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Duas cristãs são mortas em igreja em Gaza

Prédios em Gaza durante a noite (Foto: Canva)
Prédios em Gaza durante a noite (Foto: Canva)

Duas mulheres cristãs foram mortas por um franco-atirador em Gaza no último sábado, 16 de dezembro. Elas estavam no complexo de uma igreja, composto pelo templo e alguns edifícios, como dormitórios, na cidade onde outros cristãos também se refugiam desde que a guerra entre Israel e o grupo extremista Hamas se agravou.

Os líderes da igreja confirmaram o ataque. “Nahida e a filha, Samar, foram baleadas e mortas quando andavam dentro do complexo da igreja. Uma delas foi baleada, quando a outra tentou socorrê-la, foi atingida também e não resistiu ao ferimento. Outras sete pessoas foram baleadas e feridas quando tentavam proteger outras no complexo da igreja. Nenhum alerta foi dado, ou notificação”, disse um representante da igreja.

Na declaração à imprensa, a igreja também confirmou que no começo do sábado (16), outro edifício próximo onde havia cristãos, sendo 54 deslocados internos por causa da guerra, foi atingido por um tanque israelense. As pessoas tiveram que sair do prédio e os 54 deslocados internos que estavam usando os respiradores da instituição estão sem acesso a respiradores agora.

Ataques seguidos

Outras três pessoas ficaram feridas na região por causa do bombardeio. O líder da igreja local disse que é uma “tragédia absurda. Não conseguimos compreender como tal ataque pôde ser feito”. Em outra igreja próxima, onde 1.070 cristãos palestinos estão abrigados, as pessoas estão sob medo constante de novos bombardeios, somado ao temor da escassez de alimentos, do número insuficiente de banheiros e recurso básicos para atender tantas vítimas e, sobretudo, da falta de perspectiva de futuro.

Há quase dois meses, centenas de cristãos estão escondidos, abrigados na igreja em Gaza, por acreditarem que os templos e edifícios próximos são os locais mais seguros nesse momento. As mulheres se revezam para cozinhar os alimentos, muitas vezes, para a única refeição do dia e os banheiros também têm o uso organizado para não deixar de atender a tantas pessoas em um único local. Esses cristãos ainda não têm perspectiva de quando poderão voltar para casa.

O incidente do último final de semana somado a um ataque há pouco mais de um mês causou a morte de ao menos 20 cristãos na guerra entre Israel e Hamas. Por favor, não deixe de orar pelo fim da guerra entre Israel e Hamas e por um Natal de paz para a região.

Fonte: Portas Abertas

Silas Malafaia chama papa Francisco de “hipócrita”

Papa Francisco e Silas Malafaia (Foto: Montagem/Reprodução)
Papa Francisco e Silas Malafaia (Foto: Montagem/Reprodução)

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória Em Cristo, chamou o papa Francisco de “hipócrita” e disse que ele o “envergonha os católicos” durante vídeo onde criticou a decisão de Francisco de abençoar casais homossexuais.

No vídeo publicado nas redes sociais, Malafaia afirmou que a “punição” para a homossexualidade é o “inferno”. “A pergunta é: onde, no cristianismo, em nome do amor, tem licença para pecar ou abençoar práticas pecaminosas? Em lugar nenhum!”, disse.

“Aprenda: o Deus que é amor vai colocar a gente no inferno. Jesus, que e a manifestação máximo do amor de Deus sobre a terra, no Evangelho de Mateus fala mais sobre o inferno que sobre o céu”, afirmou Malafaia.

O líder da Assembleia de Deus Vitória Em Cristo ainda acusou Francisco de “falsificar o evangelho” ao aprovar a bênção a casais homossexuais.

“A única relação aprovada na Bíblia é heterossexual. Jesus não aprovou nem apoiou relação de homem com homem ou mulher como mulher. Papa, você está falsificando o evangelho. É uma heresia. Você quer fazer graça com esse mundo pervertido”, atacou o pastor.

