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EUA exige libertação de pastor batista preso em Mianmar

Reverendo Dr. Hkalam Samson é pastor e ex-presidente da Convenção Batista Kachin, em Mianmar (Foto: Reprodução/CSW)
Reverendo Dr. Hkalam Samson é pastor e ex-presidente da Convenção Batista Kachin, em Mianmar (Foto: Reprodução/CSW)

O governo dos Estados Unidos está pedindo a libertação imediata do bispo batista Hkalam Samson, que foi preso e detido pela junta militar de Mianmar há três meses.

Samson, um conselheiro da Convenção Batista Kachin (KBC, sigla em inglês), foi preso no início de dezembro sob a acusação de se encontrar com membros de um grupo étnico armado e de realizar uma reunião de oração com membros do governo civil paralelo de Mianmar, também conhecido como Birmânia.

“Condenamos a prisão e detenção pelo regime militar da Birmânia do proeminente líder cristão da etnia kachin, reverendo Dr. Hkalam Samson”, disse o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price, em uma coletiva de imprensa recente.

O conflito entre os militares, localmente conhecidos como Tatmadaw, e as milícias de minorias étnicas aumentou desde o golpe militar em fevereiro de 2021, já que as milícias étnicas têm apoiado manifestantes pró-democracia. A junta matou mais de 3.000 pessoas e prendeu quase 20.000 outras, até a última sexta-feira, de acordo com a Associação de Assistência aos Presos Políticos.

“Estamos extremamente preocupados com seu bem-estar e segurança e pedimos a nossos parceiros e aliados que se juntem a nós para pedir ao regime que retire todas as acusações e liberte imediata e incondicionalmente o reverendo Samson”, disse Price.

Samson, que anteriormente atuou como presidente e secretário da KBC, é presidente da Assembleia Consultiva Nacional de Kachin, um grupo de líderes religiosos e políticos locais que ajudam a promover a comunicação entre a Organização de Independência de Kachin, ou KIO, que é a ala política da Independência de Kachin Exército e a comunidade local.

O país do Sudeste Asiático é o lar da mais longa Guerra Civil do mundo, que começou em 1948.

As zonas de conflito estão ao longo das fronteiras de Mianmar com a Índia, Tailândia e China.

Os cristãos representam pouco mais de 7% da nação de maioria budista, mas são maioria no estado de Chin, que faz fronteira com a Índia, e no estado de Kachin, que faz fronteira com a China. Os cristãos também constituem uma parte substancial da população do estado de Kayah, que faz fronteira com a Tailândia.

O bispo detido organizou os funerais de mais de 60 vítimas do ataque aéreo da junta em um concerto de aniversário do KIO no município de Hpakant em outubro passado e tentou providenciar para que os feridos graves recebessem tratamento médico de emergência nos hospitais mais próximos.

Um mês depois do incidente, ele participou de um encontro de oração em Myitkyina, organizado pelo Conselho de Igrejas de Mianmar, que representa os grupos cristãos do país, para homenagear as vítimas.

Price elogiou o “trabalho incrível de Samson em defesa da liberdade religiosa, justiça, paz e responsabilidade”. Ele disse que “deve ser celebrado e replicado, não condenado”.

“Além disso, exortamos o regime a cessar sua repressão inescrupulosa contra atores e comunidades religiosas na Birmânia e acabar com a violência.”

Em novembro passado, a junta militar bombardeou um seminário batista no estado de Shan, ferindo pelo menos quatro homens no dormitório.

Em junho passado, vários relatórios, inclusive da ONU, revelaram que a junta havia visado desproporcionalmente minorias religiosas, incluindo cristãos, e atacado e matado brutalmente centenas de crianças desde o golpe militar.

Tom Andrews, relator especial da ONU sobre a situação dos direitos humanos em Mianmar, disse em um relatório da época que “os ataques implacáveis ​​da junta às crianças ressaltam a depravação e a disposição dos generais de infligir imenso sofrimento a vítimas inocentes em sua tentativa de subjugar o povo de Mianmar”.

