familiares e reforçar o status por meio da prevenção de associações indesejadas com pessoas de outra fé.

Caso essas mulheres não se submetam às ordens da família, terão o acesso à internet negado, e celulares e computadores confiscados. Quando desobedecem ao governo, costumam ser interrogadas, agredidas e presas.

Em culturas onde mulheres e meninas têm pouca privacidade e os homens têm autoridade máxima em casa, o mundo digital é outra esfera de controle e abuso doméstico. Em países de maioria islâmica, como o Catar, as práticas de tutela masculina facilitam e até encorajam o controle digital.

Sequestro e casamento forçado

O sequestro e o casamento forçado também são maneiras de enfraquecer a fé das meninas e mulheres cristãs. Enquanto o sequestro não tem aval da família, o casamento forçado pode ser um interesse dos parentes em manter a mulher longe da fé cristã e garantir um benefício econômico.

As meninas e mulheres sequestradas por grupos radicais islâmicos fazem parte de um plano para a geração de próximos combatentes. Além disso, as cristãs são utilizadas como escudos humanos. Na República Democrática do Congo, mulheres grávidas e meninas pequenas são colocadas à frente dos jihadistas, para que as forças do governo não os fuzilem facilmente.

O casamento forçado pode ser usado como arma contra cristãs de origem muçulmana. Elas são obrigadas a se casarem com muçulmanos devotos como maneira de retornar à antiga fé. Caso se neguem, podem enfrentar agressões físicas e sexuais dos maridos, amparados pela lei.

No Nordeste do Chade, por exemplo, as mulheres estão sujeitas a pagar uma multa de até 39 dólares por rejeitarem uma proposta de casamento. O valor é caro em vista da pobreza em que vivem os cristãos locais, já marginalizados economicamente por seguirem a Jesus.

Apoie uma cristã perseguida

Mulheres e meninas cristãs enfrentam pressão e violência por seguir a Jesus? Doe e ajude cristãs no Oriente Médio e Norte da África com discipulado.

Fonte: Portas Abertas

Israel afirma que fragmento do rei Dario “não é autêntico”

Inscrição do rei Dario diz ‘Ano 24 de Dario’. (Foto: Yoli Schwartz/Autoridade de Antiguidades de Israel)
Inscrição do rei Dario diz ‘Ano 24 de Dario’. (Foto: Yoli Schwartz/Autoridade de Antiguidades de Israel)

A Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) disse na sexta-feira (03) que o fragmento antigo com o nome do rei persa Dario, o Grande, “não é autêntico”.

A suposta descoberta foi divulgada com grande alarde, mas tudo não passou de um equívoco. O fragmento encontrado por um alpinista na região das planícies da Judéia, em Israel, pertencia a um especialista que participou de uma expedição no local.

Ele admitiu que havia criado o material para demonstrar aos seus alunos como eram os inscritos da antiguidade, mas acabou deixando o “fragmento” no local. O especialista foi questionado se fez isso sem querer ou se tinha outras intenções.

Após a divulgação, o próprio especialista entrou em contato com a Autoridade de Antiguidades de Israel para explicar o ocorrido. Ele é um dos poucos profissionais da Arqueologia especializado em antigas inscrições aramaicas.

“Assumimos total responsabilidade pelo infeliz evento”, disse o professor Gideon Avni, que é cientista-chefe da IAA.

O tal fragmento foi examinado pelo Dr. Haggai Misgav, um dos principais pesquisadores sobre o antigo alfabeto aramaico e Sa’ar Ganor, um arqueólogo que estuda o local de Tell Lachish e sua região.

A Instituição disse que luta pela verdade científica e que todos estão empenhados em corrigir o erro que foi cometido, tornando-o conhecido pelo público.

“Em termos de práticas éticas e científicas, vemos isto como uma ocorrência muito grave. Deixar um material recém-inscrito no local foi um descuido, e levou ao erro cometido pelos pesquisadores, distorcendo a verdade científica. Mas, estes casos em pesquisas arqueológicas são muito poucos em número”, justificou.

Como o material foi encontrado?

O achado aconteceu por acaso, quando o caminhante Eylon Levy, assessor de mídia internacional do presidente de Israel, Isaac Herzog, estava passeando em Tel Lachish, no centro de Israel, em dezembro passado.

Ele conta que pegou uma pedra que parecia ter marcas estranhas. Quando olhou mais de perto, viu que era um pedaço de cerâmica com arranhões que poderiam ser inscritos antigos.