Fonte: Metrópoles

Nikolas Ferreira é denunciado por criticar prêmio feminino entregue para homem biológico

Deputado Federal Nikolas Ferreira e srN (Reprodução)
Deputado Federal Nikolas Ferreira e srN (Reprodução)

A premiação de Nícolas Niederauer como “atleta feminina de 2023” provocou a revolta da oposição na Câmara dos Deputados. “Nícolas srN”, como é chamado, tem 16 anos e recebeu dois troféus no Prêmio eSports Brasil, o maior evento privado dedicado a profissionais de jogos eletrônicos na América Latina.

O deputado federal Nikolas Ferreira publicou uma imagem de srN recebendo o prêmio e escreveu: “As mulheres estão perdendo espaço para homens que se sentem mulheres”.

Após criticar a entrega do prêmio, Nikolas Ferreira (PL-MG), foi denunciado ao Ministério Público por Erika Hilton, parlamentar do PSOL.

Hilton fez uma representação à Procuradoria dos Direitos do Cidadão, alegando que o colega cometeu crimes de transfobia, discriminação, violência e opressão em uma postagem feita por ele na manhã desta segunda-feira (18).

Protestos de outros deputados

Parlamentares afirmaram que não é justo mulheres disputarem competições com pessoas que se classificam como não binários: ou seja, que não se identificam com o sexo masculino nem com o feminino.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro protestou contra a premiação de Nicolas srN: “O mundo dos games tem imensa influência sobre crianças e adolescentes. Se você não mostrar a verdade para seus filhos, a esquerda vai impor a mentira”.

Carla Zambelli foi ainda mais contundente na crítica: “Aqui não se trata de orientação sexual. Atleta revelação feminina que é homem, veste-se como homem, e você acha normal esta ‘concorrência’ dentro do esporte? Onde estão as feministas?

O atleta não binário não se identifica nem como homem nem como mulher e integra uma equipe de mulheres. As mulheres estão perdendo espaço para homens que se sentem mulheres”, disse a parlamentar.

“Viva o feminismo!”, ironizou o deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP).

Após a premiação, muitos internautas também criticaram por se tratar de um homem biológico, o que levou srN desativar suas redes sociais e emitir uma nota afirmando que tomará as medidas legais cabíveis.

A parlamentar Erika Hilton também cobrou a identificação e punição de internautas que ofenderam e ameaçaram Nícolas SrN.

Com informações de Metrópoles e Fuxico Gospel

Dinamarca torna ilegal queimar escrituras religiosas

Bandeira da Dinamarca na rua Stroget, na capital Copenhague (Foto: Canva Pro)
Bandeira da Dinamarca na rua Stroget, na capital Copenhague (Foto: Canva Pro)

Uma multa ou até dois anos de prisão é a punição para aqueles que profanarem as escrituras religiosas na Dinamarca a partir de agora.

O Folketing, o parlamento nacional do país, votou 94 a 77 a favor de uma lei cujo principal objetivo é impedir a queima do Alcorão, que causou uma crise de segurança na Dinamarca e em outros países vizinhos.

Grupos jihadistas islâmicos como o Hezbollah ou o al-Shabab apelaram ao ataque à Dinamarca e à Suécia em vingança por uma série de queimadas públicas do livro sagrado muçulmano, que foram gravadas e partilhadas online por algumas pessoas.

Agora, a lei visa o “tratamento inadequado de escritos de importância significativa para uma comunidade religiosa reconhecida”. O Ministro da Justiça disse que a “zombaria sistemática” que está aumentando os níveis de ameaça terrorista na Dinamarca deve acabar. “Devemos proteger a segurança da Dinamarca e dos dinamarqueses”, disse ele.

Mas muitos na Dinamarca veem a lei como um retrocesso na delicada área das liberdades fundamentais. Os partidos de oposição de direita disseram que a lei era “uma restrição à liberdade de expressão ditada de fora”.

“O Irã altera a sua legislação porque a Dinamarca se sente ofendida por algo que um iraniano faria? O Paquistão? A Arábia Saudita? A resposta é não”, disse um porta-voz de esquerda.