Com foco no assassinato de crianças, o relator da ONU disse durante sua apuração de fatos para o relatório: “Recebi informações sobre crianças que foram espancadas, esfaqueadas, queimadas com cigarros e submetidas a execuções simuladas, e que tiveram suas unhas e dentes arrancados durante longas sessões de interrogatório.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Entrevista: novo presidente da bancada evangélica critica STF e defende atos do 8/1

O deputado federal Eli Borges (PL-TO)
O deputado federal Eli Borges (PL-TO)

O deputado federal Eli Borges, novo líder da Frente Parlamentar Evangélica, mais conhecida como bancada evangélica, disse, em recente entrevista para a Folha de S. Paulo, que Bolsonaro agiu com prudência após derrota, minimizou os pedidos de intervenção, criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu os atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro.

Eli Borges, que vai se revezar com Silas Câmara (Republicanos-AM) nos próximos dois anos no comando da bancada evangélica, um dos grupos mais representativos do Legislativo e que ampliou seu poder no mandato de Bolsonaro, disse que “muita gente boa” foi presa após os ataques antidemocráticos em Brasília no dia 8 de janeiro e que os baderneiros existiram, mas seriam uma “minoria infiltrada” que nada tinha a ver com a “imensa maioria, de boa-fé, na frente dos quartéis cantando o hino nacional”.

O deputado defendeu remover o direito ao aborto em casos de estupro e criticou a escola de samba paulistana Gaviões da Fiel por causa de seu enredo neste Carnaval, “Em Nome do Pai, dos Filhos, dos Espíritos e dos Santos”.

Sobre ser oposição ao governo Lula, o deputado disse que a bancada tem postura de defender bandeiras como a família, luta contra ideologia de gênero, luta pela defesa da vida e contra aborto, contra jogo de azar e que não vai amenizar nenhuma das pautas que a bancada defende em Brasília.

Perguntado se é um bolsonarista, ele disse: “Eu me considero um deputado federal que tem afinidade com as bandeiras que Bolsonaro defende. Até porque tenho uma postura política muito interessante. Se você analisar as minhas votações, elas são votações que estão muito ligadas à minha consciência. O Solidariedade foi para o PT, e eu tinha que ficar onde eu estava inserido nas bandeiras que eu defendo. Nesse momento que passou, esse lado era o do Bolsonaro.”

Sobre estar decepcionado com o comportamento de Bolsonaro após a derrota eleitoral, como alguns pastores disseram que estavam, Borges disse que Bolsonaro “apenas exercitou a prudência que deveria ter e não se envolveu em função de estarmos vivendo, entre aspas, uma ditadura da toga no Brasil. E isso com certeza levou o Bolsonaro a exercitar o espírito prudente nesse tempo de início do governo Lula. Ele é um ser humano, e nós temos que respeitar.”

Sobre as invasões aos prédios dos três poderes em Brasília no dia 8 de janeiro ser um ato antidemocrático, Borges disse que concorda que “uma pequena minoria de baderneiros infiltrados praticaram atos antidemocráticos. Porém a imensa maioria, de boa-fé, na frente dos quartéis cantando o hino nacional com a bandeira nacional, estava a serviço da consolidação da democracia brasileira.”

“Vi todos os segmentos religiosos que defendem as cores da nossa bandeira, a nossa brasilidade, vi todos na porta dos quartéis. Evangélicos, católicos e espíritas na luta pela democracia”, disse ao ser perguntado sobre a participação evangélica nos atos do dia 8 de janeiro.

Sobre os pedidos de intervenção das Forças Armadas após o resultado das urnas, o líder da bancada evangélica disse: “Se você abrir a Constituição está muito claro: as Forças Armadas exercem um papel de atender ao clamor popular, e essa população foi fazer um clamor que a Constituição define como um direito constitucional. Não vi nada de errado na sociedade fazer o seu clamor.”

