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Muçulmanos executam 22 cristãos, incluindo pastor, em novo ataque na Nigéria

Cristãos mortos por terroristas muçulmanos na Nigéria. (Foto: Reprodução)
Cristãos mortos por terroristas muçulmanos na Nigéria. (Foto: Reprodução)

Militantes muçulmanos Fulani realizaram um ataque na cidade de Mushere, em Plateau State, na Nigéria, onde pelo menos 22 cristãos foram mortos. Segundo relatos, os agressores invadiram uma residência, trancaram a porta e efetuaram disparos contra todos os presentes, incluindo um pastor. A informação é da iReach Global, uma organização com forte ligação à região.

Este incidente se soma a uma série de atrocidades contra cristãos na Nigéria, que têm sido alvo de violência jihadista por muitos anos. Em maio, sete cristãos foram… (Continue lendo clicando aqui)

Empresa ligada a diretor da Congregação Cristã no Brasil recebeu R$ 18 milhões em esquema de lavagem de dinheiro

Fachada do edifício sede do INSS em Brasília. (Foto: Reprodução)
Fachada do edifício sede do INSS em Brasília. (Foto: Reprodução)

Uma empresa localizada em Brasília, supostamente associada a um diretor de unidade da Congregação Cristã no Brasil, recebeu R$ 18 milhões de uma holding investigada por suposta lavagem de dinheiro. A operação faz parte de um inquérito da Polícia Federal que apura a chamada “Farra do INSS“. A holding Arpar Administração, Participação e Empreendimento S.A. é apontada como núcleo de uma estrutura criminosa que teria movimentado milhões através de dezenas de empresas de fachada.

As investigações indicam que a Arpar processou recursos oriundos de descontos ilegais do INSS, além de valores possivelmente ligados a tráfico de drogas, comércio irregular de armas, apostas clandestinas e pagamento de propinas. A empresa receptora dos fundos, Isabela V R O Ltda., registrou formalmente atividades de “outras atividades de ensino não especificadas anteriormente” e possui endereço em um coworking na Asa Sul, em Brasília. Seu CNPJ está em nome de uma residente de Valparaíso de Goiás que recebia Bolsa Família e mantinha vínculo empregatício com salário mínimo.

Um Relatório de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sinalizou que uma cooperativa onde a Isabela V R O Ltda. possuía conta identificou a empresa como parte de um grupo econômico relacionado a Paulo Henrique Venancio da Rocha, diretor da Congregação Cristã no Brasil. O documento aponta que diferentes CNPJs eram utilizados para distribuir o faturamento, operando predominantemente de forma digital a partir de um coworking próximo ao endereço do diretor religioso.

Entre janeiro de 2023 e agosto de 2025, a Isabela V R O Ltda. movimentou R$ 255,38 milhões, um volume expressivo diante de um capital social declarado de R$ 100 mil. No mesmo período, a firma recebeu R$ 18 milhões da Arpar e R$ 1,6 milhão da Dinar, outra companhia sem empregados envolvida nas apurações financeiras. Paulo Henrique transferiu R$ 492 mil para a Isabela V R O Ltda. e, em contrapartida, recebeu R$ 1,56 milhão da empresa. Ele também obteve R$ 462 mil da JK Global, citada em fraudes do INSS, e repasses de outras empresas sob investigação, como a Recovery Black, caracterizada nos autos como mais uma firma de fachada.

A suposta proprietária formal da Isabela V R O Ltda. recebeu apenas R$ 20.440 da empresa no período analisado. A Congregação Cristã no Brasil foi contatada pelo veículo original, mas não se pronunciou até a publicação da matéria. As defesas dos demais envolvidos não foram localizadas.

As informações integram um inquérito da PF sobre descontos ilegais na Seguridade Social e documentos oriundos de quebras de sigilo solicitadas pela CPMI do INSS. O Ministério Público do DF anexou a investigação da PF a uma ação civil que investiga descontos associativos irregulares em contas de clientes do Banco de Brasília (BRB). O MPDFT argumenta que o esquema investigado no DF repete o padrão de fraudes do INSS, utilizando entidades associativas para legitimar cobranças indevidas, sem autorizações válidas e com foco em idosos e pessoas hipervulneráveis.

A ação civil do MPDFT processa o BRB, a associação Centro de Assistência e Integração dos Servidores Públicos (Cassisp) e seus administradores por supostos descontos automáticos não autorizados em contas de servidores públicos. A Cassisp, também operando em coworking, foi fundada em abril de 2024 por Adelino Rodrigues Junior, preso por seu envolvimento em descontos ilegais no INSS, e Samuel Messias dos Santos. Adelino possuía sociedade com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

A Polícia Civil do DF estima que mais de 3,5 mil contas foram afetadas, com um prejuízo inicial superior a R$ 5 milhões. Na Operação Parasita, sete pessoas ligadas à Cassisp e outras associações foram detidas; três delas possuíam ligações com investigações anteriores da PF sobre fraudes no INSS. O delegado Henry Galdino, responsável pelo caso, destacou que “praticamente todos os presos tinham passagens por crimes da mesma natureza”. O BRB informou que encaminhou notícia-crime às autoridades, afastou três funcionários e repudia “quaisquer práticas criminosas”, especialmente aquelas que afetam públicos vulneráveis.