Em agosto, um teólogo e analista cultural sueco disse que a queima do Alcorão não deveria levar a legislação contra a blasfêmia.

“Como igrejas cristãs, devemos deixar claro que consideramos inapropriado queimar qualquer texto sagrado”, disse Olof Edsinger. “Mas algo está terrivelmente errado quando regimes totalitários – muitas vezes oprimindo o seu próprio povo – estão tentando forçar-nos a abandonar os nossos direitos humanos duramente conquistados”, acrescentou.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Porta dos Fundos cancela especial de Natal por considerar ‘inadequado’

Fábio Porchat interpreta Jesus no "Especial de Natal" do Porta dos Fundos. (Foto: Divulgação)
Fábio Porchat interpreta Jesus no "Especial de Natal" do Porta dos Fundos. (Foto: Divulgação)

Sempre em busca de polêmicas e ridicularizando os cristãos através de temas que envolvem Jesus e a Bíblia, principalmente no período das festas de fim de ano, o Porta dos Fundos decidiu cancelar o especial de Natal por “ser inadequado”.

Desta vez, não foi através de ações na justiça contra a produtora, mas por iniciativa própria. De acordo com a Revista Oeste, a filmagem, que foi feita em agosto, no Rio de Janeiro, se tornou inviável depois da guerra entre Israel e Hamas que teve início em outubro.

O especial exibiria piadas sobre a Bíblia e o Oriente Médio, de acordo com uma nota da produtora: “Quando o especial foi escrito e filmado, o mundo não enfrentava o que enfrenta hoje”.

Produtora se justifica

“Para comemorar o décimo especial de Natal, a obra audiovisual exibiria um stand-up comedy sobre o Velho Testamento. Estrelado por Fábio Porchat, a produção narraria com humor algumas histórias consideradas inusitadas da Bíblia, mas não traria Jesus como personagem”, conforme o UOL.

“Splash foi convidado para acompanhar a gravação que aconteceu em agosto deste ano na Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói (RJ). Foi montada uma cenografia que remetesse ao Oriente Médio no ano 30DC”, explicou a produtora.

As piadas eram baseadas em casos inusitados ou desconhecidos do Velho Testamento. Uma delas tratava de Saul, o rei que unifica as tribos dispersas da região da antiga Judeia e da Palestina e compõe o estado de Israel. O especial abordaria ainda “Sansão e Dalila” e outros.

‘Não se trata de humor’

Em outras ocasiões, a produtora precisou cancelar suas “programações humorísticas” por apresentar Jesus Cristo como homossexual e envolvendo a figura de Deus com prostituição, mentira e deturpando valores e crenças cristãs.

Seus materiais foram alvos de críticas de políticos e líderes cristãos. “Não é humor, como eles alegam, muito menos liberdade de expressão. No meu entender, é a prática de algo tipificado no Artigo 208 do Código Penal Brasileiro, onde está escrito que é crime ‘vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso’. Neste caso, vilipendiam a representação dos personagens bíblicos, incluindo a figura do próprio Jesus”, disse a psicóloga Marisa Lobo em sua coluna no Guiame.

“Você acha que, se o grupo Porta dos Fundos fizesse um ‘especial’ retratando Maomé em um prostíbulo, teria a proteção da Justiça? Ou, se retratasse um Orixá, os ‘patuás’ ou canjerês de forma ridicularizada, totalmente contrária ao que seus adeptos acreditam e ensinam, o trabalho seria visto como nada mais do que mera produção artística e humorística?”, questionou ao concluir.

Fonte: Guia-me com informações de UOL e Revista Oeste

Contrariando a Bíblia, Vaticano autoriza bênção para casais do mesmo sexo

Papa Francisco pensativo
Papa Francisco pensativo

Contrariando a doutrina bíblica e da própria Igreja Católica de condenar a união homossexual, o Vaticano afirmou nesta segunda-feira (18) que passará a permitir que padres abençoem casais do mesmo sexo.

A decisão está em um documento autorizado pelo papa Francisco, que foi divulgado nesta segunda.