“Quando peguei o ostracon [pequena lasca ou pedaço de cerâmica, madeira ou pedra que era usada no mundo antigo para escrever mensagens curtas ou notas] e vi a inscrição, minhas mãos tremeram. Olhei para a esquerda e para a direita em busca das câmeras porque tinha certeza de que alguém estava pregando uma peça em mim”, disse Levy.

“Pensei que aquilo era bom demais para ser verdade”, ele ainda comentou. Ao ser analisada, porém, os profissionais da Autoridade de Antiguidades de Israel se mostraram céticos de que fosse verdadeiro.

Levy diz que algumas semanas depois recebeu um telefonema de Saar Ganor, da IAA, que disse estar vindo dos laboratórios dos Manuscritos do Mar Morto.

“Passamos por três scanners. Isso é autêntico”, disse ao afirmar que o material era de dois mil e quinhentos anos atrás, antes da história de Purim. Mas, como já foi esclarecido, tudo não passou de um grande equívoco.

Como resultado da “infeliz ocorrência”, a IAA disse que vai atualizar os procedimentos e políticas adequados com todas as expedições estrangeiras que trabalham no país.

Fonte: Guia-me com informações de IAA e Times of Israel

Mulheres que são esposas de pastores arriscam a vida por amor a Jesus

Mulheres que são esposas de pastores arriscam a vida e a família por amor a Jesus (Foto: Portas Abertas)
Mulheres que são esposas de pastores arriscam a vida e a família por amor a Jesus (Foto: Portas Abertas)

Domingo, dia 5, primeiro domingo de março, foi celebrado o Dia da Esposa de Pastor no Brasil, e hoje é o Dia Internacional da Mulher. As esposas de pastores são mulheres que auxiliam seus esposos não apenas em questões relacionados à família, mas também à igreja.

São elas que acolhem as lágrimas secretas dos líderes cristãos e os suportam quando estão mais vulneráveis, já que muitas vezes não é possível expor seus temores e dores para não afetar o desenvolvimento espiritual dos membros da comunidade de fé.

Em países onde há perseguição aos cristãos, as esposas de pastores costumam liderar as igrejas locais quando o marido é agredido, preso e até morto. Elas são as primeiras a apoiá-los, mesmo quando a decisão de seguir e pregar sobre Jesus é sinônimo de colocar a família em risco. Conheça abaixo algumas esposas de pastor da Igreja Perseguida.

Asha – Índia

Asha* e o pastor Krishna* pagam um preço alto por seguirem a Jesus na Índia. Desde que abriram uma pequena igreja e começaram a compartilhar o amor de Deus, viram muitas pessoas se converterem e a perseguição aumentar.

Durante um culto de domingo, extremistas invadiram a igreja e acusaram o pastor de forçar a conversão das pessoas. Então, o levaram para a rua e começaram a agredi-lo.

Asha tentou salvar o marido do linchamento, mas também foi atacada pelos radicais hindus. “Não fazia muito tempo que havia feito uma cirurgia no estômago e os pontos não estavam completamente cicatrizados. Os extremistas me empurraram e me chutaram perto da área da cirurgia e eu comecei a sangrar. Mas eu podia ver meus filhos chorando e gritando e tive que deixar de lado minha dor e cuidar deles e de meu marido”, testemunha.

Anahita – Irã

Durante um culto de Natal em 2022, Anahita foi detida juntamente com seu marido, o pastor Abdolreza Matthias, no Norte do Irã. Além de ter a casa invadida, o casal teve computadores e materiais cristãos confiscados, e a cristã foi interrogada e encarcerada na prisão de Lakan.

A prisão é parte da vida de Anahita desde que ela decidiu deixar o islã para seguir a Jesus. Além disso, ela poderia ser sentenciada à morte caso as acusações de apostasia fossem formalizadas.

A esposa de pastor foi libertada em janeiro após o pagamento da fiança de quatro mil dólares. Porém, ainda é acusada de fazer “propaganda contra o sistema” e “perturbar a ordem pública”. Enquanto isso, o marido dela conitnua detido.

Dama – República Centro-Africana

Em 2021, Dama perdeu o marido e pastor Jean Ramadan durante um ataque de extremistas na vila de Tiri, na República Centro-Africana. A cristão tornou-se responsável pela sobrevivência dos nove filhos, mas essa pressão não foi capaz de impedir que toda a família visse e experimentasse a provisão de Deus.