Folha Gospel com informações de Metrópoles e Diário do Centro do Mundo

Igreja Universal tem frota aérea de R$ 178 milhões; jatos e helicópteros são alvos de investigação

Edir Macedo, líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. (Foto: Reprodução)
Edir Macedo, líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. (Foto: Reprodução)

A Igreja Universal do Reino de Deus, fundada por Edir Macedo, detém uma frota aérea avaliada em R$ 178 milhões, composta por cinco aeronaves, sendo três jatinhos e dois helicópteros. Essa informação veio à tona no contexto das investigações da Operação Miragem, deflagrada pela Polícia Federal para apurar suspeitas de fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional relacionadas à gestão do Banco Digimais, instituição controlada pelo líder religioso.

As aeronaves estão registradas em nome da Igreja Universal e foram adquiridas ao longo dos últimos anos, conforme apurado. O patrimônio aéreo evidencia a dimensão do grupo econômico ligado a Edir Macedo, que se tornou um dos principais alvos da apuração da PF, embora não tenha sido alvo direto de busca e apreensão por residir fora do país.

A Operação Miragem, que foi deflagrada na terça-feira (23), visa desarticular um suposto esquema de irregularidades no Banco Digimais. A Justiça Federal autorizou mandados de busca e apreensão, quebras de sigilo bancário e fiscal, além do sequestro e bloqueio de bens e valores que podem atingir R$ 670,3 milhões.

Entre os bens ligados à Igreja Universal, destaca-se um jatinho modelo Bombardier BD-700-1A10, uma aeronave executiva de grande porte, bimotor, capaz de realizar voos intercontinentais. Segundo os dados divulgados, este jato foi importado dos Estados Unidos pela entidade religiosa pelo valor de R$ 75,6 milhões.

Além dos três jatos e dois helicópteros já identificados, a Igreja Universal possui ainda duas reservas de marcas. Esse procedimento é considerado uma etapa inicial antes do registro formal de uma aeronave, indicando uma possibilidade de ampliação futura da frota aérea vinculada à instituição.

A investigação da Polícia Federal concentra-se em suspeitas de gestão fraudulenta, prestação de informações falsas e operações vedadas no âmbito do sistema financeiro. O Banco Digimais, sob controle de Edir Macedo, está no centro da apuração que resultou na determinação judicial de medidas contra investigados e no bloqueio de expressivo patrimônio.

A Igreja Universal do Reino de Deus figura entre as maiores organizações religiosas do Brasil, mantendo uma estrutura empresarial que abrange diversas áreas. A existência de uma frota avaliada em R$ 178 milhões passa a integrar o debate sobre a extensão do patrimônio associado ao grupo comandado por Edir Macedo, em meio ao avanço das investigações da Operação Miragem.

Folha Gospel com informações de Metrópoles e Brasil 247

Comissão da Casa Branca para a Liberdade Religiosa entrega relatório a Trump sobre as crescentes ameaças à fé

Comissão da Casa Branca para a Liberdade Religiosa reunida com Donald Trump (Foto: Reprodução/X)
Comissão da Casa Branca para a Liberdade Religiosa reunida com Donald Trump (Foto: Reprodução/X)

Os comissários da Comissão de Liberdade Religiosa da Casa Branca entregaram seu relatório final ao presidente Donald Trump no Salão Oval na tarde de sexta-feira, após uma investigação de um ano sobre as ameaças emergentes à fé nos Estados Unidos, que, segundo eles, estão aumentando.

O relatório, que tem mais de 200 páginas e foi compilado a partir das conclusões das sete audiências da comissão desde que Trump a criou no ano passado, baseou-se no depoimento de mais de 100 testemunhas sobre as crescentes invasões de terras.

Alguns dos depoimentos vieram de mães que foram enganadas pelos administradores escolares de seus filhos, de crianças que sofreram bullying por causa de suas crenças religiosas, de profissionais de saúde que enfrentaram represálias por se oporem a procedimentos de redesignação sexual, bem como de trabalhadores e militares cujas carreiras foram destruídas por se oporem à obrigatoriedade da vacinação.

“Embora suas circunstâncias fossem diferentes, suas histórias compartilhavam um tema comum”, dizia o relatório sobre as testemunhas, que eram diversas em idade, origem e tradições religiosas. “Com muita frequência em nossa vida nacional, a religião é tratada não como uma contribuição protegida e valorizada para a vida pública, mas como um problema ou incômodo a ser administrado, restringido ou marginalizado.”