Seguindo a medida, os sacerdotes católicos romanos têm agora a permissão de conceder bênçãos a casais do mesmo sexo, se assim desejarem.

Embora os padres mantenham o direito de recusar a realização da cerimônia, estão proibidos de impedir “a entrada (em igrejas) de pessoas em qualquer situação em que possam procurar a ajuda de Deus através de uma simples bênção”.

A “bênção” não deve apresentar qualquer semelhança com uma cerimônia de casamento e não pode ocorrer durante liturgias regulares da Igreja.

‘Ato irregular’

O documento que anuncia a recente decisão destaca que a Igreja Católica mantém a perspectiva de considerar a união entre casais do mesmo sexo como um ato “irregular”, reafirmando que a doutrina permanece inalterada. No entanto, ressalta também que a permissão para as bênçãos é interpretada como um “sinal de que Deus acolhe a todos”.

Em outubro, durante um discurso, o papa Francisco já havia indicado a possibilidade de a igreja vir a permitir a bênção a casais homossexuais em um futuro próximo.

“Não podemos ser juízes que apenas proíbem”, disse Francisco na ocasião.

Em agosto, o pontífice declarou que as mulheres trans são “filhas de Deus” e enfatizou que a igreja não deveria tratá-las de maneira diferente.

Em janeiro, o papa criticou países que criminalizam homossexuais, afirmando que “a homossexualidade não é crime”.

Fonte: Guia-me com informações de G1

Cristãos são presos em resposta à indignação dos muçulmanos, na Mauritânia

Bandeira da Mauritânia (Foto: canva)
Bandeira da Mauritânia (Foto: canva)

As autoridades da Mauritânia, país situado no noroeste da África, prenderam 15 líderes cristãos desde o final de novembro, na sequência de apelos à punição por parte de muçulmanos indignados com um vídeo que mostrava uma cerimónia de batismo, disseram fontes.

As famílias de 14 dos líderes cristãos também foram presas, de acordo com o grupo de ajuda e defesa International Christian Concern (ICC). As acusações contra os cristãos não eram claras; não existe lei contra o evangelismo na Mauritânia, mas mesmo assim as autoridades proíbem os não-muçulmanos de “fazer proselitismo” e proíbem qualquer expressão pública de fé, exceto o Islã, de acordo com o mais recente Relatório Internacional sobre Liberdade Religiosa do Departamento de Estado dos EUA, de 2022.

A apostasia, ou abandono do Islã, é punível com a morte neste país do noroeste de África, onde a população é composta por 98 por cento de muçulmanos sunitas e 1 por cento de muçulmanos xiitas e a Constituição designa o Islã como a única religião dos cidadãos e do Estado.

Pelo menos três dos cristãos foram inicialmente presos pouco antes de 30 de novembro em Selibaby, mais de 600 quilômetros (373 milhas) ao sul da capital, Nouakchott, de acordo com o serviço de notícias espanhol EFE. As prisões resultaram de protestos que pediam a morte de cristãos depois que um vídeo de uma cerimônia de batismo apareceu nas redes sociais, de acordo com o ICC e líderes cristãos na região.

“Tragicamente, esta hostilidade estendeu-se para além dos indivíduos detidos, afetando as suas famílias que agora enfrentam assédio por parte dos seus vizinhos”, informou a ICC. “O governo mauritano encontra-se numa posição delicada, dividido entre os seus compromissos com as reformas dos direitos humanos e uma maior liberdade religiosa, afirmando que as detenções foram feitas para proteger os cidadãos e outros elementos islâmicos radicais.”

As autoridades mauritanas acreditam que as detenções foram necessárias para resolver o “problema cristão” no país, uma vez que o vídeo aumentou a consciência da presença do cristianismo na área, segundo a ICC.

Um líder cristão na Mauritânia disse que a área que protestava contra os muçulmanos no dia 2 de dezembro pediu que as casas dos cristãos fossem queimadas.