Perguntado se Bolsonaro continuará contando com o apoio maciço dos evangélicos nas próximas eleições, Borges disse: “Não posso ser vidente para daqui a quatro anos. Entendo que, se ele continuar defendendo o que as igrejas defendem, vai conseguir esse apoio. Se o Lula se converter e começar a defender o que defendemos… A igreja não tem partido.”

Sobre o Estatuto do Nascituro, que propõe impedir o aborto em casos de estupro, o que hoje a legislação aceita, Borges disse que “neste jogo que fazem, esquerda contra direita, prefiro colocar a mãe que foi violentada. Tem omissões aí, que é esta criança. Será que ela também deveria falar no processo, dizendo: ‘Olha, não tenho culpa de nada, sou uma vida, tenho direito de nascer’? É importante pensarmos que tem essa figurinha lá, que a mãe emprestou sua barriga para que ela nasça.”

“Não concordo que tenha aborto no Brasil. Defendo a vida desde o nascituro. Defendo a vida, e o dono da vida é Deus”, disse ao ser perguntado sobre ser favorável a remover esse direito específico ao aborto da legislação.

Sobre a posição da bancada contra o enredo da escola de samba Gaviões da Fiel, ele disse que vê no Brasil uma cristofobia forte. Temos que oferecer uma reação. Queremos respeito ao nosso culto. Isso inclusive é uma garantia constitucional.

Ao ser questionado sobre o respaldo constitucional do pastor americano que disse num congresso da Assembleia de Deus, em Brasília, que homossexuais, trans e até quem usa calça apertada têm reserva no inferno, no mesmo fim de semana do desfile da Gaviões da Fiel, Eli Borges disse: “Olha, deixa eu ser claro. Uma coisa é uma escola de samba, devidamente organizada, com a clara visão de afrontar mesmo a fé brasileira. Outra coisa é uma preleção de um pastor que, dentro do regramento de sua fé, com a Bíblia aberta, se posicionou. Tenho o direito de verbalizar minha visão de sociedade desde que eu esteja enquadrado no meu manual, que é a Bíblia.”

Fonte: Folha de S. Paulo

Cristãos fazem protesto pacífico contra a perseguição religiosa na Índia

Cristãos lendo a Bíblia na Índia (Fonte: Portas Abertas)
Cristãos lendo a Bíblia na Índia (Fonte: Portas Abertas)

Com o avanço das leis anticonversão na Índia, a Igreja tem enfrentado momentos difíceis e muita perseguição por causa da fé em Jesus.

Cristãos são expulsos de suas aldeias, têm suas propriedades destruídas por extremistas hindus e também sofrem com a violência física. Até o momento, o governo não se mostrou motivado para proteger os cristãos.

Pelo contrário, a Constituição Indiana parece caminhar a passos largos para a aprovação da lei anticonversão a nível nacional. Se isso acontecer, todos os Estados deverão segui-la e a perseguição aos cristãos poderá ser ainda maior.

Dentro desse contexto, na semana passada, 22.000 cristãos de diferentes denominações de todo o país se reuniram para um protesto pacífico na capital Nova Deli, com o objetivo de chamar a atenção das autoridades, conforme um comunicado de imprensa divulgado pelos organizadores do evento, no domingo, 26 de fevereiro.

Violência contra cristãos aumenta a cada dia

De acordo com o líder religioso, Youhanon Mar Demetrios, da Igreja Ortodoxa Siríaca Malankara, o protesto é uma tentativa de mostrar que a violência contra os cristãos e suas instituições está aumentando consideravelmente e que é preciso tomar providências urgentes.

“Esses ataques são sem motivos, não tem fundamento”, disse Youhanon ao questionar sobre a garantia de proteção. “Não estamos pedindo nada fora do comum”, continuou.

Conforme o Vatican News, os manifestantes cantaram louvores de adoração e seguraram cartazes com mensagens em hindi e inglês. “Toda perseguição fortalece os cristãos na fé”, dizia uma das frases. “Pare o ataque contra os cristãos, pare de atacar nossas igrejas”, dizia outro cartaz.