O relatório alertou que essa atitude serviu de base para o aumento de conflitos que permeiam a sociedade americana e comprometem a liberdade religiosa em vários níveis.

“Entre nossas conclusões, acreditamos que salvaguardar a liberdade religiosa exige mais do que defender direitos legais depois que eles foram violados. Exige cultivar uma cultura que entenda por que esses direitos existem em primeiro lugar”, afirmou.

O relatório concluiu que a metáfora de “um muro de separação entre Igreja e Estado”, que, segundo o próprio relatório, não consta da Constituição dos EUA, tem sido mal aplicada e usada como arma para excluir os americanos religiosos da esfera pública.

Durante a audiência final da comissão em abril, o vice-governador do Texas e presidente da comissão, Dan Patrick, disse que a frase, que vem de uma carta que Thomas Jefferson escreveu sobre liberdade religiosa aos batistas de Danbury em 1802, tornou-se “a maior mentira já contada na América desde a nossa fundação”.

Ele reiterou sua afirmação durante a reunião dos comissários no Salão Oval na sexta-feira, alertando que “a esquerda tem usado essa frase… para atacar e massacrar pessoas de fé nos últimos 70 a 80 anos”.

O relatório enfatizou que nenhum dos documentos fundadores dos Estados Unidos sugere que a fé jamais teve a intenção de não influenciar o governo, ou que o objetivo da Primeira Emenda era “exilar a prática da religião da vida pública”. Em vez disso, apresentou a analogia de que a liberdade religiosa serve como “uma ponte entre Igreja e Estado” e que as instituições podem “fortalecer e apoiar umas às outras”.

No evento realizado no Salão Oval, o psicólogo clínico e personalidade da TV Phil McGraw disse ter ficado chocado ao descobrir, durante seu período na comissão, o quão disseminados haviam se tornado os crescentes casos de discriminação religiosa contra americanos.

Enfatizando que a comissão não era “mera formalidade”, McGraw disse: “O que me chamou a atenção foi a quantidade de americanos que compareceram dizendo que foram perseguidos — na área da saúde, nas forças armadas, na educação, em diferentes esferas da vida — por viverem sua fé e defenderem sua fé.”

“Não se trata apenas da liberdade de escolher qual local de culto desejam frequentar, mas sim de como isso afeta seu dia a dia, e eles estão sendo perseguidos em seus empregos e profissões. E é aí que a luta pela liberdade realmente se manifesta”, continuou ele, elogiando as Testemunhas de Jeová por sua coragem em se manifestarem.

O relatório ofereceu 12 recomendações específicas para fortalecer a liberdade religiosa, começando por instruir o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) a emitir orientações esclarecendo a interpretação correta da Cláusula de Estabelecimento da Primeira Emenda à Constituição dos EUA e a separação entre Igreja e Estado.

Outra recomendação incluía a emissão de cartazes “Conheça seus direitos” pelo Departamento de Justiça (DOJ), pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) e pela Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego (EEOC) para informar estudantes, pais, professores e administradores de escolas públicas, líderes religiosos, instituições religiosas, profissionais de saúde e membros das forças armadas.

A comissão também recomendou que o Departamento de Justiça (DOJ), o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) e a Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego (EEOC) criem linhas diretas e portais online para denúncias de violações da liberdade religiosa, para que estudantes, pais, professores e profissionais de saúde possam obter apoio quando enfrentarem possíveis violações dessa liberdade.

Outras recomendações incluem a nomeação de juízes federais que respeitem a liberdade religiosa; o combate ao antissemitismo por meio de leis de direitos civis; a instrução ao Departamento de Justiça para estabelecer uma força-tarefa de liberdade religiosa para acompanhar e priorizar litígios que visem proteger a liberdade religiosa; e o trabalho para restaurar a elegibilidade para aposentadoria ou reengajamento de militares que se recusaram a tomar as vacinas contra a COVID-19.

O texto também pede a revogação da Emenda Johnson, uma disposição do código tributário federal de 1954 que proíbe organizações isentas de impostos de apoiar ou se opor a candidatos políticos, direta ou indiretamente. Trump já defendeu sua revogação no passado, uma medida que exigiria uma lei do Congresso.

A divulgação do relatório ocorreu no mesmo dia em que Trump discursou na Conferência “Rumo à Maioria” da Coalizão Fé e Liberdade, em Washington, D.C., durante a qual destacou a importância da liberdade religiosa, o trabalho da comissão e o que caracterizou como hostilidade sancionada pelo Estado contra os cristãos sob o governo Biden.

“Eles transformaram uma nação fundada na liberdade dos crentes em um lugar onde os católicos eram alvos do FBI, onde avós pró-vida eram presas por rezar e onde membros de nossas forças armadas eram expulsos por suas vidas religiosas”, disse Trump sobre o governo de seu antecessor.