“De acordo com os muçulmanos, metade da população da aldeia tornou-se crente”, disse ele. “Eles querem impedir o progresso do evangelho nesta terra fechada. A polícia prendeu seis líderes no início, mas depois de verificar o telefone de um líder, a polícia encontrou nomes. Eles estão atrás de qualquer nome que encontraram naquele telefone.”

A Emenda do Código Penal de 2018 da Mauritânia, Artigo 306, afirma que “qualquer muçulmano que apostatar explicitamente do Islã, ou que disser ou fizer algo que exija ou inclua isso, ou que renuncie ao que sabe ser exigido pela religião, será preso por três dias, durante os quais ele será solicitado a se arrepender. Se ele não se arrepender, será condenado à morte por blasfêmia e os seus bens serão transferidos para o tesouro dos muçulmanos.”

As leis e procedimentos legais da Mauritânia derivam de uma mistura da lei civil francesa e da sharia (lei islâmica), mas houve apelos do público para uma maior aplicação do código penal baseado na sharia do país, de acordo com o relatório de liberdade religiosa de 2022 do Departamento de Estado.

“A lei proíbe a apostasia e a blasfêmia”, afirma o relatório. “O código penal determina uma sentença de morte para qualquer muçulmano condenado por apostasia ou blasfêmia, mas o governo nunca aplicou a pena capital por apostasia ou blasfêmia.”

As organizações não-governamentais religiosas devem abster-se de fazer proselitismo ou de outra forma promover qualquer religião que não seja o Islã, e o governo deve pré-aprovar todas as reuniões de grupo, “incluindo reuniões religiosas não-islâmicas e aquelas realizadas em residências privadas”, de acordo com o relatório.

Ao mesmo tempo, os líderes religiosos não-muçulmanos afirmaram que o governo normalmente não impede que tais grupos realizem reuniões religiosas em espaços privados, observa o relatório. A posse de materiais religiosos não-islâmicos permaneceu legal, embora o governo continuasse a proibir a sua impressão e distribuição, acrescenta.

Embora a Mauritânia seja parte no Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos (PIDCP), que proporciona a todos a “liberdade de ter ou adotar uma religião ou crença” da sua escolha, o governo continuou a proibir qualquer expressão pública de religião, exceto aquela do Islã, de acordo com o relatório sobre liberdade religiosa.

“As igrejas autorizadas podiam realizar cultos dentro das suas instalações, mas não podiam fazer proselitismo”, afirma o relatório. “Uma exigência não oficial do governo restringiu o culto não-islâmico às poucas igrejas cristãs reconhecidas.”

A Mauritânia ficou em 20º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2023 da Portas Abertas, que mostra os países onde é mais difícil ser cristão.

Folha Gospel com informações de Morning Star News

Versículo da Bíblia mais lido no mundo em 2023 foi Isaías 41:10

Aplicativo da Bíblia YouVersion
Aplicativo da Bíblia YouVersion

O versículo mais popular do mundo em 2023 no aplicativo da Bíblia YouVersion é aquele que traz conforto aos cristãos há séculos.

O versículo que a comunidade global da YouVersion “mais destacou, marcou e compartilhou” este ano foi Isaías 41:10, que diz na NVI: “Portanto, não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois eu sou o seu Deus. eu te fortalecerei e te ajudarei; Eu te sustentarei com minha destra justa.”

É a terceira vez nos últimos quatro anos (2020 e 2022 foram os outros) que Isaías 41:10 é classificado como o verso mais popular. Em 2021, era Mateus 6:33.

YouVersion é um ministério gratuito financiado por doadores e oferece App da Bíblia, App da Bíblia Lite e App da Bíblia para Crianças.

“De uma perspectiva global, todos nós passamos por muita coisa nos últimos anos, por isso não é surpresa que as pessoas continuem a se sentir atraídas pela esperança e pela paz prometidas em ”, disse Bobby Gruenewald, fundador e CEO da YouVersion. “Mesmo que haja muito medo e ansiedade em todo o mundo, acreditamos que a fé é a resposta, e é encorajador ver as pessoas continuarem a se apegar a Deus e à Sua Palavra nos seus maiores momentos de necessidade. ” Isaías 41:10

Os usuários do aplicativo frequentemente pesquisavam respostas sobre amor, paz, cura, esperança e ansiedade, de acordo com um comunicado à imprensa.