John Dayal, porta-voz da União Católica Indiana, apontou que só em Uttar Pradesh há cerca de 350 cristãos presos por praticarem sua fé e que centenas de cristãos tribais foram forçados a deixar sua aldeia em Chhattisgarh.

“Queremos que o governo ouça nossos gritos e intervenha, tomando medidas para garantir a segurança e a proteção dos cristãos”, ele disse ao se dirigir aos manifestantes.

Dayal também apelou aos cidadãos indianos “para serem empáticos e solidários e levantarem suas vozes contra a injustiça organizada que acontece nacionalmente contra os cristãos.

O United Christian Forum, um grupo de direitos humanos com sede em Nova Deli que monitora as atrocidades contra os cristãos na Índia também esteve presente.

Centenas de incidentes de violência contra cristãos e outras minorias na Índia são relatados por várias organizações todos os anos.

A Comissão Nacional de Minorias lista oficialmente mais de cem atos de violência com motivação religiosa cometidos contra cristãos.

Mas, observadores afirmam que o número real é provavelmente muito maior, já que apenas cerca de 10% dos ataques são relatados.

Fonte: Guia-me com informações de Vatican News

Cristã perde marido e filhos por amor a Jesus, no Irã

Ex-muçulmana se se torna cristã (Foto representativa)
Ex-muçulmana se se torna cristã (Foto representativa)

Deixar o islã para seguir a Jesus em um país muçulmano inclui diversas perdas como apoio da família, emprego, respeito social e até mesmo a vida. Por isso, muitos não aguentam a perseguição e retornam para a antiga fé. No entanto, outros cristãos vão até as últimas consequências por amor a Jesus.

A Revista Portas Abertas de março traz o testemunho de cristãs do Norte da África e Oriente Médio como Sahar. Ela foi expulsa de casa no Irã pelo marido e precisou deixar os dois filhos ainda pequenos porque se recusou a negar a Jesus.

“Eu clamei a Deus, perguntando por que ele me fez mãe e depois me deixou passar por isso. Eu o questionava sobre quem cuidaria do meu filho de cinco anos, quem o colocaria na cama à noite. Meu coração estava partido, como ser humano, mulher, mas principalmente como mãe”, revela.

Nessa hora de sofrimento, Sahar colocou sua confiança em Deus e percebeu que nada do que tinha perdido poderia preencher o vazio do tamanho de Jesus. “Senti naquele momento que estava fazendo a coisa certa. Eu coloquei meus filhos naquele altar, meu casamento e sabia que Deus estava no controle da situação e faria alguma coisa. Através de toda essa dor, senti sua presença.”

O marido da cristã pediu que ela voltasse para casa e a tensão entre eles ainda continuava. Mas quando Sahar foi presa por frequentar uma igreja doméstica, o muçulmano ficou muito aflito e mudou a forma como tratava a fé de sua companheira. “Meu marido estava muito preocupado comigo. Quando fui solta, sua abordagem sobre a minha fé havia mudado. Ele estava me aceitando como eu era”, completa.

Sahar e sua família mudaram para a Turquia e hoje ela discipula outras cristãs de origem muçulmana que decidiram seguir a Jesus. “Há uma tremenda pressão sobre essas meninas e mulheres. Por favor, ore para que elas recebam coragem do Espírito Santo e sabedoria de Deus para que saibam que ele as protegerá e as capacitará.”

Apoie uma cristã de origem muçulmana

Assim como Sahar, outras mulheres que decidiram seguir a Jesus em países de maioria islâmica precisam ser fortalecidas na fé para resistir à perseguição. Doe e permita que elas recebam treinamento e descubram a identidade de filhas amadas de Deus.

Fonte: Portas Abertas

Jovens estão cada vez mais se identificando como LGBT, revela pesquisa

Bandeira do ativismo lgbt
Bandeira do ativismo lgbt

Dados de uma pesquisa de opinião nos Estados Unidos demonstram que cada vez mais jovens estão se identificando como LGBT, e apontam para um futuro onde as gerações mais novas se declarem homossexuais cada vez mais cedo.