“Os radicais responsáveis ​​por esses crimes não desejariam nada mais do que comemorar o 250º aniversário da América expulsando Deus da nossa esfera pública de uma vez por todas. Eles queriam fazer isso. Não sei como alguém pôde votar nessas pessoas.”

Trump alertou que membros da esquerda política e do Partido Democrata estão se radicalizando em sua antipatia pelo cristianismo, à medida que se aproximam cada vez mais do comunismo declarado, que ele chamou de ideologia “sem Deus” e que fracassou repetidamente.

“Eles querem retomar a vacinação de crianças transgênero. Querem reiniciar a guerra contra os cristãos e as igrejas e, como vocês viram com os comunistas eleitos recentemente na cidade de Nova York… querem destruir completamente o modo de vida tradicional americano”, disse ele, alertando que os democratas irão efetivamente transformar o país em “uma área de desastre” se conseguirem retomar o poder.

“Esses não são social-democratas; são comunistas radicais, ateus. São comunistas ateus. Todos os comunistas são ateus. Eles não acreditam em Deus. Esta é a ameaça mais séria ao nosso país desde a sua fundação, na minha opinião, há 250 anos. Esta é uma grande ameaça ao nosso país”, disse Trump.

A Comissão da Casa Branca para a Liberdade Religiosa esteve envolta em controvérsias e disputas internas nos últimos meses, à medida que as questões religiosas ganharam cada vez mais destaque no discurso nacional.

Em fevereiro, a ativista católica conservadora e ex-Miss Califórnia EUA, Carrie Prejean Boller, foi removida da comissão após uma tensa discussão com o CEO do Babylon Bee, Seth Dillon, sobre Gaza, sionismo e a definição de antissemitismo. Sameerah Munshi, uma conselheira muçulmana da comissão, renunciou posteriormente em protesto contra a remoção de Boller e a guerra no Irã.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Primeiro memorial em homenagem aos cristãos mortos é inaugurado na Nigéria

Inauguração de um memorial em homenagem aos cristãos mortos em Yelwata, Nigéria (Foto: Facebook)
Inauguração de um memorial em homenagem aos cristãos mortos em Yelwata, Nigéria (Foto: Facebook)

Acredita-se que seja o primeiro monumento do gênero, em homenagem às vítimas da perseguição religiosa na Nigéria, erguido no estado de Benue.

O monumento foi inaugurado em Yelwata, cidade que no ano passado foi palco de um massacre que vitimou 270 homens, mulheres e crianças. O ataque ocorreu no Dia dos Pais e acredita-se que tenha sido obra de militantes islâmicos.

Os nomes de todas as vítimas estão gravados no monumento, que foi inaugurado por missionários do grupo Equipping the Persecuted (Equipando os Perseguidos).

Judd Saul, fundador da organização Equipping the Persecuted (Equipando os Perseguidos), disse: “Seus nomes agora estão gravados em pedra para que nunca sejam esquecidos.

“Este monumento serve como testemunho de suas vidas, de sua fé e do nosso compromisso em garantir que o mundo se lembre do que aconteceu. A perseguição aos nossos irmãos e irmãs em Cristo deve parar.”

A inauguração contou com a presença de representantes de diferentes comunidades religiosas, bem como sobreviventes do massacre. O momento também serviu para distribuir ajuda, visto que se estima que o ataque tenha causado o deslocamento de cerca de 3.000 pessoas.

Apesar de ter aproximadamente 50% de sua população cristã, a Nigéria é uma das nações mais perigosas do mundo para se ser cristão.

A organização Portas Abertas classifica o país como o 7º pior do mundo em termos de perseguição a cristãos. Mais pessoas são mortas ou sequestradas por causa de sua fé na Nigéria todos os anos do que em todos os outros países juntos.

Muitas regiões do país sofrem com altos índices de violência perpetrada por militantes islâmicos ou simplesmente por bandidos armados. Embora os cristãos tendam a ser os mais afetados pela violência, os muçulmanos também são vítimas ocasionalmente, às vezes por se recusarem a apoiar os militantes.

No ano passado, o presidente nigeriano declarou estado de emergência nacional e prometeu reforçar a segurança na tentativa de pôr fim à violência. Os EUA realizaram uma série de ataques direcionados contra militantes durante o Natal, em resposta aos maus-tratos infligidos aos cristãos.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Pastor Kenner Terra renuncia a presidência da IBAB; veja o vídeo

Kenner Terra após ler a carta de renúncia na IBAB (Foto: Reprodução/YouTube/IBAB)
Kenner Terra após ler a carta de renúncia na IBAB (Foto: Reprodução/YouTube/IBAB)

O pastor e teólogo Kenner Terra rompeu o silêncio e confirmou publicamente seu desligamento da presidência e da liderança pastoral da Igreja Batista de Água Branca (IBAB). A declaração oficial do religioso surge após relatos sobre uma crise administrativa na instituição paulista.