Enquanto isso, o YouVersion quebrou vários recordes em 2023, inclusive para novas instalações. As instalações aumentaram este ano em mais de 100 milhões de dispositivos, um número recorde que supera o recorde anterior de 2020 (76 milhões). O uso diário da Bíblia cresceu 20% este ano.

A Índia viu um aumento de 53% nas instalações em comparação com 2022, com os residentes usando mais de 700 versões da Bíblia em mais de 350 idiomas. Na América Latina, houve um aumento de 107% nas instalações.

Noutros lugares, o continente africano registou um aumento de 98 por cento no envolvimento com a Bíblia em comparação com 2022, com o Quénia (225 por cento), os Camarões (229 por cento) e o Uganda (288 por cento) liderando.

“Nossa visão é levar a Palavra de Deus a todos, em todos os lugares, todos os dias, e sabemos que não podemos fazer isso sozinhos”, disse Gruenewald. “Mais do que nunca, estamos vendo a Igreja global unificada em torno da Palavra de Deus, e é emocionante pensar em quantas pessoas mais se aproximarão de Deus por causa da paixão e do compromisso de nossos parceiros para trabalharem juntos.”

Versículo mais lido no Brasil

À medida que mais brasileiros usaram e instalaram o App da Bíblia este ano, o versículo que gerou mais engajamento e se tornou o Versículo do Ano da YouVersion para o Brasil foi:

“Lembre da minha ordem: ‘Seja forte e corajoso! Não fique desanimado, nem tenha medo, porque eu, o Senhor, seu Deus, estarei com você em qualquer lugar por onde você for’”. Josué 1:9

Embora este versículo seja diferente do Versículo do Ano da YouVersion no mundo (Isaías 41:10), o mesmo em 2022, ambos os versículos enfatizam as mesmas instruções: não tenha medo porque Deus está contigo. Com este versículo Bíblico sendo o mais compartilhado, marcado e destacado em 2023, Josué 1:9 também corresponde às necessidades expressas nas principais pesquisas no aplicativo deste ano. No Brasil, as pessoas recorrem consistentemente à Bíblia em busca de passagens sobre amor, ansiedade, esperança, Salmo 91 e Provérbios.

“De uma perspectiva global, todos nós passamos por muitas coisas nos últimos anos, por isso não é nenhuma surpresa que as pessoas continuem a se sentir atraídas pela esperança e pela paz prometidas em versículos como Josué 1:9”, disse Bobby Gruenewald, Fundador e CEO da YouVersion. “Mesmo que haja muito medo e ansiedade em todo o mundo, acreditamos que a fé é a resposta, e é encorajador ver as pessoas continuarem a se apegar a Deus e à Sua Palavra em seus momentos de maior necessidade.”

Folha Gospel com informações de Christian Headlines e YouVersion

Governo da Indonésia fornecerá locais para cristãos fazerem culto de Natal

Cristãos na Indonésia. (Foto: Portas Abertas)
Cristãos na Indonésia. (Foto: Portas Abertas)

O Ministro do Desenvolvimento Humano e Cultura, Muhajir Effendy, pediu aos governos regionais da Indonésia que apoiassem os cristãos que não tem igreja para realizar cultos no Natal deste ano.

Segundo o International Christian Concern (ICC), em 2022, cristãos e igrejas enfrentaram oposição enquanto celebravam o nascimento de Jesus Cristo.

A iniciativa de Muhadjir, tem como objetivo garantir que todas as comunidades religiosas tenham o direito de realizar sua celebração de Natal em segurança.

Muitos cristãos na Indonésia enfrentam intimidação, oposição e outros desafios ao tentarem se reunir para cultuar a Deus nas congregações.

No período de Natal, os crentes também lidam com a violência e ataques. Muhadjir destacou a obrigação do governo regional de fornecer instalações para a realização de cultos aos cristãos perseguidos.