Dama e os filhos fugiram para Ndele e lá ela recebeu ajuda emergencial da Portas Abertas. Com esse apoio, a cristã construiu uma pequena casa e passou a cultivar e vender alimentos, como feijão e mandioca.

Os corações de Dama e seus filhos estão cheios de gratidão pelo socorro dos irmãos na fé: “Agradeço a todos os meus irmãos e irmãs cristãos que nunca me viram. Após a perseguição que sofri quando meu marido foi assassinado, vocês me apoiaram financeiramente. Que o Senhor conceda três vezes mais a graça que recebi”.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Mulheres cristãs no Oriente Médio e Norte da África enfrentam perseguição

Por serem mais vulneráveis perante a sociedade, as mulheres e meninas cristãs estão mais propícias à perseguição (Foto: Portas Abertas)
Por serem mais vulneráveis perante a sociedade, as mulheres e meninas cristãs estão mais propícias à perseguição (Foto: Portas Abertas)

O nascimento de uma menina não costuma ser tão celebrado quanto o de um menino em países de maioria islâmica, como no Norte da África e no Oriente Médio. Essa discriminação acompanha as garotas por toda a vida e as torna sujeitas às ordens e desejos dos homens da família. São eles que decidem com quem vão se casar, se podem estudar, trabalhar, sair de casa, viajar e como devem se vestir e se comportar.

A justificativa para esse controle é de proteção às mulheres, mas quando uma delas decide ir contra essas imposições, a punição pode ser severa, como expulsão de casa, agressão física e sexual, prisão domiciliar, tortura, casamento forçado e até morte. Esses crimes acontecem com frequência quando uma menina ou mulher decide deixar o islã para seguir a Jesus.

O resultado de tanta opressão às mulheres é a amargura contra os homens que causaram o sofrimento e contra um deus que as vê como seres incapazes e sem valor. Essas irmãs precisam descobrir o que Deus pensa sobre elas e o que Ele espera que cada uma faça em Seu reino de amor.

Conheça Azizah

Azizah (pseudônimo) é uma cristã de origem muçulmana do Irã, onde as mulheres costumam ser discriminadas em todos os âmbitos da sociedade. “No caso de herança, o direito da mulher é metade do direito do homem. Ela só pode obter um passaporte e viajar se tiver uma permissão oficial do marido. No tribunal, o testemunho de duas mulheres é igual ao de um homem”, explica.

Em sua caminhada de fé, Azizah viveu muitos conflitos em relação a sua identidade em Deus e seu valor cultural. “Apesar do que você lê na palavra, você ouve o dia inteiro outras mensagens que ainda fazem você se sentir inútil. Isso cria um grande conflito interior. A maioria das mulheres com quem trabalho tem os mesmos problemas”, relata a cristã.

Mesmo enfrentando perseguição, Azizah passou a agir com essa nova identidade em Cristo e hoje lidera outras mulheres que decidiram seguir a Jesus. “Algumas mulheres estão cansadas ou com raiva de Alá. Leva tempo para conhecerem o Deus da Bíblia e se comunicarem com ele. Mas quando descobrem quem ele é e seu poder, resistem a muitas dificuldades e sofrimentos. Muitas mulheres permanecem fortes”, finaliza.

O Senhor tem chamado mais mulheres do Norte da África e Oriente Médio para segui-lo. Ele deseja curá-las e revesti-las de uma nova identidade em Cristo. Ajude a transformar tanto a vida dessas irmãs na fé com treinamento bíblico, como as comunidades onde elas vivem.

Fonte: Portas Abertas

Adhemar de Campos e Paulo César Baruk cantam “Amigo de Deus”

Adhemar de Campos e Paulo César Baruk cantam “Amigo de Deus”
Adhemar de Campos e Paulo César Baruk cantam “Amigo de Deus”

A canção “Amigo de Deus”, um clássico da música cristã, de autoria de Adhemar de Campos e Kleber Ferraz, volta a ser destaque no cenário musical em uma nova versão que conta com a participação primorosa do amigo Paulo César Baruk. 

A canção, que sai pela gravadora Uni Records, integra o projeto especial, intitulado “70 Anos de Adhemar de Campos”. 