Segundo o comunicado divulgado pelo próprio pastor em suas redes sociais, sua carta de renúncia foi apresentada e lida durante uma assembleia de membros no dia 21 de junho de 2026. Este anúncio marca o fim de seu período de liderança, que teve início em fevereiro de 2025.

A manifestação de Kenner Terra lança luz sobre o processo de transição na igreja, conhecida por sua forte presença digital e relevância no cenário religioso nacional. A decisão de deixar o cargo foi comunicada após um período de reflexão e diálogo com o corpo de presbíteros da igreja.

O teólogo apontou que a comunidade de fé, apesar de sua história e importância, não apresentava todas as condições estruturais necessárias para o desenvolvimento do projeto pastoral que ele propunha.

“Ao longo dessa caminhada, porém, descobri que essa importante, histórica e belíssima comunidade de fé, em algum nível, ainda não reunia algumas condições necessárias para um projeto dessa complexidade”, escreveu Terra.

O pastor descreveu as dificuldades enfrentadas na gestão da igreja em São Paulo com termos enfáticos. “Diante dos complexos desafios e da realidade que se tornou quase insustentável ao meu redor, anuncio meu desligamento da presidência”, declarou Kenner Terra, ressaltando que sua saída visa o bem da igreja e de sua família.

O encerramento das atividades de Kenner Terra no púlpito da IBAB ocorreu neste domingo, 28 de junho de 2026, quando a carta oficial de renúncia do presbitério foi lida para toda a comunidade durante o culto matinal. Com a sua saída, o vice-presidente da IBAB, Cláudio Manhães, assumirá provisoriamente a responsabilidade jurídica da entidade durante o período de transição. A direção eclesiástica e pastoral ficará a cargo do conselho de presbíteros até que um novo modelo de liderança de longo prazo seja definido.

Kenner Terra expressou profunda gratidão a todos que o acompanharam em sua jornada na IBAB, levando consigo aprendizados, amizades e memórias, e desejou que Deus conduza o futuro da igreja.

Veja o vídeo da renúncia abaixo:

Folha Gospel com informações de Fuxico Gospel e IBAB

Venezuela: número de mortos no terremoto ultrapassa 1.400 e quase 70.000 continuam desaparecidas

Pessoas procuram sobreviventes após fortes terremotos na Venezuela (Foto: Reprodução)
Pessoas procuram sobreviventes após fortes terremotos na Venezuela (Foto: Reprodução)

O número de mortos pelos terremotos gêmeos na Venezuela subiu para 1.430, com famílias relatando pelo menos 68.900 pessoas desaparecidas. O número de vítimas continuou a aumentar mesmo após o prazo de 72 horas para o resgate de sobreviventes ter se encerrado no sábado, enquanto a indignação com a resposta do governo se intensificava em algumas das áreas mais atingidas.

Jorge Rodríguez, líder da Assembleia Nacional da Venezuela e irmão da presidente interina Delcy Rodríguez, confirmou o número de mortos no sábado.

Mais de 6 milhões de pessoas podem ser afetadas pelos terremotos, incluindo cerca de 2 milhões na capital, Caracas, de acordo com dados da Organização Internacional para as Migrações .

A análise de mapeamento por satélite mostra que quase um terço (31%) dos edifícios em Catia La Mar estão danificados.

O estado de La Guaira, na costa caribenha, foi o mais afetado pela destruição. Análises de mapeamento por satélite da OIM mostram que quase um terço (31%) dos edifícios em Catia La Mar foram danificados.

Civis e equipes de resgate vasculharam montes de concreto desmoronado usando pás, cordas, equipamentos pesados ​​e as próprias mãos, informou a Associated Press . Sem capacetes de segurança disponíveis, muitos socorristas usavam capacetes de motocicleta. Corpos foram colocados em caminhões brancos no estacionamento de um hospital para serem identificados.

Agências de ajuda humanitária afirmam que as primeiras 48 a 72 horas após um desastre são as mais críticas para a recuperação dos sobreviventes — um período que se encerrou no sábado.

O principal representante das Nações Unidas na Venezuela, Gianluca Rampolla, afirmou não ser possível determinar com exatidão quantas pessoas permanecem soterradas, mas estimou que cerca de 125 prédios desabaram, número que sugere que a quantidade de mortos pode ser significativamente maior do que a contagem oficial.

Muitos venezuelanos relataram que as forças de segurança estavam despreparadas e que as autoridades priorizaram as aparências em detrimento do trabalho de resgate. Segundo a AP, funcionários do governo foram vistos tirando fotos em frente a prédios destruídos antes de irem embora sem prestar auxílio. A agência de notícias acrescentou que membros da multidão impediram uma escavadeira de sair do local do desabamento e retiraram o operador do veículo à força.