O número de adultos dobrou desde a primeira vez que a empresa de pesquisa americana Gallup realizou o levantamento, uma década atrás.

Os dados são baseados em resultados das pesquisas telefônicas da Gallup de 2022, abrangendo entrevistas com mais de 10.000 adultos nos EUA. Em cada pesquisa, a empresa pergunta aos entrevistados se eles se identificam como algum gênero LBGT, permitindo que escolham várias identidades.

86% dos adultos americanos dizem que são heterossexuais, 7% se identificam como LGBT e 7% optaram por não responder à pergunta. Dentro daqueles que se identificam como LGBT, mais da metade (4,2%) se identifica como bissexual.

Cerca de um em cada cinco adultos LGBT se identifica como gay, cerca de um em cada sete diz que é lésbica e pouco menos de um em cada dez se identifica como transgênero.

Em 2022, a Gallup registrou pela primeira vez que 5% dos adultos LGBT se identificam como queer, pansexual ou assexual.

Preocupação com as gerações mais jovens

Os jovens da Geração Z, aqueles nascidos entre 1997 e 2004 com idade entre 18 e 25 anos em 2022, são o subgrupo com maior probabilidade de se identificar como LGBT, com 19,7%.

A taxa é de 11,2% entre os millennials e 3,3% ou menos entre as gerações mais velhas. Cada uma dessas porcentagens é maior do que para todas as outras gerações.

Alerta às gerações futuras

A identificação LGBT tornou-se muito mais comum nos Estados Unidos na última década, embora no ano passado o número tenha se mantido estável.

Segundo dados da Gallup, com um número tão alto de jovens se identificando como LGBT, estima-se que grande parte da população adulta dos EUA que não se reconhece como o gênero de nascença, cresça nos próximos anos.

No entanto, impedir esse crescimento depende principalmente da Igreja cumprir com seu papel de proclamar a Palavra de Deus e envolver os jovens a um conhecimento claro sobre a verdadeira identidade em Jesus.

Fonte: Guia-me com informações de Gallup

Cerca de 20 mil pessoas podem ter sido expostas ao sarampo no avivamento da Universidade de Asbury

O avivamento na Universidade de Asbury (Foto: Instagram/Nick Hall)
O avivamento na Universidade de Asbury (Foto: Instagram/Nick Hall)

Estima-se que 20.000 pessoas que se reuniram na Universidade Asbury em Kentucky no mês passado para participar de um evento de oração de duas semanas podem ter sido expostas ao sarampo por um participante que mais tarde descobriu estar infectado com o vírus altamente contagioso, os Centros de Controle de Doenças e Prevenção dos EUA (CDC) alertou.

De acordo com o CDC, o sarampo, que se espalha pelo ar quando uma pessoa infectada tosse ou espirra, “é tão contagioso que, se uma pessoa o tiver, 9 em cada 10 pessoas de todas as idades ao seu redor também serão infectadas se não forem protegido.”

A Asbury University disse em um comunicado que o participante do avivamento infectado é um residente do condado de Jessamine que não estava vacinado e era assintomático quando compareceu ao evento, que começou em 8 de fevereiro. O participante infectado compareceu ao evento em 18 de fevereiro.

Em 28 de fevereiro, apenas 3 casos de sarampo foram relatados em todo o país, incluindo o participante do reavivamento de Asbury. A agência insta os médicos a “estarem em alerta máximo para os sintomas do sarampo” entre as pessoas que compareceram ao evento.

“A transmissão comunitária do sarampo em conexão com este evento é possível, particularmente entre indivíduos não vacinados ou subvacinados”, disse o porta-voz do CDC, Scott Pauley, em comunicado citado pela CBS News.

As autoridades de saúde incentivam os indivíduos não vacinados ou subvacinados que compareceram ao evento a serem vacinados.