“Todos devem receber o mesmo serviço. Não deve haver discriminação. Se você não puder realizar o seu culto porque não há instalações, o governo deve fornecê-las sob os escritórios do Ministério da Religião em cada região”, disse o ministro ao ICC.

Perseguição às igrejas

Muitos crentes enfrentam assédios contínuos enquanto se reúnem para adorar a Deus. Assim como são injustiçados quando decidem construir novas escolas ou igrejas.

Na Indonésia, as congregações enfrentam dificuldade para obter permissão para construir templos. Os requisitos para ganhar a licença são quase impossíveis de cumprir para a maior parte das novas igrejas.

Para construir um templo, os cristãos precisam apresentar 90 assinaturas de aprovação de membros da congregação e 60 de famílias da região de diferentes religiões.

Então, as igrejas frequentemente enfrentam oposição de grupos que tentam obstruir a construção de casas de culto não muçulmanas.

Atualmente, a Indonésia está classificada em 33° lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2023 da Portas Abertas.

“Ore para que os casos de intolerância não se espalhem na Indonésia e para que o governo atual e o futuro sejam mais tolerantes com as liberdades religiosas e a diversidade no país”, pediu a missão.

Fonte: Guia-me com informações de International Christian Concern

Pastor revela que perseguição aos cristãos na China é a pior em 40 anos

Pastor Bob Fu. (Captura de tela/YouTube 100 Huntley)
Pastor Bob Fu. (Captura de tela/YouTube 100 Huntley)

De acordo com o pastor Bob Fu, fundador do China Aid — organização que defende a liberdade religiosa e os direitos humanos na China — a perseguição aos cristãos no país atingiu o pior nível em 40 anos.

Ele alertou, recentemente, através do podcast “A Voz dos Mártires no Canadá — Closer to the Fire”, que não é exagero afirmar que “a perseguição contra os cristãos e outras minorias religiosas atingiu realmente o pior nível desde a Revolução Cultural”.

“Pela primeira vez, vimos o Partido Comunista reprimir a Igreja de forma generalizada e, literalmente, declarar uma guerra contra o Cristianismo”.

‘Eles forçam crianças a renunciar a fé em público’

Para o pastor, todos os esforços do governo ditador para censurar os chineses visam especialmente os jovens cristãos.

“Estamos vendo milhões de crianças chinesas, de famílias cristãs, sendo forçadas a assinar um formulário para renunciar à sua fé em público”, revelou.

Além disso, Bob Fu lembrou que os líderes comunistas também continuam a remover cruzes dos edifícios das igrejas.

“Mesmo as igrejas sancionadas pelo governo foram alvo de perseguição. Aqueles pastores que se recusam a destruir, remover ou demolir voluntariamente as suas cruzes têm enfrentado enormes riscos de perseguição”, observou.

‘Proibidos de frequentar a igreja’

Ainda segundo o pastor, os cristãos chineses sabem que cada movimento é minuciosamente observado pelo governo, à medida que a China adota o monitoramento social digitalizado.

“As igrejas sancionadas pelo governo, cada púlpito da igreja e os quatro cantos da igreja devem ter instaladas câmeras de reconhecimento facial para que possam monitorar a congregação”, contou.

Além disso, existem regras rígidas sobre quem “não pode frequentar as igrejas”: crianças, jovens com menos de 18 anos, qualquer membro do Partido Comunista ou membro da Liga da Juventude Comunista, qualquer funcionário público ou qualquer policial e militar. Todos estão proibidos de frequentar a igreja.

Mesmo diante dessa intensa perseguição, porém, Fu diz que apesar de não entendermos o que Deus está fazendo na China, todos podemos orar para que os crentes chineses permaneçam firmes na sua fé.

“Por favor, ore também pelo crescimento da Igreja Chinesa apesar da perseguição, para que os discípulos fiéis se multipliquem e para que a verdadeira Palavra do Evangelho seja conhecida”, concluiu.

Fonte: Guia-me com informações de MNN

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