Delcy Rodríguez anunciou na televisão estatal que mais de 14 mil militares e policiais estavam patrulhando a área e que o acesso a La Guaira exigia autorizações especiais. Seu irmão, Jorge, afirmou que apenas trabalhadores autorizados teriam permissão para entrar. Grandes grupos de civis teriam se aglomerado nas estradas carregando alimentos, água e suprimentos médicos, bloqueando a única rodovia de acesso a La Guaira e impedindo a passagem de ambulâncias e centenas de equipes de resgate internacionais.

Equipes de resgate do México, Estados Unidos, Brasil, El Salvador, França e outros países já estavam em solo venezuelano no sábado. Autoridades venezuelanas informaram que 17 voos transportaram mais de 1.600 pessoas para as operações de resgate. Quase 250 americanos participaram, incluindo equipes da Virgínia, Califórnia e Flórida.

Leia também: Igrejas e agências cristãs se mobilizam após fortes terremotos

Militares americanos repararam uma das pistas do Aeroporto Internacional Simón Bolívar, que serve Caracas, após ela ter sido danificada. Um navio de transporte da Marinha dos EUA, o USS Fort Lauderdale, foi posicionado na costa para receber os sobreviventes evacuados que necessitassem de atendimento médico.

Jeremy Lewin, um alto funcionário do Departamento de Estado responsável pela supervisão da assistência externa, disse aos repórteres que era uma “corrida contra o tempo”.

O Departamento de Estado estava trabalhando em um pacote de ajuda complementar aos US$ 150 milhões em auxílio já anunciados.

Entretanto, mais de 400 réplicas atingiram a região desde quarta-feira, incluindo um tremor de magnitude 4,8 no sábado.

O desastre aumentou a pressão sobre Delcy Rodríguez, que assumiu o cargo em janeiro após as forças americanas deterem o ex-presidente Nicolás Maduro, e sobre o presidente Trump, que apoiou seu governo enquanto afirmava publicamente que os EUA poderiam potencialmente administrar e reconstruir a Venezuela por anos.

A Venezuela vive um período de crise econômica há mais de uma década, e grandes segmentos da população rejeitam a legitimidade do movimento político que ela lidera.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Cuba: filho de pastor é libertado após meses na prisão, mas está proibido de falar publicamente

Pastor cubano, Elier Muir Ávila, e seu filho, Jonathan Muir Burgos (Foto: Reprodução)
Pastor cubano, Elier Muir Ávila, e seu filho, Jonathan Muir Burgos (Foto: Reprodução)

Um adolescente cubano, filho de pastores protestantes, que passou mais de três meses em uma prisão de segurança máxima para adultos, foi libertado. Ele retornou para casa sob restrições que o proíbem de fazer declarações públicas presenciais, segundo um grupo de direitos humanos.

Jonathan David Muir Burgos, que completou 17 anos em 28 de maio, foi libertado na quarta-feira, segundo o grupo de defesa dos direitos humanos Christian Solidarity Worldwide (CSW), com sede no Reino Unido. Ele tinha 16 anos quando as autoridades cubanas o prenderam junto com seu pai, o pastor evangélico Elier Muir Avila, em 16 de março, após participarem de protestos.

Os termos da libertação de Jonathan não foram totalmente divulgados por sua família, mas a CSW afirmou que o acordo parece estar de acordo com a prisão domiciliar prevista no Artigo 36 do Código Penal Cubano, conhecido em espanhol como Reclución Domiciliaria, uma disposição comumente usada como alternativa à prisão ou como modificação de uma sentença.

A proibição de declarações públicas presenciais estava entre as condições impostas.

Jonathan e seu pai se entregaram voluntariamente às prisões após receberem uma intimação policial. As autoridades libertaram o pastor Muir Avila no mesmo dia e mantiveram Jonathan detido separadamente, acusando-o de sabotagem, um crime que acarreta pena de até 15 anos de prisão.

As autoridades transferiram Jonathan para a prisão de segurança máxima para adultos de Canaleta, onde, segundo sua família, ele sofreu tortura psicológica e física. Sua mãe, a pastora Minervina Burgos Lopez, relatou que lhe foi negado tratamento médico adequado para disidrose, uma doença de pele, e que ele desenvolveu infecções bacterianas por estreptococos e estafilococos.

Jonathan também sofria de desnutrição devido a uma dieta mínima, episódios vasovagais (um tipo de desmaio desencadeado pelo sistema nervoso), depressão e grave desorientação. Além disso, não conseguia dormir por causa de picadas de percevejos.

Enquanto Jonathan estava detido, o governo cubano divulgou uma fotografia dele tocando piano. Sua família classificou a imagem como propaganda encenada para ocultar seu estado de saúde debilitado.