“Qualquer um que compareceu ao reavivamento em 18 de fevereiro pode ter sido exposto ao sarampo”, disse o Dr. Steven Stack, comissário do Departamento de Saúde Pública de Kentucky, em um comunicado divulgado na última sexta-feira, último dia do evento. “Os participantes que não foram vacinados são encorajados a ficar em quarentena por 21 dias e a buscar a imunização com a vacina contra o sarampo, que é segura e eficaz”.

Os primeiros sintomas do sarampo são típicos de muitas doenças respiratórias superiores – febre, tosse, conjuntivite e coriza – disse o Departamento de Saúde Pública de Kentucky. Três a cinco dias depois, a erupção cutânea característica do vírus se desenvolverá.

“Se você pode ter sido exposto no campus da Asbury University e desenvolver algum sintoma, seja previamente vacinado ou não vacinado, isole-se de outras pessoas e ligue para seu médico, atendimento de urgência ou departamento de emergência para solicitar o teste”, afirmou o Dr. Stack. “Por favor, não chegue a uma unidade de saúde sem aviso prévio para que outras pessoas não sejam expostas.”

Nos Estados Unidos, as crianças geralmente recebem sua primeira dose da vacina contra o sarampo em combinação com a vacina contra caxumba e rubéola entre 12 e 15 meses de idade.

Uma segunda dose é geralmente administrada entre 4 e 6 anos de idade. Essas duas doses de vacina são cerca de 97% eficazes na prevenção do sarampo se expostas ao vírus, de acordo com o Departamento de Saúde Pública de Kentucky.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Resultado de eleições preocupa cristãos da Nigéria

Bandeira da Nigéria
Bandeira da Nigéria

A Comissão Eleitoral da Nigéria anunciou a vitória de Bola Tinubu nas eleições presidenciais. O resultado das urnas prolonga a liderança do partido Congresso de Todos os Progressistas (APC) no país, o mesmo do chefe do executivo anterior, Muhammadu Buhari.

Ao contrário da tradição, que previa que um cristão do Sul e um muçulmano do Norte deveriam se intercalar nos cargos de presidência e vice, a chapa eleita é exclusiva de muçulmanos. Tinubu recebeu 40% dos votos válidos, o equivalente a 8,79 milhões de votos.

Antes das eleições, a Associação Cristã da Nigéria (CAN, da sigla em inglês) manifestou a preocupação com a escolha de dois candidatos muçulmanos. O secretário nacional da associação deixou claro que não apoiava uma chapa exclusivamente cristã ou muçulmana, mas que gostaria que a tradição fosse mantida.

Após alguns problemas no novo sistema de votação, a oposição do governo exigiu a anulação da disputa eleitoral. No entanto, o órgão eleitoral nacional (Inec) lembrou que os candidatos e partidos “lesados” deveriam seguir os procedimentos legais para questionar o pleito. Apesar de atrasos e problemas logísticos, as eleições foram tranquilas.

O novo presidente da Nigéria foi eleito duas vezes como governador do estado de Lagos, na década de 2000. As receitas do estado aumentaram e as taxas de crimes violentos diminuíram nessa época. Muitos nigerianos acreditam que ele possa ampliar essa ação para o país todo.

Fonte: Portas Abertas

Pastor Renato Vargens critica as pregações de Vitória Souza: “fracas e antropocêntricas”

Pastor Renato Vargens e Vitória Souza (Reprodução)
Pastor Renato Vargens e Vitória Souza (Reprodução)

Nos últimos dias o nome da digital influencer e pregadora Vitória Souza anda em alta nas redes sociais. O motivo sua maneira de pregar.

O pastor Renato Vargens, líder da Igreja Cristã da Aliança – Niterói (RJ), criticou a pregadora e apontou três razões pelas quais não recomenda que os cristãos as ouçam.

Segundo o religioso, a mensagem de Vitória Souza não é bíblica, suas analogias são fracas e desprovidas de fundamento bíblico.

Vargens também afirmou que a jovem utiliza o método coaching para falar em nome de Deus, porém, sem conteúdo bíblico e teológico que glorifique ao Senhor.