Adhemar explica que esse trabalho é a celebração da vida que recebeu de Cristo, transformada em música e poesia: “Além de ter minha família, que me completa totalmente, pude contar com a participação mais que especial de Paulo César Baruk, Nívea Soares, Eli Soares, dos meus filhos Rodrigo e Mariana e do time de músicos e vocalistas que enriqueceram em muito o projeto.”

Adhemar de Campos é pastor, cantor, músico e compositor, um dos mais notórios ministros de louvor e adoração do Brasil, cuja história se confunde com a da música evangélica brasileira. Com mais de 50 anos de vida com Cristo, suas obras ajudam milhares de pessoas a vivenciarem a presença de Deus de modo íntimo e profundo. Seu primeiro trabalho, “Mil Razões”, foi gravado em 1985; em 1987, foi pioneiro na gravação ao vivo de músicas cristãs com o álbum “Testemunho de Louvor”.

Ele conta que a canção “Amigo de Deus” nasceu em 1995 no coração dele e do Kleber Ferraz em uma experiência marcante e inesquecível durante um ensaio e que, “ao longo dos anos, tornou-se conhecida e cantada nas igrejas. Ela segue abençoando milhares de pessoas. Agora, todos podem ouvi-la nesse lindo projeto, no qual tive o privilégio da participação do meu amigo Paulo César Baruk”.

Adhemar é o idealizador do seminário Reciclando a Visão, fundador da Associação dos Músicos Cristãos do Brasil (AMC) e autor de vários livros, como “O poder da música a serviço da adoração”, “Adoração, um estilo de vida” e “O que a Igreja deve cantar”.

Atuante na igreja-sede da Comunidade da Graça, em Vila Carrão, São Paulo (SP), Adhemar é autor de aproximadamente 1.000 canções e versionista de mais de 100 músicas de origem norte-americanas e línguas hispânicas de cantores como Don Moen, Ron Kenoly, Bob Fitts, Paul Wilbur (Estados Unidos), Marcos Witt (México/Estados Unidos) e Jorge Lozano (Argentina). 

Assista “Amigo de Deus” clicando aqui:

André e Felipe lançam EP “No Secreto”

André e Felipe lançam "No Secreto"
André e Felipe lançam "No Secreto"

É com o lançamento da canção “No Secreto”, pela Uni Records, que a dupla André e Felipe finaliza o EP de mesmo nome.

O projeto reúne as faixas “E Se”, André e Felipe collab Leandro Borges; “Minha Essência”, André e Felipe collab Jessé Aguiar; “Meu Barquinho”, André e Felipe collab Preto no Branco, “A Resposta” e “No Secreto”.

O EP foi gravado no espaço “A Casa de Babette”, em São Paulo (SP), com a direção de vídeo de Bruno Fioravanti. A produção musical, violão e piano tem a assinatura de Ed Oliver. O EP ainda contou com a participação especial do coral One Service.

André conta o que esse trabalho significou para a dupla: “Esse projeto foi um mix de emoção para nós, pensado nos mínimos detalhes com o nosso coração, colocando canções que já faziam parte da nossa vida há muito tempo, como ‘Meu Barquinho’, ‘Minha Essência’ e ‘E Se’. Nós as ouvíamos em nossos devocionais, em oração, nos momentos em secreto com Deus. As canções foram se encaixando como em um quebra-cabeça. Quando recebemos a canção ‘No Secreto’, sabíamos que ela fecharia o projeto.”

Ele explica que a canção “No Secreto”, composição de Jonatas Fonseca, veio para resumir o real sentido proposto para esse projeto: “Desde o início, nosso objetivo era transmitir às pessoas que o segredo de tudo é a comunhão com Deus, assim como está escrito em Mateus 6.6. Entrar no quarto, fechar a porta, dobrar os joelhos e falar com Deus com liberdade e intimidade. Independentemente da situação, do problema, Jesus sempre é a resposta.”

André e Felipe, atualmente considerados a melhor dupla gospel do sertanejo universitário do Brasil, revelam que depois do lançamento de “No Secreto”, o público pode esperar mais novidades de André e Felipe para 2023.

“Está chegando muita coisa boa para este ano! Nosso segundo DVD está vindo aí. Depois de 23 anos de ministério, Deus tem colocado em nosso coração o projeto deste DVD. Podemos afirmar que vai ser incrível, com muitas participações, algumas regravações e canções inéditas”, a dupla adianta.

Assista “No Secreto” clicando aqui

Ads
- Publicidade -
-Publicidade-