Seu pai disse à CSW que a prisão violava a capacidade de Jonathan de praticar sua fé. E a Anistia Internacional o designou como prisioneiro de consciência.

A prisão de Jonathan esteve relacionada não apenas à sua participação em protestos, mas também ao trabalho religioso de sua família.

Segundo a Comissão dos Estados Unidos para a Liberdade Religiosa Internacional, o pai de Jonathan lidera a Tiempo de Cosecha, uma congregação protestante independente que opera fora do sistema religioso reconhecido pelo Estado cubano. A comissão classificou a detenção de Jonathan como “uma tentativa de coerção por procuração”.

Em 2024, o Gabinete de Assuntos Religiosos do Partido Comunista Cubano enviou funcionários do governo e líderes religiosos para alertar o pastor Muir Avila de que somente igrejas aprovadas pelo Partido Comunista poderiam funcionar e somente pastores reconhecidos pelo Estado poderiam ministrar.

Cuba exige que todas as organizações religiosas obtenham autorização do governo; grupos que operam sem ela estão sujeitos a vigilância, advertências e restrições.

Jonathan foi preso durante uma onda de protestos que se seguiu a várias noites de apagões em todo o país e à grave escassez de alimentos e medicamentos. Sua cidade natal, Morón, sofreu sete noites consecutivas de blecautes naquele mês. Manifestantes se reuniram lá e em outros locais.

Em Morón, manifestantes saquearam e incendiaram escritórios do Partido Comunista Cubano. Um manifestante teria sido baleado durante os distúrbios. As autoridades cortaram o acesso à internet na cidade e arredores enquanto as manifestações continuavam.

Após os protestos, a polícia realizou intimações, batidas e prisões visando jovens e menores de idade em Morón, de acordo com o portal de notícias cubano CiberCuba.

Jonathan foi interrogado sobre sua presença nas manifestações, inclusive se ele havia clamado por liberdade durante os protestos.

O presidente da CSW, Mervyn Thomas, apelou à comunidade internacional para que condene o tratamento dado por Cuba aos manifestantes pacíficos, em particular aos menores, e para que os responsáveis ​​sejam responsabilizados.

O grupo independente de assessoria jurídica cubana Cubalex documentou 242 eventos repressivos e 528 incidentes distintos de assédio, classificados em 44 categorias de repressão estatal, em fevereiro, afetando 190 pessoas, incluindo 46 mulheres e 144 homens.

Havana registrou o maior número de incidentes naquele mês, seguida por Ciego de Ávila, província onde Morón está localizada, e Santiago de Cuba.

Os abusos mais comuns envolviam violações contra prisioneiros, violência ou assédio, transferências entre centros de detenção, vigilância policial, ameaças e detenções arbitrárias.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Venezuela: Igrejas e agências cristãs se mobilizam após fortes terremotos

Prédios desabaram após forte terremoto na Venezuela (Foto: Convenção Nacional Batista da Venezuela)
Prédios desabaram após forte terremoto na Venezuela (Foto: Convenção Nacional Batista da Venezuela)

A Venezuela enfrenta uma de suas maiores crises humanitárias recentes após ser atingida por dois terremotos consecutivos de magnitude superior a 7.0 na escala Richter. Os tremores provocaram o colapso de edifícios, a interrupção de serviços básicos e deixaram centenas de vítimas fatais e milhares de feridos, especialmente na região norte e na capital, Caracas. Diante do cenário de destruição generalizada, a comunidade cristã local e agências missionárias internacionais agiram rapidamente, transformando templos em refúgios e organizando frentes de socorro.

A fragilidade da infraestrutura do país tem dificultado as ações de resgate governamentais, tornando o papel das igrejas locais ainda mais crucial no fornecimento de abrigo, água potável, alimentos e cuidados médicos essenciais para as famílias que perderam tudo.

A Resposta Imediata da Convenção Batista Venezuelana

Assim que os tremores cessaram, as redes de solidariedade ligadas às igrejas evangélicas foram ativadas. A Convenção Nacional Batista da Venezuela (CNBV), em parceria com a organização de assistência humanitária Send Relief, iniciou um mapeamento das áreas mais afetadas para direcionar os suprimentos emergenciais. A liderança batista fez um apelo público para que as congregações locais atuassem como pontos de apoio físico e espiritual.

Refletindo o espírito de prontidão e intercessão que tomou conta das lideranças do país, Elier J. Romero, diretor-geral da CNBV, compartilhou um panorama inicial das ações ao relatar: “Estamos recebendo notícias das áreas afetadas. Continuamos orando.” A instituição reforçou que os cristãos venezuelanos estão em uma posição estratégica para prestar esse auxílio, pois conhecem de perto a realidade e as carências de cada bairro atingido.