Para ele, a influence necessita de instrução, discipulado e de um pastor de uma igreja que a oriente a respeito da Palavra de Deus.

“1. A mensagem dela não é bíblica.

2. Suas analogias são fracas, antropocêntricas e desprovidas de fundamento bíblico.

3. Claramente ela usa do coaching para falar em nome de Deus, sem, contudo, demonstrar conteúdo bíblico e teológico que glorifique ao Senhor”, escreveu o pastor.

A declaração do pastor dividiu a opinião dos evangélicos, embora alguns concordem com ele, outros veem na jovem uma grande pregadora assistindo seus vídeos a ponto de fazê-los viralizarem.

A agenda de Vitória Souza é bastante concorrida, conforme ela divulga em suas redes sociais. Até o momento ela não se manifestou sobre as críticas.

Fonte: Fuxico Gospel

Inscrição com nome do rei Dario, citado pela Bíblia, é descoberta em Israel

Inscrição do rei Dario diz ‘Ano 24 de Dario’. (Foto: Yoli Schwartz/Autoridade de Antiguidades de Israel)
Inscrição do rei Dario diz ‘Ano 24 de Dario’. (Foto: Yoli Schwartz/Autoridade de Antiguidades de Israel)

Foi descoberta uma inscrição contendo o nome do rei persa Dario, o Grande, no Parque Nacional Tel Lachish, sendo a primeira vez que o nome do monarca aparece em qualquer lugar de Israel.

Segundo o Jerusalem Post, a descoberta foi feita por Eylon Levy, assessor de mídia internacional do presidente israelense Isaac Herzog.

O achado aconteceu por acaso, quando Levy encontrou um fragmento de cerâmica de 2.500 anos com as letras inscritas do rei do Antigo Testamento e o relatou à Autoridade de Antiguidades de Israel.

Dario, o Grande, é descrito como o pai do rei Assuero, também conhecido como Xerxes, da história de Purim, relatada no Livro de Ester.

“Quando peguei o ostracon [pequena lasca ou pedaço de cerâmica, madeira ou pedra que era usada no mundo antigo para escrever mensagens curtas ou notas] e vi a inscrição, minhas mãos tremeram. Olhei para a esquerda e para a direita em busca das câmeras porque tinha certeza de que alguém estava pregando uma peça em mim”, disse Levy.

“Quando eu estava andando por aqui com um amigo apenas explorando a história, eu estava revirando pedaços de cerâmica e pedras na minha mão e, de repente, encontrei algo que tinha letras e pensei que aquilo era bom demais para ser verdade”, acrescentou Levy.

Descoberta analisada

Após encontrar o fragmento, Levy o relatou à Autoridade de Antiguidades de Israel. Ele disse que três pessoas na organização estavam céticas de que fosse verdadeiro, mas ficaram intrigadas com o que Levy havia encontrado.

Levy diz que algumas semanas depois recebeu um telefonema de Saar Ganor, da Autoridade de Antiguidades de Israel, que disse estar “vindo dos laboratórios dos Manuscritos do Mar Morto. Passamos por três scanners. Isso é autêntico. Nenhuma [técnica] moderna tinha poderia fazê-lo e é de dois mil e quinhentos anos atrás, antes da história de Purim.”

A descoberta foi analisada por Ganor e pelo Dr. Haggai Misgav, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Ambos confirmaram que o artefato datava da administração real persa em Laquis, no período aquemênida, na virada do século V a.C.

A inscrição diz “Ano 24 de Dario”, que remonta a 498 AEC. O reinado do rei começou em 522 a.C. e terminou em 486 a.C.

Eli Escuzido, diretor da Autoridade de Antiguidades de Israel, afirmou que “é incrível que os visitantes do local encontrem uma inscrição tão rara ‘revivendo’ o rei persa Dario conhecido por nós pelas fontes [de águas].”

E continua: “Seu filho, o rei Assuero, nunca poderia imaginar que nós encontraríamos evidências de seu pai em Israel 2.500 anos após os dramáticos eventos em sua corte real!”