Ajuda da ONU e de outros países

O chefe de ajuda humanitária da ONU, Tom Fletcher, afirmou que a organização estava coordenando o rápido envio de equipes internacionais de resgate e alertou que seria necessário um esforço coletivo massivo. Antes dos terremotos, 8 milhões de pessoas na Venezuela já precisavam de ajuda humanitária.

A missão de direitos humanos da ONU na Venezuela instou o governo a suspender as restrições a algumas redes sociais, classificando a situação como “uma questão de vida ou morte”.

Rodríguez apelou à união no país, onde os protestos antigovernamentais contra a inflação anual superior a 500% se tornaram mais frequentes desde que Trump ordenou a captura do presidente Nicolás Maduro em janeiro. Ela agradeceu a Trump e ao presidente russo Vladimir Putin e disse que equipes de resgate internacionais eram esperadas em breve.

Parcerias Internacionais e o Papel da Igreja Local no Longo Prazo

A estratégia das agências de socorro internacional baseia-se no fortalecimento das comunidades religiosas que já estavam inseridas nos bairros afetados muito antes da catástrofe. Diretores da Send Relief destacaram que a assistência não se limitará aos dias de resgate imediatos, mas continuará durante todo o processo de reconstrução das cidades e apoio psicológico às vítimas.

Essa visão de apoio contínuo e sustentável foi detalhada por Jason Cox, vice-presidente de ministérios internacionais da organização, que destacou a relevância dos voluntários nativos: “Os crentes venezuelanos já estavam nesses bairros, e eles ainda estarão lá muito depois que as notícias passarem. Nosso papel é caminhar ao lado deles enquanto atendem às necessidades urgentes e levam a esperança de Cristo aos seus vizinhos.”

Em uma nota oficial emitida em conjunto com seus parceiros, a liderança evangélica venezuelana reafirmou o compromisso de manter o suporte material e a assistência espiritual de forma contínua até que a estabilidade social seja devolvida ao país. Conforme expressou o comunicado da CNBV: “Como um povo de fé, permanecemos vigilantes durante este tempo de crise, prontos para servir aos outros e unidos em oração pela paz e pelo bem-estar geral de toda a Venezuela.”

Folha Gospel com informações de Send Relief e The Christian Post

Espanha: crescimento evangélico dobra em dez anos alcançando quase 5 mil templos

Culto em uma igreja Batista em Madrid, Espanha (Foto: Reprodução)
Culto em uma igreja Batista em Madrid, Espanha (Foto: Reprodução)

O número de igrejas evangélicas na Espanha mais que dobrou em uma década, atingindo 4.763 templos em 2025, um avanço significativo impulsionado principalmente pela imigração latino-americana e pela crescente visibilidade de eventos religiosos de grande porte.

A Catalunha lidera o número de templos, com 1.010, seguida pela capital, Madri, que registrou 855, a Andaluzia com 744 e a Comunidade Valenciana com 510. A região de Madri, em particular, demonstrou uma expansão notável, saltando de aproximadamente 662 para 855 igrejas em apenas dez anos, consolidando sua posição como centro urbano de forte crescimento evangélico.

Esses templos representam agora mais da metade de todos os locais de culto não católicos no país. Embora a Igreja Católica ainda seja majoritária com 22.922 locais de culto, as comunidades evangélicas estimam reunir cerca de 1,5 milhão de pessoas na Espanha, embora não haja dados oficiais precisos sobre o número de fiéis.

O aumento da presença evangélica vai além da infraestrutura física. Organizações do setor relatam uma maior visibilidade em universidades, associações de moradores, meios de comunicação e redes sociais, um contraste marcante com a situação de duas décadas atrás. Grandes eventos públicos têm sido fundamentais para essa projeção.

O Festival da Esperança, realizado em Madri e dirigido pelo evangelista Franklin Graham, reuniu quase 19 mil pessoas e mobilizou 840 igrejas, evidenciando a capacidade organizativa e o alcance do movimento. Anteriormente, o evento The Change Madrid atraiu 35 mil pessoas, e a iniciativa España Oramos por Ti organizou 45 encontros simultâneos de oração em diversas cidades, configurando uma das maiores mobilizações recentes.

A imigração latino-americana é apontada como um fator crucial para essa expansão. Muitos imigrantes vêm de países como Colômbia e Venezuela, onde as igrejas evangélicas possuem uma presença mais consolidada. Para esses migrantes, as igrejas frequentemente funcionam como redes de apoio social, oferecendo acolhimento, comunidade e assistência prática, além da dimensão espiritual.

“A Espanha precisa de esperança, e essa esperança encontra-se em Jesus Cristo”, afirmou Franklin Graham durante o Festival da Esperança, ressaltando o papel central da fé na oferta de um novo caminho para a população.

Folha Gospel com informações de Euro News e Guia-me

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