Dario e Assuero

Dario, o Grande, também conhecido como Dario I, foi um dos governantes mais famosos do Império Aquemênida, também conhecido como Império Persa.

Ele assumiu o governo em uma época de caos, embora tenha conseguido reorganizar o que era o maior império do mundo antigo em satrapias [divisão administrativa do Império Persa] coerentes, autoridade centralizada com grandes projetos de construção e medidas monetárias, além de promoção da língua aramaica.

Dario também é citado diversas vezes em diversos livros, tendo aparecido em Ageu, Zacarias, Esdras e Neemias. Alguns estudiosos também acreditam que ele seja a mesma pessoa ou uma das inspirações de Dario, o medo, uma figura central no livro de Daniel.

Dario teve vários filhos e, embora nenhum deles se chamasse Assuero em persa ou aramaico, seu filho e sucessor mais famoso, Xerxes I, também conhecido como Xerxes, o Grande (chamado Khshayarsha em persa), foi ligado ao governante persa de a história de Purim.

Fonte: Guia-me com informações de Jerusalém Post

Pastor Yousef Nadarkhani, que foi condenado à morte, é libertado no Irã

O pastor Yousef Nadarkhani foi condenado no Irã por plantar igrejas domésticas e promover o cristianismo
O pastor Yousef Nadarkhani foi condenado no Irã por plantar igrejas domésticas e promover o cristianismo

O pastor Yousef Nadarkhani, um dos líderes da Igreja no Irã, já foi preso várias vezes por causa de sua fé. Além de ter sido condenado à prisão, ele chegou a receber a sentença de morte por determinação das autoridades.

No dia 26 de fevereiro, porém, ele foi libertado como resultado de uma anistia nacional emitida pelo líder supremo do Irã, aiatolá Khamenei, para comemorar o aniversário da Revolução Islâmica de 1979.

De acordo com a CSW — organização cristã que luta pela liberdade religiosa no país — o pastor ainda está em Teerã para a conclusão de alguns procedimentos formais relacionados à sua libertação.

A organização informou que o pastor se juntará à família, na cidade de Rasht, assim que a documentação ficar pronta.

Nadarkhani é um dos quatro cristãos que foram presos no dia 13 de maio de 2016, por agentes de segurança que fiscalizavam reuniões cristãs.

Embora eles tenham sido libertados sob fiança em 2017, foram presos novamente em outra série de fiscalizações por parte do governo, entre os dias 22 e 25 de julho de 2018.

‘Presos por falsas acusações’

Em junho de 2020, o pastor Nadarkhani e outro cristão prisioneiro, o diácono Saheb Fadaie, também foram libertados através da anistia e tiveram suas sentenças reduzidas de 10 para 6 anos na apelação .

Em fevereiro de 2021, um grupo da ONU sobre Detenção Arbitrária publicou um informativo dizendo que a detenção continuada do pastor não tem um fundamento lógico, dependendo sempre da vontade das autoridades.

O fundador da CSW, Mervyn Thomas, disse que ficou feliz com a libertação há muito esperada do pastor Nadarkhani e do diácono Fadaie, mas que também é preciso levar em conta que eles perderam muitos anos de suas vidas na prisão por falsas acusações.

“Apelamos às autoridades iranianas para garantir que estes homens possam desfrutar de sua liberdade sem mais assédio ou intimidação. Continuamos a pedir a libertação imediata e incondicional de todos os outros que estão atualmente presos por causa de sua religião ou crença”, resumiu.

Vale ressaltar que, enquanto o pastor Nadarkhani esteve preso, seus filhos não tinham o direito de frequentar a escola. Conforme a Portas Abertas, um deles chegou a ser agredido pelo mesmo agente que prendeu seu pai, há 4 anos.

Atualmente, o Irã ocupa o 8º lugar na Lista Mundial da Perseguição e os cristãos que vivem lá são obrigados a frequentar igrejas clandestinas por causa da paranoia ditatorial e da opressão islâmica.

Fonte: Guia-me com informações de CSW

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